TODA A FÍSICA DO ENEM 2026 em 12 horas — Transcript
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- 0:00Opa, fala galera, professor Pedro Assad
- 0:02na área apresento a vocês a nossa obra
- 0:03prima toda física do Enem em 12 horas. É
- 0:05o vídeo mais absurdo de todos, o vídeo
- 0:06mais didático que você já viu. Muita
- 0:08gente tem muita dificuldade com física,
- 0:09é a matéria mais diferencial do aluno de
- 0:11alto desempenho. Mesmo quem já é de alto
- 0:13desempenho continua tendo dificuldade de
- 0:14ter domínio perfeito da física. E a
- 0:15gente resolveu reunir não apenas toda a
- 0:17física do Enem em 12 horas, mas a gente
- 0:19fez isso em altíssimo nível. É brutal o
- 0:21que tá aqui nesse vídeo, tá bom? Isso é
- 0:22uma das obras primas da minha vida até o
- 0:23presente momento. Quem assistir esse
- 0:25vídeo vai ter um ganho de domínio de
- 0:27física absurdo, tá bom? O vídeo ele tem
- 0:29quatro pilares básicos, né? Ondulatória,
- 0:31termologia, mecânica e eletrodinâmica,
- 0:34tá bom? São os quatro pilares da física
- 0:35do Enem, basicamente. E a gente eh faz
- 0:38termologia ondulatória um pouco mais
- 0:40rápido, mas com muito detalhe. E a gente
- 0:41deixou a maior parte do vídeo, claro,
- 0:43para ser mecânica e eletrodinâmica, são
- 0:44as duas áreas mais complexas, mais
- 0:45difíceis de dominar e termologia
- 0:47ondulatória estão bem detalhados, tudo
- 0:48tá cheio de exercícios, mas eu quero que
- 0:50você tenha a dimensão de que a gente
- 0:51deêu mais atenção para aquilo que as
- 0:52pessoas têm mais dificuldade em dominar.
- 0:53A termologia é uma matéria muito mais
- 0:54teórica, muito mais eh muito mais
- 0:56palatável, enquanto que ondulatória já é
- 0:58intermediário, tem que saber bastante
- 0:59teoria mesmo, mas tem pouca necessidade
- 1:01matemática para ondulatória. Mecânica,
- 1:02você já tem que ter muito braço
- 1:03matemático, tá bom? A teoria é pequena e
- 1:05o braço matemático é maior. Então a
- 1:06gente botou muito mais exercícios,
- 1:07principalmente de dinâmica, que é um
- 1:08desafio maior pr os alunos. E a
- 1:09eletrodinâmica foi onde a gente mais
- 1:11trabalhou, tá bom? A gente botou muito
- 1:12mais exercício de eletrodinâmica, muita
- 1:13explicação minuciosa de eletrodinâmica,
- 1:15mas você vai perceber que todo o vídeo
- 1:16tá muito bem explicado, tá? Para quem
- 1:18não me conhece, eu sou o Pedro Assis, tá
- 1:19bom? Sou me considero professor mais
- 1:20didático do Brasil. Tenho milhares,
- 1:22milhares, literalmente milhares e
- 1:23milhares, tá bom? Mais de de 10.000
- 1:24alunos que me consideram esse melhor
- 1:26professor do Brasil, professor mais
- 1:27didático. Esse vídeo aqui eu fiz em
- 1:29conjunto com o cara que mais me ensinou
- 1:30física na vida, que é o professor Rafael
- 1:32Santana, tá bom? Foi meu mentor em 2018,
- 1:33quando eu passei em medicina pela
- 1:34primeira vez, porque eu passo em
- 1:35medicina todo ano, sempre passo em
- 1:36medicina. E 2018 foi quando eu passei
- 1:38pela primeira vez, ele foi o meu
- 1:39orientador, meu mentor, mas também me
- 1:40ensinou muita física e eu trouxe ele pra
- 1:42gente ter certeza absoluta de que o
- 1:43vídeo tá perfeito, de que tá com os
- 1:45conceitos muito alinhados. E esse vídeo
- 1:46aqui é é um dos meus legados, tá bom?
- 1:48Para educação brasileira. Esse vídeo
- 1:49aqui é algo que eu deixo como patrimônio
- 1:50para vocês. Um dia meus filhos vão
- 1:52assistir esse vídeo. Eu tenho três
- 1:53filhos. Um dia seus filhos podem
- 1:54assistir esse vídeo, tá bom? Eu espero
- 1:56que esse vídeo perdure por muitas
- 1:57gerações, como um referencial do que que
- 1:59é física com muita didática, tá bom? E o
- 2:01vídeo também tem muita inteligência de
- 2:02prova, tá? O vídeo não é apenas física
- 2:04por si só, é física pro Enem, com muita
- 2:06sagacidade de prova, com muita técnica
- 2:07de enunciado, muita técnica estratégica
- 2:09de como você lida com a prova de fato.
- 2:11Ã, quero fazer um convite para você, tá
- 2:13bom? E eu vou falar devagar, eu não
- 2:14gosto de falar isso correndo, eu quero
- 2:15que você realmente eh preste muita
- 2:17atenção no que eu tenho a dizer. Eu tô
- 2:18assim porque eu tô cansado, tá bom? Tô
- 2:19dormindo 3 horas por noite para entregar
- 2:20esse tipo de conteúdo. Tô tô numa batida
- 2:22intensa de trabalho, mas a plataforma
- 2:24SAD, eu não sei se quando você tá vendo
- 2:25esse vídeo ela tá com vagas abertas, mas
- 2:27dependendo de quando você tá vendo, a
- 2:28gente pode estar em Black Friday, tá
- 2:29bom? A gente vai abrir nossas vagas dia
- 2:3015. Para quem não sabe, a plataforma SAD
- 2:32é a plataforma da didática mágica e dos
- 2:34resultados garantidos. é uma plataforma
- 2:35que tem como pilar central a garantir do
- 2:37teu aprendizado. Eu garanto que tudo que
- 2:38eu explico você sempre entende. Tu vai
- 2:39inclusive comprovar isso por esse vídeo.
- 2:41A plataforma nesse momento custa R$
- 2:425.000 por ano. Na nossa Black Friday ela
- 2:44vai sair no vitalício por um valor
- 2:46absurdo, por um valor ridículo, tá bom?
- 2:47Por um valor realmente é innegável, tá
- 2:49bom? Junto com bônus absurdos, com curso
- 2:51de vestibulares tradicionais para
- 2:52Fullvest, Unicamp, o FPR, Erge, todo
- 2:56tipo de vestibular, tá bom? UFSC, o F e
- 2:58US, todos os vestibulares tradicionais a
- 3:00gente tá entregando junto nessa Black
- 3:01Friday. Claro que se você tiver
- 3:02assistindo depois da Black Frid, eu não
- 3:03sei qual oferta que vai tá aqui, mas eu
- 3:04te garanto que também vai ter aqui nesse
- 3:05QR code ou sempre no link aqui de baixo
- 3:07a melhor oferta disponível no momento. E
- 3:08é sempre bom você comprar antes, tá bom?
- 3:10Porque o preço vai ficar cada vez mais
- 3:11caro, porque o valor fica cada vez
- 3:12maior, tá? Então eu te convido a ser meu
- 3:14aluno na plataforma SAD, eu te garanto
- 3:15que você vai me entregar o dinheiro e eu
- 3:16vou te entregar algo que vale muito mais
- 3:18do que isso. Vou te entregar
- 3:19inteligência de verdade, velocidade de
- 3:20verdade, confiança de verdade, tá bom?
- 3:22Aproveita o vídeo, divirta-se
- 3:24assistindo. É um vídeo prazeroso de
- 3:25assistir, não é um vídeo que tu vai sair
- 3:26daqui pesado, sabe? Como se eu fosse te
- 3:28entregar muita matéria de um jeito
- 3:29difícil. Eu vou te entregar muita
- 3:31matéria, eu vou te entregar muito
- 3:31conteúdo, mas tu não vai sair pesado, tu
- 3:32vai sair forte do vídeo, tá bom? Vai
- 3:34sair robusto. É a diferença entre você
- 3:35carregar um peso nas costas e você
- 3:36levantar um peso. Quando você levanta o
- 3:37peso, você mesmo fica forte e se torna
- 3:39mais capaz, tá bom? Esse vídeo vai ser
- 3:40um marco no seu desenvolvimento
- 3:41intelectual, matemático, físico,
- 3:43imaginativo, teu conhecimento de mundo.
- 3:44A gente trabalhou todo tipo de
- 3:45equipamento, todo tipo de de situação
- 3:47cotidiana que o Enem pode cobrar junto
- 3:49com física de verdade, tá bom? com
- 3:51teoria sólida de verdade. Tudo que tá
- 3:52nesse vídeo aqui é muito, muito sólido.
- 3:54Meu nome é Pedra Sad, eu me considero
- 3:56melhor professor do Brasil, mas eu
- 3:57passei medicina todo ano, eu tirei 1
- 3:59redação, eu tenho vários alunos, mas o
- 4:01mais importante é que eu tô aqui por
- 4:03você, tá? Eu tô aqui por você. Então, se
- 4:05você quiser, se inscreve no canal, curte
- 4:07o vídeo, deixa um comentário, já vai
- 4:08comentando sempre onde você tá no vídeo.
- 4:10Parei em tal ponto, tô voltando a
- 4:11assistir, gostei dessa parte e
- 4:13aproveita, cara, se diverte, vamos para
- 4:15cima, tá bom? Parte do vídeo é gravada
- 4:16em pé num quadro, tá bom? para ficar
- 4:17mais dinâmico. Parte do vídeo é gravada,
- 4:19sentada, mas todo esse vídeo, nada dele
- 4:20é reaproveitado, tá bom? Esse vídeo é
- 4:21todo feito para você. Esse vídeo foi
- 4:22feito com essa intenção. Não peguei
- 4:24aulas antigas minhas, compilei, nada
- 4:25disso. Esse vídeo aqui, ele foi feito
- 4:27para você assistir toda a física do
- 4:29Enem. Vamos nessa, vamos cair para
- 4:30dentro. Foi um desafio bizarro, mas a
- 4:32gente conseguiu. E agora tá na hora de
- 4:33você aproveitar isso. Vamos lá. Opa,
- 4:36estamos aqui. Vamos pegar agora
- 4:37ondulatória. Galera, escuta bem, presta
- 4:39bastante atenção. Ondulatório é o
- 4:40conteúdo mais bizarro, mais importante
- 4:41de todos. Você tem que dominar
- 4:42ondulatória. É obrigatório. Eu comecei a
- 4:44estudar agora, eu não sei absolutamente
- 4:45nada. O que que eu domino? ondulatória e
- 4:47termologia, tá? Primeiro ondulatória. A
- 4:48gente vai, por isso que a gente botou
- 4:49ondulatória primeiro. Pedro, sou médio
- 4:51desempenho, o que que eu domino? Tudo,
- 4:52porque a gente vai explicar tudo nesse
- 4:53vídeo, mas ondulatória você não pode
- 4:55errar, porque ondulatória vai te dar
- 4:56base intelectual também para compreender
- 4:57muita coisa de termologia quando a gente
- 4:58fala de irradiação, de propagação com
- 5:00infravermelho, que vai te dar muita base
- 5:01para acertar questões relacionadas a
- 5:03cores, questões relacionadas à visão,
- 5:04questões relacionadas a sinal de Wi-Fi,
- 5:06notebook, AirPods, avião, interferência,
- 5:09ondulatório. Uma área muito abrangente,
- 5:10tá bom? e se concentre, porque vai cair,
- 5:14tem uma chance altíssima de mais de 90%
- 5:16de chance de cair três ou quatro
- 5:18questões de ondulatórias esse ano. E de
- 5:19todas elas a gente ter gabaritado aqui
- 5:21nesse vídeo, de todas elas. Então é é um
- 5:22fato, é uma certeza matemática que eu te
- 5:23dou, porque se tu permanecer aqui
- 5:25assistindo aula concentrado, você não
- 5:27vai apenas entender, você não vai ficar
- 5:28ansioso com um monte de conteúdo no teu
- 5:30caderno, não. O negócio vai entrar com
- 5:31muita profundidade intelectual e vai se
- 5:33converter em acerto rápido na prova, sem
- 5:35pressão e sem estresse. Tá bom? O que
- 5:36que você tava dizendo sobre o
- 5:37ondulatório, sobre o erro comum que a
- 5:38gente vê, você tá falando, foi muito
- 5:39interessante que você disse, tem um erro
- 5:40bizarro comum que a gente vê em várias
- 5:41aulas do YouTube, que é aquelas aulas
- 5:43pesada.
- 5:43>> Aula de ondulatória muito técnica,
- 5:45pensando no que é currículo de ensino
- 5:47médio e sem foco no que de fato o Enem
- 5:49traz como prioridade. O Enem traz como
- 5:51prioridade o quê? Dia a dia.
- 5:52>> E digo ainda que a nossa vai ser ainda
- 5:53mais técnica do que deles, mas é a
- 5:54técnica do refinamento profundo do
- 5:57entendimento de por que essa onda
- 5:59penetra, porque essa onda faz
- 6:00ressonância, por que essa refração
- 6:01acontece. Eu acho que é essa é um
- 6:03entendimento técnico profundo aplicado
- 6:05ao dia a dia, não é? entendimento de
- 6:06saber todas as equações, as essas
- 6:08paradas praticamente nunca aparecem, tá
- 6:09bom? Tem muita coisa, inclusive que
- 6:10nunca aparecem e não tem nem como. É uma
- 6:13é uma parada absurda, nunca vai
- 6:14aparecer. É muito raro de É muita, é
- 6:16muita coisa absurda que o pessoal
- 6:17coloca.
- 6:18>> Eh, você tava falando sobre alunos de
- 6:19médio desempenho e dentre os quatro
- 6:20temas, eh, os grupos, né, temáticos da
- 6:23física, esse é o que eu diria, o que a
- 6:25curva de aprendizado para essa para esse
- 6:26momento do ano, reta final de rápida,
- 6:29né,
- 6:29>> é converter em acerto,
- 6:30>> tá? A pior curva de aprendizado de
- 6:31todas, eu diria que tá entre mecânica e
- 6:33eletrodinâmica dos quatro grandes temas.
- 6:35Com
- 6:35>> certeza? Termologia mecânica e
- 6:36eletrodinâmica. Qual dos dois será que é
- 6:37pior? Eu acho a eletrodinâmica pior.
- 6:39>> Em aprendizagem.
- 6:40>> Dificuldade de converter em acerto pro
- 6:41cara que é médio desempenho.
- 6:43Eletrodinâmica é disparado.
- 6:44>> É muito pior, é muito mais difícil. Você
- 6:45precisa de mais tempo para dominar.
- 6:46>> Até porque mecânica tem tem muita
- 6:47presença na sala de aula do Brasil.
- 6:48Tudo. É, a eletrodinâmica já envolve
- 6:50abstrações de imaginar uma corrente
- 6:51elétrica, imaginar uma DDP.
- 6:52>> Muitas escolas não vêm com qualidade
- 6:54eletrodin
- 6:54>> Ah, sim. Claro. Nesse vídeo a gente vai
- 6:56mostrar de um jeito que você convê tem
- 6:57acerto, tá? Mas é só para você entender
- 6:58porque a ordem pedagógica do vídeo é
- 7:00essa. É ondulatória, depois termologia,
- 7:02depois mecânica e por último
- 7:03eletrodinâmica, tá? da do mais curva de
- 7:05aprendizado
- 7:06>> de converter em acerto ao completo.
- 7:07>> Exatamente. Ondulatório e termologia são
- 7:09muito fáceis de você aprender e dominar,
- 7:11mas o problema é que por serem muito
- 7:12fáceis também é fácil do professor te
- 7:13confundir, do professor definir tudo.
- 7:16>> A aula a aula não ter o foco adequado.
- 7:18>> Exatamente. E aí mecânica, dificilmente
- 7:21o problema da mecânica vai ser um
- 7:22problema teórico. Não, o problema da
- 7:24mecânica é um problema braçal, é o
- 7:26problema braçal, é o costume de lidar
- 7:28com de equacionar as coisas do jeito
- 7:29certo. E o problema da eletrodinâmica é
- 7:31o mais complexo, porque a eletrodinâmica
- 7:32ela junta uma teoria que é difícil de
- 7:33você entender com uma aplicação que
- 7:35varia de circuito. Esse é o problema.
- 7:36Cada circuito é um. Pô,
- 7:37>> é o o leque do que o Enem pode cobrar
- 7:39sobre eletrodinâmica é muito maior do
- 7:41que de qualquer outra área. Botou um
- 7:42fiozinho aqui no circuito.
- 7:43>> É, a análise dele já fica totalmente
- 7:45diferente do que o professor pode ter
- 7:46abordado.
- 7:47>> Exato. Totalmente diferente. Vamos então
- 7:48começar agora com ondulatório. Olha só,
- 7:49esses são os tópicos que a gente vai
- 7:50trabalhar, tá bom? Então isso aqui é
- 7:51tudo que você precisa saber, tudo. Óbvio
- 7:53que tem coisa aqui que tá tá
- 7:54sintetizada, né? Então, pô, tem
- 7:55definição, vai. Mas é bom colocar aqui
- 7:57no caderno esse roteirinho e depois
- 7:58dando cheque conforme a gente for
- 7:59abordando.
- 7:59>> É isso, tá? Então tem aqui a definição V
- 8:01igualda F, amplitude acústica, e timbre,
- 8:04altura e intensidade, espectro
- 8:05eletromagnético, ã relação entre e a
- 8:08propagação e todos os fenômenos
- 8:10ondulatórios. Pedro listou aqui.
- 8:11>> É importantíssimo.
- 8:12>> Acho que a gente vai analisar
- 8:13>> que que você diz que eu listei a polícia
- 8:14sabrin que essa letra é minha porque ela
- 8:15é mais feia.
- 8:16>> É, eu achei bem estranha que eu não
- 8:18queria que eles achassem não. A minha é
- 8:20essa daqui, tá? Olha só. Tá. E aqui tem
- 8:22todos os fenômenos. Isso vai cair na
- 8:23prova, tá bom? Todo ano cai
- 8:24fenômenoatório, não tem como não cair e
- 8:27é muito fácil de confundir. Vamos lá.
- 8:28Primeira coisa de todas, a definição, tá
- 8:29bom? Então, vou te explicar agora o que
- 8:30que é uma onda com vou vou usar duas
- 8:32vertentes, dois objetivos para eu te
- 8:34explicar o que que é uma onda, tá bom?
- 8:35Eu tem, você tem que entender o
- 8:36seguinte, eh, que que faz parte da minha
- 8:38técnica pedagógica. Talvez você esteja
- 8:39me conhecendo agora, mas a minha técnica
- 8:40pedagógica é uma técnica em que eu
- 8:43sempre, sempre, sempre faço um
- 8:44investimento de tempo e um investimento
- 8:46de palavras muito grandes para construir
- 8:47aqui um solo, para construir uma terra,
- 8:50que é o teu imaginário do conteúdo, que
- 8:51é o teu fundamento mental de conseguir
- 8:53imaginar as coisas. Por quê? Em cima
- 8:54desse imaginário tem muito professor que
- 8:56só trabalha com primeiro, tem professor
- 8:57que só trabalha com conceito. Ele só te
- 8:59dá direto o quê? Conceito. E aí em cima
- 9:00do conceito ele te ensina uma fórmula
- 9:02que é uma técnica e com isso ele quer
- 9:03que tu converta as questões em acertos.
- 9:04Mas o problema é que quando você só tem
- 9:06conceito e técnica, isso aqui é muito
- 9:08difícil de manter na cabeça. Tu teria
- 9:09que ter uma habilidade muito grande de
- 9:11de decorar as coisas e não e não
- 9:12funciona. Quando agora isso aqui tá tá
- 9:14tá em cima de um fundamento imaginativo,
- 9:16tá bom? Então, um fundamento
- 9:17imaginativo, você consegue nutrir o
- 9:20conceito e a técnica. Então eu sempre
- 9:21esqueço tudo, mas eu, embora eu esqueça
- 9:23tudo, eu mesmo esquecendo tudo, consigo
- 9:25sempre lembrar de tudo. Então, se tu me
- 9:26perguntar nesse momento toda a matéria
- 9:27de ondulatória, talvez eu não consiga,
- 9:29eh, se tu fizer uma pergunta aleatória
- 9:30do meio da matéria, talvez eu não tenha
- 9:31resposta de cara, mas eu consigo puxar
- 9:33todo o conteúdo de ondulatório da minha
- 9:34cabeça como se fosse um livro. Eu
- 9:36consigo reconstruir todo o conteúdo.
- 9:37>> Car, olha que interessante, eu falo um
- 9:38pouco sobre isso. Entre o fundamento, o
- 9:41conceito e a técnica existe a questão. E
- 9:43aí, qual é a dificuldade do aluno que
- 9:44não teve isso aqui nas aulas que que
- 9:46recebeu? ele não consegue conectar o
- 9:48conceito e a técnica a questão. Então,
- 9:51para você acertar isso aqui, para você
- 9:52converter em acerto na hora da prova,
- 9:54você precisa
- 9:55>> pegar a questão que tu nunca viu na
- 9:56vida, tu vai ver pela primeira vez,
- 9:58>> aí acessar os fundamentos imaginativos
- 10:00que você conseguiu reter de um bom
- 10:02professor
- 10:03>> e conectar ao conceito técnico,
- 10:04>> conceito técnica com o conceito,
- 10:06>> essa é a dificuldade do aluno pega a
- 10:08prova do Enem. Se eu só te der o
- 10:09conceito aqui de onda, onda é uma
- 10:10propagação de energia sem matéria e só
- 10:12falar isso sem ficar, te dar um exemplo,
- 10:14aparecer,
- 10:15>> é tu tu tem que ter uma frase, mas qual
- 10:17é a chance de tu decorar uma frase
- 10:18exata? É muito difícil, muito difícil,
- 10:20tá? Então a gente precisa sempre ter um
- 10:21um fundamento imaginativo, ele acelera
- 10:23muito a recuperação das informações da
- 10:24nossa cabeça, tá bom? E ele faz com que
- 10:26a gente não seja enganado por diferenças
- 10:27de contexto. Então, às vezes, eh, quando
- 10:29tá um pouco diferente, o jeito que foi
- 10:30cobrado, o cara já se confunde porque
- 10:32ele só viu certos exemplos. Enfim, cara,
- 10:33você vai ter uma aula aqui de altíssimo
- 10:34nível que você não encontra em nenhum
- 10:35lugar. É uma parada realmente muito bem
- 10:37feita, tá? Vamos começar então. Primeira
- 10:39coisa, eu quero que você assimile aqui
- 10:41junto comigo a definição de onda, tá?
- 10:43Olha só o que que é energia. Vamos usar
- 10:45uma definição simples primeiro de
- 10:46energia. Não tô falando de ondas, estou
- 10:47falando de energia. Energia, dito de
- 10:48maneira simplificada, é uma certa
- 10:50grandeza. A energia é uma certa
- 10:52entidade. Ela de fato existe, tá? Que
- 10:54ela pode talvez causar uma perturbação
- 10:57em algum sistema. Eu tô querendo dizer
- 10:58que energia é algo que quando chega num
- 11:01lugar é possível que você observe um
- 11:03tipo de perturbação ali. Eu digo, é
- 11:04possível porque às vezes a energia pode
- 11:05ser tão insignificante que não gera
- 11:06qualquer tipo de perturbação. Vou dar um
- 11:08exemplo aqui, tá bom? Rafa fica aqui
- 11:09parado. O Rafa tá aqui, eu vou agora
- 11:11entregar a energia para ele. Pronto, eu
- 11:14causei uma perturbação do sistema. Podia
- 11:15ser que eu não causasse, tá bom? Podia
- 11:17ser que eu não causasse, mas eu causei
- 11:18então entreguei uma energia. Se agora
- 11:19outra forma de entregar energia, se eu
- 11:20chego aqui perto de tu com um isqueiro
- 11:21aceso, eu vou ver uma perturbação no
- 11:24tecido da tua roupa e na tua pele. Vai
- 11:25agitar tanto as moléculas ali que elas
- 11:27vão se desrompar. Sim, não vai ter
- 11:28>> vai causar algum incômodo, alguma coisa
- 11:30coisa. Não tem como a tua estrutura
- 11:31molecular aguentar. Então vai ter uma
- 11:32perturbação muito intensa. OK.
- 11:34>> Toda perturbação associa movimento.
- 11:35>> Associa movimento, mas não
- 11:36necessariamente movimentos estão
- 11:37visíveis contra ele. Às vezes
- 11:39>> movimento tem sempre sobrenome. Por isso
- 11:41que energia tem sempre sobrenome, porque
- 11:43existem milhares de tipos de movimento.
- 11:45Aí vão existir milhares de tipos de
- 11:46energia.
- 11:46>> Perfeito. Sensacional. E aí o que que é
- 11:48onda, Pedro? Você definiu energia. A
- 11:49energia é uma grandeza, então, que ela
- 11:51pode causar uma perturbação, pode causar
- 11:52um movimento, pode causar uma alteração
- 11:54ali em um sistema. Sim, isso é energia,
- 11:55tá? Você viu que eu entreguei energia
- 11:57pro Rafael, mas eu entreguei energia pro
- 11:59Rafael aqui. Vem cá de novo. Como que eu
- 12:00tô entregou te dar energia? Por meio de
- 12:02uma força. Eu tive uma interação
- 12:03mecânica com ele. Você vai ver isso lá
- 12:05quando a gente chegar em mecânica dentro
- 12:06dinâmica. Eu fiz uma força e eu
- 12:07entreguei energia para ele e foi
- 12:08inclusive suficiente para causar um
- 12:09movimento visível aqui. Eu poderia ter
- 12:11entregue entregado energia para ele com
- 12:13com um isqueiro aqui queimando ele. Eu
- 12:14poderia ter entregado energia para ele
- 12:16de várias formas. Poderia dar um choque
- 12:17nele. O choque é são elétrons torrentes
- 12:19e aí a gente vai ver uma perturbação. O
- 12:20corpo dele todo vai se arrepiar. Agora,
- 12:22note que nesses casos aqui em que a
- 12:24gente tá falando, né, principalmente no
- 12:25caso em que eu empurrei ele, a entrega
- 12:26de energia, ela foi feita por intermédio
- 12:28de um contato físico entre a gente. Eu
- 12:30apliquei uma força nele de fato, né? Eu
- 12:32fui lá e apliquei uma força nele, tá?
- 12:34Que que a gente vai falar agora aqui de
- 12:35onda? Outra forma que eu tenho de
- 12:36entregar energia pro Rafael, que que vai
- 12:37ajudar muito a gente a construir agora a
- 12:39analogia, é a seguinte. Olha só, tem o
- 12:40Rafael ali, eu vou entregar energia para
- 12:42ele, tá? Entreguei energia para ele.
- 12:45Exatamente. Ele poderia ter saído
- 12:46rolando por causa disso. Isso. Ah,
- 12:48Pedro, então pera aí, já lembrei agora.
- 12:49Agora já conectei tudo. Meu professor
- 12:50disse que onda é justamente propagação
- 12:51de energia. Tu tu jogou isso aqui para
- 12:53ele agora, entregou energia. Isso foi
- 12:54uma onda. Errado.
- 12:56>> É
- 12:56>> o que que é a onda que a gente vai
- 12:57entrar agora? A onda ela é uma
- 12:58propagação de energia, assim como essa
- 13:00aqui que eu joguei o estojo para ele com
- 13:01uma única diferença que na verdade faz
- 13:03total diferença. Ela é a propagação de
- 13:05energia sem a propagação de matéria
- 13:08junto, sem a propagação real de matéria
- 13:10junto, tá? Então isso que eu fiz agora
- 13:12aqui, eu joguei energia pro Rafa, mas
- 13:13teve um estojo transportando essa
- 13:15energia. O estojo foi junto. Eu joguei
- 13:17pro Rafa duas coisas. Joguei energia e
- 13:18joguei matéria. Joguei
- 13:20>> a energia veio através da matéria.
- 13:22>> Veio através da matéria e a matéria se
- 13:23deslocou junto. Esse é o ponto. A
- 13:24matéria se deslocou junto com a energia
- 13:26>> para que a energia chegasse, para que a
- 13:27energia me atingisse. Ela
- 13:28>> ex Agora se a gente tá aqui, eu e ele,
- 13:31né, segurando aqui, ó, tem aqui um um
- 13:33>> É, tu não vai pegar o fio da televisão
- 13:34dessa vez, né?
- 13:35>> É, esse esse aqui sai. Olha só aqui,
- 13:37olha só. Eu e ele aqui. Isso aqui vai
- 13:38dar uma boa corda para coisa. Agora eu
- 13:40vou começar a te explicar, né, de uma
- 13:42maneira um pouco já mais própria.
- 13:43Beleza? Primeira coisa, define onda.
- 13:45Para mim é uma propagação de energia sem
- 13:47propagação de matéria. Mas note, esse é
- 13:48o ponto que muita gente confunde, tá? Eu
- 13:50tô só, eu tô só pavimentando aqui a
- 13:51introdução porque o Rafa vai entrar
- 13:52agora com tudo, com a técnica firme
- 13:54chegando, mas eu tô te preparando para
- 13:55você conseguir aprender em alto
- 13:56desempenho, tá? Então, olha só, muita
- 13:58gente começa a pensar assim, Pedro, aí
- 14:00eu tô ficando confuso, você diz que a
- 14:01onda ela é propagação de energia sem
- 14:02propagação de matéria. Então, antes de
- 14:03falar da corda, quando a gente tem, por
- 14:05exemplo, na praia, né, a gente tem lá o
- 14:07oceano, Pedro, eu do nada, né, eu vejo
- 14:10lá que surge aqui uma elevação na água.
- 14:14Isso é uma onda? Sim, isso lá no meio do
- 14:16oceano é uma onda, tá? Mas Pedro, isso
- 14:19isso aqui é uma onda. Então você tá
- 14:20dizendo que isso é, pode mexer se você
- 14:21quiser. Tá dizendo então que isso é uma
- 14:23uma propagação de energia na água sem
- 14:25matéria? Sim,
- 14:26>> parece que a matéria tá vindo junto.
- 14:27>> É, parece. Aí o que que exatamente isso
- 14:28que acontece, né? Vamos lá. Pensa aqui
- 14:29num lago parado. Vamos pegar um exemplo
- 14:31aqui para para começar a construir
- 14:32organizado. Pensa num lago parado. Tem
- 14:34água paradíssima lá. Eu vou lá agora e
- 14:36eu pá dou um tapa nele, pá. Você vai ver
- 14:39que vão surgir ali ondas, vão surgir
- 14:41elevações na água que vão viajando pelo
- 14:43lago, né? inclusive de forma
- 14:44concêntrica, né? Vão surgindo círculos
- 14:46de onda ali. E isso gera uma dúvida, né?
- 14:48Isso gera uma dúvida. Eu quero, primeira
- 14:49coisa, eu não quero que você fique
- 14:50imaginando a onda aqui na beira da
- 14:51praia, tá? Porque aquela onda na beira
- 14:52da praia que ela vem e ela quebra,
- 14:53>> aquilo ali é arrebentação.
- 14:54>> Aquilo ali, não, exatamente, a gente
- 14:55chama de onda é vulgarmente, isso não é
- 14:57o conceito real físico de onda, não. Tá
- 14:59bom? Não, não tô dizendo isso. Quando a
- 15:01gente tá falando daquela onda lá que dá,
- 15:02dá calda nos outros, isso não é a onda
- 15:03da da ondulatória, tá? Que
- 15:04>> é esse momento aqui, ó,
- 15:05>> que ela sai da água. É, exatamente. Eu
- 15:07tô falando lá no meio do mar. Vocês, por
- 15:08exemplo, pra gente, eu tô realmente
- 15:10criando uma constituição aqui bem sólida
- 15:11com vocês. Quando aconteceram já
- 15:13tsunamis, o que que é um tsunami? É uma
- 15:15é o ele vem,
- 15:16>> ele vem de uma perturbação brutal lá no
- 15:17meio do oceano. A gente tem placa
- 15:19tectônica, uma colidindo com a outra,
- 15:20fazendo algum tipo de movimento que,
- 15:22tu libera uma energia mecânica
- 15:24brutal, que é uma placa tectônica, o
- 15:25bagulho é maior que um continente.
- 15:26Muitas vezes elas colidem. E essa
- 15:28energia mecânica, aí tu já começa a
- 15:29perceber, pô, essa energia é uma
- 15:30perturbação. Sim, essa perturbação ela
- 15:32vai simplesmente viajar. E aí que é o
- 15:34ponto, ela vai viajar sem transportar
- 15:36matéria, porque aquilo ali é uma onda,
- 15:37tá? A água que está aqui não vai vir até
- 15:40aqui.
- 15:41>> Esse é o ponto.
- 15:41>> Essa água daqui vai perturbar essa que
- 15:43vai perturbar essa que vai a energia que
- 15:45vai passando. Mas a matéria não. Mas
- 15:47então a pergunta vai continuar. Você vai
- 15:48falar: "Mas não faz sentido. Por quê?
- 15:49Porque cara, se tu tiver no meio do
- 15:51oceano e for acontecer um tsunami, um
- 15:53maremoto no caso, porque enquanto tá no
- 15:54oceano é um maremoto, você não vai
- 15:55acontecer nada com tipo. Você vai tá lá,
- 15:56você só vai subir e descer. E
- 15:58>> parece que você vai ser carregado pela
- 15:59>> É, mas não vai, não vai. Mas Pedro, o
- 16:01tsunami destrói tudo só quando ele sai
- 16:03da água, que aí aquela aquela quando ele
- 16:04chega ali de fato, aquela energia faz
- 16:06com que pule a matéria para fora. Agora,
- 16:08só para responder uma única pergunta
- 16:10aqui, uma única pergunta, mas Pedro,
- 16:11então pera aí, não consigo conectar
- 16:13sustentante. O que que tá acontecendo
- 16:14aqui? Então, numa água, eu tô no meio do
- 16:15oceano, tá? E você tá dizendo que tem
- 16:17uma onda passando, só que eu tô vendo
- 16:19que quando a onda passa, a água dá uma
- 16:21levantada.
- 16:22Observe, a energia, ela passa por uma
- 16:25matéria e a matéria ela até reage essa
- 16:27energia. Quando quando a energia passa
- 16:28pela matéria, a água ela levanta e
- 16:30quando a energia vai ela desce. Mas não
- 16:32teve propagação líquida, não teve
- 16:34propagação real. A água não foi em
- 16:35nenhum lugar, ela subiu e ela voltou pro
- 16:37mesmo lugar quando a energia passou.
- 16:38>> A gente pode dizer que a matéria vibrou.
- 16:39>> A matéria. Perfeito. A matéria vibrou.
- 16:41Mesma coisa agora com a gente aqui, tá?
- 16:43>> Vibra.
- 16:43>> Então eu vou fazer agora aqui uma
- 16:44propagação de energia. Eu vou criar uma
- 16:46onda aqui. Vou propagar energia pro Rafa
- 16:48sem transporte de matéria. Isso que é
- 16:49onda. É uma propagação de energia sem
- 16:51transporte de matéria. Tá? Então aqui,
- 16:52ó,
- 16:53>> a energia tá chegando na minha mão.
- 16:54>> Tá chegando. Tá sentindo a energia
- 16:54chegando na tua mão.
- 16:55>> Minha mão tá tendendo a balançar.
- 16:57sentindo ela perturbar tua mão, né?
- 16:58>> Só que essa ponta aqui da corda não tá
- 17:00vindo até a minha mão.
- 17:01>> Não tá vindo. Na verdade,
- 17:02>> a corda não tá saindo
- 17:03>> n gato dessa corda está de fato se
- 17:04movendo de verdade porque a vibrando.
- 17:07>> Ela tá só vibrando. Ela vai para cima,
- 17:08sim, mas ela vai para cima e calma aí.
- 17:10Vamos tensionar ela mais aqui, ó.
- 17:11>> Ela vai para cima e ela volta. Agora é,
- 17:13deixa assim, olha só. E tá formando.
- 17:14Olha como é que tá formando direitinho
- 17:15ali, né, a onda. Calma aí aqui, ó. Deixa
- 17:17eu fazer mais em mais bidimensional,
- 17:20>> ó.
- 17:20>> É isso, né? Eu tô mantendo aqui.
- 17:22>> Se eles pausarem, eles vão ver uma
- 17:23imagem da onda naquele momento, no exato
- 17:26instante.
- 17:27>> Isso é isso. Não tem propagação de
- 17:28matéria aqui, galera. Mas agora, por
- 17:29onde passa o pulso de energia, a corda
- 17:31ela sobe, mas depois ela volta pro mesmo
- 17:34lugar. Depois ela desce.
- 17:35>> Olha que interessante. Olha que
- 17:36interessante. Se a gente fizer isso aqui
- 17:37muito rápido, muito forte, a gente vai
- 17:39ouvir um barulho associado a essa
- 17:41movimentação. A galera que pula a corda
- 17:43fica ouvindo o barulho da corda. Por
- 17:44quê? Porque a passagem da corda pelo ar
- 17:47perturba o ar, faz uma vibração no ar e
- 17:49a energia que a corda entregou pro ar
- 17:52naquele momento vai chegar até o tímpano
- 17:54e vai fazer o vi o tímpano
- 17:55>> brutal. Isso aqui é justamente, cara,
- 17:56essa percepção que ele tá passando é a
- 17:58percepção eh mais preciosa que tem, tá
- 18:00bom? Então isso aqui ainda é a
- 18:01construção do fundamento. Eu vou passar
- 18:02a bola para ele, vocês vão ver tudo isso
- 18:04aqui que manda
- 18:05>> aqui. Olha aqui, a perturbação aconteceu
- 18:07lá no oceano.
- 18:07>> Sim.
- 18:08>> Aí a massa de água está vibrando com a
- 18:11passagem dessa energia. Perfeito.
- 18:13>> Só que quando essa energia chega aqui na
- 18:17beira da praia, né, na praia, aqui é a
- 18:19areia em vermelho, essa energia se
- 18:21acumula e causa eh um fenômeno chamado
- 18:24turbulência. Essa turbulência desloca a
- 18:28massa. Ou seja, o que deslocou a massa
- 18:30não foi de fato a onda, foi o acúmulo
- 18:33dessa energia que gerou um fenômeno de
- 18:35movimento. É um movimento, tá? Ele foi
- 18:37descrito inclusive recentemente eh o
- 18:39movimento de turbulência, que é um
- 18:40movimento muito complexo.
- 18:41>> Sim, mas aqui já não é uma onda clássica
- 18:43da ondulatória, nem era que não veio é
- 18:44turbulência. Se a gente tivesse dar um
- 18:46nome, o nome daqui é turbulência, que aí
- 18:48vai gerar o quebra-amar, a arrebentação
- 18:50e tudo mais. Agora, se a gente tem um
- 18:51barquinho aqui, esse barquinho tá o
- 18:52tempo todo subindo e descendo. Ah, não,
- 18:54Rafael, o barquinho pode ir pra frente e
- 18:55para trás, causado por efeito de
- 18:56correntes marítmicas. Ou seja, tem
- 18:58correntes marítmicas aqui que pode ser
- 19:00causada pelo vento ou qualquer outro
- 19:01fenômeno que vai é que vai fazer um
- 19:04movimento aqui longitudinal nesse
- 19:05barquinho. Mas se a gente
- 19:06desconsiderasse tudo isso, o barquinho
- 19:07ficaria subindo e descendo. Ou seja, nos
- 19:09momentos em que ele sobe, ele tem
- 19:10acúmulo de energia. A energia está
- 19:12vibrando aquele barquinho.
- 19:15>> Quando a energia passou, aquele pulso
- 19:17energético passou, o barquinho vai
- 19:19perder esse acúmulo de energia, vai
- 19:20voltar sua posição inicial. Muito
- 19:22interessante que você falou do pulso. Eu
- 19:24queria, né? Vamos, vou vou colocar aqui
- 19:25mais um pilar, então, tá? a gente já
- 19:27entende que uma onda é uma propagação de
- 19:29energia sem propagação de matéria.
- 19:30Agora, qual é o fundamento de uma onda?
- 19:31Por que que uma onda acontece? Eu
- 19:33costumo dizer, uma onda ela acontece em
- 19:34virtude de uma perturbação, em virtude
- 19:37de algum tipo de pulso, em virtude de
- 19:39algum tipo de fenômeno. E a gente vai
- 19:40entender que existem dois tipos de onda,
- 19:41tá bom? Onda mecânica e eletromagnética.
- 19:43E inclusive eu já vou falar isso, tá
- 19:44bom? Existem aqui dois tipos de onda,
- 19:45até pra gente já ir andando forte aqui
- 19:47com a matéria, tá bom? Existe uma coisa
- 19:49chamado onda mecânica e existe onda
- 19:52eletromagnética. E eu vou te explicar
- 19:54agora a diferença aqui na natureza
- 19:55dessas duas pra gente poder me empresta
- 19:57aqui a caneta rapidinho. Segura aqui
- 19:58para mim, por favor. Existe onda
- 19:59mecânica e existe onda eletromagnética.
- 20:02A onda mecânica,
- 20:05ela magnética.
- 20:09A onda mecânica, ela é um tipo de onda
- 20:11que ao invés de eu começar dando a
- 20:13definição técnica dela, eu quero te dar
- 20:14um exemplo de onda mecânica. Vai ser
- 20:16mais fácil nesse caso. A definição
- 20:17técnica primeiro não vai ser boa, tá
- 20:18bom? Essa onda da corda agora, ela era
- 20:19uma onda mecânica. A onda na água, ela
- 20:22era uma onda mecânica. E o terceiro tipo
- 20:23de onda mecânica mais importante, tá
- 20:24bom? Então, primeiro eu falei a onda na
- 20:25corda, tá bom? Então, vamos ver isso
- 20:26aqui, ó. Essa onda aqui é mecânica,
- 20:28mesmo que eu não tenha te dito ainda
- 20:29formalmente o que que é uma onda
- 20:29mecânica, essa onda é mecânica, tá? A
- 20:31outra onda na água, tem ali uma água.
- 20:33Então, vamos lá, vamos, vamos construir
- 20:34um outro exemplo pra gente usar a aula
- 20:35inteira que vai ser o seguinte, tá bom?
- 20:37Ã, solta a corda um instante. A aula
- 20:39inteira eu quero poder me referir a esse
- 20:40exemplo, então preciso que você guarde
- 20:41ele, tá bom? Eu e Rafa estamos distantes
- 20:43um um do outro, estamos distantes e a
- 20:45gente é mudo, tá? A gente não pode falar
- 20:48e a gente não tem nenhuma forma de
- 20:49comunicação, mas entre nós tem um lago.
- 20:51Entre nós tem um lago, tá? Esse exemplo
- 20:53vai fazer você ganhar um entendimento
- 20:54aqui muito muito sólido, tá bom? Eu
- 20:56cliquei aqui num botão sem querer.
- 20:58Pronto, vou vou voltar para cá.
- 20:59>> Vai abrir. Então, olha só, tem um lago
- 21:01aqui entre eu e ele. Tem um lago. Agora,
- 21:04ã, vamos começar a entender uma coisa.
- 21:05Se eu quisesse me comunicar com o Rafael
- 21:07e o que eu vou explicar agora, tá
- 21:08aparecendo aqui, o que eu vou explicar
- 21:09agora para você, vai começar a te
- 21:10mostrar já um caráter das ondas. As
- 21:11ondas elas têm um caráter em que elas
- 21:12podem ser usadas para transportar
- 21:14informação. A onda ela transporta uma
- 21:16energia, só que a energia ela pode ser é
- 21:17pode ser interpretada como informação,
- 21:18>> pode ser interpretada como informação,
- 21:20tá? E aí imagina que eu quero me
- 21:21comunicar com o Rafael e a gente não tem
- 21:23como falar, mas existe uma coisa, a
- 21:24gente tem um um certo livro, a gente tem
- 21:26ali um certo catálogo, essa é a última
- 21:28coisa que eu vou construir no imaginário
- 21:29pra gente poder entrar mais firme com os
- 21:31conceitos técnicos. Mas isso aqui é
- 21:32muito fundamental. Eu quero me comunicar
- 21:34contigo e a gente não tem nenhum meio de
- 21:35fazer isso, mas a gente tem um livro, a
- 21:36gente tem um manual que diz o seguinte:
- 21:37"Tá bom? Uma vibração significa letra A.
- 21:41Duas vibrações significam letra B. Três
- 21:43significam letra C. Então, olha o que
- 21:44que eu vou fazer. Eu vou causar uma
- 21:45perturbação na água. Eu vou dar um tapa
- 21:46na água e quando eu der essa porrada na
- 21:48água, eu apliquei uma energia na água
- 21:49ali, você vai perceber que vai surgir
- 21:51uma onda e vai chegar até ele. Até ele.
- 21:53É
- 21:53>> só só uma crista.
- 21:54>> Exatamente. Então eu bato uma vez ali,
- 21:56>> chega ali uma crista, né? Um acúmulo de
- 21:58energia na água que não é água para ele.
- 22:00>> Passando que veio passando pela água e
- 22:03chegou em mim aquela energia.
- 22:04>> Exatamente. Não é pelo amor de Deus, né?
- 22:06Não é água. Água que tava aqui não veio
- 22:07até aqui.
- 22:08>> Não foi para lá. O que foi foi a energia
- 22:10usando a água como meio. Então você tá
- 22:11vendo que eu tô pavimentando todas. O
- 22:13meio entre nós, qual é o meio entre a
- 22:15gente? É água.
- 22:16>> Se você der o tapa no ar, não vai ter o
- 22:18mesmo efeito.
- 22:19>> Exatamente. Mas pod, se poderia ser que
- 22:21tivesse, né? Se você não o mesmo efeito,
- 22:22mas você poderia, se tu tivesse uma
- 22:24super sensibilidade, né? Quando eu faço
- 22:25isso aqui, tu poderia sentir agora
- 22:26>> porque tu perturbou o ar, pois o ar é
- 22:27raro efeito. A água é melhor que ela é
- 22:29mais densa.
- 22:30>> É mais densa. Nossa, isso já é uma noção
- 22:31muito importante, né? E aí agora eu
- 22:32consigo me comunicar com Rafa, porque eu
- 22:33dou dois tapas ali. Ele vai ver o quê?
- 22:35duas cristas, uma atrás da outra, ele
- 22:37vai falar: "Ah, isso significa B". Eu
- 22:38dou três tapas ali, ele vai falar: "Isso
- 22:39significa C."
- 22:41>> Ah, não é, Pedro, mas isso aí é muito
- 22:42bizarro. Vamos lá. Todo tipo de
- 22:43comunicação funciona basicamente assim.
- 22:45Com a corda, por exemplo, a gente
- 22:46poderia o quê? Se eu tenho a corda aqui
- 22:48agora, eu tô com ele aqui e eu falo: "Um
- 22:49pulso significa A, agora eu falo dois
- 22:51puls significa B, três puls significa
- 22:54C." Aí fala: "Tá bom, Pedro, mas ninguém
- 22:56fala assim:
- 22:56>> "Estamos desenvolvendo o meio de se
- 22:58comunicar".
- 22:58>> Toda a tua audição funciona assim.
- 23:01>> Vem aqui agora. O Rafa tá aqui. Como que
- 23:02eu tô falando com o Rafa? Ah, Pedro, eu
- 23:04tô falando. Minha voz tá assim. Você
- 23:05acha que a minha voz ela tá de fato
- 23:06saindo da minha boca? Não tá. A única
- 23:08coisa que eu tô fazendo é o seguinte,
- 23:09entre nós tem um meio, não é mais a
- 23:10água, tá? Entre, cara, eu vou fazer um
- 23:11negócio agora que vai ficar sensacional,
- 23:12Rafa, olha só. Entre eu e ele tem um
- 23:14meio. Vamos dizer que esse meio aqui é o
- 23:18ar. Olha só, tem um jeito de fazer isso
- 23:20aqui mais rápido. Você vai ver, ó, esse
- 23:21meio aqui entre ele é o ar, porque tem
- 23:22área entre a gente. Você balança a tua
- 23:24mão que tu vai sentir que tem alguma
- 23:25coisa. Você tá imerso numa piscina de
- 23:26ar. Eu e ele estamos imersos nessa
- 23:28piscina de ar. Estamos desenhando aqui
- 23:29como se fosse as moléculas do ar. Tá
- 23:30bom? Olha só. Agora eu venho aqui, você
- 23:33vai ver como isso aqui vai ficar.
- 23:34Bacana. Ó, pronto. Não, mas olha só,
- 23:36para para deixar o exemplo bem
- 23:38caprichado, agora eu vou duplicar esses
- 23:39aqui,
- 23:41tá?
- 23:43Clone, então você tá vendo aqui essas
- 23:45essas coisinhas,
- 23:46>> essas representações de molécula.
- 23:47>> Exatamente. Então tá entre e ele. Isso
- 23:49aqui o que eu tô fazendo é a mesma coisa
- 23:51que eu fazia no exemplo da água. A mesma
- 23:52coisa. Eu perturbava a água, eu batia
- 23:53para eu poder transportar energia para
- 23:54ele,
- 23:55>> que eu interpreto como informação.
- 23:56>> Ele interpreta como informação. Eu vou
- 23:57fazer isso agora, só que invés de eu
- 23:58bater na água com a minha mão, eu vou
- 23:59bater no ar. Tem um ar aqui dentro da
- 24:01minha boca e eu vou usar o quê? As
- 24:02minhas cordas vocais. Da mesma forma que
- 24:04alguém usa um violão. O violão é assim,
- 24:05a pessoa tem tem arolão, em volta do
- 24:07violão, tem ar dentro do violão, ela
- 24:08perturba aquela corda e quando essa
- 24:10corda é perturbada, ela propaga energia.
- 24:11Eu vou chegar em como que isso vira som.
- 24:13Mas o fato é esse. Eu tô aqui com o
- 24:14Rafael falar assim, ó. Ah, quando eu
- 24:15falei a, eu fiz as minhas cordas vocais
- 24:17vibrarem. Elas vibrando, elas impuseram
- 24:19uma perturbação mecânica no ar. E essa
- 24:21perturbação, da mesma forma que se
- 24:22propaga na água, ela se propaga também
- 24:23no ar. Só que ela se propaga de um jeito
- 24:25específico. Por exemplo, eu vou te
- 24:26mostrar, eu vou te mostrar agora uma
- 24:27coisa, ó. Imagina que eu fiz na água lá
- 24:28essa perturbação aqui, ó. Tá, tá, tá.
- 24:31Agora imagina que eu fiz essa aqui, ó.
- 24:32Tá, tá, tá, tá, tá. Eu vou fazer agora o
- 24:34análogo disso, ó. Lembra da primeira,
- 24:35tá? Tá, tá, tá. Eu vou E aí a segunda
- 24:37era essa. Tá, tá, tá, tá, tá. Eu vou
- 24:39fazer agora o análogo disso com a minha
- 24:40voz, tá bom? Ah,
- 24:44não tá pegando ali o som. Eu tô fazendo
- 24:45um som bem agudo, ele não aparece ali.
- 24:46Olha só.
- 24:47>> É,
- 24:48>> não pega. Ah,
- 24:49>> o controle de ruído ele vai,
- 24:51>> é, exatamente, o controle de ruído tá
- 24:52suprimindo essa frequência mais alta. Tá
- 24:53bom. Ah, deixa eu desligar aqui o
- 24:54controle de ruído rapidinho. Olha só, eu
- 24:56vou fazer agora um som que ele vai
- 24:57representar pouca vibração na minha
- 24:58garganta, tá bom? Ah, agora um que vai
- 25:00ser muita vibração.
- 25:02Ah, não pega o som apaga, né? Quando a
- 25:05gente faz um som mais agudo.
- 25:08Mas o pessoal já entendeu que é um som
- 25:09fino, tipo uma voz de mulher. E aí agora
- 25:11a gente já tá te ensinando uma noção
- 25:12aqui bem avançada, uma noção avançada de
- 25:14que os sons mais agudos eles são sons de
- 25:17tem que imaginar eles com uma frequência
- 25:18mais alta. Se você pensar num
- 25:19instrumento agora, tipo o baixo, o baixo
- 25:21ele ele faz aqui, ó, dá um
- 25:23>> e o a corda do baixo tu vê ela vibrando.
- 25:24O cara toca baixo, tu vê a corda
- 25:26vibrando porque tem uma frequência baixa
- 25:27de vibração. O Rafa é que vai passar
- 25:29lapada nesses conceitos, mas eu tô te
- 25:30acostumando com eles. Tem uma frequência
- 25:31baixa de vibração no baixo. O violino
- 25:33ele tem um som muito fino. Imagina tu,
- 25:35imagina,
- 25:36>> né? Muito agudo.
- 25:38>> Quando tu vê o a corda do violino que tá
- 25:39vibrando, mas tu não consegue ver tem
- 25:42uma vibraçãozinha. E agora fechando esse
- 25:44exemplo aqui entre nós, é o seguinte, eu
- 25:45perturbo aqui o ambiente, o ar com as
- 25:47minhas cordas vocais. Então eu começo
- 25:48gerando uma perturbação mecânica. Essa
- 25:50perturbação ela vai gerar, ela vai se
- 25:51propagar aqui pelo ar, que é um meio
- 25:53material. O ar é material, embora ele
- 25:54seja gasoso, é claro que ele é material.
- 25:56Essa perturbação chega no ouvido dele e
- 25:57ele tem lá dentro um tímpano. E esse
- 25:59tímpano dele, ele vai se sintonizar com
- 26:01essa perturbação que eu mandei e vai
- 26:02vibrar do mesmo jeito. O tímpano dele
- 26:04vai reproduzir a vibração do ar lá
- 26:05dentro. Inclusive, esse tímpano tá
- 26:06mergulhado num líquido, tá? Porque esse
- 26:08líquido justamente vai reproduzir a
- 26:09vibração dentro do ouvido dele. Essa
- 26:11vibração mecânica vai entrar no nervo
- 26:13auditivo dele. E o nervo auditivo dele
- 26:14faz uma coisa chamada mecanotransdução.
- 26:17Então, o que que é transdução? A palavra
- 26:18transdução ela significa alteração da
- 26:19natureza de um de um certo sinal. Então,
- 26:21ele recebeu um sinal de natureza
- 26:22mecânica, mas ele tá sendo apto, lembra
- 26:24que para ele entender minha mensagem lá
- 26:25na água, ele precisava olhar o manual.
- 26:27Ele olhava pro manual e tinha lá no
- 26:28manual assim uma vibração, quer dizer a,
- 26:29duas, quer dizer B. O cérebro dele já
- 26:30tem esse manual dentro das estruturas
- 26:31cerebrais. E aí o nervo auditivo dele
- 26:33converte aquela vibração mecânica que
- 26:34que é a mesma que eu botei aqui,
- 26:36converte isso num áudio que ele escuta
- 26:38só dentro da cabeça dele. Então assim, a
- 26:39minha voz ela de fato ela não existe
- 26:40enquanto áudio aqui não. Ela não tá aqui
- 26:42no ambiente enquanto áudio. Eu só tô
- 26:43fazendo, isso é muito louco. Eu só tô
- 26:44fazendo perturbações mecânicas e quem
- 26:46produz o áudio é ele. Tanto que se ele
- 26:47tivesse uma lesão, ele poderia ter o
- 26:49tímpano que funciona, que perde a
- 26:50vibração, mas ele tem uma lesão lá
- 26:51dentro, dentro do do córtex auditivo
- 26:53dele. E aí ele não ele não escuta nada.
- 26:54A vibração, ela não existe também a
- 26:56surdez timpânica, né? E a a surdez
- 26:58cerebral.
- 26:58>> Isso acontece com a visão também. É
- 27:00possível que todo o teu aparato ocular
- 27:02esteja perfeito, mas tu tem um dano,
- 27:04cara, o Mário pode falar sobre isso. Tem
- 27:05um dano numa área específica do cérebro
- 27:07que você não enxerga nada, que é aqui
- 27:09atrás a parteão.
- 27:10>> É porque é a interpretação dessa energia
- 27:12que chegou.
- 27:12>> Perfeito. Então, que que elementos vou
- 27:14passar agora pra tua bola, mas que
- 27:15elementos a gente e tu tu tá gostando,
- 27:17né? Deve est uma parada bem construída
- 27:18para tu agora entrar latando tudo que
- 27:20elementos então a gente tirou daqui, né?
- 27:21Eu gerei uma perturbação, eu causei uma
- 27:23onda mecânica. Essa onda mecânica já deu
- 27:24para tu perceber que ela tem uma coisa
- 27:25chamada frequência, parece estar
- 27:26relacionado ao quão rápido ela vibra, o
- 27:28quanto ela vibra. Ela chegou até o
- 27:29Rafael entre nós tem aqui cerca de 1 m
- 27:31de distância. Ela chegou lá, então dá
- 27:33para entender que ela tem uma certa
- 27:34velocidade. E o que que aconteceu? Ele
- 27:35conseguiu transformar aquilo ali em
- 27:37formação. Com isso. Agora, para onde a
- 27:39gente vai? O que que eu quero saber o
- 27:40que que você achou de tudo que eu falei,
- 27:41de tudo que eu construí aqui.
- 27:42>> Perfeito. Eu vou fazer alguns
- 27:43comentários aqui. Vou tentar então para
- 27:44eu ouvir o mestre.
- 27:45>> O primeiro, o primeiro comentário e eu
- 27:46gostei do do da fala sobre cordas
- 27:48vocais, mas tem a gente pode aproveitar
- 27:50isso para falar um pouco sobre pressão
- 27:52do ar, né? Porque quando a gente abre a
- 27:53boca, a gente aumenta o volume da caixa
- 27:55aqui da boca e com isso diminui a
- 27:57pressão do ar aqui dentro. Aí com isso,
- 27:58algumas moléculas acabam entrando e
- 28:00quando a gente vai falar elas acabam
- 28:01saindo. É por isso que o som é uma onda
- 28:04mecânica do tipo longitudinal. Que que é
- 28:06isso, né? A propagação do somo da minha
- 28:09boca pro Pedro. Pedro tá aqui na minha
- 28:11frente.
- 28:11>> Sim.
- 28:12>> A vibração das moléculas do ar acontece
- 28:14paraa frente e para trás, justamente por
- 28:15conta dessas diferenças de pressão da
- 28:17minha caixa acústica, que é a boca. A
- 28:19boca é uma caixa acústica, igual o
- 28:20violão é uma caixa acústica. A boca é
- 28:21uma caixa acústica. Então ela vai abrir,
- 28:23aí as moléculas entram, saem, entra e
- 28:25sai. Só que essas moléculas que entraram
- 28:27e saíram da minha boca, que estão
- 28:28representadas aqui por esses pontos,
- 28:29eles não vão sair daqui e vão até o teu
- 28:31ouvido. Essas moléculas não se
- 28:33transportam como você ficou.
- 28:33>> Pera aí. Como quando tu puxa o ar, ele
- 28:35entra na tua boca, tu puxa não, tu
- 28:36abaixa a pressão do ar, ele entra e
- 28:37depois ele sai. É como se ele saísse
- 28:39assim, ó.
- 28:39>> Isso é altofalante. É um altofalante. Aí
- 28:42tá vibrando, tá ligado no
- 28:43>> as moléculas agora vão fazendo isso.
- 28:44>> Tá ligado no cone do altofalante que
- 28:46qualquer equipamento de som. Então
- 28:48aquilo ali tá fazendo exatamente o que
- 28:49acontece na nossa boca. Aquele vai e vem
- 28:51perturba as moléculas para frente e para
- 28:53trás. Essas moléculas perturbadas
- 28:55perturbam as próximas que perturbam as
- 28:57próximas e o o a energia chega ao seu
- 28:59destino.
- 28:59>> As moléculas não estão indo em lugar
- 29:00nenhum. Elas estão só vibrando.
- 29:03E
- 29:03>> e aí olha aqui erado. Isso é uma
- 29:05característica de onda mecânica que
- 29:06depende dessas moléculas para se
- 29:08propagar. E aí você deu os três exemplos
- 29:10corretamente. O som é uma onda que
- 29:11precisa desse meio material para se
- 29:13propagar.
- 29:13>> Precisa, né?
- 29:14>> E a onda no mar também é esse exemplo,
- 29:16precisa das moléculas ali do mar para se
- 29:17propagar. E a onda na corda também, a
- 29:20energia se propagou, a corda mesmo não
- 29:21foi, ela só vibrou e a energia fluiu.
- 29:24Agora existe
- 29:24>> no espaço não, não tem como você ouvir
- 29:26nada, porque no espaço não tem molécula
- 29:27de ar
- 29:28>> que vai conseguir fazer essa propagação
- 29:29da perturbação,
- 29:30>> tu vai vibrar tudo,
- 29:31>> cara. Quer ver, quer ver uma uma
- 29:32analogia que a gente pode fazer na
- 29:34termologia, mas que a gente não vai
- 29:35considerar ondulatória, mas que é e já é
- 29:37uma pulga atrás da orelha da galera. Se
- 29:38eu pego uma barra de ferro e coloco
- 29:39assim na ponta do fogo,
- 29:40>> tempos depois a minha mão vai ficar
- 29:42aquecida.
- 29:42>> Sim.
- 29:43>> Essa energia que passou ali do fogo até
- 29:44a minha mão, ela veio por condução
- 29:46térmica.
- 29:47>> Se ligou?
- 29:47>> Sim. Então, é a propagação de energia
- 29:49que depende da existência dessas
- 29:51moléculas ali. E a gente poderia
- 29:52associar isso a uma energia, a uma onda
- 29:54mecânica. Não vamos tratar sobre isso,
- 29:56mas é legal que eles em termologia,
- 29:58>> é em termologia, sim. Só que a gente
- 29:59também se sente aquecido diretamente
- 30:01pelo fogo.
- 30:02>> Só que a energia que veio do fogo, que é
- 30:04uma onda que a gente vai falar daqui a
- 30:05pouco que é eletromagnética, ela veio
- 30:07sem ser pela barra, através do ar, mas
- 30:10sem depender do ar, que a gente vai
- 30:11chamar lá na termologia de radiação
- 30:12térmica. Aí, olha a palavra radiação. Aí
- 30:15é legal que eles guardem essa palavra
- 30:17radiação, que ela tem uma origem, né, um
- 30:20radical, que é o radiar. Radiar é
- 30:22emitir, é emanar. Aí agora a gente
- 30:24comenta sobre os três elementos básicos
- 30:25da propagação de uma onda, que são o
- 30:27emissor, o meio de propagação e o
- 30:30receptor. Pronto.
- 30:30>> Aí a onda mecânica precisa de um meio
- 30:33material para se propagar. Perfeito.
- 30:35>> Já a onda eletromagnética não precisa
- 30:37dessa, desse meio material para se
- 30:38propagar como meio de propagação. Ela se
- 30:40propaga pela simples existência de uma
- 30:42vibração. Aí tu vai lembrar agora da
- 30:44onda da aula de de magnetismo, né? Uma
- 30:48carga em aceleração, uma carga vibrando,
- 30:51emana, radia uma onda eletromagnética
- 30:55que se propaga sem depender de meio
- 30:56material.
- 30:57uns exemplos só para ficar mais claro
- 30:59para vocês, porque n só para isso trazer
- 31:01muita concretude, porque a
- 31:02eletromagnética ela é mais abstrata de
- 31:03entender. Eu vinha falando só da
- 31:04mecânica, você então disse, a onda
- 31:05mecânica ela depende de um meio de
- 31:07propagação. Isso depende. Só que o Rafa
- 31:09agora já apresentou o outro tipo de
- 31:10onda. São só esses dois aqui que você
- 31:11tem que saber, tá? E o outro é o
- 31:12eletromagnética. Cara, a
- 31:14eletromagnética, tu vê que tem no nome
- 31:15aqui eletro e tem magnético. Só para
- 31:17você entender de onde vem essa onda, tá
- 31:19bom? Primeiro, que tipo de onda é essa?
- 31:20Eu vou dar uma tem várias ondas que são
- 31:22eletromagnéticas. Eu vou dar o melhor
- 31:23exemplo para você começar a se ligar
- 31:24nisso. Essa onda de luz, por exemplo,
- 31:26que tá batendo em mim e tá indo agora
- 31:28para você, isso é uma onda
- 31:29eletromagnética, cara. Tu já vê que é
- 31:30uma natureza de onda. Primeiro é
- 31:32propagação de energia, tá? É propagação
- 31:34de energia. Tem ali uma uma vibração
- 31:35energética se propagando, sem matéria,
- 31:37sem propagar matéria. Mas é uma natureza
- 31:39de onda completamente diferente.
- 31:41Completamente diferente. Já começa que é
- 31:43muito mais rápida. É muito mais rápida.
- 31:45E ela não vem dessa perturbação tão
- 31:47mecânica. Ela não vem de fato de você
- 31:48dar um soco nada, nada disso. Claro que
- 31:50ela tem um fundamento também de
- 31:51movimento.
- 31:52>> É, não é visível.
- 31:52>> Não é visível. Tá bom. E aí, só para dar
- 31:55uma palinha disso, né? Vou mostrar aqui
- 31:57agora o próximo quadro, só para eu dar
- 31:59uma uma palinha disso, tá? E aí, só
- 32:01para, né, quem quem gosta de pegar as
- 32:03coisa no fundamento, acho que eu vou
- 32:04pegar esse daqui é melhor, né,
- 32:05>> cara? Olha só, só para você entender,
- 32:06porque tu já entendeu de onde vem onda
- 32:08mecânica. Ela vem uma perturbação
- 32:09mecânica propriamente dito, tá? E ela
- 32:11precisa de um meio material de
- 32:13propagação, tá bom? Ela depende de um
- 32:14meio material, porque o vácuo também é
- 32:17um meio, mas ele não é um meio material.
- 32:18O vácuo não tem nada, então lá nenhuma
- 32:20onda mecânica vai se propagando. Então
- 32:21se tiver uma explosão no espaço, não tem
- 32:22como você ouvir. Já caiu uma questão,
- 32:24ah, no filme do Star Wars tem uma
- 32:25explosão no espaço, mas aí a cena errou
- 32:27porque as pessoas escutam. E aí por que
- 32:29que errou? Porque o som não se propaga
- 32:30de fato no vácuo. Agora olha só, o mando
- 32:32eletromagnética, eu quero só que você
- 32:33imagine uma carga elétrica. Aí uma carga
- 32:35elétrica aí, pode ser um próton, pode
- 32:36ser um elétron, qualquer coisa que tenha
- 32:38carga elétrica, tá bom? Ou seja, tô
- 32:39falando de um negócio atômico mesmo. E
- 32:40essa parada tá se mexendo, tá vibrando
- 32:42loucamente, tá acelerando. Quando
- 32:44primeiro que só dele existir, eu sou uma
- 32:45carga elétrica, eu já tenho um campo
- 32:46elétrico em volta de mim, que é uma
- 32:47região de influência elétrica. Pelo fato
- 32:49de eu est vibrando, de eu est acelerado,
- 32:51eu também produzo um campo magnético. Aí
- 32:53é bizarro porque ele tem um campo
- 32:54elétrico, ele produz um campo magnético.
- 32:55O que que acontece entre esses dois
- 32:56campos? Eles ficam um aumentando e
- 32:58diminuindo o outro. Então isso sai como
- 33:00energia.
- 33:01>> Dali a energia se propaga.
- 33:02>> Quer quer formalizar isso? A vibração de
- 33:04uma carga. Vol, volta, volta aquele
- 33:07essa, esse rascul que eu fiz. Uma carga
- 33:09elétrica só por existir, ou seja, mesmo
- 33:12que esteja com velocidade igual a zero,
- 33:13ela gera ao redor dela um campo
- 33:14elétrico. Mas se ela tiver se
- 33:16movimentando em movimento com velocidade
- 33:17constante, por exemplo, ela gera ao seu
- 33:19redor um campo magnético. Mas se ela sai
- 33:21da velocidade constante e vai pra
- 33:23velocidade variável, que é a aceleração,
- 33:24ou seja, uma vibração, vibração é
- 33:26aceleração, ela vai começar a emanar
- 33:28energia proveniente desses campos que
- 33:30existem devido à existência da carga e
- 33:32ao movimento da carga. É assim que a luz
- 33:34se propaga. É vibração de carga que
- 33:37gera,
- 33:37>> só para dar um exemplo. Não vai, não vai
- 33:38dar para dar pegar.
- 33:40>> É, eu vou, não, pode falando aí porque
- 33:41eu vou liberar aqui para conseguir
- 33:42mostrar para eles. Pode falando.
- 33:43>> Eh, aí agora deixa eu voltar a ao
- 33:45pensamento de emissor, receptor e meio
- 33:47de propagação. Dada a natureza da onda,
- 33:50o emissor, o receptor e o meio de
- 33:51propagação se combinam para que a
- 33:53energia consiga fluir. Se não há
- 33:55combinação entre esses três elementos, a
- 33:57energia não é interpretada.
- 33:59>> Eu queria te fazer uma pergunta. Eu
- 34:00realmente não tenho certeza da resposta,
- 34:01né? Primeiro, galera, isso aqui é um
- 34:02roteador, tá bom? Aqui ele só vem até
- 34:04aqui. Isso aqui é um roteador. Isso aqui
- 34:05ele tá emitindo ondas de Wi-Fi, tá? Ele
- 34:08tá mandando aqui o Wi-Fi, tá mandando
- 34:10internet para todo mundo aqui, né, Rafa?
- 34:12O que eu sei, é óbvio, é que ele tá
- 34:13mandando uma onda eletromagnética e
- 34:14vocês têm que saber disso a partir de
- 34:15agora, né? Tá vendo? Você você essa aqui
- 34:17você nem consegue ver a luz, você
- 34:18consegue ver. Essa aqui você nem
- 34:18consegue ver, tá? E eu inclusive, o
- 34:20Rafa, nesse momento, inclusive ele
- 34:21também tá mandando uma onda
- 34:21eletromagnética, por exemplo, de calor,
- 34:23porque você se você tem alguma
- 34:24temperatura do seres radioativos.
- 34:26>> Exato. É, é exatamente se você tem
- 34:27alguma temperatura, né? Ã, só de você
- 34:30ter alguma temperatura. É, exatamente. É
- 34:32radioativos ou radiantes.
- 34:34>> É radiantes. A gente pode brincar com a
- 34:36palavra radioativo porque é a gente
- 34:38emite radiação.
- 34:39>> É,
- 34:39>> só que é radiação infravermelho.
- 34:41>> É, exatamente. O radioativo de fato, ele
- 34:43tem que est emitido.
- 34:44>> Não é da química, não é o radioativo da
- 34:45química que emite partícula. A
- 34:47radioatividade da química é emissão de
- 34:48partícula. A radioatividade da física é
- 34:50emissão de energia, que é é a emissão de
- 34:52uma onda, né?
- 34:53>> Examente.
- 34:54>> E a gente emite luz de forma indireta.
- 34:56Somos emissores secundários de luz,
- 34:57porque a gente não emite luz própria,
- 34:59mas somos emissores primários de
- 35:01infravermelho.
- 35:02>> Perfeito. É o que eu ia falar, só dele
- 35:03ter uma temperatura, ele tá emitindo uma
- 35:05onda de calor para tudo aqui.
- 35:06>> E a gente não enxerga.
- 35:07>> Não enxerga. Agora, isso aqui eu queria
- 35:08te perguntar o seguinte, tem aqui dentro
- 35:09então algum tipo de carga sendo
- 35:11acelerado para gerar esse sinal
- 35:12eletromagnético?
- 35:13>> Sim. Total. eh eh as antenas que são
- 35:16necessárias pros aparelhos emissores,
- 35:18elas na verdade funcionam com um meio
- 35:21elétrico. A antena é um material
- 35:23metálico, certo?
- 35:25>> E esse material metálico recebeu
- 35:26corrente elétrica do radiador, do
- 35:28roteador, da fonte do roteador para que
- 35:31ela vibrasse na frequência que a gente
- 35:33quer.
- 35:33>> Então tem cargas aqui dentro sendo
- 35:35aceleradas.
- 35:35>> É exatamente. É a mesma coisa da
- 35:37televisão. Televisão de casa. Televisão
- 35:38de casa que funciona com antena. você
- 35:40sintonizou, sei lá, a Rede Globo na
- 35:43antena da sua casa,
- 35:44>> a televisão vai mandar uma corrente
- 35:45elétrica para aquela antena tal que a
- 35:47vibração da antena vai ser compatível
- 35:50com o sinal que tá sendo emitido pela
- 35:52emissora Rede Globo.
- 35:53>> Perfeito.
- 35:54>> Aí e eh esse sistema vai parear. Aí a
- 35:57palavra pareamento aparece. De onde vem
- 36:00a palavra pareamento? É quando o emissor
- 36:02e o receptor eles conseguem interpretar
- 36:04aquela frequência de onda, igual o lago
- 36:06calmo que você falou,
- 36:07>> que você consegue bater ali e essa
- 36:09energia chega em mim.
- 36:10>> Aham.
- 36:11>> Meu tato percebe.
- 36:12>> Se fosse um insetinho batendo, tu não ia
- 36:14nem conseguir ver.
- 36:14>> Não ia conseguir ver,
- 36:15>> não entender nada. Por quê? Porque
- 36:16provavelmente a energia, assim,
- 36:18certamente a energia dele é muito baixa.
- 36:19Ou então a gente poderia pensar um outro
- 36:21ser que chega aqui e faz uma perturbação
- 36:23nessa nessa nesse lago que o meu olhar
- 36:26não consegue ver a vibração. Aí repara
- 36:29que o meu olhar que estaria compatível
- 36:32com a vibração que você fez para que eu
- 36:33interpretasse a informação, ele não está
- 36:35mais compatível com aquela, porque tem
- 36:37uma vibração que eu não estou
- 36:38conseguindo enxergar, entende? Ou seja,
- 36:39emissor e receptor para que eles se
- 36:42conectem naquela onda que foi emitida e
- 36:44vai ser recebida, tem que existir o
- 36:46pareamento. O pareamento acontece pela
- 36:47frequência. O teu olhar não interpreta a
- 36:51minha voz. Por quê? Porque o nosso
- 36:52aparato ocular, ele não tem capacidade
- 36:55de interpretar o nível de frequência que
- 36:57o som emite, que é a que é muito baixa
- 37:00pra interpretação dele.
- 37:01>> É como se essa perturbação não tivesse
- 37:03capacidade de ser eh de de de
- 37:06>> de sensibilizarsibilizar
- 37:08a palavra. Cara, olha só uma uma coisa
- 37:10fantástica. A radiação ultravioleta
- 37:12esquenta a nossa pele.
- 37:13>> Cara, eu aprendi contigo que não.
- 37:15>> Não, não esquenta, né? Isso é isso é
- 37:16sensacional. Você vai à praia num dia
- 37:19nublado e se sente ardido depois desse
- 37:21dia nublado.
- 37:22>> Tá o dia nublado não tá sol. Então
- 37:23>> não está sol. Você sente ardido e aí
- 37:24você fala assim: "Caramba, hoje mesmo
- 37:27nublado eu me bronzeei." Não, mentira,
- 37:29você não se bronzeou, você só se
- 37:30queimou. Aí, olha que irado o porquê
- 37:32disso. A ardência, inclusive,
- 37:34biologicamente falando, você pode eh
- 37:35falar sobre isso melhor do que eu. A
- 37:37ardência é uma resposta eh
- 37:40>> inflamatória difusa.
- 37:41>> Inflamatória difusa pelo dano
- 37:43>> dessa desidratação do tecido. E a
- 37:45desidratação aconteceu por quê? Porque a
- 37:47água daqui do tecido evaporou. Evaporou
- 37:48por quê? Porque ela esquentou. E ela
- 37:50esquentou por quê? Por causa de uma
- 37:51radiação específica.
- 37:52>> Evaporou e se internalizou também.
- 37:53>> Aí, olha que irado. O infravermelho tem
- 37:54essa capacidade,
- 37:56>> tá? tem a capacidade de fazer isso.
- 37:57Ultravioleta é uma onda que não tem a
- 38:00capacidade de causar esse tipo de
- 38:02agitação molecular nas moléculas de água
- 38:04que tá no corpo.
- 38:04>> Eles vão ficar confusos porque você é
- 38:08exatamente, tem muita gente aí que tá
- 38:09chegando agora e assim a gente e não
- 38:11adianta já estão pensando assim, mas
- 38:12calma aí, que que é o ultravioleta, que
- 38:13que é Vamos ter que apresentar os
- 38:15apresentar daqui a pouco. Não, mas daqui
- 38:17a pouco eu apresento. Eu vou só para
- 38:19separar, quem é de médio e alto
- 38:20desempenho já está entendendo. Quem é de
- 38:22baixo desempenho, só quero deixar claro,
- 38:23você ainda vai entender, tá?
- 38:25>> Tá. E, e, e vou voltar agora paraa
- 38:26palavra frequência para para que eles
- 38:29entendam a base da equação. Eu queria
- 38:31dar mais uma base antes de uma parada
- 38:32específica. Permite, uma parada
- 38:33específica que eu quero mostrar aqui de
- 38:34base, tá?
- 38:35>> Porque isso vai integrar muita coisa e
- 38:37vai preparar vocês para um auto
- 38:38desempenho, tá bom? Eu quero que você
- 38:39imagine que tem aqui uma pessoa, tá? Tem
- 38:43aqui uma pessoa e a pessoa tá aqui, tem
- 38:46os olhos dela, tem a boca dela e tem o
- 38:49ouvido dela. E isso aqui é você, você na
- 38:52festa de ano novo, por exemplo. E aí
- 38:54você na festa de ano novo, você vê lá
- 38:56longe um fogos subindo. Quando você vê
- 38:58esse fogos de artifício subindo, ele vai
- 39:01chegar lá no no topo do céu e você vai
- 39:05ver uma explosão. Eu quero que você
- 39:07entenda o seguinte, quando você vê essa
- 39:09explosão, quando você vê aquele brilho
- 39:11lindo dos fogos, isso é por quê? Por
- 39:13quê? Já dá imaginar que ele dizendo tem
- 39:14tem uma uma explosão acontecendo, tem
- 39:16uma uma certa combustão acontecendo e é
- 39:18óbvio que isso gera cargas
- 39:19aceleradíssimas, isso gera uma série de
- 39:20fenômenos que vai ter como consequência
- 39:22final a emissão de uma energia luminosa,
- 39:24tá? E essa energia luminosa, essa essa
- 39:27onda aqui de luz visível que a gente vai
- 39:28apresentar ainda, tá bom? Porque só para
- 39:30deixar contextualizado, a gente já
- 39:31apresentou onda mecânica e já falou que
- 39:33onda mecânica ela pode ser uma vibração
- 39:34na corda, pode ser uma onda na água ou
- 39:36pode ser também o som. A gente
- 39:37apresentou isso não só a nossa voz, o
- 39:38som de um violão turistão onda mecânica.
- 39:40Quando a gente vai apresentar a onda
- 39:41eletromagnética, você vai ver que existe
- 39:42onda eletromagnética. Todas elas são
- 39:43causadas por um campo magnético e
- 39:44eletromagnético ali alternante. Todas
- 39:46elas são também uma propagação de
- 39:48energia. E no caso da onda
- 39:49eletromagnética, você não precisa mais
- 39:51dessa matéria, desse meio. Tanto que a
- 39:52gente vê luz que tá vindo do espaço, ela
- 39:53tá passando pelo vácuo lá, não tem meio
- 39:54material e a gente ainda assim vê. Mas
- 39:55você vai entender que existem vários
- 39:56tipos de onda eletromagnética. Existe
- 39:58rádio, microondas, infravermelho, luz
- 39:59visível, ultravioleta, raio X e raio
- 40:01gama. A gente vai apresentar. Só que
- 40:02agora eu só quero que você aceite, tá,
- 40:04que saiu aqui uma onda eletromagnética,
- 40:06que é uma onda de luz visível. E essa
- 40:07onda eletromagnética, ela
- 40:10viajou pro meu olho,
- 40:11>> para todos os lugares.
- 40:12>> Viajou. Perfeito. Viajou
- 40:13>> uma parte para todos os l.
- 40:14>> Eu consigo ver isso. Tá aqui.
- 40:16>> Daria, é isso daí. Daria para ter visto
- 40:17ela de qualquer outro lugar. Exatamente.
- 40:18Perfeito. Ótima consideração. Ela se
- 40:21espalhou, né, esfericamente para todos
- 40:22os lugares. Então ela, você vai aprender
- 40:25que ela tem uma velocidade, ela ela é
- 40:26velocidade mesmo, mesma velocidade de
- 40:28carro, por exemplo, velocidade del S
- 40:29sobre del T. Se ela percorre o espaço no
- 40:32tempo,
- 40:32>> ela tem uma velocidade.
- 40:33>> Ela tem velocidade.
- 40:34>> E eu já vou te adiantar que a velocidade
- 40:36de todas as ondas eletromagnéticas no
- 40:38vácuo e o ar é parecido com o vácuo, é a
- 40:40mesma da da luz, tá? Então essa
- 40:41velocidade aqui, ela é 3 x 10 el 8 m/s,
- 40:45tá? 3 x 10 8, né? Ou seja,
- 40:49300 milhões de met/ segundo. Essa é a
- 40:52velocidade. Essa é a velocidade da luz.
- 40:54É isso aqui é a luz. Tá bom? Essa
- 40:55também. Exatamente. É isso mesmo. Então
- 40:57tu já imagina que são 300 milhões de
- 40:58metros a cada 1 segundo. Então
- 41:00>> se a distância que for de, sei lá, 1 km,
- 41:03é ridículo esse 1 km para essa
- 41:06velocidade.
- 41:06>> Se a distância que fosse de 300 milhões
- 41:08de metros, eu ainda assim ia ver depois
- 41:09de 1 segundo. Mas 300 milhões de metros
- 41:11é brutal. É uma coisa que não não
- 41:13>> é 300.000 m é da Lua até aqui.
- 41:15>> 300.000 m é da Lua até aqui.
- 41:17>> Desculpa, desculpa. 300.000 km é da Lua
- 41:19até aqui.
- 41:19>> Perfeito. E aqui temos 300 milhões, né,
- 41:21de de metros. Então o que que eu quero
- 41:22que você entenda? O que você tá vendo é
- 41:23porque uma onda de luz visível veio pro
- 41:25teu olho, veio pro teu aparato óptico e
- 41:27da mesma forma que a onda sonora fazia
- 41:29uma perturbação no ouvido dele e o
- 41:30ouvido dele sensibilizava, essa também
- 41:31vai gerar uma perturbação dentro do
- 41:32nosso olho. Lá no fundo, os raios de luz
- 41:34vão bater na tua retina e vai também
- 41:35pelo teu nervo óptico gerar uma imagem
- 41:37no teu cérebro. Mas agora eu quero que
- 41:38você entenda o seguinte, o que realmente
- 41:41aconteceu não foi só isso. Você não
- 41:43apenas viu os fogos,
- 41:44>> também ouviu.
- 41:45>> Tu também ouviu. E geralmente o que que
- 41:47acontece? a gente vê o fogo subir e aí
- 41:50ele explode e aí passa um tempo, a gente
- 41:52escuta o quê?
- 41:54É sempre assim, passa um tempo e a gente
- 41:55escuta o Dum. Por quê? Porque no momento
- 41:57que ele explodiu, além dele liberar uma
- 41:59energia luminosa, que tu viu aqui como
- 42:00onda de luz visível, ele também liberou
- 42:02uma onda sonora. Só que essa onda
- 42:04sonora, ela é uma onda de natureza
- 42:05mecânica. Ela é uma onda que tem um
- 42:06funcionamento completamente diferente
- 42:07dessa onda eletromagnética. E a onda
- 42:08sonora, ela vai ter uma velocidade
- 42:10também que não chega nem perto de ser
- 42:11300 milhões de m/s, tá? A velocidade
- 42:14dela no ar de uma onda sonora é essa
- 42:15daqui, ó, 340
- 42:18m/s. É isso mesmo, né? No ar é 340, né?
- 42:21E aí isso
- 42:21>> aproximadamente, né? 340 m/s. Eu quero
- 42:24só que você imagine a seguinte situação,
- 42:25só pra gente fechar aqui esse meu
- 42:26exemplo que eu acredito ser ser muito
- 42:28importante. Você tá lá com a sua
- 42:29namorada, isso é muito bom para tirar a
- 42:31onda com mulher, né? Com com com a sua
- 42:33mulher no caso, né? Então você tá lá com
- 42:34a sua namorada, tá lá com a sua esposa e
- 42:36aí um folgos apareceu, ela a lindo, não
- 42:37sei quê. Daqui a pouco tu escutou. E aí
- 42:39você fala para ela assim: "Sabia, né? Eu
- 42:41tenho certeza. Sabia que isso aí está a
- 42:431020 m daqui? Eu consigo saber que tá a
- 42:451020 m daqui. Lá vai falar: "Nossa, mas
- 42:46como que você sabe disso?" Por quê? Se
- 42:49primeiro que a tua visão tu vai tu vai
- 42:51inferir que é instantânea, que na hora
- 42:52que tu viu é a hora que tá acontecendo
- 42:53lá,
- 42:54>> né? O que tu vai ver que não acontece
- 42:56com as estrelas, tá? As estrelas que tu
- 42:57olha pro céu e tu vê, elas já tem muito
- 43:00tempo aqui. Como assim? É porque a luz
- 43:01que tu tá para tu tá vendo é porque tem
- 43:02uma luz batendo no teu olho, mas elas
- 43:04não estão agora mandando aquela luz.
- 43:05Elas mandaram aquela luz há muito tempo
- 43:06na velocidade da luz. E aquela luz ela
- 43:07demora às vezes milhões de anos para
- 43:09chegar aqui na Terra. milhões, porque a
- 43:10luz nunca é destruída, a luz fica
- 43:11viajando pela eternidade toda. Então, a
- 43:13luz que tu tá vendo aqui, tem uma
- 43:14estrela no céu, essa luz foi emitida, ó,
- 43:16às vezes tem 200 milhões de anos que
- 43:17aquela estrela já morreu e a luz tá
- 43:19chegando aqui agora porque ela tá lá no
- 43:20cacetal da galáxia. E agora o que que
- 43:22acontece? Você percebe que na tua você
- 43:24viu o fogos lá, você contou 3 segundos.
- 43:26falou assim: "1 2 3 bu! Como tu contou 3
- 43:29segundos, gente, tu sabe que o som ele
- 43:30viaja 340 m/s. Fala assim, ele viajou
- 43:32340 m a cada segundo, isso demorou 3
- 43:34segundos, ele viajou 1020 m e aí você
- 43:36diz a localização. Então isso já ilustra
- 43:38bastante coisa dessa dinâmica entre as
- 43:39duas ondas. Você achou bacana? Achou que
- 43:42>> formou aqui um fundamento bom? Então
- 43:43agora para onde que a gente tem que ir
- 43:45agora? Se a gente quiser ganhar ritmo e
- 43:46formar conceit ou sobre velocidade da
- 43:48onda?
- 43:48>> Já falei
- 43:49>> porque se tem distância e tempo tem
- 43:50velocidade. A gente já conversou sobre
- 43:52frequência. Eu vou finalizar conversa
- 43:54sobre frequência. Na sequência eu vou
- 43:56falar sobre o comprimento de onda. Daí a
- 43:58gente fecha as três grandezas
- 43:59importantes pra base conceitual de
- 44:01ondulatória. O que eu quero falar sobre
- 44:03frequência para além do que a gente já
- 44:04falou é o seguinte. Eh, se eu vou emitir
- 44:07uma onda estacionária aqui,
- 44:08>> vou limpar para ti.
- 44:09>> Repar, repara, repara aqui, ó. Se eu vou
- 44:11emitir, desculpa, eu eu falei o conceito
- 44:12de onda estacionário. Eu falei onde
- 44:14estacionária, mas eu não falei o
- 44:14conceito ainda. Mas eu quero que eles
- 44:15interpretem da seguinte forma. Se eu
- 44:17pego aquela corda que a gente tava
- 44:18conversando agora h pouco e faço um
- 44:19pulso nela,
- 44:20>> eu gero essa perturbação que vai até ele
- 44:22e e o corpo dele recebe essa energia
- 44:24>> que a corda
- 44:25>> eh, não, não precisa agora não. Se eu
- 44:27fizer dois pulsos, ele vai receber essa
- 44:30energia de dois pulsos na sequência.
- 44:31Agora, se eu ficar emitindo pulsos aqui
- 44:33sequencialmente
- 44:35>> de forma ilimitada, você vai recebendo
- 44:37esses pulsos sequencialmente e a gente
- 44:39pode admitir que essa então é uma onda
- 44:41estacionária. Aqui está estabelecido o
- 44:42conceito de onda estacionário que o Enem
- 44:44vai exigir deles.
- 44:45>> Então, qual que é o conceito onde
- 44:46estacionário? Alguém te perguntou que
- 44:47estacionar
- 44:47>> é é quando é quando uma fonte emissora
- 44:49fica continuamente emitindo aquela onda
- 44:52e eu como receptor eu estou
- 44:53continuamente recebendo ela.
- 44:54>> Então um pulso já era uma onda.
- 44:56>> É uma onda. Dois pulsos, duas ondas. Aí
- 44:58olha a dificuldade que a gente teria na
- 45:00comunicação que você estabeleceu com com
- 45:01o lago. A gente teria que combinar qual
- 45:03é o tempo que existe entre dar dois duas
- 45:06batidas e uma batida para que a
- 45:07comunicação aconteça. Porque, por
- 45:08exemplo, se você fala assim, ó, Rafael,
- 45:11>> dei duas batidas, eu vou falar assim:
- 45:12"Não, você deu uma". Depois deu mais.
- 45:15Ah, não é.
- 45:15>> É exatamente. Então, a gente teria que
- 45:17estabelecer qual é o ritmo da
- 45:20comunicação, da perturbação para que ela
- 45:22vire comunicação. Se ligou,
- 45:23>> caraca. Sim. Bizarro.
- 45:24>> E aqui está o conceito de frequência
- 45:26para que a interpretação da comunicação
- 45:27aconteça.
- 45:28>> Aham.
- 45:28>> Senão o nosso cérebro não conseguiria
- 45:29interpretar o que que é vermelho do que
- 45:31que é azul.
- 45:31>> Aham.
- 45:32>> Então, é a partir de ondas
- 45:33estacionárias,
- 45:34>> certo?
- 45:34>> Que são emissões contínuas de uma
- 45:36determinada perturbação, que o nosso
- 45:38cérebro vai interpretar aquela
- 45:39frequência de onda e vai definir se
- 45:42aquilo é azul ou se aquilo é vermelho.
- 45:43>> Caraca. Aí agora, só para vocês saberem,
- 45:45cada cor é uma determinada frequência e
- 45:49o que diferencia uma coisa da outra no
- 45:51mundo do ondulatório é sempre a
- 45:52frequência. Então o azul tem frequência
- 45:54de azul, o vermelho tem frequência de
- 45:55vermelho, a nota musical sol tem a
- 45:57frequência dela, a nota musical lá tem a
- 46:00frequência dela e cada coisa que a gente
- 46:02interpreta do mundo da ondulatória tem a
- 46:04sua frequência. Então a gente pode
- 46:04admitir que frequência é identidade da
- 46:06onda. E agora, qual é a diferença? Cara,
- 46:08eu vou entrar aqui numa equação que
- 46:11alguns professores já botaram no quadro
- 46:12e tal para resolver uma questão do Enem,
- 46:13mas não precisa dessa equação. É só a
- 46:14gente entender esse conceito aqui. Se eu
- 46:16pego uma corda e faço dois pulsos por
- 46:18segundo continuamente, o teu cérebro tem
- 46:20que interpretar que isso é uma
- 46:21frequência de 2 Hz. Daqui a pouco a
- 46:22gente fala o que que é Hertz. Se eu faço
- 46:24com a outra mão quatro pulsos por
- 46:26segundo, o seu corpo vai interpretar 4
- 46:29Hz. 4 Hz.
- 46:30>> São ondas diferentes.
- 46:32>> São ondas diferentes.
- 46:33>> Aí eu te pergunto, qual delas é mais
- 46:34energética?
- 46:35>> A de 4 Hz.
- 46:36>> A de 4 Hz. Pronto. Qual? Quanto maior a
- 46:38frequência de uma onda, mais energética
- 46:40ela é. E não significa que ela vai
- 46:43sensibilizar com mais intensidade um
- 46:45determinado aparato.
- 46:47>> Então, por exemplo, eu faço um som
- 46:49>> grave, ele tem uma quantidade de
- 46:51energia,
- 46:52>> na sequência eu faço um som agudo,
- 46:53>> ele tem mais energia,
- 46:54>> ele vai ter mais energia porque tem mais
- 46:55frequência. Isso não vai incomodar os
- 46:56seus olhos,
- 46:57>> não é?
- 46:58>> Entendeu? Nem a a de baixa frequência,
- 46:59nem a de alta frequência, porque o teu
- 47:01olho não se sensibiliza com esse tipo de
- 47:03onda.
- 47:03>> Eu nunca vejo o som.
- 47:04>> Nunca veio o som. Assim como o teu
- 47:06ouvido não vai conseguir diferenciar o
- 47:07azul do vermelho. Meu ouvido nunca
- 47:09ouviu.
- 47:09>> Mas a gente tem que saber que se o azul
- 47:11é uma onda luminosa de mais frequência
- 47:13do que o vermelho, daqui a pouco a gente
- 47:14vai mostrar isso para eles, ele é mais
- 47:16energético do que o vermelho. Fechou?
- 47:18Então esse é o conceito de frequência. E
- 47:19agora que que que tem que ficar na
- 47:21cabeça sobre frequência? Frequência e
- 47:22identidade da onda. A frequência é
- 47:24responsável pelo pareamento e quanto
- 47:26mais frequência, mais energético.
- 47:27>> Frequência identidade da onda, né? Por
- 47:28isso que quando você tava falando da da
- 47:30das cores, você disse que uma frequência
- 47:32maior fazia uma cor mais azul e uma
- 47:33frequência menor fazia uma cor mais
- 47:35vermelha com a luz, né? Por isso que por
- 47:36isso que quando eu aumentei a frequência
- 47:37da minha voz virou um som agudo. E é
- 47:39engraçado que esse som agudo tem uma
- 47:41configuração aqui no microfone que ele
- 47:42não capta mais ele. Esse microfone tá
- 47:44programado para que se for muito
- 47:45vibratório, muito agudo, ele não capte
- 47:47mais. Não saiu nenhum som ali agudo.
- 47:49>> Isso é uma proteção inclusive do aparato
- 47:52eh de membranas dele, porque se você
- 47:54ficar gritando som muito agudo aqui, a
- 47:56vibração fica tão intensa aqui que pode
- 47:58danificar a membrana dele. E assim,
- 48:00provavelmente esse fone aqui custou uns
- 48:02R$ 100, né?
- 48:04>> Ah, tá. É R$ 150 na Shopee
- 48:07>> que eu imagino. [risadas]
- 48:09É, é válido danificar ele?
- 48:11>> Não,
- 48:12>> não é válido. Agora, eh, em que ocasião
- 48:15ele poderia ser danificado? uma pessoa
- 48:17despreparada começa a fazer sons muito
- 48:18agudos aqui, violino aqui e danificar
- 48:21ele para proteger o sistema
- 48:24eletromagnético dele, que é o
- 48:26responsável por movimentar as membranas,
- 48:28vai travar para que a o dano não
- 48:30aconteça. E
- 48:30>> lembrando que ele solta uma ele ele pega
- 48:32a onda mecânica, mas ele
- 48:33>> ele pega a onda mecânica para fazer
- 48:35vibrar. Aí agora você vai lembrar,
- 48:37>> essa vibração movimenta um íã.
- 48:39>> Esse íã em movimento gera corrente
- 48:41elétrica. Essa corrente elétrica vem
- 48:43para um emissor. Aí esse emissor
- 48:45codifica isso e manda o sinal para lá.
- 48:48>> É. É.
- 48:49>> Agora a gente não quer fidelidade
- 48:50sonora.
- 48:50>> Se você não entendeu isso, essa parte é
- 48:52aula de eletromagnetismo. Tá bom, a
- 48:53gente já apstou.
- 48:54>> Então eu vou dar mais uma palinha do
- 48:55eletromagnetismo. Tu quer fidelidade
- 48:56sonora?
- 48:56>> Quero.
- 48:57>> Então não pode ter perda de energia
- 48:58nesse processo.
- 48:59>> Tu vai falar do fio de ouro.
- 49:00>> É. Então tem que ter baixa resistência
- 49:03elétrica. Isso aqui tem que ter
- 49:04baixíssima resistência elétrica.
- 49:05>> Material de baixa resistividade.
- 49:06>> Para não perder para não perder energia
- 49:08pro sistema, tem que ter baixa
- 49:10resistência. Calma.
- 49:11>> No no no no no no tu pega P = V²/ R.
- 49:15Então eu quero mínimo de resistência
- 49:16aqui para não alterar o comportamento
- 49:18energético. Então eu vou precisar. Isso
- 49:20tem que ser caro porque aqui dentro tem
- 49:21ouro, aí dentro tem uma película eh eh
- 49:24super sensível que vai captar os menores
- 49:26sinais e por aí vai.
- 49:28>> Agora fal, eu ia eu ia puxar para tu
- 49:30agora. A gente tem tem muito fundamento.
- 49:32Agora você dá de frequência. Agora eu
- 49:34quero agora quero falar.
- 49:35>> Eu quero que você ainda diga de novo
- 49:36assim o que que o cara leva pra prova.
- 49:37Agora é bem técnico, porque tem
- 49:38fundamento de sol. Você pode
- 49:39>> sobre velocidade, ele tem que levar o
- 49:41seguinte, que cada tipo de onda, ou
- 49:44seja, se é eletromagnético
- 49:47ou mecânico,
- 49:49em cada meio de propagação
- 49:53terá uma velocidade definida. Isso aí,
- 49:55mano. Bonito.
- 49:56>> Como assim, Rafael? Por exemplo, se é
- 49:58onda sonora no ar, 340 m/s. Se a onda
- 50:01sonora na água, 100 e poucos m/s. Aí vai
- 50:03depender se água é salgada ou doce e
- 50:04tal. Brutal. Aí os cara já perguntar:
- 50:05"Ah, então quanto mais denso for o meio,
- 50:07mais rápido ficam as ondas, né? Porque
- 50:09ele falou que a onda sonora fica mais
- 50:10rápido ainda na água.
- 50:11>> Só se a onda for mecânica. Se a onda é
- 50:13mecânica, ela gosta de meio para se
- 50:15propagar.
- 50:17>> Então, se ela tem mais meio para se
- 50:18propagar, ela se propaga com mais
- 50:19facilidade. Por isso, a velocidade dela
- 50:21aumenta.
- 50:21>> Por isso que o som ele se propaga 340
- 50:24m/sund no ar. na água é a 1000 e pouco e
- 50:25no concreto é 4000 m/ segund.
- 50:27>> Exato. Exato.
- 50:28>> E por isso que nos desenhos os caras
- 50:29querem ouvir a invasão dos caras que
- 50:31estão chegando de longe, os índios
- 50:32botavam ouvido no chão, porque o som vai
- 50:33se propagar melhor pelo chão.
- 50:35>> Além do que se as pessoas estão vindo a
- 50:36cavalo, tal, o chão tá vibrando e essa
- 50:38vibração do chão carrega também essa
- 50:40energia, né? faz essa energia para pagar
- 50:41com facilidade. E aí
- 50:43>> você escuta melhor com copo na parede do
- 50:44que do que pelo ar puramente.
- 50:46>> Você isola as ondas sonoras que estão
- 50:48vindo de de por difração. As ondas
- 50:51sonoras estão passando pela parede por
- 50:52refração e difração. Daqui a pouco eu
- 50:53vou falar mais sobre isso. Aí tu bota o
- 50:54copo,
- 50:55>> aí você concentra aquelas ondas que
- 50:57estariam se espalhando, que é o fenômeno
- 50:58da difração, elas ficam concentradas ali
- 51:00no copo e o vidro é um meio de
- 51:01propagação muito mais fácil para e eh pr
- 51:04som ouvindo bem diferente agora. Ele
- 51:05fica mais concentrado aqui.
- 51:07>> As ondas que estariam se espalhando
- 51:09aqui, elas vão para dentro do teu mais
- 51:11al Você acabou de fazer um tubo sonoro
- 51:13aqui.
- 51:13>> Esse tubo sonoro facilita,
- 51:15>> mas tá como se fosse um altofalante tua
- 51:16voz assim ela fica mais mais
- 51:18>> não assim assim ela fica mais tranquila,
- 51:19mais nista assim parece um
- 51:20megafonezinho. Parece que você tá
- 51:21>> e fica alguns ecos ficam. É isso. É isso
- 51:23que eu tô sentindo. Eu tô sentindo, tô
- 51:24sentindo como se eu tivesse ouvindo de
- 51:25novo a mesma nota senhora. Sim. Então ó,
- 51:27quando a onda é mecânica, esse é o tipo,
- 51:29né? Existem dois tipos de ondas, como
- 51:30você falou, mecânica e eletromagnética.
- 51:32Quando a onda é mecânica, o meio de
- 51:34propagação mais denso faz a velocidade
- 51:35ficar mais alta. Já quando ela é
- 51:36eletromagnética, o contrário acontece.
- 51:38As ondas eletromagnéticas são
- 51:39atrapalhadas pela alta densidade. Por
- 51:41isso a velocidade diminui do de modo que
- 51:43a luz, por exemplo, no ar 3 x 108, como
- 51:45você botou aqui agora a h pouco, pega
- 51:46ela no diamante 1, vula, não sei quanto
- 51:49vezes 10 o
- 51:50>> caraca,
- 51:51>> cai três vezes a velocidade da luz. Isso
- 51:53é é por isso que o diamante é uma coisa
- 51:54tão
- 51:55>> é a dureza do diamante são várias
- 51:57características dele brutal, né? A
- 51:58densidade dele é muito alta,
- 51:59>> um monte de carbono ligado com outros
- 52:00carbonos.
- 52:02É por isso inclusive que ele faz com
- 52:04muita facilidade aquela difração. Tu
- 52:05pega um prisma de diamante, a o
- 52:07espalhamento da luz vai ser a separação
- 52:09da luz,
- 52:11>> a redução de velocidade é muito grande,
- 52:13então por isso o desvio vai ser muito
- 52:14grande. A gente falou sobre isso na aula
- 52:16de refração. A galera tá pedindo aula de
- 52:17lente. É. É, é, mas eu vou postar quando
- 52:19fora. Na mecânica. Então quando for uma
- 52:21onda mecânica no meio menos denso, ela
- 52:23vai ficar mais lenta.
- 52:24>> Tanto que se o meio tiver densidade
- 52:25zero, não tem mais meio, acabou a
- 52:27velocidade dela, ela morreu.
- 52:28>> Exatamente. Exatamente. Agora, olha um
- 52:29exemplo aqui que foi brilhante, que o
- 52:31Enem trouxe numa questão. Tem uma
- 52:32goteira que ao gotejar em uma bolsa
- 52:36d'água gera uma perturbação,
- 52:37>> certo? Normal.
- 52:39>> Essa goteira está sendo causada por uma
- 52:40chuva intensa. Então tá gotejando para
- 52:43>> e aí tá gerando onda para aqui.
- 52:45Onda estacionária.
- 52:46>> Sim.
- 52:46>> Aí ele fala lá uma gota por segundo. Deu
- 52:48a frequência. Deu a frequência. Gota por
- 52:50segundo.
- 52:50>> Frequência é a quantidade de eventos por
- 52:52tempo. Quantidade de pulsos por tempo.
- 52:54Geralmente a gente calcula com um
- 52:55segundo como referência.
- 52:56>> E pra gente calcular a frequência de
- 52:57verdade tem que ser onda estacionária.
- 52:59>> Ah, é porque senão foi só uma vez, né?
- 53:00Frequência. Frequência.
- 53:02>> Não tem frequência, foi só uma vez.
- 53:03>> Exato. É o evento único.
- 53:04>> Frequência é um evento que se repete.
- 53:05>> Exato. Aí parou ch. Eu nunca tinha
- 53:07entendido tão bem essa definição.
- 53:08>> Passou chuva. Passou a chuva.
- 53:09>> Aí agora tá gotejando menos.
- 53:11>> Tá. Aí a frequência agora é de uma onda
- 53:15por minuto.
- 53:16>> Antes era uma por segundo,
- 53:17>> agora é uma por minuto.
- 53:18>> Uma a cada 60 segundos. Pô, vai demorar
- 53:1960 cai uma.
- 53:20>> É zer a frequência agora tá de 0,0. Tá.
- 53:24>> A velocidade de propagação da onda que
- 53:26mudou?
- 53:27>> Não, não é
- 53:28>> a onda ficou mais devagar aqui.
- 53:30>> Não,
- 53:30>> não.
- 53:30>> Quando cai a gota a propagação da
- 53:32energia é do
- 53:33>> porque o tipo de onda é mecânica. Isso
- 53:35não mudou. Se o meio em que ela tá se
- 53:36propagando, é o mesmo, é a poça d'água.
- 53:38Não mudou. Agora se tivesse alguém
- 53:39captando e transformando isso em
- 53:41informação, cada vibração fosse uma
- 53:42coisa, aí ia mudar ia mudar a
- 53:44>> ia mudar a velocidade do meio, a
- 53:45velocidade da onda na passagem daqui
- 53:47para cá, porque aconteceu uma refração.
- 53:49Tu tá prop
- 53:49>> não, mas eu não quis dizer que não, é o
- 53:51mesmo meio, eu quis dizer aqui a água.
- 53:52Se eu quiser, se tivesse alguém aqui
- 53:53escutando, que nem a gente tava no nosso
- 53:54exemplo, ia ser uma mensagem diferente,
- 53:56de frequência muito boa.
- 53:57>> Ah, sim. Ela ia, ela ia ouvir sons
- 53:59diferentes.
- 53:59>> Antes a cada um segundo chegava um
- 54:00pulso, agora tá demorando 60 segundos
- 54:02cada pulso.
- 54:02>> O som ficou mais grave,
- 54:04>> certo?
- 54:04>> Entende? Mas a velocidade de propagação
- 54:06não mudou. Então, falamos tudo sobre
- 54:07velocidade e já falamos tudo sobre
- 54:10frequência. Agora é a hora de brilhar,
- 54:11porque agora a gente vai falar sobre a
- 54:13grandeza mais polêmica, que é o Lâmbit.
- 54:15>> Deixa eu fazer só um comentário sobre
- 54:16frequência que eu quero muito fazer.
- 54:17Olha só, galera.
- 54:18>> Frequência é a quantidade de eventos por
- 54:20unidade de tempo.
- 54:21>> Cara, coloca. É, vale a pena você
- 54:23colocar essa fórmula aí. Faz, eles não
- 54:25precisam guardar fórmula.
- 54:26>> Então, mas eu vou ensinar vai ver de um
- 54:27jeito intuitivo. Você vai ver. Não vou
- 54:29fazer que nem aqueles outros professores
- 54:30fazem. Olha só. fazer que nem eu aprendi
- 54:32contigo inclusive. Galera, frequência é
- 54:34o seguinte, tá aqui eu e Rafael e eu vou
- 54:36eu vou constituir com ele uma onda do
- 54:37estacionário. Ele vai ficar ali parado.
- 54:39>> Agora pegamos, né? Me dá a corda ali.
- 54:41Traz a corda pro pai aí.
- 54:41>> Agora tá bravo.
- 54:42>> Traz a corda pro pai aí. Aqui, ó. Toma
- 54:44aqui. Então, vou só fazer uma coisa aqui
- 54:46com ele, ó. Pá, isso foi um pulso. Agora
- 54:48eu vou manter esse pulso acontecendo.
- 54:49Olha só.
- 54:53Tu tá percebendo que tá sendo um pulso
- 54:55por segundo, ou ao menos eu tô tentando
- 54:56fazer isso? A minha intenção é essa. Tá
- 54:57bom? É fazer um pulso por segundo.
- 54:58>> Sabe sabe quanto tempo tem nesses pulsos
- 54:59aí que tu tá fazendo?
- 55:00>> Quanto? 1/ terço de segundo.
- 55:01>> É mesmo,
- 55:02>> cara. O segundo é muito devagar.
- 55:03>> Caraca, mano. Faz aí. Faz faz uma
- 55:05frequência aí para mim. Então, de
- 55:06>> segunds. Chega um pouquinho para lá só
- 55:08para eu para eu entrar aqui. Aqui
- 55:12>> é, eu tô recebendo aqui 2 3 4 5 6 7 8.
- 55:19Então ele tá mandando um pulso a cada
- 55:21segundo constantemente. Então tem uma
- 55:22frequência, né? Já tem um padrão aqui de
- 55:23onda estacionária que ele tá mandando
- 55:24para mim. Essa frequência como é um
- 55:26evento, um ciclo a cada segundo, eu vou
- 55:28chamar de 1 Hz. Hz. Isso.
- 55:30>> o significado de Hz é uma coisa a cada
- 55:33um segundo, tá?
- 55:34>> Segundo. É, ou seja, segundo elevado-1,
- 55:35que o Enem já já abordou. Ao invés de
- 55:37botar herz, colocou segundo elevado-1,
- 55:40>> que é um a cada segundo, tá? Esse
- 55:42segundo aqui embaixo tá elevado a um,
- 55:43ele pode subir para cima invertendo
- 55:44expoente. Ah, não entendi. Tá?
- 55:45Matemática do ensino fundamental. Eu
- 55:46postei aula aí disso recentemente. Tá
- 55:47bom? Então isso é 1 Hz. Agora eu não
- 55:49vou, eu só quero que você fique atento
- 55:51numa coisa, tá bom? Eu escrevi aqui,
- 55:52isso aqui agora é muito importante, tá?
- 55:531 Hz. Tá du isso aqui para mim. O que
- 55:54que significa 1 Hz? 1 pulso por segundo.
- 55:56Mas eu quero te fazer uma outra
- 55:56pergunta. Isso aqui é a quantidade de
- 55:58eventos por segundo. Mas eu quero te
- 55:59fazer outra pergunta. Quanto dura cada
- 56:02evento desse? Quanto dura cada pulso
- 56:04desse? Você vai falar um segundo, pô. Se
- 56:05foi um por segundo, então ele dura um
- 56:07segundo, pô. Demorou um segundo para
- 56:08esse pulso vir para cá.
- 56:10>> Qual foi o tempo desse evento? Um
- 56:11segundo. Mas quantos tem a cada um
- 56:12segundo? Um. Um a cada um segundo. Ele
- 56:14de uma hora um segundo. Tá beleza. Agora
- 56:16eu quero que você faça uma frequência de
- 56:18dois pulsos a cada um único segundo.
- 56:19Então a gente já espera que ele vá fazer
- 56:21duas vezes mais rápido aqui, né? Então
- 56:22vamos lá. Um. Pera aí. Desculpa. Pera
- 56:24aí. É difícil fazer isso.
- 56:28É, a cada um segundo eu tô sentindo duas
- 56:30porradas aqui na minha mão, né? Cada um
- 56:32segundo tô assindo duas porradas aqui na
- 56:33minha mão. Então agora eu vou dizer que
- 56:34a nova frequência é o quê? É uma
- 56:35frequência de 2 Hz. O que que significa
- 56:38Hert? Eventos por segundo. Então são o
- 56:39quê? São dois eventos em um único
- 56:40segundo. Agora pensa comigo, meu anjo,
- 56:42meu príncipe, meu lindo, meu meu
- 56:45maravilhoso, tá? Pensa comigo. São dois
- 56:47eventos, mas em um único segundo. Então,
- 56:48quanto tempo ficou para cada um? Meio
- 56:50segundo, pô. São dois eventos espremidos
- 56:52em um único segundo. Ficou meio segundo
- 56:53para cada um, tá bom? O que que é
- 56:55frequência? A quantidade de eventos em
- 56:56um segundo. Sempre frequência a gente
- 56:57sempre calcula com essa unidade de
- 56:59tempo, tá bom? De 1 segundo. Dá até para
- 57:00usar em um por minuto, né? Por exemplo,
- 57:02só para você saber, né? A gente tem
- 57:03frequência em RPM, rotações por minuto,
- 57:05RPH rotações por hora, mas aqui a gente
- 57:07tá falando da frequência da ondulatória,
- 57:08a gente calcula em herz com quantidade
- 57:09de eventos de de pulsos ondulatórios a
- 57:11cada um segundo preconiza isso,
- 57:13>> preconiza isso. Então aqui a gente tem
- 57:14uma frequência de 2 Hz, são dois eventos
- 57:16por segundo. Só que a gente tem outra
- 57:17grandeza, a gente tá falando da
- 57:18frequência, mas tem outra grandeza que
- 57:19se chama período. Aí o problema é que o
- 57:21professor sempre define período. Período
- 57:22é o inverso da frequência, cara. Período
- 57:24é o tempo que leva para para o tempo de
- 57:26cada oscilação dessas. Então, no
- 57:28primeiro caso aqui, a gente tinha uma
- 57:29frequência de um e tinha um período que
- 57:31a gente vai usar esse T, né? T que a
- 57:32gente usa para período. Esse T aqui era
- 57:34de 1 segundo. Só que agora com esses 2
- 57:35Hz de frequência são dois eventos em um
- 57:37único segundo. Cara, só sobrou meio
- 57:38segundo para cada um deles. Se eu
- 57:40falasse assim agora, faz um pulso de 5
- 57:41Hz, eu quero em 1 segundo, eu quero
- 57:43cinco pulsos aqui.
- 57:45Perfeito. 5 Hz aproximadamente. A cada 1
- 57:48segundo eu sinto cinco porradas aqui na
- 57:50minha mão. Agora, a frequência de quê?
- 57:51Uma frequência de cinco rest. Tá
- 57:52aumentando a frequência dessa onda. Só
- 57:55que, cara, qual foi o período agora? O
- 57:56período a gente não tá falando desses
- 57:57cinco aqui. O período é de cada um.
- 57:59Quanto tempo cada ciclo desse?
- 58:00>> Cada pulso desse acontecer. Se for é só,
- 58:01você pode, óbvio, você pode ter pensar
- 58:02num formato regra de três, ah, se foram
- 58:03cinco pulsos em um segundo, então um
- 58:05único pulso levou quanto tempo? Você vai
- 58:06ver que levou 0,2 segundos cada um, tá
- 58:08bom? E aí vem aquele negócio de ai o
- 58:10período é o inverso da frequência. Você
- 58:12pode sempre escrever assim, olha, a
- 58:13frequência é o inverso do período. O que
- 58:14que é o inverso? É um sobre o período.
- 58:17Já era muito simples, tá bom? Porque se
- 58:18você botar aqui, por exemplo, olha, a
- 58:19frequência foi de 5 Hz, aí tu inverte
- 58:21agora o T, vai vir o T para cá e o C
- 58:23para lá. T é o período quanto tempo
- 58:24levou cada ciclo? 1/5, que é a mesma
- 58:26coisa do que 0,2, tá? E aí é óbvio que
- 58:28quanto maior a frequência menor o
- 58:29período, porque menos tempo tem cada
- 58:30ciclo para acontecer. Entendeu isso?
- 58:32>> Fechou?
- 58:33>> É isso. Agora, agora, qual é uma
- 58:34frequência normal de som? Quando a gente
- 58:35fala em som assim, ah, um som de tantos
- 58:36herz,
- 58:37>> a gente escuta até uns 10.000,
- 58:38geralmente, até uns 20.000.
- 58:39>> A gente a gente vai do 20 ao 20.000.
- 58:43>> Olha isso aqui, galera. Isso aqui é uma
- 58:44coisa muito importante. O nosso ouvido,
- 58:45ele é capaz de captar sons. Calma aí que
- 58:48vai vai atualizar agora. Olha só. O
- 58:49nosso ouvido, ele é capaz de captar sons
- 58:51que vão do Hz até o 20.000 Hz. Conforme
- 58:55a gente vai, eu vou pedir para tu falar
- 58:56o que que acontece conforme a gente vai
- 58:56envelhecendo, tá? Mas é porque eu tenho
- 58:58certeza que tu deve deve explicar isso
- 59:00muito bem. Então aqui, ó, tem aqui 20 Hz
- 59:02e tem aqui 20.000 Hz. A gente escuta
- 59:03frequências sonoras nessa faixa aqui.
- 59:05Baleia, por exemplo, tu já viu essa
- 59:07baleia? Ela emite um som que é mais
- 59:09baixo do que 20 Hz. É tipo aquele som.
- 59:12Não é esse porque o som da baleia tu nem
- 59:13escuta, mas ele é de baixíssima
- 59:15frequência. Quem entende? Só outras
- 59:17baleias, tu nem escuta. Cachorro, por
- 59:19exemplo, imagina um teste de audição,
- 59:21ele vai ficando cada vez mais agudo até
- 59:22o momento que você para de escutar,
- 59:22porque o negócio fica com tanta
- 59:23frequência que teu ouvido nem se
- 59:24sensibiliza mais. Cachorro não. Cachorro
- 59:26ele tem uma uma audição mais ampla,
- 59:28então sons ultra frequentes que tu nem
- 59:30mesmo escuta, o teu cachorro tá
- 59:32conseguindo escutar. Inclusive essa
- 59:33aqui, eu acho que a gente pode dizer que
- 59:34é a faixa do audível.
- 59:35>> É, essa é a faixa do audível.
- 59:36>> E aí aqui é o ultra ultrom já.
- 59:38>> Ultrom e infrom.
- 59:40>> Exatamente. Infrom a gente não escuta
- 59:41porque tá abaixo da frequência mínima
- 59:42que o nosso ouvido capta. E capta não,
- 59:44que ele se sensibiliza, né? Porque
- 59:45captar, ele capta. E aqui é o ultra,
- 59:47cara. Inclusive,
- 59:47>> aliás, esses prefixos, infra e ultra,
- 59:50>> não dá para parar de falar nessa aula. É
- 59:51muito boa, cara.
- 59:51>> No ponto da odulatória, esses dois
- 59:53prefixos aparecem mais vezes. Eles
- 59:55sempre estão relacionados à frequência.
- 59:57Então,
- 59:57>> guarda essa informação que daqui a pouco
- 59:58eu vou usar,
- 59:58>> tá? Me lembra de falar, vou vou vou
- 1:00:00preciso que você agilize agora porque eu
- 1:00:01vou eu vou falando, vou explicando um
- 1:00:03monte de coisa, mas eu quero que você
- 1:00:04explique agora. Só me lembra de depois
- 1:00:05falar do ultrom mesmo que se faz no
- 1:00:07bebê.
- 1:00:08>> Ah, tá. Falando assim, bem rápido, tá
- 1:00:10bom? Mas aí eu vou ter que entrar numa
- 1:00:11cara. Isso é porque tudo que eu já falei
- 1:00:13alguma coisa aqui que não é importante
- 1:00:14que não cai. Tudo isso aqui pode cair
- 1:00:16tudo é repertório. Tudo
- 1:00:17>> é inteligência. Vamos lá. Como é que
- 1:00:19funciona o sistema? Eu vou explicar
- 1:00:20agora como funciona o sistema de
- 1:00:22localização do morcego e dos
- 1:00:23>> animais.Calização. Exatamente. Vou
- 1:00:25explicar como que funciona o sonar, como
- 1:00:26que funciona a detecção de torpedos e
- 1:00:28vou explicar como que funciona a visão
- 1:00:30do demolidor e vou explicar como que
- 1:00:31você consegue enxergar um bebê na
- 1:00:32barriga por meio de som. Tudo isso está
- 1:00:35relacionado, tá bom? Inclusive com o
- 1:00:36fenômeno ondulatório que a gente vai
- 1:00:37estudar daqui a pouco, que é o da
- 1:00:38reflexão.
- 1:00:38>> É. E quando a gente for entrar lá no
- 1:00:39fenômeno, isso já vai est consolidado
- 1:00:41consolidado. A gente vai falar bem
- 1:00:42rápido quando chegar lá, tá bom? Então o
- 1:00:43seguinte, quando eu mando uma onda
- 1:00:45sonora, vamos falar agora só da onda
- 1:00:46sonora, é óbvio que esse fenômeno que eu
- 1:00:47vou falar da reflexão, que é quando ela
- 1:00:48bate numa superfície e ela volta, esse
- 1:00:50fenômeno acontece também com onda de luz
- 1:00:51visível, acontece com vários tipos de
- 1:00:52onda, mas eu quero focar muito agora em
- 1:00:53alguns fenômenos próprios da onda
- 1:00:55sonora, tá? E o primeiro deles é esse, a
- 1:00:57reflexão, porque ela vai dar base pra
- 1:00:58gente entender o fenômeno do eco e o
- 1:01:00fenômeno da reverberação e o fenômeno de
- 1:01:02como que você consegue obter
- 1:01:03informações. Como é que funciona isso
- 1:01:04aqui, ó, tem aqui um morcego. Eu quero
- 1:01:05que você pense aqui, ó. Tem um morcego
- 1:01:07aqui. Tá feito. É, né?
- 1:01:10>> Então tem aqui um morcego.
- 1:01:11>> Certeza imaginar que é um morcego.
- 1:01:13>> Esse safado aqui, transmissor de raiva,
- 1:01:14tá? Não pode matar que é crime, sabia?
- 1:01:16Ele Como é que esse bicho? Primeiro que
- 1:01:18esse bicho não enxerga nada. Esse bicho
- 1:01:19aqui tem visão lixosa. Horrível. Nem
- 1:01:21>> entendi.
- 1:01:21>> É muito limitada. Esse morcego. Esse
- 1:01:23morcego não enxerga merda nenhuma, tá? E
- 1:01:25ele voa de noite com perfeição, desvia
- 1:01:26dos outros, pega, captura presas,
- 1:01:28captura frutas. Esse bicho faz faz de
- 1:01:30tudo, tá? Mas como que isso funciona?
- 1:01:32Então é o seguinte, esse safado ele fica
- 1:01:33o tempo todo emitindo onda sonora. Mas
- 1:01:36Pedro, eu nunca escutei morcego passando
- 1:01:37por ele gritando, mas ele fica que não
- 1:01:40dá para tu ouvir as ondas sonoras dele.
- 1:01:41Mas ele emite, tá? Ele tá soltando onda
- 1:01:42sonora o tempo todo. Muitas inclusive,
- 1:01:45tá? Inclusive, vem aqui antes aqui,
- 1:01:46cara. Eu vou dar um exemplo agora.
- 1:01:47Brutal, tá? Brutal, brutal, brutal. Cadê
- 1:01:48aquela aquela vareta lá? Aqui, tá aqui,
- 1:01:50tá aqui. Olha só,
- 1:01:51>> eu vou, né? Eu quero, cara, isso aqui,
- 1:01:54isso aqui vai ser brutal, tá bom? Existe
- 1:01:55um cara na história, esse cara, eu não
- 1:01:57lembro o nome dele agora, mas essa
- 1:01:58história real, que ele eh ficou
- 1:02:00completamente cego e ele fez diversas
- 1:02:02expedições pelo mundo, viajou sozinho
- 1:02:03por vários locais andando, usando uma
- 1:02:05bengala que na ponta tinha um um certo
- 1:02:07metal muito duro e ele ficava dando
- 1:02:10porrada no chão e com as a os tempos
- 1:02:12diferenciais de reflexão do som nas
- 1:02:14coisas, ele conseguia enxergar as
- 1:02:15coisas. Porque também tem uma coisa,
- 1:02:17muita gente vai falar isso, é um
- 1:02:17absurdo, galera. Quando você nasce sem
- 1:02:19um sentido, quando você nasce privado de
- 1:02:21visão, principalmente a visão, que é o
- 1:02:22sentido de maior densidade de sistema
- 1:02:24nervoso, a visão é o que mais entrega
- 1:02:26informação pra gente, pô, mais a gente
- 1:02:27consome energia.
- 1:02:28>> Exatamente. É porque a
- 1:02:30>> é o mais caro, ela ela veio por último
- 1:02:31na escala evolutiva, né? Primeiro que os
- 1:02:33os animais lá na escala evolutiva,
- 1:02:34primeiro eles começam a ser capazes de
- 1:02:35detectar moléculas químicas, eles
- 1:02:36começam a ser capazes de detectar
- 1:02:37variações de temperatura. Chega um
- 1:02:39momento que evolutivamente é vantajoso
- 1:02:40você conseguir detectar ondas sonoras,
- 1:02:42tá bom? Porque lembrando que aqui entre
- 1:02:43a gente não tem só as ondas que eu tô
- 1:02:45detectando, luz visível e e onda sonora,
- 1:02:47tem também onda de Wi-Fi, mas
- 1:02:48evolutivamente até hoje não foi
- 1:02:49vantajoso.
- 1:02:50>> Talvez ao longo de bilhões de anos
- 1:02:51apareça um bicho que que veja isso, né?
- 1:02:53Que que ele veja passando aqui o Wi-Fi.
- 1:02:55Agora voltando aqui, a visão ela um
- 1:02:56sentido muito sofisticada e quando você
- 1:02:57nasce sem ela ou você perde ela muito
- 1:02:59cedo, teu cérebro aloca os recursos de
- 1:03:01sistema nervoso por desenvolvimento de
- 1:03:02outros sentidos, especialmente a
- 1:03:03audição. Então agora eu quero que você
- 1:03:05eh você deixe o braço esticado assim em
- 1:03:07formato de punho na minha cara, tá? De
- 1:03:10modo que eu vou, eu sou cego e se eu for
- 1:03:11andando aqui, eu vou bater no braço
- 1:03:13dele, né? Como é que eu posso fazer para
- 1:03:15não bater no braço dele, né? Eu tô aqui
- 1:03:16com essa bengala e eu chego aqui agora,
- 1:03:17eu toco aqui. Quando eu toco aqui, eu
- 1:03:19percebo que a bengala ela tá bem longe.
- 1:03:21Eu consigo entender pelo tempo que eu
- 1:03:23levei para pr para tocar nele, que ó, eu
- 1:03:25não tô tocando nele. É, então tá tá
- 1:03:27distante. Agora, se eu pegasse a bengala
- 1:03:28aqui, eu ia ver que ela
- 1:03:29>> tá mais próxima,
- 1:03:30>> ela já ela já tocou na mão dele, já
- 1:03:32tocou. Eu já senti de volta aqui a
- 1:03:34sensação de reação. Então é porque esse
- 1:03:36negócio tá aqui. E inclusive se eu
- 1:03:37tivesse andando com várias bengalas, eu
- 1:03:38tenho uma aqui e uma aqui. Nessa aqui eu
- 1:03:41ia sentir, cara, esse exemplo, isso
- 1:03:42nunca foi explicado no Brasil inteiro de
- 1:03:43motão didático, nunca. Porque eu ia
- 1:03:45sentir que aqui eu tô emitindo vários
- 1:03:46sinais, várias bengalas. Eu ia sentir
- 1:03:47que aqui eu eu tô eu tive uma resposta
- 1:03:49rápida, já tem algo próximo e ali não.
- 1:03:50Então eu ia eu ia não apenas saber se
- 1:03:51tem ou não tem, eu ia saber que é o
- 1:03:52braço dele que tá aqui e que aqui é a
- 1:03:54barriga dele.
- 1:03:55>> Isso acontece com o som. Isso acontece
- 1:03:57com o som. O morcego ele anda assim.
- 1:03:59Então vamos lá. Tem uma árvore aqui e
- 1:04:00essa árvore tem, sei lá, uma um galho
- 1:04:02vindo para cá e nesse galho aqui tem uma
- 1:04:03fruta. Esse esse esse aqui,
- 1:04:05esse safado, ele tá emitindo onda sonora
- 1:04:07loucamente para tudo quanto é lado. E
- 1:04:09ele além de estar emitindo onda sonora,
- 1:04:10essas ondas sonoras elas vão batendo,
- 1:04:11vão fazendo reflexão, vão voltando para
- 1:04:13esse morcego. E ele tem um aparato de
- 1:04:14sistema nervoso capaz de calcular os
- 1:04:16tempos de retorno. Ele sabe quanto
- 1:04:17demorou mais, quanto demorou menos. Até
- 1:04:18então ele vinha voando por aqui e ele
- 1:04:20nem tá sentindo aquelas ondas voltarem.
- 1:04:21Agora quando ele se aproxima da árvore,
- 1:04:23ele consegue perceber que as ondas tem
- 1:04:24certas ondas sonoras que ele tá mandando
- 1:04:26para cá que elas demoram para voltar.
- 1:04:28Tem certas ondas sonoras que ele manda
- 1:04:29para cá que elas demoram para voltar,
- 1:04:31mas tem uma onda, um feixe de ondas
- 1:04:33sonoras que ele tá mandando para cá que
- 1:04:34tá voltando para ele mais rápido, tá
- 1:04:36chegando mais rápido nele porque tem uma
- 1:04:38coisa aqui mais perto. E nisso só com
- 1:04:40essa s, isso é uma coisa bizarra, tá?
- 1:04:41Vamos lembrar que isso é uma coisa, de
- 1:04:42novo, eu cliquei aqui em alguma coisa
- 1:04:43que que fechou, vamos lembrar que isso é
- 1:04:45uma coisa bizarra. Ele ele tá entendendo
- 1:04:47qual é a diferença no tempo de reflexão,
- 1:04:49no tempo de retorno das ondas sonoras
- 1:04:51dele. E ele sabe que tem algo aqui, ele
- 1:04:54consegue entender exatamente o que que
- 1:04:55tem aqui, tá bom? O nome disso é sonar.
- 1:04:56Ele tá disparando pulsos sonoros e com
- 1:04:58base nos tempos diferenciais ele
- 1:05:00consegue entender que tem um objeto aqui
- 1:05:01no filme Demolidor. O Demolidor ele é
- 1:05:03cego. Eu visto isso quando eu era
- 1:05:04criança. Tu já viu essa parte do filme?
- 1:05:05Ele é cego só. E ele tem uma mulher lá
- 1:05:07que ele gosta e ele nunca consegue ver
- 1:05:09ela. Mas tem um dia que tá chovendo para
- 1:05:10ele leva ela lá pro terraço e
- 1:05:12com tantas e tantas gotas de água
- 1:05:13batendo nela, ele forma uma imagem dela
- 1:05:15na cabeça
- 1:05:16>> a partir da audição.
- 1:05:17>> Por quê? Porque tem uma gota que bate
- 1:05:18aqui, tem uma gota que bate aqui e uma
- 1:05:19que bate aqui. Cada gota dessa gera um
- 1:05:21tempo diferente de de de chegada da onda
- 1:05:23sonora no ouvido dele. E aí ele
- 1:05:24constrói. Isso é uma isso, cara. uma
- 1:05:25cena absurda de criativa do cinema,
- 1:05:27porque aparece lá uma construção do
- 1:05:28formato do rosto dela. Só que isso
- 1:05:30também acontece no ultrom. O ultrom tem
- 1:05:32um monte de líquido dentro da barriga
- 1:05:33dela, então é até bom pro som se
- 1:05:34propagar porque é um meio mais denso,
- 1:05:35tem um bebê lá dentro. É claro que o
- 1:05:36bebê é feito de outros materiais do que
- 1:05:38o líquido que tá na barriga e dos outros
- 1:05:39tecidos. A a obstetra, ela vai colocar
- 1:05:41lá um aparelho que ele é o quê? Ultra
- 1:05:42som. Ele vai disparar sons ali que tu
- 1:05:43nem consegue escutar. São sons de
- 1:05:44altíssima frequência. Tá bom? Mas tá
- 1:05:46disparando sonó ali que vão batendo em
- 1:05:48tudo lá dentro. Em tudo emissor,
- 1:05:50exceptor. Exatamente. Vão vão vão bater
- 1:05:51e vão viajar pela barriga da mulher. vão
- 1:05:53ser recebidos pelo próprio aparelho. O
- 1:05:54aparelho recapta eles, recapta o tempo
- 1:05:56de retorno e no software dele, que é
- 1:05:57como se fosse o cérebro do morceego, ele
- 1:05:59integra isso e aí ele forma a imagem do
- 1:06:01bebê por causa dessas reflexões, desses
- 1:06:02tempos diferentes de retorno do som.
- 1:06:04Beleza?
- 1:06:05>> Nosso olho faz isso.
- 1:06:06>> Agora assume que eu já falei muito
- 1:06:07>> não, o nosso olho faz isso.
- 1:06:09>> Como
- 1:06:09>> a gente tem dois tipos de células no no
- 1:06:11no aparato visual. Eu não sabia que ele
- 1:06:13fazia isso. Bizar.
- 1:06:13>> A que capta intensidade. Tem a que capta
- 1:06:15a cor e a que capta intensidade.
- 1:06:17>> A da cor é os cones, intensidade é
- 1:06:18bastonete.
- 1:06:19>> Então os bastonetes nosso sistema ótico
- 1:06:21capta intensidade. Traduz isso pro que
- 1:06:23você acabou de explicar.
- 1:06:25>> Ele ele cap o que você captou com
- 1:06:27intensidade aqui
- 1:06:28>> te deu noção dessa dimensão.
- 1:06:30>> Esse aqui tá com menos intensidade, te
- 1:06:32dá noção de profundidade. Então a gente
- 1:06:34só tem noção de profundidade por conta
- 1:06:36desse nosso agora não é sonar, é radar.
- 1:06:40Onda, onda eletromagnética. Onda
- 1:06:43eletromagnética.
- 1:06:44>> Ea é uma uma radar. A diferença entre
- 1:06:46radar e sonar é essa.
- 1:06:47>> Mas tu é o sonar capta a onda mecânica
- 1:06:50do
- 1:06:50>> Essa ninguém esperava. Mas dá só uma
- 1:06:52pausa aqui porque tu vai agora, tu vai
- 1:06:53explicar, hein? Que eu já tô falando
- 1:06:54muito. Quero que você agora deixa eu
- 1:06:56descansar. Mas tu já imaginou na vida de
- 1:06:58uma aula dessa no YouTube?
- 1:06:59>> Onde que se viu uma aula dessa? Olha,
- 1:07:01muito o pessoal deve est louco agora na
- 1:07:02aula. Deve est assim gostoso falar sobre
- 1:07:03sobre esses assuntos. Aí aí você você
- 1:07:06agora fechou a lá o fenômeno de
- 1:07:08reflexão, boa parte dele. A gente ainda
- 1:07:09tem que fazer algumas discussões, mas
- 1:07:11falamos tudo sobre velocidade e sobre
- 1:07:13frequência.
- 1:07:15>> Mas vamos falar do período de latência
- 1:07:16do ouvido do eco, do Grand Canyonel.
- 1:07:18>> Deixa eu falar isso lá. Então beleza,
- 1:07:20>> deixa eu falar assim na reflexão,
- 1:07:21mestre, porque agora a gente precisa
- 1:07:23falar sobre o lambida, cara. A gente
- 1:07:25precisa falar sobre o lambda.
- 1:07:25>> Estamos evitando, né? Eu estou evitando.
- 1:07:27>> Sabe por o lambda é a grandeza que
- 1:07:29determina o tamanho da onda,
- 1:07:30>> tá? Então a gente já tem o V e já tem o
- 1:07:31F. É só que eh eh no mundo da
- 1:07:35ondulatória, deixa eu deixa eu deixa eu
- 1:07:36limpar aqui, no mundo da ondulatória, eh
- 1:07:40a gente se acostuma, a gente se
- 1:07:42acostumou a desenhar isso aqui e falar
- 1:07:45que isso é uma onda. Só que isso aqui
- 1:07:47não é uma onda. Isso aqui é uma
- 1:07:49representação pedagógica das
- 1:07:51perturbações que a gente tá conversando
- 1:07:52desde o início da aula. É uma representa
- 1:07:54representação pedagógica. Por quê?
- 1:07:56Porque visualmente falando, a gente
- 1:07:58consegue fazer essa construção na corda,
- 1:07:59>> mas não é assim que acontece de fato na
- 1:08:00realidade, né? Então, na corda acontece,
- 1:08:02>> na corda acontece, né?
- 1:08:03>> E a gente consegue ver.
- 1:08:04>> É,
- 1:08:05>> então como na corda eu consigo falar,
- 1:08:07isso é uma onda, tá? Tu tá entendendo?
- 1:08:09Entendi. Então, toda vez que eu desenhar
- 1:08:11isso agora, tu entende que isso é uma
- 1:08:12onda?
- 1:08:13>> É, mas o som não tem nada a ver com
- 1:08:14isso. Quando o som tá se propagando,
- 1:08:16>> som não sobe desce.
- 1:08:17>> Eu eu vou eu vou eu vou imaginar que
- 1:08:18aqui é um altofalante, né? Emitindo ali
- 1:08:21o som e aqui tem uma pessoa ouvindo.
- 1:08:23>> Aham.
- 1:08:24>> Tu já parou para pensar o que que são
- 1:08:25essas linhas? São os momentos em que as
- 1:08:28moléculas, não fica intuitivo. Quando
- 1:08:30você bota esse desenho aqui, o aluno não
- 1:08:32entende que aqui está se propagando o
- 1:08:33som?
- 1:08:33>> Sim, sim, sim, sim.
- 1:08:34>> Mas por que que isso tá intuitivo? Na
- 1:08:36propagação do som, as moléculas vão
- 1:08:38vibrando paraa frente, para trás, como a
- 1:08:39gente já conversou. Então, essa daqui é
- 1:08:40uma região de acúmulo energético, é uma
- 1:08:42região onde a vibração ali fica intensa,
- 1:08:44onde a gente vê a energia se
- 1:08:46concentrando ali como se fosse a água no
- 1:08:48mar subindo enquanto a energia passa.
- 1:08:52Nesses lugares aqui de pico energético,
- 1:08:54eu posso desenhar um pico dessa onda
- 1:08:58transversal. Eu desenho esse pico aqui
- 1:09:00nesse lugar e a pessoa vai entender, tá?
- 1:09:02Ali tem uma zona, um lugar de acúmulo
- 1:09:04energético. Em
- 1:09:06>> na prática isso é o ar se espremendo
- 1:09:08assim, né?
- 1:09:08>> É o ar. O a a na propagação, como a
- 1:09:10gente conversou, as moléculas ficam indo
- 1:09:11pra frente, para trás. Essas que
- 1:09:13vibraram pra frente, para trás, acabam
- 1:09:15vibrando a próxima camada molecular pra
- 1:09:17frente, para trás. Então, dá para se
- 1:09:19imaginar que existirão numa fotografia e
- 1:09:22digamos que a gente tivesse uma uma
- 1:09:23câmera capaz de fotografar as moléculas
- 1:09:26que estão se movimentando enquanto a
- 1:09:27gente fala. Imagina que a fotografia
- 1:09:30ficasse assim, ó.
- 1:09:34>> Uma fotografia. Parou no tempo, né?
- 1:09:35>> É uma fotografia. Isso aqui não é um
- 1:09:36filme.
- 1:09:37>> Isso é o ar entre a gente, né?
- 1:09:38>> É o ar entre a gente. Aqui tá,
- 1:09:41Aqui tá a sua boca e aqui tá o meu
- 1:09:44ouvido.
- 1:09:44>> Aham. E aí, ó, a energia tá se
- 1:09:46propagando. Aí tiraram uma foto. Por
- 1:09:48essa foto, não dá para ver que essa
- 1:09:50região aqui, essa região aqui e essa
- 1:09:51região aqui são acúmulos energéticos?
- 1:09:53>> Sim, porque as moléculas estão mais
- 1:09:55concentradas.
- 1:09:56>> Exato, né? Foi com pressão.
- 1:09:58>> Aí vai relaxar estranho, né? Porque na
- 1:10:00corda era para cima e para baixo. Aqui
- 1:10:01>> é pra frente para trás.
- 1:10:02>> Frente, para trás,
- 1:10:03>> tá? Se eu concordo que esse é um ponto
- 1:10:05de acúmulo energético, esse também, esse
- 1:10:06também, eu posso desenhar, eu posso
- 1:10:09desenhar isso aqui, ó. Posso desenhar
- 1:10:11isso aqui.
- 1:10:13>> Essas são as cristas. Aham. Que que tem
- 1:10:15entre as cristas?
- 1:10:16>> Vales.
- 1:10:16>> Então eu desenho isso aqui para
- 1:10:18representar esse som.
- 1:10:20>> Então isso aqui não é de fato a onda, é
- 1:10:22uma representação pedagógica do que
- 1:10:24acabou de acontecer ali.
- 1:10:25>> Mas isso é isso
- 1:10:26>> aí. Agora eu quero falar sobre o tamanho
- 1:10:28dessa onda. Como é que eu meço o tamanho
- 1:10:30dessa onda?
- 1:10:31>> Fica confusa pensando que a que que é
- 1:10:33isso aqui na prática?
- 1:10:34>> Não, nenhuma, nenhuma ondaolismo da onda
- 1:10:36>> nenhuma onda exceto a da corda se
- 1:10:38comporta desse jeito. A gente pode
- 1:10:40pensar na do mar, mas a do mar ela se
- 1:10:41comporta assim, ó. É, aqui tem duas,
- 1:10:44dois pulsos energéticos do mar.
- 1:10:46>> Então, se eu fosse representar na vista
- 1:10:47pedagógica, seria
- 1:10:49>> isso.
- 1:10:50>> Eu admito que aqui no meio dessas duas
- 1:10:52cristas eu tenho um vale. Não é que a
- 1:10:54água desceu, a água não desce.
- 1:10:56>> É, é.
- 1:10:56>> A água fica ali. É como se a gente
- 1:10:58tivesse só nó. Os professores e usam
- 1:11:01essa denominação. Aqui tem um eixo
- 1:11:03principal. Aí esse cara é é nó, esse
- 1:11:05cara é crista, esse cara é válido. Aí tu
- 1:11:07vai pra onda no mar. Então na onda no
- 1:11:09mar eu só teria crista e nó. Só que não
- 1:11:11faz sentido. Na verdade, como é que a
- 1:11:12gente mede no mar? A gente marca as
- 1:11:14cristas. Vamos pensar no mar aqui assim,
- 1:11:16ó. Visto de cima. Tu tá no teu
- 1:11:17helicóptero,
- 1:11:18>> tu já tem, né?
- 1:11:19>> É, não tenho dois só.
- 1:11:20>> Isso é, tu pegou um dos teus
- 1:11:21helicópteros, foi lá para cima no alto
- 1:11:23mar. E aí você tá vendo regiões mais
- 1:11:26escurecidas e regiões mais claras.
- 1:11:29>> Eu tô olhando de cima daqui.
- 1:11:29>> Tá olhando de cima do teu helicóptero.
- 1:11:30>> Que isso, mano?
- 1:11:31>> Repara. Essa aqui é uma crista, não é?
- 1:11:33Essa aqui é outra crista. Essa aqui é
- 1:11:34outra crista.
- 1:11:35claro
- 1:11:35>> é o a tonalidade vai mudar por conta da
- 1:11:38distância do que dá aquela tonalidade de
- 1:11:40azul. Admitindo que isso aqui é crista,
- 1:11:42tu pega e desenha. Ó, eu tenho essa
- 1:11:44crista. Pera aí, desculpa. Eu tenho essa
- 1:11:46crista. Essa crista é essa. Então, vou
- 1:11:47fazer isso aqui, ó. Vou fazer esse
- 1:11:49desenho aqui. Vou imaginar que aquela
- 1:11:51onda esteja se comportando assim. Aí vou
- 1:11:53fazer um desenho pedagógico daquilo ali
- 1:11:55para que eu possa estudar.
- 1:11:57Eletrocardiograma é um desenho
- 1:11:58pedagógico dos impulsos elétricos que
- 1:12:01provocam a contração e relaxamento do
- 1:12:03coração.
- 1:12:03>> Mostra, mostra aqui para ele só para que
- 1:12:05isso, isso cai na prova, né? Já apareceu
- 1:12:06vez. Deixa eu, deixa eu voltar aqui.
- 1:12:07Vai, vai ter que ter um tempinho ali
- 1:12:08para ela. Calma. Aí foi. Vai.
- 1:12:10>> Então, imagina um eletrocardio. Pô, bem
- 1:12:12ruim.
- 1:12:18Imagina um elétr, ficou bem feio, mas dá
- 1:12:20para imaginar. Imagina o
- 1:12:21eletrocardiograma. Esses picos aqui
- 1:12:24>> são interpretações do batimento
- 1:12:26cardíaco, mas são picos energéticos, pô.
- 1:12:28Tem algum movimento no coração
- 1:12:30>> que é determinado por um acúmulo
- 1:12:31energético de eletricidade, né? Óbvio,
- 1:12:33né? Que o nosso sistema eh ele é ele é
- 1:12:36ele é conduzido por eletricidade. Então,
- 1:12:37naquele momento em que a descarga
- 1:12:39elétrica aconteceu,
- 1:12:40>> o equipamento que está sendo usado para
- 1:12:42medir eh o o batimento cardíaco
- 1:12:44interpretou e gerou esse pico aqui.
- 1:12:46>> Perfeito,
- 1:12:47>> cara. O coração é um gerador de onda?
- 1:12:50Não, não, não precisa admitir isso. Mas
- 1:12:53a gente consegue interpretar, aliás,
- 1:12:55interpretar não, representar o batimento
- 1:12:57cardíaco através de uma imagem
- 1:12:59pedagógica que é o comportamento
- 1:13:00ondulatório. Tem frequência, tem
- 1:13:02estacionário.
- 1:13:03>> Caraca.
- 1:13:04>> Aí aqui por esse tamanho eu meço, por
- 1:13:07exemplo, o lambda. Mas eu também consigo
- 1:13:08medir aqui a frequência.
- 1:13:10>> Então, pera aí. O lambda é o comprimento
- 1:13:12de onda,
- 1:13:12>> é o tamanho dela.
- 1:13:13>> Aí para eu medir ele numa vista
- 1:13:16pedagógica, quando eu transformei a onda
- 1:13:17real em vista pedagógica, eu meço a
- 1:13:19distância aqui
- 1:13:19>> entre duas cristas.
- 1:13:21>> E ó, e guarda essa informação.
- 1:13:22>> Mas é para dear ou entre dois vales,
- 1:13:23entre dois pontos.
- 1:13:24>> Não esquece isso. Guarda essa
- 1:13:25informação. O que é o lambda? É a
- 1:13:27distância entre duas cristas. A ciência
- 1:13:29ela mede o tamanho de onda pelos lugares
- 1:13:32onde há acúmulo energético,
- 1:13:33>> mesmo que também dê para medir.
- 1:13:35>> Dá para medir,
- 1:13:36>> dá para dá para medir pela, e simetria
- 1:13:39do desenho. Tu pega a simetria do
- 1:13:40desenho e esse tamanho aqui, esse
- 1:13:43tamanho aqui também vai corresponder ao
- 1:13:45lambida, que é a distância entre dois
- 1:13:47não
- 1:13:48>> vamos desenhar duas ondas aqui pra
- 1:13:50galera ver, ó. Se eu desenho duas ondas
- 1:13:52aqui, essa distância aqui, ó,
- 1:13:55>> que é entre dois nós não consecutivos,
- 1:13:57>> isso aqui é o lambda, o comprimento de
- 1:13:58onda entre dois nós consecutivos, não
- 1:14:00consecutivos, porque tem não
- 1:14:01consecutivos, né? Porque tem um nó aqui,
- 1:14:02um aqui e um aqui. Aí entre esse e esse
- 1:14:04aqui é o lambda, certo?
- 1:14:05>> Exato. Mas por que que a gente consegue
- 1:14:07definir que isso é um lambda? Porque
- 1:14:09simetricamente falando, esse tamanho é o
- 1:14:11mesmo desse aqui.
- 1:14:13>> Esse tamanho é o mesmo desse aqui.
- 1:14:14>> Sim. Mas a definição mesmo é, mas isso
- 1:14:17aqui, como eu já falei, isso aqui é uma
- 1:14:18representação pedagógica de uma coisa
- 1:14:20que a gente mede a partir da percepção
- 1:14:21dos acúmulos energéticos.
- 1:14:23>> Brutal.
- 1:14:23>> A gente só percebe acúmulo energético na
- 1:14:25propagação de uma onda.
- 1:14:26>> Então se eu tenho aqui uma camada de a,
- 1:14:29tem uma onda sonora viajando por ela,
- 1:14:33né? Aqui tem essa região aqui maior de
- 1:14:36maior densidade, essa de maioridade, os
- 1:14:38acumos energéticos estão aqui, né? O
- 1:14:40lambda seria a distância que tem entre
- 1:14:42esses dois aqui,
- 1:14:42>> porque você não tá vendo nó, você não tá
- 1:14:44vendo vários.
- 1:14:44>> É verdade. Agora é claro que numa
- 1:14:46representação pedagógica, né, eu ia ser
- 1:14:47obrigado a
- 1:14:48>> a desenhar,
- 1:14:49>> fazer isso aqui.
- 1:14:51Da mesma forma que o lambda é isso aqui,
- 1:14:52ele também é isso aqui. Mas na prática
- 1:14:54ninguém fica medindo de vale até vale.
- 1:14:56>> Na ciência não.
- 1:14:57>> Brutal. Agora tem uma relação entre
- 1:15:00tamanho da onda, amplitude da onda, que
- 1:15:03é uma grandeza que a gente ainda não
- 1:15:04comentou aqui, mas vale a pena a gente
- 1:15:05comentar, e propagação. Então vou
- 1:15:08precisar diferenciar.
- 1:15:09>> Não, mas então define amplitude
- 1:15:10primeiro.
- 1:15:11>> Lambda é amplitude. Vou definir
- 1:15:12amplitude para diferenciar do lambida,
- 1:15:14>> tá?
- 1:15:14>> A amplitude ela diz respeito à
- 1:15:17intensidade com que o pulso tá sendo
- 1:15:20gerado. Como assim? Eu posso gerar dois
- 1:15:22pulsos com a mesma frequência, por
- 1:15:24exemplo, 2 Hz.
- 1:15:25>> Sim. Só que eu vou entregar mais. Os
- 1:15:28dois estão com 2 R, tá? Mesma
- 1:15:29frequência, tá?
- 1:15:29>> Mesma frequência. Então, mesmo tipo
- 1:15:31energético.
- 1:15:32>> Só que eu quero fazer com essa mão aqui
- 1:15:34uma amplitude maior. Repara que nessa
- 1:15:36comparação eu tô entregando mais energia
- 1:15:39para essa onda do que para essa. Agora,
- 1:15:40cuidado, tá? O Enem nunca vai colocar
- 1:15:42ondas com frequências diferentes e
- 1:15:45amplitudes diferentes para comparar o
- 1:15:47nível energético das duas, porque aí é
- 1:15:49complexo, né?
- 1:15:49>> Então, deixa eu ver se eu entendi. Vamos
- 1:15:50lá. 1 2 3 4. Isso aqui é 1 Hz que eu tô
- 1:15:53fazendo, tá? Um, um, um, agora
- 1:15:56>> tu entregou o nível energético aqui.
- 1:15:58>> Por conta da amplitude que você
- 1:15:59entregou.
- 1:15:59>> Entreguei um nível energético.
- 1:16:00>> Vai
- 1:16:01>> um um.
- 1:16:02>> Tu tá entregando mais energia ainda que
- 1:16:04é mesma. A frequência é a mesma.
- 1:16:06>> Então você pode entregar mais energia a
- 1:16:08partir do aumento da da amplitude sem
- 1:16:10alterar frequência.
- 1:16:11>> Mais frequência é mais energia, mas mais
- 1:16:13amplitude também é mais energia se for a
- 1:16:14mesma frequência. Pera aí, vou fazer um
- 1:16:15teste. Então, vou vou mandar para tu
- 1:16:16duas notas de mesma frequência, mas eu
- 1:16:18vou tentar botar mais amplitude em uma
- 1:16:20delas, já que amplitude traduz
- 1:16:21intensidade. Então, vamos lá,
- 1:16:23>> ó.
- 1:16:24Agora vou tentar fazer a mesma nota
- 1:16:26fazendo vibrar do mesmo jeito.
- 1:16:29>> Ficou mais intenso.
- 1:16:29>> Mas a vibração da minha corda vocal é a
- 1:16:31mesma.
- 1:16:31>> Isso
- 1:16:31>> porque a vibração no som ela dá a
- 1:16:33configuração se ele é agudo ou grave.
- 1:16:34>> A nota musical foi a mesma.
- 1:16:36>> A mesma. Então o nível energético das
- 1:16:37duas em termos de frequência foi o
- 1:16:39mesmo, mas em um você empregou mais
- 1:16:41intensidade
- 1:16:42>> no que tá mais do que Por isso que eu
- 1:16:44falei que tem uma relação com
- 1:16:45propagação. Frequ eh o lâmbida, a a
- 1:16:49amplitude são duas grandezas de tamanho
- 1:16:52>> e elas duas relacionadas t uma relação
- 1:16:54com a propagação. Então quanto mais
- 1:16:56intenso é o som que você gera ou é a
- 1:16:58onda que você gera, maior vai ficar a
- 1:17:00amplitude. Por exemplo, vermelho. Eu
- 1:17:02posso emitir uma luz vermelha, mas eu
- 1:17:04posso emitir uma luz vermelha colocando
- 1:17:06mais intensidade ou colocando menos
- 1:17:07intensidade. Os dois são vermelhos, mas
- 1:17:10um vai chegar mais longe do que o outro
- 1:17:11porque carrega mais energia, vai
- 1:17:13dissipar menos energia no tempo, aliás,
- 1:17:14vai dissipar, vai ser perdido com, vai
- 1:17:17demorar mais para ser perdido.
- 1:17:18>> Vou pedir aqui só, ô Gabriel, pega lá em
- 1:17:19cima, mano, aquela luzinha de LED, a
- 1:17:20gente vai precisar várias aulas. É
- 1:17:22total, pô, vou pedir em várias aulas.
- 1:17:24Não, essa ali tem em várias aulas a
- 1:17:26gente vai usar aquela pequenininha,
- 1:17:27quadradinha atrás as duas lá. Então, a
- 1:17:28maioria das pessoas aqui deve ter em
- 1:17:30casa uma luz de cimer, que é a luz que
- 1:17:32você regula a o nível de intensidade, o
- 1:17:34nível de brilho.
- 1:17:35>> Ah, a minoria das pessoas.
- 1:17:36>> Nós estamos aqui de ah, pode ter isso
- 1:17:38com ventilador.
- 1:17:39>> Ah, é, é
- 1:17:39>> o dier com ventilador. É,
- 1:17:40>> é, aí sim.
- 1:17:41>> Eh, eu pensei nisso aqui. Nós estamos
- 1:17:44com duas iluminações que t intensidades
- 1:17:46programável programáveis. Então, a gente
- 1:17:48consegue colocar mais intensidade ou
- 1:17:50menos intensidade.
- 1:17:50>> Ah, então isso aqui, essa luz aqui,
- 1:17:52vamos lá. Só para vocês saberem, tem uma
- 1:17:53luz ali branca vindo aqui pro Rafael.
- 1:17:56Como você tinha comentado que quando a
- 1:17:59gente muda a frequência, a gente muda a
- 1:18:00identidade e as frequências mais baixas
- 1:18:03vão deixando a luz mais avermelhada,
- 1:18:04mais amarelada. Isso
- 1:18:06>> eu vou ali agora e eu vou tentar, você
- 1:18:07me diz, tá certo? Eu vou tentar reduzir
- 1:18:09a frequência da luz. Só a frequência. Só
- 1:18:11me diz se eu vou fazer certo aqui para
- 1:18:12reduzir somente a frequência dela, tá?
- 1:18:13>> Só frequência.
- 1:18:14>> Pera aí. Não, pera aí. Aqui, ó. Vai.
- 1:18:17>> Foi. Reduziu a frequência.
- 1:18:18>> Eu reduzi a frequência que ela ficou
- 1:18:19mais amarelada.
- 1:18:20>> Ficou mais amarelada e tal. Agora eu vou
- 1:18:22agora eu vou aumentar de novo a
- 1:18:23frequência paraa mesma frequência que
- 1:18:24tava antes. Então aqui, olha só, era
- 1:18:26essa daqui. Agora eu vou tentar então
- 1:18:28mexer na frequência, mas eu não mexi na
- 1:18:30amplitude porque ele tá com
- 1:18:31>> cara, e eu tô incomodado com um detalhe
- 1:18:33técnico aqui dessa dessa parada. Na
- 1:18:35verdade, quando a luz tá branca, eh,
- 1:18:37estão vindo várias frequências de luz de
- 1:18:40de cores juntas, né, formando branco.
- 1:18:43>> O que é esse avermelhado que você gerou?
- 1:18:45Você tirou o azul da da jogada, você
- 1:18:49reduziu a intensidade de uma das cores
- 1:18:52que tá sendo emitida ali para geral.
- 1:18:53>> Tava 5600 Kelvin. Agora eu mudei para
- 1:18:552600. Quando ela ficou amarelada daquele
- 1:18:57jeito,
- 1:18:58>> eu mudei a temperatura da luz.
- 1:18:59>> É. É, mas essa é uma interpretação
- 1:19:00também que não vai ter uma relação
- 1:19:02direta com a ondulatória, mas com com a
- 1:19:04nossa tirei, eu eu enfraqueci
- 1:19:06componentes dessa luz dele.
- 1:19:07>> É, você tirou o azul.
- 1:19:08>> É. Aí, aí é é assim, quando a gente vai
- 1:19:11fazer filtro do Instagram, que é que a
- 1:19:13gente coloca uma foto mais clima
- 1:19:16inverno,
- 1:19:17>> a gente a gente tá ali acrescentando
- 1:19:18azul ou tirando vermelho, entendeu?
- 1:19:20Então, mas olha só, imagina imagina que
- 1:19:21você tivesse mudado de luz azul para luz
- 1:19:23vermelha.
- 1:19:24>> Ele vai trazer, a gente vai mostrar. Eu
- 1:19:25só vou modular então a intensidade, a
- 1:19:26amplitude. Só vou deixar ampli o que dá
- 1:19:29para fazer aqui bem direto. Então, olha
- 1:19:30só.
- 1:19:31>> Perfeito, ó. Nossa, parece um sol a
- 1:19:33parada, meu irmão.
- 1:19:34>> Gostou? É a mesma frequência. É
- 1:19:36>> a mesma. É o mesmo conjunto de
- 1:19:37frequências. Estão vindo várias
- 1:19:38frequências ali juntas, porque são
- 1:19:40várias, mas tem muito mais energia no
- 1:19:42rolê.
- 1:19:43>> Essa energia tá gastando mais energia
- 1:19:45elétrica, tá gastando mais potência eh
- 1:19:46por conta da potência e tal. Eh, é
- 1:19:49importante que vocês entendam que essa
- 1:19:51intensidade está relacionada a essa, a
- 1:19:53esse tamanho chamado amplitude e não
- 1:19:56relacionada a esse tamanho chamado
- 1:19:57lambida, porque o lambda vai ter uma
- 1:19:59relação íntima com frequência. E como eu
- 1:20:02falei, a frequência é identidade da
- 1:20:03onda.
- 1:20:05>> Aham. Como aí, ó, agora sim
- 1:20:06>> chegaram aqui as paradas. Vamos, vamos
- 1:20:08então demonstrar aqui algumas coisas,
- 1:20:10né? Essa daqui tá com tá com bastante
- 1:20:12carga, né? Vou começar a fazer algumas
- 1:20:13modificações aqui. Que que você acha?
- 1:20:15Primeiro e temos aqui uma cor, né? Esse
- 1:20:17aqui é um RGB propriamente dito, não é
- 1:20:18que nem aquele ali. Então eu vou começar
- 1:20:20ver se vê se eu tô certo. Eu vou colocar
- 1:20:21aqui uma cor de alta frequência. Então
- 1:20:23vou pegar agora aqui uma cor de
- 1:20:24altíssima frequência. Pronto. Tô aqui
- 1:20:26acho que no violeta agora.
- 1:20:27>> Violeta. Eles vão conseguir ver.
- 1:20:29>> É, agora vão aqui em mim. É.
- 1:20:30>> Ó lá. É a tua luz vai, a tua blusa é
- 1:20:33mais branca,
- 1:20:34>> vai desenvolver mais o violeta. Isso, ó,
- 1:20:35agora tão conseguindo ver que eu saí da
- 1:20:37cena, eles estão conseguindo ver.
- 1:20:38>> Sim. Esse aqui é o violeta, né? No rosto
- 1:20:39dá para ver bem,
- 1:20:40>> violeta, ó. Pera aí, pera aí, pausa aí.
- 1:20:41O violeta tem a frequência do violeta. O
- 1:20:43violeta tem a velocidade da luz. Se
- 1:20:44propaga na velocidade da luz.
- 1:20:45>> Velocidade não é problema. É a mesma
- 1:20:46velocidade que dependente da cor. Mas o
- 1:20:49violeta tem a frequência do violeta.
- 1:20:50Consequentemente o violeta tem o lambda
- 1:20:52do violeta, porque frequência lambda tem
- 1:20:54uma relação que eu vou mostrar daqui a
- 1:20:55pouco. Muda agora a cor,
- 1:20:57>> tá? Então, para mudar a cor, eu vou
- 1:20:58modular a frequência de vibração disso
- 1:20:59aqui. Eu vou botar uma frequência menor,
- 1:21:02botar uma a frequência menor que eu
- 1:21:03puder aqui. Olha só,
- 1:21:05>> eu acho que essa aqui é menor, tá?
- 1:21:06Vermelho.
- 1:21:07>> Essa agora ele, esse vermelho tem a
- 1:21:09frequência do vermelho e por isso o
- 1:21:10lâmbda do vermelho. Agora muda a
- 1:21:12intensidade do vermelho.
- 1:21:14>> Então, olha só, vou manter no vermelho
- 1:21:15aqui, mas eu vou agora. Ah, pera aí.
- 1:21:17Olha só. Pronto, agora sim. Tá no
- 1:21:18vermelho máximo. Antes não tava porque
- 1:21:20antes antes tava com uma outra
- 1:21:21configuração aqui que as cores ficavam
- 1:21:22fracas. Olha só. Agora eu tô no
- 1:21:23vermelho, tá? Eh, eu vou aumentar, vou
- 1:21:25mexer só na na intensidade, ou seja, na
- 1:21:27carga de energia por tempo ali que tá
- 1:21:28recebendo. Então, eu vou mexer na
- 1:21:29amplitude, falando em termos
- 1:21:30ondulatórios, tá bom? Olha só, é o mesmo
- 1:21:32tom, é o vermelho, mas ele tá muito mais
- 1:21:34intenso, né? Agora eu vou manter o mesmo
- 1:21:35tom vermelho, só que, ó, tô abaixando a
- 1:21:37intensidade dele, tô baixando a
- 1:21:37amplitude da onda, tá?
- 1:21:39>> Então aqui, olha só como é que ele fica
- 1:21:41fraquinho aqui no final das contas.
- 1:21:42Agora aqui, ó,
- 1:21:43>> isso, tu mexeu somente na amplitude.
- 1:21:44>> Só na intensidade, só na amplitude,
- 1:21:46>> tá? Ou seja, o que eles têm que guardar?
- 1:21:48Frequência tem uma relação com energia?
- 1:21:51frequência
- 1:21:51>> tem umação energia, tem
- 1:21:53>> o lambda, por consequência tem alguma
- 1:21:57relação com a energia também? Tem,
- 1:21:58porque o lambda está relacionado à
- 1:21:59frequência de alguma maneira
- 1:22:00>> e a gente vai mostrar
- 1:22:01>> e a gente vai mostrar o lambda tem uma
- 1:22:03relação com a energia também.
- 1:22:04>> E mas a intensidade que é a amplitude
- 1:22:06também tem uma relação com a energia. O
- 1:22:08Enem nunca vai misturar essas duas
- 1:22:10coisas, entendeu?
- 1:22:11>> Aham. Não vai misturar. Vai isolar uma
- 1:22:13delas.
- 1:22:13>> Exemp. Vai isolar uma delas. Por
- 1:22:14exemplo, se o Enem,
- 1:22:15>> altíssima frequência, né? Se o Enem
- 1:22:16quiser perguntar qual dessas duas ondas
- 1:22:18tem mais energia
- 1:22:20>> na mesma intensidade.
- 1:22:21>> Na mesma intensidade. Ou ele nem vai
- 1:22:23citar a intensidade, ele vai perguntar
- 1:22:26>> é qual dessas duas ondas tem mais
- 1:22:27energia. Olhando para frequências
- 1:22:29diferentes, ele não vai citar nada sobre
- 1:22:30amplitude. Agora, qual dessas ondas tem
- 1:22:33mais energia?
- 1:22:34>> O vermelho fraquinho ou o vermelho
- 1:22:35fortão?
- 1:22:35>> Ele tá olhando só pra amplitude,
- 1:22:37entendeu?
- 1:22:37>> Tá muito feou. Fechou esse pensamento.
- 1:22:40Então, conversamos tudo sobre lâmidda.
- 1:22:42Agora é a hora da gente juntar essas
- 1:22:43coisas.
- 1:22:43>> É isso aí, cara. Bizarro. Eu acho que eu
- 1:22:46vou vou vou arregaçar o quadro todo,
- 1:22:47mano. Vou dar tchau pr tudo que tá aqui.
- 1:22:49Beleza.
- 1:22:49>> Imagens tava no próximo, né?
- 1:22:50>> Deixa eu confirmar isso. Não, acho que
- 1:22:51imagem tava nesse aqui. Sabe?
- 1:22:52>> Não, não. Essa daí foi a gente a gente
- 1:22:54abriu esse essa tela daí.
- 1:22:55>> Ah, perfeito.
- 1:22:56>> A gente abriu essa tela só isso. Então,
- 1:22:57aqui, ó. Tchau. Agora deixa eu só
- 1:22:58ajustar o zoom aqui. Agora vai ficar
- 1:23:00super rápido o quadro.
- 1:23:01>> Pronto.
- 1:23:02>> Repara. Toda a onda.
- 1:23:05Fiz aqui uma onda pedagógica, né?
- 1:23:07>> Aham.
- 1:23:08>> Toda onda tem.
- 1:23:09>> Ô, tu não consegue mais simétrico, não?
- 1:23:10Dá um ando.
- 1:23:12>> Vou fazer um um simétrico aqui
- 1:23:13direitinho, cara.
- 1:23:15E vou fazer assim, ó, para caprichar,
- 1:23:16né? Vou caprichar pra galera também, né?
- 1:23:23Olha dali, vê se tá,
- 1:23:24>> galera. Olha só,
- 1:23:25>> deixa eu só falar um negócio com eles
- 1:23:26rapidinho. Eh, eu vou aproveitar aqui
- 1:23:28mesmo esse momento para falar, tá bom?
- 1:23:29Se você tá assistindo essa aula agora,
- 1:23:31eu tenho eu tenho certeza absoluta. Por
- 1:23:32isso que eu tô falando bem devagar,
- 1:23:33assim, eu não preciso correr com isso,
- 1:23:35como se fosse uma coisa que vai te
- 1:23:36atrapalhar, tá? Eu tenho certeza
- 1:23:37absoluta que você tá encantado com o
- 1:23:39nível da didática que eu e o Rafa a
- 1:23:41gente tá entregando aqui, o nível da
- 1:23:43profundidade técnica, tá? A essa altura,
- 1:23:45todo mundo já sabe, eu vou revelar mais
- 1:23:46uma vez, né? Vou vou reforçar isso. O
- 1:23:49Rafa, ele é o novo professor do nosso
- 1:23:51novo curso, SAD vestibulares
- 1:23:53tradicionais. Na plataforma SAD, eu
- 1:23:55tenho um curso chamado plataforma SAD,
- 1:23:56que custa R$ 5.000 por ano. Lá eu dou
- 1:23:58aula de todos os assuntos pro Enem com
- 1:24:00esse nível de didática para cima, tá?
- 1:24:02Fazendo todos os exercícios com você,
- 1:24:03fazendo 100, 150 questões às vezes por
- 1:24:05assunto, junto contigo, mostrando meus
- 1:24:06raciocínios, tá bom? Tu tem aulas ao
- 1:24:08vivo comigo, tudo fica gravado, tudo
- 1:24:09fica lindo, tu tem mentoria, tu tem
- 1:24:11motivação, tem banco de questões, 5.000
- 1:24:12por ano só a plataforma S. Agora a gente
- 1:24:14lançou um outro curso diferente. Eu não
- 1:24:15queria misturar plataforma de 100%
- 1:24:16específica para nem e eu lancei um outro
- 1:24:18curso com Rafa agora e com outros
- 1:24:20professores de altíssimo nível que foram
- 1:24:21responsáveis pela minha aprovação.
- 1:24:22Inclusive eles eram verdadeiras estrelas
- 1:24:24da cidade, tá bom? E aí esse curso é só
- 1:24:26para vestibulares tradicionais, ou seja,
- 1:24:27Fest, Unicamp, UFSC, o FRGS e o S, todos
- 1:24:32os vestibulares de alto nível, tirando
- 1:24:33item, I, porque aí entra numa esfera que
- 1:24:35a gente é completamente diferente, não
- 1:24:36faz sentido entrar nisso agora, tá? E
- 1:24:38esse curso aqui, por exemplo, a física é
- 1:24:39com Rafa. Claro que em uma aula ou outra
- 1:24:40eu vou aparecer também desse jeito, mas
- 1:24:41lá o Rafa vai partir de que tu já tem
- 1:24:43todo o domínio do Enem, tu vai ter
- 1:24:44comigo na plataforma e ele vai começar
- 1:24:46os aprofundamentos bizarros com
- 1:24:47resolução de questões e teoria completa
- 1:24:48para Fullvest, para Unicamp, para UFPR,
- 1:24:50para de segunda fase específicas,
- 1:24:52discursivas, tudo lá. E esse curso
- 1:24:53sozinho também, ele já é R$ 6.000 por
- 1:24:55ano. Nessa Black Friday você consegue
- 1:24:56comprar a plataforma SAD no vitalício,
- 1:24:59consegue ganhar 24 meses de acesso bônus
- 1:25:01ao EVT, depende de quando você tá
- 1:25:03assistindo esse vídeo. Isso aí foi uma
- 1:25:04coisa que eu fiz, uma loucura completa,
- 1:25:05tá? Não era nem para ter feito isso.
- 1:25:06Então, tu vai ver qual oferta tá aqui
- 1:25:08embaixo. Às vezes vai est 24 meses, às
- 1:25:09vezes vai est 12 meses, às vezes não vai
- 1:25:10tá mais em Black Friday. Pode ser que
- 1:25:11você assistindo esse vídeo, já passou
- 1:25:12Black Friday, vai ter uma oferta aqui
- 1:25:13embaixo. Mais para quem tá assistindo
- 1:25:15agora, tá em Black Friday, nosso preço
- 1:25:16atual tá bizarro, tá uma condição
- 1:25:18absurda que você leva o vitalista da
- 1:25:19plataforma S, leva o AVT, leva vários
- 1:25:20bônus, vai ter aqui embaixo. Então eu
- 1:25:22recomendo fortemente que se você tem
- 1:25:23dinheiro, tem condição de fazer isso,
- 1:25:25você bote esse dinheiro no meu bolso
- 1:25:26para que eu coloque na tua cabeça a
- 1:25:28inteligência e mude tua vida, tá bom? E
- 1:25:30o Rafa vai estar comigo nessa, certo? O
- 1:25:31link tá aqui embaixo para você fazer sua
- 1:25:33matrícula e aí tu vai ver lá o Rafa com
- 1:25:34todo o tempo do mundo para dar 150 aulas
- 1:25:37de física sem eu aqui enchendo saco,
- 1:25:39podendo aprofundar e só falando com
- 1:25:41alunos que já estão mais em alto
- 1:25:42desempenho, tá bom? Aqui na plantera já
- 1:25:44passou pela plataforma SAD,
- 1:25:45>> é isso.
- 1:25:46>> E eu vou destruir
- 1:25:47>> agora. Tu vai juntar tudo
- 1:25:48>> agora. Vamos lá. Vamos juntar tudo aqui.
- 1:25:50Aqui está o emissor gerando essa
- 1:25:51perturbação, seja mecânica, seja
- 1:25:53eletromagnética. Não interessa o formato
- 1:25:55da onda, como ela se como é a aparência
- 1:25:57dela, não interessa pra gente, mas a
- 1:25:59gente conseguiu traduzir
- 1:26:01o que ela é nessa imagem pedagógica.
- 1:26:04Nessa imagem pedagógica, o receptor tá
- 1:26:05aqui, emissor tá aqui e a onda percorre
- 1:26:07essa distância no tempo e por isso ela
- 1:26:09tem uma certa velocidade.
- 1:26:10>> Legal.
- 1:26:11>> A distância entre duas cristas é o
- 1:26:13lâmbidda, que é o comprimento de onda. E
- 1:26:15essa e essa outra dimensão aqui a gente
- 1:26:17vai chamar de amplitude,
- 1:26:18>> que se mede desse eixo central até um
- 1:26:19dos picos, né? Exatamente. É, é, é o
- 1:26:22eixo principal aqui até o a crista,
- 1:26:24normalmente a crista.
- 1:26:25>> Eu agora vou juntar a Ah, e o emissor
- 1:26:28emitiu essa onda numa certa frequência
- 1:26:30>> que está pareada com que o receptor
- 1:26:32consegue pegar.
- 1:26:32>> Perfeito.
- 1:26:33>> Essas grandezas se reúnem em V = F. Essa
- 1:26:37fórmula nada mais é do que a da
- 1:26:38velocidade média lá da cinemática, da
- 1:26:40velocidade constante lá da cinemática.
- 1:26:42Se essa velocidade aqui é fixa, eu
- 1:26:43percorro uma certa distância num certo
- 1:26:44tempo. Você explicou pra galera que o
- 1:26:46tempo de um pulso a gente chama de
- 1:26:48período e o período é o inverso da
- 1:26:49frequência. Então, se você analisar essa
- 1:26:50equação aqui, você enxerga logo V = F.
- 1:26:52>> Verdade. Verdade. Verdade.
- 1:26:54>> V =λ F. Vamos lá. Velocidade, a física
- 1:26:57gosta do metro por segundo. Lambida, a
- 1:26:59física gosta do metro. E frequência, a
- 1:27:01física vai precisar,
- 1:27:03>> vai precisar usar o por segundo, que é o
- 1:27:04segundo a1. Perfeito.
- 1:27:06>> A gente chama isso aqui de herz
- 1:27:07>> por segundo. É,
- 1:27:08>> que é o por segundo. Detalhes
- 1:27:10relevantes. A gente precisa relembrar o
- 1:27:13giga, o mega, o quilo.
- 1:27:18Pelo menos o giga é 10 elevado 9, que é
- 1:27:21bilhão. O mega é 10 elevado sexta, que é
- 1:27:23milhão. E o kilo é 10 elevado cubo, que
- 1:27:25é 1000.
- 1:27:25>> Para kHz, MHz e GHz, né?
- 1:27:27>> Esses caras aparecem o tempo todo
- 1:27:29associado ao Hertz. Porque, por exemplo,
- 1:27:31pega aí, pega uma rádio.
- 1:27:33>> Aham. Rádio emite onda de rádio,
- 1:27:36>> né? O aparelho rádio emite onda de
- 1:27:38rádio.
- 1:27:38>> Aí você vai sintonizar numa rádio
- 1:27:40qualquer. A gente costuma chamar a rádio
- 1:27:43por um número.
- 1:27:44>> É.
- 1:27:44>> Tu costuma ouvir alguma rádio? Algum
- 1:27:46temp. Não, quando eu era criança, meus
- 1:27:47pais ouviam a rádio dos evangélicos lá
- 1:27:4993 FM.
- 1:27:50>> Tá. Tu lembra o que que era esse 93?
- 1:27:52>> Cara, não, não lembro. Era FM. Era FM.
- 1:27:55Era FM. Sim, sim, sim, sim.
- 1:27:56>> Então, 93 MHz.
- 1:27:58>> Ah,
- 1:27:59>> por que isso?
- 1:28:00>> Eu lembro que o AM nunca pegava. O AM
- 1:28:01era sempre uma bosta. Botava no AM. Nada
- 1:28:03funcionando.
- 1:28:03>> Tá, pera aí. Ah, você você agora foi
- 1:28:05perfeito porque você conectou que eu
- 1:28:07preciso falar na sequência, que é a
- 1:28:09relação entre amplitude, comprimento de
- 1:28:12onda e propagação, que eu falei agora h
- 1:28:14pouco que a gente precisava fechar esse
- 1:28:15conceito.
- 1:28:16>> Mas eu vou deixar aqui o am de ladinho.
- 1:28:19Eu preciso que o aparelho da sua mãe.
- 1:28:21>> Aham.
- 1:28:22>> Eu sou o emissor, né? Eu sou a emissora.
- 1:28:24>> Tá. Tu é uma antena lá. Então,
- 1:28:25>> eu sou uma antena que tá emitindo
- 1:28:26>> numa montanha alta assim.
- 1:28:27>> Eu estou emitindo informação.
- 1:28:29>> É, onda eletrom.
- 1:28:30>> Daquele jeitinho início da nossa
- 1:28:31conversa. Eu tô emitindo uma informação,
- 1:28:32>> tá?
- 1:28:34>> Eu preciso,
- 1:28:34>> tu é então aqui, tu é uma antena.
- 1:28:35>> Eu sou uma antena. Eu preciso que a sua
- 1:28:37mãe sintonize o rádio dela na frequência
- 1:28:42que eu estou emitido. A gente chama isso
- 1:28:44de pareamento. Esse pareamento acontece
- 1:28:46pela frequência e por isso ela tem que
- 1:28:47saber qual é a frequência que eu tô
- 1:28:48mandando.
- 1:28:49>> Eu tô mandando a frequência de 10
- 1:28:51milhões de herz.
- 1:28:53>> Tem muita gente que pensa que da antena
- 1:28:54da rádio tá saindo um som.
- 1:28:56>> Não, não, não. Tá, tá saindo uma onda
- 1:28:57eletromagnética.
- 1:28:58>> A onda de rádio, galera, ela é uma onda
- 1:29:00eletromagnética. Ela não é que o
- 1:29:02aparelho rádio, ele é o aparelho que
- 1:29:03pega esse tipo de onda.
- 1:29:04>> Agora, olha que bizarro, essa onda que a
- 1:29:06emissora eletromagnético
- 1:29:07>> que a emissora mandou,
- 1:29:08>> ã,
- 1:29:09>> ao chegar na casa da sua mãe,
- 1:29:11>> no rádio aqui, então
- 1:29:12>> ela bateu, essa onda bateu no olho da
- 1:29:14tua mãe, no ouvido da tua mãe, no corpo
- 1:29:16da tua mãe
- 1:29:16>> e também na antena do rádio da tua mãe.
- 1:29:19>> Só que a antena do rádio da tua mãe tá
- 1:29:20sintonizada nessa frequência. Isso
- 1:29:22significa que as moléculas aqui estão
- 1:29:25vibrando mais ou menos nessa frequência
- 1:29:28para que aquia
- 1:29:29contida nessa onda consiga ser entregue
- 1:29:32à aquele aparato molecular que tá ali.
- 1:29:34>> Brutal, mano. Brutal.
- 1:29:35>> A, e a gente chama isso de sintonizar, a
- 1:29:37gente chama isso de parear modernamente.
- 1:29:39A gente vai conectar um celular no
- 1:29:40outro, a gente faz pare ou seja, eu
- 1:29:42quero que o teu celular enxergue o meu.
- 1:29:44Então, eu conecto eles numa mesma
- 1:29:45frequência para que a informação de um
- 1:29:47vá exatamente pro outro. Agora o rádio
- 1:29:48pega esse sinal de onda eletromagnética,
- 1:29:51transforma aqui dentro numa vibração
- 1:29:52mecânica e aí sim ele solta outra
- 1:29:54natureza de onda que é a onda mecânica
- 1:29:55somora casa a partir daquela conversão
- 1:29:57eletromagnética, ele vai ter que ter
- 1:29:58aqui um aparato mecânico, uma membrana
- 1:30:00que
- 1:30:00>> por que que tem que ter um íã aqui nesse
- 1:30:01alto-ofalante?
- 1:30:02>> Porque a corrente elétrica foi lá,
- 1:30:04passou no ímã, aí a gente lembra lá de
- 1:30:06toda a aula de magnetismo.
- 1:30:07>> Mas brutal, hein, mano? Que isso?
- 1:30:08>> Agora vamos lá. Essa onda é mahz, né?
- 1:30:11>> Vamos pegar uma M aqui qualquer.
- 1:30:13>> 1030
- 1:30:14kHz.
- 1:30:16é bem menos,
- 1:30:17>> ô. muito menos. A frequência aqui é
- 1:30:19muito baixa.
- 1:30:20>> Aqui não é 10 a trê
- 1:30:21>> é muito baixa. Ou seja, se você quiser
- 1:30:24qualidade sonora,
- 1:30:26>> tu vai precisar da FM ou da M?
- 1:30:28>> Ah, acho que a FM, por ter mais
- 1:30:29frequência entrega mais informação.
- 1:30:30>> Nossa, entrega mais informação. É mais
- 1:30:32energética essa onda aqui. É,
- 1:30:33>> tudo bem.
- 1:30:34>> Assim como o 4G, entrega mais informação
- 1:30:35que o 3G. E aí dá uma internet melhor.
- 1:30:36>> Só que aí a gente tem um problema aqui.
- 1:30:38Se eu quero uma onda de maior
- 1:30:39frequência, ela acaba ficando menor
- 1:30:43>> porque ela tem a mesma velocidade.
- 1:30:44>> É. Aí agora pausa o pensamento e se
- 1:30:46concentra no seguinte: as dimensões de
- 1:30:48uma onda elas são mais ou menos
- 1:30:50simétricas. Em que sentido? Não existe
- 1:30:53possibilidade de uma onda ter lâmbida de
- 1:30:55quilômetro e amplitude de milímetro.
- 1:30:58>> Caraca. É, faz sentido. É sim, sim.
- 1:31:00>> Que aí a energia não tá nem sendo
- 1:31:02sentida.
- 1:31:02>> Faz sentido.
- 1:31:03>> Também não existe um lambda de nanômetro
- 1:31:05>> com amplitude de quilômetro,
- 1:31:06>> não.
- 1:31:07>> Ou seja, as dimensões de uma onda elas
- 1:31:10são mais ou menos uniformes,
- 1:31:11patronizadas. senão você diz que a onda
- 1:31:13sumiu, se a amplitude ficar muito menor
- 1:31:15do que o comprimento, ou então você tem
- 1:31:17uma impossibilidade física de gerar uma
- 1:31:20amplitude tão maior do que o que o
- 1:31:21lâmbidda. Se ligou,
- 1:31:23>> tá?
- 1:31:23>> Agora,
- 1:31:24>> agora as sereias do bolo, essa onda aqui
- 1:31:27é muito pequenininha.
- 1:31:28>> É, é, é porque a frequência dela é
- 1:31:29altíssima
- 1:31:30>> comparada a essa, tá? Comparada a essa.
- 1:31:32Daqui a pouco a gente vai ver mais.
- 1:31:32>> Vocês estão entendendo que toda a base
- 1:31:33do raciocínio que ele tá mostrando aqui,
- 1:31:35só porque isso aqui pode ter passado
- 1:31:36despercebido, galera, ele botou ali que
- 1:31:38v igual lambda f. Isso aqui tem que ser
- 1:31:39agora o cód dos dos teus raciocínios,
- 1:31:41tá? Só que quando a gente pega uma
- 1:31:43fórmula de três grandezas e estabiliza
- 1:31:44uma e como é onda eletromagnética sempre
- 1:31:46no mesmo meio, a velocidade vai ser a
- 1:31:47mesma, a gente tem uma relação
- 1:31:48inversamente proporcional. Então por
- 1:31:50isso que ele disse que quanto maior for
- 1:31:51a frequência, menor vai ficar a onda e
- 1:31:53vice-versa.
- 1:31:53>> Exatamente. Só que eu tô falando aqui,
- 1:31:55ó. Ah, o lambda é pequeno, mas será que
- 1:31:56a amplitude não poderia ser grande? Não,
- 1:31:59vai jun, ou seja, o tamanho da dessa
- 1:32:02onda aqui, o tamanho dessa onda, o
- 1:32:04tamanho dessa onda é menor do que o
- 1:32:06tamanho dessa,
- 1:32:07>> tá?
- 1:32:07>> Tá bom.
- 1:32:08>> Bom, fechou isso.
- 1:32:08>> Voltar pra caneta quando for escrever,
- 1:32:09>> tá? Fechou? Que que acontece então se eu
- 1:32:12tenho um prédio
- 1:32:14entre o rádio da tua mãe e o o emissor?
- 1:32:17Esse prédio começa a atrapalhar a
- 1:32:18propagação dessa onda,
- 1:32:20>> tá?
- 1:32:20>> Porque existe uma relação entre tamanho
- 1:32:22da onda,
- 1:32:24>> ó.
- 1:32:25>> Isso. Perfeito.
- 1:32:27>> O prédio pode atrapalhar aqui.
- 1:32:28Atrapalhar porque essa onda para passar
- 1:32:30pelo prédio vai precisar fazer algum
- 1:32:31fenômeno. Uma refração, uma difração,
- 1:32:34>> uma reflexão e tal. Então a intensidade
- 1:32:36aqui vai ficar menor. Que que essa
- 1:32:37emissora vai ter que fazer? Colocar mais
- 1:32:39antenas. Ah,
- 1:32:40>> aí onde é mais vantajoso colocar mais
- 1:32:42antena pra emissora? Você é o
- 1:32:43empresário, dono daquela rádio.
- 1:32:44>> Aham.
- 1:32:44>> Onde você vai colocar mais antena? Numa
- 1:32:46região mais urbana ou numa região mais
- 1:32:47rural?
- 1:32:48>> Urbana, pô.
- 1:32:48>> Urbana, porque ela tem mais gente e os
- 1:32:50anunciantes vão ter mais interesse em
- 1:32:52anunciar para você lá na cidade.
- 1:32:54>> Então você vai botar mais antenas.
- 1:32:56>> Qual o benefício de ter mais antenas
- 1:32:59aqui usando a rede FM? A qualidade
- 1:33:01sonora é maior. Eu poderia ser
- 1:33:02ganancioso a ponto de ir pra cidade e
- 1:33:04querer propagar uma rádio AM, que aí eu
- 1:33:06poderia ter menos antenas. Mas a M ela
- 1:33:08vai ser bem maior a onda, né? A on
- 1:33:09>> vai ser bem maior. Então o prédio não
- 1:33:10vai atrapalhar tanto ela
- 1:33:11>> porque a frequência é menor.
- 1:33:12>> É, o prédio não vai atrapalhar tanto
- 1:33:13ela.
- 1:33:14>> Tá. E aí
- 1:33:14>> só que ela tem menos energia.
- 1:33:16>> Ah, por isso que é uma bosta o som.
- 1:33:17>> O som é uma bosta. Você falou tudo ali.
- 1:33:19Ah, nem pegava. Era era uma droga e tal.
- 1:33:21>> Mas não é porque a onda é pequenininha e
- 1:33:23obstáculos
- 1:33:23>> não. Porque ela carrega menos energia.
- 1:33:25>> Caraca,
- 1:33:25>> se ligou aí. Você poderia ser um um uma
- 1:33:27emissora gananciosa e falar assim, ó, na
- 1:33:29cidade eu vou mandar um AM, que aí eu
- 1:33:31posso botar menos antenas, já que com
- 1:33:33uma frequência mais baixa, a minha onda
- 1:33:34é maior zona. vai se propagar mesmo ali
- 1:33:36no ambiente urbano, só que a qualidade
- 1:33:38sonora ia ser prejudicada. Aí para não
- 1:33:40prejudicar a qualidade sonora, tu tem
- 1:33:41que botar um FM. Só que quando tu bota o
- 1:33:43FM, tu tem que botar mais antena. Mas
- 1:33:44vale a pena, pô.
- 1:33:45>> Tu vai ter uma cobertura melhor. Se
- 1:33:47ligou agora e no meio rural, tu não quer
- 1:33:49botar muita antena.
- 1:33:50>> É, não quero.
- 1:33:50>> Mas você quer que a rádio exista.
- 1:33:52>> Então é melhor você colocar a rádio AM
- 1:33:54que ela vai conseguir se propagar para
- 1:33:55uma distância bem maior.
- 1:33:57>> Um pouquinho as antenas, mas qualidade
- 1:33:58fraca.
- 1:33:59>> Qualidade fraca. O o nível de exigência
- 1:34:01da galera talvez seja menor.
- 1:34:02>> É per.
- 1:34:02>> Caraca, tu entendeu essa relação de
- 1:34:04tamanho? muito e até a relação
- 1:34:05comercial, né, que é importante
- 1:34:06fenômeno.
- 1:34:07>> Caraca, mas é muito repertório que você
- 1:34:09tem. Então vamos voltar aqui pra página
- 1:34:11um pra gente já fazer um check aqui. Eu
- 1:34:14quero fazer o check na definição. Eles
- 1:34:15entenderam a definição.
- 1:34:16>> Posso botar o verde com todo respeito?
- 1:34:17>> Bota ela.
- 1:34:17>> Então tá aqui no dedo o verde. Cara, o
- 1:34:20check na definição é absurdo. Definição.
- 1:34:21Onda é uma propagação de energia sem
- 1:34:23propagação líquida de matéria. Cheque no
- 1:34:25V igual a lambda F e no significado de
- 1:34:27amplitude por mais do que resolvido.
- 1:34:29Acústico. A gente já tá quase matando. A
- 1:34:30gente vai a gente vai entrar.
- 1:34:32>> Acabou que a gente já falou muito, né?
- 1:34:33espectro eletromagnético. A gente entra
- 1:34:34agora relação entre tamanho e
- 1:34:35propagação. A gente já pegou e aí falta
- 1:34:38agora.
- 1:34:38>> Aí falta agora falar especificamente
- 1:34:40sobre esses dois caras e sobre
- 1:34:41fenômenos.
- 1:34:41>> E ainda temos que lembrar de falar sobre
- 1:34:43eco e reverberação, fenômenos sonoros.
- 1:34:45>> É apaga. Pode apagar, pode apagar para
- 1:34:47ficar leve.
- 1:34:48>> Eu eu quero eu quero usar só mais dois
- 1:34:49exemplos dessa diferença de tamanho do
- 1:34:51querem, cara. E a aula assim parece a
- 1:34:53aula tá muito densa porque a gente tá
- 1:34:54agora com uma menos de duas horas ainda
- 1:34:56ali.
- 1:34:56>> E já falamos com isso. Quando for agora
- 1:34:58a hora que acelerar os exercícios vai
- 1:34:59começar. Você prefere navegar
- 1:35:05em qual dessas redes de internet móvel?
- 1:35:08>> Tá, cara, eu diria o 5G,
- 1:35:09>> tá? O 5G. Me responde rápido. Por que
- 1:35:11você prefere o 5G?
- 1:35:12>> Porque ele é um onda de maior
- 1:35:13frequência, então ele pega a internet
- 1:35:14mais rápido, tá? Não, mais rápido, mais
- 1:35:15rápido, é mais rápido. Ve
- 1:35:16>> é mais rápido, mais rápido. Acabou
- 1:35:17>> rápido.
- 1:35:18>> Aí você pensa que essa rapidez é pela
- 1:35:21velocidade, porque é rápido, então eu
- 1:35:23lembro de velocidade.
- 1:35:24>> Ah, não é, mas
- 1:35:25>> só que olhando pra fórmula V igλ F,
- 1:35:27>> todas essas ondas eletromagnéticas,
- 1:35:28>> os alunos podem se f mais rápido, será
- 1:35:30que mudou esse cara? Será que o Rafael e
- 1:35:32o Assad falaram besteira?
- 1:35:34>> Isso aqui é constante.
- 1:35:36>> Se o meio for, isso aqui já é uma
- 1:35:37relação muito importante, tá bom? Se o
- 1:35:38meio de uma onda é o mesmo, não tem por
- 1:35:40ela mudar de velocidade, certo? mesmo.
- 1:35:44>> Para mudar de velocidade, ela tem que
- 1:35:45trocar de meio, tá bom? Então, falando
- 1:35:46sempre do ar aqui, a velocidade vai ser
- 1:35:48sempre igual com todas as ondas,
- 1:35:49>> tá? Mas o que que é esse rápido? Aí você
- 1:35:50falou quando estava no personagem Assad,
- 1:35:53você respondeu rápido.
- 1:35:55>> Essa rapidez é a quantidade de dados que
- 1:35:56essa rede que é informação,
- 1:35:58>> é que é informação que energia
- 1:35:59>> que vem de frequência.
- 1:36:00>> Frequência. Então esse rápido é, a gente
- 1:36:02pode traduzir como frequência alta,
- 1:36:04>> até porque pro meu celular ele gerar as
- 1:36:07informações que eu tenho nele, ele
- 1:36:08precisa de uma unidade chamada bytes,
- 1:36:10bytes de informação. E isso daí quando
- 1:36:12você tá fazendo download de alguma
- 1:36:13coisa, essa coisa ela sempre tem, isso
- 1:36:15aqui é muito importante porque cai na
- 1:36:16prova também e é um raciocínio
- 1:36:16fundamental. Eu vou fazer o download de
- 1:36:18um filme muito pesado. Então, a gente um
- 1:36:20dia desse, a gente gravou aqui um vídeo
- 1:36:21direto na câmera em 4K que ele ficou com
- 1:36:23100 GB de tamanho.
- 1:36:25>> Tem muita gente confundindo, ficou com
- 1:36:26100 GB de tamanho. E a eu tava baixando
- 1:36:28pelo Wi-Fi e a velocidade da internet do
- 1:36:31Wi-Fi ela é
- 1:36:32>> e a taxa de bytes por segundo. Aí a
- 1:36:34gente chama de velocidade.
- 1:36:34>> Quantos bytes eu consigo baixar, né?
- 1:36:36Então a velocidade do Wi-Fi para
- 1:36:37download, porque existe uma coisa que é
- 1:36:38a velocidade da internet, mas a
- 1:36:39velocidade da internet para download é
- 1:36:4010%, então a internet tava com essa
- 1:36:42velocidade aqui, ó. A velocidade da
- 1:36:43minha internet, ela aqui no escritório,
- 1:36:45ela é cerca de 1000 MB, tá? Essa troca
- 1:36:491000, é exatamente 1000 MB por segundo.
- 1:36:51>> No download tava lá 100 MB/ segundo, que
- 1:36:54é 10%. Mas, pô, isso aqui é uma bosta,
- 1:36:55né? Porque MB é 1000 bytes. Então aqui
- 1:36:58tem 100 x 1000, tem
- 1:36:59>> não, milhão.
- 1:37:01>> Milhão, exatamente. Nossa, é o kilte. É
- 1:37:02o, pelo amor de Deus, o kilte é aqui,
- 1:37:04aqui é o 1000. Tá bom. Então, enfim, tá
- 1:37:05baixando 100 MB/sundo. Quando passar em
- 1:37:0710 segundos prção, eu tô baixando 100
- 1:37:08MB/ segundo. 1 GB, ele já é agora 1000
- 1:37:11MB, tá bom? 1 GB, ele é 1000 MB, ele é 1
- 1:37:13bilhão de bytes, mas juntou 1000 byt, tu
- 1:37:16faz 1 KB. Juntou 1000 KB, tu faz 1 MB.
- 1:37:18Juntou 1000 MB, tu faz 1 GB. Juntou 1000
- 1:37:19GB, tu faz 1 TB. Tá? Então eu tava
- 1:37:22baixando a 100 MB/sundo. Ou seja, cada
- 1:37:2410 segundos eu teria baixado um total de
- 1:37:261000 MB, que é a mesma coisa do que 1
- 1:37:28GB. E aí, pô, isso aqui em 10 segundos
- 1:37:30ia demorar porque são 100. Aí eu troquei
- 1:37:32pro cabo porque o cabo entrega uma
- 1:37:34fidelidade muito maior, porque por onde
- 1:37:35que o sinal da minha internet prefere se
- 1:37:37propagar, né? Entre ter o É que aqui no
- 1:37:38caso é uma questão, é uma questão de que
- 1:37:40o Wi-Fi gera muita perda. Aqui a gente
- 1:37:41tá entrando em equipamento, a gente tá
- 1:37:42sair da perfeição da teoria, né? No ar o
- 1:37:44Wi-Fi gera muita perda, não é só uma
- 1:37:45questão de velocidade da onda, porque a
- 1:37:46galera pode confundir assim, mas você
- 1:37:47diz que a onda eletromagnética, ela
- 1:37:48prefere se propagar pelo ar. Não é sobre
- 1:37:50isso, né? Porque quando a gente coloca o
- 1:37:51cabo ali, a gente entrega.
- 1:37:53>> Porque tem uma tem um processamento de
- 1:37:54sinal acontecendo ali. O sinal deixa de
- 1:37:55ser elétrico, passa pr pra vibração da
- 1:37:58antena, vai para ser emitido, então tem
- 1:37:59muita perda.
- 1:38:00>> Exatamente. E aí o foco é quando eu
- 1:38:02botei o fio, eu tive uma velocidade
- 1:38:03muito maior, não é por causa do negócio
- 1:38:04da onda eletromagnética no vácuo, não é
- 1:38:05nada disso. Aí é sobre equipamentos é
- 1:38:07muito mais complexo, tá? E aí eu
- 1:38:08consegui baixar aquilo ali com muito
- 1:38:09mais velocidade. E aí tudo que aparece
- 1:38:10no meu celular, ele depende que eu tenha
- 1:38:12uma uma capacidade de de receber
- 1:38:14informações no meu celular. E por isso
- 1:38:16que a frequência maior do do 5G, ela é
- 1:38:17mais benéfica, porque ela carrega mais
- 1:38:20energia por tempo. Mas beleza, se ela
- 1:38:23tem uma frequência mais elevada e com
- 1:38:25isso o download vai ficar mais rápido,
- 1:38:26ela é menor.
- 1:38:27>> Ela tem o efeito colateral de ser menor.
- 1:38:29Então aqui o lambda é menor.
- 1:38:31>> Pensando nessa relação a C.
- 1:38:32>> Sim.
- 1:38:34>> Ou seja, essa daqui é a de menor
- 1:38:36frequência. pelo que a gente pensa do
- 1:38:38dia a dia, mas ela tem o benefício de
- 1:38:40ser maior.
- 1:38:41>> Sim.
- 1:38:41>> Você é uma operadora de telefonia
- 1:38:43celular e você não quer perder cliente.
- 1:38:45>> Sim.
- 1:38:46>> Você precisa investir na rede 5G.
- 1:38:48>> Sim, todo mundo gosta.
- 1:38:49>> Que é esse investimento que a gente tá
- 1:38:50botar mais antena.
- 1:38:51>> Mas por que que ele pode valer a pena?
- 1:38:53Porque você vai ter mais clientes se
- 1:38:55você estiver colocando mais antenas na
- 1:38:56zona urbana que tem maior densidade
- 1:38:58populacional. Ou seja, algumas cidades
- 1:39:00do Brasil ainda não recebem o 5G.
- 1:39:02>> Sim. Porque talvez ainda não seja
- 1:39:04vantajoso instalar tanto, tantas antenas
- 1:39:06a mais para gerar cobertura ali naquela
- 1:39:08região.
- 1:39:09>> Por o 5G, o sinal é perdido com mais
- 1:39:12rapidez, já que a onda é menor. Então
- 1:39:14prédios acabam matando essa propagação
- 1:39:17de energia. Se
- 1:39:18>> quando eu vou para um, quando eu tô aqui
- 1:39:19dirigindo pela cidade, eu vou entrando
- 1:39:20em lugares piores, mais montanhosos ou
- 1:39:22mais fechados,
- 1:39:23>> é, acaba o 5G, mas aí fica o 4G. Mas se
- 1:39:25eu for pra Serra, aí só fica o 3G. Chega
- 1:39:27um lugar da serra que aparece um bagulho
- 1:39:29que tu não vê quase nunca. O H+
- 1:39:31>> é o H+ era uma inovação sensacional.
- 1:39:34>> É, lembra quando agora tu já viu quando
- 1:39:35tu tá o pior cenário de todos, quem quem
- 1:39:37é mais velho já passar por contar o é o
- 1:39:39é
- 1:39:40>> o era a internet da minha adolescência
- 1:39:41inteira e foi e foi sensacional o olha
- 1:39:44olha o
- 1:39:45>> já era bizarro
- 1:39:45>> olha o nome do iPhone.
- 1:39:47>> É o iPhone veio, o iPhone, né, normal,
- 1:39:50sem nenhuma sigla. Aí a evolução do
- 1:39:52iPhone foi o iPhone 3G.
- 1:39:54>> Ah, é? Cara, o número do iPhone, o
- 1:39:57número do iPhone não é, não era o número
- 1:39:59do modelo, era assim, ó. Lançou o
- 1:40:01iPhone, lançou internet que ele pega.
- 1:40:02>> É, lançou o iPhone, se chamava apenas
- 1:40:04iPhone.
- 1:40:06Um ano depois, a rede 3G vira realidade
- 1:40:08lá nos Estados Unidos. Aí a Apple lançou
- 1:40:10o iPhone 3G,
- 1:40:11>> que era o iPhone com capacidade de
- 1:40:14captar a rede 3G, porque o iPhone
- 1:40:15anterior ele só navegava no E.
- 1:40:18>> Bizarro. Agora, engraçado que essa
- 1:40:20internet 3G ela tem uma frequência
- 1:40:21menor, então ela tem um tamanho, uma
- 1:40:23amplitude, um lambda maior, ela tem, ela
- 1:40:25consegue burlar prédios com muito mais
- 1:40:26facilidade contornar obstáculos e é
- 1:40:27difícil você perder o sinal 3G hoje em
- 1:40:29dia, mas o pessoal vai falar assim:
- 1:40:30"Nossa, mas o sinal 3G quando eu boto no
- 1:40:32meu celular, isso é verdade, né? Hoje em
- 1:40:33dia o meu celular com sinal 3G não roda
- 1:40:35nada, nada.
- 1:40:36>> Mas é porque a gente se adaptou ao
- 1:40:37mundo, que a gente trafega vídeo.
- 1:40:40>> Isso é exatamente isso.
- 1:40:41>> Isso não existe.
- 1:40:41>> Exatamente isso é isso que eu ia falar.
- 1:40:42Tem dois fenômenos nisso. Um primeiro é
- 1:40:45o fenômeno psicológico, que antigamente
- 1:40:46tu botava um negócio para carregar no
- 1:40:47celular. Aí tu falava: "Caraca, só 10
- 1:40:49minutos". Aí tuava não, tu três músicas,
- 1:40:54passeio de escola, saída de campo de
- 1:40:56escola, a galera botava cinco músicas
- 1:40:59num pen drive
- 1:40:59>> ou num CD que
- 1:41:00>> e era o dia inteiro naquela parada
- 1:41:02>> e falava: "Mano, hoje eu já botei cinco
- 1:41:03músicas aqui nesse CD".
- 1:41:04>> Ficava uma semana montando o pen drive
- 1:41:07que ia levar.
- 1:41:07>> Exato. Aí um dos fenômenos é esse, é o
- 1:41:08psicológico. Mas outro fenômeno é o
- 1:41:10seguinte, que tudo que acontece hoje em
- 1:41:11dia no meu celular é muito mais pesado.
- 1:41:14Então
- 1:41:14>> qualidade,
- 1:41:15>> a qualidade da imagem é absurda. Então
- 1:41:16não é só o psicológico, é também que
- 1:41:17tudo que eu quero carregar no celular,
- 1:41:18qualquer coisa, uma coisa é abrir o
- 1:41:19YouTube num iPhone, outra atual, outra
- 1:41:21coisa é abrir o YouTube num Samsung
- 1:41:22Corb, aquele que tinha uma canetinha, a
- 1:41:24a taxa de de imagem ali era muito baixa,
- 1:41:26então essa essa velocidade já dava conta
- 1:41:27de baixar o que agir no ano seguinte
- 1:41:29lança o iPhone 3GS, que ainda é rede de
- 1:41:323G, mas é uma versão melhorada. Aí lança
- 1:41:35o iPhone 4, que é a rede 4G. Dali para
- 1:41:37frente, a internet não evoluiu mais em
- 1:41:40termos de número, mas a Apple continuou
- 1:41:42a ideia de iPhone 5, iPhone 6,
- 1:41:44>> ano após ano, porque ela faz lançamento
- 1:41:45anual.
- 1:41:46>> Brutal.
- 1:41:46>> Eh, mas começa com apaga tudo no quadro,
- 1:41:49dá o clean ali.
- 1:41:49>> É, agora eu vou falar a última coisa
- 1:41:51sobre essa relação. E essa última coisa,
- 1:41:54ela é assim, ó. Você está aqui na praia,
- 1:41:58nesse dia tá nublado,
- 1:42:02vou voltar aquele exemplo.
- 1:42:03>> Então, acho melhor agora é só apresentar
- 1:42:04o espectro eletromagné. Is, vol. Caraca.
- 1:42:06Acabou de cara. E a bizarro. Essa nunca
- 1:42:08é a ordem que as pessoas escolhem, né?
- 1:42:09Mas agora apresentando ele agora vai
- 1:42:11ficar muito muito claro. É, apresenta
- 1:42:13aqui. Mas deixa eu falar, deixa eu falar
- 1:42:14com a galera. Deixa eu só deixar aqui
- 1:42:16para tudo bonito.
- 1:42:16>> Olha só, tem sete ondas
- 1:42:19eletromagnéticas.
- 1:42:20>> Isso é o espectro eletromagnético,
- 1:42:21galera.
- 1:42:22>> É, esse é esses são todos os tipos de
- 1:42:24ondas eletromagnéticas que a gente eh eh
- 1:42:28define na ciência. Por que sete é um
- 1:42:30ótimo número? Porque significa a gente
- 1:42:32tem um meio, três para um lado e três
- 1:42:34pro outro, fica simétrico. Legal. Então
- 1:42:36eu quero que a partir de agora vocês
- 1:42:37guardem o espectro eletromagnético na
- 1:42:38memória e eu vou ajudar vocês nisso.
- 1:42:40>> E tem que estar na memória,
- 1:42:41>> até porque o meio é muito fácil. O meio
- 1:42:43ele é muito favorável porque o meio é da
- 1:42:44luz visível. Então vocês vão guardar.
- 1:42:46São sete ondas eletromagnéticas, o meio
- 1:42:49é o da luz visível. Ponto. Agora vamos
- 1:42:51conectar várias coisas que foram
- 1:42:52conversadas ao longo aqui dessa aula.
- 1:42:54Agora vem a hora do arremate.
- 1:42:55>> A luz visível, ela vai do vermelho,
- 1:42:58deixa eu olhar aqui pro lado certo. Ela
- 1:42:59vai do vermelho ao violeta, de modo que
- 1:43:02o vermelho é a de menor frequência e o
- 1:43:04violeta é a de maior frequência. Não
- 1:43:06precisa ficar guardando toda a sequência
- 1:43:08da escolha. E se você guardar é
- 1:43:09maravilhoso, mas tem que lembrar os
- 1:43:11extremos. Tem que lembrar
- 1:43:11>> que os extremos são esses, vermelho e
- 1:43:13violeta. E o azul tá aqui mais perto do
- 1:43:15violeta, o amarelo tá lá mais perto do
- 1:43:17vermelho. Você tem que fazer essas
- 1:43:18analogias. guardou que o meio é a luz
- 1:43:21visível e que eu tô do vermelho ou
- 1:43:22violeta, agora vem a hora de guardar os
- 1:43:24vizinhos. Quem são os vizinhos? Que
- 1:43:26achei bem negócio de ondas baixas, né,
- 1:43:27que seria o oitavo tipo, mas não, não é
- 1:43:29isso aqui, é só
- 1:43:30>> guarda isso não.
- 1:43:31>> Eu tô aqui do vermelho só, só um só uma
- 1:43:33coisa que eu queria acrescentar antes,
- 1:43:34né? Eh, perdão, a interrupção. Isso aqui
- 1:43:37são todas ondas eletromagnéticas que a
- 1:43:38gente define na ciência. Elas estão
- 1:43:39organizadas aqui por frequência, para
- 1:43:41quem não percebeu, tá bom? Quanto mais
- 1:43:42para lá, maior a frequência. Só que ah,
- 1:43:44quanto mais para lá, maior frequência,
- 1:43:44mas também menor o comprimento de onda,
- 1:43:46a distância entre as crías ficando
- 1:43:47menor.
- 1:43:47>> Aqui, ó. Aqui e é assim. imagem aqui,
- 1:43:49ela é muito significativa, sabe? Ela
- 1:43:51mostra de fato que a frequência
- 1:43:52aumentando vai comprimindo o tamanho de
- 1:43:55onde.
- 1:43:55>> Perfeito. E o que o Rafa definiu é que
- 1:43:56primeiro, né? Não é que assim, ah, luz
- 1:43:59visível ela é uma coisa, é uma faixa,
- 1:44:00são faixas de frequência que a gente
- 1:44:01batiza. Eo que coincidência maravilhosa,
- 1:44:04como pode Deus é perfeito, porque bem no
- 1:44:05meio do espectro ele botou a luz
- 1:44:06visível, que é justamente o que a gente
- 1:44:07enxerga, né? Deus é perfeito, mas não
- 1:44:08por isso, tá bom? Isso aqui a gente
- 1:44:09define, a gente pegou, citou aqui no
- 1:44:11meio, luz. Exatamente. Então, o que,
- 1:44:12vamos definição de luz visível. É um
- 1:44:13tipo de onda eletromagnética que tinha
- 1:44:15tudo para ser como qualquer outra. Só
- 1:44:16que como a gente nasceu evolutivamente
- 1:44:18com um aparato
- 1:44:18>> capacidade interpretar,
- 1:44:19>> capacidade de ser sensibilizado por isso
- 1:44:21e interpretar, então a luz visível é
- 1:44:22definida como o tipo, o a faixa do
- 1:44:24espectro eletromagnético que gera uma
- 1:44:26onda eletromagnética que os seres
- 1:44:27humanos ou os animais que têm um aparato
- 1:44:29ocular similar, eles são capazes de ser
- 1:44:31sensibilizados por ela, tá bom? Isso
- 1:44:32aqui é a luz visível, é essa agora que
- 1:44:33tá fazendo com que tu me enxergue
- 1:44:35partindo dela agora,
- 1:44:35>> exato, do vermelho ao violeta, vizinhos
- 1:44:38infravermelho e ultravioleta. Lembra dos
- 1:44:40prefixos infra e ultra que
- 1:44:41>> tá. Então o vermelho é de menor
- 1:44:42frequência, tá quase saindo ali. O
- 1:44:43vermelho aqui dentro do visível, ele tá
- 1:44:44quase saindo dela.
- 1:44:45>> Exato. E o violeta, o ultravioleta é o
- 1:44:48que vem depois do violeta. Lembra dos
- 1:44:49prefixos? Infra é abaixo, frequência
- 1:44:53abaixo do vermelho. E ultra é acima,
- 1:44:55frequência acima do violeta. Esses
- 1:44:58vizinhos são muito importantes porque
- 1:44:59apesar da gente não eh eh enxergar com
- 1:45:02aparato ótico que a gente tem, a gente
- 1:45:05sente esses dois essas duas radiações
- 1:45:08com muita idade. Na verdade,
- 1:45:09ultravioleta a gente não sente, mas os
- 1:45:12efeitos do ultravioleta são muito
- 1:45:14perceptíveis por nós, porque o
- 1:45:16ultravioleta causa bronzeamento. O
- 1:45:18bronzeamento não é causado por
- 1:45:20infravermelho. E é muito importante
- 1:45:21saber disso. O ultravioleta causa
- 1:45:23bronzeamento. Eu queria te fazer uma
- 1:45:25pergunta. Quando a gente vê assim que tá
- 1:45:26sol na rua, a gente vê uma coisa meio
- 1:45:28que amarelada, né? Isso é o
- 1:45:29ultravioleta. Não, não faz isso porque a
- 1:45:31gente não viia ele. A gente não consegue
- 1:45:32ver ele, né?
- 1:45:32>> Não, não, não consegue ver.
- 1:45:33>> Isso é só uma combinação de cores que
- 1:45:35com nuvens, etc. Ele visível, né? Não
- 1:45:36faz sentido isso de ver ele.
- 1:45:38>> Ele ele é luz visível. Ele ele ele não é
- 1:45:39uma luz,
- 1:45:40>> mas ele tá mais presente quando tá
- 1:45:41aquele solzão que dá para ver mesmo, né?
- 1:45:42>> Mas sabe por quê?
- 1:45:43>> Não.
- 1:45:44>> Ele é uma onda muito pequenininha. A
- 1:45:45frequência dele já tá mais alta. Assim,
- 1:45:46>> certo? Sim. Sim. Se quem tá assistindo a
- 1:45:48gente agora, se você tá de dia numa
- 1:45:50cidade que está sem nuvens
- 1:45:52e você for lá no no seu aparelho celular
- 1:45:54e procurar lá o uma um aplicativo de
- 1:45:56tempo,
- 1:45:57>> o índice de UV, o índice de UV vai tá
- 1:45:59batendo 11,
- 1:45:59>> vai tá altíssimo, né?
- 1:46:00>> É altíssimo. Assim, o normal seria o
- 1:46:03tolerável pelo nosso corpo. Ah, três,
- 1:46:04quatro, tolerável, mas num dia de céu
- 1:46:07limpo, ele tá batendo lá 11. Por que que
- 1:46:10ele tá batendo 11? Porque uma nuvem é
- 1:46:12obstáculo para ele dar do tamanho que
- 1:46:14ele tem. Ah, porque ele é muito
- 1:46:14pequenininho.
- 1:46:15>> Ele é muito pequenininho.
- 1:46:16>> Moléculas de água da nuvem.
- 1:46:17>> Olha só o que que o protetor solar faz.
- 1:46:19O protetor solar cria uma camada que vai
- 1:46:21bloquear a passagem do ultravioleta.
- 1:46:23Qualquer coisa mais estruturada bloqueia
- 1:46:26a passagem do ultravioleta, da nuvem ao
- 1:46:28produtor solar a uma roupa. Porque
- 1:46:31ultravioleta é uma onda muito pequenina.
- 1:46:32Apesar de ser uma onda muito energética.
- 1:46:34Ela é um ona muito energético, a
- 1:46:35frequência dela é muito alta, mas ela
- 1:46:37ela tem uma frequência tão alta que ela
- 1:46:38não necessariamente vai sensibilizar a
- 1:46:41nossa pele. O tato não é sensível a
- 1:46:43ultravioleta, a visão não é sensível a
- 1:46:45outra violeta. A audição não é sensível
- 1:46:47porque a frequência dele é muito alta,
- 1:46:48foge da nossa capacidade sensitiva. Se
- 1:46:51ligou nisso?
- 1:46:51>> Muito.
- 1:46:52>> Tá. O infravermelho é diferente. O
- 1:46:53infravermelho é uma onda maior zona.
- 1:46:55>> É,
- 1:46:55>> tá nublado lá. Caguei.
- 1:46:58>> Ah,
- 1:46:58>> o infravermelho atravessa as nuvens, tal
- 1:47:00qual a luz visível, porque num dia
- 1:47:01nublado você ainda não tem bastante luz.
- 1:47:03Sim, sim, sim, claro.
- 1:47:04>> A luz passa pelas nuvens,
- 1:47:05>> passa de boa.
- 1:47:06>> Quando você vê aquela nuvem muito
- 1:47:07escurona lá no céu, essa nuvem tá tão
- 1:47:10densa, tão densa, tão densa,
- 1:47:12>> que até a luz ela tá bloqueando.
- 1:47:13>> E ela tá bloqueando a luz. Por isso
- 1:47:14aquele escuro dali da nuvem é sombra.
- 1:47:16que é isso, mano?
- 1:47:18>> Ele é sombra.
- 1:47:19>> E a nuvem tá muito densa. Se você tiver
- 1:47:21a capacidade de olhar acima da nuvem,
- 1:47:22acima da nuvem tá claro, porque o o sol
- 1:47:25tá batendo ali,
- 1:47:26>> mas tá bloqueando. Aí ficou sombra aqui
- 1:47:27embaixo.
- 1:47:28>> É, quando a gente voou de avião, a gente
- 1:47:29passa em cima das nuvens. É muito claro,
- 1:47:30né?
- 1:47:30>> Tudo tudo branco. Tudo brancoo branco.
- 1:47:32Bizarro. Porque aí, aí agora vamos lá.
- 1:47:34Que que tá branco? Tá refletindo.
- 1:47:35>> É,
- 1:47:36>> tá refletindo, mas só se a nuvem for
- 1:47:38muito densa. Se a nuvem tiver meio high
- 1:47:39refeita, ela vai tá branca em cima,
- 1:47:41branca embaixo. A luz tá passando,
- 1:47:43entende? Agora ultravioleta não.
- 1:47:46Só que o infravermelho é uma onda tão
- 1:47:48grande, tão grande, que apesar do nosso
- 1:47:50corpo não interpretar pela visão nem
- 1:47:52pela audição, ele consegue interpretar
- 1:47:54pelo tato, mas não diretamente, e sim
- 1:47:56indiretamente. Por que indiretamente? O
- 1:47:58infravermelho aquece as moléculas do
- 1:48:00nosso corpo, consegue da nossa pele.
- 1:48:03>> Se o papel da luz visível é sensibilizar
- 1:48:05o nosso aparato visual, o papel, o
- 1:48:07efeito principal do infravermelho,
- 1:48:09Pedro, vamos lá. Tô na luz visível.
- 1:48:10Cheguei na cor vermelho, eu tô agora com
- 1:48:12uma luz de baixa frequência aqui. Isso
- 1:48:14vai ter qual efeito? Ué, o efeito das
- 1:48:16coisas ficarem vermelhas. Pedro, baixei
- 1:48:17mais ainda a frequência. Vou deixar com
- 1:48:19menos frequência. Ali cheguei no
- 1:48:20infravermelho, desaparece. Não dá mais
- 1:48:22para ver ele. Tá bom, ele desapareceu. E
- 1:48:24agora ele tem um efeito porque ele ficou
- 1:48:26com menos frequência, ele ficou com um
- 1:48:27tamanho um pouco maior. Eu quero que
- 1:48:29então o seguinte, isso aqui tudo
- 1:48:30continua sendo propagação energética,
- 1:48:31continua sendo onda, mas só pelo fato de
- 1:48:33você agora tá com uma frequência menor e
- 1:48:34uma onda maior, que é o infravermelho,
- 1:48:36agora o que que ele vai fazer com a
- 1:48:37energia dele? Ele não vai mais
- 1:48:38sensibilizar teu aparato visual, ele vai
- 1:48:40agora aquecer as coisas. Ele vai agora
- 1:48:42conseguir entregar energia para
- 1:48:44moléculas. E tu vai estudar em
- 1:48:45termologia que a temperatura nada mais é
- 1:48:46do que uma expressão do grau de
- 1:48:48vibração, de agitação das moléculas, né?
- 1:48:50agitação que inclui a vibração de
- 1:48:51movimento translacional e tudo isso, né?
- 1:48:52Então
- 1:48:53>> é isso, tá? E aí o infravermelho a gente
- 1:48:55associa com coisas que aquecem. Por
- 1:48:56exemplo, eu nesse momento eu tô emitindo
- 1:48:58para tu luz visível, tanto que você está
- 1:48:59me vendo a luz bate aqui e ela vai para
- 1:49:01tu, certo? Perfeito. Eu tô emitindo
- 1:49:02ultravioleta, não, pô. Eu não tenho
- 1:49:04dentro do meu corpo nenhum tipo de carga
- 1:49:06acelerada a ponto de gerar uma coisa de
- 1:49:08tão alta frequência, muito menos raio X,
- 1:49:09ra.
- 1:49:09>> E o teu corpo não consegue refletir
- 1:49:10ultravioleta.
- 1:49:11>> Se bater ultravioleta,
- 1:49:12>> é tão pequenininho que ela bate
- 1:49:14>> e é absorvido lá na derme.
- 1:49:15>> Isso foi bem importante que a luz tá
- 1:49:17batendo ou tá refletindo? tá refletindo
- 1:49:18porque ela é grande o suficiente para
- 1:49:20não penetrar.
- 1:49:20>> É, ela não entra, é, a luz não entra.
- 1:49:22Ela pode contornar,
- 1:49:24>> não tá claro aqui dentro.
- 1:49:25>> É, até porque você é um objeto opaco,
- 1:49:27então ela bate, tenta refratar, tem uma
- 1:49:30certa incidência ali de interação, mas
- 1:49:33ela reflete.
- 1:49:33>> É a parte reflete.
- 1:49:34>> É. E aí depende da cor. Ela vai refletir
- 1:49:37o tanto quanto for a cor da tá batendo
- 1:49:41luz branca no Rafa, mas ele tá de blusa
- 1:49:42verde. Quer dizer, ele tá absorvendo
- 1:49:44tudo aqui na camisa dele, exceto o
- 1:49:45verde. O verde ele joga pra tua cara.
- 1:49:47Agora, olha que interessante, essa luz
- 1:49:48visível não tem uma capacidade tão
- 1:49:51grande de aquecer a minha a minha a
- 1:49:52minha roupa, mas tem alguma tem alguma
- 1:49:55capacidade de aquecer a minha roupa,
- 1:49:56porque essa energia essa essa parte da
- 1:49:58luz que ela tá absorvendo é energia.
- 1:50:01Essa energia tem um pouco de capacidade
- 1:50:03de
- 1:50:04>> Vamos lá aumentar vibração,
- 1:50:05>> vou fazer uma parada brutal agora. Pode
- 1:50:07até vir aqui mais perto comigo para
- 1:50:08focar na gente. Isso aqui é uma lanterna
- 1:50:09tática militar top, é uma das melhores
- 1:50:11que existem nos Estados Unidos. Eu
- 1:50:12importei ela, tá? Vamos acender ela
- 1:50:13aqui, ó. Acendi, tá? Tá aqui, só que ela
- 1:50:17tem uma potência absurda, então eu não
- 1:50:18vou mudar a frequência, não vou mudar
- 1:50:19nada, só vou mudar a intensidade,
- 1:50:20amplitude dela, tá?
- 1:50:21>> Caraca,
- 1:50:21>> olha isso aqui.
- 1:50:22>> Caraca, que bizarro.
- 1:50:23>> Chegou aqui no máximo, tá? É uma bizarra
- 1:50:25completa, tá? Agora eu vou fazer um
- 1:50:26negócio aqui contigo, tá?
- 1:50:31>> Tá esquentando.
- 1:50:31>> Avisa quando ficar insuportável.
- 1:50:33>> Tá esquentando rápido.
- 1:50:34>> Avisa quando ficar insuportável.
- 1:50:35>> Caraca, moleque
- 1:50:35>> te queimou.
- 1:50:36>> Muito quente.
- 1:50:38>> É bizarro,
- 1:50:39>> car.
- 1:50:39>> Ela tem uma trava. Então, o que
- 1:50:41aconteceu aqui, né? Ela tá pedo, mas é a
- 1:50:42luz visível. Luz visível. Você disse que
- 1:50:43só esquentava o infravermelho, mas não,
- 1:50:45esse dispositivo não consegue só luz
- 1:50:46vermelho. Não, ele tem uma potência tão
- 1:50:48grande, tão grande, tão grande, que a
- 1:50:49quantidade de energia que essa luz
- 1:50:50visível tá tá mandando está aumentando a
- 1:50:54digitação molecular aqui na pele,
- 1:50:56aumentando a temperatura da pele.
- 1:50:57>> Aí acaba que
- 1:50:58>> isso causa desidratação, porque a água
- 1:51:00que tá na nossa pele vai começar a
- 1:51:01evaporar e essa desidratação
- 1:51:04>> provoca um estiramento na na região
- 1:51:06cutânea que o cérebro vai interpretar
- 1:51:08como dor.
- 1:51:09>> Perfeito.
- 1:51:10>> É a ardência. É feito. Além disso, a
- 1:51:11gente ainda tem nas nossas células
- 1:51:12sensoriais aqui do epitélio canais
- 1:51:14iônicos, especificamente
- 1:51:16termossensíveis. Canais iônicos que com
- 1:51:17o mínimo de diferença na temperatura,
- 1:51:19eles se abrem, deixam o influxo de sódio
- 1:51:21entrar e disparam o impulso elétrico,
- 1:51:22sinalizando especificamente que tá
- 1:51:24ficando quente. Porque é muito
- 1:51:25importante reagir a temperatura
- 1:51:26natureza, né? Ex. A gente não pode
- 1:51:27perder água.
- 1:51:27>> E aí ela tem uma trava aqui. Por que que
- 1:51:30ela tem essa trava? Porque, cara, isso
- 1:51:32aqui realmente acontece. Tem vários
- 1:51:34vídeos na internet da mochila do cara
- 1:51:35pegando fogo, porque sem querer liga
- 1:51:36isso aqui na mochila. Então, quando ela
- 1:51:37tá com a trava, ela não liga mais por
- 1:51:38nada. Ela precisa ter uma trava,
- 1:51:40>> cara. Isso é legal. Não, muito legal.
- 1:51:42>> Legal. E aí eu comprava aquelas
- 1:51:43lanternas táticas assim, mas eu percebi
- 1:51:44que essa aqui é muito mais útil, porque
- 1:51:45ela tem um clipe, né? Então você
- 1:51:45consegue para tu trocar, ela ela é
- 1:51:47magnética, tá? Para tu trocar um negócio
- 1:51:48de um carro teu, você prende ela capô e
- 1:51:50ela na hora. É que aqui pode dar uma
- 1:51:52zoada na televisão, né? Mas não vou
- 1:51:53fazer isso não. Faz isso não.
- 1:51:55>> Essa televisão é o quê? É, é LED.
- 1:51:57>> Não sei. Eu não sei. Deve ser deve ser
- 1:51:58LED. Mas enfim, ela ela gruda aqui, ó.
- 1:52:00Essa parada aqui, por exemplo, é
- 1:52:01magnética, né? Que olha só,
- 1:52:02>> cara, irado.
- 1:52:02>> Olha que irado. Aí você fica com a a
- 1:52:04lanterna. E aí você bota lá onde você
- 1:52:07quer, né? Então isso é muito bom.
- 1:52:07>> Não, mas então foi muito boa, foi muito
- 1:52:09boa essa, essa conversa e essa
- 1:52:11apresentação da, da, da capacidade da
- 1:52:13lanterna.
- 1:52:13>> Essa é melhor de todas
- 1:52:14>> para falar, a luz visível, ela pode
- 1:52:16gerar algum aquecimento, né? Ela pode
- 1:52:18gerar algum aquecimento nessa minha
- 1:52:20roupa aqui, na minha blusa, porque uma
- 1:52:21parte da da luz tá sendo absorvida por
- 1:52:23ela, outra parte tá refletindo. É por
- 1:52:24isso que a vovó vai falar: "Ó, tá, tá um
- 1:52:26dia tão quente aí, tu vai ser com essa
- 1:52:27roupa preta". Por quê? Porque a roupa
- 1:52:29preta, ela tá absorvendo todas as cores
- 1:52:31de luz e refletindo muito pouco. Então,
- 1:52:33fazer uma pergunta. Então, vê se tá
- 1:52:34certo. Esse aquecimento que foi gerado
- 1:52:35ali, não é porque a parada tá
- 1:52:37propriamente emitindo o infravermelho,
- 1:52:38tá emitindo luz visível, que a princípio
- 1:52:40não deveria aquecer, mas quando tá
- 1:52:42absorvendo muita luz visível, acaba que
- 1:52:44uma consequência dessa entrega de
- 1:52:45energia vai virar a agitação molecular e
- 1:52:46vai deixar o negócio quente ali. E aí, é
- 1:52:48claro que agora que minha mão ficou
- 1:52:49quente, se eu tirar minha mão tá
- 1:52:49emitindo infravermelha mais
- 1:52:50>> isso. Isso é aí as outras coisas vão
- 1:52:52aquecendo por condução térmica.
- 1:52:53>> É que tecnologia a gente vai explicar
- 1:52:55tudo.
- 1:52:55>> Aí ali rola, aí ali tá rolando e
- 1:52:57infravermelho.
- 1:52:58>> É, em termologia você vai entender
- 1:52:59melhor isso, tá? Agora, olha só, o
- 1:53:01infravermelho é a radiação que tem
- 1:53:04capacidade de, de fato, aquecer as
- 1:53:06coisas que estão ao nosso redor. Aqui no
- 1:53:07planta Terra, todas as coisas
- 1:53:09moleculares são aquecíveis
- 1:53:12>> Aham.
- 1:53:12>> pelo infravermelho. E isso é muito
- 1:53:14interessante porque apesar de menos
- 1:53:15energético do que ultravioleta,
- 1:53:16>> Sim. Sim. Ele é menos energético, claro.
- 1:53:18>> Ele aquece o inf e o ultravioleta
- 1:53:20>> pela compatibilidade de pareamento com a
- 1:53:21matéria, né? Capacidade de entregar
- 1:53:22energia pra matéria.
- 1:53:23>> Perfeito. Perfeito. O ultravioleta, ele
- 1:53:25não vai conseguir entregar sua energia
- 1:53:27pra sua pele de modo a aqueccê-la.
- 1:53:29Apesar de comterm energia, aí a gente se
- 1:53:31conecta com o que a gente tava
- 1:53:32conversando sobre, sei lá, o som, o som
- 1:53:36que o cachorro ouve, a gente não
- 1:53:38consegue ouvir porque a frequência tá
- 1:53:39tão alta, apesar de ser muito
- 1:53:40energética, a frequência tá tão alta que
- 1:53:42o nosso tímpado não consegue interpretar
- 1:53:44aquela aquela aquela frequência.
- 1:53:45>> Exato. E a gente consegue, só uma coisa,
- 1:53:46a gente consegue ver o infravermelho?
- 1:53:48Não, mas a gente pode ter um aparato que
- 1:53:50o nosso olho não é sensível ao
- 1:53:51infravermelho, mas existem aparatos que
- 1:53:53são, por exemplo, visão noturna. E eu
- 1:53:54nesse momento eu estou emitindo
- 1:53:55infravermelho, porque tudo aquilo que
- 1:53:56não tá em zero kelvin, que é o zero
- 1:53:57absoluto, emite infravermelho. Se tem
- 1:53:59algum tipo de de temperatura na coisa,
- 1:54:01ela já vai emitir algum grau de
- 1:54:01infravermelho.
- 1:54:02>> Depende do ambiente.
- 1:54:03>> Você precisa estar com temperatura maior
- 1:54:05do que do ambiente. Aí você começa a
- 1:54:06emitir,
- 1:54:07>> perfeito. Claro, né? Porque se eu
- 1:54:08tivesse mais f,
- 1:54:09>> você fica recebendo calor.
- 1:54:10>> Exatamente. Agora, supondo que tem uma
- 1:54:12coisa que tá mais quente do que qualquer
- 1:54:14coisa e eu tô, né? Porque eu tô a 37º.
- 1:54:16É, esse ambiente aqui não tem como estar
- 1:54:18a 37.
- 1:54:18>> Então você não, você consegue ver que eu
- 1:54:20tô mais quente do que um ambiente? Não,
- 1:54:21mas se tu botar um óculos de visão
- 1:54:23infravermelho, tu vai ver aqui no centro
- 1:54:24do meu corpo, esse óculos, ele vai fazer
- 1:54:25o quê? Ele vai receber o sinal
- 1:54:26infravermelho, ele é capaz. E ele
- 1:54:28recebendo esse sinal, ele vai fazer uma
- 1:54:28codificação dele que ele ele vai deixar
- 1:54:31vermelho, ele vai pintar de vermelho
- 1:54:33onde tem mais infra de verde, né?
- 1:54:34Exatamente. Mas o mais lógico geralmente
- 1:54:36é que eles tentem pintar de vermelho
- 1:54:38para
- 1:54:38>> cara, na verdade tem que fazer
- 1:54:39diferenciação.
- 1:54:41>> A loucura é fazer diferenciação. Como
- 1:54:43assim diferenciação? Por exemplo, essa
- 1:54:44televisão
- 1:54:45>> dois filmes a gente vê de vermelho, né?
- 1:54:46>> Olha só, essa televisão tá emitindo
- 1:54:47infravermelho também.
- 1:54:48>> Sim. Tá. você também
- 1:54:49>> e mais do que ela.
- 1:54:50>> Exato. Aí o aparelho de visão noturna,
- 1:54:52ele precisa fazer um tom de uma cor e o
- 1:54:56vermelho, por exemplo, se é vermelho, um
- 1:54:58tom de vermelho pra televisão, outro tom
- 1:54:59para você, para que o soldado,
- 1:55:01geralmente o soldado, para que o soldado
- 1:55:03consiga diferenciar o que é a sade do
- 1:55:05que a televisão.
- 1:55:06>> É. E me vendo, ele vai ver mais quente,
- 1:55:07independente se o aparelho pinta de
- 1:55:09vermelho ou de verde, ele vai ver o
- 1:55:09centro do meu peito mais quente, porque
- 1:55:10aqui são víceras, aqui estão meus órgãos
- 1:55:12mais vitais, claro, então meu sangue
- 1:55:13fica mais concentrado aqui, aquecendo
- 1:55:14nessa região. Tem muitos animais que
- 1:55:15enxergam assim, tem animal que ele ele
- 1:55:17vê isso, ele só vê o calor,
- 1:55:18>> só vê o calor. Então se você
- 1:55:19>> animais de hábito noturno,
- 1:55:20>> exatamente, porque olha como a evolução
- 1:55:22ela, ela, né, justamente vai selecionar
- 1:55:23o melhor animal para isso, porque se é
- 1:55:24hábito noturno, ele não pode contar com
- 1:55:26as ondas de luz visível porque não tem
- 1:55:27luz de noite. Então ele conta com o que
- 1:55:29continua tendo de noite, que é o calor
- 1:55:30corporal, ainda mais que a noite é fria,
- 1:55:31então o calor se destaca bastante.
- 1:55:33Inclusive isso já caiu várias vezes na
- 1:55:34prova, né? Aquele termômetro da época da
- 1:55:36pandemia da COVID, ele é isso. Quem tá a
- 1:55:3840º tá emitido muito mais infravermelho
- 1:55:39do que quem tá a 37. Então o termômetro
- 1:55:41ele tá lendo a zona ele aponta para tu.
- 1:55:42O termômetro, o termômetro vai detectar
- 1:55:43o quê? Maior intensidade daquela onda em
- 1:55:45fr vermelho, né? Tem mais intensidade
- 1:55:46dela vindo e ele vai transformar isso no
- 1:55:48número e vai dizer: "Esse safado tá com
- 1:55:4940º de febre".
- 1:55:50>> Não tinha gente falando assim: "Não, eu
- 1:55:52vou ficar com câncer, eu vai atingir
- 1:55:54minha célula, minha meu não sei quê".
- 1:55:56Cara, se alguém fosse e eh pegar algum
- 1:55:58uma coisa ali, seria o prómometro. Ele é
- 1:56:00um receptor.
- 1:56:00>> Ele é um receptor. Ele não tá, ele não
- 1:56:01emitor.
- 1:56:02>> Ele ele não emite nada. Ah, mas e aquele
- 1:56:04laserzinho? Aquele laser, na verdade, é
- 1:56:05para localizar o lugar para onde você
- 1:56:08vai apontar. Só que se aquele laserzinho
- 1:56:10vermelho vai te trazer algum dano, meu
- 1:56:12Deus do céu, tu não pode sair de casa.
- 1:56:13Porque aquele laserzinho ali, ele tá
- 1:56:14presente no nosso ambiente todo. Nessa
- 1:56:17luz aqui, por exemplo, uma pequena faixa
- 1:56:19é daquele vermelho. Brabo. Aquilo ali é
- 1:56:22um aparelho que é simplesmente um
- 1:56:23receptor. Não confunda com um aparelho
- 1:56:25da polícia dos Estados Unidos que eles
- 1:56:27usam muito. E aqui também eles usam às
- 1:56:28vezes, né, que é uma pistola que
- 1:56:29dispara, tem um carro vindo, aquele
- 1:56:31aparelho dispara um pulso ultrasônico,
- 1:56:33não tá mais em onda eletromagnética e
- 1:56:34calcula o tempo que leva para voltar pro
- 1:56:36carro, né? É, a maioria deles funciona
- 1:56:37assim. ou tirando duas fotos sucessivas
- 1:56:39do veículo. Tem duas formas de fazer
- 1:56:40isso. E aí com base no tempo de volta
- 1:56:42daquilo ali, ele calcula a velocidade. E
- 1:56:43também muitas vezes é um aparelho que
- 1:56:44tira duas fotos muito rápidas do veículo
- 1:56:46e ele tira uma foto que tem, ele tira
- 1:56:47duas fotos com intervalo de 0,1
- 1:56:48segundos, então e naquele 0,1 segundo
- 1:56:50ele vê quanto que o negócio andou,
- 1:56:52>> calcula a velocidade. Tá bom? Isso é
- 1:56:53sinistro, isso aí dá muito car. Muito
- 1:56:54bom. Agora vamos voltar aqui pro
- 1:56:55espectro eletromagnético. Agora eles já
- 1:56:56entenderam três das sete ondas
- 1:56:58eletromagnéticas. Luz visível tá no
- 1:56:59meio, vai do vermelho ao violeta. O
- 1:57:01vermelho é o menos energético, por isso
- 1:57:03menor frequência, maior lâmbida. Já o
- 1:57:05violeta mais energético, mais
- 1:57:07frequência, menor lâmbida. Definidas
- 1:57:09essas três ondas, faltam quatro. E essas
- 1:57:12quatro eu vou precisar que vocês guardem
- 1:57:13na memória. Elas são fáceis de guardar,
- 1:57:15mas vocês vão guardar através de alguma
- 1:57:17de uma certa analogia que eu vou fazer
- 1:57:18aqui agora. Pro lado das pequenininhas,
- 1:57:20opa, pro lado das pequenininhas, isso.
- 1:57:22Pro lado das pequenininhas, nós temos
- 1:57:24duas radiações que são famosas. E aí
- 1:57:27você vai lembrar da palavra rádio, eh,
- 1:57:29raio, né, através do raio, que são raio
- 1:57:31X e raio gama. Então, logo depois do
- 1:57:33violet, do ultravioleta, a gente vai ter
- 1:57:35o raio X e depois do raio X, raio gama.
- 1:57:37Essas são as ondas pequenininhas e pro
- 1:57:39lado das ondas frequência brutal
- 1:57:40>> é a frequência altíssima aqui, onda
- 1:57:42realmente muito pequena, da ordem de
- 1:57:44nanômetro e tal, bem pequenininho mesmo.
- 1:57:46Já do lado das maiores, a gente vai ter
- 1:57:48na sequência, depois do infravermelho,
- 1:57:49microonda
- 1:57:51e onda de rádio. Aí agora, só para para
- 1:57:54vocês conectarem uma coisa que eu falei
- 1:57:55e com relação à rede de telefonia móvel,
- 1:57:57o 3G e o 4G estão lá na onda de rádio.
- 1:58:01Ops.
- 1:58:02>> É, tá aí mesmo. Tá certinho.
- 1:58:04>> É o antioborfismo. O 3G tá. É, elante
- 1:58:07homofismo. Ah, garoto, o 3G tá lá na
- 1:58:09onda de rádio. Já o 4G e o 5G estão na
- 1:58:11microonda. Isso é simboliza, né, uma
- 1:58:14internet mais rápida, porque se o 4G e o
- 1:58:175G estão na microonda, tem a frequência
- 1:58:18mais alta, carrega mais dado.
- 1:58:19>> Então assim, se a gente for olhar para
- 1:58:20esse espectro aqui, entendendo que aqui
- 1:58:21tá menor frequência, vamos começar a
- 1:58:22interpretar o que que tem que saber de
- 1:58:23cada tipo de onda, tá bom? Ondas de
- 1:58:25rádio são as ondas aqui de menor
- 1:58:26frequência dentro do espectro. Aqui ele
- 1:58:28botou ondas baixas, isso aqui é é
- 1:58:29boteira, isso aqui pode esquecer
- 1:58:30totalmente, tá bom? É uma classificação
- 1:58:32antiga, a gente nem usa isso aqui no
- 1:58:33Enem, tá bom? Isso aqui tá dentro de
- 1:58:35onda de rádio também, porque esse
- 1:58:36espectro aqui é variável, você pode
- 1:58:36definir eh dar para
- 1:58:38>> isso tudo aqui, isso tudo aqui é onda de
- 1:58:39rádio.
- 1:58:40>> Tudo aqui é onda de rádio. Exatamente.
- 1:58:40>> É, é usado para telecomunicação.
- 1:58:42>> É. E aí a onda de rádio ela é uma onda
- 1:58:43de menor frequência, então tu já espera
- 1:58:45que ela tenha uma menor capacidade de
- 1:58:46transmitir informação de verdade. Aí tu
- 1:58:48usa para quê? Sinal de rádio, sinal de
- 1:58:50televisão antigo. Hoje em dia as
- 1:58:51televisões não pegam mais. Hoje em dia
- 1:58:53não é normal para tu, né? Você, ah, meu
- 1:58:55pai tá meando antena para pegar. Não,
- 1:58:57não. É via caba, via internet. Então,
- 1:58:59onda de rádio é para isso, esse tipo de
- 1:59:00coisa, tá bom? TV, rádio. E aí por isso
- 1:59:02que o nome dela é rádio, mas também é
- 1:59:03para 3G, como R falou, quando a gente
- 1:59:04vai pra zona das microondas, a gente
- 1:59:06subiu a frequência, só que subiu a
- 1:59:07frequência também diminuiu o comprimento
- 1:59:08de onda dela. Então aqui a gente tem uma
- 1:59:09onda que vai ser capaz de transportar
- 1:59:10mais informação, mas ela já é mais
- 1:59:12vulnerável a obstáculos. Então ninguém
- 1:59:14fica sem sinal de rádio na cidade. Mas
- 1:59:16aqui quando a gente entra na microonda,
- 1:59:17que a gente já usa aqui o sinal de 4G
- 1:59:18dentro dessa classificação, e o de 5G
- 1:59:20também é uma microonda, só que é uma
- 1:59:21microonda de maior frequência, esses
- 1:59:22aqui tu já pode ficar sem eles de modo
- 1:59:24mais fácil, tá bom? Então, satélites
- 1:59:26utilizam isso aqui, eh, Wi-Fi,
- 1:59:28>> eh, o Wi-Fi utiliza isso daqui
- 1:59:30>> dentro do aparelho do microondas também
- 1:59:31a gente tá usando ali o microondas, é
- 1:59:32isso, né? Dentro do microondas, o
- 1:59:33fenômeno é o seguinte, tá? Ele ele
- 1:59:35primeiro ele ele só é capaz, ele não
- 1:59:36aquece nada por meio do fogo, né? Óbvio,
- 1:59:37o microondas ele aquece disparando uma
- 1:59:39onda energética, só que você espera que
- 1:59:41essa onda energética ela consiga
- 1:59:42entregar energia pras moléculas de água.
- 1:59:44Ali as moléculas de água elas são
- 1:59:45polares, então elas têm um dipolo
- 1:59:46elétrico, né? é H2O tem dois hidrogênios
- 1:59:48e um oxigênio. Os dois hidrogênios estão
- 1:59:50positivos, o oxigênio tá negativo.
- 1:59:51Então, jogando ali aquela frequência da
- 1:59:53onda de microondas, que você tem um
- 1:59:54magnétron ali dentro que joga isso,
- 1:59:55geralmente 2.4 GHz, algo assim, você
- 1:59:58pode fazer com que aquelas moléculas de
- 1:59:59água elas entrem em ressonância com ele
- 2:00:01e comecem a vibrar cada vez mais rápido,
- 2:00:02mais agressivamente. E essa vibração vai
- 2:00:04sendo traduzida em aumento do número de
- 2:00:05colisões e vai sendo traduzida em
- 2:00:07energia térmica no final das contas
- 2:00:08dele. Ele não dispara em infravermelho
- 2:00:09no alimento. Isso é muito importante, tá
- 2:00:10bom? O microondas ele não tá disparando
- 2:00:11infravermelho. Ele, o microondas ele não
- 2:00:13tá propriamente disparando ondas de
- 2:00:14calor ali, como se fosse um fogão. Um
- 2:00:15fogão sim, a gente tanto tu vai entender
- 2:00:17em termologia, né, que a gente faz por
- 2:00:18condução, a gente faz também por por
- 2:00:19irradiação. Em termologia a gente
- 2:00:20entende, mas o microondas, eu quero que
- 2:00:22você saiba só isso, que ele ele só
- 2:00:23consegue esquentar de fato ali as
- 2:00:24moléculas de água ou moléculas que são
- 2:00:26polares, né? Então tu vê que se você
- 2:00:27esquentar no microondas um um alimento
- 2:00:29mais aguado, se você esquenta por, por
- 2:00:30exemplo, você bota lá para esquentar
- 2:00:31arroz, purê de batata e uma carne bem
- 2:00:35seca, você pode ver que a carne ela vai
- 2:00:37estar menos quente, o arroz vai estar
- 2:00:38mais quente, mas o purê de batata vai
- 2:00:40sair na temperatura infernal e vai
- 2:00:42dentro dele vai, meu purê tá
- 2:00:43pelando brutal, porque o purê muito tem
- 2:00:45muito mais água, tá? Quando a gente sobe
- 2:00:46de frequência, a gente vem pro
- 2:00:47infravermelho, que
- 2:00:48>> onda de calor, quero que você associe
- 2:00:49isso, corpos que estão mais quentes,
- 2:00:50eles estão emitindo infravermelho. E
- 2:00:52também dá para usar ele, claro, para
- 2:00:53sinal. Agora esse sinal não é tão bom,
- 2:00:55né? Um controle porta de infravermelho,
- 2:00:56>> muito pouca energia.
- 2:00:57>> Muito pouca energia, né? E aí, mas a
- 2:00:59gente utiliza hoje em dia os controles
- 2:01:00com quê? É Bluetooth, é o quê? Mas como
- 2:01:02é que é isso? De verdade. É, mas aí você
- 2:01:04falou muito pouca energia, mas a onda de
- 2:01:05rádio tem menos frequência ainda. Por
- 2:01:05que controle?
- 2:01:06>> Porque eu lembro que esse controle era
- 2:01:07uma merda.
- 2:01:08>> É, é uma merda. Na verdade, os celulares
- 2:01:10antes do Bluetooth aparecer na nossa
- 2:01:11vida, os celulares passavam vermelho.
- 2:01:14>> Era uma merda.
- 2:01:15>> Por quê? Tu quer que esquente a tua
- 2:01:17pele?
- 2:01:17>> Não, pô.
- 2:01:18>> Então ele tem que ter baixa potência.
- 2:01:19>> Ah. Ah, pô. Então eu sempre tive essa
- 2:01:22dúvida, pô. Porque o vermelho tem
- 2:01:24baixíssima potência. Olha, outra coisa,
- 2:01:25>> ele deveria ter mais informação, tem
- 2:01:26mais frequência, né?
- 2:01:27>> Ah, o teu celular trafega 5G, 5G
- 2:01:29microondas.
- 2:01:30>> É,
- 2:01:30>> por que que quando a gente tá falando no
- 2:01:31celular a nossa nossa orelha não aquece?
- 2:01:34>> Potência de 1 W. A potência de um
- 2:01:36aparelho microondas é de pelo menos 1000
- 2:01:38W.
- 2:01:39>> Ou seja, se a gente se a gente juntar
- 2:01:401000 aparelhos desse numa fogueira e
- 2:01:42botar todos eles ao mesmo tempo para
- 2:01:44fazer um download, vai acer
- 2:01:45>> vai tourar ali algum aquecimento de
- 2:01:47água.
- 2:01:47>> Ah, mas despresível.
- 2:01:48>> É, não vai, vai conseguir aquecer alguma
- 2:01:50água ali. Mas imagina 1000 aparelhos.
- 2:01:53Esse aparelho daqui ele emite a mesma
- 2:01:54onda que tem dentro do microondo, mas
- 2:01:56ele não tem capacidade. É pela potência
- 2:01:59>> que tem a ver com energia, que tem a ver
- 2:02:00com amplitude, que a gente a gente vai
- 2:02:02abordar muito mais ainda aqui, tá? E
- 2:02:03ainda mais, especialmente na parte
- 2:02:04eletrodinâmica. Então
- 2:02:05>> eu na minha sala de trabalho, o aparelho
- 2:02:07de ar condicionado, ele é muito antigo,
- 2:02:09apesar de ser split, ele é muito antigo.
- 2:02:10>> Aham.
- 2:02:11>> Aí, cara, se liga nisso, olha que parada
- 2:02:13legal.
- 2:02:14>> Eh, ele é tão antigo que ele vem escrito
- 2:02:15assim na frente,
- 2:02:17>> controle remoto, ou seja,
- 2:02:19>> para tu apontar para lá. Não, não, não
- 2:02:21existia a possibilidade do aparelho de
- 2:02:22ar condicionado não ter controle remoto.
- 2:02:24Aquele ali é, é o bônus controle.
- 2:02:26[risadas]
- 2:02:27>> Tá avisando ali que tem controle remoto.
- 2:02:28Beleza. Olha, por que que eu tô te
- 2:02:29falando isso. E é o aparelho é por
- 2:02:30infravermelho.
- 2:02:31>> Aham.
- 2:02:32>> As pilhas estão ligadas em paralelo,
- 2:02:34>> certo?
- 2:02:35>> Se elas estão ligadas em paralelo, é
- 2:02:37sinal de que a voltagem desse aparelho é
- 2:02:39de 1,5 V do controle remoto.
- 2:02:41>> Sim. Porque não soma.
- 2:02:42>> Então ele é um aparente de baixíssima
- 2:02:43potência.
- 2:02:43>> Na cada pilha é de 1.5. Então duas em
- 2:02:44paralelo continua sendo 1.5, mas aumenta
- 2:02:46a carga, né?
- 2:02:46>> Exato.
- 2:02:46>> Em eletrodinâmica a gente vai. E olha
- 2:02:47que irado. Para eu mexer no ar
- 2:02:49condicionado, eu tenho que fechar a
- 2:02:51janela, deixar a sala toda escura e
- 2:02:53chegar o controle volto perto.
- 2:02:54>> Mentira. Porque ah porque o
- 2:02:55infravermelho sofre interferência
- 2:02:56daquele excesso de luz ali.
- 2:02:57>> Quando tem excesso de luz, o sensor não
- 2:02:59consegue captar o infraverm saturado.
- 2:03:01Ele vê uma deixa é um sensor fraco
- 2:03:03também, não sensor muito fraco.
- 2:03:04>> Caraca, baixa a sensibilidade
- 2:03:06>> aí. Aí assim, todo mundo tentando lá
- 2:03:07mexer. Eu falei, gente, é só fechar a
- 2:03:08janela. A galera fechar a janela. É só
- 2:03:10fechar a janela.
- 2:03:11>> E aí o Bluetooth ele entra em alguma
- 2:03:12dessas ondas aqui.
- 2:03:13>> É onda de rádio.
- 2:03:14>> Ah, você tinha dito, né? Mas Pedro, a
- 2:03:15onda de rádio tem menos eh frequência,
- 2:03:17mas é que a gente tem a gente consegue
- 2:03:18usar ela numa potência maior.
- 2:03:20>> É, não. E assim, o Bluetooth é é uma é
- 2:03:22uma onda muito genérica. A gente precisa
- 2:03:24de generalismo pro Bluetooth para
- 2:03:27conseguir conectar os diversos tipos de
- 2:03:28equipamentos diferentes e a gente modula
- 2:03:30a qualidade dele na na potência. Ô,
- 2:03:32Gabriel, ele tá aí. Gabriel,
- 2:03:36>> tu não tá filmando tes legais aqui da
- 2:03:38gente, dando aula? Pô, filma para botar
- 2:03:39no vídeo pra galera quando puder. E
- 2:03:41agora a gente chegou. É porque vocês no
- 2:03:42início do vídeo vocês vão ver que tem
- 2:03:43vários tes legais aparecendo lá. A gente
- 2:03:44tá esquecendo de filmar, pô. Estamos
- 2:03:45aqui, então chegamos aqui em luz
- 2:03:46visível. Mais frequência ainda agora ela
- 2:03:48é capacidade, ela tem capacidade de
- 2:03:49sensibilizar nossas células da retina,
- 2:03:51né, de de entregar informação que é que
- 2:03:52é útil pra gente. Chegou em ultravioleta
- 2:03:54agora. Então essa é a função dela, tá? A
- 2:03:55luz visível, ela tem a função de
- 2:03:57fornecer informação visual de altíssimo
- 2:03:58nível para para mamíferos e criaturas
- 2:04:00oculares, tá? Porque tem sistema nervoso
- 2:04:01desenvolvido para ter um aparato
- 2:04:02fotossensível, beleza? E lembrando que
- 2:04:04isso aqui também interage com pigmentos
- 2:04:06fotossensíveis, como a clorofila nas
- 2:04:07plantas, tá? Então, a isso aqui tudo é
- 2:04:09onda, tudo isso aqui é energia. Então a
- 2:04:10clorofil ela é um pigmento fotosensível
- 2:04:12que ela é capaz de recebendo luz,
- 2:04:13recebendo luz ela consegue executar uma
- 2:04:15reação química de fotóolis da água, ela
- 2:04:16consegue quebrar água, tirar elétrons da
- 2:04:17água para poder fazer o processo
- 2:04:18fotosintético e transformar CO2 numa
- 2:04:21glicose C6, H12 e O6, tá? E agora a
- 2:04:23gente entra aqui no raio X. Agora é
- 2:04:24muito importante, tá? Raio X ele vai ter
- 2:04:26uma frequência ainda maior. Frequência
- 2:04:27dele é maior. E aí ele tem uma ele ele é
- 2:04:29a onda menor de todas até agora que a
- 2:04:31gente chegou, tá bom? Ele é muito
- 2:04:31pequeno. Então o que acontece? por ele
- 2:04:33ter essa frequência tão alta, ele é
- 2:04:34muito energético. E aqui eu quero que
- 2:04:35você perceba que partindo aqui mais ou
- 2:04:38menos da metade do ultravioleta, a gente
- 2:04:39entra num local chamado radiação
- 2:04:42ionizante. E aqui antes era radiação não
- 2:04:43ionizante. O que que é, o que que
- 2:04:44significa essa palavra ionizar? Se você
- 2:04:46sabe o básico de química, você sabe que
- 2:04:48íons eles não são átomos. Ís são
- 2:04:50espécies químicas que tiveram uma
- 2:04:52modificação no seu número de elétrons.
- 2:04:53Se eu tenho ali um cálcio, qual a
- 2:04:55diferença de eu ter um cálcio para eu
- 2:04:56ter um cálcio 2 mais? Esse cálcio 2 mais
- 2:04:58ele perdeu dois elétrons e aí por perder
- 2:04:59dois elétrons, ele fica com aquela carga
- 2:05:01positiva, porque o elétron negativo
- 2:05:02ficou dois mais. Isso é um mi, tá? Então
- 2:05:04se eu tenho ali um Cl- qual diferença
- 2:05:06disso para um cloro? O Cl- ele recebeu
- 2:05:08um elétron a mais, ele é mais
- 2:05:09eletronegativo, roubou um elétron de
- 2:05:10alguém e agora ele tá com aquela carga
- 2:05:11negativa porque o eletro é negativo.
- 2:05:12Certo? Eu só falei isso para você ter
- 2:05:14uma relação pra palavra ionização. A
- 2:05:17palavra ionização, uma coisa que é
- 2:05:19ionizante, ah, teve um processo de
- 2:05:20ionização aqui, uma radiação ionizante.
- 2:05:21Primeira coisa, tá? Tudo aqui é
- 2:05:23radiação. O Enem já cobrou isso, tá?
- 2:05:25Tudo aqui é radiação. O que que é
- 2:05:26radiação? propagação de onda
- 2:05:27eletromagnética. Então, toda onda
- 2:05:29eletromagnética, ela é uma radiação, tá?
- 2:05:31Então, o fato de eu estar emitindo luz,
- 2:05:33eu tô emitindo radiação, radiação do
- 2:05:34tipo luz visível, tá? O fato de eu
- 2:05:36estar, por isso que isso aqui tudo pode
- 2:05:37chamar de energia radiante. Exatamente.
- 2:05:39Emitindo, né? Energia radiante. Só de eu
- 2:05:41tá emitindo calor também tô emitindo uma
- 2:05:42radiação. Quem tá soltando raio X é
- 2:05:44radiação. A antena solta radiação. Qual
- 2:05:46a diferença disso pra radioatividade? O
- 2:05:48radioativo, a coisa que é radioativa,
- 2:05:50ela também emite energia, também emite
- 2:05:51onda. Mas não é, não é isso, tá? A coisa
- 2:05:53radioativa, esse rádio vem de núcleo na
- 2:05:55química, tá bom? Então, uma coisa que é
- 2:05:56radioativa, ela tem uma atividade de
- 2:05:58transformação, de transmutação nuclear.
- 2:06:00Então, o que que é um elemento
- 2:06:01radioativo? É um elemento que ele tá se
- 2:06:03transformando, ele tá mudando, ele tá
- 2:06:05tendo um decaimento do seu número de
- 2:06:06prótons, tá modificando ali a estrutura
- 2:06:08dele, ele tá se transformando em outros
- 2:06:09elementos, só que quando exatamente,
- 2:06:11mais estáveis, mas quando ele faz isso,
- 2:06:13>> ele solta partículas, tá? Então ele
- 2:06:15emite partículas
- 2:06:17>> que tem carga e que podem bater nas
- 2:06:18coisas, podem fazer mal, dependendo aí a
- 2:06:20gente tem que entrar em química, tá bom?
- 2:06:21Ele solta radiação, solta partícula
- 2:06:22alfa, solta partícula beta e solta a
- 2:06:24radiação gama. Então, um átomo
- 2:06:25radioativo, ele emite partículas e ele
- 2:06:28emite também radiação desse tipo aqui,
- 2:06:29ó, radiação gama. Tu vai ver que essa
- 2:06:31daqui é brutal. Essa aqui pode arregaçar
- 2:06:33>> por conta da vibração ali das cargas,
- 2:06:34ele vai começar a emitir radiação
- 2:06:36exatamente por e então isso é uma coisa
- 2:06:37radioativa. Então, muito cuidado, por
- 2:06:38quê? O Enem já cobrou isso? Eh, ah, eu
- 2:06:41tenho um alimento que tá escrito assim
- 2:06:43para ele, foi esterilizado por radiação.
- 2:06:45E aí as pessoas, ele já cobrou isso duas
- 2:06:46ou três vezes. Aí as pessoas no
- 2:06:47aeroporto ficaram com medo e não
- 2:06:48quiseram transportar porque foi
- 2:06:50esterilizado por radiação. Galera, ser
- 2:06:52irradiado, jogar radiação em tu é jogar
- 2:06:54uma dessas ondas em tu. Quando a gente
- 2:06:55fala de esterilizar algo por radiação,
- 2:06:57geralmente a gente tá falando de
- 2:06:58bombardear com ultravioleta, tá? Por o
- 2:07:00ultravioleta, pelo fato dele já ter
- 2:07:01bastante energia, lembra que o Rafael
- 2:07:03tava falando que ele ele faz a gente
- 2:07:04ficar bronzeado. Por que que ele Isso
- 2:07:05aqui tudo eu aprendi comigo, essa parte
- 2:07:06aqui é sensacional. Lemb falou, nunca
- 2:07:07mais esqueci na época. Tu disse o
- 2:07:09ultravioleta, ele ele solta um tipo de
- 2:07:10onda que interage com o nosso
- 2:07:11melanócito. E aí o melanócito é a célula
- 2:07:13que produz melanina. Melanina é um
- 2:07:14pigmento que é um pigmento que tem
- 2:07:16função de proteger a gente da radiação
- 2:07:18do sol, porque essa radiação pode
- 2:07:19danificar o nosso DNA entregando energia
- 2:07:20para ele, danificando o DNA, você vai
- 2:07:21ter mais chance de ter um tumor, porque
- 2:07:22o tumor vem justamente de algum erro no
- 2:07:24DNA, que faz com que tenha um erro de
- 2:07:25replicação e a replicação se ela perca o
- 2:07:27controle, aquilo ali vira uma massa
- 2:07:28tumoral de células estranhas autônomas
- 2:07:30que ficam consumindo recursos loucamente
- 2:07:31para se duplicar. Beleza? Quem nasceu na
- 2:07:34África, quem evoluiu na África, tem a
- 2:07:35pele muito mais preta. Por quê? porque
- 2:07:37produz mais melanina, já que lá o sol e
- 2:07:39as condições solares são mais intensas.
- 2:07:40E aí essa melanina ela protege, a
- 2:07:42melanina se sacrifica. A melanina fica
- 2:07:43na frente do núcleo da célula para
- 2:07:45absorver ela mesma ultravioleta e não
- 2:07:46deixar bater no DNA. Isso é o pigmento
- 2:07:47chamado melanina. Quem é de países
- 2:07:49nórdicos, quem é mais branco, por
- 2:07:50exemplo,
- 2:07:51>> sobreviveu.
- 2:07:52>> Sobreviveu, né? Exatamente.
- 2:07:53>> Mesmo sem melanina.
- 2:07:54>> Mesmo sem melanina. Mas porque lá também
- 2:07:55não tinham condições agressivas de sol,
- 2:07:56de incidência solar, tá bom? Por ser lá
- 2:07:58no norte, né? Aí tem toda a inclinação
- 2:07:59da Terra, etc. Enquanto que África, não,
- 2:08:00África, o Sol tora lá, tá? E aí, e
- 2:08:02>> quem nascia lá sem tanta melanina.
- 2:08:04Exatamente. Então você tem que fazer uma
- 2:08:06relação entre o ultravioleta e
- 2:08:07capacidade de matar as coisas, porque o
- 2:08:08ultravioleta ele consegue danificar não
- 2:08:10só o nosso DNA, mas nosso DNA
- 2:08:11bacteriano. Então ele consegue destruir
- 2:08:12bactérias. Quando você passa
- 2:08:13ultravioleta nas coisas você faz uma
- 2:08:15esterilização. Então tem muitos
- 2:08:15aparelhos de autoclave que são assim
- 2:08:17aparelho de manicure e coisa, você bota
- 2:08:19os instrumentos cirúrgicos nele e ele
- 2:08:20esteriliza. E ele foi irradiado e não
- 2:08:22tem nada demais nisso. O problema é se
- 2:08:23ele fosse radioativo. Agora, se uma
- 2:08:24coisa radioativa, tu foi lá e no no
- 2:08:26acidente do do Sésio não sei quê. O
- 2:08:28Sésio é alguma coisa no Brasil. Sésio
- 2:08:31Sésio quê?
- 2:08:31>> 137. Acho que é os caras, eles foram
- 2:08:33numa antiga clínica radiológica. Então o
- 2:08:36que que é o cara que é o radiologista?
- 2:08:38Esse cara ele é especialista em entender
- 2:08:39o que o raio X faz, que é uma radiação.
- 2:08:41Beleza? Radiologista poderia ser
- 2:08:43qualquer uma dessas, mas a gente sabe
- 2:08:44que tipicamente é o raio X. O raio X ele
- 2:08:46funciona da seguinte forma, tá? Ele é
- 2:08:48tão pequeno, tão pequeno, que ele
- 2:08:49atravessa tudo. Ele atravessa a nossa
- 2:08:50pele, atravessa tudo, mas não atravessa
- 2:08:52o átomo de cálcio. Tudo isso aqui
- 2:08:53aprendi contigo lá em 2018, nunca mais
- 2:08:54esqueci da desse exemplo, né? ele não
- 2:08:56atravessa o átomo de cálcio. Com o átomo
- 2:08:57de cálcio, ele ele entrega energia, ele
- 2:08:58faz uma ressonância com átomo de cálcio.
- 2:09:00E aí naquela chapa sensível atrás, eh o
- 2:09:02átomo de cálcio ele ele gera uma
- 2:09:03marcação ali. A gente consegue ver os
- 2:09:04nossos ossos que tem prioritariamente o
- 2:09:06átomo de cálcio.
- 2:09:07>> Então o raio X atravessa tudo, bate
- 2:09:09nesse papel fotossensível e muda a cor
- 2:09:11dele, mas onde tem osso que tem muito
- 2:09:13cálcio, tem a barreira. Aí o raio X não
- 2:09:16consegue bater lá no papel fotosensível
- 2:09:18e aí fica branco. Contraste marca exato.
- 2:09:20Perfeito. Só que como é que tu gera esse
- 2:09:22raio X? A gente não vai entrar nisso
- 2:09:23porque é um negócio muito complexo, tá
- 2:09:24bom? Você gera esse raio X basicamente
- 2:09:26com um ou n dá para você fazer com
- 2:09:28aceleração de cargas dentro de um tubo,
- 2:09:30mas também você consegue gerar o raio X
- 2:09:31tendo algum elemento radioativo dentro,
- 2:09:33tá bom? Porque ah, mas você falou que o
- 2:09:34elemento radioativo é emiteir raio gama,
- 2:09:35mas dependendo, é porque isso é muito
- 2:09:36complexo, galera, ele também pode emitir
- 2:09:37raio X. Os caras foram lá, viram uma
- 2:09:39máquina de raio X, abriram e tinha lá
- 2:09:40sésio
- 2:09:41>> que é que é fluorescente,
- 2:09:42>> examente chama atenção. Mas Pedro, por
- 2:09:43que que ele é fluorescente? Porque ele é
- 2:09:44radioativo, ele emite tanta coisa, ele
- 2:09:45emite raio gama, raio X, mas também
- 2:09:47emite luz visível.
- 2:09:48>> Os caras pegaram ele. Agora eles não
- 2:09:50foram apenas irradiados. Primeiro que se
- 2:09:52eles fossem só irradiados, ah, você
- 2:09:54disse que ser irradiado não tem
- 2:09:54problema. Depende com que tu foi
- 2:09:55irradiado. Será irradiado por isso aqui
- 2:09:57não tem problema. A partir do
- 2:09:58ultravioleta pode começar a ter
- 2:09:59problema, mas serradiado por raio X pode
- 2:10:01danificar você. Por isso que quando você
- 2:10:02vai fazer um exame de raio X, você bota
- 2:10:03proteções onde você não vai. O cara que
- 2:10:04trabalha com isso tem que ter uma, tem
- 2:10:05que ter seis meses de férias, né?
- 2:10:08trabalha com densímetro. É um, é uma
- 2:10:10plaquinha de chumbo que fica sendo
- 2:10:11medida a densidade do chumbo o tempo
- 2:10:12todo,
- 2:10:13>> porque conforme o raio X vai batendo no
- 2:10:15chumbo, ele vai danificando o chumbo. Aí
- 2:10:17pela medida da densidade do chumbo, você
- 2:10:19sabe o quanto de radiação aquele
- 2:10:21profissional já tomou.
- 2:10:21>> Brutal. E o chumbo ele é tão grosso e
- 2:10:23tão denso que ele protege você da de
- 2:10:25vários tipos de radiação, né? E aí ã
- 2:10:27esses caras eles não foram apenas
- 2:10:28irradiados. Esses caras pegaram s, não
- 2:10:30for se tu chegar lá em Chernobyl na pata
- 2:10:33de elefante, é brutal essa parada da
- 2:10:34pata de elefante. Já ouviu falar: "Cara,
- 2:10:35isso é brutal. É, é medonho, né? Eu vejo
- 2:10:37aquela imagem da parte de frente. Isso é
- 2:10:39medonho. Isso é medonho. Porque lá em
- 2:10:40Cherchob teve o acidente radioativo. Os
- 2:10:42caras voltaram depois de muito tempo.
- 2:10:43Eles encontraram um negócio que eles
- 2:10:44batizaram de pé de elefante.
- 2:10:46>> É,
- 2:10:46>> era um trambolho maior do que essa sala
- 2:10:48aqui gigantesco, que era uma massa
- 2:10:50absurda de elementos radioativos que
- 2:10:53vieram do reator. Se eles parassem lá
- 2:10:54perto daquele trambolho radioativo, já
- 2:10:56tem problema? Já tem, porque ali emite
- 2:10:58tanta e tanto raio gama, tanto raio X,
- 2:11:00que vai arregaçar o corpo do cara, já
- 2:11:02vai danificar o DNA todo, tu ficou ali 3
- 2:11:03minutos, voltou para casa, tu vai ficar
- 2:11:05enjoadíssimo nesse dia, no dia seguinte,
- 2:11:06tu vai estar tcindo sangue e vai
- 2:11:07desenvolver tumores, vai desenvolver
- 2:11:09câncer em uma semana, em várias partes
- 2:11:10do teu corpo. É desse jeito mesmo. Dá,
- 2:11:12dá para você desenvolver câncer em uma
- 2:11:13semana se tu ficar ali alguns minutos. É
- 2:11:14bizarro, né?
- 2:11:15>> Mas esses caras não fizeram apenas, eles
- 2:11:17não chegaram perto do sésio e foram
- 2:11:19embora. Já é perigoso chegar perto de
- 2:11:20algo radioativo, porque é tanta energia
- 2:11:21bombardeando você que tu já pode ter
- 2:11:22danos no teu DNA. Eles mexeram, eles
- 2:11:24pegaram. Então agora ele uma coisa você
- 2:11:27chega perto de uma coisa radioativa e
- 2:11:28você irradiado com ondas de ondas
- 2:11:30ionizantes, tá bom? Ionizante é o quê?
- 2:11:31Aquilo que rranca elétron, aquilo que
- 2:11:32pode danificar. Quando eu falei de
- 2:11:33danificar o DNA, eu me referia a isso.
- 2:11:35Por que que essas ondas aqui podem
- 2:11:36danificar o DNA? Justamente porque elas
- 2:11:38batem no DNA, destróem os elétrons.
- 2:11:40Quando você arranca o elétron coisa,
- 2:11:41você quebra a estabilidade molecular
- 2:11:42daquela coisa, né? Ã, e aí por que que
- 2:11:44esses caras eles foram além disso?
- 2:11:46Porque eles levaram material radioativo
- 2:11:47nas mãos deles. Então agora eles se
- 2:11:49tornaram eles, eles não foram apenas
- 2:11:50irradiados. Se tu fori irradiado, tu tem
- 2:11:51os danos, mas você não passa a radiação
- 2:11:53pros outros. Acabou a fonte da radiação,
- 2:11:55ficou lá o pé de elefante, você voltou
- 2:11:56para casa,
- 2:11:57>> problema é teu.
- 2:11:57>> É, problema é teu. Agora, se você tocou
- 2:11:59nele, tem micropartículas em tu, agora
- 2:12:01tu também está radioativo, porque tu tá
- 2:12:04com uma coisa radioativa na mão. Então
- 2:12:05esses car,
- 2:12:05>> por mais que você não veja, você tem
- 2:12:06vestígios,
- 2:12:06>> tem vestígios. Então tá saindo deles
- 2:12:08agora a radiação, tá? E aí essa foi a
- 2:12:10parada, os caras tocaram, foram pra
- 2:12:11casa,
- 2:12:12>> botaram no bolso,
- 2:12:12>> botaram no bolso, quem ficou perto
- 2:12:14deles, onde você joga aquela calça, tudo
- 2:12:16vai ficando radioativo também, tá bom?
- 2:12:17Muito cuidado com isso e radiar algo não
- 2:12:19torna coisa radioativa. O que torna algo
- 2:12:20radioativo é que nessa coisa existam de
- 2:12:22fato átomos e espécies radioativas que
- 2:12:24estão sofrendo decaimento nuclear. OK?
- 2:12:26>> Fechou?
- 2:12:27>> E aí quando a gente chega em raio gama,
- 2:12:28né? Aí o raio X ele é usado para isso. E
- 2:12:30o raio gama, o que que você fala sobre o
- 2:12:31raio gama? Rai gama é uma onda muito
- 2:12:33energética, muito pequena e por isso
- 2:12:35alto poder de penetração. E dosando a
- 2:12:37potência da da emissão de raio gama, o
- 2:12:40médico ele consegue saber exatamente até
- 2:12:42onde ela vai chegar e com isso ele pode
- 2:12:45eh matar alguma massa tumoral no teu
- 2:12:48corpo. Eh desnaturar essa massa tumoral,
- 2:12:51radioterapia são,
- 2:12:51>> ou seja, raio gama é usado para
- 2:12:53radioterapia. Aí olha que interessante o
- 2:12:55nome, radioterapia. A gente não pode
- 2:12:57>> confundir isso com onda de rádio.
- 2:12:58>> Nossa. Não,
- 2:12:59>> porque é o nome, a palavra radioterapia
- 2:13:01significa que é uma terapia baseada
- 2:13:03emissão. Mas emissão de qu
- 2:13:06>> nesse caso de raio gama, porque eu quero
- 2:13:07desnaturar alguma coisa que tá lá dentro
- 2:13:09da derme e tal. Se eu usar raio X, eu
- 2:13:11não consigo esse nível de interação com
- 2:13:12célula tumoral, porque ele vai interagir
- 2:13:14com célula de cálcio. Outra violeta
- 2:13:16morre na derme e as outras frequências
- 2:13:18elas são não ionizantes, ou seja, elas
- 2:13:19não têm poder de penetração, elas
- 2:13:20contornam muito mais o corpo do que
- 2:13:21penet.
- 2:13:22>> Você entendeu isso? Vamos supor que eu
- 2:13:23tenho um determinado tumor crescendo no
- 2:13:24meu corpo. Eu quero exterminar esse
- 2:13:25tumor. Eu tenho duas formas básicas de
- 2:13:26fazer isso, tá bom? Eu tenho ali, são
- 2:13:28células que estão se reproduzindo, a
- 2:13:29qualquer momento elas vão entrar em
- 2:13:30metástase, ou seja, elas vão utilizar um
- 2:13:32processo de marcadores bioquímicos para
- 2:13:33gerar o fenômeno da angiogênese, vão,
- 2:13:34sabe como é que funciona isso? Tem o
- 2:13:36tumor lá, tem uma massa tumoral lá. Essa
- 2:13:37massa tumoral, ela ela tem um defeito no
- 2:13:38DNA dela e é por isso que ela tá se
- 2:13:39replicando loucamente e o corpo não foi
- 2:13:41eficaz em matar ela. Todo dia no nosso
- 2:13:43corpo surgem células tumorais, mas a
- 2:13:44gente tem mecanismos antitumorais que já
- 2:13:45estão inscritos no nosso DNA, que são
- 2:13:47proteínas que vão matando células
- 2:13:48tumorais. Você vai fazendo esses
- 2:13:50mecanismos ficarem mais fracos com com
- 2:13:51hábitos ruins, restrição de sono, tudo
- 2:13:52isso. Beleza? Quando você tem ali uma
- 2:13:54célula tumoral que tá se reproduzindo
- 2:13:55bastante, ela ela vai ter comportamento
- 2:13:57normal de célula ultra reprodutiva, que
- 2:13:58é o quê? Ela solta marcadores
- 2:13:59bioquímicos que atraem a construção de
- 2:14:02vasos sanguíneos para ela. Então isso é
- 2:14:03o fenômeno da angiogênese. Angioo é vaso
- 2:14:04gênese da construção. Quando ela faz
- 2:14:06isso, ela começa primeiro a receber um
- 2:14:07suprimento maior de sangue, a receber um
- 2:14:09suplimento maior de glicose e oxigênio
- 2:14:10consegue se replicar mais, mas ela
- 2:14:11também consegue soltar da massa células
- 2:14:13para viajarem pelo corpo e aí geralmente
- 2:14:15o câncer começa a metastasear para onde?
- 2:14:16Pro fígado, que é onde todo o teu sangue
- 2:14:18passa. É, é a principal região, né? É, é
- 2:14:20muito comum. Por isso que os médicos têm
- 2:14:21tanto medo do câncer no fígado, porque
- 2:14:23provavelmente ele tá vindo de algum
- 2:14:24lugar.
- 2:14:24>> É isso mesmo. Exatamente.
- 2:14:25>> Aí às vezes você não sabe ainda de como
- 2:14:27ficar.
- 2:14:27>> Exato. E muitas vezes quando o câncer
- 2:14:28chegou num estágio bem agressivo, você
- 2:14:29trata, ele alcança a remissão, daqui a
- 2:14:31um tempo, infelizmente você vê outros
- 2:14:32cânceres porque já tinham células
- 2:14:34cancerígenas que tinham viajado para os
- 2:14:35outros lugares do corpo, né? E aí tem
- 2:14:36duas formas da gente tratar um câncer:
- 2:14:38quimioterapia e radioterapia.
- 2:14:39quimioterapia, tu vai dar remédios
- 2:14:40químicos paraa pessoa, claro, todo
- 2:14:41remédio algo químico, e você vai eh ter
- 2:14:43um efeito sistêmico daquilo ali que a
- 2:14:45pessoa vai ter uma série de efeitos
- 2:14:46colaterais no corpo, eh porque aquilo
- 2:14:48ali é feito para destruir célula, então
- 2:14:49vai destruir cabelo, vai destruir tudo
- 2:14:50da pessoa, né? Ela vai se enfraquecer,
- 2:14:51mas a princípio pode matar o tumor. E
- 2:14:53tem a radioterapia, que é você tentar
- 2:14:54fazer mais localizado, disparando ali.
- 2:14:56Aí é cada os oncologistas sabem que tipo
- 2:14:58de câncer pode ser. E ainda tem o
- 2:14:59terceiro método que é o método
- 2:15:00cirúrgico, né? Quando você vai retirar o
- 2:15:02tumor propriamente dito, aí o
- 2:15:03oncologista toma a decisão dele baseado
- 2:15:05nisso, né? Cara, fechamos aqui uma boa
- 2:15:07interpretação do espectro. um um
- 2:15:08comentário, né? Às vezes eu fico
- 2:15:09pensando assim, né, embora tenha
- 2:15:11crescido bastante, né, que tá tá um tá
- 2:15:12um hype absurdo, né, na quantidade de
- 2:15:14pessoas que que gosta muito de mim, que
- 2:15:15é minha fã, às vezes eu paro para
- 2:15:17pensar, né, um indivíduo que fala que
- 2:15:19que eu não deveria estar dando aula e
- 2:15:20que eu não sou professor, mas eu olho pr
- 2:15:21pr pra densidade das explicações que eu
- 2:15:23tô dando aqui, eu fico pensando, mas que
- 2:15:24bizarrício, né? É um negócio de
- 2:15:26>> É a assim, o o ser professor é uma coisa
- 2:15:29muito ampla, né? Ser professor é
- 2:15:30transmitir conhecimento.
- 2:15:31>> É transmitir conhecimento. É
- 2:15:32>> se você faz isso bem,
- 2:15:34>> eu não sou licenciado, tá? Não tenho
- 2:15:35licenciatura. Então não vou dar nenhuma
- 2:15:36escola. Exatamente. Se você se pr se
- 2:15:39predispor da aula em escola e você
- 2:15:40precisa Exatamente. Isso. Então é meu
- 2:15:42objetivo agora
- 2:15:43>> aqui. E
- 2:15:44>> matamos isso aqui. Isso aqui a gente já
- 2:15:45tá bem. Então cara a gente tem que agora
- 2:15:47eu acredito para fenômenos. Que que que
- 2:15:49a gente vai fazer aqui?
- 2:15:50>> Bota aqui na primeira. Bota aqui pra
- 2:15:52gente fazer check.
- 2:15:53>> Tá. Estamos aqui agora.
- 2:15:54>> O espectro eletromagnético foi.
- 2:15:56>> Foi. Total. Tem que dar só uma teoria
- 2:15:58rápida aqui de acústica. Muito rápido,
- 2:16:00cara. Passa isso aqui bem rápido para
- 2:16:01eles.
- 2:16:02>> Vamos lá.
- 2:16:02>> Só a parada da acústica.
- 2:16:03>> Vamos lá. Pensando em acústica,
- 2:16:05>> só tem Enem assim básico, né? Acústica,
- 2:16:06na verdade, é uma parte da física
- 2:16:08dedicada a estudar o som. Como o som é o
- 2:16:10principal exemplar de onda mecânica, o
- 2:16:12Enem gosta de dar uma atenção para esse
- 2:16:13tema. Eu vou passar rapidinho aqui do
- 2:16:15que é indispensável a gente pensar sobre
- 2:16:17acústica, que são alguns nomes
- 2:16:18específicos para grandezas que a gente
- 2:16:20já estudou. Então, no mundo da acústica,
- 2:16:22a gente vai eh identificar uma palavra
- 2:16:25chamada altura. Ops, altura.
- 2:16:29essa palavra altura pro mundo da
- 2:16:31acústica. Deixa eu aqui escrever a
- 2:16:32acústica para ficar bem pedagógico para
- 2:16:34vocês. Essa palavra altura no mundo da
- 2:16:37acústica pode ser confundida com
- 2:16:39intensidade sonora.
- 2:16:43Isso porque comumente a gente fala sobre
- 2:16:46som, o som estar alto quando o volume
- 2:16:49dele está mais elevado. Só que no mundo
- 2:16:52da acústica a altura não tem relação com
- 2:16:54intensidade. Não confundam isso.
- 2:16:56>> Tá aquele som que te incomoda. Ah,
- 2:16:58>> é o som de volume alto,
- 2:16:59>> baixa esse som na política. Baixa o som.
- 2:17:01>> Isso. Som de volume alto pro mundo da
- 2:17:03acústica não está relacionado à altura.
- 2:17:05No nosso cotidiano pode estar, mas no
- 2:17:07mundo da acústica, que é o mundo
- 2:17:08científico, não. Aqui então está
- 2:17:10associada à palavra acústica, desculpa,
- 2:17:12a altura no mundo da acústica, a
- 2:17:13frequência.
- 2:17:14>> Frequência.
- 2:17:15>> Frequência.
- 2:17:16>> Se uma onda, se um som ele é mais alto,
- 2:17:18não confunda com aquele som lá do
- 2:17:20volume, tá bom? mais alto, quer dizer
- 2:17:21que ele tem maior frequência e a
- 2:17:22tradução disso é que ele vai ser mais
- 2:17:23agudo. Então o som dos violino, ele é
- 2:17:25sempre mais, por exemplo, a voz de uma
- 2:17:27mulher,
- 2:17:27>> ela via de regra é sempre mais alta que
- 2:17:29a do homem. Mesmo que o homem esteja
- 2:17:31gritando, ah, não sei quê, e uma mulher
- 2:17:33falando baixo, baixo no sentido
- 2:17:35tradicional, ainda assim a voz dela é
- 2:17:36mais alta, porque as cordas vocais da
- 2:17:37mulher, elas são mais finas e elas
- 2:17:38vibram, te gerando um som sempre mais
- 2:17:39agudo. Tá bom? Então,
- 2:17:40>> fiz aqui um um resuminho pra galera que
- 2:17:43é isso, ó.
- 2:17:45altura.
- 2:17:45>> Por isso que o instrumento baixo se
- 2:17:46chama baixo, porque gera uma coisa de
- 2:17:48baixa vibração.
- 2:17:48>> Exato. É, o baixo gerações mais graves,
- 2:17:51né? Então, na bateria, por exemplo, você
- 2:17:52tem um surdo, o surdo gerações mais
- 2:17:55graves.
- 2:17:56>> Então, o surdo é um é um instrumento de
- 2:17:58baixa altura.
- 2:17:59>> A guitarra é um instrumento alto, o
- 2:18:01surdo, o o baixo é um instrumento baixo,
- 2:18:03>> o violin é altíssimo.
- 2:18:04>> Isso tem relação, então, com o tipo de
- 2:18:06som que ele emite.
- 2:18:07>> As cordas do violão, aquela corda que
- 2:18:09faz ela, ela vibra muito mais rápido.
- 2:18:12Tem uma corda do violão que ela é mais
- 2:18:13solta, ela gera um som mais baixo, um
- 2:18:14som mais grave. Exato. Exato. A tensão
- 2:18:16da corda está relacionada à frequência
- 2:18:18que ela vai emitir. E existe uma fórmula
- 2:18:21que relaciona a tensão da corda com a
- 2:18:23frequência semitida. A gente não vai
- 2:18:24trabalhar essa essa essa essa equação
- 2:18:26aqui. Então vocês já entenderam que na
- 2:18:28acústica a altura tem essa conotação
- 2:18:29aqui. Vocês não podem confundir.
- 2:18:30>> Então quando a sua mãe fala para você
- 2:18:31assim, ó, baixa o som, você pode só
- 2:18:34trocar por uma música grave.
- 2:18:35>> É, mantendo a mesma intensidade sonora,
- 2:18:37>> mas vai apanhar, provavelmente.
- 2:18:38>> Vai apanhar, certamente. E o Enem pode
- 2:18:40fazer essa brincadeira e eh na prova.
- 2:18:43Agora outra,
- 2:18:43>> e quando a gente fala mesmo desse volume
- 2:18:45que que incomoda, que a polícia vai lá e
- 2:18:46pede pro cara baixar,
- 2:18:47>> nós estamos ali eh no mundo da cústica e
- 2:18:51também no no mundo ondulatório como um
- 2:18:52todo, se a gente está com muita
- 2:18:54intensidade de qualquer onda, a gente
- 2:18:56tem que lembrar intensidade.
- 2:19:01A gente tem que lembrar
- 2:19:02>> da amplitude
- 2:19:03>> de amplitude.
- 2:19:03>> Amplitude.
- 2:19:05E amplitude, como a gente já conversou,
- 2:19:07está relacionado à potência,
- 2:19:10está relacionado a mais energia para
- 2:19:12ondas de frequências parecidas. Então, a
- 2:19:15intensidade no mundo da cústica é o
- 2:19:17volume do som. Então, quando eu falo
- 2:19:18sobre o volume do som, eu estou falando
- 2:19:21sobre intensidade, que tem relação com
- 2:19:22amplitude, que tem relação com potência.
- 2:19:24>> Perfeito.
- 2:19:24>> Agora eu quero falar sobre uma outra
- 2:19:26grandeza no mundo da acústica, que é o
- 2:19:29timbre.
- 2:19:33No mundo da acústica existe essa
- 2:19:35variação chamada timbre,
- 2:19:37>> que não tava nas outras ainda, né?
- 2:19:38Frequência ondas não tem isso nas ondas
- 2:19:41eletromagnéticas. A gente não vai falar
- 2:19:42sobre isso, mas o timber é importante
- 2:19:44pro mundo da acústica, porque duas notas
- 2:19:47iguais podem ser emitidas por diferentes
- 2:19:49instrumentos e por isso essas notas
- 2:19:51musicais terão aparências diferentes,
- 2:19:54terão estilos diferentes, mas continua
- 2:19:57sendo a mesma nota. E se é a mesma nota,
- 2:19:59vamos lá. V = λ F.
- 2:20:03Se é a mesma nota, a frequência é a
- 2:20:04mesma. Se é a mesma nota se propagando o
- 2:20:08mesmo meio, a velocidade é a mesma. Se
- 2:20:10essas duas grandezas são iguais para uma
- 2:20:12mesma onda, consequentemente essa daqui
- 2:20:14também é a mesma. Ou seja, se duas ondas
- 2:20:17diferentes, eu tô percebendo que elas
- 2:20:19são diferentes, mas numericamente elas
- 2:20:22são iguais, o que vai diferenciá-las?
- 2:20:25Isso só é possível acontecer no mundo da
- 2:20:26acústica. do mundo da acústica, o que
- 2:20:28diferencia essas ondas ao timbre.
- 2:20:30Rafael, dá um exemplo prático. Eh, a
- 2:20:31nota musical lá, ela pode ser emitida
- 2:20:33pelo violão ou emitida eh sei lá, pela
- 2:20:37flauta, né? Eh, uma pessoa com ouvido
- 2:20:40capaz de perceber que nos dois
- 2:20:43instrumentos foi emitida a nota lá, eh,
- 2:20:46essa pessoa é capaz também de de dizer,
- 2:20:48apesar de ser a mesma nota, são timbres
- 2:20:50diferentes. Visualmente o que acontece?
- 2:20:53Uma onda vai ter um formato, uma
- 2:20:57simetria, e a outra onda pode ter outra
- 2:21:00simetria. Mas você vai perceber que os
- 2:21:03picos
- 2:21:05energéticos da imagem da onda, eles
- 2:21:08batem exatamente nas mesmas posições. Os
- 2:21:11formatos, ó, aqui tem duas ondas que são
- 2:21:14iguais em frequência, lâmbida e
- 2:21:16velocidade, mas tem timbres diferentes.
- 2:21:18Deixa eu, deixa eu botar aqui uma cor
- 2:21:19diferente para vocês. representação.
- 2:21:20Então vai ser esse formato aí da onda
- 2:21:22>> formato das ondas. Os formatos são
- 2:21:25diferentes, mas vocês vão perceber que a
- 2:21:27que o lambda é igual, consequentemente a
- 2:21:29frequência é igual e tudo mais. Então,
- 2:21:30por exemplo, essa daqui pode ser o
- 2:21:32violão, a nota musical propag eh
- 2:21:34produzida pelo violão e o a outra
- 2:21:36produzida pela flauta e tal. Ou seja, se
- 2:21:39o Enem vier, ah, o que que vai
- 2:21:41diferenciar tal nota musical produzida
- 2:21:43por tal instrumento da mesma nota
- 2:21:44musical produzida pelo outro
- 2:21:45instrumento, que que vai diferenciar as
- 2:21:47duas? Vocês já sabem que é o timbre.
- 2:21:49Falta mais alguma? Cara, lá no mundo da
- 2:21:51acústica, pera aí, vamos botar aqui no
- 2:21:53mundo da acústica,
- 2:21:54>> timbre, amplitude e intensidade. Então,
- 2:21:56>> perfeito. Então, cheque aqui.
- 2:21:57>> Pera aí, desculpa.
- 2:21:58>> Ótimo.
- 2:21:59>> Cheque.
- 2:22:00>> Ã, cara,
- 2:22:00>> agora a gente vai pro mundo dos
- 2:22:01fenômenos
- 2:22:02>> rapidamente sobre uma coisinha. Só não
- 2:22:03vou nem escrever, só vou, só vou falar
- 2:22:04mesmo, só para não não esquecer de falar
- 2:22:06isso. Como é que funciona a questão do
- 2:22:07eco? O eco é quando eu falo alguma coisa
- 2:22:09e eu escuto de novo o que eu falei. Aí
- 2:22:11alguém poderia pensar assim, né? A gente
- 2:22:12tá dentro da A gente vai, a gente vai
- 2:22:13entrar em reflexão agora. Eu já vou até
- 2:22:14aqua,
- 2:22:15>> já emenda aí com reflexão.
- 2:22:16>> Já vou, é, já vou antecipar isso
- 2:22:17primeiro. Então, já, então já vamos
- 2:22:18logo, tá bom? Vamos começar a falar aqui
- 2:22:19da reflexão, mas dentro desse fenômeno
- 2:22:21ondulatório, fenômenos ondulatórios é o
- 2:22:22que que pode acontecer com uma onda
- 2:22:23sobre certas condições, tá bom? Então a
- 2:22:25gente vai começar falando da reflexão.
- 2:22:26Reflexão é quando a onda bate em algum
- 2:22:27lugar ela volta, tá? Pronto, bateu,
- 2:22:28voltou, pode acontecer isso tanto com
- 2:22:30onda,
- 2:22:30>> não mudou de meio,
- 2:22:30>> não mudou de meio, é, eh, exatamente.
- 2:22:32Não, não atravessou e tal, bateu,
- 2:22:33voltou. Ã, tem mais uma coisa também que
- 2:22:35eu vou precisar falar antes disso, antes
- 2:22:37ainda do que eu vou falar, tá bom?
- 2:22:38Porque a gente esqueceu, a gente e pode
- 2:22:41ser importante às vezes para algumas
- 2:22:42coisas, eu nunca mais vi isso caindo,
- 2:22:43mas pode ser importante só para algumas
- 2:22:44definições a questão da das ondas
- 2:22:46transversais longitudinais. A gente até
- 2:22:48falou o seguinte, vamos lá. Primeira
- 2:22:49coisa, tem aqui uma onda sendo emitida,
- 2:22:51tá? Vou falar de uma onda sonora aqui.
- 2:22:52Então, essa onda vai ser emitida assim.
- 2:22:53Só vou te fazer uma pergunta. Qual é a
- 2:22:54direção de propagação dela? Para onde
- 2:22:56ela tá indo? Você vai falar: "Direção de
- 2:22:57propagação é essa?" Sim. Qual é a
- 2:22:58direção de vibração dela? Ela vai vibrar
- 2:23:00assim. Tá bom? Porque se você for olhar,
- 2:23:02se você for olhar pro ar, o ar se
- 2:23:03apertar aqui, relaxar aqui, se apertar
- 2:23:05aqui, relaxar aqui. Então, tá vendo que
- 2:23:06a vibração ela tá pra mesma direção da
- 2:23:09direção de propagação. Isso é uma onda
- 2:23:10longitudinal. É um conceito que muita
- 2:23:11gente confunde, mas isso aqui é onda
- 2:23:13longitudinal. E o que que são ondas eh
- 2:23:16transversais? Tá bom? Então tudo de o
- 2:23:19que que é onda transversal? É uma onda
- 2:23:20que ela tem uma direção de propagação,
- 2:23:22mas a vibração dela tá perpendicular.
- 2:23:24Perpendicular é formando 90º. Por
- 2:23:25exemplo, todas as ondas
- 2:23:26eletromagnéticas, tá? Toda a onda
- 2:23:27eletromagnética, ela vai ser
- 2:23:29caracterizada por isso aqui, ó. Cadê?
- 2:23:31Tá, tá, tá. Tá na. É, mas então essa
- 2:23:33daqui é a três. A gente deve ter dado um
- 2:23:34clean nela. Será?
- 2:23:35>> Ah, não, tá aqui em cima. Olha só. Dá
- 2:23:36uma olhada aqui na representação de onda
- 2:23:38eletromagnética. Ela tem campo elétrico,
- 2:23:39tem campo magnético.
- 2:23:41>> Imagina aqui e para onde ela está sendo
- 2:23:43propagada, tá? Então a gente vai ver que
- 2:23:44ela tá sendo propagada, ó, para lá, tá
- 2:23:46bom? Então ela tá indo para lá. Mas
- 2:23:47embora ela esteja indo para lá, a
- 2:23:48direção de propagação seja essa. Tu vê
- 2:23:50que pega um deles, né? Pega o campo
- 2:23:51elétrico. Pô, a direção de propagação
- 2:23:52para falar, mas o campo elétrico tá para
- 2:23:53cima, para baixo, é perpendicular. Ela
- 2:23:55só por causa disso já é uma onda
- 2:23:56transversal. E além disso, você ainda
- 2:23:58tem que a direção para lá e o campo
- 2:23:59magnético aqui, ó, ele é o vermelho, ele
- 2:24:00tá saindo da folha e entrando, porque os
- 2:24:01dois campos eles ficam perpendiculares
- 2:24:03entre sinal onda eletromagnética e ainda
- 2:24:04tem a direção que vem e perpendicular a
- 2:24:06eles também. Então, ou seja, aquela,
- 2:24:07lembra aquela onda? Cuidado com isso. Eu
- 2:24:09já vi muita gente falando, né? Então,
- 2:24:10toda onda mecânica, ela é longitudinal.
- 2:24:11Isso não existe. A onda mecânica pode
- 2:24:12ser tanto longitudinal quanto pode ser
- 2:24:14transversal.
- 2:24:14>> Só as eletromagnéticas que são
- 2:24:15consideradas.
- 2:24:16>> Todas as eletromagnéticas elas são
- 2:24:17transversais. Todas, todas elas vão ter,
- 2:24:19independente da direção, a vibração dela
- 2:24:21sempre vai ser perpendicular. Na
- 2:24:22mecânica, lembra do som? Ele é
- 2:24:23longitudinal porque a direção é para lá
- 2:24:24e a vibração também tá nesse sentido.
- 2:24:26Agora, lembra da onda na corda? A
- 2:24:28direção da vibração é para lá. Tô
- 2:24:29jogando a corda para lá, mas tu vê que a
- 2:24:30direção de propagação é para lá, mas a
- 2:24:32direção da vibração é para cima e para
- 2:24:33baixo, perpendicular. Então ela também
- 2:24:34seria uma onda transversal. Tô falando
- 2:24:36isso por causa da polarização pro cara
- 2:24:37saber que essa onda da corda ela poderia
- 2:24:38ser polarizada. Vocês vão entender isso
- 2:24:39daqui a pouco, tá bom? E agora voltando
- 2:24:41para para cá, vamos começar os fenômenos
- 2:24:44ondulatórios. O primeiro deles é
- 2:24:45reflexão, tá bom? Reflexão ela bate e
- 2:24:46volta. Então no espelho, por exemplo, a
- 2:24:47gente tem reflexão da luz, né? A luz tá
- 2:24:49batendo, nele, tá voltando. Aí a gente
- 2:24:50já tem outras aulas aqui avançadas sobre
- 2:24:52isso. Não vou entrar nas questões de de
- 2:24:54ângulo de incidência porque tem outra
- 2:24:55aula que a gente postou aqui bem
- 2:24:56recentemente de óptica, porque óptica é
- 2:24:58uma parte, né, muito mais delicada e
- 2:25:00exige muito mais aprofundamento. A gente
- 2:25:01a gente explicou tudo, mas
- 2:25:02>> assim como a física valoriza o estudo do
- 2:25:04som através da aula de acústica, que é a
- 2:25:06principal onda mecânica, a física também
- 2:25:08valoriza a luz, que é a principal onda
- 2:25:10eletromagnética. E por isso isso cria
- 2:25:13uma aula específica chamada de ótica. Ou
- 2:25:15seja, ótica, principal exemplo de onda
- 2:25:17eletromagnética, que é a luz. é estudado
- 2:25:18à parte. Acúca, principal exemplo de
- 2:25:20onda mecânica que é o som, estudado à
- 2:25:22parte. A a aula de ondulatória, ela é
- 2:25:24uma aula que passa por essas duas ondas.
- 2:25:26Os conceitos de ondulatória ajudam a
- 2:25:29estudar ótica e acústica, mas são aulas
- 2:25:30independentes. É isso. E aí tem um
- 2:25:32fenômeno de reflexão que eu acho muito
- 2:25:33importante estacar acaba prova, que é o
- 2:25:34fenômeno do eco. Tá bom? Eu tô falando
- 2:25:36aqui agora na sala. Eu preciso que você
- 2:25:37entenda, que você aceite que a minha
- 2:25:38onda sonora que eu tô soltando aqui, ela
- 2:25:41está batendo em todas essas paredes aqui
- 2:25:43e voltando para mim, fazendo várias
- 2:25:44reflexões. E por que que eu não tô
- 2:25:46escutando ela? Então, mais de uma vez eu
- 2:25:47falo, eu só escuto uma vez, ó. Oi,
- 2:25:49escutei só uma vez,
- 2:25:51>> mas ela tá batendo. Eu, eu tô tô
- 2:25:53recebendo ela várias vezes no meu
- 2:25:54ouvido.
- 2:25:54>> Por que que eu não tô escutando? Porque
- 2:25:56o meu ouvido ele é programado
- 2:25:57evolutivamente para não me deixar louco.
- 2:25:58Porque se eu ficasse escutando tudo que
- 2:26:00eu falo a quantidade de vezes que voltou
- 2:26:01pro meu ouvido, eu ia escutar o ia
- 2:26:03escutar um monte de coisa, tá? Então,
- 2:26:04ela bate, ela volta, mas eu não escuto
- 2:26:07porque meu ouvido tem uma coisa chamada
- 2:26:08período de latência. Esse período de
- 2:26:09latência, ele significa o seguinte, ó.
- 2:26:10Dentro desse período, se eu escutar de
- 2:26:12novo a mesma coisa que eu acabei de
- 2:26:13escutar, eu vou ignorar. Ele não vai
- 2:26:15vibrar várias vezes pra mesma coisa, tá
- 2:26:16bom? Mas esse período de latência, ele é
- 2:26:18aproximadamente 1 segundo. É algo assim,
- 2:26:19né? Isso. Ele é algo próximo de 1
- 2:26:21segundo, se eu não me engano.
- 2:26:21>> Não, é 03.
- 2:26:23>> 03, né? Perfeito. 03 segundos. Então,
- 2:26:24quer dizer o seguinte, ó.
- 2:26:25>> Per latência.
- 2:26:25>> Soltei aqui a minha voz. Se ela voltar
- 2:26:28para mim em menos do que 0,3 segundos,
- 2:26:30eu vou ignorar. Se demorar mais do que
- 2:26:32isso, eu vou escutar duas vezes. O tipo
- 2:26:34não vai pensar que é a mesma coisa. Se
- 2:26:35demorar mais do que isso, aí eu vou
- 2:26:36escutar duas vezes. E aí você entende
- 2:26:38porque quando a gente tá numa sala mais
- 2:26:39aberta, que tem muito mais espaço, que o
- 2:26:41som ele se perde muito menos, ou quando
- 2:26:43a gente tá no Grand Canon, por exemplo,
- 2:26:44tu fala assim: "Oi, cara, a tua onda
- 2:26:46sonora viaja 340 m/s, bate lá na outra
- 2:26:49montanha e até ela voltar pro teu ouvido
- 2:26:51já passou mais do que 0,3 segundos." E
- 2:26:54aí tu escuta de novo, oi, oi, oi, oi,
- 2:26:56oi. Com cada vez menos intensidade, ou
- 2:26:59seja, com cada vez menos amplitude,
- 2:27:00porque por uma questão de conservação de
- 2:27:02energia no nosso mundo, a energia vai se
- 2:27:03dissipando enquanto as coisas andam, tá
- 2:27:05bom? Então, vai perdendo energia porque
- 2:27:06vai batendo nas coisas. O que a gente
- 2:27:07faz, a gente, se a gente quer gravar um
- 2:27:08som muito bom, a gente coloca cortinas
- 2:27:10no ambiente para para que absorva
- 2:27:11justamente a energia e ele não fique
- 2:27:13voltando, tá bom? Isso é o período de
- 2:27:15latência, é assim que funciona o eco. Já
- 2:27:16tinha explicado várias coisas sobre o
- 2:27:17eco. Cara, eu já vou fechar a reflexão
- 2:27:19se quiser adicionar alguma coisa, porque
- 2:27:20eu vouar um detalhezinho aqui que é o
- 2:27:22seguinte. E quando tempo, vou botar aqui
- 2:27:25uma escala, botar o 03 aqui,
- 2:27:28>> menos do que 03.
- 2:27:29>> Aham.
- 2:27:30>> Mais que 03.
- 2:27:33Você falou que aqui o tímpano não capta.
- 2:27:36>> Ignora.
- 2:27:37>> Aqui é o eco.
- 2:27:38>> É o eco.
- 2:27:39>> Porque a gente aqui consegue
- 2:27:40diferenciar.
- 2:27:41>> Sim.
- 2:27:41>> Chega o barulho, o tímpano para de
- 2:27:44vibrar. Chega o mesmo barulho, ele volta
- 2:27:47a vibrar naquela mesma frequência. Mas e
- 2:27:49quando tá aqui? Quando chega, quando o
- 2:27:51som refletido che muito perto do 0,3
- 2:27:54segundos, o tímpano
- 2:27:56>> ele demora o quê? 0,28, por exemplo, e o
- 2:27:58tímpano ele não ignora completamente.
- 2:27:59>> É, a gente vai chamar isso de
- 2:28:01reverberação,
- 2:28:02>> que é quase que um reforço do som, né?
- 2:28:04>> Isso aí, olha que irado isso.
- 2:28:06>> Isso já pode ser bom, talvez, né?
- 2:28:07dependendo da situação,
- 2:28:08>> isso dependendo da situação é bom, mas
- 2:28:10pro mundo da música isso é péssimo,
- 2:28:13>> porque isso aumenta o tamanho, o tamanho
- 2:28:16da informação desnecessariamente. Então,
- 2:28:19quando você tinha os LPs, vocês estão
- 2:28:21ligados que que é LP, é o disco, vinil.
- 2:28:23>> Quando você tinha os LPs,
- 2:28:25>> eh, ali continha uma quantidade de
- 2:28:27informações
- 2:28:28>> registrada ali por velosidade, eh,
- 2:28:31deformações
- 2:28:32>> que aoscos, né,
- 2:28:33>> isso que a agulha ia passando, ia
- 2:28:34interpretando aquilo ali virava som, tá?
- 2:28:36Mas isso não é relevante. Quando a gente
- 2:28:38quer guardar mais músicas no mesmo
- 2:28:41dispositivo, a gente vai precisando cada
- 2:28:43vez mais de mais espaço. Só que se o som
- 2:28:46captou a reverberação, a quantidade
- 2:28:48energética tá muito grande. O que que a
- 2:28:49ciência fez? Conseguiu tirar a
- 2:28:52reverberação e criou-se o formato MP3.
- 2:28:54>> O formato MP3, ele tem menos qualidade
- 2:28:57do que o formato wave.
- 2:28:59>> Aham. Só que a fidelidade sonora é
- 2:29:01mantida, porque o que foi descartado foi
- 2:29:02essa reverberação aqui. Eu ia falar onde
- 2:29:05que ela pode ser interessante só para
- 2:29:06>> ela pode ser interessante quando concha
- 2:29:08acústica.
- 2:29:08>> É num teatro, num anfiteatro, por
- 2:29:10exemplo,
- 2:29:10>> sem sem aparato eletrônico.
- 2:29:12>> Pô, Grécia antiga, uma concha acústica.
- 2:29:15>> Sim.
- 2:29:15>> Aí, qual é a boa da concha acústica?
- 2:29:17Você constrói ela com distâncias que vai
- 2:29:20fazer com que o som ele tenha quase que
- 2:29:23exatamente 0 3 segundos de temp. Tu
- 2:29:25escuta um eco. Quase tu escuta um eco,
- 2:29:26mas tu não escuta um eco.
- 2:29:29>> Olha que irado. Isso. Isso é muito
- 2:29:30irado. E olha o pensamento da galera.
- 2:29:33Aliás, não sei se pensamento, não sei se
- 2:29:34intuição, não sei se no chute, mas
- 2:29:37construir a a estadual daqui do Rio tem
- 2:29:39conchar comigo. Pô, cara, é sensacional.
- 2:29:41Você chega ali, você chega no centro do
- 2:29:43palco e fala, todo mundo vai conseguir
- 2:29:45te ouvir como se você tivesse com
- 2:29:46microfone. A parada é bizarra, é
- 2:29:47bizarra. Mas isso é definido aqui por
- 2:29:49essa distância. E dá para calcular a
- 2:29:51distância aqui, porque se a gente sabe a
- 2:29:52velocidade do som, 340 m/s, e eu sei que
- 2:29:55a reverberação acontece mais ou menos
- 2:29:57nessa faixa de tempo, eu consigo saber
- 2:29:59de que distâncias a gente tá falando.
- 2:30:00Beleza? Fal, falei um negócio, vamos lá.
- 2:30:03Falei uma coisa aqui e escutei um eco.
- 2:30:07Ã, demorei 0,4 segundos para escutar de
- 2:30:11novo. Tá bom? Tem que ser a partir de
- 2:30:1203, mas demorei 0,4. A que distância eu
- 2:30:15tô então dessa parede? Vamos lá. Tem uma
- 2:30:16pessoa aqui, tem uma parede aqui e essa
- 2:30:19pessoa falou algo e ela escutou um eco.
- 2:30:21E ela demorou quanto tempo? Ela demorou
- 2:30:23um tempo de 0,4. A partir do momento que
- 2:30:25ela falou oi, ela demorou 0,4 segundos e
- 2:30:28escutou de novo oi. Tá? Então foi 0,4
- 2:30:29segundos. sabendo que a velocidade do
- 2:30:31som é 340 m/s. Vou botar 0,5 aqui só
- 2:30:36para facilitar a visualização da conta,
- 2:30:38tá bom? Você pode pensar o seguinte:
- 2:30:39olha só, se o som ele viaja 340 m a cada
- 2:30:42segundo, mas a pessoa demorou 0,5
- 2:30:44segundos para ouvir o eco, então isso é
- 2:30:45metade de 1 segundo, né? 340 m/s,
- 2:30:47segundo, mas em 0,5 segundos esse som só
- 2:30:49consegue percorrer 170 m.
- 2:30:51>> Aí tu vai lá, ah, então tem 170 m de
- 2:30:53distância aqui.
- 2:30:54>> E aí você erra,
- 2:30:56>> você erra, tá? Porque isso aqui é uma é
- 2:30:58uma questão delicada, já caiu em 2023,
- 2:31:00se eu não me engano, daquela da
- 2:31:01perfuração do poço que tinha água ou foi
- 2:31:022024, né?
- 2:31:04>> Essa é muito boa. E você tem que
- 2:31:05entender o seguinte, a gente a partir do
- 2:31:06momento que a pessoa falou e ela
- 2:31:08escutou, o som teve que ir e voltar.
- 2:31:10>> Isso.
- 2:31:11>> Então, na verdade, esse som ele ele
- 2:31:13levou 0, segundos para ir e voltar no
- 2:31:14total. Ou seja, o tempo de ida desse som
- 2:31:16apenas 0,25 segundos, depois mais 0,25
- 2:31:20segundos para ele voltar, totalizando
- 2:31:21meio segundo de fato, tá bom? E aí agora
- 2:31:23sim vem a pergunta: Qual é o tamanho
- 2:31:24disso aqui? Qual é esse del S? V = S
- 2:31:25sobre so del T. E aí o del S vai ser o
- 2:31:27Vzes o delta T. Vai ficar esses 340, não
- 2:31:30vezes o meio segundo, mas vezes isso
- 2:31:31aqui que agora vai dar 85 m. Então na
- 2:31:33verdade isso aqui é 85 m. A pessoa fala
- 2:31:35o som dela viaja esses 85 m, depois
- 2:31:37viaja de volta e ele é note que 85 m é é
- 2:31:40realmente bastante.
- 2:31:41>> Se você tivesse num estacion e tem que
- 2:31:43tem que ser grande e tem que estar
- 2:31:44vazio, porque senão o som ele é
- 2:31:46dissipado.
- 2:31:46>> As coisas elas roubam a energia do som,
- 2:31:48né, cara? Algo mais de reflexão, fica,
- 2:31:50>> cara, de reflexão. Talvez seja
- 2:31:52importante a gente falar, talvez, não, é
- 2:31:53importante a gente falar sobre o mundo
- 2:31:55das cores.
- 2:31:55>> Perfeito.
- 2:31:56>> Eu vou falar rápido sobre o mundo das
- 2:31:57cores. Por quê? Eh, imagina que aqui eu
- 2:31:59tenho é um objeto. Esse objeto está
- 2:32:01sendo iluminado. Ele não é fonte
- 2:32:03primária de energia de de luz.
- 2:32:05>> E aqui está o observador,
- 2:32:07>> certo? Né?
- 2:32:07>> O observador aqui nesse ambiente. Pera
- 2:32:09aí, desculpa.
- 2:32:12>> Tá. É uma sala aqui assim, que a parede,
- 2:32:14né? Aí aqui tem a iluminação dada essa
- 2:32:17parede. O nosso sistema visual ele é
- 2:32:21baseado em apenas três cores. Apesar das
- 2:32:23cores do arco-íris se dividirem em mais
- 2:32:25e a gente falar muito sobre vermelho e
- 2:32:26violeta, nosso sistema ele ele ele tem
- 2:32:29receptores para basicamente três cores,
- 2:32:31para três cores, o vermelho, o verde e o
- 2:32:34azul. Sim.
- 2:32:34>> Então todas as cores são formadas a
- 2:32:36partir de combinações dessas três cores.
- 2:32:37Digamos que a cor que ilumina essa
- 2:32:39parede é o branco.
- 2:32:41>> Sim,
- 2:32:41>> branco. Mas cara, isso aí resume mais
- 2:32:43ainda. Sabe por quê? Porque isso tá na
- 2:32:44outra aula lá, aquela outra aula de
- 2:32:46óptica, a gente não falou isso não.
- 2:32:47>> Não tá. Então beleza. Não, tá bom. Ou
- 2:32:49seja, se tá branca essa luz, é sinal de
- 2:32:51que ela contém esses três caras aqui,
- 2:32:53>> porque o branco é a junção de todas as
- 2:32:55cores.
- 2:32:55>> É red, green, blue, tá bom, galera?
- 2:32:56>> O mundo da luz, a junção de todas é o
- 2:32:59branco. Não confundam com o mundo da
- 2:33:00tinta. No mundo da tinta, o rolê é
- 2:33:02diferente, mas aqui no mundo da luz
- 2:33:04todas as três cores juntas é forma o
- 2:33:06branco. Se essa parede foi pintada de
- 2:33:09azul, azul, ou seja, ela foi pintada com
- 2:33:13um material que quimicamente
- 2:33:16reflete o azul e absorve o vermelho e o
- 2:33:19verde. Ou seja, dessa luz branca, o
- 2:33:21vermelho e o verde vão ficar na parede.
- 2:33:23>> Aham.
- 2:33:24>> E o azul será refrativo.
- 2:33:25>> Ah, é porque ela é azul. Então a gente
- 2:33:27tá vendo o azul.
- 2:33:28>> Ela foi pintada desse elemento químico.
- 2:33:29>> Quer dizer que ela joga luz azul na tua
- 2:33:30cara. joga a luz azul
- 2:33:32>> e absorve o restante.
- 2:33:34>> Entender esse fenômeno é importante para
- 2:33:36você saber que se a gente joga em um
- 2:33:39outro cenário,
- 2:33:41pensa um outro cenário aqui, se a gente
- 2:33:43tem essa mesma parede que é azul,
- 2:33:47mas eu jogo nela luz verde,
- 2:33:52>> cara, não vai, ela vai ficar, ela vai
- 2:33:53ficar,
- 2:33:54>> ela vai refletir o que para mim? Se ela,
- 2:33:56se ela reflete azul e eu jogar nela a
- 2:33:58luz verde, ela vai refletir o que para
- 2:33:59mim preta. Ela vai ficar preta, entende?
- 2:34:02Então, ela tá pintada de azul. Se eu
- 2:34:04jogar luz azul nela, ela reflete azul.
- 2:34:06Maravilha. Se eu jogar branco nela, ela
- 2:34:08reflete azul, porque no branco contém
- 2:34:10azul. Agora, se eu jogar vermelho nela,
- 2:34:12ela vai jogar nada para mim. Ela vai
- 2:34:13ficar preta para mim. Se eu jogar verde,
- 2:34:16ela vai ficar preta para mim.
- 2:34:16>> Perfeito.
- 2:34:17>> Esse entendimento é importante pro Enem.
- 2:34:20>> Aham. E o outro aí, só fazendo um adendo
- 2:34:22aqui, que é a correção dessas dos níveis
- 2:34:25dessas três cores, quando eu quero fazer
- 2:34:27algum filtro de luz, de cor para aquela
- 2:34:29imagem. O mundo do Instagram popularizou
- 2:34:31demais esse conceito. Se eu quero uma
- 2:34:33uma fotografia mais avermelhada, eu
- 2:34:36tenho duas possibilidades de fazer isso.
- 2:34:37Ou eu aumento a intensidade do vermelho
- 2:34:39ou eu diminuo a intensidade do verde e
- 2:34:41do azul. Guardem esses dois conceitos e
- 2:34:43vocês vão acertar questões de reflexão
- 2:34:45pensando em cores. Bom, manda de fração
- 2:34:47agora para ele. Já de
- 2:34:48>> dá o fin aí. Dá o fin. Vou mandar deção.
- 2:34:50Vamos aí. Vamos mandar rápido que acho
- 2:34:51nosso tempo vai ficar muito apertado pro
- 2:34:53vídeo.
- 2:34:53>> Olha só, eu quero que vocês saibam que o
- 2:34:54mundo da difração, ele é um mundo muito
- 2:34:57interessante. Qual é o interessante
- 2:34:59dele? Eh, imaginem que aqui e eu eu tô
- 2:35:04numa visão aérea. Eu tô numa Se liga
- 2:35:06nisso, Pedro. Eu tô numa visão aérea do
- 2:35:07mar. Tá bom?
- 2:35:08>> Tá sim. Tá vendo de cima?
- 2:35:09>> Tô vendo de cima. E as ondas vêm daqui
- 2:35:11dessa desse lado para esse. Faz aí as
- 2:35:15ondas vindo
- 2:35:16>> grandonas assim mesmo. Pode ser
- 2:35:17>> isso. Pode ser. Só que aqui, pera, per,
- 2:35:18pera, pera aí, de calma aí, calma aí,
- 2:35:19calma, calma aí.
- 2:35:20>> Tá, pode. Só para deixar bonito. O
- 2:35:22desenho, tem que ser assim.
- 2:35:23>> Isso. Desenho assim. Para aí, para aí.
- 2:35:25>> Ah, tá. Nós estamos no Nordeste. Esse
- 2:35:27essa é uma visão de cima do Nordeste ali
- 2:35:29é do Rio Grande do Norte e tem essa
- 2:35:31parede aqui de Recife de Corais,
- 2:35:33>> tá? O lance é que se essa onda bate
- 2:35:36nessa parede de Recife de Corais, a
- 2:35:39energia tende a voltar.
- 2:35:40>> Deveria ser reflexão.
- 2:35:41>> O nome disso é reflexão,
- 2:35:42>> tá? Se essa energia consegue atravessar
- 2:35:46aqui a parede da recife de corais e
- 2:35:48gerar ondas do outro lado. Repara, a
- 2:35:51onda veio aqui, a água não passou, a
- 2:35:55água não passa pro lado de cá, mas a
- 2:35:56quantidade de energia que essa onda
- 2:35:57entregou aqui para essa parede fez essa
- 2:35:58parede de reciprocar e aí isso gerou
- 2:36:00perturbações do lado de cá.
- 2:36:01>> Isso é ressonância.
- 2:36:03>> Isso é refração.
- 2:36:04>> Ah, tá, tá, tá.
- 2:36:05>> A energia mudou de meio. Se ligou. A
- 2:36:07gente vai falar sobre refração daqui a
- 2:36:08pouco. Mas e se aqui tiver, se aqui
- 2:36:13tem uns espacinhos ali, uns buracos ali
- 2:36:17na recife de corais que tem dimensões
- 2:36:20menores do que as dimensões dessa onda e
- 2:36:22a onda vai conseguir atravessar a
- 2:36:23parede, mas não pela parede, mas por
- 2:36:25esses buracos, o que vai acontecer com
- 2:36:28essa onda? O que vai acontecer com essa
- 2:36:30onda é curioso, porque a ciência mapeou
- 2:36:33isso como um espalhamento. Ou seja, a
- 2:36:35onda que vai passar por aqui, deixa
- 2:36:36deixa deixa eu fazer aqui.
- 2:36:37>> Vai, faz aí, faz aí com azul. Ela vai
- 2:36:39seguir um formato,
- 2:36:42ela vai seguir um formato curvilínio que
- 2:36:45tende a ser mais intenso. Mas qual é a
- 2:36:46beleza disso?
- 2:36:46>> Eu deveria ter feito mais para cá, assim
- 2:36:47que você diz.
- 2:36:48>> É, pode fazer,
- 2:36:49>> né?
- 2:36:50>> Mas qual é a beleza disso, Rafael? A
- 2:36:51beleza disso é que nesse contexto é como
- 2:36:54se a onda tivesse feito uma curva, como
- 2:36:56se ela tivesse de fato se espalhado.
- 2:36:58Como assim, Rafael? Repara que a onda tá
- 2:36:59vindo aqui, ó, assim, ó. Ó, reparou?
- 2:37:02>> Isso é difração, hein, galera? Que
- 2:37:03estamos explicando?
- 2:37:04>> É, a gente tá explicando de fração. A
- 2:37:05onda tá vindo assim, não tá?
- 2:37:06>> Olha o que que ela fez aqui.
- 2:37:08>> Sim.
- 2:37:09>> A energia dessa onda, ela vai atingir
- 2:37:12uma praiazinha que tá aqui, que não
- 2:37:14seria atingido por essa energia de uma
- 2:37:17forma frontal, caso a parede a recife de
- 2:37:19coragem não tivesse ali. Brutal. Vou
- 2:37:21pegar agora um exemplo prático de dia a
- 2:37:23dia que pode acontecer com qualquer um
- 2:37:24aqui e que mostra o fenômeno da
- 2:37:25difração. Você dormiu tarde, tava
- 2:37:28estudando ali, plataforma s lutar,
- 2:37:30lutar, 12 horas de física e tal, dormiu
- 2:37:333 horas da manhã, não recomendável.
- 2:37:35Durmam num horário saudável, acordem
- 2:37:37cedo, mas digamos que agora na urgência
- 2:37:39tu fez isso e aí você queria dormir até
- 2:37:41um pouco mais tarde. A sua janela é
- 2:37:43preenchida por uma uma cortina blackout
- 2:37:46que bloqueia a passagem da luz, só que
- 2:37:48>> e a e a sua janela é no lugar afastado
- 2:37:50da sua cama, não tá na direção da sua
- 2:37:52cama.
- 2:37:52>> Perfeito.
- 2:37:53>> Aí começou a amanhecer, o sol começou a
- 2:37:54raiar, tal,
- 2:37:56>> e do nada teu quarto começou a ficar
- 2:37:57iluminado, mesmo tendo blackout
- 2:37:59fatalmente. Tem uma frestinha ali
- 2:38:02>> que não está coberta pelo blackout. E a
- 2:38:04luz ao passar por aquela frchinha se
- 2:38:06espalhou. A gente pode associar isso ao
- 2:38:09fenômeno da difração. Outra
- 2:38:10>> e olha que tem a propagação retilina da
- 2:38:12luz, né? Pode pensar que isso não
- 2:38:12deveria acontecer.
- 2:38:13>> Não deveria acontecer. Mas olha que
- 2:38:15irado. A difração é o fenômeno
- 2:38:17ondulatório que comprova que aquela
- 2:38:20perturbação ali é uma onda. Como assim,
- 2:38:21Rafael? Só faz de fração onda. Partícula
- 2:38:25não faz de fração. Partícula para fazer
- 2:38:27curva. partícula para fazer, tem que
- 2:38:29colidir em algo. Perfeito, perfeito,
- 2:38:31perfeita análise. Ops, é isso aqui. Eh,
- 2:38:34por exemplo, se isso aqui fosse
- 2:38:36partícula, se isso aqui fosse matéria se
- 2:38:38propagando, para essa curva aqui
- 2:38:40acontecer, eu teria que ter aqui alguma
- 2:38:42alguma estrutura que fizesse essa essa
- 2:38:44essa essa curva, essa mudança de
- 2:38:46direção. Agora, como não teve nada aqui
- 2:38:48e mesmo assim aconteceu esse
- 2:38:50espalhamento, eu comprovadamente sei que
- 2:38:52essa energia está se propagando por uma
- 2:38:53onda. Excelente.
- 2:38:54>> Eh, e aí dali vem a dualidade de onda
- 2:38:56partícula paraa luz, tá? Agora eu vou
- 2:38:58falar uma última coisa sobre difração
- 2:38:59que o Enem já explorou. O som ele pode
- 2:39:02difratar na passagem de um ambiente pro
- 2:39:04outro, eh, sendo esses ambientes
- 2:39:06separados por uma parede. Como assim,
- 2:39:08Rafael?
- 2:39:08>> Não, por um vidro. O vidro não tem essas
- 2:39:10pequenas freschas,
- 2:39:10>> cara. Ótimo. Eu tô aqui numa sala, ao
- 2:39:13lado dessa sala tem outra sala. Elas são
- 2:39:15separadas por uma parede. Conforme eu
- 2:39:17falo, o som sai da minha boca, bate na
- 2:39:18parede e volta. Ecco reflexão.
- 2:39:21>> O som atravessa a parede, sai do ar,
- 2:39:24entra na parede e volta pro ar
- 2:39:26>> de fração.
- 2:39:27>> Refração. Viajando
- 2:39:29>> refração, né? Mudou de meio.
- 2:39:31>> Tá. Só que essa parede ela não é
- 2:39:34totalmente vedada.
- 2:39:36>> É refração. Quando ele entrou dentro da
- 2:39:37estrutura da parede, né? entrou na
- 2:39:38estrutura da parede, mudou de meio, é
- 2:39:40refração. Agora, e eu vou falar mais
- 2:39:42sobre refração daqui a pouco, mas pensa
- 2:39:43comigo, essa parede é ela ela tem poros,
- 2:39:46ela ela ela não é totalmente e
- 2:39:49bloqueada, fechada. Tanto é que se a
- 2:39:51gente jogar água aqui desse lado aqui da
- 2:39:52parede, vai começar a aparecer no outro,
- 2:39:54a umidade vai aparecer no outro. Então
- 2:39:55essa parede tem seus poros, ou seja, tem
- 2:39:57ar dentro desses poros. Então o som
- 2:39:59consegue atravessar essa parede também
- 2:40:01passando por esse ar. Ou seja, não mudou
- 2:40:03de meio. Não mudou de meio.
- 2:40:05>> E se não mudou de meio não é refração.
- 2:40:07>> Se não é refração, é difração.
- 2:40:09>> É assim que a gente escuta os outros
- 2:40:10atrás de uma parede, né?
- 2:40:11>> Exato. Botou lá o copo, tal, aquela
- 2:40:12parada porta pela parte de baixo da
- 2:40:14porta também naquela frente.
- 2:40:15>> Isso. Dá para ouvir bem ali através da
- 2:40:17fresta. Aí olha que irado. O Enem
- 2:40:19perguntou isso.
- 2:40:20>> Eh, dá para ouvir a conversa com uma
- 2:40:21pessoa do outro lado. Qual o nome do
- 2:40:22fenômeno ondulatório? Refração.
- 2:40:24>> Por que que o Enem não poderia ter
- 2:40:25colocado nessa mesma questão uma opção
- 2:40:27chamada refração? Porque a a refração
- 2:40:29também acontece. Mas tu não vai entender
- 2:40:31nada porque vai mudar de velocidade, vai
- 2:40:32ficar desconfigurada.
- 2:40:33>> É, vai ficar desconfigurada. Mas olha
- 2:40:34só, se liga. Eh, as duas formas de
- 2:40:37propagação, os dois fenômenos acontecem.
- 2:40:40A gente não pode achar que um fenômeno
- 2:40:41tem exclusividade para acontecer, se ele
- 2:40:43acontece, os outros não acontecem. Na
- 2:40:44verdade, não. Muito diferente disso.
- 2:40:46Enquanto o fenômeno tá acontecendo,
- 2:40:47vários outros podem acontecer, vários
- 2:40:48outros acontecem o tempo todo. Então,
- 2:40:50uma pessoa vai ouvir do outro lado da
- 2:40:51parede por refração e por difração.
- 2:40:53Fechou? Aí nos bancos começou a aparecer
- 2:40:56o conceito de
- 2:40:57>> Então, por que que ele não poderia ter
- 2:40:59botado refração? Ah, tá. Porque duas
- 2:41:01alternativas, mas tipicamente associa-se
- 2:41:03esse ouvido do outro lado muito mais com
- 2:41:04difração, né?
- 2:41:05>> Total, total. Agora, olha só que irado,
- 2:41:06eh, as salas comerciais, bancos e tal
- 2:41:08começaram a adotar um conceito de vão
- 2:41:10livre, né, daquela daquela sala com
- 2:41:12visibilidade ampla e tal. Aí, quando
- 2:41:14isso acontece no banco, a sala do
- 2:41:15gerente é um aquário de vidro,
- 2:41:17>> entendeu?
- 2:41:18>> Aí a galera faz as divisórias com vidro,
- 2:41:20entendeu? E o vidro é um excelente
- 2:41:21isolante acústico. Então, se você quiser
- 2:41:23fazer um isolamento acústico e um
- 2:41:25ambiente assim, e o fator já teve uma
- 2:41:27sala de aula em shopping.
- 2:41:29>> Ah, eu lembro. Pô, o movimento do
- 2:41:30corredor atrapalhava a aula.
- 2:41:32>> Sim.
- 2:41:33>> Aí o que que o Mário bolou? Botou uma
- 2:41:35paredona de vidro ali. Acabou. Acabou.
- 2:41:37>> Mas caro também, né? É caro. Car,
- 2:41:38>> é caro. É caro. É sensível. Tem que ser
- 2:41:39um vidro específico. Vamos lá.
- 2:41:41>> Vou apagar aqui então. Foi de fração.
- 2:41:42Refração.
- 2:41:43>> Não, mas aí não. Mas aí que tá, galera.
- 2:41:44Refração é quando a onda ela muda de
- 2:41:46meio. Ela consegue mudar de meio, tá?
- 2:41:47Então eu tenho ali uma onda de luz, por
- 2:41:49exemplo, e ela entrou dentro da água. Ou
- 2:41:50ela tava vindo debaixo da água, ela
- 2:41:52saiu, ela mudou de meio. Só que galera,
- 2:41:53a gente não vai explicar aqui refração
- 2:41:54de verdade, por quê? Tem um vídeo aqui
- 2:41:56que o nome dele é refração em altíssimo
- 2:41:58nível. Então o seguinte, existe refração
- 2:41:59no nível básico. É saber o seguinte,
- 2:42:00olha, quando a onda muda de meio, ela
- 2:42:02muda de velocidade e por ter mudado de
- 2:42:04velocidade, ela pode sofrer um desvio
- 2:42:05que ela fica aí, mas Pedro, por quê? Aí
- 2:42:07tu tem que ir atrás, porque tá aqui, a
- 2:42:08gente postou essa semana, refração em
- 2:42:09altíssimo nível, tá? Não tem como
- 2:42:11explicar toda a física em 12 horas com
- 2:42:13nível de, a gente tá tá usando um nível
- 2:42:14de detalhamento aqui muito absurdo, tá?
- 2:42:15Então, refração, se você não vai ver o
- 2:42:17vídeo do altíssimo nível, você só vai
- 2:42:18falar o seguinte, ó. A refração, ela
- 2:42:20mudou de meio. Então, era uma onda de
- 2:42:21luz, tava no ar, foi pra água ou tava na
- 2:42:23água, foi pro ar. E mudou de meio de
- 2:42:24modo que ela vá para um meio que tem um
- 2:42:25índice de refração diferente, faz ela
- 2:42:26mudar de velocidade. Isso gera uma
- 2:42:27mudança de direção e isso gera um
- 2:42:29desvio. A gente começa a enxergar as
- 2:42:31coisas de modo confuso. Se cair alguma
- 2:42:33miragem no deserto, é refração.
- 2:42:35>> E se cair
- 2:42:36>> uma pessoa na piscina e que tu tá um
- 2:42:37lápis dentro de um copo de água e tu tá
- 2:42:38vendo o lápis como se tivesse quebrado,
- 2:42:40>> é também refração. Tá bom. Só isso.
- 2:42:42Pronto. Ressonância.
- 2:42:43>> Quer falar
- 2:42:44>> uma onda? tem uma onda, tá? Todas as
- 2:42:46coisas, mesmo essa caneta aqui que não é
- 2:42:47uma onda, tá parada aqui, um objeto, ela
- 2:42:48tem uma frequência de vibração, tá?
- 2:42:50Quando existe uma onda que tem uma
- 2:42:51frequência de vibração muito parecida,
- 2:42:53muito similar com a frequência natural
- 2:42:54de vibração dos átomos, os átomos aqui
- 2:42:55que estão vibrando, essa onda ela pode
- 2:42:57interagir com a matéria e entregar
- 2:42:58energia pra matéria. E isso gera um
- 2:43:00aumento da vibração, gera um aumento da
- 2:43:02amplitude de vibração. Então você tem
- 2:43:03uma entrega energética e aí você, por
- 2:43:06exemplo, o fenômeno da ressonância, ele
- 2:43:07pode acontecer com o copo, já viu
- 2:43:08quebrar uma taça de vidro? O vidro tá
- 2:43:10vibrando naturalmente. Se eu conseguir
- 2:43:11sintonizar a frequência exata da minha
- 2:43:12voz no nível de agudo que vai ter
- 2:43:14compatibilidade para entregar mais
- 2:43:16energia, para ter um aumento de
- 2:43:17amplitude, para fazer ali uma
- 2:43:18interferência, né? Não é interferência,
- 2:43:19porque interferência é de onda com onda,
- 2:43:20né? Isso não é interferência, né? É
- 2:43:21ressonância mesmo. Para fazer ali um
- 2:43:23aumento da vibração natural, eu consigo
- 2:43:24quebrar a taça de vidro. O caso de uma
- 2:43:26da da ponte de tacoma, por exemplo, que
- 2:43:27colapsor isso, a ponte ela já tem um
- 2:43:29balanço natural. Aí o vento tava
- 2:43:30ventando com uma frequência parecida com
- 2:43:32isso e aumentou a energia do balanço e a
- 2:43:34ponte colapsou. Eu diria só e eu diria
- 2:43:36só isso de ressonância, tá? H, deixa
- 2:43:38deix deixa, deixa eu só alertar uma
- 2:43:40coisa. Toda vez que vocês perceberem que
- 2:43:42uma onda entregou energia pra matéria,
- 2:43:45>> pra matéria, o nome do fenômeno é
- 2:43:46ressonância.
- 2:43:47>> Boa. Polarização. Polarização é
- 2:43:50filtragem, tá bom? Tem vários tipos de
- 2:43:51onda vindo e a gente vai filtrar para
- 2:43:53não deixar passar alguns desses. Só pode
- 2:43:55sofrer polarização a onda que ela é
- 2:43:57transversal, justamente por isso, porque
- 2:43:59lembra da onda longe do ela tá indo para
- 2:44:00lá, mas a a frequência a a vibração dela
- 2:44:02também é para lá. Não tem como você
- 2:44:04filtrar. Agora, olha a diferença. É,
- 2:44:05pega a corda ali pra gente, por favor.
- 2:44:07Pensa aqui na corda, tá? Então, ou seja,
- 2:44:09as ondas eletromagnéticas podem sofrer
- 2:44:10polarização, tá? Essa corda, a vibração
- 2:44:12dela, eu vou direcionar pro pro Rafael,
- 2:44:15é
- 2:44:15>> a propagação dela, vou direcionar pro
- 2:44:16Rafael, mas a vibração perpendicular.
- 2:44:18Então, tô fazendo aqui uma onda que ela
- 2:44:19é transversal, tá?
- 2:44:20>> E aí agora tá assim, se ele quiser. E aí
- 2:44:22eu quero que você imagine o seguinte,
- 2:44:23que ao mesmo tempo eu vou eu vou fazer
- 2:44:24duas ondas, tá? Ao mesmo tempo eu faço
- 2:44:25essa, mas eu vou fazer uma assim também,
- 2:44:26ó, porque tá as duas são
- 2:44:27perpendiculares. Uma tá indo na tua
- 2:44:29direção, a vibração, tá? A direção de
- 2:44:30propagação é sempre para ele, mas uma tá
- 2:44:31saindo e voltando. E outra tá assim. Se
- 2:44:33ele colocasse ali, agora, quero que você
- 2:44:34imagine que ele coloca, é, pode ser
- 2:44:35isso. Então aqui, ó, esse braço dele tá
- 2:44:38matando teoricamente aqui a vibração que
- 2:44:40é assim, mas essa aqui não acontece nada
- 2:44:42com ela. Essa continua passando, então
- 2:44:43eu filtro que só deixa uma parte da
- 2:44:44vibração passar. A aplicação disso no
- 2:44:46mundo das cores são, por exemplo, os
- 2:44:47óculos 3D. Tem uma lente ali que só
- 2:44:49deixa um tipo de cor passar, o vermelho,
- 2:44:51né?
- 2:44:51>> O 3D eu nem diria. Eu eu aquele aquele
- 2:44:54tem o o
- 2:44:55>> Ah, é melhor. É, é um exemplo melhor.
- 2:44:57Então, o 3D é mais complexo porque ele
- 2:44:58tem que juntar as duas imagens. Não
- 2:44:59sério, mas é polarização também. O
- 2:45:00óculos 3D geralmente é nas provas já foi
- 2:45:03apontado por colação várias vezes. Agora
- 2:45:05aqueles óculos que eu tenho, ô Gustavo,
- 2:45:07>> tá com o óculos de bloqueio de luz azul
- 2:45:09aí?
- 2:45:11Tá com óculos de bloqueio de luz azul
- 2:45:12aí? Não, tá de boa, não tem problema
- 2:45:13não, não precisa. Não tem um óculos que
- 2:45:15eu uso ele de noite para trabalhar que
- 2:45:16ele bloqueia, aqui, ó. Tá aqui mesmo.
- 2:45:18Esse óculos aqui, ele bloqueia a luz
- 2:45:19azul porque as telas emitem vários tipos
- 2:45:21de luzes, mas a luz azul é a que mais
- 2:45:23interage com a minha glândula pineal,
- 2:45:24que é a glândula produtora de
- 2:45:25melatonina. E ela interfere na produção
- 2:45:27de melatonina, que é o hormônio que
- 2:45:28avisa pro meu corpo que é hora de
- 2:45:29dormir. Esse óculos, ele deixa passar
- 2:45:30todas as luzes, eu continuo enxergando
- 2:45:32menos azul. Então eu tô vendo tudo
- 2:45:34alaranjado. E aí essa luz azul não vai
- 2:45:36interferir no meu sono. Isso é que você
- 2:45:37tem que saber do fenômeno da
- 2:45:38polarização. Ã, interferência. Falei,
- 2:45:41manda, manda, manda, manda mais.
- 2:45:42>> Per, ó, é importante a gente ter essa,
- 2:45:43essa, essa fala, ó. Eh, esse exemplo que
- 2:45:46a gente deu. O meu braço polarizou a
- 2:45:49onda, a onda que tava deitada,
- 2:45:52>> é,
- 2:45:52>> deixou ela passar e bloqueou a onda que
- 2:45:55tava em pé. É, então para você bloquear
- 2:45:56que tava em pé, teu braço teve que fazer
- 2:45:58isso aqui, né, para que não possa
- 2:45:59passar. Ótimo. E aí
- 2:46:01>> interferência é onda com onda, então
- 2:46:02ressonância é onda com matéria, tem uma
- 2:46:04vibração parecida, interferência onda
- 2:46:05com onda, tá bom? Então uma onda quando
- 2:46:07ela se encontra com outra onda,
- 2:46:09>> se elas tiverem ã amplitude já, não, se
- 2:46:11elas tiverem eh tem tem frequências par
- 2:46:14é frequência par, né? Então deixa, tá?
- 2:46:16Se elas tiverem frequências parecidas,
- 2:46:17elas podem fazer interferência de dois
- 2:46:18tipos, construtivo e destrutivo. Qual é
- 2:46:19a consequência da interferência?
- 2:46:21Modificação da amplitude, modificação na
- 2:46:22energia, tá? Então, interferência
- 2:46:24construtiva é uma interferência que
- 2:46:25aumenta a energia, tá? Interferência
- 2:46:28destrutiva, ela destrói energia. Exemplo
- 2:46:29melhor que tem AirPods, tá? Então, pensa
- 2:46:31aí nos AirPods Pro. Tem aqui, por
- 2:46:33exemplo, ã, esses AirPods, né? Esses
- 2:46:36AirPods eles tem uma coisa, isso aqui já
- 2:46:37caiu umas quatro vezes na prova, isso
- 2:46:38eles tm uma coisa chamada cancelamento
- 2:46:39de ruído. Como é que funciona cancel
- 2:46:40cancelamento de ruído ativo, né? Porque
- 2:46:41o cancelamento de ruído só dele tá
- 2:46:42tampando meu ouvido, ele já cancela. Mas
- 2:46:44por que que é um cancelamento de ruído
- 2:46:45ativo? Eu só não vou tirar porque vai
- 2:46:46parear com o meu MacBook aí, pode dar
- 2:46:47alguma alguma eh algum problema aqui no
- 2:46:49som, tá? Quando eu boto ele, você vai
- 2:46:51observar, nem fecha o teu ali, porque aí
- 2:46:52não vai, né? Eh, olha só, você vai
- 2:46:55observar que esse Airpod ele tem como se
- 2:46:57fosse um altofalante fora. Qual o
- 2:46:59sentido dizer? Ele tá aqui dentro. E por
- 2:47:00que que eu entendo ele tem um
- 2:47:01altofalante para dentro, mas para fora?
- 2:47:03É porque é o seguinte, eu tô aqui
- 2:47:04ouvindo música ou tô trabalhando e ele
- 2:47:05tá falando, ele tá falando isso aqui
- 2:47:08gera uma onda, tá, que não dá para
- 2:47:10ouvir, mas essa onda ela vai, ela vai
- 2:47:13causar uma interferência destrutiva na
- 2:47:14onda dele que tá vindo e vai, vai fazer
- 2:47:15com que eu não escute, tá? Isso é
- 2:47:16interferência destrutiva. Deixa eu
- 2:47:18guardar despat.
- 2:47:19>> Aquió. Aqui é como se a onda que o aqui
- 2:47:21tá o AirPods, aqui tá a minha eh o
- 2:47:24Airpods tá aqui, aqui tá a minha fala,
- 2:47:25né? Minha voz, como o Pedro usou como
- 2:47:26exemplo. Aí o AirPods vai e produz um
- 2:47:28outro som que vai ficar numa fase, se
- 2:47:31liga nessa frase, numa fase oposta ao
- 2:47:33som da minha voz.
- 2:47:34>> Quando eles se encontrarem em fases
- 2:47:35opostas, essa esse desnível energético
- 2:47:38vai acabar consumindo esse nível
- 2:47:40energético aqui. E aí, por isso o som
- 2:47:42não vai entrar pelo ouvido.
- 2:47:43>> Exato. Isso interferência. Essa aqui foi
- 2:47:44destrutiva, mas se eles se encontrassem
- 2:47:46aquias,
- 2:47:46>> aí esse, esses dois aqui eles crescem e
- 2:47:49aí você tem um ganho de amplitude, fica
- 2:47:50ainda mais alto, tá? E aqui se eles se
- 2:47:52encontrassem ali para baixo também, você
- 2:47:53>> aí por que o baterista na hora que vai
- 2:47:55começar a música, um som, né,
- 2:47:57principalmente numa banda acústica, ele
- 2:47:58faz pá pá pá pá, aí a música começa.
- 2:48:00>> Não sei,
- 2:48:01>> porque os equipamentos eles têm que
- 2:48:02começar em fase para que as
- 2:48:04interferências sejam construtivas e você
- 2:48:06tenha uma boa experiência auditiva,
- 2:48:08porque se os aparelhos, se os
- 2:48:10equipamentos de música começarem fora de
- 2:48:11fase, essas ondas sonoras vão se
- 2:48:13encontrar de forma destrutiva e aí a
- 2:48:15experiência sonora vai ser uma desgraça.
- 2:48:16>> Nossa, brutal. Não sabia disso. Tem que
- 2:48:18sincronizar então as coisas.
- 2:48:19>> Poderia cair uma questão sobre isso, né?
- 2:48:20Sei que todos os instrumentos tem que
- 2:48:21começar na tá gerar o melhor efeito
- 2:48:23possível. E agora a gente também matou
- 2:48:25aqui, cara. E tá indo bem rápido e todo
- 2:48:27mundo tá entendendo porque a base tá
- 2:48:29gigantesca, né? Então
- 2:48:30>> falou sobre esses fenômenos ao longo de
- 2:48:31toda a descrição.
- 2:48:32>> Agora vem o mais importante, na minha
- 2:48:33visão, o efeito dupler é o mais
- 2:48:34importante de todos. Tá bom. E
- 2:48:35>> tu tá sentindo que vai cair
- 2:48:36>> primeira? Ah, eu sinto que pode cair
- 2:48:37sempre, cara. Eu sinto que pode cair com
- 2:48:39com estrelas dessa vez. Nunca eu não
- 2:48:42lembro de ter caído com estrelas no
- 2:48:43Enem. Não lembro. Tá bom. Eu vou
- 2:48:44explicar aqui agora em nível avançado e
- 2:48:45até com mais calma o efeito dopla, tá?
- 2:48:47Primeira coisa, uma onda nunca muda de
- 2:48:48frequência. Frequência identidade da
- 2:48:49onda. Se mudar frequência porque já não
- 2:48:50é a mesma onda, tá? Então ondas não
- 2:48:52mudam de frequência. A frequência é a
- 2:48:54identidade dela. O efeito dopler é o
- 2:48:55mais próximo que existe de uma mudança
- 2:48:56de frequência, mas não é uma mudança de
- 2:48:58frequência da onda. O efeito dopler ele
- 2:49:00é o efeito em que existe uma mudança na
- 2:49:01frequência percebida pelo receptor. Tem
- 2:49:03um emissor, tem o receptor, tem o meio e
- 2:49:05o emissor tá mandando a mesma frequência
- 2:49:07de onda, mas eu por algum motivo, estou
- 2:49:09percebendo como se fosse uma frequência
- 2:49:11diferente. Mas como que isso pode ser
- 2:49:12possível? Pelo movimento relativo entre
- 2:49:14o emissor e o receptor. Teoria tá
- 2:49:16bem.Essa dessa definição tá bem certa.
- 2:49:18Exemplo Clássico de todos, né? O mais
- 2:49:19clássico de todos é o seguinte, ó.
- 2:49:21Ambulância, tá? Então, tem aqui uma
- 2:49:23ambulância e ela tá soltando som. Ela tá
- 2:49:25soltando aqui um monte de som, né? A
- 2:49:26sirene dela e eu tô aqui, tá? Esse aqui
- 2:49:29sou eu. E esse som ele já está chegando
- 2:49:31em mim e eu tô escutando. Só que quando
- 2:49:33ela vem se aproximando, ela tá com
- 2:49:34velocidade para cá, o que que vai
- 2:49:36acontecendo? E ela tá soltando as ondas,
- 2:49:37mas ela tá se aproximando. Então acaba
- 2:49:39que para mim, enquanto ela se aproxima
- 2:49:40de mim, estão chegando as ondas que ela
- 2:49:42tinha disparado quando ela tava aqui. Na
- 2:49:44hora que ela tava aqui, ela disparou
- 2:49:45algumas ondas, mas estão chegando também
- 2:49:46as ondas que ela tá disparando quando
- 2:49:47ela tá mais perto. Chega uma onda por
- 2:49:49cima da outra e eu penso, eu tenho a
- 2:49:50ilusão de que a frequência tá ficando
- 2:49:51mais alta. Quando uma ambulância está
- 2:49:53vindo na nossa direção, quando ela vai
- 2:49:54chegando perto, o som fica muito agudo.
- 2:49:55Por quê? Porque se eu penso que a
- 2:49:56frequência tá mais alta e na acústica tu
- 2:49:58sabe que frequência alta significa som
- 2:50:00agudo, o som vai ficando agudo. Depois
- 2:50:01quando ela vai se afastando, ela vai
- 2:50:03fugindo de mim. Pode fazer, porque ele
- 2:50:05comporta dois traços. Enquanto ela foge
- 2:50:06de mim, ela continua soltando a onda
- 2:50:07sonora. Mas como ela tá fugindo, eu vou
- 2:50:09escutando pensando que a frequência está
- 2:50:10menor. Então, a frequência recebida tá
- 2:50:12menor, mas não é de fato a frequência da
- 2:50:13onda que tá mudando. Eu vou escutando o
- 2:50:14som com uma ilusão de que ele está mais
- 2:50:15grave.
- 2:50:16>> Agora, vamos lá. Na aproximação, você
- 2:50:17falou que uma onda tá meio que ficando
- 2:50:19uma por cima, opa, pera, desculpa.
- 2:50:20Pronto.
- 2:50:21>> Que uma tá ficando meio por cima da
- 2:50:22outra, né? Ou seja, os lâmbidas estão
- 2:50:24ficando menores,
- 2:50:26>> os lâmbidas estão ficando encurtados. É
- 2:50:28por isso, por essa aparente contração do
- 2:50:31lambida, é que a gente tem uma aparente
- 2:50:34>> e aí agora vem aparente aumenta da
- 2:50:36frequência que não é de verdade, mas
- 2:50:37para quem tá escutando é como se fosse
- 2:50:38de verdade. Imagina, tu nunca pode dizer
- 2:50:40que teve mudança na frequência da onda.
- 2:50:42É mudança na frequência.
- 2:50:42>> Motorista da ambulância continua ali
- 2:50:44ouvindo essa coisa tempo toda.
- 2:50:45>> Mudança. Agora vou te dar um exemplo
- 2:50:46muito mais avançado que esse que eu acho
- 2:50:47que nunca foi cobrado no Enem, tá? Não
- 2:50:49foi,
- 2:50:49>> mas esse exemplo é sensacional porque
- 2:50:51ah, então o efeito dupler é aquele que a
- 2:50:52gente escuta o som mais agudo ou mais
- 2:50:53grave. Não, é o que a gente tem uma
- 2:50:54alteração na frequência percebida por
- 2:50:56conta do movimento relativo entre a
- 2:50:57fonte. Como que isso se aplica na luz?
- 2:50:58Vamos lá. O universo tá em expansão, até
- 2:51:00onde se sabe, em expansão infinita.
- 2:51:02Então eu tô aqui na Terra,
- 2:51:05tô aqui e tô vendo aqui uma estrela, tá?
- 2:51:08E para mim, para mim, essa estrela tá
- 2:51:10azul. Essa estrela tá mandando luz para
- 2:51:11mim. Ela demora bastante tempo ali para
- 2:51:13chegar em mim. E bem, para mim eu
- 2:51:15acredito que esteja azul, tá? Deixa eu
- 2:51:17pegar aqui a, cadê aquela mais
- 2:51:18grossinha?
- 2:51:20Tá aqui. Tá aqui. Então, ela tá mandando
- 2:51:22essa luz aqui para mim. Só que tem que
- 2:51:24lembrar que ela tá se afastando ou se
- 2:51:25aproximando de mim, porque o universo tá
- 2:51:26em movimento e demora muito tempo para
- 2:51:28isso chegar em mim. Então o que que
- 2:51:29acontece? Vamos lá. Vamos supor que essa
- 2:51:32estrela ela esteja na verdade se
- 2:51:34afastando de mim. Ela tá se afastando,
- 2:51:36ela tá indo embora, tá? Essa estrela
- 2:51:37aqui, na verdade, ela tá com movimento
- 2:51:39para cá, né? A gente tá tendo movimento
- 2:51:41relativo entre a gente. E essa estrela,
- 2:51:42eu quero que você imagine que ela é
- 2:51:44azul. A cor dela é azul. De fato, eu não
- 2:51:46vou ver ela azul. Eu não tô vendo ela
- 2:51:48azul porque como ela tá se afastando,
- 2:51:49ela tá mandando uma uma luz com
- 2:51:51frequência azul e na luz a frequência
- 2:51:52determina a cor, né? Então é uma luz de
- 2:51:53alta frequência e tal, mas como ela tá
- 2:51:55se afastando, eu não vou ver o azul
- 2:51:57porque eu tô tendo a ilusão por efeito
- 2:51:58dopler de ver uma frequência menor.
- 2:52:00Então pode ser que eu esteja, na verdade
- 2:52:03vendo essa vendo essa luz aqui, pode
- 2:52:05ser, é possível que na verdade aqui eu
- 2:52:08esteja vendo como se fosse vermelho. Não
- 2:52:10que é vermelho, mas sim, porque com ela
- 2:52:12se afastando eu tô vendo menos
- 2:52:13frequência. E aí eu penso, é menos
- 2:52:14frequência, é vermelho, mas na verdade
- 2:52:16não é, tá? Aí se ela tivesse se
- 2:52:17aproximando dela fosse vermelha, poderia
- 2:52:18est vendo ela com uma maior frequência,
- 2:52:19est vendo ela azul, mas também não é. Tá
- 2:52:20bom? Isso aqui é efeito dopler em
- 2:52:22altíssimo nível, inclusive de
- 2:52:23detalhamento, tá bom? Nível que a gente
- 2:52:24dificilmente encontra por aí, tá? Então
- 2:52:26matamos aqui
- 2:52:27>> e cara, matamos tudo. Beleza? Uma pensa
- 2:52:31só, só um detalhe que lemb agora. Pensa
- 2:52:32aqui numa corda, tá? Se eu tenho uma
- 2:52:33corda e essa corda tá tá amarrada numa
- 2:52:35extremidade, uma extremidade fixa ali,
- 2:52:37tá bom?
- 2:52:39E aí tá fixo aqui, a corda tá presa aqui
- 2:52:40na minha mão e ele tá balançando essa
- 2:52:42corda. Esse é só um detalhe, não acho
- 2:52:43que vai cair, mas é só para eu ter dito.
- 2:52:44>> Faz parte de reflexão. Se você tá
- 2:52:46anotando, faz um adendo lá em reflexão.
- 2:52:47Reflexão. Reflexão de uma corda com
- 2:52:49extremidade fixa. Quando a corda chega
- 2:52:51lá na extremidade fixa, vamos supor que
- 2:52:52ela chegou aqui, ela chegou com a
- 2:52:53vibração dela aqui por cima, tá bom?
- 2:52:54>> Aqui tá fixo.
- 2:52:55>> Ela volta com a fase invertida.
- 2:52:57>> Isso. Porque como aqui tá fixo, ela
- 2:52:59>> ação e reação, ela vai para baixo e ela
- 2:53:01volta.
- 2:53:01>> Essa reação entrega energia.
- 2:53:03>> É só você gravar que extremidade fixa,
- 2:53:04ela volta com uma fase invertida. Se a
- 2:53:05extremidade fosse móvel, se tivesse um
- 2:53:06anel aqui, a corda pudesse balançar
- 2:53:08também aqui nesse ráido, aí ela voltaria
- 2:53:10com a mesma fase. Tá bom?
- 2:53:11>> Chegou lá assim para cima, ela vai
- 2:53:13coisar e vai voltar para cima também. Só
- 2:53:14isso. Um detalhe. Vamos agora pros
- 2:53:16exercícios. Mas tá bizarro, cara.
- 2:53:17Bizarro, bizarro, bizarro. Que aula de
- 2:53:19ondulatória brutal e completa. Vamos
- 2:53:21pegar agora os exercícios aqui. Só vou
- 2:53:22dar uma pausa para ir no banheiro
- 2:53:23rapidinho.
- 2:53:23>> Eu também, cara. Precis.
- 2:53:24>> E fala, galera. Vamos nessa. Olha só,
- 2:53:27nosso tempo tá ficando muito estourado,
- 2:53:28tá bom? A gente foi ser muito didático
- 2:53:30ali no ondulatória. Foi uma aula
- 2:53:31sensacional. Agora a gente vai resolver
- 2:53:33os exercícios na pressão, tá? na
- 2:53:35agilidade e toda a física em 12 horas. É
- 2:53:37loucura. A gente vai passar por tudo,
- 2:53:39mas tem que passar na agilidade.
- 2:53:41Primeira questão. Vamos lá. Começou.
- 2:53:44Olha só, tá conseguindo ver aqui, ó?
- 2:53:46Essa interferência fenômeno ambulatório
- 2:53:47poderá ocorrer somente ser as ondas.
- 2:53:50Deixa eu colocar aqui a caneta, a caneta
- 2:53:52red significa vermelho. Para quem não
- 2:53:53sabe inglês, essa interferência poderá
- 2:53:55ocorrer somente se as ondas emitidas
- 2:53:56pelo celular e as recebidas pelo rádio
- 2:53:58do avião. Pô, eu nem precisava ler isso
- 2:54:00aqui, né? Ele vai falar que é comum se
- 2:54:02você ter que desligar o aparelho de
- 2:54:03celular porque a aparelhos que recebem
- 2:54:05onda eletromagnética como celular. A
- 2:54:07justificativa dada é que tem que
- 2:54:09eliminar fontes de sinais
- 2:54:10eletromagnéticos que possam interferir
- 2:54:11nas comunicações via rádio dos pilotos
- 2:54:13que eu tô. Então o piloto ele usa um um
- 2:54:15aparelho de comunicação que pega
- 2:54:16radiofrequência e teu celular também
- 2:54:17pega. Então poderia dar uma
- 2:54:18interferência na prática isso nem nem
- 2:54:19acontece, mas eles por procedimento mand
- 2:54:21desligar. Ele fala assim: "Mas essa
- 2:54:22interferência só vai ocorrer se as ondas
- 2:54:23que foram emitidas pelo celular e as que
- 2:54:24são recebidas pelo rádio do AV1. Para
- 2:54:26acontecer interferência tem que ter
- 2:54:28mesma frequência, frequências similares
- 2:54:29ali, né? Aí aqui forem ambas audíveis,
- 2:54:31tiverem a mesma potência, tiverem a
- 2:54:33mesma frequência, ele só queria isso
- 2:54:34aqui, ó.
- 2:54:35>> É o que a gente conversou sobre emissor,
- 2:54:36receptor, parearem a partir da
- 2:54:38frequência.
- 2:54:38>> Exato. Então tem que ser frequência
- 2:54:40similar, frequência praticamente igual
- 2:54:41para você ter realmente interferência.
- 2:54:43Tá bom? Dá uma olhada nessa questão
- 2:54:44aqui. Isso não é uma onda, mas é uma
- 2:54:46representação do batimento do coração
- 2:54:47que funciona como se fosse uma onda, tá?
- 2:54:49Com base no eletrocardiograma
- 2:54:50apresentado, identifica-se que a
- 2:54:51frequência cardíaca do paciente. Então
- 2:54:52olha só, vai olhar pr isso aqui, vai
- 2:54:54pegar as cristas das ondas e com isso
- 2:54:56aqui, se tu medir de um até outro, você
- 2:54:58só consegue o comprimento de onda. Não,
- 2:54:59nesse caso vai conseguir o tempo.
- 2:55:01>> Ah, tá perfeito. Boa, né? Tempo.
- 2:55:03>> Ótimo. Esse gráfico aqui, isso aqui é um
- 2:55:04problema muito comum, tá bom? Esse
- 2:55:05gráfico aqui, ele não tem aqui embaixo
- 2:55:07uma distância. Se ele tivesse uma
- 2:55:08distância, você poderia medir isso aí e
- 2:55:09você teria o comprimento de onda, tá?
- 2:55:10Isso, isso é muito importante até pra
- 2:55:11gente ficar ligado nisso, tá? Se esse
- 2:55:13gráfico aqui embaixo fosse o eixo da
- 2:55:14distância, aí sim você conseguiria esse
- 2:55:15comprimento de onda. Aqui no caso não é
- 2:55:16um tempo, então, ou seja, eu posso, eu
- 2:55:17sei que aqui com certeza tem um pico de
- 2:55:19onda, tem um evento ondulatório
- 2:55:20acontecendo e aqui tem o mesmo. Quanto
- 2:55:22tempo leva de um até outro? conta daqui
- 2:55:24de baixo e ele vem até aqui. Então aqui
- 2:55:26são dois 1 segundo e não chegam a ser 2
- 2:55:28segundos,
- 2:55:29>> né? Porque dentro de 1 segundo tem cinco
- 2:55:32quadradinhos. Então cada quadradinho
- 2:55:33vale 0,2. Então a gente tem aqui 1
- 2:55:35segundo inteiro mais
- 2:55:37>> o 08. Então a gente tem 1,8 segundo a
- 2:55:39cada batimento. Ele pergunta a
- 2:55:41frequência cardíaca do paciente.
- 2:55:43>> Ele fala que a frequência considerada
- 2:55:45normal é entre 60 e 100.
- 2:55:47>> Será que essa frequência está num ritmo
- 2:55:49normal? Será que ela não tá
- 2:55:51>> o normal entre 60 100? Mas aqui eu tive
- 2:55:52um batimento que é esse esse evento aqui
- 2:55:55e ele demorou 1,8 segundos entre dois
- 2:55:56batimentos. Então, ou seja, eu tô tendo
- 2:55:58um batimento a cada 1,8 segundos. Mas
- 2:56:01agora a frequência ela medida em
- 2:56:02batimento por minuto. Então eu quero
- 2:56:04saber, não quero saber quantos
- 2:56:05batimentos eu tenho em 1.8 segundos, eu
- 2:56:06quero saber quantos batimentos eu tenho
- 2:56:08em 60 segundos. E agora eu vou descobrir
- 2:56:09qual é a frequência dele a cada 60
- 2:56:11segundos, tá bom? Cruzando isso aqui, a
- 2:56:13gente vai chegar em 60. Tô fazendo as
- 2:56:14questões ao vivo na frente de vocês, tá
- 2:56:15bom? Não fiz antes não. Dividido por
- 2:56:171,8. Já vou multiplicar por 10 para
- 2:56:18virar 18. E multiplico por 10, fica 600
- 2:56:20di por 18. sendo que 18 é a mesma coisa
- 2:56:23do que 3 x 6, tá? Então 18 é 3 x 6. 600
- 2:56:27com 6 vira 100. 100/ 3 dá 33,3.
- 2:56:31Frequência desse cara tá bem baixa, né?
- 2:56:33Então aqui a gente vê tem aqui, ela tá,
- 2:56:36cadê? É entre 60 e 100. Então ela tá
- 2:56:38normal, acima do valor, abaixo do valor
- 2:56:41ou próximo do limite inferior. Não tá
- 2:56:43faltando aqui uma informação? Não,
- 2:56:44>> não, não, não. Aqui,
- 2:56:45>> cadê o limite?
- 2:56:45>> Abaixo do valor ideal. Acabou.
- 2:56:46>> É, mas que que é o limite inferior?
- 2:56:48>> Limite inferior 60.
- 2:56:49>> Tá o 60. Tá isso mesmo. Boa. Então,
- 2:56:50>> ele tá próximo do 60.
- 2:56:51>> É, é boa. Não, tá só.
- 2:56:52>> Agora uma dica aqui, eu não faria essa
- 2:56:55conta porque quando ele pega aqui o 60
- 2:56:56di por 1,8, a gente já sabe que o
- 2:56:59denominador tá perto do dois, entendeu?
- 2:57:00Isso aqui vai ficar perto do 30, o que
- 2:57:02já tá muito abaixo do 60. Então você já
- 2:57:04pararia ali.
- 2:57:05>> Genial.
- 2:57:05>> É claro que resolver essa conta desse
- 2:57:06jeito, pô, expande o raciocínio.
- 2:57:08>> Muito bom. Excelente. Muito bom. Aqui a
- 2:57:10gente tem o seguinte, olha só.
- 2:57:12>> Essa diferenciação se deve
- 2:57:13principalmente a, ó, quando você escuta
- 2:57:14uma flota e um piano emitindo a mesma
- 2:57:15nota musical, então a mesma frequência,
- 2:57:17tá garantindo, né? Que tem a mesma
- 2:57:18velocidade, né? a mesma altura, que
- 2:57:19significa na acústica a mesma
- 2:57:20frequência, tá? E ele tá garantindo que
- 2:57:22é claro que isso aqui é tudo no A, então
- 2:57:23tem a mesma velocidade também vai ter o
- 2:57:24mesmo comprimento de onda, mas como é
- 2:57:25que você consegue diferenciar os dois
- 2:57:27instrumentos, que uma é de uma falta e
- 2:57:28uma do piano? A gente sabe que a gente
- 2:57:29consegue pelo timbre. O timbre do som
- 2:57:31faz com que os formatos da onda de cada
- 2:57:32instrumento sejam diferentes, tá bom?
- 2:57:34Foi justamente o que a gente já estudou.
- 2:57:35É, tinha tudo para ser igual, mas o
- 2:57:37formato da onda não é igual. Mesma
- 2:57:38questão, tu vai ver que é o mesmo texto,
- 2:57:40tá bom? As duas são questões do Enem.
- 2:57:41Todas é que são do Enem.
- 2:57:41>> É, as duas são do Enem. E olha a
- 2:57:44semelhança, né?
- 2:57:45>> Exato. Então, eletrocardiograma, tá? Ele
- 2:57:46mede os sinais elétricos. Aí ele bota
- 2:57:48que o quadradinho vale 0,2 segundos aqui
- 2:57:50de novo, né? E aí ele pergunta assim:
- 2:57:52"Qual é o número de batimentos por
- 2:57:53minuto?" Olha só, batimento é daqui até
- 2:57:55aqui. Eu tenho 02, 04, 06, 08, 1
- 2:57:58segundo. Então, se ele tem um batimento
- 2:57:59a cada 1 segundo, ele tem 60 batimentos
- 2:58:01por minuto. É isso. Tá bizarro demais.
- 2:58:03>> Vamos lá, então. Aqui, ó, ambulatório, é
- 2:58:06isso. Cai todo ano, a maioria das
- 2:58:07questões são fáceis, tá? Agora, esse ano
- 2:58:08tem caído mais algumas questões com teor
- 2:58:10óptica, tá bom? E aí a gente fez uma
- 2:58:11aula que tá no YouTube, eh, óptica, é
- 2:58:13óptica para o Enem. Vou vou vou vou
- 2:58:15postar uma outra também de óptica física
- 2:58:17para vocês ficarem bem espertos com
- 2:58:18isso. Vamos lá. Ele vai falar aqui, ó.
- 2:58:19Em qual região espectral se situa
- 2:58:22conjunto de de frequências de onda. Se
- 2:58:24situa o comprimento de onda do laser que
- 2:58:26otimiza o armazenamento e a leitura de
- 2:58:28dados em discos. Então armazenamento.
- 2:58:30Então eu concentro mais informação em
- 2:58:32menos espaço.
- 2:58:33>> Perfeito. Ele deve falar que é o de
- 2:58:35maior frequência ou o de menor
- 2:58:37comprimento de onda. Não liguem da
- 2:58:38questão, tá? Informações digitais são
- 2:58:40gravadas em discos ópticos como
- 2:58:41cavidades microscópicas. A gravação e a
- 2:58:43leitura óptica dessa informação é
- 2:58:44realizada por um laser, que é uma fonte
- 2:58:46de luz monocromática. Quanto menores as
- 2:58:48dimensões dessas cavidades, ó, quanto
- 2:58:49menor, tu vai usar um laser ali, mas
- 2:58:50quanto menor for a dimensão da cavidade,
- 2:58:52mais dados são armazenados. Então eu vou
- 2:58:54gravar com um laser. Um laser é uma onda
- 2:58:55de luz visível, ele vai ter uma cor,
- 2:58:56certo? Eu quero que ele faça as
- 2:58:57cavidades menores. Então eu quero que
- 2:58:58ele tenha um pequeno comprimento de onda
- 2:59:00ou uma alta frequência. Qual é a cor que
- 2:59:02tem maior frequência? É o violeta e
- 2:59:03também a cor que tem o menor comprimento
- 2:59:04de onda. Então qual que eu vou usar? Vou
- 2:59:06usar o violeta. Eu tenho que saber que o
- 2:59:07violeta é que tá no extremo lá.
- 2:59:09>> Lembra muito microvelosidade, né, da da
- 2:59:11da daia, né? Exatamente. Então tá
- 2:59:13resolvido de novo. Tá bom. É você,
- 2:59:14Pedro. Fácil desse jeito. Fácil desse
- 2:59:15jeito. Muito fácil mesmo. Tá bom. Olha
- 2:59:17só. Próxima aqui. Qual é a alteração da
- 2:59:21onda eletromagnética que constitui o
- 2:59:24laser, permite avanço tecnológico citado
- 2:59:27no texto? Em mídias ópticas, como CDs,
- 2:59:28DVDs e Blu-rays, a informação é
- 2:59:30representada como bit e ela é
- 2:59:31fisicamente gravada num CD com feixes de
- 2:59:34luz laser. Para gravar um valor zero, o
- 2:59:35laser brilha intensamente, ou seja, tá
- 2:59:37falando de amplitude, intensamente
- 2:59:38amplitude de modo a queimar, tornar
- 2:59:40opaco uma pequena área do disco, de
- 2:59:41tamanho comparável a seu comprimento de
- 2:59:43onda. aquilo que tu falou da da
- 2:59:44amplitude do comprimento sair para ao
- 2:59:46longo dos anos, as empresas de
- 2:59:47tecnologia vem conseguindo aumentar a
- 2:59:48capacidade de armazenamento de dados em
- 2:59:49cada disco, ou seja, usando ondas cada
- 2:59:52vez menores. Em outras palavras, a área
- 2:59:53usada para se representar um bit vem se
- 2:59:54tornando cada vez mais reduzida. Para um
- 2:59:56único bit de informação, você precisa de
- 2:59:57uma área menor. Qual a alteração da onda
- 2:59:59eletromagnética? Ou seja, eu tô querendo
- 3:00:00aqui uma área menor, tá? Um comprimento
- 3:00:03de onda menor ou uma frequência maior,
- 3:00:04que a alteração da onda eletromagnética
- 3:00:05permite esse avanço, diminuir a sua
- 3:00:07energia. Errado. Aumentar sua
- 3:00:09frequência, certo?
- 3:00:10>> Pronto. Tem que aumentar a frequência.
- 3:00:11Diminui o comprimento,
- 3:00:11>> diminui a amplitude, vai fazer ele ficar
- 3:00:13menos potente. Aumento da intensidade
- 3:00:15também não é, mas a gente quer que mudar
- 3:00:16justamente a frequência dele. É o que a
- 3:00:17gente pode mudar.
- 3:00:18>> Quer diminuir ali o que ele ocupou,
- 3:00:19>> é, e fazer ele ficar mais violeta, né? A
- 3:00:21diminuição. Ah, aí não faz sentido
- 3:00:23nenhum. Tem que mudar o meio para isso
- 3:00:24acontecer. Agora mais questão. Vamos lá.
- 3:00:26Dá uma olhada nisso aqui. Agora a gente
- 3:00:27já começa aí para um nível de questão um
- 3:00:29pouco mais sofiscado. Não é difícil, mas
- 3:00:30é uma questão que exige mais atenção e
- 3:00:31mais conhecimento, tá? Então ele vai
- 3:00:32falar que a radiação ultravioleta, ela é
- 3:00:34dividida de acordo com três faixas de
- 3:00:35frequência. Tem o VA, o VB e o VC, tá
- 3:00:37bom? Sendo que o UVC é o mais o que tem
- 3:00:38maior frequência. Ele deu a frequência
- 3:00:40aqui em segundo a -1, que é a mesma
- 3:00:41coisa do que Herz, tá? E aí o VA VB ou
- 3:00:43você quanto mais maior, quanto maior
- 3:00:45frequência, mais ionizante ela fica, tá
- 3:00:46bom? E aí para selecionar um filtro
- 3:00:48solar que apresente a absorção máxima do
- 3:00:50UVB, ele quer se livrar do UVB, uma
- 3:00:52pessoa analisou os espectros de absorção
- 3:00:54da radiação do V de cinco filtros. Então
- 3:00:56tem cinco filtros aqui dentro, tá? E aí
- 3:00:58tem aqui o nível de absorbância. Quanto
- 3:01:00mais alto, quer dizer que ele mais
- 3:01:01absorve. Só que aqui embaixo tu vai ver
- 3:01:03que temos um comprimento de onda. Então,
- 3:01:04por exemplo, esse filtro aqui que eu tô
- 3:01:06pintando de verde, tu vê que ele fica
- 3:01:08alto aqui e baixa ali. O que que isso
- 3:01:09quer dizer? Que ele absorve mais nessa
- 3:01:11faixa aqui, ó, entre 340 e 390, ele
- 3:01:13absorve mais esse comprimento de onda.
- 3:01:15Aí tu vai falar: "Pô, mas que estranho,
- 3:01:16porque ele, eu não sei qual o
- 3:01:18comprimento de onda do UVB, ele só deu
- 3:01:19aqui a frequência do UVB, mas ele vai te
- 3:01:22dar a velocidade da luz, que é a
- 3:01:24velocidade de qualquer um
- 3:01:25eletromagnética. E com isso você
- 3:01:26consegue descobrir o comprimento de onda
- 3:01:28aplicando V = F, tá? E aí você tem a
- 3:01:32velocidade de uma onda eletromagnética.
- 3:01:34tem a frequência dela, você vai
- 3:01:35descobrir qual é o comprimento do VB. E
- 3:01:36aí você vai ver qual desses filtros aqui
- 3:01:38performa melhor no comprimento de onda
- 3:01:40específico do VB, tá bom? E aí você tem
- 3:01:41aqui a frequência do VB. Frequência do
- 3:01:43VB, ela vem nesse espaço aqui, ó, do
- 3:01:459,34
- 3:01:47x 10 el 14 até o 1,03 x 10 elevado 15 de
- 3:01:52frequência. Qual desse aqui você usaria?
- 3:01:53Tem, tem alguma decisão que você tomaria
- 3:01:54aqui? Usaria nenhum desses. Como ele
- 3:01:56quer essa faixa e a gente tem que
- 3:01:58encontrar uma faixa aqui, eu pegaria
- 3:01:59daqui o que eu me senti mais confortável
- 3:02:00para fazer a
- 3:02:01>> Ah, tu não usaria o número que tá aqui?
- 3:02:02Não usaria qualquer desse
- 3:02:03>> tá. Nossa, isso aqui é bizarro que ele
- 3:02:04acabou de falar. Tá bom, isso é bizarro.
- 3:02:05Isso é conselho de prova de alto nível.
- 3:02:07É por eu entendi o que você falou.
- 3:02:08Então, por exemplo, aqui eu tenho 1,03 x
- 3:02:1110 é 15 de frequência. Isso é pro tipo
- 3:02:12de UVB mais alto. Eu posso usar algo
- 3:02:14menor do que isso porque tá dentro da
- 3:02:16faixa que eu quero. Então, ao invés de
- 3:02:17usar 1,03, eu vou usar aqui na
- 3:02:18frequência 1 x 10 a 15, que é um número
- 3:02:21maravilhoso, né? E aí a velocidade aqui
- 3:02:23é a velocidade da luz no vácuo. 3 x 10 a
- 3:02:258 m/s. Eu vou dividir pela frequência
- 3:02:27para encontrar o comprimento de onda.
- 3:02:28frequência, eu vou botar só 1 x 10
- 3:02:31elevado 15, tá? Então eu peguei ali um,
- 3:02:33não peguei 1,03, eu peguei uma uma coisa
- 3:02:35que tá aqui dentro, tá? Observação, se
- 3:02:37você tá pegando uma frequência aqui bem
- 3:02:38mais alta,
- 3:02:39>> tu vai achar o menor comprimento de
- 3:02:40onda.
- 3:02:41>> E aí tem que saber que se fosse o VB
- 3:02:42daqui, tu ia ter um comprimento de onda
- 3:02:44maior
- 3:02:44>> para fazer essa análise no final. E aí
- 3:02:45eu vou descobrir aqui agora a
- 3:02:46frequência, só vou descobrir o
- 3:02:47comprimento de onda. Só cuidado porque
- 3:02:49eu vou descobrir ele em metro, tá?
- 3:02:50Porque aqui tá em metro/ segundo e aqui
- 3:02:51tá em herz, que é por segundo. Vou
- 3:02:53descobrir isso aqui em metro, mas essa
- 3:02:54parada aqui tá em nanômetro. Depois eu
- 3:02:56vou fazer a conversão para eu não me
- 3:02:56confundir. Às vezes a pessoa faz na
- 3:02:57hora, bota já aqui um valor, acaba se
- 3:02:59confundindo e errando, né? É. Então,
- 3:03:01fazendo essa conta aqui, esse 10 a 15
- 3:03:03ele vai vir para cima subtraindo, tá?
- 3:03:05Com o expoente invertido. Então vai
- 3:03:06ficar 3 x 10 x 10, aqui ó, volta a
- 3:03:12caneta x 10 a 8 que já tava lá x 10 a -
- 3:03:1615. Isso vai me dar o comprimento de
- 3:03:18onda em metro. Quando eu descobrir em
- 3:03:19metro, eu quero que ele passe para
- 3:03:20nanômetro. Eu multiplico por 10 elevado
- 3:03:22-9, tá? Para passar o que tá em metro
- 3:03:24para nanômetro, eu multiplico por 10
- 3:03:25elevado a 9, na verdade aqui, tá bom?
- 3:03:26Então aqui eu tenho número, vamos supor
- 3:03:28que eu tenho 2 m. Quantos nanômetros
- 3:03:29vale? Vale 2 bilhões de nanômetros, tá
- 3:03:31bom? Então já vou multiplicar aqui pelo
- 3:03:3210 a 9 para me facilitar. E agora sim eu
- 3:03:34vou encontrar esse comprimento aqui já
- 3:03:36em nanômetro por causa desse 10 a9 que
- 3:03:37eu botei aqui para fazer a conversão.
- 3:03:39Corta aqui o 10 a8 com 10 a9, vai ficar
- 3:03:4110 a 1. Aí agora você tem aqui, não soma
- 3:03:43eles. Nossa, eu tô eu tô viajando total.
- 3:03:44Bizarro isso aqui, eu acabei de almoçar,
- 3:03:45tô tô meio lento. Soma aqui o 10 a 8.
- 3:03:48Com o 10 a 9, tu vai ficar com 10 a 17.
- 3:03:50E agora sim, 10 a 17 com 10 a - 15 você
- 3:03:52fica com 10 a 2. Então a resposta foi 3
- 3:03:54x 10 a 2, que dá 300 nanôm. Mas como o
- 3:03:57Rafael disse, você pontou muito bem, né?
- 3:03:58O 300 nanôm é o comprimento de onda
- 3:04:00dessa parte de maior frequência do UVB e
- 3:04:03deu 300 nanm. E nessa parte aqui eu não
- 3:04:05preciso calcular, eu só preciso saber
- 3:04:06que se a frequência aqui vai ficar
- 3:04:07menor, eu vou ter um comprimento de onda
- 3:04:08maior do que o 300. Então eu quero
- 3:04:10absorver mais na faixa de 300 nanm para
- 3:04:13cima, tá? Eu olho aqui, eu vejo aqui,
- 3:04:14olha só, o 300 tá mais ou menos por
- 3:04:16aqui, porque aqui tá o 290, aqui deve tá
- 3:04:17o 300 e eu quero para mais. Então eu
- 3:04:20quero mais ou menos para cá depois
- 3:04:21disso. Vamos ver qual é o protetor que
- 3:04:23mais atua aqui nessa faixa, tá bom? Aqui
- 3:04:25tá o 290, o 300 tá aqui, na verdade,
- 3:04:27porque o 290 tá aqui, pô, e tem 50
- 3:04:28unidades, né? Então aqui no meio já tá o
- 3:04:30315, tá? Eu quero a partir do 300. Então
- 3:04:33o 300 tá por aqui e eu quero para cima
- 3:04:35disso aqui. Dá uma olhada só que o
- 3:04:37protetor que tem mais performance nessa
- 3:04:39faixa é esse aqui que é o protetor 4, tá
- 3:04:42bom? E a gente marca e é isso. Tá bom?
- 3:04:44Perfeito. Questão que muita gente se
- 3:04:46enrola com certeza lá na hora, tá?
- 3:04:47>> Ó, as notas musicais podem ser agrupadas
- 3:04:49de modo a formar um conjunto. Esse
- 3:04:50conjunto pode formar uma escala musical
- 3:04:52e dentre as diversas escalas existentes,
- 3:04:54a mais difundida é escala deatônica
- 3:04:55utiliza notas determinadas do RMola,
- 3:04:57assim. E essas notas estão organizadas
- 3:04:58em ordem crescente de altura. Então,
- 3:05:00ordem crescente de altura é mesma coisa
- 3:05:01que ordem crescente de frequência. Essa
- 3:05:02si é a mais aguda de todas, tá bom? É a
- 3:05:04que tem maior frequência e maior altura.
- 3:05:06Em ordem crescente, sendo a nota dó a
- 3:05:08mais baixa. Ele ainda explicou, né, que
- 3:05:09a dó é a mais baixa, é a mais grave, né?
- 3:05:10Você escuta, né? Dó, ré, mi, fa, sol,
- 3:05:15lá, si. Fica mais agudo, tá? E aí,
- 3:05:18considerando uma uma mesma oitava, a
- 3:05:20nota si é a que tem a menor o quê, pô? A
- 3:05:22si, ela é a que tem a maior frequência,
- 3:05:24então ela tem o menor comprimento de
- 3:05:25onda. E aí ela tem o menor comprimento
- 3:05:27de onda, letra E.
- 3:05:28>> Olha aqui que era
- 3:05:29>> respondido.
- 3:05:30>> Ele fala aqui frequência, mas aqui ele
- 3:05:32usa altura.
- 3:05:33>> Ah, então para justamente explorar o
- 3:05:35conhecimento.
- 3:05:35>> Pensa aqui a amplitude, que muita gente
- 3:05:37também confunde.
- 3:05:37>> Pensa aqui a altura. Nossa, muito bom. E
- 3:05:38olha só, se você marcar a amplitude, por
- 3:05:41que motivo não vai marcar intensidade?
- 3:05:43Mesma coisa mesma coisa. Exatamente.
- 3:05:44Muito bom. Muito bom. Bela questão, boa
- 3:05:46estrutura. Tá bom. Fechamos aqui mais
- 3:05:47essa página. Agora vamos pra próxima.
- 3:05:49Cadê? Foi. Vamos lá. Qual tipo de
- 3:05:53lâmpada melhor atende ao desejo do
- 3:05:56arquiteto? Não sei qual o desejo desse
- 3:05:57arquiteto aqui.
- 3:05:57>> Pera, deixa eu fazer uma pausa aqui
- 3:05:58rápida, só para eu falar uma coisa aqui
- 3:06:00sobre essa questão. A gente tá falando
- 3:06:01de Enem. O Enem é uma prova socialmente
- 3:06:03responsável.
- 3:06:04>> É difundido na sociedade como um todo a
- 3:06:06importância da lâmpada de LED.
- 3:06:07>> Sim. E aí quando você olha essas
- 3:06:09lâmpadas aqui, ele pergunta: "Que tipo
- 3:06:11de lâmpada atende ao desejo do
- 3:06:12arquiteto. Cara, o aluno tem que tá
- 3:06:14propenso a marcar LED. Não tô dizendo
- 3:06:16que ele tem que marcar LED, não tô
- 3:06:17dizendo que ele e eh tem que ser cego
- 3:06:19com relação às alternativas, mas ele já
- 3:06:21tem que fazer um asterisco aqui. Por
- 3:06:22quê? Lâmpada de mercúrio, lâmpada de
- 3:06:24tungistênio. Tungistêno é lâmpada
- 3:06:25infistente, nem pode ser vendida.
- 3:06:27>> Exato. Então o aluno já tem que ficar
- 3:06:29assim, ó, provavelmente aled. O Enem é
- 3:06:31socialmente responsável.
- 3:06:33>> Perfeito.
- 3:06:34>> Qual o desejo do arquitetão? A figura
- 3:06:35mostra como é a emissão de radiação
- 3:06:37eletromagnética para cinco tipos de
- 3:06:38lâmpada. Ã, as áreas marcadas em cinzas
- 3:06:40são proporcionais à intensidade da
- 3:06:42energia liberada pela lâmpada. Então,
- 3:06:43olha só, aqui a gente tem comprimento de
- 3:06:44onda e aí esse comprimento de onda, ele
- 3:06:46tá crescendo para cá. Por isso que a
- 3:06:48gente tem aqui ultravioleta no menor
- 3:06:49comprimento de onda, porque tem a maior
- 3:06:50frequência, luz visível e infravermelho
- 3:06:52tá no maior comprimento de onda porque
- 3:06:53infravermelho tem a menor frequência. E
- 3:06:54aí ele tá dizendo aqui como que essas
- 3:06:56lâmpadas aqui, el a parte cinza é sobre
- 3:06:58a lâmpada, tá bom? O que que então vamos
- 3:06:59fazer só um experimento aqui. Eu não tô
- 3:07:01olhando pro gráfico, tá bom? Mas se eu
- 3:07:03pensar no infravermelho, que é a onda de
- 3:07:04calor, eu imagino que que a lâmpada que
- 3:07:06mais tenha região cinzenta ali do
- 3:07:07infravermelho seja de tungsten, porque é
- 3:07:09incandescente que aquece muito. Eu olho
- 3:07:10para tungsten, eu vejo que ele tá todo
- 3:07:11pintado aqui bem em cima da faixa do
- 3:07:13infravermelho, porque ele esquenta muito
- 3:07:14e ilumina muito mal, né? Porque aí o
- 3:07:16xenon também, perfeito. E ilumina mal,
- 3:07:18porque iluminação é aqui no meio, é luz
- 3:07:19visível, tá bom? E aí tu vê que o xenon
- 3:07:21tem muito pouco de luz visível, o
- 3:07:22tungêno tem tem bem menos do que deveria
- 3:07:24ter, né? Enfim. E aí e ele quer o
- 3:07:26seguinte, ó. As linhas, ele quer que tu
- 3:07:27entenda isso aqui, né? As linhas
- 3:07:28pontelas mostram a sensibilidade do olho
- 3:07:29humano. Então, essas linhas pontilhelas
- 3:07:31estão iguais em todas, porque a
- 3:07:32sensibilidade do olho humano, o que que
- 3:07:33o olho humano vê? Claro que a
- 3:07:34sensibilidade do olho humano é maior
- 3:07:35onde? Na dos visível e não tem nenhuma
- 3:07:36nenhuma sensibilidade aqui na região do
- 3:07:38ultravioleta e também pouquíssima
- 3:07:39sensibilidade. Não tem nenhuma
- 3:07:40sensibilidade aqui na região do
- 3:07:41infravermelho, basicamente. Tá bom?
- 3:07:42Ótimo. E aí ele quer a lâmpada que mais
- 3:07:44ilumine, ou seja, que mais seja
- 3:07:45compatível com o olho humano. Tu olha
- 3:07:47para de LED, ela é gorducha aqui de
- 3:07:48cinza, justamente dentro do tracejado de
- 3:07:49sensibilidade. Tu já marca LED aqui e
- 3:07:52sucesso total. Vamos nessa. Vamos mais.
- 3:07:54Isso aqui é o mais precioso, que o Enem
- 3:07:55mais tem cobrado hoje em dia. Sempre
- 3:07:57esses gráficos. Sempre, sempre, sempre,
- 3:07:58sempre, sempre. Tá bom?
- 3:07:59>> Vamos lá. A depilação a laser, que é
- 3:08:01popularmente absorbância, comprimento de
- 3:08:03onda.
- 3:08:03>> Absorbância e comprimento de onda. Tu vê
- 3:08:04que é clássico isso, né? Então a
- 3:08:06explicação laser, então é isso que eu
- 3:08:07nem cobra, ele não quer que tu saiba
- 3:08:08várias equações complexas de densidade
- 3:08:10da corda e tal. Ele quer que você saiba
- 3:08:12de fato entender isso aqui no cotidiano,
- 3:08:13tá bom? Isso não foi cherry picking não.
- 3:08:15A gente não selecionou questões para
- 3:08:16comprovar nossa visão. Essas são as
- 3:08:17questões que tem caíd, você pode
- 3:08:18confirmar por conta própria. Então a
- 3:08:19depilação laser consiste na aplicação de
- 3:08:20uma fonte de luz para aquecer e causar
- 3:08:22uma lesão localizada e controlada nos
- 3:08:23folículos capilares. Para evitar que
- 3:08:24outros tecidos sejam danificados, a
- 3:08:25gente escolhe um comprimento de onda que
- 3:08:26é absorvido pela melanina presente nos
- 3:08:28pelos, mas que não afeta a oxiaoglobina.
- 3:08:30Hemoglobina, eu não quero destruir ela
- 3:08:31porque ela transporta oxigênio, eu quero
- 3:08:32destruir só a melanina, que é o pigmento
- 3:08:33da pele, que também tá nos pelos, tá? E
- 3:08:35a água e não afete a oxemoglobina e nem
- 3:08:37a água dos tecidos, né? Eh, a figura
- 3:08:39mostra como que é a absorção de
- 3:08:40diferentes comprimentos de onda pela
- 3:08:41melanina, pela oxemoglobina e pela água.
- 3:08:43Então tem três curvas aqui dentro, tá
- 3:08:44bom? A água ela absorve mais aqui, ó,
- 3:08:46nessa região do 900 para cima de
- 3:08:48comprimento de onda.
- 3:08:49>> Ou seja, qualquer onda para cá a água
- 3:08:50não aba não absorve. Então eu já não vou
- 3:08:52pegar nenhuma onda, não vou usar nenhuma
- 3:08:54onda no meu aparelho que seja aqui,
- 3:08:55porque senão a água vai absorver. Eu não
- 3:08:56quero. A oxemoglobina, olha só, a
- 3:08:57oxemoglobina tá aqui. Eu já sei que ela
- 3:08:59absorve muito abaixo dos 700 de
- 3:09:02comprimento de onda. Agora, a melanina
- 3:09:04ela absorve aqui ao longo de de todas as
- 3:09:06faixas, mas a faixa em que, né, pelo que
- 3:09:08a gente tá percebendo aqui, olha só, vou
- 3:09:09até limpar o desenho para você perceber,
- 3:09:10tem uma coisa muito interessante aqui,
- 3:09:11né, que eu já descartei faixas daqui pra
- 3:09:13frente porque eu não quero que a água
- 3:09:14absorva, mas eu tô vendo esse 700 aqui
- 3:09:15que tá lindo, né? Porque a oxemoglobina
- 3:09:17não absorve nada nos 700,
- 3:09:19>> nem a água, então só a melanina absorve.
- 3:09:20Então, qual o comprimento de onda ideal?
- 3:09:22É o 700.
- 3:09:23>> Acabou.
- 3:09:23>> E um gráfico que parecia ser complexo, a
- 3:09:25interpretação dele fica fácil depois
- 3:09:27>> quando você tem os fundamentos muito
- 3:09:28muito bem feitos, né?
- 3:09:30>> Vamos lá. Essa questão é recente, ó, é
- 3:09:31recente, 2024. Que explicação física
- 3:09:34justifica esse procedimento? Ele vai
- 3:09:35falar aqui que quando os caras examinam
- 3:09:37a tua bagagem no aeroporto usando raio
- 3:09:39X, eles falam para você tirar o teu
- 3:09:40notebook lá de dentro. Eu juro que eu eu
- 3:09:43acertei essa questão, mas eu juro para
- 3:09:44tu que eu fiquei na dúvida com ela.
- 3:09:45Fiquei na dúvida, mas eu fiz ela por
- 3:09:47eliminação no N24. Porque, qual foi
- 3:09:49minha eliminação? Ele perguntou assim,
- 3:09:50por que que isso aqui não se estuda
- 3:09:52normalmente onulatório, pô. Aí ele
- 3:09:53perguntou assim, por que que tu tira o
- 3:09:54notebook e o laptop da mochila? Aí eu
- 3:09:56comecei a pensar, vão ter algumas opções
- 3:09:57aqui. Tô puxando. A última vez que eu
- 3:09:59fiz foi Nin 2024. Cara, não deve ser
- 3:10:01porque estraga, não deve ser porque e
- 3:10:04eles nem ligam muito eles só falam
- 3:10:05assim, ó, tira aí. Eles não ficam
- 3:10:06olhando, mas tirou mesmo e tal, eles só
- 3:10:07falam: "Tem algum tira". Falei: "Não
- 3:10:08deve estragar porque senão estaria muito
- 3:10:10claro assim, vai destruir teu notebook."
- 3:10:11Eles não iam querer ficar tomando
- 3:10:12processo por destruir o notebook dos
- 3:10:13outros. E aí tinha lá que tem algumas
- 3:10:15opções que fala que eu sei que eu falei
- 3:10:16assim, cara, não deve ser nada tão grave
- 3:10:17assim, né? E aí olha só,
- 3:10:19>> por que que tem que fazer isso? Porque o
- 3:10:20raio X não interage com o componente
- 3:10:21metálico do computador e isso impede a
- 3:10:23formação de imagens,
- 3:10:25>> ou seja, a tela lá da da segurança não
- 3:10:27formou,
- 3:10:27>> não faz sentido, velho, não vai formar
- 3:10:28imagem. Como assim, né? O raio X ele ele
- 3:10:30ele não, eu falei assim, o raio X ele
- 3:10:32não interage com quase nada do que tá
- 3:10:34ali. Ele e mesmo assim forma imagens,
- 3:10:36ele não para formar imagem não precisa
- 3:10:37interagir, só ele ser freado por algum
- 3:10:39objeto que que para ele e aí sim tem o
- 3:10:41contraste que nem nos outros, né? E aqui
- 3:10:42o raio X desmagnetiza o disco rígido do
- 3:10:44do computador. Falei: "Pô, cara, aí vai
- 3:10:45apagar o HD do computador totalmente."
- 3:10:47>> Aí seria dentro da da bolsa ou fora? É,
- 3:10:49seria estranho. Os raios X aquece o
- 3:10:51material. Falei: "Aquecer não, pô.
- 3:10:52Aquecer é é muito mais infravermelho. Os
- 3:10:54raios X não atravessam os componentes
- 3:10:55dentro do computador e da impede a
- 3:10:57visualização de objetos que estão na
- 3:10:58frente ou atrás." Falei: "Perfeito, é
- 3:11:00isso que aí você não consegue ver se tem
- 3:11:02uma arma atrás do computador aí". Mas
- 3:11:03também eles não vão ficar implicando
- 3:11:05muito com isso. Eles falam: "Tira aí,
- 3:11:06tal". Eles eles mesmo que na prática
- 3:11:08eles conseguiriam ver que tem uma arma
- 3:11:09ali atrás aqui. Pode ser que algum
- 3:11:10componente do computador mais denso
- 3:11:11obstrua, mas não é também o o computador
- 3:11:13uma blindagem completa. Então essa aqui
- 3:11:14que é a resposta. O raio X ioniza os
- 3:11:16materiais metálicos encontrados em
- 3:11:18bagagem de mão quando difratados pelos
- 3:11:19componentes do computador. Vai estragar
- 3:11:21as outras coisas da minha bagagem. Vai
- 3:11:22ionizar tudo que tá dentro da minha
- 3:11:23bagagem. Isso aqui
- 3:11:24>> deixa, deixa eu falar uma coisa rápida,
- 3:11:25cara. Quando o Enem apresentar uma
- 3:11:26pergunta bem direta em questão que não é
- 3:11:28numérica com alternativas textuais
- 3:11:30longas, normalmente a resolução é a
- 3:11:32eliminação. Então elimina as absurdas
- 3:11:35logo para ter visibilidade sobre a
- 3:11:37possibilidade.
- 3:11:38>> Brutal. Esse conselho é ótimo, cara.
- 3:11:40Vamos lá. O sonorizador é um dispositivo
- 3:11:43físico implantado sobre a superfície de
- 3:11:44uma rodovia de modo que provoque uma
- 3:11:45trepidação e ruído quando dá passagem de
- 3:11:48um veículo. Então quando você tá
- 3:11:49passando de carro, você tá passando por
- 3:11:50cima daquelas daquelas estruturas que
- 3:11:52vão fazendo um barulho. É para te
- 3:11:53alertar para reduzir a velocidade, para
- 3:11:55você ficar esperto, né?
- 3:11:56>> Até para quem tá atravessando na rua
- 3:11:57ouvir também barul que
- 3:11:58>> perfeito. Alertando para uma situação
- 3:11:59atípica à frente como obras, pedagens.
- 3:12:01Tem um cara que tá passando em
- 3:12:01sonorizadores e a suspensão do veículo
- 3:12:03tá vibrando porque ele tá passando em
- 3:12:04pequenos pequenas ond pequenas
- 3:12:06estruturas ali, né? Produz ondas sonoras
- 3:12:07resultando num barulho peculiar.
- 3:12:08Considere um veículo que ele passe com
- 3:12:10velocidade de 108 km/h. A gente sabe que
- 3:12:12e 36 km/h é 10 m/s. Então 108 são 30.
- 3:12:15Ele já botou aqui intencionalmente que
- 3:12:16essa velocidade do carro é 30 m/s. E tá
- 3:12:18passando em um sonorizador que cada eh
- 3:12:21pilarzinho do sonorizador tem 8 cm de
- 3:12:23distância. Tá bom? Vamos colocar esse 8
- 3:12:25cm aqui em metro. Ele é 0,08 m. Acabou.
- 3:12:28Acabou. Eu posso imaginar que o carro
- 3:12:30ele é como se fosse uma uma onda
- 3:12:31viajando, tá? Essa onda ela tá a 30 m/s,
- 3:12:34só que cara 30 m 1 segundo. Então se eu
- 3:12:36andei 30 m/sund em 1 segundo, eu vou
- 3:12:38passar várias vezes em cima de, eu vou
- 3:12:39passar em cima de vários sonorizadores e
- 3:12:40em um segundo eu vou escutar assim, ó.
- 3:12:44Eu tenho uma frequência aí, eu tenho uma
- 3:12:45frequência de de trepitações, acabou. E
- 3:12:46ele vai perguntar assim: "Qual é a
- 3:12:48frequência da vibração do automóvel?" V
- 3:12:49= λ F. O V do automóvel é 30. Eu tenho o
- 3:12:52lambda, que é 0,08 m. Passo para cá,
- 3:12:540,08 m e encontro a frequência agora em
- 3:12:57herz, tá bom? E aqui as respostas estão
- 3:12:59em herz. Aqui eu vou multiplicar por
- 3:13:00100. Em cima, embaixo vai ficar 3.000
- 3:13:03dividido por 8. Para dividir por 8, eu
- 3:13:04divido por dois três vezes. Então, 1500
- 3:13:06750 375 375 Hz, letra C. Tá resolvido.
- 3:13:10Tá bom. Perfeito. Muito top, né? Acho
- 3:13:11que as resoluções estão fluindo bem bem
- 3:13:13bem rápidas, cara. Essa daqui. Vamos lá.
- 3:13:16Ah,
- 3:13:19cara, pera aí. Não vamos fazer isso
- 3:13:20daqui normal.
- 3:13:20>> Deixa eu fazer rápido,
- 3:13:21>> tá? Pera aí, então. Calma aí. Então,
- 3:13:22deixa eu só
- 3:13:25tá, deixa eu só começar. Dessa vez eu
- 3:13:26não quero.
- 3:13:27>> Deixa eu fazer essa aqui para pegar essa
- 3:13:29daqui.
- 3:13:29>> Ele fala que aqui tem. Ops, desculpa.
- 3:13:31Ele fala que aqui tem um emissor e
- 3:13:32detector,
- 3:13:33>> né? É o papel do sonar, né? Ele vai
- 3:13:35emitir a onda, vai vir,
- 3:13:37>> vai bater em alguma coisa e vai voltar.
- 3:13:38É o processo do eco, né? Ele fala que o
- 3:13:40tempo, aliás, pera aí, vamos ler a
- 3:13:42pergunta primeiro. A velocidade do som
- 3:13:44na camada líquida em met/ segund é,
- 3:13:47então ele quer saber a velocidade aqui,
- 3:13:48velocidade do som,
- 3:13:49>> nesses 450 m aí de camada líquida, né?
- 3:13:51>> Exatamente. Eh, para isso, vamos ver o
- 3:13:53que que ele deu. Eu faço uma leitura
- 3:13:55diagonal
- 3:13:55>> e já vejo um 450 aqui.
- 3:13:58>> E associa esse 450 a imagem. Tá tudo
- 3:13:59certo.
- 3:14:00>> Então essa informação já tava na na
- 3:14:02imagem. Continuando aqui a minha leitura
- 3:14:03diagonal, eu vejo
- 3:14:05>> esse 0,5 e esse 11, ambos associados à
- 3:14:08palavra eco.
- 3:14:09>> Aham.
- 3:14:09>> E aí eu vejo o tempo entre a emissão do
- 3:14:11pulso e a chegada do primeiro eco é de
- 3:14:140,5 segundos. Repara que o primeiro eco
- 3:14:16vai chegar depois dele ter encontrado.
- 3:14:18>> Quando ele bate, quando ele bate nessa
- 3:14:20interface líquida, já volta um uma parte
- 3:14:22do som volta e a outra segue até o
- 3:14:24final. Exatamente. Essa outra que bateu
- 3:14:27no segundo obstáculo, formou o segundo
- 3:14:29eco, chegou após 1,1 segundos.
- 3:14:31>> Então a outra que bate aqui embaixo só
- 3:14:33chega depois de 1.1 segundos, né, para
- 3:14:35vocês conseguirem ler aqui. Legal.
- 3:14:36>> Isso. E agora, ó, vamos pensar assim, ó.
- 3:14:37O primeiro eco veio e voltou.
- 3:14:39>> Aham.
- 3:14:40>> O segundo eco fez o mesmo caminho e mais
- 3:14:43o líquido. Aí voltou. Ou seja, o tempo
- 3:14:45do eco aqui dentro do líquido é só esse.
- 3:14:48>> Se eu quero saber a velocidade do som
- 3:14:49aqui no líquido, eu tô interessado já em
- 3:14:50saber o tamanho do líquido del S. E a
- 3:14:52gente já tem quero agora saber só o
- 3:14:53tempo que ele demora para passar por
- 3:14:55esses 450 m,
- 3:14:56>> que no caso é a diferença entre o tempo
- 3:14:58do segundo eco e o tempo do primeiro
- 3:14:59eco, que é esse tempo aqui.
- 3:15:00>> Porque olha só, em 1,1 segundo acontece
- 3:15:02o seguinte, ó. Vai até a e depois volta.
- 3:15:05Então ele demora 0,5, ele leva, ele leva
- 3:15:070,55 para fazer isso aqui e mais 0,55
- 3:15:11para voltar para dar esse 1.1. Mas se
- 3:15:12ele leva 0,55 para fazer isso aqui,
- 3:15:15>> só que agora vamos falar do primeiro
- 3:15:16eco. O primeiro eco ele vem para cá e
- 3:15:18volta em 0,5. Então ele leva 0,25 o
- 3:15:21primeiro para vir e mais 0,25 para
- 3:15:23voltar. Então agora juntando, eu tenho
- 3:15:250,25 para fazer essa primeira parte e no
- 3:15:27total da segunda parte eu tenho 0,55.
- 3:15:30Então
- 3:15:30>> ou seja, o tempo daqui
- 3:15:32>> 0,30 só na água.
- 3:15:33>> 0,30.
- 3:15:34>> Se você não pegou, V de novo, tá bom?
- 3:15:35Porque vem aqui
- 3:15:36>> é 0,6 a diferença entre esses dois. Mas
- 3:15:38esse 0,6 é porque ele veio e voltou.
- 3:15:40Então vai dar exatamente
- 3:15:40>> 0,3 para percorrer isso aqui uma vez. Tá
- 3:15:42bom?
- 3:15:42>> Então se a gente quer,
- 3:15:43>> vai manda ver.
- 3:15:44>> Se a gente quer a velocidade
- 3:15:45>> del s 450
- 3:15:46>> 450
- 3:15:46>> dividido pelo tempo que é 0,3, vai sair
- 3:15:48met/ segund.
- 3:15:501500 m/s. Coincidente mesmo com a
- 3:15:52velocidade da da do som na água que é
- 3:15:53próxima disso, né? Excelente, cara.
- 3:15:55Questão a questão top, pô.
- 3:15:56>> Questão muito boa, muito boa mesmo.
- 3:15:58Também é bem recente. Bem recente essa
- 3:15:59questão. 2023, né? Como você disse. Tá,
- 3:16:01vamos lá então.
- 3:16:03>> Essa aqui muito muito muito muito boa,
- 3:16:05tá?
- 3:16:06>> Vamos lá. Ã, qual o fenômeno óptico
- 3:16:09explica o funcionamento da luz
- 3:16:10engarrafada? Faz essa daí também,
- 3:16:11galera. Então aqui pela imagem o texto
- 3:16:14vai explicar isso, mas quem conseguiu
- 3:16:15interpretar a imagem viu o seguinte: a
- 3:16:18luz entra aqui,
- 3:16:19>> tem umas garrafas enfiadas no telhado.
- 3:16:21>> Exatamente. Então a luz não está mudando
- 3:16:23de meio, não tá se propagando para
- 3:16:24>> ela entra dentro da água.
- 3:16:25>> Então qual desses fenômenos você acha?
- 3:16:27>> Refração.
- 3:16:28>> Refração. Exatamente. Porque teve
- 3:16:29>> não tá gente reflexão ali onde você
- 3:16:30marcou.
- 3:16:31>> É refração. É
- 3:16:32>> como houve mudança de meio para
- 3:16:34>> Mas por que que não é defração nessa?
- 3:16:35Porque parece que a Luiz entra aqui e
- 3:16:37ela passa por uma espécie de presta
- 3:16:38nessa espalha.
- 3:16:39>> Maravilha. A pergunta foi ótima e
- 3:16:41realmente essa é a dúvida central dos
- 3:16:42alunos contra essa questão. Para ser de
- 3:16:44fração não pode ter mudança de meio. Ah,
- 3:16:46você explicou lembra?
- 3:16:48>> Então, você explicou
- 3:16:49>> é a diferença entre refração, difração e
- 3:16:52reflexão é se vai ou não mudar de meio,
- 3:16:54>> né? Pro som fazer defração, ele não, ele
- 3:16:56não, ele tinha que ter passado pela,
- 3:16:57pelas, pelos poros da parede, tinha que
- 3:16:58passar pela parede propriamente dita,
- 3:17:00né? Muito ótima.
- 3:17:01>> Questão muito boa aqui agora, efeito
- 3:17:03dupler, né? Também é do ano passado essa
- 3:17:04daqui, tá?
- 3:17:06Durante a aproximação, como o operador
- 3:17:08percebe o som da sirene? E qual a
- 3:17:09relação entre as frequências? FR deve
- 3:17:11ser frequência recebida e FO, F0, não
- 3:17:13sei, medida pelo radar. Vamos ver. Uma
- 3:17:15ambulância em alta velocidade com a
- 3:17:16sirena ligada desloca-se em direção a um
- 3:17:17radar operado por uma pessoa. O radar
- 3:17:20emite ondas de rádio com frequência FO,
- 3:17:24é F0, FO,
- 3:17:25>> que são refletidas pela dianteira da
- 3:17:27ambulância. Então eu tenho aqui a
- 3:17:28ambulância indo em direção ao radar. Tem
- 3:17:32aqui uma pessoa com esse radar na mão e
- 3:17:34a pessoa tá aqui com um radar na mão que
- 3:17:37ele vai emitir uma onda aqui paraa
- 3:17:38ambulância que vai bater na ambulância e
- 3:17:40vai voltar para ele e aí ele vai
- 3:17:41conseguir com base no tempo aqui eh
- 3:17:43entender o que tá acontecendo, qual é a
- 3:17:44velocidade de ambulância e tal, que são
- 3:17:46refletidos pela dianteira da ambulância,
- 3:17:47retornando pro detector com uma
- 3:17:48frequência R, frequência recebida por
- 3:17:50ele, tá bom? Que é fruto da frequência é
- 3:17:52refletida. Verdade. A percepção do
- 3:17:53operador do radar em relação ao som
- 3:17:55emitido pela sirene é de que esse se
- 3:17:56altera a medida que a ambulância se
- 3:17:57aproxima. Isso é feito d, não se altera
- 3:17:59de verdade, que se altera é a frequência
- 3:18:01percebida dele, tá bom? E aí durante a
- 3:18:03aproximação, então enquanto ela tá
- 3:18:04vindo, como que o operador percebe o som
- 3:18:05da sirene? Primeira pergunta é essa
- 3:18:07daqui. Então vão ter colunas lamente.
- 3:18:08Ele percebe ele como sendo mais agudo,
- 3:18:09mais alto, com mais frequência do que o
- 3:18:11normal, tá bom? Então ele percebe como
- 3:18:12mais agudo. Então não pode ser essa
- 3:18:13daqui e não pode ser essa daqui. Mais
- 3:18:15agudo. Mais agudo do que o som emitido.
- 3:18:17Mais agudo do que som emido. Mais agudo
- 3:18:17que som emido. Agora ele só quer a
- 3:18:19relação entre a frequência recebida e a
- 3:18:20frequência que ele disparou pra
- 3:18:22ambulância, né? Ele disparou uma certa
- 3:18:23frequência, disparou. Mas como a
- 3:18:25ambulância tá vindo se espremendo contra
- 3:18:27ele, o que ele tá recebendo é uma
- 3:18:28frequência maior do que essa, tá? Então,
- 3:18:31eh,
- 3:18:31>> frequência receba,
- 3:18:32>> a frequência recebida é maior do que a
- 3:18:33frequência que ele tá disparando. Mas
- 3:18:34aí, Pedro, mas então, pera aí, tá
- 3:18:35dizendo que de fato a frequência
- 3:18:36recebida vai ser maior? Então, mudou?
- 3:18:37Não, não mudou porque a frequência da
- 3:18:39ambulância em si não tá mudando. Que tá
- 3:18:41mudando é só a frequência recebida pelo
- 3:18:42aparelho que é fruto daquele disparou e
- 3:18:44ela volta maior, porque aí ela ela ela
- 3:18:46volta, o aparelho ele justamente tem a
- 3:18:47percepção também de que tá maior. O
- 3:18:48aparelho ele funciona como se fosse como
- 3:18:50se fosse um ouvido humano, tá bom?
- 3:18:51Então, a frequência recebida, ela também
- 3:18:53é maior do que a do operador. Então,
- 3:18:54aqui, ó, a recebida, eh, pera aí. Ah,
- 3:18:57tá. Eu tava olhando aqui, né? Aqui, ó. A
- 3:18:58recebida é maior do que a do operador.
- 3:19:00Letra D. Aqui é a resposta. E acabaram
- 3:19:02as questões aqui. Não tem mais uma aqui
- 3:19:03de ondulatório, né? Essa aqui é a
- 3:19:04última, acredito. É. Então, vamos lá.
- 3:19:06>> Aí
- 3:19:07>> ele vai falar da redução de ruído, cara,
- 3:19:08dos AirPods aqui. A tecnologia redutora
- 3:19:09de ruído utilizada na produção de fone
- 3:19:11de ouvido, ela baseia-se em qual
- 3:19:12fenômeno ondulatório? Galera, eu
- 3:19:13expliquei para vocês. O Airpods, ele
- 3:19:14fica mandando uma onda que vai ter a
- 3:19:15mesma frequência da que você tá
- 3:19:16recebendo para poder e causar uma
- 3:19:18interferência destrutiva nela, tá bom?
- 3:19:19Elas vão se encontrar em fases opostas.
- 3:19:21Então, qual é o fenômeno? É a
- 3:19:22interferência. Certo? Fechou? Fechamos
- 3:19:25ondulatória, tá bom? Pode ter certeza
- 3:19:26que o que teve aqui é o suficiente. O
- 3:19:27que vai cair na prova você vai conseguir
- 3:19:29acertar.
- 3:19:30>> Vamos nessa. Vamos para cima. O
- 3:19:31repertório tá muito amplo, tá bom,
- 3:19:32galera? Muito amplo.
- 3:19:33>> Vamos nessa. Parabéns a todos. Vamos pra
- 3:19:34próxima fase. Opa, e aí galera? Estamos
- 3:19:36aí de novo. Vamos agora pegar toda a
- 3:19:38termologia, tá bom? Em ritmo acelerado,
- 3:19:40porque é toda a física em 12 horas,
- 3:19:42então é bastante coisa, tá bom?
- 3:19:43Termologia cai bastante, é a mais fácil
- 3:19:44de pegar dessas quatro grande áreas que
- 3:19:46a gente tá abordando, certo? Vamos lá.
- 3:19:48Termologia. A gente vai estudar os
- 3:19:50fenômenos relativos à energia térmica,
- 3:19:51tá bom? Energia térmica, basicamente,
- 3:19:53energia é aquela que eh energia ela
- 3:19:55causa algum tipo de perturbação no
- 3:19:57sistema quando ela chega. Tende a causar
- 3:19:58a energia térmica, ela tende a causar
- 3:19:59perturbações relacionadas a aquecimento.
- 3:20:01Tende, tá bom? Pode ser que ela faça
- 3:20:03outras coisas, que ela faça eu jogo
- 3:20:04energia térmica numa água, pode ser que
- 3:20:06essa água ganhe temperatura, tá com 20º,
- 3:20:07vai para 30. Pode ser que essa água
- 3:20:09evapore, às vezes tá com 100º, eu jogo
- 3:20:11mais energia térmica, ela ela ela entra
- 3:20:13em ebulição, ela ela vai trocar de
- 3:20:15estado. E a energia térmica pode
- 3:20:16inclusive na termodinâmica, a gente vai
- 3:20:18estudar como que a energia térmica ela
- 3:20:19pode gerar trabalho, ela pode fazer uma
- 3:20:21atividade quando ela chega no local, tá
- 3:20:23bom? Pode ser usada para fazer um
- 3:20:24deslocamento pra aplicação de uma força
- 3:20:26ao longo de uma distância. Isso é
- 3:20:27energia térmica. Vamos lá. O que que
- 3:20:28você tem que saber aqui pra prova? O que
- 3:20:30que vai ser cobrado pra prova? Primeira
- 3:20:31definição obrigatória fundamental,
- 3:20:34calor. Tá? O que que é calor? Calor é
- 3:20:36simplesmente, pode sempre usar essa
- 3:20:38definição, sempre vai dar certo. Calor é
- 3:20:39energia térmica em trânsito,
- 3:20:41obrigatoriamente, tá bom? Em outras
- 3:20:43matérias até se fala de calor como se
- 3:20:44fosse um sinônimo de energia térmica,
- 3:20:46mas o calor é a energia térmica em
- 3:20:48trânsito. Ela tem que estar saindo de um
- 3:20:49lugar e indo pro outro. Mas por que que
- 3:20:50a energia térmica sairia de um lugar,
- 3:20:52iria pro outro? As coisas da natureza
- 3:20:54elas andam, elas fluem espontaneamente
- 3:20:56sob certas condições. Por exemplo, elas
- 3:20:58vão sempre do mais concentrado pro menos
- 3:21:00concentrado, naturalmente. As coisas vão
- 3:21:02da maior energia potencial gravitacional
- 3:21:03para menor energia potencial
- 3:21:05gravitacional, naturalmente. E o calor,
- 3:21:07que é a energia térmica em trânsito, que
- 3:21:09é o fluxo de energia térmica, o calor
- 3:21:11ele flui do corpo de maior temperatura
- 3:21:13pro corpo de menor temperatura. Então
- 3:21:14quero que você imagine que eu tenho aqui
- 3:21:16uma caixa, essa caixa está a 30ºC e eu
- 3:21:20tenho aqui uma outra caixa e essa caixa
- 3:21:22tá a 20ºC, tá bom? Então essa aqui ela
- 3:21:24está mais quente, né? Se eu colocar elas
- 3:21:26uma do lado da outra, se eu colocar elas
- 3:21:27em contato, se eu colocar elas próximas
- 3:21:29ali no mesmo ambiente, vai começar um
- 3:21:31fluxo de energia térmica dessa para
- 3:21:33essa. Fluxo de energia térmica, energia
- 3:21:35térmica em trânsito se movimentando, a
- 3:21:36gente já sabe que se chama calor. Então
- 3:21:38o Enem vai explorar muito essa
- 3:21:39pegadinha. Ele vai querer que você, ele
- 3:21:41vai botar alguma opção que diz assim:
- 3:21:42"Ah, um corpo tem calor nele." Isso não
- 3:21:44existe. Não dá para você ter calor. O
- 3:21:46calor não pode ser armazenado, porque o
- 3:21:48calor é energia térmica em trânsito.
- 3:21:49Você pode ter energia térmica no seu
- 3:21:51corpo, mas eu tenho energia térmica no
- 3:21:53meu corpo. Você tem, mas calor você não
- 3:21:54pode ter. Calor você só pode ter ele em
- 3:21:56movimento, em trânsito, tá bom? E aí
- 3:21:59isso que acontece. A gente observa isso
- 3:22:00aqui na prática, por exemplo, eu quero
- 3:22:01que você imagine, você pegou uma xícara
- 3:22:02de café, ela tá a 45º, tá na sua mão, tá
- 3:22:06segurando ela e você vai perceber que
- 3:22:07sua mão vai esquentar. Por que que sua
- 3:22:09mão vai esquentar? Xícara 45º, sua mão
- 3:22:11tá a uns 37º, vai ter fluxo de calor da
- 3:22:13xícara paraa sua mão, vai sensibilizar
- 3:22:15teus receptores e pode ser que tu comece
- 3:22:17até a sentir dor. Daqui a pouco aquele
- 3:22:18café já vai não vai estar mais tão
- 3:22:20gostoso, tão agradável. Ele tava 45º, é
- 3:22:23bom de beber assim ele bem quente. Daqui
- 3:22:24a pouco ele já vai estar ali a 40º e
- 3:22:27daqui a pouco ele vai terminar na mesma
- 3:22:28temperatura que a sua mão, inclusive, tá
- 3:22:29bom? Ou seja, eu já tô explicando aqui
- 3:22:31para você que as coisas, quando a gente
- 3:22:33coloca corpos que tão em temperatura
- 3:22:34diferente, em em contato, em
- 3:22:36proximidade, eles vão trocar calor. O
- 3:22:38que tá mais quente vai ceder calor
- 3:22:40espontaneamente, sem esforço pro que tá
- 3:22:42menos quente. Até quando? Até que eles
- 3:22:44atinjam uma coisa chamada equilíbrio
- 3:22:46térmico, tá bom? Então, equilíbrio
- 3:22:48térmico é o momento em que ambos estão
- 3:22:50com as mesmas temperaturas e agora cessa
- 3:22:52a troca de calor. Eles estão com a mesma
- 3:22:54temperatura, não tem por trocar calor.
- 3:22:55Aqui no escritório, por exemplo, o ar
- 3:22:56condicionado, tá ligado? Deve estar uns
- 3:22:5823º aqui e eu tô a 37,5. É fato que eu
- 3:23:01estou perdendo calor pro ambiente, tá
- 3:23:03bom? Porque o ambiente tá a uns 27, 25,
- 3:23:06sei lá, e eu tô a 37,5. Então, tá saindo
- 3:23:08energia térmica de mim pro ambiente, tem
- 3:23:09fluxo de calor de mim para o ambiente.
- 3:23:11Tá bom? Mas como que a minha temperatura
- 3:23:13não tá baixando? Porque meu corpo ele é
- 3:23:14uma máquina de gerar energia térmica.
- 3:23:16Então, meu corpo ele tem um metabolismo
- 3:23:18termogênico. Esse metabolismo
- 3:23:19termogênico por meio da oxidação de
- 3:23:21combustíveis na minha mitocôndria, tá?
- 3:23:22Tem muita gente que vai pensar que o
- 3:23:23vídeo tá acelerado, agora ele não tá
- 3:23:24acelerado, tá bom, galera, que eu tô
- 3:23:25falando bem rápido mesmo para economizar
- 3:23:26tempo. Então, eh, eu tô gerando energia
- 3:23:29térmica dentro de mim para manter a
- 3:23:30minha temperatura. É uma medida
- 3:23:31homeostática para manter as condições do
- 3:23:32meu organismo, porque não é interessante
- 3:23:34que minha temperatura sofra variações,
- 3:23:36porque isso gera desnaturação
- 3:23:37enzimática, perda de funcionamento de
- 3:23:38processos metabólicos muito importantes,
- 3:23:40tá bom?
- 3:23:41>> Enquanto isso, o ar condicionado está
- 3:23:42fazendo algo contrainttuitivo, que é
- 3:23:45tirar esse calor daqui o tempo todo e
- 3:23:46jogar lá para fora. Verdade.
- 3:23:48>> Porque lá fora deve est uns 30º. E e
- 3:23:50como é que aqui dentro tá
- 3:23:51>> a 23 e a gente gerando calor aqui é
- 3:23:54mantido 23 no ambiente. O ar-
- 3:23:56condicionado tem esse trabalho de jogar
- 3:23:58lá pro condensador
- 3:24:00>> a energia térmica.
- 3:24:00>> Ele tá tirando o calor daqui que tá a
- 3:24:0223º e tá jogando lá fora a 30º.
- 3:24:05>> É por isso que o ar condicionado tem que
- 3:24:05ficar ligado na tomada.
- 3:24:06>> Exatamente. Ele não tá fazendo esse
- 3:24:08processo natural de passar do mais
- 3:24:09quente para o mais frio. Ele tá fazendo
- 3:24:11o contrário. Tá passando do frio pro
- 3:24:12quente, mas aí ele já precisa de energia
- 3:24:14elétrica para fazer isso, tá bom? Ele já
- 3:24:15precisa realizar tapa.
- 3:24:16dele vai precisar trabalhar para fazer
- 3:24:18isso.
- 3:24:18>> Exatamente. Muito cuidado. Esse é um
- 3:24:19processo não espontâneo. Inclusive, tá?
- 3:24:21>> Outra coisa, o frio não existe como
- 3:24:22entidade.
- 3:24:23>> O frio existe como palavra de sensação
- 3:24:25térmica que a gente usa.
- 3:24:26>> Perfeito. Assim como o mal não existe. O
- 3:24:28o mal é aus, segundo são Tomás de Aquilo
- 3:24:30mal é ausência de bem. O mal não tem
- 3:24:31substância própria. E o frio também ele
- 3:24:33é ele é a queda de energia térmica.
- 3:24:35>> O calor tem. O calor é um é uma
- 3:24:38entidade, é uma energia térmica. O frio
- 3:24:40não existe. Eu tô sentindo frio agora. O
- 3:24:41que? Existe a sensação térmica que é o
- 3:24:44teu corpo está perdendo calor, o seu
- 3:24:46corpo não quer essa perda de calor. Aí
- 3:24:48ele manda, o seu cérebro manda uma
- 3:24:50informação de incômodo para falar assim:
- 3:24:52"Para de perder calor".
- 3:24:53>> Perfeito. O que eu chamo de frio é a
- 3:24:54percepção que o meu sistema nervoso gera
- 3:24:56da perda de calor. Só de só de eu est
- 3:24:58perdendo calor pro ambiente eu registro
- 3:25:00como frio, tá bom? Mas não existe o frio
- 3:25:01entrando em mim. Isso e não. O Enem já
- 3:25:03explorou essa pegadinha várias vezes, tá
- 3:25:04bom? Aí o frio entra. Quando eu abro pra
- 3:25:05janela, o frio entra, não entra. O que
- 3:25:07entra é o vento. O vento entra. E quando
- 3:25:10o vento entra, o vento tá numa
- 3:25:11temperatura menor e aí baixa.
- 3:25:14Exatamente. Aí o calor vai sendo
- 3:25:16dissipado.
- 3:25:16>> Agora vamos lá. Tu abre a geladeira e
- 3:25:18sente esse frio
- 3:25:19>> sim
- 3:25:20>> que sai da geladeira.
- 3:25:21>> Então esse frio não saiu de dentro da
- 3:25:23geladeira? Parece que sim, mas
- 3:25:24>> na verdade o ar daqui de fora da
- 3:25:26geladeira, fora da geladeira tá numa
- 3:25:27temperatura mais elevada, por isso numa
- 3:25:29pressão um pouco maior. Abriu a
- 3:25:30geladeira, ele invade, dois corpos não
- 3:25:32ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo,
- 3:25:34acaba expulsando o ar frio. É por isso
- 3:25:36que nos shoppings tem aquela cortina de
- 3:25:37vento.
- 3:25:38>> A cortina de vento impede que o ar mais
- 3:25:41quente, que tá numa pressão maior,
- 3:25:43invada o lugar que está com temperatura
- 3:25:45mais baixa.
- 3:25:45>> Por que que o ar mais quente tá numa
- 3:25:46pressão maior? Isso é um ponto
- 3:25:47interessante, tá bom? Agora a gente vai
- 3:25:48definir o que que é temperatura, tá?
- 3:25:50Temperatura, basicamente, você pode
- 3:25:51entender como uma expressão matemática
- 3:25:53do grau de agitação das moléculas, tá?
- 3:25:54Então, temperatura é um número, tá?
- 3:25:56Temperatura é um número que vai ser dado
- 3:25:58também numa escala e ela expressa
- 3:26:00matematicamente o quão agitadas estão as
- 3:26:02moléculas. Então, se eu pegar aqui duas
- 3:26:04xícaras de café, uma tá a 10°, a outra
- 3:26:06tá a 30º e a outra tá 80º, as moléculas
- 3:26:08dessa que estão 80º, elas estão muito
- 3:26:10mais vibrantes, estão muito mais
- 3:26:11agitadas, tá bom? É essa vibração mesmo
- 3:26:13que a gente detecta como sendo energia
- 3:26:15térmica, essa vibração e entre outras
- 3:26:17coisas, tá bom? É óbvio que a energia
- 3:26:18térmica, só para ninguém depois vir
- 3:26:19perturbar, a energia térmica ela não é
- 3:26:21apenas a vibração, ela também ela é e
- 3:26:24ela também pode ser compreendida como as
- 3:26:25energias potenciais de ligação, etc. Tá
- 3:26:27bom? Mas na prática, a gente trabalha
- 3:26:29com temperatura, é o estado, o grau de
- 3:26:31agitação molecular, grau de agitação das
- 3:26:33moléculas. Inclusive, como que funcionam
- 3:26:36as coisas, né? Olha só, vamos pensar
- 3:26:37aqui no exemplo da água, tá? Me dá
- 3:26:39aquela aquele bastão aqui maior. Olha
- 3:26:41só, exemplo da água funciona da seguinte
- 3:26:43forma. Eu tenho aqui as moléculas de
- 3:26:44água. Então, quero que você pense agora
- 3:26:45nas moléculas. Não, o azul acho que tá
- 3:26:47aqui no dedo, né? Calma aí. Cadê o cadê
- 3:26:50o a a cor azul? Botar ela aqui. Botar
- 3:26:53ela aqui. Aqui. Pronto. Olha só. Pensa
- 3:26:56aqui agora nas moléculas de água. Vou
- 3:26:58desenhar aqui algumas moléculas de água
- 3:26:59para você, tá? E quando a gente tem uma
- 3:27:01pedra de gelo, que é o que eu tô
- 3:27:02desenhando, essas moléculas elas estão
- 3:27:05bem conectadas, tá bom? Então, as
- 3:27:06moléculas de água estão bem conectadas
- 3:27:08umas às outras. No caso aqui, por
- 3:27:10exemplo, de uma pedra de gelo. Agora eu
- 3:27:12vou mostrar as mesmas moléculas de água,
- 3:27:14mas você já vai perceber que elas estão
- 3:27:15com um pouco mais de fluidez, um pouco
- 3:27:17mais de distanciamento nelas. E também
- 3:27:19quero que você já perceba que elas estão
- 3:27:21também eh mais agitadas de certa forma.
- 3:27:24Esse aqui é o estado líquido. E agora no
- 3:27:25estado gasoso a gente vai observar que
- 3:27:27essas moléculas elas estão livres, elas
- 3:27:29romperam as ligações intermoleculares
- 3:27:31delas, tá bom? Então isso aqui eu tô
- 3:27:33mostrando os três estados da matéria
- 3:27:34para você, sendo que esse estado aqui é
- 3:27:36o estado sólido, esse aqui é o estado
- 3:27:37líquido e esse aqui é o estado gasoso. E
- 3:27:39o que vai modulando isso aqui é tanto a
- 3:27:42temperatura quanto a pressão. Como que a
- 3:27:43temperatura, como que a energia térmica,
- 3:27:46a temperatura, melhor dizendo, vai
- 3:27:47modulando isso aqui, tá bom? Conforme eu
- 3:27:49vou dando energia térmica aqui pro
- 3:27:52sistema, conforme eu vou gerando aumento
- 3:27:53de temperatura, vai tendo aqui essa
- 3:27:55fluidez desses estados. Esse aqui é o
- 3:27:57estado sólido. Ele é o estado mais calmo
- 3:27:59da água, ele é o estado de menor
- 3:28:00temperatura da água. Ele é o estado
- 3:28:02marcado por uma organização molecular
- 3:28:03maior. Então tu vê que as moléculas elas
- 3:28:05estão mais fixas, mais comportadas. Se
- 3:28:07eu vou aumentando a temperatura, eu vou
- 3:28:09aumentando a agitação molecular. Chega
- 3:28:10um ponto que eu aumento a agitação
- 3:28:11molecular e ela passa para o estado
- 3:28:13líquido, tá bom? Inclusive, essa
- 3:28:15passagem aqui do sólido pro líquido se
- 3:28:16chama fusão. Fusão você pode pensar como
- 3:28:18se fosse derreter, tá bom? Então fundiu
- 3:28:20algo, derreteu algo, tá? Então isso aqui
- 3:28:22é a fusão. E agora quando eu tô aqui no
- 3:28:24estado e isso aqui acontece inclusive a
- 3:28:260 Gus, a gente tá falando aqui claro, de
- 3:28:27uma pressão de 0 ATM. Tu já vai entender
- 3:28:29qual que é de 1 ATM. Pressão de zer atm
- 3:28:31de um ATM. Tu já vai entender zer atm
- 3:28:34seria seria o vácuo, não tem pressão
- 3:28:35nenhuma, né? Tu já vai entender daqui a
- 3:28:36pouco, inclusive, qual o papel da
- 3:28:37pressão nisso, mas lembra que pressão é
- 3:28:39uma é força sobreária, tá bom? Então
- 3:28:41pressão pode ser entendida vulgarmente
- 3:28:42como uma coisa que está te apertando de
- 3:28:44todo p externo tá apertando aquela
- 3:28:46substância.
- 3:28:47>> Perfeito. Aqui temos o estado líquido. O
- 3:28:49estado líquido passou de 0°, vai virar
- 3:28:51líquido 1 gra, 2º, 3º, vai ficar água na
- 3:28:53na água no estado líquido. A gente já
- 3:28:55tem aqui agora uma fluidez, né? ela já
- 3:28:57tem capacidade de mudar de formato. O
- 3:28:59formato dela depende do recipiente que a
- 3:29:00comporta. Se você chega aqui a 100º,
- 3:29:02quando você bate 100º, você agora vai
- 3:29:05atingir a temperatura de ebulição da
- 3:29:07água, tá bom? Então a 100º acontece o
- 3:29:08processo de ebulição e aí ela vai agora
- 3:29:10ficar tão agitada, vai ter um aumento
- 3:29:12tão grande do nível de agitação dela que
- 3:29:14isso vai gerar boa esse aumento desse
- 3:29:17nível de agitação, vai gerar o
- 3:29:18rompimento das ligações intermoleculares
- 3:29:20e ela vai, as moléculas vão se separar e
- 3:29:22vai entrar no estado gasoso que vai
- 3:29:23ocupar um volume definido, vai ocupar
- 3:29:24todo o volume disponível para ele, tá
- 3:29:26bom? essa trajetória toda, o corpo está
- 3:29:27recebendo energia.
- 3:29:28>> Sempre recebendo energia, tá bom? Você
- 3:29:29pode ver se você botar uma uma água numa
- 3:29:31panela, né, bota uma pedra de gelo, você
- 3:29:32vai dando energia térmica, você vai
- 3:29:34perceber isso aqui acontecendo, tá bom?
- 3:29:35>> Durante esses momentos aqui, é válido
- 3:29:38destacar que a agitação molecular não
- 3:29:40continua aumentando, porque nesses
- 3:29:43momentos aqui a energia que está sendo
- 3:29:45dada está sendo dedicada à
- 3:29:48reestruturação molecular.
- 3:29:49>> Muito bom. Muito bom isso. Então, olha
- 3:29:50só, eu fui entregando calor aqui no
- 3:29:52início. Eu quero que você comece a
- 3:29:53pensar aqui junto comigo agora numa numa
- 3:29:56pedra de gelo, tá? E essa pedra de gelo,
- 3:29:59eu quero que você imagine que ela tá
- 3:30:01aqui numa temperatura de -10º. Eu vou
- 3:30:03entregar energia térmica para ela, ou
- 3:30:05seja, eu vou dar calor para ela. Como
- 3:30:06que ela vai usar esse calor? Ela pode
- 3:30:08usar esse calor de duas formas. Ela pode
- 3:30:09usar como calor sensível ou como calor
- 3:30:11latente, tá? Calor sensível é quando ela
- 3:30:13utiliza esse calor para mudar as
- 3:30:14temperatura. Então, tô entregando isso
- 3:30:15aqui, esse gelo vai começar a subir de
- 3:30:16temperatura -9, -8, -7. Isso é calor
- 3:30:19sensível, tá? Vai gerar uma mudança de
- 3:30:21temperatura. Quando ele chega aqui em
- 3:30:220º, ele vai passar um tempo recebendo
- 3:30:25calor, mas sem mudar de temperatura. Vai
- 3:30:26ficar em 0º fazendo seu processo de
- 3:30:28fusão. E aí ele tá usando como calor
- 3:30:29latente. Latente é algo que tá para
- 3:30:31acontecer. Então ele tá usando ali sem
- 3:30:32mudar de temperatura, somente para se
- 3:30:34reestruturar e fazer o derreto. Agora
- 3:30:36aqui se eu continuar tenho aqui uma água
- 3:30:38que ficou líquida, tô dando, tô dando
- 3:30:40energia térmica, ela vai ganhando
- 3:30:41temperatura, tá usando como calor
- 3:30:42sensível. Se eu continuo fazendo isso
- 3:30:44quando ela bate 100º, em 100º de novo,
- 3:30:46ela vai entrar em ebulição e ela vai
- 3:30:47ficar usando aquele calor ali como calor
- 3:30:49latente para fazer a sua troca de
- 3:30:51estado. Tá bom? É isso que acontece
- 3:30:53agora. Se
- 3:30:54>> exatamente
- 3:30:54>> qual que aí agora se eu quisesse o
- 3:30:56processo reverso, eu deveria remover
- 3:30:57energia térmica. Tá bom? Então para eu
- 3:30:59tirar energia térmica, eu vou pegar isso
- 3:31:00aqui e vou botar dentro de um freezer,
- 3:31:01boto esse essa água líquida dentro de um
- 3:31:03congelador. Congelador vai est
- 3:31:05naturalmente a -5º. Ela vai começar a
- 3:31:07perder energia térmica pro congelador e
- 3:31:08ela vai se acalmando, vai ficando num
- 3:31:10estado cada vez menos agitado até que
- 3:31:12ela se solidifica. novamente. E isso
- 3:31:14conecta com o que o Rafa tinha dito
- 3:31:16sobre porque que o ar quente ele tem
- 3:31:18mais pressão, né, geralmente, né? Então
- 3:31:20quando o ar quente ele tá mais agitado.
- 3:31:22Então quando tem ar quente e ar frio,
- 3:31:24ele tá mais agitado. Então estando mais
- 3:31:25agitado, ele tem uma taxa maior de
- 3:31:26colisões com as coisas. Então ele faz
- 3:31:28mais força por área, ele faz mais
- 3:31:30pressão. Beleza? Ok. Agora, eh, outra
- 3:31:33coisa que pode influenciar aqui é a
- 3:31:34pressão. Então, a pressão ela também
- 3:31:36influencia nisso aqui. Então, por
- 3:31:37exemplo, quando a gente pensa numa
- 3:31:39panela de pressão, por que que uma
- 3:31:40panela de pressão ela consegue preparar
- 3:31:42os alimentos de modo mais rápido? Então,
- 3:31:45tem aqui uma panela de pressão. O que
- 3:31:46que ela faz pra gente cozer cozir
- 3:31:50alimento, né? Cozer, né? É cozer cozer
- 3:31:53cozer. Pra gente fazer o a cocção
- 3:31:55>> a cocção
- 3:31:56>> é pra gente fazer a coxção de um
- 3:31:57alimento, a gente precisa que a água ela
- 3:32:00esteja numa certa temperatura. Quanto
- 3:32:01mais alta tiver, melhor. Botei feijão
- 3:32:04aqui. O problema é que a temperatura de
- 3:32:05ebulição da água é de 100º. Então,
- 3:32:07quando chega em 100º, a água não aguenta
- 3:32:09e ela vai embora. Ela ela entra em
- 3:32:11ebulição, vai embora, tá? Mas dentro de
- 3:32:13uma panela de pressão, o que acontece?
- 3:32:14Essa panela tá vedada, eu tô aumentando
- 3:32:16a agitação molecular ali dentro
- 3:32:18loucamente e aí a panela ela não deixa
- 3:32:20aquelas moléculas escaparem. Então, lá
- 3:32:21dentro começa a ter um aumento de
- 3:32:22pressão. A pressão não é mais um ATM,
- 3:32:24ela vai subindo para 2 ATM, 3 ATM. Essa
- 3:32:26pressão faz o seguinte, quando chega em
- 3:32:27100º, as moléculas da água, lembra das
- 3:32:30moléculas da água, elas estão querendo
- 3:32:31se separar. Então tem aqui as moléculas
- 3:32:33da água tentando se separar umas das
- 3:32:35outras para virar água gasosa. A pressão
- 3:32:37não deixa, a pressão fica
- 3:32:39>> E como a pressão
- 3:32:41impede elas de se separarem, tá querendo
- 3:32:43se separar, mas a pressão fica
- 3:32:44pressionando elas, essa temperatura de
- 3:32:46ebulição não fica mais 100º. A
- 3:32:48temperatura de ebulição agora vai bater
- 3:32:49105º, 110º e aí você vai conseguir fazer
- 3:32:53uma coxção mais rápida do alimento por
- 3:32:55ter 110º. Agora se tu abrir essa tampa
- 3:32:57do nada, aquela água que tá a 110º, ela
- 3:32:59volta a est em contato com a atmosfera
- 3:33:01normal que não tá pressionando ela.
- 3:33:02Imediatamente ela vai entrar numa super
- 3:33:04ultra ebulição rápida e vai explodir uma
- 3:33:06nuvem de gás quentíssimo para fora da
- 3:33:08panela e não vai ser legal para ninguém,
- 3:33:10certo? Ninguém quer que isso aqui
- 3:33:11aconteça. Vamos lá. A gente já falou de
- 3:33:13equilíbrio térmico, já falou de um monte
- 3:33:15de coisa. Agora só só um um detalhe
- 3:33:17muito importante aqui, tá? A gente já
- 3:33:19conhece o conceito de calor e já conhece
- 3:33:20teoricamente calor sensível a calor
- 3:33:22latente. Calor sensível ele é usado para
- 3:33:23trocar a temperatura. Calor latente ele
- 3:33:25é usado para trocar de estado. Vamos
- 3:33:26agora ver algumas fórmulas sobre isso,
- 3:33:28tá bom? Essa fórmula aqui é muito
- 3:33:29importante. Que calor sensível, tá? É
- 3:33:31igual a mc del teta. Isso aqui é muito
- 3:33:35importante, muito simples, tá bom?
- 3:33:36Quando a gente dá calor pra água, a água
- 3:33:38tende a mudar de temperatura. Existe um
- 3:33:40jeito da gente saber qual vai ser essa
- 3:33:42mudança de temperatura, quanto calor eu
- 3:33:43tenho que dar para que uma certa massa
- 3:33:44de água mude de temperatura. Presta
- 3:33:46muita atenção nesse cezinho aqui, tá
- 3:33:48bom? Esse ele é calor específico. O que
- 3:33:51que é calor específico? É uma informação
- 3:33:53acerca da substância. Então, a água tem
- 3:33:55o calor específico dela, a gasolina tem
- 3:33:57o calor específico dela, minha blusa tem
- 3:33:58o calor específico dela, meu corpo tem o
- 3:34:00calor específico dela. Em termos
- 3:34:02teóricos, o que é calor específico? O
- 3:34:04quão difícil é eu mudar a temperatura de
- 3:34:06uma certa substância. Em termos
- 3:34:08teóricos, é isso. Quanto maior o calor
- 3:34:09específico dessa substância, ou seja, se
- 3:34:11eu der energia, ela vai ganhar
- 3:34:13temperatura, sim, mas quanto maior o
- 3:34:15calor específico dela, mais energia eu
- 3:34:16tenho que dar para ela trocar de
- 3:34:18temperatura. Então, ã, eu tô dando
- 3:34:20energia, dando energia, dando energia,
- 3:34:22ela deveria ganhar temperatura, mas eu
- 3:34:24tenho que dar, se o calor específico
- 3:34:25alto, mais energia para que ela troque
- 3:34:27de temperatura. Como que funciona isso
- 3:34:29aqui? Tá bom? Calor específico é esse
- 3:34:30czinho aqui que eu falei pra água, o
- 3:34:32calor específico é uma
- 3:34:35caloria por gama. gracius. O que
- 3:34:38significa isso? Tá bom? Caloria é uma
- 3:34:40unidade para energia. Também pode
- 3:34:42aparecer em Julia, eu vou explicar como
- 3:34:43que é, mas eu preciso dar uma caloria se
- 3:34:46eu desejo que um único grama de água ele
- 3:34:48ganhe 1ºC de temperatura, tá bom? Uma
- 3:34:51caloria faz 1 g de água mudar 1ºC de
- 3:34:53temperatura. Esse é o calor específico
- 3:34:55da água. Pode aparecer de quatro formas,
- 3:34:57inclusive, tá bom? Calor específico pode
- 3:34:59aparecer assim, tá? Então, caloria e
- 3:35:01gama graus, mas eu poderia escrever
- 3:35:03assim: "Olha, eu preciso dar 1
- 3:35:04kilocaloria, que é 1000 vezes mais
- 3:35:06energia, para que 1 kg de água ele tenha
- 3:35:101ºC de variação." Mesma coisa. Dei 1
- 3:35:13kilocaloria, dei 1000 calorias, 1 kg de
- 3:35:15água, que é a mesma coisa que 1000 g,
- 3:35:17vai ter essa alteração aqui. Detalhe,
- 3:35:18lembra que uma caloria vale a mesma
- 3:35:21coisa do que 4 J? Óbvio, depende da
- 3:35:24prova. Então, 4,2 J, 4,186 J. Jure
- 3:35:27também a energia é só uma outra forma da
- 3:35:29gente medir, tá bom? Agora o calor
- 3:35:32específico pode aparecer assim, ó. Vê se
- 3:35:33não é a mesma coisa. Olha só, eu tenho
- 3:35:35que dar 4 J para que 1 g de água ele
- 3:35:38ganhe 1ºC. Perfeito. 4 J. Ou eu tenho
- 3:35:41que dar 4 kJ para que 1 kg de água ele
- 3:35:47mude 1ºC. Tudo isso aqui é calor
- 3:35:49específico. Você vai usar essa
- 3:35:51informação do calor específico aqui
- 3:35:52nesse cezinho. E aí dependendo isso
- 3:35:54aqui, não é estresse nenhum. Dependendo
- 3:35:56das unidades que tiverem aqui, essas
- 3:35:57unidades aqui elas sempre mandam nas
- 3:35:59outras. Então, o que que é isso aqui? É
- 3:36:01a quantidade de calor. Quantas calorias
- 3:36:02ou quantos jaules eu dei para uma para
- 3:36:04uma certa coisa. O que que é isso aqui?
- 3:36:05A massa dessa coisa. E o que que é isso
- 3:36:07aqui? O delta teta. É a mudança de
- 3:36:08temperatura que eu vou obter ali. Quem
- 3:36:10Pedro, eu boto isso aqui em quilo? Em
- 3:36:12caloria, em Jule ou em kilojulle?
- 3:36:14Depende do que tu tem aqui no calor
- 3:36:15específico. Se for quilocaloria, tu bota
- 3:36:17em quilocaloria. Se for caloria, tu bota
- 3:36:19em caloria. Se for Jule, e assim vai. A
- 3:36:21massa da água eu boto em grama ou em
- 3:36:22kilograma, depende do que você tem aqui.
- 3:36:24E a temperatura aqui, ela vai est sempre
- 3:36:26em graus cus mesmo, né? O normal. Às
- 3:36:28vezes já apareceu em Kelvin, tá bom? Que
- 3:36:29é uma outra escala termométrica. A gente
- 3:36:31vai falar disso. Na prática nem vai
- 3:36:33mudar nada por ser delta, é só variação.
- 3:36:35Então variação em Kelvin, é a mesma
- 3:36:36coisa. A gente dá uma parinha disso
- 3:36:37daqui a pouco. Vamos lá. Tenho aqui um
- 3:36:39pote de água. Tenho aqui um pote de
- 3:36:40água. Dentro desse pote de água, eu
- 3:36:43tenho uma quantidade de 200 g de água.
- 3:36:47Peguei esses 200 g de água que estão
- 3:36:49agora em 30ºC e tô interessado em levar
- 3:36:53eles aqui para 70ºC. A pergunta que eu
- 3:36:55vou te fazer é o seguinte: sabendo que o
- 3:36:56calor específico da água é uma caloria
- 3:36:58por grama gra C, quanta energia eu vou
- 3:37:00ter que fornecer ali? Quanta energia eu
- 3:37:02tenho que entregar para esse pote aqui
- 3:37:04para que ele sofra essa transformação?
- 3:37:06Que calor sensível, mudança de
- 3:37:07temperatura igual a MC del TA. São 200 g
- 3:37:10de água. O calor específico é 1 caloria
- 3:37:12por gºC. Então grama tá aqui. Eu vou
- 3:37:15achar isso aqui em caloria. E agora,
- 3:37:17qual é o delta teta? A mudança de
- 3:37:18temperatura é de 30 para 70. Ou seja, eu
- 3:37:20quero que aumente 40º. Pode fazer aqui 2
- 3:37:23x 4 dá 8 com 1 2 3. Preciso dar 8.000
- 3:37:27calorias ou 8 kcalorias para gerar essa
- 3:37:30mudança de temperatura aqui. OK? Sobre
- 3:37:33calor específico, muito importante você
- 3:37:34saber, calor específico é, então agora
- 3:37:36tu já tem a definição teórica, né, que é
- 3:37:38o quão difícil é você alterar a
- 3:37:39temperatura de álcool. Quanto maior o
- 3:37:41calor específico, mais difícil é. Por
- 3:37:42exemplo, você vai olhar que a acetona,
- 3:37:44ela vai ter um calor específico, se eu
- 3:37:45não me engano, de se ela 0,8, a areia
- 3:37:48vai ter um calor específico assim, tal.
- 3:37:49Acha areia
- 3:37:49>> 0,2. A areia é 0,2. Então é muito mais
- 3:37:52fácil você mudar a temperatura da areia
- 3:37:55do que mudar a temperatura da água. A
- 3:37:56água tem um alto calor específico. Esse
- 3:37:58um aqui é muita coisa e por isso que a
- 3:37:59gente diz que a água tem uma alta
- 3:38:00estabilidade térmica, tá? É muito
- 3:38:02importante que a natureza tem escolhido
- 3:38:04fazer a gente de água. Por quê? Sendo
- 3:38:06feitos de água é difícil de mudar nossa
- 3:38:07temperatura. Inclusive, quando você
- 3:38:08pensa no clima equatorial do Brasil, que
- 3:38:10é o clima que a gente tem ali naquela
- 3:38:11faixa ali mais perto da Amazônia, ali a
- 3:38:13gente tem o quê? Uma temperatura muito
- 3:38:15constante. A gente não tem uma grande
- 3:38:17amplitude térmica, porque lá é muito
- 3:38:18molhado. Lá é muito molhado, faz sol o
- 3:38:20tempo todo, tem evaporranspiração
- 3:38:21frenética das plantas, chove o tempo
- 3:38:23todo, tem muita água lá e ali a gente
- 3:38:25não tem uma grande variação. Quando a
- 3:38:27gente olha pro sul, a gente tem uma
- 3:38:28amplitude térmica muito maior, porque o
- 3:38:30sul ele já vai ter menos água, tá bom?
- 3:38:31Quando olho pro Centro, a amplitude
- 3:38:33térmica é muito grande, porque lá é bem
- 3:38:34seco, então locais secos eles mudam de
- 3:38:36temperatura mais rápido. Sobre calor
- 3:38:38específico eu ainda ia adicionar o
- 3:38:39seguinte, eu tô
- 3:38:40>> sobre o calor específico, eu adicionar o
- 3:38:42seguinte, tem que ter a relação, isso
- 3:38:43aqui tu tu que me ensinou lá em 2018, o
- 3:38:45calor específico ele vai dizer o quão
- 3:38:47difícil é você aumentar a temperatura de
- 3:38:49algo, mas também vai dizer o quão
- 3:38:49difícil é a temperatura cair. São coisas
- 3:38:51que t alto calor específico, é muito
- 3:38:53difícil de você aumentar a temperatura
- 3:38:54delas e é muito difícil de cair quando
- 3:38:55você esquenta a água, a água fica quente
- 3:38:57por muito tempo. E aí tem uma pergunta
- 3:38:59que você fez em 2018 que foi o seguinte:
- 3:39:01eu ando de moto. Você me disse isso na
- 3:39:02sala, eu ando de moto e aí o guidom da
- 3:39:04moto, você acha que ele tem um alto
- 3:39:05calor específico ou baixo calor
- 3:39:07específico, né? E a maioria das pessoas
- 3:39:08falam assim, um alto calor específico
- 3:39:09porque o guidom vai ficar no sol e a
- 3:39:11gente não quer que ele esquente. A
- 3:39:12pessoa pensa isso. Então alto calor
- 3:39:13específico porque não pode deixar o
- 3:39:15guidom esquentar, então tem que dar
- 3:39:16muita energia para ele esquentar. Tá
- 3:39:17errado. Ele tem um baixo calor
- 3:39:19específico. Aí você fala por quê? Porque
- 3:39:21a coisa que tem alto calor específico é
- 3:39:22difícil de esquentar, mas uma vez que
- 3:39:24esquenta demora muito para baixar a
- 3:39:26temperatura. E é fato que a moto vai
- 3:39:28ficar du 3 horas no sol, então aquela
- 3:39:29merda vai ficar quente de qualquer
- 3:39:30jeito. Então a gente faz com baixo calor
- 3:39:32específico e aí vai esquentar muito
- 3:39:34rápido. A moto fica 3 minutos no sol, o
- 3:39:36guidão tá pelando, mas pelo menos depois
- 3:39:37de 3 horas quando tu sai com a moto tá
- 3:39:39pelando, passa 2 minutos, ele já está
- 3:39:41frio de novo porque tem um baixo calor
- 3:39:42específico. Tu viu, né?
- 3:39:44>> eu lembro até hoje, pô. É a mesma coisa.
- 3:39:45Você tá maluco, pô. Eu aprendi de
- 3:39:47verdade, tá? [risadas] Então, olha só,
- 3:39:49professor do AVT, tá? Sesticular
- 3:39:51tradicionais, link tá aqui embaixo para
- 3:39:52se matricular. Pau.
- 3:39:54>> É, deixa eu só falar uma coisa randa
- 3:39:55bala. Tem uma expressão, não, não
- 3:39:57precisa, não tem uma expressão
- 3:39:58relacionada à água que vocês tm que
- 3:39:59guardar, que é ela é uma substância de
- 3:40:01arrefecimento.
- 3:40:03>> É qualquer substância, praticamente
- 3:40:05qualquer substância pode ser usada como
- 3:40:06substância de arrefecimento, porque essa
- 3:40:08palavra se refere a esfriar outro corpo.
- 3:40:11Então, o que que é um líquido
- 3:40:12arrefecedor? É o líquido que vai ser
- 3:40:14usado para esfriar alguma coisa. Óleo
- 3:40:16pode ser usado e muitas motos, por
- 3:40:19exemplo, usam óleo como arrefecimento.
- 3:40:21No carro usar água mesmo, geralmente,
- 3:40:22né? Ar pode ser usado Fórmula 1. Por
- 3:40:24exemplo, um carro de Fórmula 1, ele é
- 3:40:26arrefecido a ar.
- 3:40:27>> Nossa, nem sabia disso.
- 3:40:27>> Por isso que ele não pode ficar ligado
- 3:40:29parado por muito tempo, porque senão o
- 3:40:30motor vai fundir.
- 3:40:31>> Nossa,
- 3:40:32>> porque não tem ar passando por dentro.
- 3:40:33Já percebeu o carro?
- 3:40:34>> Ele tá contando com o fato de que vai
- 3:40:35passar ar.
- 3:40:36>> Carro de Fórmula 1 é empurrado para
- 3:40:37dentro do box.
- 3:40:38>> Nossa,
- 3:40:39>> será que ele não tem competência para ir
- 3:40:40para dentro do box sozinho?
- 3:40:42>> Mas só ele já pode derreter. Exatamente.
- 3:40:45E agora a água aí, por que que ele não
- 3:40:47tem água? áo é pesado, é muito denso, é
- 3:40:49ocupa muito espaço. Aí ele é um bom
- 3:40:52líquido arrefecedor por causa do alto
- 3:40:54cezinho,
- 3:40:55>> que é o calor específico, mas ele tem o
- 3:40:57lado negativo.
- 3:40:58>> Perfeito, galera. Calor específico é
- 3:41:00isso. A gente bota esse cezinho.
- 3:41:01Capacidade térmica é a mesma coisa que
- 3:41:03calor específico, porém aplicado a um
- 3:41:04corpo concreto. Por exemplo, água tem um
- 3:41:06certo calor específico. Tem, mas agora e
- 3:41:08calor específico mede a dificuldade de
- 3:41:09você mudar a temperatura. Concordo
- 3:41:11totalmente. Beleza. Agora vamos pensar
- 3:41:12aqui em duas situações, tá bom? Tu tem
- 3:41:13aqui um copinho de água. Então tá aqui o
- 3:41:15copinho de água e tu tem aqui um copão
- 3:41:17de água, tá bom? Esse aqui ele tem 10 ml
- 3:41:19de água, a mesma coisa que 10 g de água.
- 3:41:21E esse aqui ele tem 1 L de água, a mesma
- 3:41:23coisa do que 1000 g de água. Eles tm o
- 3:41:25mesmo calor específico. Mesmo assim, vai
- 3:41:27ser muito mais difícil de eu mudar a
- 3:41:28temperatura desse aqui. Por quê? Porque
- 3:41:29esse aqui tem mais capacidade térmica. A
- 3:41:31fórmula da capacidade térmica é a massa
- 3:41:33do corpo o calor específico. Então a
- 3:41:35gente tá fazendo aqui a aplicação de
- 3:41:37fato concreta do calor específico,
- 3:41:39considerando a massa. Então se você
- 3:41:40fizer 1 vezes esse 10 aqui vai dar 10 e
- 3:41:431 x 1000 vai dar 1000. Então esse tem
- 3:41:44mais capacidade térmica, tá bom? E isso
- 3:41:47é muito importante, né, pr pra gente
- 3:41:48fazer a consideração de que o corpo ele
- 3:41:50tem que ser analisado por inteiro. O
- 3:41:51calor específico é sobre substância e a
- 3:41:52capacidade térmica é sobre o corpo
- 3:41:54inteiro. Outra coisa muito importante,
- 3:41:56tá bom? Qual é o papel da minha roupa
- 3:41:57aqui nesse ambiente? Tá bom? Então por
- 3:41:59que que eu tô de blusa nesse ambiente?
- 3:42:00Muita gente, o erro mais comum que o
- 3:42:01Enem explora é de você achar assim,
- 3:42:03olha, e o ambiente tá frio, tá? Tô num
- 3:42:05lugar que tá 10º, tô perdendo muita
- 3:42:07energia térmica, isso tá certo, tá? Eu
- 3:42:08estou mesmo perdendo energia térmica pro
- 3:42:10ambiente e aí eu vou botar um casaco
- 3:42:12para me aquecer. Isso é bizarro, muito
- 3:42:14bizarro, porque o casaco ele não é um
- 3:42:16gerador de energia térmica. O casaco não
- 3:42:17é movido a combustível, não é ligado na
- 3:42:19tomada. Então não tem como o casaco
- 3:42:20produzir energia térmica. Quem produzir
- 3:42:22energia térmica é tu. Então na verdade o
- 3:42:24que tu vai fazer é o seguinte. Por onde
- 3:42:26eu estou perdendo calor pro ambiente?
- 3:42:28pela minha pele, é pela pele que eu
- 3:42:30perco calor. O teu corpo vai adotar
- 3:42:31medidas termostáticas para evitar que
- 3:42:33isso aconteça, tá? Então o teu corpo vai
- 3:42:34fazer uma vasoconstrição para o calor,
- 3:42:36tá? A energia térmica tá no teu sangue,
- 3:42:38né? Então ele vai tentar esconder teu
- 3:42:40sangue um pouco mais para trás e teu
- 3:42:41corpo vai acelerar teu metabolismo para
- 3:42:43você produzir mais energia térmica. Mas
- 3:42:44isso não é o suficiente. Quando você
- 3:42:46bota um casaco, você tá se isolando do
- 3:42:47ambiente, tá fazendo um isolamento
- 3:42:48térmico do ambiente para que você não
- 3:42:50tenha tanto contato com o ambiente.
- 3:42:51Então, se eu tirar a blusa aqui agora,
- 3:42:53não vou fazer isso obviamente, mas se eu
- 3:42:54tirar a blusa aqui agora, a superfície
- 3:42:56de contato do meu tórax vai ficar
- 3:42:58exposto a esse ambiente que tá uns 25º e
- 3:43:01a taxa de perda de calor vai ser muito
- 3:43:03mais acentuada, eu vou sentir muito mais
- 3:43:04frio, tá bom? Isolamento térmico é um
- 3:43:06tema importantíssimo, porque na verdade
- 3:43:08o casaco nunca me aquece, o casaco ele
- 3:43:10só me isola, tá? uma coberta, ela só me
- 3:43:12isola e eu mesmo é que vou ter mais
- 3:43:13capacidade de acúmulo de energia térmica
- 3:43:15que eu mesmo produzo. Quando a gente
- 3:43:16olha aqui para essa garrafa, essa é uma
- 3:43:19garrafa térmica.
- 3:43:20>> Pode deixar, pode deixar,
- 3:43:21>> perdão. Essa é uma garrafa térmica, tá
- 3:43:23bom? Eu botei hoje de manhã água aqui
- 3:43:25nela e essa água, essa essa garrafa
- 3:43:26térmica, ela faz o quê? Ela mantém a
- 3:43:28água, ela ela esquenta a água, ela
- 3:43:30esfria a água. Nada disso, tá? Ela é
- 3:43:32feita para isolar a água do ambiente de
- 3:43:34modo a manter a água quieta na mesma
- 3:43:36temperatura dela. Eu botei hoje de manhã
- 3:43:37uma água geladíssima aqui e ela está
- 3:43:39gelada até agora. Por que que ela tá
- 3:43:41gelada? Se eu botei uma água gelada,
- 3:43:42deveria a energia térmica do ambiente
- 3:43:44entrar aqui dentro naturalmente e
- 3:43:46esquentar essa água. Mas isso não vai
- 3:43:48acontecer de modo tão fácil, tá bom?
- 3:43:49Porque essa garrafa vai adotar várias e
- 3:43:51várias medidas para proteger essa essa
- 3:43:53água de esse contato, tá bom?
- 3:43:55>> E para isso, para você entender isso, a
- 3:43:56gente precisa entender uma coisa chamada
- 3:43:58formas de propagação de calor. E eu
- 3:44:00ainda vou voltar ali em cima no no calor
- 3:44:03latente, né? Vou até escrever agora só
- 3:44:05aquela fórmula do calor sensível é essa
- 3:44:06daqui, né? MC del teta. A fórmula do
- 3:44:10calor latente é essa daqui, ó. Calor
- 3:44:12latente é igual a m vezes emés de calor
- 3:44:14específico esse L, que é justamente o
- 3:44:17calor latente, tá bom? Então é a mesma
- 3:44:18coisa. Que que é o calor latente de de
- 3:44:20de fusão eh de fusão da água? 80, né?
- 3:44:23Acho que 80 e de ebulição é 540, tá?
- 3:44:27>> Então você tem essa informação aqui,
- 3:44:28olha só. O calor latente de fusão da
- 3:44:29água é 80
- 3:44:31>> caloria. É por grama. A cada grama, cada
- 3:44:35grama que você queira derreter de água,
- 3:44:36lembra que tu precisava de uma caloria
- 3:44:38para que 1 g subisse 1 gra? Agora, para
- 3:44:40cada grama que tu queira derreter, tu
- 3:44:42precisa de 80 calorias. Então, é muito
- 3:44:44mais trabalhoso fazer a a fazer a a
- 3:44:47ruptura daquelas ligações, fazer o
- 3:44:48rearranjo molecular para que ela fique
- 3:44:49líquida. E se tu quiser agora fazer essa
- 3:44:52água eir, o calor latente de ebulição é
- 3:44:53540
- 3:44:55calorias por gama. A água já está 100º.
- 3:44:59Mas e agora? para ela entrar de fato em
- 3:45:00ebulição e sair daqui, virar água
- 3:45:03gasosa. 540 calorias a cada um único
- 3:45:06grama que você queira fazer, tá bom? Não
- 3:45:08vou dar nenhum exemplo aqui disso agora.
- 3:45:10>> É, agora agora assim, ó. Dentre essas
- 3:45:12duas equações, sem dúvidas, o Enem
- 3:45:15explora essa. Essa aqui raramente
- 3:45:17apareceu a história isso aqui é muito
- 3:45:19raro, muito raro mesmo. Tá bom? E a
- 3:45:21gente tá aqui num ritmo de revisão, um
- 3:45:23ritmo assim de aprendizado, mas
- 3:45:25específico pra prova. É 12 horas toda
- 3:45:27física. Então não tem como a gente ficar
- 3:45:29trabalhando coisas que, tem pouca
- 3:45:31chance de cair, senão não fido. Agora
- 3:45:33vamos lá, porta de condução de calor, tá
- 3:45:35bom? Então olha só, calor, energia
- 3:45:36térmica em trânsito, ele pode fazer isso
- 3:45:38de três formas, tá bom? São três formas
- 3:45:40que ele tem para se propagar. Vamos lá.
- 3:45:42Isso aqui cai bastante, tá? Primeira é a
- 3:45:44condução.
- 3:45:46Que que é condução? Tá bom? Condução é
- 3:45:49quando eu tenho propagação de calor
- 3:45:50especificamente pelo meio material, por
- 3:45:52causa do meio material, tá bom? Então o
- 3:45:54a energia térmica quando ela chega e
- 3:45:55aumenta a temperatura de um de um certo
- 3:45:57item, esse item ele tem uma vibração
- 3:45:59maior. Pelo fato dele ter uma vibração
- 3:46:00maior, ele vai transmitir essa vibração
- 3:46:02para quem tá do lado e vai aumentando.
- 3:46:04Então é exatamente, vai transmitir e vai
- 3:46:05passando, tá bom? Se eu aumento aqui
- 3:46:07minha agitação e eu tô colado no Rafael,
- 3:46:09ele também vai ter um aumento de
- 3:46:10agitação junto, tá? Assim vai passando.
- 3:46:11>> Maior exemplo disso, tem uma fogueira
- 3:46:13ali, tem uma barra de ferro aqui. Eu vou
- 3:46:14lá e
- 3:46:17encosto isso aqui dentro da fogueira.
- 3:46:19Daqui a pouco vai estar pelando aqui na
- 3:46:21minha mão. Por quê? Porque a energia
- 3:46:22térmica, ela veio aquecendo aqui e por
- 3:46:24condução térmica uma molécula vai
- 3:46:26fazendo isso na outra. É claro que os
- 3:46:28metais eles vão ter uma capacidade maior
- 3:46:29de transmitir calor por condução
- 3:46:31térmica, porque os metais eles são muito
- 3:46:33densos, os metais são muito unidos e
- 3:46:34eles ainda têm a questão do mar de
- 3:46:36elétrons, né? Então eles conseguem
- 3:46:37propagar muito bem as vibrações. O mar
- 3:46:39de elétrons ele é mais responsável pela
- 3:46:40condutividade elétrica deles, enquanto
- 3:46:42que a alta densidade dos metais é mais
- 3:46:44responsável pela condutividade térmica
- 3:46:46deles. Tá bom?
- 3:46:47>> Então aí já tem a grandeza,
- 3:46:48condutividade térmica.
- 3:46:51Exatamente. O quão capaz é certo
- 3:46:53material de conduzir as coisas. Tá bom?
- 3:46:55Então, o que que você prefere? Você
- 3:46:56prefere botar uma barra de ferro dentro
- 3:46:58de uma fogueira ou você prefere colocar
- 3:47:00uma barra de madeira dentro de uma
- 3:47:01fogueira? Com certeza eu prefiro colocar
- 3:47:03uma barra de madeira porque a madeira
- 3:47:04tem muito menos capacidade de
- 3:47:05condutividade térmica. Até por isso que
- 3:47:07é um dos benefícios de você ter uma casa
- 3:47:09de madeira, porque a casa de madeira ela
- 3:47:10fica muito, ela se mantém muito mais
- 3:47:12aquecida no inverno. A casa de madeira
- 3:47:14ela não, não, não vai, ela, ela tem, ela
- 3:47:16é mais isolante e térmica. Tá bom.
- 3:47:18>> Que que tu quer falar da porta? Quero
- 3:47:19falar o seguinte, eh, imagina essa porta
- 3:47:22com a maçaneta metálica e elas estão
- 3:47:24ambas no mesmo ambiente há muito tempo e
- 3:47:26por isso equilibrio. Se você pegar as
- 3:47:29duas mãos e ao mesmo tempo uma tocar a
- 3:47:31maçaneta e a outra tocar a porta de
- 3:47:33madeira, essa mão que tocou a maçaneta
- 3:47:36vai acreditar que a maçaneta tá mais
- 3:47:40fria do que a porta de madeira e vai
- 3:47:42falar assim, ó, elas estão em
- 3:47:42temperaturas diferentes
- 3:47:43>> com certeza absoluta. Imagina isso.
- 3:47:45Porta de madeira, maçaneta de metal.
- 3:47:46Você toca na maçaneta de metal, toca na
- 3:47:48porta. É fato que tu vai falar assim,
- 3:47:49está mais fria isso aqui não tá. Porque
- 3:47:51o Enem disse para tu que já estão aqui
- 3:47:53há muito tempo. Ele inclusive já fez
- 3:47:54questões dizendo eles já estão aqui há
- 3:47:55muito tempo, tá? Tem que ter equilíbrio
- 3:47:58térmico, porque com o tempo entra em
- 3:47:59equilíbrio térmico. Mas então por que
- 3:48:01diabos tu tá sentindo isso aqui mais
- 3:48:03frio? É aquilo, isso aqui é um material
- 3:48:05de maior condutividade térmica, que é a
- 3:48:07maçaneta. Então quando tu toca ali, os
- 3:48:09dois, tanto a porta quanto a maçaneta,
- 3:48:10estão numa temperatura mais baixa que
- 3:48:11tu. Normal isso. Tu tá a 37º, as coisas
- 3:48:14não ficam naturalmente a 37º. Quando
- 3:48:16você encosta ali, você vai perder
- 3:48:18temperatura pros dois, tanto pra porta
- 3:48:19de madeira quanto pra maçaneta. Mas a
- 3:48:21maçaneta, por ter uma maior
- 3:48:22condutividade térmica, faz isso de
- 3:48:23madeira mais rápida e mais intensa. E aí
- 3:48:25teu organismo, teu, teu cérebro registra
- 3:48:27o que isso aqui, na verdade tá mais
- 3:48:28frio. E não tá. É porque teu corpo não
- 3:48:30tem capacidade de fazer a aferência
- 3:48:32direta de temperatura de nada. Teu corpo
- 3:48:34só consegue entender a diferença do que
- 3:48:35tá acontecendo. Então se você tá muito
- 3:48:37quente e tu encosta numa pessoa que tá
- 3:48:39com febre, tá muito quente, tu vai dizer
- 3:48:40assim: "Ela não está com febre, não tá
- 3:48:41normal".
- 3:48:42>> Se tu tá muito frio, encosta, ela tá com
- 3:48:44febre. pessoa às vezes nem com febre, tá
- 3:48:46bom? Então, eh,
- 3:48:47>> isso também pode acontecer. Essa, isso é
- 3:48:49sensação térmica. O nome disso é
- 3:48:50sensação térmica causado pela diferença
- 3:48:53de condutividade. Isso também pode
- 3:48:54acontecer em ambiente de praia. Por
- 3:48:56exemplo, de manhã você foi à praia e a
- 3:48:58água tá extremamente gelada. Aí à noite
- 3:49:02a água parece estar mais quente. Pode
- 3:49:04ser que ela esteja uma temperatura um
- 3:49:05pouco mais elevada à noite, pode até
- 3:49:07ser, mas o normal é que como o delta de
- 3:49:09temperatura da superfície corporal à
- 3:49:11noite vai ser menor do que durante o
- 3:49:14dia, a sensação térmica de que à noite a
- 3:49:16temperatura é um pouco mais amena pra
- 3:49:19água, ela é uma realidade.
- 3:49:21>> Cara, perfeito. Tu me ensinou isso uma
- 3:49:22vez, isso é muito importante, tá bom? Eu
- 3:49:23vou falar aqui só porque já dá dá um
- 3:49:25imaginário muito forte. É muito comum
- 3:49:26que as pessoas digam isso, né, que o
- 3:49:27Rafael acabou de falar. Muito comum que
- 3:49:28as pessoas digam: "Um praia de noite é
- 3:49:30muito bom". Porque a água é quentinha,
- 3:49:31mas isso não faz nenhum sentido. Como é
- 3:49:33que a água de noite vai estar mais
- 3:49:35quente?
- 3:49:35>> Porque o sol ficou esquentando ela.
- 3:49:36>> É isso é bizarro. O sol ficou
- 3:49:38esquentando, já ficou esquentando o dia
- 3:49:39inteiro. Mas pera aí. Então ela deveria
- 3:49:41estar mais quente justamente antes do
- 3:49:43sol se pôr.
- 3:49:44>> Depois que o sol já se pôs, ele parou de
- 3:49:46esquentar ela. Então ela já está
- 3:49:47resfriando. Não tem como ela ter ficado
- 3:49:49ainda mais quente de noite do que ela
- 3:49:50tava quando era 5 horas da tarde, que
- 3:49:52ela ali sim o sol ainda tava agindo
- 3:49:53nela. Ali deve ser o momento que ela tá
- 3:49:55de fato mais quente. Isso acontece pelo
- 3:49:57seguinte, tá bom? Quero que você imagine
- 3:49:59agora aqui a água. Vamos pensar em duas
- 3:50:02estruturas aqui, tá bom? A gente tem a
- 3:50:03água e a gente tem também aqui a areia,
- 3:50:07tá? Então vou fazer aqui a areia de
- 3:50:09vermelho. Tem aqui a areia. Quero que
- 3:50:10você imagine isso aqui. Qual é o calor
- 3:50:12específico da água? É algo mais como um.
- 3:50:15Qual é o calor específico da pera aí,
- 3:50:18qual é o calor específico da areia? É
- 3:50:20algo mais para 0,2. Então é cinco vezes
- 3:50:23mais fácil aumentar a temperatura da
- 3:50:25areia do que da água. Você só precisa de
- 3:50:270,2 calorias para que 1 g de areia suba
- 3:50:30em 1ºC enquanto você precisa de uma
- 3:50:32caloria inteira. Aqui tá aqui o sol
- 3:50:34durante o dia tourando em todo mundo
- 3:50:36aqui, tá bom? Tá tá arregaçando todo
- 3:50:38mundo, mandando energia térmica. Já vou
- 3:50:40explicar como, tá bom? Ele tá fazendo
- 3:50:41isso por irradiação, que é a segunda
- 3:50:43forma aqui de propagação. A primeira
- 3:50:44condução, a segunda vai ser irradiação.
- 3:50:46Irradiação, tu já estudou em
- 3:50:47ondulatória, mas irradiação é quando ele
- 3:50:49faz isso por meio não de contato
- 3:50:52material, faz isso por meio de onda, tá
- 3:50:53bom? Existe uma onda eletromagnética que
- 3:50:54é muito própria, que é eh primeiro que
- 3:50:57irradiação por si só. Irradiação se pode
- 3:50:59significar tá soltando qualquer tipo de
- 3:51:01onda eletromagnética, mas irradiação
- 3:51:02dentro da termologia a gente tá falando
- 3:51:04especificamente de aquecimento por
- 3:51:06irradiação, ou seja, emissão de onda
- 3:51:08infravermelho, tá bom? Porque qualquer
- 3:51:09onda que eu tô soltando, eu tô
- 3:51:10irradiando. Eu tô irradiando luz para
- 3:51:12vocês agora,
- 3:51:13>> né?
- 3:51:13>> Mas dentro da termologia essa
- 3:51:15irradiação.
- 3:51:16>> É. E não de uma forma tipo, não tá
- 3:51:17irradiando luz, tá bom? De uma [risadas]
- 3:51:19forma de uma forma séria, tá? Pai de
- 3:51:21família. Ah, eu brilho, não é isso? Tá
- 3:51:22bom. Então vamos lá. Estamos aqui agora.
- 3:51:25Eh, o sol tá tá tá jogando ondaem
- 3:51:27infravermelho aqui, tá aquecendo tudo,
- 3:51:29tá bom? Até por isso que o sol consegue
- 3:51:30aquecer a gente, porque tem um vácuo
- 3:51:32entre nós, por condução não seria
- 3:51:33possível. O sol, as ondas de calor dele
- 3:51:36infravermelho atravessam espaço na
- 3:51:37velocidade da luz e chegam aqui. E,
- 3:51:40cara, essa isso aqui tudo ficou
- 3:51:42esquentando o dia todo. Então, vamos
- 3:51:43dizer que essa água aqui chegou a bater
- 3:51:45durante o dia uma temperatura de 40º.
- 3:51:47Vamos dizer que essa areia aqui, a areia
- 3:51:49ela esquenta de maneira bem mais fácil.
- 3:51:52É uma poça.
- 3:51:53>> Como assim uma poça?
- 3:51:54>> É porque é porque o mar nunca chega.
- 3:51:57>> Exatamente. É só por um extremo. Eu só
- 3:51:58tô botando aqui um extremo para vocês
- 3:51:59entenderem. Mas o mar vai ficar,
- 3:52:01a 28 e olhe lá. 28 não fica 28 ficar
- 3:52:04menos de 20. É verdade, né? Verdade.
- 3:52:07Você tem razão. Perfeito. E aí estamos
- 3:52:09aqui 40º, mas isso é só um extremo
- 3:52:11absurdo, tá bom? E a areia, vamos botar
- 3:52:12que a areia bateu 60°. A areia tá
- 3:52:14pelando, tu fiz nela, tu quer logo
- 3:52:17entrar no mar. Beleza? Isso aqui durante
- 3:52:19o dia. E agora o sol sumiu. Deu mais
- 3:52:23trabalho para ele esquentar ali a água
- 3:52:24porque ela tem mais calor específico,
- 3:52:25mas agora ele sumiu. Mas lembra que quem
- 3:52:26tem mais calor específico é difícil
- 3:52:28demais de esquentar, mas também é
- 3:52:30difícil de esfriar. Agora caiu a noite
- 3:52:32aqui, tá bom? Então tá de noite e ah
- 3:52:35todo mundo começa a perder energia
- 3:52:36térmica pra atmosfera, a atmosfera tá
- 3:52:38mais fria e tal. Só que isso aqui perde
- 3:52:40energia térmica muito devagar. Então
- 3:52:41isso aqui daqui a pouco vai estar o quê?
- 3:52:42Depois de muitas horas vai estar a 35º
- 3:52:44de noite no extremo, não vai estar de
- 3:52:47fato a 35º, tá bom? E essa areia aqui de
- 3:52:4960º, ela vai despencar agressivamente
- 3:52:52para 20º.
- 3:52:55O que que vai acontecer agora? Você vai
- 3:52:57ter uma percepção de que aqui tá muito
- 3:52:58mais quente, porque aqui está a 35º, tá
- 3:53:00bom? Isso vai dar origem a outro
- 3:53:02fenômeno, tá? Eu quero que você lembre
- 3:53:04durante o dia, faz um esforço aqui e
- 3:53:06lembra disso aqui durante o dia, tá?
- 3:53:07Então, durante o dia a gente não tinha
- 3:53:0835º aqui, nem 20 aqui, a gente tinha 40
- 3:53:11e 60. Temos uma camada de ar aqui em
- 3:53:14cima. Olha que legal. Dá para fazer
- 3:53:15assim, né? Daria para fazer bem mais
- 3:53:16rápido. Temos uma camada de ar aqui em
- 3:53:18cima dos dois. Tá bom? Qual camada de ar
- 3:53:20aqui está mais quente? Com certeza
- 3:53:21absoluta, essa camada aqui está mais
- 3:53:23quente. Eu sei que eu falei para você
- 3:53:25que o ar mais quente ele tem uma pressão
- 3:53:27mais alta. Isso é verdade. Em recintos
- 3:53:30fechados, tá? Em recinto fechado, o ar
- 3:53:31mais quente tem uma pressão mais alta.
- 3:53:33Aqui nessa situação,
- 3:53:35eu quero que você pense o seguinte, esse
- 3:53:37ar aqui é mais quente, vai. quer falar
- 3:53:39isso,
- 3:53:39>> ele ele ele vai ter mais pressão,
- 3:53:41>> vai ter mais pressão uma porção
- 3:53:43específica nele, né?
- 3:53:44>> Pera aí, fala você.
- 3:53:45>> Ele vai ter uma pressão mais elevada
- 3:53:46aqui também.
- 3:53:47>> Sim.
- 3:53:47>> O problema é que com essa pressão mais
- 3:53:49elevada,
- 3:53:52o volume ocupado por essa massa de arça
- 3:53:56subir,
- 3:53:57>> ele se expande, né?
- 3:53:58>> E nesse aumento de volume a densidade
- 3:54:00cai,
- 3:54:00>> tá? Porque o calor além de aumentar a
- 3:54:02temperatura, ele dilata as coisas, tá?
- 3:54:03Esse ar tá se dilatando, tá menos denso.
- 3:54:05>> Ex. E aí com essa redução na densidade
- 3:54:09por empuxo, né, ele fica mais leve e ele
- 3:54:13tem um movimento ascendente, ele começa
- 3:54:15a subir muito melhor.
- 3:54:16>> Nesse movimento ascendente, isso gera
- 3:54:19para essa região aqui,
- 3:54:20>> ah, o déficit de pressão, défice de
- 3:54:22vácuo, né? Tá saindo o ar dali. Aí a
- 3:54:23gente fala que essa região aqui é uma
- 3:54:25zona de baixa pressão,
- 3:54:27>> de baixa pressão,
- 3:54:28>> mas você é um esculcha o contrário tá
- 3:54:30acontecendo aqui.
- 3:54:31>> Ele tá ficando assim, ó,
- 3:54:33>> mais contraídoo
- 3:54:36>> o volume aqui.
- 3:54:36>> E aí
- 3:54:38>> é o volume aqui e a desculpa, a
- 3:54:40densidade eh fica
- 3:54:43comparativamente
- 3:54:44maior, aí gera uma região de fluxo
- 3:54:47descendente
- 3:54:48>> e cria-se aqui a brisa marítima.
- 3:54:50>> Como esse ar aqui não vai mergulhar na
- 3:54:52água. é
- 3:54:53>> para formar água gasosa,
- 3:54:56[risadas]
- 3:54:57ele acaba invadindo essa região que é
- 3:54:59uma zona de baixa pressão. Aí dá para
- 3:55:00ver na no jornal, por exemplo, quando
- 3:55:02vai falar sobre tempo, que é comum a
- 3:55:04expressão zona de alta pressão
- 3:55:06>> e zona de baixa pressão.
- 3:55:07>> Zona de baixa pressão.
- 3:55:08>> Exatamente. E o vento ele se desloca
- 3:55:09dessa forma. Ele vai da zona de alta
- 3:55:10pressão para baixa pressão.
- 3:55:11>> Aí olha só, de manhã tu tá aqui no cent
- 3:55:14brisa marítima. Tu tu olha pro mar de
- 3:55:16manhã tu sente vendo na tua
- 3:55:17>> Exato. E tu e tu tá aqui a 60º. A tua
- 3:55:20pele está envolvida num ambiente que
- 3:55:22está a 60º. Quando tu sai daqui, entra
- 3:55:25no mar, a tua pele passa a ficar em
- 3:55:27contato com uma água a 40. Então teu
- 3:55:29corpo começa a perder energia térmica
- 3:55:31aqui. Fala: "Caramba, a água tá fria,
- 3:55:33>> frio pr cacete."
- 3:55:34>> Agora bota de novo os números da noite.
- 3:55:36À noite você falou que a água foi a 35,
- 3:55:39você falou que a areia foi a 20. Pô, teu
- 3:55:41corpo tá aqui acostumado com a água, com
- 3:55:43a areia 20,
- 3:55:44>> com a 20.
- 3:55:44>> Aí ele entra na água 35, ele fala:
- 3:55:47"Nossa, tá quentinha". E outro fenômeno
- 3:55:49acontece da mesma forma que de dia você
- 3:55:52tinha brisa marítima soprando do mar pra
- 3:55:54areia, agora de noite é oo contrário.
- 3:55:56Aqui tá mais frio, o ar aqui fica mais
- 3:55:58denso, cria zona de alta pressão por
- 3:55:59causa da contração dele com frio. aqui
- 3:56:01tá mais quente, ele vai ter mais
- 3:56:03pressão, mas por ter mais pressão vai
- 3:56:04também se agitar mais, ele vai ocupar
- 3:56:06mais espaço, vai ficar menos denso,
- 3:56:08queria zona de baixo pressão e tu de
- 3:56:09Isso é isso é muito interessante porque
- 3:56:11eu já fui na praia de noite e eu lembro
- 3:56:13da sensação de est olhando pro mar e é o
- 3:56:15vento aqui no cangote. O vento o vento
- 3:56:16>> não. E se você olhar, tem praia que tem
- 3:56:18uma iluminação boa, noturna, né? Aí se
- 3:56:20você olhar assim na lateral pr pra pr
- 3:56:22pra iluminação noturna da praia, você
- 3:56:24vai ver a Marizia vindo da da da cidade,
- 3:56:28né, da da do asfalto para para cá. A
- 3:56:31gente vai chamar isso de efeito Tindle,
- 3:56:32né? Porque é como se você tivesse vendo
- 3:56:35as moléculas passando por
- 3:56:36>> Define define para eles efeito Tinda. Na
- 3:56:38prova, o que que se cair tem que marcar
- 3:56:39o quê? Oulatório, né? É, é quando a
- 3:56:41gente consegue enxergar algum fluxo
- 3:56:44ondulatório a partir das partículas que
- 3:56:46estão dispersas naquele lugar.
- 3:56:47>> Ah, quando a gente abre a cortina e tem
- 3:56:50muita poeira no ar.
- 3:56:51>> É. Aí, aí a luz vai batendo nessas
- 3:56:53poeiras e vai refletindo pro nosso olho,
- 3:56:56>> pô. Aí tu, aí tu vê como aí você
- 3:56:58consegue enxo de
- 3:57:01>> Isso é feitole. É diferente de
- 3:57:03espalhamento, né? Espalhamento.
- 3:57:05>> Mas assim, é um tipo de espalhamento,
- 3:57:07mas ele é bem específico,
- 3:57:08>> tá? Beleza?
- 3:57:10>> Matamos aqui. Então, e aí uma coisa,
- 3:57:12quando você sai da água, matamos já aqui
- 3:57:13mais um tópico, né? Brutal. E aí vou
- 3:57:15explicar aí das formas de de condução de
- 3:57:17calor, tá bom? de propagação de calor.
- 3:57:19Então a gente tinha aqui já condução.
- 3:57:21Condução é por via material. Condução
- 3:57:23depende de via material e os o pior
- 3:57:25condutor possível é um gás, porque um
- 3:57:26gás ele tem muito menos densidade. Então
- 3:57:28para você passar a temperatura por
- 3:57:30condução no gás é muito difícil.
- 3:57:32Irradiação é por onda eletromagnética.
- 3:57:34Então aquele termômetro lá da pandemia
- 3:57:36ele pega a radiação infravermelho. E tem
- 3:57:38a terceira que é a convexão, tá? Então a
- 3:57:41conveção, pô,
- 3:57:43>> a mais importante pro Enem,
- 3:57:45>> agora a quando quando ele eh completar o
- 3:57:47raciocínio sobre convexão, a gente vai
- 3:57:49inclusive resolver algumas questões,
- 3:57:51porque isso aqui de convecção é o que
- 3:57:53nem exige, que a gente já deu uma
- 3:57:55palinha aqui nessa conversa sobre
- 3:57:57densidade. Vai
- 3:57:57>> conveção. Eu nunca consegui entender ela
- 3:58:00como sendo propriamente uma nova forma
- 3:58:02de propagação de calor. Para mim não
- 3:58:04parece ser isso, porque no fundo ela
- 3:58:07ainda tá dentro da lógica da condução,
- 3:58:09da irradiação. A, a convexção, entenda,
- 3:58:12ela é uma forma de propagação de calor,
- 3:58:14mas quero dizer, você vai perceber que
- 3:58:15não tem nenhuma grande novidade nela.
- 3:58:16Vamos lá. Peguei aqui uma panela e
- 3:58:19dentro dessa panela eu tenho água, tá?
- 3:58:21Então, tenho aqui bastante água agora e
- 3:58:23eu começo a aquecer isso aqui. Boto aqui
- 3:58:25embaixo então uma fonte de energia
- 3:58:28térmica. Vou começar a aquecer aqui. Vou
- 3:58:30começar a botar fogo. Bom esse fogo.
- 3:58:31>> A gente vai falar agora. Twin não lembra
- 3:58:33qual que desenhar fogo. Eu sempre
- 3:58:34desenho É bom. Ficou bom,
- 3:58:36>> né? Então aí os desenhistas vendo.
- 3:58:38Nossa, que fogo de merda. E aí é o
- 3:58:41seguinte, você concorda comigo? Primeira
- 3:58:43coisa, esse aquecimento aqui, a gente
- 3:58:44tem aqui um gás entrando em combustão e
- 3:58:46esse gás ele tá aquecendo por condução e
- 3:58:49por irradiação ao mesmo tempo, tá bom?
- 3:58:50Ele tá liberando energia térmica ali.
- 3:58:52Tanto por condução, ele vai fazer com
- 3:58:54que o material metálico da panela ganhe
- 3:58:56temperatura, né? Ninguém vai querer
- 3:58:57fazer comida numa panela isolante
- 3:58:59térmica, isso não faz sentido. E também
- 3:59:01por irradiação. Beleza? a gente consegue
- 3:59:03ver os dois, entender os dois ao mesmo
- 3:59:05tempo. Só que aqui vai começar a ficar
- 3:59:06quente primeiro. A parte de baixo vai
- 3:59:08começar a ficar quente primeiro. Quando
- 3:59:10as coisas ficam quentes, elas se
- 3:59:12expandem. Quando elas se expandem, elas
- 3:59:13ganham volume. Quando ganha volume,
- 3:59:15perde densidade. Tá mantendo a mesma
- 3:59:16massa, né? E aí, quando perde densidade,
- 3:59:18boia. As coisas menos densas, elas
- 3:59:19boiam. Essa água que tá embaixo, ela
- 3:59:22começa a subir. Perfeito. Então, a água
- 3:59:25quente que tá aqui embaixo, ela vai
- 3:59:26fazer isso aqui, ó. O movimento da água
- 3:59:28quente vai ser esse. Ela vai começar a
- 3:59:30vir mais para cima aqui da panela. Só
- 3:59:33que quando ela veio aqui mais para cima,
- 3:59:34ela ocupou o espaço que antes era da
- 3:59:36água gelada que estava aqui em cima.
- 3:59:38Então a água gelada ela vai ter sido
- 3:59:40obrigada a descer e descer. Começa aqui
- 3:59:43um ciclo de convexão em que tudo que vai
- 3:59:45ficando quente vai subindo, o que vai
- 3:59:46ficando gelado vai descendo e isso gera
- 3:59:48uma distribuição melhor do calor. Pode
- 3:59:49mudar.
- 3:59:50>> Isso facilita o processo de aquecimento
- 3:59:52da água e por isso é considerado uma uma
- 3:59:53fonte de de uma propagação de calor.
- 3:59:56Agora, uma coisa é eh legal aqui da
- 3:59:58gente pensar, por que que a água pera
- 4:00:00aí, pera aí, tá?
- 4:00:01>> Por que que a água demorou a esquentar
- 4:00:03por condução térmica? Porque o líquido
- 4:00:06ele não é um bom condutor. Tipo assim, a
- 4:00:08panela tá ali ao fogo, a panela toda já
- 4:00:11esquentou para caramba. Se você botar o
- 4:00:12dedo em cima aqui da panela, a panela tá
- 4:00:15aqui com fogo aqui embaixo. Se você
- 4:00:16botar o dedo aqui na panela, aqui tá
- 4:00:17quente pr caramba.
- 4:00:18>> Ah, o metal tá quente. É verdade.
- 4:00:19>> Mas a água aqui em cima tende a não
- 4:00:21estar tão quente. Por quê? Porque a
- 4:00:22condução térmica no líquido, ela é mais
- 4:00:25demorada do que num metal, por exemplo.
- 4:00:27A condutibilidade térmica da água é
- 4:00:28prejudicada.
- 4:00:29>> Exatamente. Isso aqui é um aparelho de
- 4:00:30ar condicionado, tá bom? Ele vai fazer
- 4:00:32algo contrainttuitivo. Ele vai pegar o
- 4:00:34calor e jogar para um local que tá mais
- 4:00:35quente. Isso é estranho. O calor
- 4:00:36geralmente ele vai espontaneamente do
- 4:00:38local mais quente pro mais frio, ele vai
- 4:00:40fazer o oposto. Por que que o ar
- 4:00:41condicionado tem que ser instalado na
- 4:00:42parte de cima? A explicação tem
- 4:00:44totalmente a ver com convicção. Eu tenho
- 4:00:46aqui no ambiente uma massa de ar, tá
- 4:00:48bom? Que que vai acontecer quando eu
- 4:00:50começar a resfriar essa massa de ar? Ela
- 4:00:52vai começar a ser resfriada primeiro
- 4:00:54aqui por cima. Nisso essa massa gelada
- 4:00:57fica mais densa e ela vai fazer o quê?
- 4:00:59ela vai cair. Quando ela cair, aqui
- 4:01:02embaixo ainda tá quente. Essa massa aqui
- 4:01:04de baixo que ainda tá quente, ela vai
- 4:01:05ser obrigada a subir, tá bom? E quando
- 4:01:09ela subir, você vai perceber um ciclo de
- 4:01:11convecção acontecendo e isso vai gerar
- 4:01:13um resfriamento muito mais uniforme,
- 4:01:16muito mais adequado do quarto. Se você
- 4:01:18bota o ar condicionado aqui embaixo, tu
- 4:01:19vai ver agora a diferença. Botou o ar
- 4:01:20condicionado aqui embaixo, ele vai
- 4:01:21começar a gelar isso aqui. Então tô
- 4:01:23gelando, tô gelando, tô gelando, estamos
- 4:01:25gelando. E aqui em cima eu continuo
- 4:01:27tendo o quê? aquele ar quente. E agora
- 4:01:29eu vou ter que preencher o ar frio com
- 4:01:31tudo isso aqui, mantendo a presença
- 4:01:32daquele ar quente com quase que
- 4:01:34blindado. Então vai ficar muito pior pra
- 4:01:36gente fazer as coisas, tá bom? Vai ficar
- 4:01:38muito pior.
- 4:01:38>> O ar condicionado vai gastar muito mais
- 4:01:39energia,
- 4:01:39>> vai gastar muito mais energia. Então não
- 4:01:41se instala ar condicionado no chão por
- 4:01:42causa disso, se instala em cima. Mostra
- 4:01:44o exemplo do do aquecedor de água com
- 4:01:46energia solar bem rápido. De onde que
- 4:01:48você bota o cano de entrada da água?
- 4:01:50Onde que bota? Ah tem a questão disso,
- 4:01:51né? É, é aí, aí ao invés da gente fazer
- 4:01:54isso aqui, fala sobre o comportamento ó
- 4:01:57anômalo d'água,
- 4:01:57>> tá? Comportamento anômal d' água, vocês
- 4:01:58estão vendo?
- 4:01:59>> Porque a convexão ela ela poderia estar
- 4:02:01acontecendo eh num lago, por exemplo, eh
- 4:02:05eh num lago de uma região fria.
- 4:02:08>> Ótimo,
- 4:02:08>> né? Então imagina que aqui tem o lago e
- 4:02:11a temperatura aqui está em -10ºC.
- 4:02:14Temperatura tá muito muito gélida, tá
- 4:02:16bom? E a gente vai saber o seguinte,
- 4:02:19esse lago ele tá perdendo energia
- 4:02:21térmica. para o ambiente,
- 4:02:23>> o que deve e o ambiente está aqui a
- 4:02:25-10ºC, tá? Eu acho que agora tu vai
- 4:02:27sentir bastante orgulho, porque a
- 4:02:29suplicação também é mesma que tu sempre
- 4:02:31dava em 2018. Desde então eu tenho ela
- 4:02:33muito firme na minha cabeça. Eu nunca pr
- 4:02:35estudar isso de novo na minha vida. Tá
- 4:02:36bom? Então eu tenho aqui o lago e a
- 4:02:39explicação que tu de inclusive falava
- 4:02:40assim: Deus foi extremamente inteligente
- 4:02:42ao criar o efeito anômalo da água,
- 4:02:43porque senão não seria viável a
- 4:02:45existência da vida marinha no planeta
- 4:02:46Terra, tá bom? Então o peixinho aqui que
- 4:02:48tá aqui dentro, ele morreria se não
- 4:02:50fosse isso que eu vou te explicar agora,
- 4:02:52tá bom? Que é o o comportamento anômalo
- 4:02:54da água, tá bom? Então tem o peixe aqui,
- 4:02:56não ficou o pior peixe que eu já
- 4:02:57desenhei, né?
- 4:02:57>> E aí esse lago ele deveria estar a -10º,
- 4:03:00né? Vamos entender a lógica do que vai
- 4:03:02acontecendo, tá bom, Pedro? Conforme eu
- 4:03:04vou esfriando as coisas, as coisas elas
- 4:03:06vão ficando contraídas. É, via de regra,
- 4:03:09sim. Tudo que tu vai esfriando vai
- 4:03:10contraindo e conforme eu vou aquecendo,
- 4:03:11as coisas vão dilatando. Perfeito. As
- 4:03:14coisas vão dilatando. Então eu quero
- 4:03:15agora que você antes do menos 10º, eu
- 4:03:17quero que você imagine antes esse lago
- 4:03:19aqui, eu vou fazer explicação dessa
- 4:03:20ordem. Esse lago aqui ele estava ali a
- 4:03:2220ºC e agora veio o inverno brutal. E
- 4:03:25aqui fora a gente tem agora aquele
- 4:03:26-10ºC. Ele vai começar a perder energia
- 4:03:28térmica. Vamos ver o que vai
- 4:03:29acontecendo. 20ºC. Aí ele tá perdendo
- 4:03:32energia térmica. Ele tá em 10ºC. Ele tá
- 4:03:34em 5ºC. Esse tempo todo o lago ele foi o
- 4:03:37quê? a água que foi contraindo. E como
- 4:03:39que isso acontecia? Primeiro essa água
- 4:03:42daqui contra. Então essa água que tá
- 4:03:45aqui em cima, ela é a que tá mais
- 4:03:47próxima da atmosfera gérida, ela
- 4:03:49contrai. E toda vez que essa água
- 4:03:51contrai porque ficou mais fria, o que
- 4:03:53que essa água aqui gelada? Essa água
- 4:03:55daqui de cima é mais gelada do que que
- 4:03:56tá lá embaixo do lado, tá bom? Que que
- 4:03:57essa água faz? Ela desce e aqui embaixo
- 4:04:01ainda tinha uma água quentinha. O que
- 4:04:02que essa água quentinha ela faz? Ela
- 4:04:04sobe nisso que a água quentinha chega
- 4:04:07aqui em cima. A água que tava ali 20º,
- 4:04:09eh, tudo tava 20º, né? Essa água aqui
- 4:04:11ela ficou a 10º, desceu. A que tava 20º,
- 4:04:13subiu. Mas agora essa daqui que subiu,
- 4:04:15ela também, mais uma vez subiu a 20º,
- 4:04:17vai também ficar a 10, daqui a pouco vai
- 4:04:18ficar a 8, 7, ela vai descer, Pedro.
- 4:04:21Então, vai dar merda com certeza. Por
- 4:04:23convicção vai dar merda, porque daqui a
- 4:04:26pouco essa água que tá aqui em cima, ela
- 4:04:28vai estar a 2º e essa água que tá aqui
- 4:04:31embaixo mais quente, ela vai est a 3º.
- 4:04:34Aí essa água aqui daqui a pouco ela vai
- 4:04:35congelar, vai chegar em 0º, vai descer a
- 4:04:390º gelada. Essa água que tá a 3º vai
- 4:04:41subir, vai congelar também. O lago vai
- 4:04:43congelar por completo. Exato. É isso que
- 4:04:46deveria acontecer.
- 4:04:47>> O lago congelaria
- 4:04:49de baixo para cima. Porque quando a água
- 4:04:51daqui dessa camada,
- 4:04:52>> tudo que fica mais gelado desce, fica
- 4:04:54mais denso e desce.
- 4:04:54>> É. E assim o o lago não con não não veio
- 4:04:57eh eh esfriando, perdendo calor por
- 4:04:59inteiro, porque a condução térmica no
- 4:05:01líquido ela é lenta.
- 4:05:03>> Então aqui essa camada de cima, ela foi
- 4:05:05resfriando e caindo. Resfriando e
- 4:05:07caindo. Chegou a zero. Chegou a zero, tá
- 4:05:10o mais contraída possível. Cai congela
- 4:05:12lá embaixo.
- 4:05:13>> Começou a congelar de baixo para cima.
- 4:05:14>> Ia ser terrível, né?
- 4:05:15>> Seria assim.
- 4:05:16>> É. Agora, quando tu vai na Sibéria, em
- 4:05:18quando tu vai em Yakúa a -74º, é
- 4:05:22bizarro, né? E tu olha pro lago, lá
- 4:05:24embaixo, tem tá água líquida, tá nadando
- 4:05:26o peixe, tá - 74º. Como que isso é
- 4:05:29possível? Por causa do comportamento
- 4:05:31anômalo da água. Então tudo que eu falei
- 4:05:33é válido, tá? A água ela vai sempre se
- 4:05:36contraindo conforme vai esfriando, porém
- 4:05:38exceto na faixa em que ela tá
- 4:05:40transitando do 4º até o 0ºC. Nessa faixa
- 4:05:44aqui, isso não acontece. acontece o
- 4:05:46oposto. É só você gravar que entre 4 e
- 4:05:480ºC a água ela vai agir do modo oposto
- 4:05:51ao que ela deveria agir. Como assim?
- 4:05:53Vamos lá. Lembra que tava tudo 20º e aí
- 4:05:55a camada aqui de cima ela caía para 10,
- 4:05:57ficava gelada, ia lá para baixo. É claro
- 4:05:59que na prática não é assim, né? Ela vai
- 4:06:02cada essas faixas,
- 4:06:03>> cada milimetrozinho de grau cel que ela
- 4:06:04cai, ela vai descer acontecendo.
- 4:06:07>> Exatamente. E aí o que que vai acontecer
- 4:06:08agora quando chegar em 4º? Eu quero que
- 4:06:10você pense aqui no lago todo em 4º,
- 4:06:12Pedro. O lago inteiro ele já está a 4º.
- 4:06:15Sim.
- 4:06:16Em 4º, quando você abaixa mais a
- 4:06:18temperatura da água para 3º, ela não se
- 4:06:20contrai, ela se dilata. E quando ela se
- 4:06:23dilata, ela fica menos densa e aí ela
- 4:06:26sobe. Então, a água que tá aqui nessa
- 4:06:29faixa,
- 4:06:31quando você botar ela para 3º, ela não
- 4:06:33vai contrair e baixar, ela vai dilatar e
- 4:06:36boiar mais ainda. E agora, quando tu
- 4:06:38botar para 2°, ela vai continuar
- 4:06:39boiando. Quando tu botar para 1 gra, ela
- 4:06:41vai continuar boiando. E quando você
- 4:06:42botar ela para 0°, ela vai congelar, mas
- 4:06:45ela tá menos densa, ao contrário do que
- 4:06:47a gente poderia imaginar. E ela vai
- 4:06:49fazer aqui em cima o quê? uma camada de
- 4:06:51gelo. Então você vai formar uma camada
- 4:06:53de gelo aqui em cima do lago. Só que o
- 4:06:55gelo ele é um bom isolante térmico. E
- 4:06:58agora que tá formada essa camada aqui, a
- 4:07:00temperatura, ele é um bom isolante
- 4:07:01térmico. Ele vai isolar isso aqui e vai
- 4:07:03ter ter uma redução drástica da perda de
- 4:07:05energia térmica daqui para cá.
- 4:07:07>> Exatamente. Aí vai freiar um pouco esse
- 4:07:09fluxo energ.
- 4:07:10>> Claro. Se tu ficar menos 70º por mês,
- 4:07:12vai engrossando isso aqui. Mas para você
- 4:07:14congelar um lago inteiro de 10 m de
- 4:07:15profundidade, isso nunca vai acontecer.
- 4:07:17Nunca. Seria uma parada bizarra. A
- 4:07:18natureza não admite isso aí. Tá bom. Que
- 4:07:21que você achou da explicação?
- 4:07:23Alinhadíssima. Ótimo. Maravilha. E agora
- 4:07:25voltando aqui, a gente já matou ali as
- 4:07:27formas de propagação de calor, já matou
- 4:07:29o comportamento novo da água. Vamos
- 4:07:31direto agora paraas questões. Não, vamos
- 4:07:32pro isolamento térmico da garrafa,
- 4:07:33acabei de lembrar.
- 4:07:34>> Ah, é. Agora você vai conseguir fazer a
- 4:07:37explicação completíssima.
- 4:07:38>> Exatamente. Mecanismos de isolamento
- 4:07:40térmico de uma garrafa que você tem que
- 4:07:41saber. Tu vai desenhando para mim os
- 4:07:43mecanismos, tá? Então, olha só, galera,
- 4:07:45como que essa garrafa faz, que tipo de
- 4:07:46estratégia ela utiliza para que ela
- 4:07:48conserve a temperatura da água do mesmo
- 4:07:51jeito. Primeira coisa, o material dela é
- 4:07:53um material de baixa condutividade
- 4:07:54térmica. Primeira coisa
- 4:07:56>> porque, e olha só, é, se você quer e
- 4:07:58manter a estabilidade térmica de alguma
- 4:07:59coisa, primeira coisa que você tem que
- 4:08:01cortar e se preocupar, condução térmica,
- 4:08:03porque a condução térmica é o é é a
- 4:08:05forma de propagação de calor mais
- 4:08:07eficiente que tem, mais intensa que vai
- 4:08:10existir, principalmente se tratando de
- 4:08:12sólidos. Então tem que bloquear a
- 4:08:14passagem de calor por condução térmica.
- 4:08:16>> Hum.
- 4:08:16>> E aí, como é que essa garrafa vai?
- 4:08:17>> Primeira coisa é o material. Esse
- 4:08:19material aqui um bom bom material de
- 4:08:21isolante térmico. Ele tem pouca
- 4:08:23condutividade térmica. É isso.
- 4:08:24>> Péssima condutividade térmica, né?
- 4:08:26Ótimo. Outra coisa, né? Não é só aqui,
- 4:08:29tá bom?
- 4:08:30>> A tampa dela, você vai ver que a tampa
- 4:08:31dela é mais ainda. A tampa dela aqui é
- 4:08:34uma tampa meio que emborrachada para
- 4:08:36reduzir a condutividade térmica. E o
- 4:08:38fundo dela aqui embaixo, olha só, a água
- 4:08:41não vem até aqui. Olha só.
- 4:08:43A água. Tá vendo aqui onde que a água
- 4:08:45tá? Olha só. Tem meu nome essa garrafa,
- 4:08:46sabia? Aqui, ó. Pedro Sad, mandei fazer.
- 4:08:49Olha só, a água ela não está aqui
- 4:08:51embaixo, tá? Tá vendo? Aqui não tem
- 4:08:52água. Por que que não tem água? Porque
- 4:08:54se tivesse água já aqui em contato com o
- 4:08:57chão, que pode ser um chão mais quente,
- 4:09:00ou isso aqui, tudo que eu vou falar
- 4:09:01agora, serve tanto para quente quanto
- 4:09:02para f. Se eu botar um café a 100º, vai
- 4:09:04ficar aqui o dia todo esse café, tá?
- 4:09:06Se a água tivesse aqui em contato com o
- 4:09:08chão, ela ia estar mais próximo do chão.
- 4:09:09Então a gente bota aqui um andar de
- 4:09:11isolamento ainda aqui, tá? Para que ela
- 4:09:13não tenha esse contato. Esses são os
- 4:09:14primeiros mecanismos. Agora a gente já
- 4:09:16reduziu bastante a condução, mas como
- 4:09:17que a gente reduz mais ainda? A gente
- 4:09:19coloca aqui uma, como que a gente reduz
- 4:09:22mais ainda a condução? A gente vai botar
- 4:09:23aqui uma dupla parede nessa garrafa, tá?
- 4:09:26E tá vendo esse espacinho aqui? Esse
- 4:09:28espacinho vai ser dado um tipo de vácuo
- 4:09:30nele que tu tu quer reduzir a condução.
- 4:09:33Então tu quer reduzir até mesmo a
- 4:09:34condução pelo ar. Tu vai remover desse
- 4:09:36espaço as moléculas de ar. Por isso que
- 4:09:39tudo isso aqui você, tu vai lembrar que
- 4:09:40tudo isso aqui tu já explicou. Quando
- 4:09:42você deixa cair, tu deu esse exemplo,
- 4:09:44quando tu deixa cair uma garrafa, muitas
- 4:09:45vezes ela perde a capacidade isolante
- 4:09:47dela porque tu causa uma rachadura
- 4:09:48interna e aí a o ar entra nela, ela
- 4:09:51perde aquele vácuo que ela tinha. Tá
- 4:09:53bom? Outra coisa, outra medida
- 4:09:56importantíssima, importantíssima,
- 4:09:57brutal, se eu tenho aqui ã independente
- 4:09:59de se é um líquido quente ou não, vamos
- 4:10:01trabalhar aqui agora com líquido quente,
- 4:10:02só para você entender isso, tá bom? Eu
- 4:10:04tenho aqui dentro um líquido que tá
- 4:10:06quente, um café quente. Ele tá tentando
- 4:10:08mandar temperatura aqui, energia
- 4:10:09térmica, calor pro ambiente externo por
- 4:10:11por condução, mas ele também tá tentando
- 4:10:13fazer isso por irradiação. Então ele
- 4:10:14também tá soltando onda infravermelha,
- 4:10:16só que onda pode sofrer reflexão. Então
- 4:10:19o que que eu faço? Eu boto aqui uma
- 4:10:20parede espelhada, tanto aqui quanto
- 4:10:23aqui, para que nem entre infravermelho.
- 4:10:25>> Aqui dentro também.
- 4:10:26>> E aqui dentro também. Verdade. Se olhar
- 4:10:28por dentro, se olhar por dentro da
- 4:10:29garrafa, ela
- 4:10:30>> ela é espelhada.
- 4:10:31>> Certamente ela é espelhada, né? Deixa eu
- 4:10:33abrir isso aqui. Olha só, ela é bem
- 4:10:34espelhada, né? Aqui, ó. Bem espelhada.
- 4:10:37Eh, inclusive, né? Por que que ela tem
- 4:10:39uma tampa, um bocal para você beber água
- 4:10:41bem menor? Para você não ter que ficar
- 4:10:42abrindo, porque quando você abre, você
- 4:10:44deixa ela ter mais contato com o
- 4:10:45ambiente. Daí não é a intenção. Então,
- 4:10:47esse espelhamento é para refletir as
- 4:10:49ondas infravermelha irradiadas tanto
- 4:10:51para dentro quanto para fora. Beleza,
- 4:10:54cara? Acho que foi, né? É isso
- 4:10:56>> aqui.
- 4:10:56>> Os mecanismos aqui da dela,
- 4:11:00>> as correntes de conveção de convexão não
- 4:11:02são um problema, elas não vão preocupar
- 4:11:04a gente nesse esquema. Aí, por que que
- 4:11:05eu botei A e A e eu botei B aqui? Essas
- 4:11:09duas formas aqui evitam a
- 4:11:11condutibilidade, evitam a condutividade
- 4:11:13térmica e essa daqui evita a radiação.
- 4:11:16>> Então a parede espelhada evitou radiação
- 4:11:18porque a onda eletromagnética reflete
- 4:11:20bem superfície espelhada e essas duas
- 4:11:22aqui atuam na condução.
- 4:11:24>> Olha, e agora sobre existe um um detalhe
- 4:11:26importante sobre garrafas pretas e
- 4:11:27garrafas brancas, né? Porque garrafas
- 4:11:30pretas elas aquecem mais rápido por
- 4:11:32irradiação e também esfriam mais rápido.
- 4:11:34Tudo que aquece mais rápido esfria mais
- 4:11:35rápido, tá? Então essa garrafa aqui, né,
- 4:11:38por ela ser preta, ela aqueceria mais
- 4:11:41rápido, mas ela também esfriaria mais
- 4:11:43rápido, porque quando a gente fala de
- 4:11:44irradiação, estamos falando de onda
- 4:11:46eletromagnética e as cores interferem,
- 4:11:48tá bom? Então, uma cor preta é uma cor
- 4:11:50que ela tem uma absorbância maior de
- 4:11:52radiações em geral, tá bom? Então, a
- 4:11:54minha camisa, por exemplo, também ela tá
- 4:11:55absorvendo mais a luz, né? Tanto que ela
- 4:11:57absorve que ela nem reflete nada para
- 4:11:59tu, ela fica preta, tá? E aí uma garrafa
- 4:12:01branca, ela você ela ela vai aquecer
- 4:12:04mais lentamente se você jogar a onda
- 4:12:05infravermelha nela, mas também depois
- 4:12:07que ela aquecer ela vai esfriar mais
- 4:12:09lentamente. Certo?
- 4:12:11>> Perfeito. Exercícios.
- 4:12:12>> Cara, mas que lapada, hein? Bizarro,
- 4:12:14mano. Muito, muito, muito bom.
- 4:12:16>> É
- 4:12:16>> exercício. Vamos nessa.
- 4:12:18>> Pera aí. É essa página,
- 4:12:19>> tá? Vamos lá, então. Ã, vamos, vamos
- 4:12:21cair para dentro. Vamos acelerar. Bora
- 4:12:23lá. Aqui vamos lá.
- 4:12:25É, vamos lá abrir isso aqui. Vamos
- 4:12:28nessa. Vamos começar. Para solucionar
- 4:12:30essas incorreções, deve-se associar à
- 4:12:32porta e aos cobertores que funções? Tá
- 4:12:35bom, galera. Lê depois a questão aí do
- 4:12:37jeito que tu quiser. Ele vai falar que
- 4:12:38tem um comercial aqui. Essas questões já
- 4:12:40vi muitas vezes. Vai falar que tem um
- 4:12:41comercial que falava que, ah, não deixa
- 4:12:43o frio entrar. A porta impede o frio de
- 4:12:45entrar. O cobertor vai aquecer. Tudo
- 4:12:47errado. O frio não entra, o que sai o
- 4:12:49calor. O cobertor não aquece, o cobertor
- 4:12:50isola. A pergunta é, você tem que
- 4:12:52associar a porta primeiro e aos
- 4:12:54cobertores, respectivamente nessa ordem.
- 4:12:56Quais funções, cara? A função da porta
- 4:12:58não é aquecer a casa, não é evitar a
- 4:13:00entrada do frio, porque não existe isso,
- 4:13:02não é minimizar a perda de calor, é
- 4:13:04minimizar a perda de calor pela casa.
- 4:13:05Exatamente. Minimizar a perda de calor
- 4:13:07pela casa
- 4:13:08>> e pelos corpos. Ó, a porta pela casa
- 4:13:10>> e o cobertor logo depois só pode ser
- 4:13:13essa.
- 4:13:14>> Diminuir a entrada de frio é o mesmo
- 4:13:15absurdo que tá ali. E aquecer a casa é o
- 4:13:17mesmo absurdo. Então aquecer, aquecer e
- 4:13:19evitar a entrada de frio. Evitar entrada
- 4:13:20de frio. Mesmo erro tá aqui. Letra C.
- 4:13:22Minimizar a perda de calor pela casa e o
- 4:13:24cobertor a perda de calor pelos corpos.
- 4:13:26Certo? Vem para cá. Já peguei também.
- 4:13:28Vamos lá.
- 4:13:30Olha só. Isso aqui tu vai ver que é o
- 4:13:31tema mais clássico que existe na prova.
- 4:13:33Descobram isso com frequência, tá? A
- 4:13:35sugestão apresentada no texto minimiza o
- 4:13:37consumo de energia. Por quê? Pra
- 4:13:38instalação de aparelho de ar
- 4:13:39condicionado, você tem que colocar ele
- 4:13:40na parte superior da parede, tá? A gente
- 4:13:42já entendeu aqui, ó, pois a maioria dos
- 4:13:43fluídos, líquidos e gases, quando
- 4:13:45aquecidos sofrem expansão, tendo sua
- 4:13:46densidade diminuída e sofrendo um
- 4:13:48deslocamento ascendente, né? Ele falou
- 4:13:49que o fluido quando é aquecido tem a
- 4:13:52densidade diminuída e ele sobe normal.
- 4:13:54Eh, por isso quando eles são resfriados
- 4:13:56tornam-se mais densos e sofre um
- 4:13:58deslocamento descendente. Isso aqui é o
- 4:13:59normal, isso aqui é só para ajudar quem
- 4:14:00não estudou. Por mim nem botava isso
- 4:14:02aqui, né? A sugestão apresentada
- 4:14:04minimiza o consumo de energia. Por quê?
- 4:14:05>> Diminui a umidade do
- 4:14:06>> diminui a umidade do ar. É um absurdo
- 4:14:08completo, tá? Aumenta a taxa de condução
- 4:14:10térmica para fora do cômodo.
- 4:14:12>> Se se isso acontecesse, aumentar a taxa
- 4:14:14de condução térmica para fora do cômodo,
- 4:14:16a gente teria um problema ali.
- 4:14:18>> É, para isso acontecer. É, exatamente
- 4:14:20isso é muito bizarro. Tá bom? Inclusive,
- 4:14:22só eh falando disso aqui rapidamente, se
- 4:14:25lá fora tivesse a 0º e aqui dentro de
- 4:14:27casa tivesse a 30º, eu estaria perdendo
- 4:14:30temperatura louca, perdendo energia
- 4:14:31térmica lá para fora. E aí vem o
- 4:14:33fenômeno do iglu, como é que funciona o
- 4:14:35iglu na nas regiões muito geladas, né?
- 4:14:37Lá fora tá a -20º e aí o cara faz um
- 4:14:40iglu e por incrível que pareça, ali
- 4:14:41dentro do iglu a o próprio calor do
- 4:14:43cara, a própria energia térmica do cara,
- 4:14:45ela vai manter o iglu mais aquecido e o
- 4:14:47iglu vai evitar que a clorifja. Então o
- 4:14:49iglu ele vira um isolante térmico. É
- 4:14:50melhor você tá dentro do iglu do que
- 4:14:51você não estar dentro do iglu. A
- 4:14:52>> quidade térmica do gelo é péssima.
- 4:14:54>> É péssima. Exatamente. Agora tornou
- 4:14:56torna mais fácil o escoamento da água,
- 4:14:57facilita a circulação das correntes de
- 4:14:59ar frio dentro. Perfeito. Quando quicar
- 4:15:01tá em cima, ele facilita a circulação
- 4:15:02das correntes de frio. Ele facilita a
- 4:15:04convexão natural. Tá bom? Calma aí.
- 4:15:07Deixa eu só pegar esse aqui. Olha só.
- 4:15:09Top demais.
- 4:15:10Ã, na cidade de São Paulo, as ilhas de
- 4:15:13calor são responsáveis pela eh alteração
- 4:15:16da direção do fluxo da brisa marítima,
- 4:15:18que deveria atingir a região de
- 4:15:20manciagem, mas ao cruzar a ilha de
- 4:15:21calor, a brisa marítima agora encontra
- 4:15:23um fluxo de área de cal. Então, pera aí,
- 4:15:24tem uma brisa marítima aqui. E aí a ilha
- 4:15:26de calor é um ponto da cidade que tem
- 4:15:27muitas fábricas, muito carro, muito
- 4:15:29concreto, então é um ponto que retém
- 4:15:30muita energia térmica ali, tá bom? Por
- 4:15:32isso que é uma ilha de calor. É até um
- 4:15:35nome de certa forma impróprio, né? que
- 4:15:36ilha de calor, parece que o calor tá na
- 4:15:38ilha, mas calor é energia térmica em
- 4:15:39trânsito. Então, mas isso é um nome de
- 4:15:40um fenômeno geográfico, por isso que o
- 4:15:42Enem não vai não vai mudar esse nome,
- 4:15:43né? E aí, quando a brisa marítima chega
- 4:15:45aqui, ela tá numa certa temperatura, mas
- 4:15:47aqui tá quente, a gente já entende que
- 4:15:48ela sobe porque ela também acaba ficando
- 4:15:50mais quente e tendo um deslocamento
- 4:15:52ascendente,
- 4:15:55porque ela encontra um fluxo de ar
- 4:15:56vertical. Ele falou, fluxo de ar
- 4:15:57vertical tá subindo aqui, que transfere
- 4:15:59para ela a energia térmica absorvida das
- 4:16:01superfícies quentes da cidade,
- 4:16:03deslocando-a para altas atitudes. Dessa
- 4:16:05maneira aí, quando ela chega aqui em
- 4:16:06altas atitudes, ela sofre uma
- 4:16:07condensação. Condensação é quando a
- 4:16:09gente já tem uma água no estado gasoso e
- 4:16:11essa água encontra algo frio e aí ela
- 4:16:13perde energia térmica e ela volta pro
- 4:16:14estado líquido. Então, por exemplo, se
- 4:16:16eu deixo aqui uma garrafa, ah, deixei
- 4:16:17essa garrafa quieta aqui, logo daqui a
- 4:16:19pouco, se fosse uma garrafa normal, né,
- 4:16:20uma lata de refrigerante bem gelada, em
- 4:16:22breve ela estaria cheia de água aqui.
- 4:16:24Muita gente pensa que essa água saiu de
- 4:16:25dentro. Isso é um absurdo completo. Essa
- 4:16:27água já estava aqui na atmosfera, porque
- 4:16:29a gente tem umidade na atmosfera. E essa
- 4:16:31atmosfera que tem água gasosa, essa água
- 4:16:33encostando nessa garrafa gelada, que que
- 4:16:35acontece? Ela perde energia pra garrafa,
- 4:16:37porque o energia térmica vai do mais
- 4:16:39quente pro mais frio, então perde pra
- 4:16:40garrafa e quando ela perde, ela regride
- 4:16:43para aquele estado líquido. Isso é o
- 4:16:44fenômeno da condensação, tá bom? E aí
- 4:16:47agora ela dou ela perde energia pra
- 4:16:48garrafa e ela volta pro estado líquido.
- 4:16:50E aí ela ela sobe e lá em cima em altas
- 4:16:52altitudes tem condensação e chuvas
- 4:16:54fortes no centro da cidade inveja de na
- 4:16:56região dos mananciais, né, que deveria
- 4:16:58ser só depois. Então a imagem apresenta
- 4:17:01os três subsistemas que trocam energia,
- 4:17:03tá? Bá, tem dois mecanismos dominantes
- 4:17:05de transferência de calor. Um deles é
- 4:17:07entre o sol e a ilha. Olha só, entre o
- 4:17:08sol e a de calor é irradiação e o outro
- 4:17:11é eh entre o entre o sol e a ilha de
- 4:17:14calor e entre a ilha de calor e a brisa
- 4:17:16marítima. Então, do sol paraa ilha de
- 4:17:18calor, a gente tá enviando calor por
- 4:17:19irradiação. O sol manda onda do tipo
- 4:17:21infravermelho. Mas e como é que essa
- 4:17:23ilha de calor tá jogando calor pra brisa
- 4:17:25marítima por convecção, que aí é o
- 4:17:27deslocamento ascendente do fluido pela
- 4:17:28diferença de temperatura dele. Então a
- 4:17:30gente tem aqui irradiação e convecção.
- 4:17:32Letra A.
- 4:17:33>> Deixa falar uma coisa, o Enem não
- 4:17:34colocaria aqui irradiação e condução
- 4:17:36térmica. Por da ilha de calor para brisa
- 4:17:39marítmica tá rolando condução térmica
- 4:17:41também, mas é muito ineficiente.
- 4:17:44>> Mas se o Enem colocasse
- 4:17:46condução aqui, ó, se aqui fosse
- 4:17:48condução, nós teríamos um problema.
- 4:17:49>> Teria um problema. Ele só botou condução
- 4:17:51aqui ou no sol pra ilha, porque aí é
- 4:17:53impossível, ninguém vai achar que é de
- 4:17:54fato isso. Tá bom. E aí, pronto, tá
- 4:17:56resolvido aqui mais uma, né? Acho que tá
- 4:17:58tá ficando muito bom mesmo isso aqui,
- 4:17:59né? E aí, cara, essa daqui é muito boa,
- 4:18:01porque ela ela essa questão aqui,
- 4:18:03exatamente você falou,
- 4:18:04>> retrata o que eu falei e ela retrata uma
- 4:18:06técnica de prova que eu acho muito
- 4:18:07importante que o aluno leve pro Enem,
- 4:18:08que é a técnica de nunca ter medo do
- 4:18:11óbvio, nunca achar que, ah, isso aí tá
- 4:18:14muito óbvio para ser verdade, porque
- 4:18:15essa aqui ele vai falar assim, ó, tem a
- 4:18:17galera tá dentro de um iglu e aí ah,
- 4:18:19comprou uma geladeira para quê? Pr as
- 4:18:21crianças, elas adoram brincar de
- 4:18:23casinha. E aí tem isso aqui primeiro que
- 4:18:25poderia ser uma questão de linguagens,
- 4:18:26né? Como que é criado o efeito de humor
- 4:18:29aqui? É pela quebra de expectativa que
- 4:18:31ele gera, né, quando ele tá dentro de
- 4:18:32uma casa que é um iglu e com gelo as
- 4:18:35crianças elas fazem uma casinha que
- 4:18:37também outro pequeno iglu. Tá bom? Então
- 4:18:39eh seria o significado, seria o o
- 4:18:41sentido semântico da palavra casinha que
- 4:18:44gerando uma quebra de expectativa.
- 4:18:45Ninguém esperava que brincar de casinha
- 4:18:46significasse usar o gelo que ele acabou
- 4:18:48de comprar. Mas a pergunta é: por que
- 4:18:50que essa geladeira é necessária? Ué,
- 4:18:51porque tá dentro de um iglu. Por que que
- 4:18:53até é necessário ter geladeira, então,
- 4:18:54se tá dentro de um iglu? Olha as opções
- 4:18:56aqui. Muito bom. Essa daqui é recente.
- 4:18:57Essa daqui.
- 4:18:58>> Deixa eu falar uma parada aqui. Eu falei
- 4:18:59em algum outro momento da nossa aula que
- 4:19:01quando uma questão não é numérica, não é
- 4:19:03de cálculo e tal e tem alternativas
- 4:19:06textuais, o ideal é você ir conduzindo
- 4:19:09por exclusão,
- 4:19:10>> entendeu? Então, se você não matar uma
- 4:19:12questão como essa no Enem, no Enem, se
- 4:19:14você não conseguir matar uma questão
- 4:19:15como essa de cara, vai tentando excluir
- 4:19:18o que você acha absurdo, que é outro
- 4:19:19jeito.
- 4:19:20>> Examente. Então, dá uma olhada aqui, ó.
- 4:19:21A temper Por que que precisa de gelo?
- 4:19:22Porque a Por que que precisa de
- 4:19:24geladeira para fazer gelo? Porque a
- 4:19:25temperatura interna do iglu é maior que
- 4:19:27a de solidificação da água. Temperatura
- 4:19:29de solidificação da água é 0º.
- 4:19:32A temperatura interna do glu é maior que
- 4:19:33essa, tipo 2º. Aí tu fala: "É,
- 4:19:36>> é,
- 4:19:37>> essa é a única que faz sentido."
- 4:19:38>> É porque se eu preciso de geladeira lá
- 4:19:40dentro,
- 4:19:40>> se lá dentro já tivesse a -2º -3,
- 4:19:43>> não precisaria.
- 4:19:44>> Então, por que que precisa?
- 4:19:46>> A essa letra A significa porque sim,
- 4:19:48porque precisa, porque ainda não tá na
- 4:19:50temperatura certa. Então é isso,
- 4:19:52>> é o óbvio, tá? As outras, a umidade
- 4:19:54dentro do iglu dificulta. O ar dentro do
- 4:19:57iglu é isolante térmico. Claro que não.
- 4:19:59A temperatura uniforme no interior do
- 4:20:00iglu impédia com e tudo tudo viaja aqui.
- 4:20:03Tá bom? Uma coisa, por que que o suor
- 4:20:05funciona? Por que que eu lembrei disso
- 4:20:07agora, né? Por que que o suor funciona?
- 4:20:08Quando a gente tá ficando com corpo
- 4:20:10muito quente, nossas glândulas
- 4:20:11sudoríparas jogam sal para fora e atrás
- 4:20:13do sal por osmose vai água. Joguei água
- 4:20:15aqui agora. Quando eu suo, fiquei suado,
- 4:20:17joguei água aqui pra superfície do meu
- 4:20:18corpo, isso me resfria? Não, jamais. Não
- 4:20:21pense isso, tá bom? O que me resfria é
- 4:20:23depois, quando essa água que tá aqui no
- 4:20:24meu braço, ela evapora. E aí quando essa
- 4:20:27água evapora, para ela evaporar, ela tem
- 4:20:29que pegar energia térmica. Ela tá
- 4:20:31líquida, é suor. Para ela evaporar, ela
- 4:20:33precisa pegar energia térmica, né? E ela
- 4:20:34vai pegar de quem? Vai pegar do meu
- 4:20:35corpo por condução. E aí ela pega do meu
- 4:20:37corpo e evapora. Agora sim, ela tirou o
- 4:20:39calor do meu corpo. E aí isso funciona,
- 4:20:42mas isso é menos eficiente se eu tiver
- 4:20:44num local muito úmido, tipo numa sauna
- 4:20:46ou em Manaus, que é muito úmido. Por que
- 4:20:48que isso funciona menos? Porque eu eu
- 4:20:50vou suar do mesmo jeito, tá? O meu sor
- 4:20:51tá aqui, ele quer evaporar e para ele
- 4:20:54evaporar ele quer tirar a energia
- 4:20:55térmica de mim, mas ele não consegue
- 4:20:57evaporar muito bem porque já tem muita
- 4:20:59água no ar. Então, por uma questão de
- 4:21:01gradiente de concentração, eu te fiz
- 4:21:03essa pergunta em 2018, eu falei assim:
- 4:21:04"Mas por que?" Tu explicou? Eu falei:
- 4:21:05"Mas por quê?" Aí tu falou: "Isso é por
- 4:21:07uma questão de gradiente de
- 4:21:07concentração. É mais difícil da água ir
- 4:21:09para uma atmosfera que já está muito
- 4:21:11úmida, tá? E aí a gente sabe porque em
- 4:21:13locais muito úmidos a sensação de calor
- 4:21:15fica muito pior, fica uma sensação de
- 4:21:16abafado e tu fica empapado de suor e a
- 4:21:19bosta do su evapora para levar embora
- 4:21:20aquela energia térmica absurda que tá em
- 4:21:23tu. Beleza, próxima página.
- 4:21:25>> Tem mais essa daqui, ó, rapidinho.
- 4:21:27>> Ah, tem. Pera aí, então. Volta aí.
- 4:21:28>> Que é?
- 4:21:29>> Eu dei, eu dei mole. Vai, volta.
- 4:21:32>> É só essa daqui pr para mostrar pra
- 4:21:34galera.
- 4:21:34>> Ah, per, vamos lá, então. Tinha
- 4:21:35esquecido dela. Pera aí,
- 4:21:38calma aí. Aquele aquele conceita, vou
- 4:21:40deixa eu atualizar aqui e passar para
- 4:21:42tu. Vai
- 4:21:43>> aquele conceito de convecção de novo, ó.
- 4:21:46>> A água fria. A aqui é é um sistema de
- 4:21:50aquecimento de água, né? Só que é um é
- 4:21:53um sistema de aquecimento de água
- 4:21:54baseado na radiação solar. Você tem aqui
- 4:21:56um uma bomba de água, um um recipiente
- 4:21:59que vai conter água, que você pode
- 4:22:00colocar e na parte de cima da sua casa,
- 4:22:03anexo à caixa d'água. Aí a caixa d'água,
- 4:22:06ela pode mandar a sua água fria para um
- 4:22:10ambiente metálico que vai receber a
- 4:22:12radiação solar. A água nesse ambiente
- 4:22:15metálico vai aquecer, daí ela volta para
- 4:22:18essa bomba, ela vem para essa bomba
- 4:22:20>> convicção por convção.
- 4:22:21>> Por convecção.
- 4:22:22>> A gente poderia associar esse fenômeno
- 4:22:24de ascendência da água quente a duas a
- 4:22:27duas técnicas, né? a a convexão de fato
- 4:22:30que tá acontecendo aqui ou então até a
- 4:22:31capilaridade se esse tubo aqui fosse um
- 4:22:34pouco mais fino, mas não é o caso porque
- 4:22:35senão você vai ter um fluxo muito baixo
- 4:22:37de água. Então o ideal é que essa água
- 4:22:39ela se movimente aqui eh exatamente por
- 4:22:43esses fluxos de convexão. Essa água
- 4:22:46fria, ela ela está vindo para cá, para
- 4:22:49esse sistema de aquecimento.
- 4:22:50>> Encanamento da tua casa é água fria
- 4:22:51normal, ninguém fez nada com ela.
- 4:22:52>> Ou então e também ela ele vem do
- 4:22:54encanamento da casa e também ele pode
- 4:22:56vir da parte de baixo desse tanque, ó.
- 4:22:58foi aquecida. É verdade.
- 4:22:58>> A parte de baixo do tanque
- 4:23:00>> contém a água mais fria, porque ele está
- 4:23:03mais densa.
- 4:23:04>> E ela e e o e a tubulação vai voltar com
- 4:23:07água fria pra parte de cima.
- 4:23:09>> Isso é muito importante. Por que que
- 4:23:10essa com água quente vai voltar com água
- 4:23:12quente, né? Já esquentou. Por que que
- 4:23:13essa água quente tem que entrar aqui em
- 4:23:15cima? Então fazer aqui o desenho aqui.
- 4:23:18Esse desenho que eu fiz é desse aqui, tá
- 4:23:19bom? Isso aqui é um sistema chamado
- 4:23:21boiler, né? Isso é um cois boiler. É um
- 4:23:23boiler solar. Perfeito.
- 4:23:24>> Ele poderia ser a gás, por exemplo.
- 4:23:25>> Por que que a água quente então tem que
- 4:23:27entrar aqui e a água gelada tem que sair
- 4:23:29por aqui? Deixa eu só botar a cura aqui
- 4:23:30para eles acompanharem. Por que que é
- 4:23:31bom que a água quente entre aqui e deixa
- 4:23:33eu ver se ele reconhece como azul? Aí eu
- 4:23:35fingi que é a parada. Por que que é
- 4:23:37desse jeito? Qual a pergunta? Essa
- 4:23:38>> é então exatamente pelo que a gente
- 4:23:40conversou de cor de de da densidade
- 4:23:43relacionada a volume. Eh, a água mais
- 4:23:45fria, ela está mais concentrada, mais
- 4:23:48densa, né? Então, densidade massa sobre
- 4:23:50volume. Se o volume aqui está menor, né,
- 4:23:55por conta do da água fria, a densidade
- 4:23:57tá maior. Então essa água fria, ela
- 4:23:59tende a se concentrar, não conseguir.
- 4:24:01>> É,
- 4:24:02>> essa água fria tende a se concentrar, é,
- 4:24:04não conseguir. Ah,
- 4:24:06>> não, não, não. Pera aí. Olha só, deixa
- 4:24:07eu botar aqui, ó. Vai aqui, ó. A água
- 4:24:09fria.
- 4:24:09>> Essa água fria tende a se concentrar
- 4:24:11aqui embaixo.
- 4:24:11>> Embaixo. Aham.
- 4:24:12>> Em contrapartida, pelo inverso desse
- 4:24:14pensamento, a água quente vai se
- 4:24:16concentrando aqui em CR. Agora se eu
- 4:24:18jogasse a água quente aqui,
- 4:24:20>> você estraga sistema de conção. Aí eu
- 4:24:23jogo ela no meio da água gelada. Para
- 4:24:24que que eu vou querer que ela troque?
- 4:24:26>> Agora repara que nessa questão a
- 4:24:27pergunta do problema é bem simples. O
- 4:24:29processo pelo qual ocorre transferência
- 4:24:31de calor dos coletores solares pro
- 4:24:34reservatório térmico é
- 4:24:35>> convecão.
- 4:24:36>> Convecção.
- 4:24:37>> Pronto.
- 4:24:37>> Tá respondido.
- 4:24:38>> E aqui uma dica, cara. O Enem falou
- 4:24:41sobre propagação de calor e tudo mais e
- 4:24:43você está diante de um fluido. É muito
- 4:24:46provável. fluido é toda substância
- 4:24:48líquida ou gasosa. É muito provável que
- 4:24:50a resposta seja convexão, tá bom? E
- 4:24:52convexão é a forma de propagação de
- 4:24:54calor mais explorada pelo Enem. Então,
- 4:24:57guarda esses pensamentos. Depois de
- 4:24:59convexão, o que é mais abordado é a
- 4:25:01condução térmica, especialmente essa
- 4:25:03relação de condutividade, coisas desse
- 4:25:05tipo. A irradiação, o Enem até tende a
- 4:25:08cobrar, mas ele ele reserva o pensamento
- 4:25:10da irradiação pra aula de ondulatório.
- 4:25:12>> Muito b. Vamos lá. Agora a gente vai
- 4:25:13fazer uma questão de termologia que ela
- 4:25:15vai ter uma pegada pedagógica,
- 4:25:16matemática muito interessante. Vamos lá.
- 4:25:18Primeira coisa, eu tenho aqui uma
- 4:25:19castanha na minha mão, né? Essa
- 4:25:20castanha, se eu for comprar ela em algum
- 4:25:22lugar, eu vou ver no rótulo escrito
- 4:25:24assim: "Ah, tem tantas calorias". Ou
- 4:25:25seja, como é que eles sabem quanta
- 4:25:27energia tem naquela castanha? Isso não
- 4:25:29faz sentido, né? Quando eu como ela, eu
- 4:25:30tô ingerindo energia, mas como que eles
- 4:25:31sabem quanta energia tem ali? Eles fazem
- 4:25:33um teste num calorímetro, eles queimam
- 4:25:35ela, tá? Eles botam uma combustão para
- 4:25:36acontecer, pegam a energia que tem na
- 4:25:38castanha, que ninguém sabe qual é, e
- 4:25:40eles usam para aquecer água. Aí agora a
- 4:25:42gente sabe que a água precisa de uma
- 4:25:44caloria para que 1 gama dela ganhe 1
- 4:25:45gra. Então se eu sei quantos gramas de
- 4:25:47água tem ali, eu uso um termômetro para
- 4:25:49saber quantos graus cus teve ali de
- 4:25:51ganho, eu consigo então entender quanta
- 4:25:54energia eu tinha ali. Eu consigo
- 4:25:55descobrir o q da quantidade de calor lá
- 4:25:56do q = mc del teta. Então é assim que
- 4:25:58vai fazer e é assim que ele vai
- 4:25:59trabalhar nessa questão aqui. Dá uma
- 4:26:00olhada. Em uma aula experimental de
- 4:26:02calorimetria, uma professora queimou 2.5
- 4:26:04g de castanha do caju. Deixa eu só ver
- 4:26:06aqui, Qual foi a temperatura da água em
- 4:26:07gracius, medida ao final do experimento?
- 4:26:09Ele quer saber não o del Tet, ele quer a
- 4:26:11temperatura final da água. Essa água
- 4:26:13chegou em qual temperatura? Vamos ver.
- 4:26:15Ela queimou 2.5 g de castanha do caju e
- 4:26:17ela quer aquecer 350 g de água, tá bom?
- 4:26:20Então, ela tem aqui uma panela ali, sei
- 4:26:22lá, com com uma água, tá? Tem aqui essa
- 4:26:25água, 350 g e ela tem aqui a
- 4:26:27castanhazinha de caju, que ela vai
- 4:26:30queimar e vai usar essa energia térmica
- 4:26:32aqui, vai transferir o calor para
- 4:26:34aquecer a água. Vamos ver.
- 4:26:36em um recipiente apropriado para
- 4:26:37diminuir a esperda de calor. Com base na
- 4:26:38leitura da tabela nutricional a seguida
- 4:26:40medida da temperatura da água. Após a
- 4:26:42queima total do combustível, ela
- 4:26:43concluiu que 50% da energia disponível
- 4:26:46foi aproveitada. Cuidado, não é toda
- 4:26:49energia que vai ser aproveitada para o
- 4:26:50aquecimento. O restante vai se perder,
- 4:26:51vai se dissipar. O calor específico da
- 4:26:53água é 1 caloria gc e sua temperatura
- 4:26:56inicial era de 20º. Vamos lá. Se eu
- 4:26:58tiver 10 g de castanha, eu vou ter 70
- 4:27:02kcalorias. Não é caloria, quilocaloria.
- 4:27:04Mas ela tá queimando o quê? 1/4 tá
- 4:27:06queimando 2.5 g. Então eu vou ter 1/4 de
- 4:27:0870, eu vou ter 17,5 kcalorias, tá bom?
- 4:27:12Então vou escrever aqui que quando eu
- 4:27:13queimo essa castanha eu tenho 17,5
- 4:27:18kilocalorias, tá bom? E dessas 17,5
- 4:27:21kcalorias, que significam inclusive a
- 4:27:24mesma coisa do que 17.500
- 4:27:28calorias, ainda assim eu só uso metade
- 4:27:30pro aquecimento propriamente dito. Então
- 4:27:32metade disso aqui, metade de 16.000 é
- 4:27:348000 mais 750. Então eu só uso mesmo, eu
- 4:27:36já eu já posso resumir tudo dizendo
- 4:27:38assim, cara, eu vou enfiar 8750
- 4:27:41calorias, entendeu? A gente tinha aqui
- 4:27:4470.000 calorias, né? 70 kcalorias. Aí
- 4:27:47isso é para cada 10 g. Se é só 2.5 g,
- 4:27:491/4 disso. Mas ainda tem que dividir
- 4:27:51pela metade, você chega em 8750. Agora a
- 4:27:54pergunta que eu te faço bem simples, né?
- 4:27:57O que que acontece com a água aqui? Olha
- 4:27:58só, Q é MC delta tetra. Vamos lá. Eu
- 4:28:02vou, eu já sei qual a quantidade de
- 4:28:04calor que eu vou doar pra água. Vai ser
- 4:28:05aquela ali, ó, 8750. Então, vou colocar
- 4:28:07aqui, ó, 8750.
- 4:28:10Eu sei qual é a massa de água. É o quê?
- 4:28:13350 g. Sei o calor específico da água,
- 4:28:16que é um. Inclusive, ele deve ter dado
- 4:28:18isso aqui, ó. Ele deu 1 caloria g, o que
- 4:28:20já indica que é bom nessa questão usar
- 4:28:22caloria gama gra C mesmo, que nem eu fiz
- 4:28:24aqui. E agora eu quero descobrir o delta
- 4:28:26teta. Pedro, mas você não vai botar que
- 4:28:29delta t é temperatura final menos
- 4:28:30inicial e botar que tu sabe a inicial. É
- 4:28:34opcional. Eu posso descobrir só o delta
- 4:28:36teta mesmo. Eu acho que simplifica a
- 4:28:37minha conta se eu achar só o delta teta.
- 4:28:39E aí depois eu lembro que esse delta
- 4:28:41teta ele não é a temperatura final, ele
- 4:28:42é um ganho de temperatura. Já estava
- 4:28:4420º, eu somo ele e obtenho a minha
- 4:28:46resposta, tá bom? Muito cuidado. Mas
- 4:28:47também pode abrir aqui em TF e - TI e aí
- 4:28:51ficaria TF - 20. Mas aí ia gerar, eu
- 4:28:53acho que gera mais complexidade. Vou
- 4:28:55passar o 350 aqui para baixo, tá? Então
- 4:28:57passei aqui 350. Simplifica, simplifica
- 4:29:00aqui, tá bom? Ele já saiu daqui, então
- 4:29:02já tenho, vou sintetizar aqui.Δa
- 4:29:05é 875/ 35. Só vou escrever aqui pra
- 4:29:08gente poder visualizar a coisa com um
- 4:29:09pouquinho mais de clareza, tá bom? Delta
- 4:29:11teta é aquilo ali, ó. Olha só. 8 7 5 por
- 4:29:1635. Eu tô olhando aqui para esse número
- 4:29:18700 175. Não, olha só, eu vou fazer da
- 4:29:21seguinte forma, ó. Eu tenho isso aqui
- 4:29:22para descobrir o delta teta. Primeira
- 4:29:24coisa que eu faço na prova, eu aplico
- 4:29:26aqui, eu sei que tem os números aqui,
- 4:29:27tá? Mas eu já eu aplicaria aqui agora
- 4:29:29uma divisão por cinco em cima e embaixo.
- 4:29:31Eu sou assim. Para dividir por cinco, eu
- 4:29:34ã dobro e divido por 10, tá bom? Então
- 4:29:37eu vou dobrar os dois e vou dividir por
- 4:29:3810. Então dobro o 875, ele vai virar o
- 4:29:411600 mais vai virar 1750 di por 10 vai
- 4:29:44virar 175 e dividir por 5 aqui a gente
- 4:29:47sabe que é 7. E agora esse 175, ele é um
- 4:29:51140 + 35. Eu vou dividir os dois por 7.
- 4:29:53140 por 7 dá 20 e o 35 por 7 dá 5. Então
- 4:29:58achei 25. Venho aqui, marco o 25,
- 4:30:00>> perco a questão por causa disso, né?
- 4:30:02Porque esqueci o quê? Que o delta teta é
- 4:30:05que é 25. Então se o delta teta é 25, a
- 4:30:08gente já estava em 20º e de 20º foi para
- 4:30:1045. E é assim que se faz termologia em
- 4:30:14altíssimo
- 4:30:15nível. Galera, agora para fechar a
- 4:30:17termologia aqui, vamos dar uma palhinha
- 4:30:18do importante de termodinâmica, tá bom,
- 4:30:20cara? Que fique, claro, termodinâmica é
- 4:30:22muito complexo para você aprender de
- 4:30:24verdade. Na plataforma SAD eu dei
- 4:30:26termodinâmica em 12 horas. Então, foi 12
- 4:30:28horas, 14 horas só para termodinâmica,
- 4:30:30uma cacetada de exercício, um monte de
- 4:30:32aula. Então, termodinâmica é um assunto
- 4:30:34muito mais complexo do que parece, mas
- 4:30:37dá para você entender, tá bom? Bastante
- 4:30:38coisa. Termodinâmica é basicamente a
- 4:30:39termo, tem termologia, dinâmica tem a
- 4:30:42ver já com mecânica. Então é quando você
- 4:30:44vai entregar energia térmica para um
- 4:30:45certo corpo e ele não vai
- 4:30:46necessariamente ganhar temperatura, ele
- 4:30:48vai fazer trabalho, ele vai empurrar
- 4:30:49alguma coisa. É o que acontece dentro de
- 4:30:51um motor, por aí vai. Vamos fazer duas
- 4:30:53questões aqui só para você ter uma
- 4:30:54pegada de raciocínio de termodinâmica
- 4:30:55pra prova. Quero que você explique para
- 4:30:57eles, né? A gente sabe que tem um
- 4:30:58refrigerador. O refrigerador ele vai est
- 4:30:59jogando o calor contra o sentido normal.
- 4:31:02Ele vai est jogando o calor pro local
- 4:31:03quente e ele vai fazer, ele vai ter que
- 4:31:05ter um compressor fazendo trabalho, né?
- 4:31:08E aí essa que ele fala que trata
- 4:31:11exatamente, qual o raciocínio que tem
- 4:31:13aqui? Tá, a gente tem um
- 4:31:17equipamento de refrigeração qualquer,
- 4:31:19poderia ser um ar condicionado, uma
- 4:31:20geladeira, um freezer e tal.
- 4:31:22>> E a recomendação é que você não está
- 4:31:24isso perto de um ambiente que aqueça.
- 4:31:26>> Aham. Por o refrigerador, ele já está
- 4:31:29fazendo um trabalho de jogar a energia
- 4:31:32térmica que está no seu interior contra
- 4:31:34o gradiente de energia térmica, contra o
- 4:31:37fluxo de calor normal que a gente já
- 4:31:39estudou aqui. Então, se aqui nessa sala
- 4:31:41está 20ºC, lá fora tá 30, ainda assim o
- 4:31:44ar condicionado estará pegando energia
- 4:31:45térmica daqui e jogando lá para fora, o
- 4:31:48que seria bem contrainttuitivo, porque o
- 4:31:50normal seria que a energia térmica
- 4:31:52entrasse aqui nesse nesse ambiente. Só
- 4:31:55que se o ambiente lá de fora está com a
- 4:31:57temperatura já muito elevada, o trabalho
- 4:32:00feito por esse por esse equipamento, o
- 4:32:02trabalho feito pelo compressor, pelo
- 4:32:04motor do refrigerador, ele vai ficar
- 4:32:06cada vez mais intenso. Ele vai operar em
- 4:32:08mais ciclos para conseguir fazer esse
- 4:32:11gradiente de temperatura. Então, por
- 4:32:12exemplo, imagina que num ambiente,
- 4:32:14>> não é? A parte de trás da geladeira, tá
- 4:32:15tentando jogar calor para fora da
- 4:32:16geladeira. Aí tem um fogão aqui do lado.
- 4:32:18Que merda.
- 4:32:19>> Aquecendo uma pizza. É. Assando uma
- 4:32:21pizza. É, é ruim
- 4:32:22>> aí. Aí é bem ruim. Então,
- 4:32:24>> pior que já é difícil
- 4:32:25>> a o comando da questão, ele precisa ser
- 4:32:27muito bem analisado e com cuidado. O não
- 4:32:29atendimento dessa recomendação.
- 4:32:30>> É, então se tu botar mesmo lá perto de
- 4:32:32uma fonte de calor,
- 4:32:33>> se você não não eh obedecer aquilo ali,
- 4:32:36vai aumentar o consumo de energia do
- 4:32:37refrigerador.
- 4:32:38>> Mas por quê? Aí a pergunta.
- 4:32:40>> Então aí que tá. O ideal é que numa numa
- 4:32:42questão como essa, que as alternativas
- 4:32:44são textuais, você busque exatamente
- 4:32:46atender o comando da questão, que é não
- 4:32:47aumentar o consumo de energia daquela
- 4:32:49daquele equipamento, daquele material
- 4:32:51ali. E analisando as alternativas, a
- 4:32:54gente vai chegar isso aqui, ó. Olha esse
- 4:32:56trecho. Exige mais trabalho do
- 4:32:59compressor. Então, o atendimento dessa
- 4:33:01recomendação vai fazer alguma coisa
- 4:33:05>> que exige mais trabalho no compressor.
- 4:33:07>> É porque aumenta energia elétrica. Na
- 4:33:08termodinâmica a gente fala muito sobre a
- 4:33:10energia térmica se transformando em
- 4:33:12trabalho
- 4:33:12>> e isso gerando ali algum consumo
- 4:33:14energético. Então, a melhor alternativa
- 4:33:16para essa questão é essa, já que ela
- 4:33:19está atuando efetivamente no aumento de
- 4:33:21trabalho de compressor.
- 4:33:22>> E isso aqui é porque explicar essa
- 4:33:23dinâmica de lequefação é muito complexo.
- 4:33:25O líquido que tem lá dentro faz
- 4:33:26liquifação.
- 4:33:27>> É, eu gostaria de mostrar para eles o
- 4:33:28ciclo do da refrigeração. Estado de
- 4:33:29vestibulares tradicionais, você mostra
- 4:33:31isso aqui em 3 horas só para isso. É,
- 4:33:32tem tem um detalhe aqui que a letra A
- 4:33:34chama muita atenção, porque a letra A
- 4:33:36ela de fato acontece. Algumas famílias é
- 4:33:39colocavam toalha atrás da geladeira pra
- 4:33:41toalha é secar e tal. E
- 4:33:43>> aí, aí o compressão da geladeira aí,
- 4:33:46[risadas] eu tô tentando jogar o calor
- 4:33:48para fora.
- 4:33:49>> Você botou uma toalha ali, a toalha tá
- 4:33:51isolando a passagem do calor daqu da
- 4:33:53daquela estrutura pro ambiente externo
- 4:33:56para que lá dentro da geladeira fique
- 4:33:57frio e tal. Só que e a letra A não
- 4:34:00responde efetivamente ao comando da
- 4:34:02questão. A letra D melhor alternativa.
- 4:34:03>> Por exemplo, acabei de lembrar agora.
- 4:34:05Ah, tá calor para Abre a
- 4:34:08geladeira que aí vai resfriar o
- 4:34:11ambiente.
- 4:34:12>> É bizarro.
- 4:34:13>> Porque para ela resfriar o ambiente, ela
- 4:34:15vai ter que jogar o calor. Ela tá
- 4:34:17tirando calor e lá [risadas] por trás
- 4:34:19ela tá jogando de
- 4:34:20>> Isso aí. É tipo
- 4:34:22>> com o acréscimo ainda da energia
- 4:34:23elétrica do processamento, né? Então ela
- 4:34:25o ela é que ela não joga o frio para
- 4:34:27ambiente, óbvio, né? Mas parece que tá
- 4:34:29saindo frio dela e por trás ela tá, ué,
- 4:34:31tô tirando que tá acontecendo aqui
- 4:34:34>> jogando de volta para tudo.
- 4:34:36>> Isso aumenta de bizarramente o consumo e
- 4:34:38não resolve o problema.
- 4:34:38>> Sim. Agora, uma uma bem uma bem técnica
- 4:34:41com gráficos aqui que isso aqui vai
- 4:34:43falar sobre um motor de combustão
- 4:34:45interna, tá bom? Dentro do motor do
- 4:34:46carro, o que que acontece? Basicamente,
- 4:34:48tá bom? A gente tem ali os cilindros.
- 4:34:49Dentro do motor do carro, a gente
- 4:34:50primeiro a gente injeta combustível lá
- 4:34:52dentro, tá? Então, eh, pensa no motor do
- 4:34:54carro, tem os cilindros, a gente quer
- 4:34:55que esses cilindros eles trabalhem
- 4:34:56bastante. Ah, a essência disso é que a
- 4:34:59gente vai ter gasolina ou álcool. Dentro
- 4:35:01da da gasolina, do álcool, aquele
- 4:35:03combustível tem energia potencial
- 4:35:04bioquímica. Quando você explode, quando
- 4:35:07você bota fogo naquilo ali, né? Se você
- 4:35:08misturar gasolina e misturar ela com ar
- 4:35:11e você dá uma ignição ali, você tem meio
- 4:35:13que um isqueiro no carro que é que é a
- 4:35:14vela dele, você gera uma explosão e essa
- 4:35:16explosão empurra o pistão do motor para
- 4:35:19cima e empurrando ela, ela gera
- 4:35:20trabalho, faz com que a roda seja
- 4:35:22movimentada. Beleza? Como é que funciona
- 4:35:25o motor? Basicamente, tá bom? A gente
- 4:35:26vai ter aqui, pera aí, me dá a caneta
- 4:35:28aí, por gentileza.
- 4:35:29>> A gente vai ter ali a a o cilindro dele,
- 4:35:32tá? Então, a gente tem e essa estrutura
- 4:35:34aqui que é um dos cilindros dele, tá
- 4:35:36bom? Ele vai ter vai ter vários desse
- 4:35:37aqui. Eu vou eu vou resumir bastante
- 4:35:39aqui, tá bom? Você tem uma admissão de
- 4:35:41combustível aqui dentro, então você joga
- 4:35:43uma mistura de área e combustível ali
- 4:35:44dentro. Quando essa mistura entra, ela
- 4:35:46vai enchendo isso aqui. Quando ela vai
- 4:35:47enchendo isso aqui, a gente dá uma uma
- 4:35:49faísca nela, tá bom? Então, a gente
- 4:35:51acende aqui a vela nela, tá bom? E aí,
- 4:35:53quando isso acontece, você tem aqui um
- 4:35:55pistão o tempo inteiro, tá bom? Quando
- 4:35:57isso acontece, você empurra esse pistão,
- 4:36:00tá bom? Então você gera aqui uma
- 4:36:02explosão. Quando você faz essa, quando
- 4:36:03você dá ignição, você gera essa
- 4:36:04explosão. Depois disso sai aqui, né, os
- 4:36:07gases, tem uma exaustão dos gases e é
- 4:36:09assim que acontecem. Isso aqui é um
- 4:36:10gráfico que vai mostrar a pressão, a
- 4:36:12pressão que tá esse pistão trabalhando e
- 4:36:15vai relacionar essa pressão com o volume
- 4:36:17que tem lá dentro, tá bom? O volume de
- 4:36:18de gás que tem lá dentro. E agora as
- 4:36:20etapas representadas no diagrama estão
- 4:36:22descritas no quadro. Dá uma olhada aqui
- 4:36:24no que que ele fala. Ele fala que de zer
- 4:36:26a um, olha só, de 0 a um, vamos pegar
- 4:36:28isso aqui, olha só, de zer a um, indo
- 4:36:30daqui para cá, a gente tá tendo apenas,
- 4:36:32perceba que não tá mudando em nada a
- 4:36:33pressão, a gente tá tendo só um ganho de
- 4:36:34volume ali dentro do cilindro. E ele vai
- 4:36:36falar justamente que isso aqui é a
- 4:36:37admissão isobárica da mistura ar
- 4:36:40combustível. O que que é isobárico?
- 4:36:43Isobárico é que não muda a pressão.
- 4:36:44>> Por que que eu tô eu tô botando, pera
- 4:36:46aí, eu tô botando mais combustível aqui
- 4:36:47dentro do cilindro? Por que que não tá
- 4:36:49mudando a pressão? Porque eu tô botando
- 4:36:50mais combustível e ele tá cedendo, ele
- 4:36:53tá deixando, né? Ele tá, ele tá
- 4:36:54justamente se movimentando. Tem um
- 4:36:56pistão aqui que se move livremente.
- 4:36:58>> Se o pistão tiver travado, aí vai dar
- 4:37:00ruim, aí vai aumentar a pressão.
- 4:37:01>> Exato. Faz, consegue fazer um desenho
- 4:37:03melhor aqui de um pistão, porque meu
- 4:37:04desenho tá meio, tá meio só o básico
- 4:37:06assim. Só tá entrando o combustível aqui
- 4:37:08dentro e tá aumentando o volume aqui
- 4:37:10dentro. Mas por que que não tá
- 4:37:11aumentando a pressão? Porque esse pistão
- 4:37:12ele vai subir livremente, ele vai
- 4:37:14deixar, vai deixar acontecer, vai subir
- 4:37:15enquanto você bota combustível lá
- 4:37:17dentro, tá bom? E ele vai fazer esse
- 4:37:18movimento aqui. Próximo passo,
- 4:37:20compressão adiabática da mistura, tá
- 4:37:22bom? Então agora a gente vai fazer uma
- 4:37:23rápida compressão dessa mistura. A gente
- 4:37:25vai apertar ela, né? Ele vai cair com
- 4:37:27peso aqui e vai dar uma apertada nela.
- 4:37:29Note que nesse passo aqui, que é o passo
- 4:37:31do um até o dois, a gente já tem aqui um
- 4:37:34aumento de pressão. A pressão aqui, ó,
- 4:37:36ela subiu porque tu deu uma apertada, tu
- 4:37:38deu uma apertada que tu vai explodir ele
- 4:37:40agora, tá bom? Então tu vai deixar ele
- 4:37:41bem concentrado para tu tal tacarlhe uma
- 4:37:43vela nele, mas já teve um ganhozinho de
- 4:37:45pressão e o volume diminuiu. Agora vem o
- 4:37:47seguinte, de dois a três, introdução de
- 4:37:50energia na forma de calor da combustão.
- 4:37:53Olha só, de dois a três p introdução de
- 4:37:56energia na forma de calor da combustão.
- 4:37:57Então a energia ela já estava no
- 4:37:58combustível, mas agora tu explodiu ele.
- 4:38:00E olha que bizarro o que acontece, né?
- 4:38:02Quando você e dá a centelha ali antes
- 4:38:05dele, note que o volume dele não tá
- 4:38:07mudando, tá bom? Ele sobe aqui, o volume
- 4:38:08dele não tá mudando. Mas antes do volume
- 4:38:10mudar é como se fosse assim, né? Eh, tem
- 4:38:12o pistão ali pressionando, tem aquela
- 4:38:14explosão assim, ó.
- 4:38:16E aí, antes de pressionar o pistão, o
- 4:38:18volume não muda. Tu tá apertando,
- 4:38:19apertando, apertando. Só que chega uma
- 4:38:21hora que tu explode esse pistão aqui
- 4:38:23completamente. E agora quando tu explode
- 4:38:25o pistão, a pressão é aliviada. E
- 4:38:27enquanto a pressão é aliviada, o volume
- 4:38:29aumenta, porque tu vez assim, OK? que aí
- 4:38:32é a parte quatro, ó, de três a quatro e
- 4:38:34a expansão adiabática, uma expansão
- 4:38:36muito muito muito rápida que acontece
- 4:38:38aqui, né, que a gente vai fazer a
- 4:38:39conversão da energia térmica em
- 4:38:41trabalho. Aí sim, nessa fase você
- 4:38:43consegue aproveitar a energia, certo? PV
- 4:38:46e o NRT é a forma que você aplica aqui
- 4:38:48num gás, tá bom? Para você conseguir
- 4:38:50descobrir uma variável dele, tá bom?
- 4:38:52Seja a pressão dele, o volume dele, a
- 4:38:53temperatura dele, você bota o número de
- 4:38:55mols dele. Nessa questão aqui não vai
- 4:38:57ser útil a aplicação matemática da
- 4:38:58fórmula. A análise vai ser,
- 4:38:59>> é, é só para, é só para vocês verem. que
- 4:39:02essas grandezas estão relacionadas.
- 4:39:04Então, por exemplo, se eu mantenho o a
- 4:39:07massa gasosa ali dentro do do número de
- 4:39:10mols e aquele constante, tá? que é o
- 4:39:11número de molstos. Se eu mantenho isso
- 4:39:12aqui constante e mantenho a pressão
- 4:39:15constante
- 4:39:17aqui na parte isobárica, por exemplo,
- 4:39:19>> é porque o pistão vai se movimentar,
- 4:39:20>> o volume e a temperatura tendem a mudar
- 4:39:23de forma diretamente
- 4:39:24>> quanto mais temperatura, mais volume.
- 4:39:26Isso. Perfeito. E aí agora a pergunta
- 4:39:28que ele faz aqui é uma pergunta muito
- 4:39:29simples que mesmo que você não saiba
- 4:39:31direito termodinâmica, você consegue
- 4:39:32responder, porque ele fala assim, ó, a
- 4:39:34transformação da energia térmica que a
- 4:39:36gente tem ali na explosão do combustível
- 4:39:38em energia útil. Mas esa aí. Energia
- 4:39:40útil, a gente precisa que esse pistão,
- 4:39:42vamos, vamos nem olhar para cá, só pra
- 4:39:43gente entender. Energia útil, a gente
- 4:39:45precisa que esse pistão de fato empurre
- 4:39:46alguma coisa, né? Então, não pode ter
- 4:39:48sido aqui. É um erro achar que foi aqui.
- 4:39:51Olha só, empecha aqui a caneta. É um
- 4:39:52erro achar que foi aqui. Ah, foi aqui
- 4:39:54que aconteceu, né? Porque aqui a gente
- 4:39:56teve um aumento brutal de pressão. Não,
- 4:39:58mas esse aumento brutal de pressão ainda
- 4:40:00não empurrou o pistão. Você esmagou o
- 4:40:02pistão lá embaixo. Olha só o imagina que
- 4:40:04o pistão tá esmagado aqui embaixo, cheio
- 4:40:06de combustível lá dentro. Tá cheio de
- 4:40:07combustível, tá bom? Muitas vezes ele é
- 4:40:09esmagado para cima, né? Também tem tem
- 4:40:11essa forma de desenhar que fica até mais
- 4:40:13intuitiva. Você pressionou o pistão ali,
- 4:40:15tá jogando ele aqui para cima, tá cheio
- 4:40:16de combustível, ó. O volume dele tá
- 4:40:18baixíssimo e a pressão também tá baixa.
- 4:40:21Agora, nesse ponto aqui, tu aplica uma
- 4:40:23centelha,
- 4:40:25a pressão sobe, mas ela ainda não faz
- 4:40:27nada, ela só subiu. Agora, quando ela
- 4:40:29sobe até um certo ponto, aí ela tá
- 4:40:32empurra a parada, empurra o pistão. Aí,
- 4:40:34olha só o que acontece com o volume
- 4:40:36dele. O volume dele vai fazer isso aqui,
- 4:40:37ó. e ao mesmo tempo a pressão se alivia.
- 4:40:39Então é do três pro quatro que a gente
- 4:40:41transforma aquilo ali realmente em
- 4:40:43trabalho útil, tá bom? Que é o que a
- 4:40:44gente verifica aqui, ó, de três a
- 4:40:45quatro, expansão adiabática. É expansão
- 4:40:48adiabática que vai transformar aquela
- 4:40:49energia térmica em trabalho. Ao invés de
- 4:40:51transformar em aquecimento, a gente
- 4:40:52transforma em trabalho. A diabática é
- 4:40:54isso, tá bom? A gente tá transformando
- 4:40:55energia térmica em trabalho ou trabalho
- 4:40:57em eh energia térmica justamente, né?
- 4:41:00Uma coisa ou outra.
- 4:41:00>> É o adabático. É. É. E e também sem per
- 4:41:03sem grandes perdas por
- 4:41:04>> Exatamente. De modo muito rápido, tá
- 4:41:05bom? Quando você eh sopra, por exemplo,
- 4:41:08eu tenho um ar aqui dentro da minha
- 4:41:09boca, eu vou soprar, ó. Esse ar ele sai
- 4:41:11daqui da minha boca e ele já se expande.
- 4:41:13Quando ele sai e ele já se expande, ele
- 4:41:16se resfria, porque ele se expandiu, ele
- 4:41:17fez trabalho, mas ele fez isso perdendo
- 4:41:19energia térmica. Tá bom? Então a
- 4:41:21pergunta aqui, né, só para tinha dado
- 4:41:23uma travada ali, voltei para cá agora, é
- 4:41:25a transformação da energia térmica e
- 4:41:26energia útil ocorre justamente na
- 4:41:28expansão adiabática. A resposta é de
- 4:41:29três a quatro. A resposta aqui é essa,
- 4:41:32tá bom? E é isso, galera. Espero que
- 4:41:33vocês tenham gostado, tá bom? a gente tá
- 4:41:35firme aí, tá nessa maratona pesada, tá
- 4:41:37ficando muito solo, você pode ter
- 4:41:38certeza que você vai chegar na prova,
- 4:41:39você vai acertar isso aqui, tá bom? E tá
- 4:41:41começando, tu vai ver que a gente deixou
- 4:41:44para caprichar possível. Termologia é um
- 4:41:46negócio que é muito fácil, é muito
- 4:41:48intuitivo. Então o vídeo não tem como
- 4:41:50ele contemplar tudo nos mínimos dos
- 4:41:52mínimos detalhes. Só que, cara, o que a
- 4:41:54gente falou tá muito detalhado, né, e
- 4:41:56com muita profundidade.
- 4:41:57>> Mas eu deixei pra eletrodinâmica, por
- 4:41:59exemplo, para detalhar muito.
- 4:42:00Eletrodinâmica é matéria que todo mundo
- 4:42:01tem mais dificuldade, mecânica, todo
- 4:42:03mundo tem mais dificuldade. Então,
- 4:42:04ondulatório e termologia é a parte
- 4:42:05fácil. Agora, mecânica e eletrodinâmica
- 4:42:07são as partes mais difíceis de aprender.
- 4:42:08É lá que tá a maior parte do
- 4:42:10detalhamento extremo e da resolução de
- 4:42:12exercícios até você realmente dominar a
- 4:42:15parada, certo? Vamos nessa. Vamos seguir
- 4:42:16então. Vamos para cima.
- 4:42:19Fala galera, professor Pedro Assad na
- 4:42:21área. Vamos agora arrebentar. Vamos
- 4:42:22começar aqui a nossa grande frente, a
- 4:42:23nossa grande montanha que é a mecânica,
- 4:42:25tá bom? Uma das quatro frentes, um dos
- 4:42:27quatro pilares brutais. E geralmente na
- 4:42:29abordagem tradicional você vai tendo no
- 4:42:30teu curso tudo ao mesmo tempo. Então é,
- 4:42:32ao mesmo tempo o cara vai andando frente
- 4:42:33de mecânica, frente de ondulatória, às
- 4:42:35vezes frente só de óptica e frente só de
- 4:42:38eletrodinâmica. Aqui nesse vídeo você
- 4:42:39vai ver que a gente vai olhar para uma
- 4:42:40frente de cada vez. Então se você tá
- 4:42:41aqui agora, a gente tá olhando pra
- 4:42:42frente da mecânica, vamos olhar para ela
- 4:42:43como uma grande montanha que vai te dar
- 4:42:44muita robustez intelectual, que é
- 4:42:46responsável sozinha por 25, às vezes 30%
- 4:42:49das questões na prova, tá bom? Então
- 4:42:50dentro da prova de física é um negócio
- 4:42:52importantíssimo, é um negócio que faz
- 4:42:53bem pra tua inteligência e de todas as
- 4:42:55áreas da física, eu diria que é a que
- 4:42:56mais treina a tua matemática. Com
- 4:42:58certeza, né? Termologia você desenrola
- 4:42:59muito na teoria. Eletrodinâmica você
- 4:43:01desenrola com contas simples, V ig, etc.
- 4:43:03Tem que saber a teoria. Quando você olha
- 4:43:04para ondulatória, muito, muito, muito
- 4:43:06teoria, muito fenômeno ondulatório, tem
- 4:43:07muito saber. Inclusive, a ondulatória
- 4:43:09seria talvez a área mais teórica dessas
- 4:43:10quatro: ondulatório, termologia,
- 4:43:12eletrodinâmica, meio termo, agora
- 4:43:13mecânica, justamente por isso acaba
- 4:43:15sendo a área mais difícil para muita
- 4:43:16gente é uma área que exige uma robustez
- 4:43:17matemática que você vai conquistar aqui
- 4:43:18nesse vídeo, tá bom? Então eu vou te
- 4:43:19entregar tudo isso, mas primeiro,
- 4:43:20primeiro passo aqui, a gente vai
- 4:43:21conhecer que tipo de inimigo a gente vai
- 4:43:23lidar. Quando a gente vai invadir uma
- 4:43:23cidade, a gente tem que fazer um cerco
- 4:43:24nessa cidade, analisar ela por cima e
- 4:43:26fazer a nossa conquista estratégica, tá?
- 4:43:27Então, às vezes você nunca nem viu dessa
- 4:43:28forma, mas o que que é realmente
- 4:43:30mecânica? O que que é um aluno que
- 4:43:31domina mecânica? Primeiro de tudo, é um
- 4:43:32aluno que domina cinemática. A primeira
- 4:43:34coisa que a gente vai pegar de mecânica
- 4:43:35nesse vídeo é a cinemática, tá bom? A
- 4:43:37cinemática a gente vai tratar do
- 4:43:38movimento realmente acontecendo. A gente
- 4:43:39vai tratar de quatro grandezas
- 4:43:40fundamentais. Cinemática vai tratar de
- 4:43:42quatro grandezas fundamentais de
- 4:43:43movimento. Vai tratar do deslocamento,
- 4:43:45para onde que esse cara foi? Onde que
- 4:43:45ele começou, é qual foi o percurso que
- 4:43:47ele fez. Vai tratar do tempo, em quanto
- 4:43:48tempo ele fez isso, quanto tempo ele
- 4:43:49levou para bater naquele poste lá. Vai
- 4:43:51tratar da velocidade e vai, qual é a
- 4:43:53taxa desse cara de deslocamento por
- 4:43:54tempo? e vai tratar também da
- 4:43:55aceleração, que é o fator que vai
- 4:43:56modificar a velocidade dele. Dentro de
- 4:43:57cinemática, a gente vai fazer da
- 4:43:58seguinte forma, tá bom? Primeiro vamos
- 4:44:00estudar movimento uniforme. Não tem
- 4:44:01aceleração, a velocidade aqui vai ser
- 4:44:02constante, né? No caso aqui a aceleração
- 4:44:04igual a zero, é a parte mais fácil de
- 4:44:05dominar e cai na prova todo ano mais ou
- 4:44:06menos uma questão, tá bom? Bem
- 4:44:07frequente. Cai uma questãozinha de
- 4:44:08cinemática, de movimento uniforme bem
- 4:44:10básica. Ano passado, inclusive, caiu
- 4:44:12matemática. Dentro da prova de
- 4:44:13matemática, teve aquela questão dos
- 4:44:14ônibus nos terminais, que é uma questão
- 4:44:15puramente eu resolvi na hora da prova
- 4:44:16por cinemática. S ig foi bem mais fácil.
- 4:44:19Depois a gente vai dar um movimento
- 4:44:20uniformemente variado, tá? A partir de
- 4:44:21agora, a gente vai ter uma aceleração
- 4:44:22mexendo na velocidade. Ou o carro vai
- 4:44:23ficar cada vez mais rápido, ou ele vai
- 4:44:25ficar cada vez mais lento. Vai est
- 4:44:26freando. Vou te dar recurso para lidar
- 4:44:27com qualquer tipo de situação aqui. Além
- 4:44:28disso, a gente vai estudar os movimentos
- 4:44:30oblíquos, tá? Então, movimento obíquo, a
- 4:44:31gente tá falando a nível de prova do
- 4:44:32Enem, principalmente de lançamento, tá
- 4:44:33bom? Tacar alguma coisa e essa coisa
- 4:44:34descreve uma parábola. Note que o
- 4:44:36movimento oblíquo tá depois, porque pro
- 4:44:37movimento obílo, a gente precisa dominar
- 4:44:39movimento uniforme, move, né? Já que o
- 4:44:40movimento oblíquo ele é ao mesmo tempo
- 4:44:41os dois. Ele tem uma componente de
- 4:44:42movimento uniformemente variado que é a
- 4:44:43componente vertical, e tem uma
- 4:44:44componente que é só movimento uniforme.
- 4:44:46Você só vai aplicar ali um S igual eh
- 4:44:47vai aplicar um V igual e del S sobre T.
- 4:44:49Vai resolver, tá bom? Então, movimento
- 4:44:50oblíquo vai ser o ápice da sofisticação
- 4:44:51que a gente vai chegar aqui em
- 4:44:53cinemática. Pronto, fechou a cinemática.
- 4:44:54A gente não vai ficar entrando, já vou
- 4:44:55deixar claro nesse vídeo, não vamos
- 4:44:56ficar entrando aqui em nuances profundas
- 4:44:57de movimento circular, porque isso aí
- 4:44:59praticamente não cai na prova, é muito
- 4:45:00raro de cair. A gente vai até fazer
- 4:45:01algum comentário, mas realmente é algo
- 4:45:02raro de cair. Ah, não, mas e se tiver a
- 4:45:04chance de cair isso? Se tiver a chance
- 4:45:05de cair em movimento harmônico, cara,
- 4:45:07olha só, é muito raro movimento
- 4:45:08harmônico simples caiu duas vezes na
- 4:45:09história do Enem. Mas vamos supor, mesmo
- 4:45:10que tenha chance de cair, que é muito,
- 4:45:12muito, muito baixa, você só tem que
- 4:45:13estudar essas coisas quando você dominou
- 4:45:14absolutamente todos os tópicos
- 4:45:15essenciais. Então, depois que você
- 4:45:16dominar as 12 horas desse vídeo, depois
- 4:45:17que você souber tudo de eletricidade,
- 4:45:19eletrodinâmica, ondulatória, souber tudo
- 4:45:21de óptica, de eletromagnetismo, souber
- 4:45:22tudo de termologia, sob tudo de
- 4:45:23mecânica, aí sim tu vai se preocupar com
- 4:45:25tópicos muito raros de cair, tá? Então
- 4:45:26esse vídeo aqui ele tem tudo pra prova,
- 4:45:28mas é claro, com critério, com
- 4:45:29hierarquia, não tem sentido nenhum
- 4:45:30perder tempo com tópicos que são
- 4:45:31extremamente escassos e raros. Próxima
- 4:45:33coisa que a gente vai estudar é
- 4:45:34dinâmica. Dinâmica também fala
- 4:45:35geralmente do movimento acontecendo, tá
- 4:45:36bom? Embora o corpo, claro, ele sempre
- 4:45:37possa estar parado, mas o próximo aqui é
- 4:45:39dinâmica. A diferença aqui na dinâmica,
- 4:45:40o nosso objeto de estudo não é mais a
- 4:45:42velocidade em si, é a causa da
- 4:45:44velocidade. Então, a gente vai falar de
- 4:45:45uma força. Uma força, ela atua no corpo
- 4:45:47modificando a a velocidade dele.
- 4:45:48Primeiro modifica a aceleração e depois
- 4:45:49a aceleração tende modificar a
- 4:45:50velocidade. Então é isso que a gente vai
- 4:45:51estudar em dinâmica, tá bom? Primeira
- 4:45:52coisa que a gente vai estudar em
- 4:45:53dinâmica são as leis de Newton. É o
- 4:45:54fundamento para você poder entender
- 4:45:55dinâmica nessa abordagem que a gente vai
- 4:45:56utilizar aqui. Estudou as leis de
- 4:45:57Newton, a gente vai direto depois para
- 4:45:58forças, tá bom? Então a gente vai
- 4:45:59começar a dominar forças, galera. Às
- 4:46:01vezes você pode ficar se perguntando,
- 4:46:01ai, cadê tal coisa, cadê não sei o que,
- 4:46:04né? Porque o terceiro tópico é esse
- 4:46:04aqui, tá bom? Terceiro tópico é plano
- 4:46:06inclinado. Aí você pode ficar, ai meu
- 4:46:07Deus, mas em dinâmica não vai ter
- 4:46:09elevador, vai ter, galera, tá dentro de
- 4:46:10força, não vai ter tração, não vai ter
- 4:46:11força elástica, não vai ter atrito
- 4:46:13estático, atrito cinético, atrito
- 4:46:14dinâmico, se quiser chamar, vai ter tudo
- 4:46:16isso aqui dentro de forças, tá bom? Tô
- 4:46:17resumindo aqui, é óbvio, mas a gente vai
- 4:46:18começar a nossa abordagem, você vai
- 4:46:19perceber o ritmo que a gente vai seguir,
- 4:46:20que você vai ter aqui o conteúdo
- 4:46:21completo, tá bom? Então vai ter tudo que
- 4:46:22você precisa saber de forças. Ah,
- 4:46:23diagrama de corpo livre, claro que vai
- 4:46:25ter diagrama de corpo livre, ah, força
- 4:46:26normal, força peso, óbvio que vai ter,
- 4:46:27tá bom? Então, você vai ter dominado aí
- 4:46:28tudo de dinâmica nessa altura aqui. Tu
- 4:46:29já tá ficando bem robusto. Próximo
- 4:46:31tópico aqui agora, trabalho e energia. É
- 4:46:33um tópico que eu gosto muito, né? Um
- 4:46:34tópico simples, um tópico rápido e tem
- 4:46:37caído bastante na prova, tem aparecido
- 4:46:38com mais frequência, tem impressão de
- 4:46:39tem aparecido com mais frequência. É um
- 4:46:40tópico que o Enem gosta de trabalhar, tá
- 4:46:41bom? É um tópico com pouco tempo que
- 4:46:43>> cerca de 20% das questões de mecânica,
- 4:46:45>> olha isso, das questões de mecânica, 20%
- 4:46:47delas envolvem trabalho e energia, tá
- 4:46:49bom? Então é um conteúdo muito
- 4:46:50importante, tá bom? A gente vai ter uma
- 4:46:51pouca definição teórica aqui e algumas
- 4:46:52aplicações para você já ficar esperto,
- 4:46:53não precisa nem definir subtópicos para
- 4:46:55isso, tá bom? Trabalho, variação da
- 4:46:56energia cinética, trabalho, força vezes
- 4:46:57distância e algumas aplicações práticas.
- 4:46:59Fala galera, beleza? Professor Pedro
- 4:47:01Assade na área. Agora a gente vai pegar
- 4:47:02cinemática, ou seja, a gente tá
- 4:47:03começando aquela primeira área que a
- 4:47:04gente falou da mecânica, que é
- 4:47:05cinemática, né? A gente tinha comentado
- 4:47:06justamente que a nossa montanha era
- 4:47:07assim, tem cinemática, dinâmica, etc. A
- 4:47:09gente vai pegar agora aqui movimento
- 4:47:10uniforme, tá bom? Uma área rápida que a
- 4:47:11gente consegue matar rapidamente e você
- 4:47:13já vai ter muito progresso, vai ter
- 4:47:14muito ganho de acesso na prova. Então
- 4:47:15vamos lá. Para você entender, antes de
- 4:47:17você entender movimento uniforme, o que
- 4:47:18que é movimento uniforme? Movimento
- 4:47:19uniforme é um movimento que vai
- 4:47:20acontecer sempre com a mesma velocidade.
- 4:47:21É isso, tá? Vai acontecer sempre com a
- 4:47:23mesma velocidade. Agora, isso não é o
- 4:47:25mais importante. O mais importante é os
- 4:47:26pré-requisitos. Antes de entender
- 4:47:27movimento uniforme, você tem que ter
- 4:47:28alguns pré-requisitos, tá bom? Então
- 4:47:29você tem que saber os seguintes
- 4:47:30conceitos, tá? Primeiro você tem que
- 4:47:30saber o que que é o conceito de espaço.
- 4:47:32Que que é o conceito de espaço? Espaço é
- 4:47:33basicamente aí o o tecido da nossa
- 4:47:35realidade, né? A nossa realidade é feita
- 4:47:36de espaço e de tempo. Então o espaço,
- 4:47:38né? Se a gente for pegar aqui, ficar
- 4:47:39muito em definições, ah, o espaço é aqui
- 4:47:41onde pode ser preenchido com matéria, tá
- 4:47:42bom? O espaço sabe o que que é, né? O
- 4:47:43espaço é um local que você consegue
- 4:47:44medir, consegue mensurar ele. O espaço
- 4:47:46aqui na Terra é isso, né? A gente
- 4:47:47consegue visualizar dentro do espaço
- 4:47:48cabem coisas, tá bom? Então o espaço é
- 4:47:50um local onde você pode colocar coisas,
- 4:47:51as coisas podem ocupar espaço, beleza?
- 4:47:53Tudo aquilo que tem alguma matéria, tudo
- 4:47:55aquilo que tem alguma massa ocupa algum
- 4:47:57espaço. Mesmo que seja um espaço muito
- 4:47:58pequeno, né? um elétron, ele ocupa algum
- 4:47:59espaço, por mais que ele tem uma massa
- 4:48:00muito exível. Então isso aqui que é
- 4:48:01espaço, tá bom, né? Aqui na cinemática a
- 4:48:02gente trabalha geralmente com espaços
- 4:48:03maiores. Então quando a gente tem um
- 4:48:05espaço, a gente pode fazer uma coisa por
- 4:48:06esse espaço, né? A gente pode se
- 4:48:07deslocar. Então espaço, próximo conceito
- 4:48:09é deslocamento. Mas o próximo conceito
- 4:48:10ele já tem que vir imediatamente
- 4:48:11amarrado. Já vou colocar aqui do lado de
- 4:48:13deslocamento. Olha como é que acho que é
- 4:48:15muito prudente fazer isso, né? Pegou
- 4:48:16deslocamento, já coloca aqui do lado
- 4:48:17referencial, porque nem mesmo existe
- 4:48:19como você pensar em começar a talvez
- 4:48:21entender deslocamento sem você entender
- 4:48:23junto o conceito de referencial, tá bom?
- 4:48:24Então referencial simplesmente é uma
- 4:48:26adoção que a gente faz. a gente escolhe
- 4:48:27um referencial para poder falar qualquer
- 4:48:29coisa sobre o movimento. Pedro, como
- 4:48:30assim? Não tô entendendo. Olha só,
- 4:48:31imagina que a minha cabeça é o
- 4:48:32referencial, né? E essa caneta aqui, o
- 4:48:34objeto que eu tô estudando. Esse objeto
- 4:48:35tá se movendo. Eu só posso dizer se ele
- 4:48:36tá se movendo se eu tiver um
- 4:48:37referencial. Por exemplo, imagina que eu
- 4:48:39digo que o referencial é a minha mão.
- 4:48:40Então, não, a caneta não tá se movendo,
- 4:48:41Pedro. Eu estou vendo ela se movendo,
- 4:48:42mas não em relação à minha mão. Porque o
- 4:48:43que que é se mover? O que que é se
- 4:48:44deslocar? É ter uma variação da posição,
- 4:48:46é ter uma mudança na posição. Então,
- 4:48:47repare que a distância que existe entre
- 4:48:49a caneta e a mão, ela tá permanecendo
- 4:48:50idêntica. Olha só, a caneta e a mão,
- 4:48:51elas estão permanecendo rigorosamente
- 4:48:53idênticas à distância entre elas. Agora,
- 4:48:54se o referencial for minha cabeça, não.
- 4:48:55Quando eu mudo o referencial, tiro da
- 4:48:57mão e boto na minha cabeça, agora sim
- 4:48:58tem movimento com toda certeza. Eu,
- 4:48:59nesse momento, estou em movimento, estou
- 4:49:00me deslocando? Sim ou não? Não responda
- 4:49:02isso. Essa é uma pergunta que não
- 4:49:03existe. Quando alguém te perguntar isso,
- 4:49:04você fala assim: "Essa pergunta não faz
- 4:49:05nenhum sentido. Como assim está em
- 4:49:06movimento?" Em relação aqui, em relação
- 4:49:08a qual referencial? Porque se o
- 4:49:09referencial for essa sala aqui,
- 4:49:11realmente, a princípio eu tô parado, não
- 4:49:12tô movendo em relação a ela, ao menos
- 4:49:13enquanto eu tô assim estático. Se o
- 4:49:14referencial agora for a lua, se o
- 4:49:16referencial for o sol, com toda certeza
- 4:49:17absoluta eu tô movendo. Se o referencial
- 4:49:18for um helicóptero que tá passando ali,
- 4:49:20com certeza em relação a ele, eu tô
- 4:49:21movendo. Por que que eu tô movendo?
- 4:49:21porque tá tendo uma variação da minha
- 4:49:23posição, tá? E é isso que é
- 4:49:25deslocamento. Primeiro, o que que é
- 4:49:26minha posição antes da gente da gente ir
- 4:49:27pra próxima coisa? O que que é a minha
- 4:49:28posição? Minha posição dado ponto do
- 4:49:29espaço que eu tô. Então, a gente já sabe
- 4:49:30o conceito de espaço. Eu vou falar para
- 4:49:32tu o que que é minha posição. É minha
- 4:49:33posição no lugar que tá nessa posição
- 4:49:34aqui. É uma marcação que a gente faz
- 4:49:36ali, ó. Tu tá aqui no quilôm 32 da
- 4:49:38rodovia. Quer dizer que eu andei 32 km?
- 4:49:39Não, posso ter nascido ali. Acabei,
- 4:49:41acabei de surgir no mundo ali, ó. Minha
- 4:49:42mãe teve um parto de emergência no carro
- 4:49:44no qum 32 da Avenida do Brasil e eu
- 4:49:45apareci ali. Estou no quilôm 32, quer
- 4:49:47dizer que eu me desloquei 32 km. Não,
- 4:49:49isso é a minha posição. Muito cuidado,
- 4:49:50tá? Isso é minha posição. Toda km 32. Um
- 4:49:52deslocamento, uma mudança de posição.
- 4:49:54Então nasci aqui, ó. Ai, minha mãe deu a
- 4:49:55luz daquela correria toda, fizeram parto
- 4:49:57no carro, cheguei no mundo, minha
- 4:49:58coordenada inicial de inscrição no
- 4:49:59universo é o quilôm 32 da Vida do
- 4:50:01Brasil, na frente do sei lá o quê, na
- 4:50:02frente de uma favela braba. Ok, agora a
- 4:50:04gente saiu de lá, né? Eu fui para
- 4:50:05hospital, isso não aconteceu comigo não.
- 4:50:06Tá bom, galera? Daqui a pouco o pessoal
- 4:50:07vai começar: "Ah, lembra a S falou que
- 4:50:08nasceu na Vida Brasil?" Não, nasci num
- 4:50:09lugar um pouco melhor, mas não tanto,
- 4:50:11tá? Então, olha só, eu fui do quilôm 32
- 4:50:12agora, me desloquei, cheguei lá no quilm
- 4:50:1450, pronto, viu que eu falei? Me
- 4:50:16desloquei. Então aqui a gente tem um
- 4:50:17deslocamento, tem uma mudança de
- 4:50:18posição. Ah, em referência quem?
- 4:50:20referência ao Kilm 32 e referência ao
- 4:50:21Kilm 50. Usando esses referenciais, ou
- 4:50:23seja, o referencial do próprio sistema
- 4:50:24de sinalização da rodovia, eu percebo
- 4:50:26que eu tive o quê? Um deslocamento.
- 4:50:27Então, S é a minha posição. O que que é
- 4:50:29um del S? É uma mudança de posição. Foi
- 4:50:30uma mudança de posição de como? 18 km.
- 4:50:32Tá bom? Sair do qum 32 pro km 50. Qual
- 4:50:34era a minha posição inicial? Vamos
- 4:50:35treinar. Posição inicial era o quê? 32.
- 4:50:37Quer dizer que eu andei 32? Claro que
- 4:50:38não. Quer dizer que eu estou no 32. Esse
- 4:50:39S0 é de posição inicial. Sempre que tu
- 4:50:41vê esse zerinho aqui do lado na física,
- 4:50:42é de inicial. Qual é a minha posição
- 4:50:44final? Minha posição final é o qum 50.
- 4:50:46Qual foi a minha mudança de posição?
- 4:50:48Delta significa variação. Minha variação
- 4:50:49de posição foi 18 km. Como é que a gente
- 4:50:51calcula formalmente o delta? Tá bom? Del
- 4:50:52S, variação da posição ou sinônimo de
- 4:50:54deslocamento é o quê? É a posição final
- 4:50:56do indivíduo menos a posição inicial.
- 4:50:58Pode ver que a minha posição final foi o
- 4:50:59quê? 50 menos a minha posição inicial
- 4:51:00que era 32. Isso dá justamente o
- 4:51:02deslocamento que a gente encontrou, que
- 4:51:03é um deslocamento de 18. Ou seja, não
- 4:51:04fique se preocupando, eh, não fique com
- 4:51:06medo, né, Pedro? Você já tá definindo
- 4:51:07muitas coisas, tá dando muitas
- 4:51:08informações. Não, não, não. Isso aqui tu
- 4:51:09vai pegar no automático, isso aqui vai
- 4:51:10entrar dentro da tua musculatura
- 4:51:11intelectual. Definidos esses conceitos,
- 4:51:12a gente tem o conceito de tempo, né?
- 4:51:13Então a gente tem aqui o próximo
- 4:51:14conceito que é tempo. A gente já pegou
- 4:51:16aqui também, deixa marcado aqui o
- 4:51:17conceito de del S, o conceito de
- 4:51:18deslocamento de variação da posição.
- 4:51:20Mesma coisa, variação da posição,
- 4:51:21deslocamento. Para minha posição ter
- 4:51:22mudado, eu me desloquei com certeza, né?
- 4:51:23Não tem como ela ter mudado sem eu ter
- 4:51:24me deslocado até lá. OK? Inclusive tem,
- 4:51:27eu já vi uma parada muito interessante,
- 4:51:28né? Que é o seguinte: se você nasceu num
- 4:51:29certo hospital, imagina que você nasceu
- 4:51:31num certo hospital e você morreu num
- 4:51:33certo hospital, o teu deslocamento é
- 4:51:35zero. O teu deslocamento de fato pode
- 4:51:37dizer que é zero
- 4:51:38>> do início pro fim.
- 4:51:39>> Do início pro fim da vida. Se você
- 4:51:40pegar, né? Nasci aqui no hospital que
- 4:51:41fica no quilôm 30, morri nesse mesmo
- 4:51:43hospital. Aí tu pega de fato o teu
- 4:51:45deslocamento e isso cai na prova. Tem
- 4:51:47questões que exploram esse tipo de
- 4:51:48pegadinha, né? O cara foi voltou e aí
- 4:51:50então olha o teu deslocamento aqui é o
- 4:51:51seguinte, ó. Del S meu deslocamento é
- 4:51:52minha posição final menos a minha
- 4:51:54posição inicial, mas a minha posição
- 4:51:55final é o quilm 30 e a minha posição
- 4:51:56inicial também é o quilm 30. Ou seja, eu
- 4:51:58no final das contas, mesmo que eu tenho
- 4:51:59dado muito pela vida, o meu
- 4:52:00deslocamento, eu me movimentei bastante,
- 4:52:02sem dúvida. Mas o meu deslocamento
- 4:52:03efetivo, meu deslocamento que a gente
- 4:52:04faz uma análise líquida do que que eu
- 4:52:06realmente fiz é zero. É como se eu não
- 4:52:08tivesse ido para nenhum lugar na
- 4:52:09prática, né? Isso que diferencia o
- 4:52:11deslocamento da distância percorrida.
- 4:52:12>> Perfeito. É isso que diferencia o
- 4:52:13deslocamento. Isso aqui é tudo que a
- 4:52:14gente tá falando de deslocamento agora,
- 4:52:15distância percorrida. Não, distância
- 4:52:17percorrida. Se for dito dessa forma, ah,
- 4:52:18qual é a distância percorrida? Aí vai
- 4:52:20ter que somar tudo que eu fiz ao longo
- 4:52:21da vida, mesmo tendo voltado para lá.
- 4:52:22Agora, deslocamento. Olha só.
- 4:52:24Deslocamento, então, sair daquele local,
- 4:52:26né? Não, não saí. Continuei no tanto no
- 4:52:28final da minha vida quanto no início, eu
- 4:52:29estava exatamente no mesmo local. E
- 4:52:30agora, por fim, é o seguinte, para tu
- 4:52:32entender o que que é velocidade, né?
- 4:52:33Vamos, chegou a hora que você de fato
- 4:52:34entender o que que é velocidade, o que
- 4:52:35que é tempo, né? Tempo é simplesmente,
- 4:52:37se for filosoficamente falando, o tempo
- 4:52:38é a contagem da degradação da matéria.
- 4:52:40Mas não, aqui na física a gente pode
- 4:52:41entender que o tempo ele é simplesmente
- 4:52:42uma das coordenadas, né, do tecido da
- 4:52:43realidade. Então, o tecido da realidade
- 4:52:45tem uma coordenada espacial que você
- 4:52:46pode se deslocar nela. Não, isso aqui é
- 4:52:47até um adendo bom para aluno, né? Como é
- 4:52:48que você pode se deslocar pelo espaço?
- 4:52:50Tem algumas formas de você se deslocar
- 4:52:51pelo espaço, tá bom? Você pode mudar,
- 4:52:52você pode se deslocar numa certa
- 4:52:54direção. Então, por exemplo, essa aqui é
- 4:52:55a direção horizontal, isso é muito
- 4:52:56importante. E essa aqui é a direção
- 4:52:58vertical. Presta atenção que isso aqui é
- 4:52:59muito importante. Você tem que ter isso
- 4:53:00aqui muito rápido, tá bom? Direção
- 4:53:01horizontal e direção vertical. Porém,
- 4:53:03ainda existem os sentidos, tá bom? Então
- 4:53:04isso aqui é o sentido pra direita e esse
- 4:53:06aqui é o sentido pra esquerda, tá bom?
- 4:53:07Isso aqui é o sentido para cima e esse
- 4:53:08aqui é o sentido para baixo, tá bom?
- 4:53:09Então direção é vertical, tá aqui. Agora
- 4:53:11sentido para cima e para baixo, isso
- 4:53:13pode mudar, né? E também a gente tem
- 4:53:14aqui a direção horizontal e o sentido
- 4:53:16pra esquerda ou pra direita pode mudar.
- 4:53:17Então no espaço a gente se desloca em
- 4:53:18três dimensões, né? Então a gente vai,
- 4:53:19Pedro, como assim três dimensões? Você
- 4:53:20falou horizontal, agora você falou aqui
- 4:53:22vertical, mas ainda tem a dimensão da
- 4:53:23profundidade que a gente não mostra aqui
- 4:53:24no papel e nem costuma ser cobrado em
- 4:53:25problemas. O cara não vai explorar a
- 4:53:27terceira dimensão da profundidade.
- 4:53:28Porém, no tempo a gente só consegue
- 4:53:29fazer um tipo de deslocamento, a gente
- 4:53:30vai para trás e paraa frente. Então o
- 4:53:31tempo, só tudo isso para definir tempo,
- 4:53:33né? que apareceu o tempo aqui. Eu vou
- 4:53:34definir para tuud. O tempo é isso. O
- 4:53:35tempo é uma das coordenadas da nossa
- 4:53:36realidade e o tempo ele vai pra frente
- 4:53:38ou para trás, mas na prática o tempo não
- 4:53:39vai para trás, tá bom? Isso é ficção
- 4:53:40científica. Tem gente que realmente
- 4:53:41acredita, né? Não tá maluco aí, não sabe
- 4:53:43do que tá falando, né? Todo mundo sabe
- 4:53:44que se tu tiver na velocidade da luz, o
- 4:53:45tempo vai parar para você. Se tu passar
- 4:53:46da velocidade da luz, o tempo vai
- 4:53:47voltar. Aí o cara pensar, é uma questão
- 4:53:49de tempo até a gente ter fusão nuclear o
- 4:53:50suficiente pra gente conseguir fazer
- 4:53:51isso. Galera, viagem no tempo é ficção
- 4:53:53científica pura, pelo amor de Deus. Tá
- 4:53:54bom? Não dá nem para acreditar nisso.
- 4:53:55Então, o tempo é isso. Ele vai contando
- 4:53:56pra frente, OK? Cuidado para não
- 4:53:58confundir o instante do tempo, tá bom? O
- 4:54:00que que é um instante? Um instante é
- 4:54:01agora 35 segundos. Um instante é 1
- 4:54:03minuto 32. E o que que é de fato uma
- 4:54:05variação de tempo, tá bom? O que que é
- 4:54:07tempo decorrido realmente? Tá bom? Via
- 4:54:09de regra a gente tá lidando com tempo
- 4:54:10decorrido, mas só para você
- 4:54:11contextualizar, tá bom? Eu tava aqui,
- 4:54:12por exemplo, às 9:05 da manhã. Então eu
- 4:54:14tô aqui 9:05 da manhã. O que que é esse
- 4:54:169:05 da manhã? Ah, Pedro, é que tu tá a
- 4:54:189:05 trânsito. Não, pelo amor de Deus.
- 4:54:20Isso aqui é o quê? É um instante de
- 4:54:21tempo, tá bom? Depois de um tempo,
- 4:54:22imagina que o carro veio para cá e o
- 4:54:23carro chegou ali no trabalho agora que
- 4:54:25são 9:30. E aí, o que que é tempo? O que
- 4:54:28que é o que que tempo decorridor?
- 4:54:29Instante do tempo é isso aqui, Tem um
- 4:54:30instante do tempo aqui que inclusive é o
- 4:54:31tempo inicial, tem outro instante do
- 4:54:32tempo aqui que inclusive é o tempo
- 4:54:33final. Mas tempo decorrido, que é o que
- 4:54:34a gente vai usar nas próximas fórmulas,
- 4:54:36a gente faz o quê? Del t. Então a gente
- 4:54:37vai falar del t. A gente não quer saber
- 4:54:38isso aqui, nem isso aqui. A gente quer
- 4:54:39saber o quê? O tempo final menos o tempo
- 4:54:42inicial. O tempo final foi o quê? Foi
- 4:54:439:30. O tempo inicial foi o quê? Foi
- 4:54:459:05. Embora a gente não opere
- 4:54:47matematicamente com as duas unidades, a
- 4:54:48gente converteria tudo ou para horas ou
- 4:54:49para minutos, só para ilustrar aqui, a
- 4:54:50gente sabe que a gente teria 25 minutos
- 4:54:51como del t, que é de fato o tempo
- 4:54:53decorrido entre um instante e outro, tá?
- 4:54:55É isso que é o importante, é isso que a
- 4:54:56gente utiliza mesmo nos nossos cálculos,
- 4:54:57tá? Então fica atento com isso porque é
- 4:54:59uma coisa que com certeza faz a
- 4:55:01diferença e confunde muita gente. Agora
- 4:55:02que a gente colocou todas as cartas na
- 4:55:03mesa, vem a próxima que é a conclusão de
- 4:55:05tudo. O que que é a velocidade? Olha,
- 4:55:07olha que que maravilha, né? Agora a
- 4:55:08gente pega isso aqui, tu vai perceber
- 4:55:09como que isso aqui entra fácil, tá bom?
- 4:55:10Velocidade é o seguinte, quando teu pai
- 4:55:11tá dirigindo o carro, né? Imagina que
- 4:55:12teu pai tá dirigindo o carro e aí tu tá
- 4:55:14lá atrás assim: "Pai, em que velocidade
- 4:55:15a gente tá?" Teu pai fala assim: "60
- 4:55:16km". Tu vai falar: "Pai, como assim, né?
- 4:55:1860 km não é uma velocidade. 60 km é uma
- 4:55:20medida de distância. Existe alguém que
- 4:55:22vai falar assim: "Pô, o cara tá rápido
- 4:55:23para O cara tá 300 km e o cara
- 4:55:25tá 300. Como assim é 300?" É óbvio que
- 4:55:27entende isso que ele tá dizendo, 300
- 4:55:29km/h, mas pelo amor de Deus, quilômetro
- 4:55:31é uma unidade de medida usada pra gente
- 4:55:33mensurar distâncias, pra gente mensurar
- 4:55:35comprimentos, pra gente mensurar
- 4:55:36tamanhos lineares. Isso que é o
- 4:55:37quilômetro. Enquanto que quando a gente
- 4:55:39quer saber uma velocidade, a gente tá
- 4:55:40perguntando pro nosso pai o quê? Quando
- 4:55:41em vez de você perguntar pro seu pai
- 4:55:42qual a velocidade, você que tá errado,
- 4:55:43você deveria ter perguntar assim: "Pai,
- 4:55:44qual é a razão entre a distância
- 4:55:45percorrida e o tempo decorrido?" Aí com
- 4:55:47certeza, ele iria entender, e iria te
- 4:55:48responder o que você tá perguntando do
- 4:55:49jeito errado. Então, olha só, quando a
- 4:55:50gente fala, quando a gente quer saber a
- 4:55:51velocidade de um carro, a resposta que
- 4:55:52vai nos satisfazer não é 200 km, isso é
- 4:55:54uma loucura completa. O cara vai falar o
- 4:55:56quê? vai falar assim: "50 km/h". Então
- 4:55:58ele vai dizer 50 km/h. Observe que isso
- 4:56:00aqui é feito de duas grandezas, né? Uma
- 4:56:02é uma grandeza de espaço e uma é uma
- 4:56:03grandeza de tempo. Então o cara tá te
- 4:56:05dizendo que olha meu amigo, tem uma taxa
- 4:56:07que eu tô executando aqui que o seguinte
- 4:56:0850 km/h. Aí é o seguinte, eu estou a 50
- 4:56:10km/h, quanto que eu me desloquei? Você
- 4:56:12vai falar: "Cacete, que pergunta é essa?
- 4:56:13Como assim qu eu tô a 50 km/h, quanto
- 4:56:15que eu me desloquei?" Vou falar: "Ué, em
- 4:56:16quanto tempo, meu amigo? Tu, tu só, tu
- 4:56:18não me disse nada do que tu fez de
- 4:56:19verdade. Tu só me disse assim: "Estou a
- 4:56:2150 km/h." Eu, o que eu entendo é o
- 4:56:23seguinte, se você permanecer a 50 km/h,
- 4:56:25quando der 1 hora, tu vai ter andado
- 4:56:26quanto? 50 km. Tá, tá na, tá na 50 km/h.
- 4:56:30Eu ando 50 km a cada uma hora que passa.
- 4:56:31E se for em 2 horas? Vou ter andado 100
- 4:56:33km. E se é 50 km/h, tu me diz que tu fez
- 4:56:35uma viagem e sem parar nessa mesma
- 4:56:36velocidade você percorreu 300 km. Aí eu
- 4:56:38vou inferir que você demorou 6 horas
- 4:56:39para fazer isso. Porque tu me disse que
- 4:56:41faz 50 km/h. Agora tu me fala que
- 4:56:43percorreu 300 km. Então tu tá dizendo
- 4:56:44que tu fez seis vezes mais. Então
- 4:56:46demorou 6 horas. Já que tu faz 50 a cada
- 4:56:47hora, para fazer 300 tu deve estar
- 4:56:49levando 6 horas. Daqui a gente já
- 4:56:50percebe a velocidade, ela é uma razão. A
- 4:56:52velocidade é uma divisão entre quanto
- 4:56:54quilômetro que eu percorro em uma certa
- 4:56:56unidade de tempo, que pode ser qualquer
- 4:56:57uma, tá bom? Então tá errado. Se alguém
- 4:56:58me perguntar: "Ah, qual é a velocidade
- 4:57:00do seu carro?" Minha mulher me pergunta:
- 4:57:01"Mas tá dirigindo? Tá dirigindo a qual
- 4:57:02velocidade?" Eu falo assim: "Ah, tô
- 4:57:03dirigindo aqui a 300 km por 6 horas". Eu
- 4:57:05tô errado. "Não tô errado." "Ué, tá
- 4:57:07certo." Ela falou: "Que é 300 km?" Não,
- 4:57:09minha mulher, minha mulher não é tonta.
- 4:57:10Ela perceberia na hora, né? Mas às vezes
- 4:57:11tu falar isso pra tua mãe, tu falar pro
- 4:57:12teu pai, pro teu avô, fala: "Que 300
- 4:57:14km?" Fala 300 km por 6 horas. Mas Pedro,
- 4:57:16por que que a gente não fala assim?
- 4:57:17Porque ninguém é tonto de falar assim.
- 4:57:18Naturalmente na matemática a gente
- 4:57:19coloca o denominador para ser uma
- 4:57:21unidade, né? Porque é muito mais fácil
- 4:57:22de você lidar com esse tipo de número.
- 4:57:23Então 300 km a cada 6 horas você
- 4:57:25simplifica por seis em cima e em baixo,
- 4:57:26vai dar o quê? Vai dar exatamente 50
- 4:57:27km/h, tá bom? Então você pode falar de
- 4:57:29qualquer jeito que você quiser, mas o
- 4:57:30convencional é que a gente coloque aqui
- 4:57:31embaixo 1 hora. E aí é por isso que a
- 4:57:32gente fala 50 km/h. A gente fala por
- 4:57:34hora a gente omite um. Tá bom? Não é
- 4:57:36necessário. Então daqui tu já tem a
- 4:57:37definição mais importante dessa aula
- 4:57:38aqui. Velocidade ela é del s sobre del
- 4:57:41t, ou seja, ela é a variação do espaço
- 4:57:42pela variação do tempo. Se você quer
- 4:57:43saber uma velocidade, você vai colocar a
- 4:57:45variação do espaço pela variação do
- 4:57:46tempo. Em que unidade? Na unidade que
- 4:57:47você quiser. Já apareceu várias vezes,
- 4:57:48não é? Nem, ah, um caramjo ele anda numa
- 4:57:50velocidade de 10 cm/h. 10 cm/h. Passou
- 4:57:54uma hora, o safado andou 10 cm. Pedro,
- 4:57:56mas isso não é uma coisa imprópria.
- 4:57:57Velocidade não é em quilôm. Não,
- 4:57:58velocidade na unidade que você quiser,
- 4:58:00desde que aqui em cima esteja um espaço
- 4:58:01e aqui esteja um tempo. Centímetro é
- 4:58:02espaço e hora é um tempo. OK? é
- 4:58:04apropriado pra dimensão do movimento do
- 4:58:06do caramuchujo, senão tem que falar o
- 4:58:07qu? O caramujo anda 0,001 km a cada
- 4:58:09hora. É bizarro, né? Nem nem fiz a
- 4:58:12conversão certa, só chutei 0,001. Capaz
- 4:58:14até de ter sido certo, né? Que de
- 4:58:15centímetro/m 10 a5. Eu só falei qualquer
- 4:58:17número aqui, então, né? Nem tive
- 4:58:18compromisso de acertar a anotação
- 4:58:19científica. Mas é o seguinte, velocidade
- 4:58:21é isso. E o que que você precisa
- 4:58:22realmente saber pra prova? Que esse del
- 4:58:23S ele vai tipicamente aparecer em duas
- 4:58:25unidades, tá bom? Ou esse del S vai ser
- 4:58:27uma quilometragem, andei tantos
- 4:58:28quilômetros. E se ele for uma
- 4:58:29quilometragem, ele tradicionalmente vai
- 4:58:31estar combinado em 90% às vezes, 95% às
- 4:58:33vezes com hora, quilômetro por, porque
- 4:58:35faz sentido. Quilômetro é uma grandeza
- 4:58:36de distância grande e hora também é um
- 4:58:38tempo grande percorrido, tá bom? Mas é
- 4:58:41igualmente provável de aparecer, não é
- 4:58:42que aparece mais nem menos, é igualmente
- 4:58:44comum. Se fosse para dizer, eu diria até
- 4:58:45que aparece mais em met/ segundo, tá? Ou
- 4:58:48seja, note que a gente ainda tá falando
- 4:58:49aqui de metro e de segundo ainda.
- 4:58:50Estamos falando de um espaço por um
- 4:58:52tempo, é a mesma coisa, tá bom? Então,
- 4:58:53se eu tô a 72 km/h, isso é a mesma coisa
- 4:58:55do que eu estar a 20 m/s. Ou seja,
- 4:58:56reflete sobre isso. 72 km/h, eu vou te
- 4:58:59explicar como é que eu cheguei nesse
- 4:58:59resultado, tá bom? Mas 72 km em 1 hora é
- 4:59:01coisa pra caramba, né? Não tô muito
- 4:59:03rápido, mas é uma boa distância. Em 1
- 4:59:04hora fiz 72 km e eu falei que isso é a
- 4:59:06mesma coisa do que 20 m a cada segundo.
- 4:59:08Vamos entender isso aqui. Vamos dar,
- 4:59:09vamos entender até com, com esse mesmo
- 4:59:10exemplo, tá bom? Então tenho aqui 72 km
- 4:59:12em 1 hora. Vamos dar um pause nisso aqui
- 4:59:13agora. Não olha mais para isso aqui para
- 4:59:14cima. Eu vou falar o seguinte. Olha, eu
- 4:59:15te disse aqui embaixo que eu estava a 20
- 4:59:17m/s. A gente sempre pode abrir essa
- 4:59:18regra de três da velocidade. Então eu tô
- 4:59:20em 20 m em 1 segundo. Vamos fazer um
- 4:59:21teste aqui. Eu ando 20 m/s. Me fala aí
- 4:59:23agora quanto que eu ando então em 10
- 4:59:24segundos. A Pedro, em 10 segundos tu vai
- 4:59:25andar 10 vezes mais. Tua velocidade é
- 4:59:26200 m/ 10 segundos. Tá bom? Me fala aí
- 4:59:28agora como é que é se eu tiver aqui a
- 4:59:30100 segundos. Pronto. Se eu ficar 100
- 4:59:32segundos fazer esse movimento, eu vou
- 4:59:33ter andar o quê? 2000 m. Perfeito. Já
- 4:59:36observe que 2000 m é a mesma coisa que 2
- 4:59:37km. Então sem qualquer prejuízo, eu
- 4:59:39poderia dizer o quê? Eu ando 2 km a cada
- 4:59:41100 segundos. Nenhum prejuízo. Aqui 2000
- 4:59:43m eu fiz só só troquei a unidade, né? De
- 4:59:44metro para quilômetro a gente divide por
- 4:59:451000. Então 1 m, 1 km vale 1000 m. Então
- 4:59:48a gente divide por 1000, tá aqui em
- 4:59:49kilômmetro. Se eu ando 2 km a cada 100
- 4:59:50segundos, eu vou te perguntar quantos
- 4:59:51quilômetros eu ando aqui se eu tiver com
- 4:59:521000 segundos de movimento. Fique em
- 4:59:541000 segundos andando. 1000 segundos aí
- 4:59:55vai dar mais ou menos uns 15 minutos,
- 4:59:56alguma coisa assim. Então tô nesse tempo
- 4:59:57todo andando, já fiz 20 km. Agora eu
- 4:59:59sei, eu tenho a informação na minha
- 5:00:00cabeça, né? Eu tô, eu tô ciente disso,
- 5:00:02de que 1 hora tem 3600 segundos. Tá bom?
- 5:00:04Vou até voltar esse aqui, porque acho
- 5:00:05que você vai acompanhar melhor assim. Tá
- 5:00:06vendo isso aqui, ó? 1 hora tem 3600
- 5:00:07segundos. Então agora eu vou te fazer a
- 5:00:08pergunta direta. E se eu ficar 3600
- 5:00:10segundos nesse movimento? Multipliquei
- 5:00:11aqui o quê? Pelo 36, visivelmente, né?
- 5:00:12De 100 para 3600. Multipliquei por 36.
- 5:00:15Isso aqui vai ser multiplicado por 36
- 5:00:16também, vai virar 72 km/h, tá bom?
- 5:00:18Então, 72 km/h, Pedro, não é hora, é por
- 5:00:203600 segundos. Sim, mas isso aqui é
- 5:00:22mesma coisa do que 1 hora. Então, 72
- 5:00:23km/h. Na prática, como que você vai
- 5:00:25fazer essa conversão? Na prática, você
- 5:00:26só vai decorar isso aqui, ó. Quando eu
- 5:00:28tô a 10 m/s, isso é a mesma coisa que
- 5:00:30dizer que eu estou a 36 km/h, tá bom?
- 5:00:32Não precisa ficar multiplicando por 3,6
- 5:00:33nem dividindo por 3,6. Isso aqui
- 5:00:35funciona perfeitamente. Porque imagina
- 5:00:36que ele falou, primeiro, primeiro caso,
- 5:00:38né? Ele te deu uma velocidade em
- 5:00:39met/sund e ele falou: "Essa velocidade
- 5:00:41aí é 30 m/s." É uma velocidade fácil, é
- 5:00:43intuitivo, né? Porque se 10 m/s são 36
- 5:00:45km/h, o que que tá acontecendo aqui? Eu
- 5:00:46tô com três vezes mais, né? Três vezes
- 5:00:47mais. Então aqui também eu vou ter que
- 5:00:48ter três vezes mais. 3 x 36 faz 3 x 30
- 5:00:5190. 3 x 6 18. Rapidamente tu visualiza
- 5:00:53que é a mesma coisa do que 108 km/h.
- 5:00:55Segundo caso que pode acontecer é o quê?
- 5:00:56Ele te dá um valor que não é tão
- 5:00:57convencional. Então vamos dizer que ele
- 5:00:59falasse para eu assim, tá? E 15 m/s,
- 5:01:01quanto que isso vale em quilômet/h?
- 5:01:02Cara, é só tu pensar. Se eu tivesse 10
- 5:01:04m/s, seria 36. O que que aconteceu aqui
- 5:01:06do 10 pro 15? Eu não tive um aumento de
- 5:01:0850%, então do outro lado da regra de
- 5:01:09três, eu vou ter também o mesmo aumento
- 5:01:10de 50%. 50% disso aqui é mais metade de
- 5:01:1336, ou seja, bota 18 aqui, tu vai
- 5:01:14visualizar na hora os 54 km/h. Se ele
- 5:01:17falasse para tu, Pedro, tô aqui a 45
- 5:01:20m/s, quanto que isso vale aqui em qu/h?
- 5:01:23Tá bom? Só para deixar claro, você
- 5:01:24sempre tem a seguinte opção, tá bom?
- 5:01:25Você sempre pode, você pode tá achando
- 5:01:26assim, Pedro, não sei fazer esse cálculo
- 5:01:27mental aí, primeiro que é fácil, mas
- 5:01:28você sempre vai poder fazer o seguinte,
- 5:01:30ó, 10 m/s é igual a 36 km/h. Pronto,
- 5:01:33você não precisa fazer o cálculo mental,
- 5:01:34você pode botar um x aqui e cruzar e
- 5:01:35resolver, tá? Então, ah, então 45 m/s é
- 5:01:37o quê? Pronto, cruza isso aqui e
- 5:01:38resolve. Agora, claro, não é tão
- 5:01:40recomendado. Eu não acho que seja uma
- 5:01:41coisa recomendada. Por quê? Porque se eu
- 5:01:42sei que 10 m/s é 36, eu vou olhar e
- 5:01:43falar assim, ó. De 10 para 45, o que que
- 5:01:45aconteceu? Multiplicou por 4,5. Vou
- 5:01:46pegar o 36, vou multiplicar por 4, vou
- 5:01:48botar metade. Vamos multiplicar ele por
- 5:01:49quatro. Dobra e dobra. 36 virou 72,
- 5:01:51virou 144. Bota metade dele. 144 + 18.
- 5:01:54144 + 18. Pedro, soma 20, recua 2. 164,
- 5:01:56recuou 2, 162. Então isso aqui é 162
- 5:01:59km/h. Mas claro, se você cruzar sempre
- 5:02:01vai ficar uma coisa simples. Então
- 5:02:02cruzou aqui, vai ficar x 10 que é igual
- 5:02:04a 45 x 36 di por 10. Agora, é claro, é
- 5:02:08mais simples do outro jeito, que fique
- 5:02:09bem claro, é melhor do outro jeito, tá
- 5:02:10bom? Porque aqui tu vai dividir por 10,
- 5:02:11vai acabar tendo que multiplicar por 3,6
- 5:02:12x 45. Eu não gosto de fazer isso na hora
- 5:02:14da prova. Então agora vamos voltar aqui
- 5:02:15e pensar o seguinte. Por que que eu
- 5:02:17defini isso tudo? Por que que eu falei
- 5:02:18dessas unidades agora? Porque o Enem com
- 5:02:20frequência ele modifica as unidades. Eu
- 5:02:21vou te dizer uma coisa agora, cara. Isso
- 5:02:23aqui eu me atrevo a dizer que uma coisa
- 5:02:24universal. Eu posso dizer assim mesmo.
- 5:02:26Para qualquer fórmula que tu esteja
- 5:02:27usando de física, bota tatua isso na tua
- 5:02:28pele a partir do dia. Tô brincando, não
- 5:02:29faz tatuagem não. Mas olha só, para
- 5:02:31qualquer fórmula que esteja usando de
- 5:02:32física, você tem sempre que trabalhar
- 5:02:33com unidades compatíveis. Não existe
- 5:02:35como numa fórmula aqui que eu tô
- 5:02:37querendo descobrir a velocidade em qu
- 5:02:38Ah, quero descobrir a velocidade em
- 5:02:39quôm/hora porque as opções estão em
- 5:02:40quôm/h. Vou botar aqui em cima
- 5:02:42quilômetro e aqui embaixo segundo? Não
- 5:02:43existe. Vou botar aqui em cima metro e
- 5:02:44aqui embaixo hora? Não existe. Eu vou
- 5:02:46colocar quilômetro e vou colocar hora.
- 5:02:47Mas se eu quiser trabalhar com metro, eu
- 5:02:49também posso, mas eu vou trabalhar com 1
- 5:02:50met/ segundo para encontrar uma
- 5:02:51velocidade que tá em quê? Em met/sund,
- 5:02:53tá? Então você sempre tem que prestar
- 5:02:54atenção e a gente vai perceber isso com
- 5:02:55mais clareza nos exercícios. Não tem
- 5:02:56problema se você ainda não estiver
- 5:02:57visualizando plenamente, mas a gente
- 5:02:58sempre vai manter a consistência entre
- 5:03:00as unidades. Uma coisa muito importante
- 5:03:02sobre essa fórmula aqui, tá bom? é que
- 5:03:03com ela eu consigo sempre determinar a
- 5:03:04velocidade de alguém. Mas do jeito que
- 5:03:05eu expliquei agora, você já percebe que
- 5:03:06é uma coisa até muito muito ridícula,
- 5:03:08né? Porque se eu falar assim, olha, esse
- 5:03:09carro aqui não é uma coisa que a gente
- 5:03:11se estresse muito para colocar numa
- 5:03:12fórmula. Olha, esse carro aqui ele
- 5:03:13começou, ele tava aqui no quilômetro 0
- 5:03:15da estrada. Então ele tava aqui no
- 5:03:15quilômetro z0, bota um marco zero aqui e
- 5:03:17agora, depois de um tempo, esse carro
- 5:03:18foi parar no quilômetro 120 da estrada.
- 5:03:21Então agora ele tá aqui, chegou no quilm
- 5:03:22120. Beleza? E aí qual foi o tempo
- 5:03:24decorrido? É, ele saiu de casa, a gente
- 5:03:25vai botar aqui o marco 0 horas. Não é
- 5:03:26que foi meia-noite, mas não tinha tempo
- 5:03:27rolando ainda, tá bom? E aí aconteceu
- 5:03:29que ele chegou lá depois de 3 horas
- 5:03:30decorridas. Cara, pela fórmula, o que
- 5:03:32que você teria que fazer? Você teria que
- 5:03:33pensar assim, olha, velocidade é del S
- 5:03:35sobre T. Qual foi o del S dele? Tem que
- 5:03:37pegar o S final menos o inicial, 120 -
- 5:03:390. Ah, então o S dele foi o próprio 120,
- 5:03:41ele andou 120. Em quantas horas ele fez
- 5:03:43isso? Qual foi o del T? Foi 3, né? Então
- 5:03:44120 divido por 3 dá igual o quê? 4. Aí
- 5:03:46volta na unidade. Tu não botou
- 5:03:47quilômetro aqui e hora aqui tu botou
- 5:03:48km/h, então vai dar o quê? Kilôm/h. 4 km
- 5:03:5140 km/h. 120/ 3 dá 40 km/h. É isso?
- 5:03:54Precisa da fórmula para isso? Na maioria
- 5:03:56das vezes não. Mas é importante você
- 5:03:57saber essa fórmula porque ela traz muita
- 5:03:58usabilidade quando ela é transformada.
- 5:04:00Pedro, como assim transformada? O que
- 5:04:00que você quer dizer com isso? Olha só,
- 5:04:02essa fórmula ela pode ser transformada
- 5:04:04numa função do primeiro grau. Isso é uma
- 5:04:05coisa bem interessante, tá bom? Então
- 5:04:06você pega essa fórmula aqui, vou até
- 5:04:07reescrever embaixo aqui pra gente ganhar
- 5:04:08um pouco mais de espaço. Então a gente
- 5:04:09tem que V = S sobre so del T. O del S
- 5:04:12não significa S0 é S final, posição
- 5:04:15final menos posição inicial, significa,
- 5:04:16tá bom? Então vamos só abrir ele aqui. V
- 5:04:17ig S. Olha, posição final do cara menos
- 5:04:19a posição inicial do cara. E o tempo
- 5:04:21também significa, né? O tempo final
- 5:04:22menos o tempo inicial. Quando você faz
- 5:04:24isso aqui com essa fórmula, você fica
- 5:04:25rápido a transformar ela nisso aqui, ó.
- 5:04:26S igual a S0 + VT. O que que aconteceu
- 5:04:29para ela virar isso? Tá bom? Primeiro
- 5:04:30que a gente considerou, não estamos
- 5:04:31considerando que tem algum tempo inicial
- 5:04:33na jogada, a gente tá considerando
- 5:04:33simplesmente que a gente vai usar aqui
- 5:04:34tempo decorrido, tá bom? Geralmente as
- 5:04:36questões fazem isso, elas começam do
- 5:04:37zero, então a gente vai usar puramente
- 5:04:38aqui o tempo decorrido, a gente vai
- 5:04:39fazer isso, tá bom? E passa ele para cá,
- 5:04:40ele vai ficar multiplicando. Você não
- 5:04:41precisa saber disso, tá? O que eu tô
- 5:04:42mostrando aqui agora, você não precisa
- 5:04:44saber, não tem nenhuma necessidade de
- 5:04:45você saber isso nesse momento, tá? E a
- 5:04:47gente aqui simplesmente passa o S0 pro
- 5:04:48outro lado. Então, já tinha aqui, ó, tem
- 5:04:50o VT aqui, deixa o VT aqui, pega o S0,
- 5:04:52passa somando pro outro lado.
- 5:04:53Desnecessário você saber isso. E aqui
- 5:04:54fica a posição final do cara. O que que
- 5:04:55é essa posição final? A gente chama só
- 5:04:56de posição. Ah, não entendi. Não gostei
- 5:04:59da demonstração matemática, cara.
- 5:05:00Esquece isso. Caga para isso e pensa só
- 5:05:01nisso aqui, ó. Apaga tudo isso aqui. Eu
- 5:05:03quero que você pense em uma única coisa.
- 5:05:04Uma única coisa. Qual é a posição do
- 5:05:06cara? Vou te fazer uma pergunta. Qual é
- 5:05:07a posição do cara? Onde é que você tá,
- 5:05:08meu filho? Depende de onde você começou.
- 5:05:11Me diga onde você começou. Mas
- 5:05:14VT, o que que é esse VT? Tu tem uma
- 5:05:17velocidade e ela ficou atuando em você
- 5:05:19por um tempo e quando ela atuou em você,
- 5:05:20ela te levou para algum lugar. Já vou
- 5:05:21dar um exemplo. Imagina só que esse
- 5:05:22carro aqui ele comece aqui, vamos voltar
- 5:05:25no qum 30 da estrada. E aí eu quero
- 5:05:26saber o seguinte, onde ele tá agora?
- 5:05:28Cadê? Não sei qual é a posição desse
- 5:05:30carro, mas eu sei o seguinte. Eu sei que
- 5:05:32esse carro ele esteve sempre com uma
- 5:05:33velocidade, vou colocar aqui, ele tava
- 5:05:34com uma velocidade de 30 m/s. Ele esteve
- 5:05:37com essa velocidade de 30 m/s, tá? E eu
- 5:05:38sei que ele ficou fazendo isso nessa
- 5:05:40viagem. Ele ficou aqui fazendo isso, sei
- 5:05:42lá, coloca aí que ele deu uma corrida
- 5:05:44curta. Ele fez isso por cerca de 5
- 5:05:46minutos. Vai. Ele ficou aqui 5 minutos
- 5:05:47fazendo isso. Vou escrever aqui. 5
- 5:05:48minutos foi o tempo que ele levou para
- 5:05:49ir daqui até lá. Mas o problema é o
- 5:05:51seguinte, galera. Eu não sei que lugar é
- 5:05:52esse, não sei onde ele foi parar. Que
- 5:05:54que eu faria? Eu tenho que pensar o
- 5:05:55seguinte, olha, a posição desse cara
- 5:05:56depende de onde ele começou, mas vt que
- 5:05:58foi o efeito que a velocidade fez nele,
- 5:05:59só para ilustrar, tá bom? Imagina que a
- 5:06:00minha velocidade, só para ilustrar, ela
- 5:06:01seja 50 km/h. E com esses 50 km/h, eu
- 5:06:04fiquei 4 horas viajando. Não é verdade
- 5:06:06que eu só pego 50 e multiplico por 4 e
- 5:06:08descubro que eu viajei 200 km na
- 5:06:10prática? 50 km/h, né? Ah, Pedro, mas por
- 5:06:11que que isso aconteceu assim? Porque
- 5:06:12aqui eu tenho 50 km/h xes 4 horas.
- 5:06:16Então, hora corta com hora fica só 50 x
- 5:06:184. Dá o quê? 200. quilômetros, sobrou
- 5:06:21apenas quilômetro aqui, tá bom? Então,
- 5:06:22por isso que funciona essa mecânica
- 5:06:23aqui, tá bom? Estou viajando a 10 m/s,
- 5:06:25segs, tá bom? Tua velocidade é 10, mas
- 5:06:26fiquei 5 segundos fazendo isso. 10 x 5
- 5:06:27vai dar 50 m. Estão do 50 m, tá bom?
- 5:06:29Então, a gente vai fazer o quê? Qual é a
- 5:06:31posição inicial desse cara? Ué, você diz
- 5:06:33que ele começou aqui no quilôm 32.
- 5:06:34Perfeito. Então aqui, ó, quilômetro 32.
- 5:06:36Substituir aqui. E agora vem o VT.
- 5:06:37Cuidado, porque temos aqui agora um
- 5:06:39problema, tá? O problema que nós temos
- 5:06:41aqui é o seguinte. Eu coloquei aqui que
- 5:06:43ele começou no quilômetro 32, tá? é a
- 5:06:46posição inicial, só que a velocidade que
- 5:06:47eu coloquei aqui intencionalmente foi
- 5:06:48uma velocidade em met/ segund, então não
- 5:06:50posso ser maluco de meter o 30 aqui, não
- 5:06:51posso. Eu preciso converter isso aqui
- 5:06:52para quilômet/h, tá bom? Então, tá vendo
- 5:06:54esses 30 m/s, eu já sei agilmente de
- 5:06:55cabeça que 10 m/s é a mesma coisa do que
- 5:06:5830 km/, 36 km/h. Então, 30 m/s, que é o
- 5:07:01triplo, vai ser o triplo de 36, vai ser
- 5:07:03108. Então isso aqui é a mesma coisa do
- 5:07:04que tu me dizer, 108 km/h, tá bom?
- 5:07:06Então, qual a velocidade que eu vou
- 5:07:07colocar aqui? Eu vou colocar a
- 5:07:08velocidade o quê? De 108 xes t, que é o
- 5:07:11tempo que durou. Mas aí tem outro
- 5:07:12problema que ele falou que durou 5
- 5:07:13minutos. Então, já tô pegando aqui, só
- 5:07:14para você entender, isso aqui já é uma
- 5:07:15coisa avançada, é uma coisa que muito
- 5:07:16aluno se enrola já nisso aqui. Esse
- 5:07:18minuto aqui, ele também tem que entrar
- 5:07:19em hora. Então, tu vê que a velocidade
- 5:07:21ela entrou em quilôm/h. Por quê? Porque
- 5:07:22as referências estão em quilômetros. A
- 5:07:23questão pediu em qual quilômetro ele foi
- 5:07:25parar. Então, eu quero o deslocamento
- 5:07:26dele em quilômetros. Botei a velocidade
- 5:07:27em qu/h e o tempo, o tempo não pode
- 5:07:28estar em minutos. E aí agora você tem
- 5:07:30aqui duas rotas para você seguir, tá
- 5:07:31bom? Se você é um aluno que tá menos
- 5:07:32acostumado com matemática, como é que
- 5:07:33você descobre 5 minutos em hora? Você
- 5:07:35vai fazer exatamente isso aqui. Vai
- 5:07:36falar: "Escreve, cara, escreve a
- 5:07:37realidade, cara. Não é verdade que 1
- 5:07:38hora ela tem 60 minutos?" Tá? E se forem
- 5:07:41só 5 minutos, então quantas horas isso
- 5:07:42aqui que dá? Claro que vai dar menos,
- 5:07:43né? Não vai dar uma hora inteira. Cruza,
- 5:07:45cruza, você vai descobrir a resposta. Eu
- 5:07:46prefiro que você só enxergue que esse
- 5:07:48cinco, na verdade, ele é o quê? Ele é 1
- 5:07:50sobre 12. Hora pensa numa hora, divide
- 5:07:52ela em 12 partes. São 12 partes de 5
- 5:07:54minutos, né? 5 + 5 + 5 + 5 + 12 vezes.
- 5:07:56Tu tem uma partezinha de 5 minutos, né?
- 5:07:58A mesma coisa que tu pegar e colocar o
- 5:07:59quê? 5 sobre 60. Eu tenho 5 minutos de
- 5:08:01um total de 60. Isso aqui é fração,
- 5:08:02galera. Vê lá a aula tudo de matemática
- 5:08:03pro Enem ou toda a matemática do ensino
- 5:08:04fundamental que você vai pegar. E tô com
- 5:08:05dúvida em fração. Então não tem como.
- 5:08:07Precisa matar essa dúvida em fração. Nem
- 5:08:09que você saia e volta depois. Tá bom?
- 5:08:10Isso aqui é 5 sobre 60. 5 minutos de 60.
- 5:08:12Pode simplificar isso aqui. Divide por
- 5:08:13cinco, em cima e baixo, fica um. Para
- 5:08:14dividir por cinco de cabeça, a gente
- 5:08:15dobra e divide por 10. Dobrei, virou
- 5:08:16120. Divide por 10, virou 12. 1/ 12 o
- 5:08:18quê? 1 sobre 12 horas. Então é 1 12 de
- 5:08:21horas. Coloca isso aqui. Ai, mas eu fico
- 5:08:23inseguro de trabalhar com fração. Que
- 5:08:24fica inseguro o quê? Pô, bota isso aqui.
- 5:08:25Que que eu botou? 1 sobre 12.
- 5:08:26Multipliquei o 108 por 1 sobre 12. Já
- 5:08:28compartilho aqui o traço da fração e
- 5:08:29agora eu tô presto a descobrir qual é a
- 5:08:30posição do cabro, onde é que ele foi
- 5:08:31parar no final das contas, tá bom? Então
- 5:08:32temos aqui 32, não vai somar com 108, tá
- 5:08:34bom? Primeiro resolve esse produto, essa
- 5:08:36divisão. Vamos dividir aqui. A gente
- 5:08:38observa que tanto 108 quanto 12 são
- 5:08:39divisíveis por três. Por quê? Soma dos
- 5:08:41algaritmos. Faz aqui 1 + 8 dá 9 e 9
- 5:08:43divisível por 3. 1 + 2. Ah, mas como é
- 5:08:44que você sabe isso? Precisa de
- 5:08:46matemática do ensino fundamental. Você
- 5:08:47tá bom? Criança de 7 anos sabe critério
- 5:08:48de divisibilidade. Ah, tá me ofendendo.
- 5:08:49É melhor eu te ofender do que a prova te
- 5:08:50ofender. Você voltar chorando, falando,
- 5:08:51tem que anular essa questão aqui. Então
- 5:08:52tô, não tô te ofendendo aqui a nível
- 5:08:54pessoal, é só para você se ligar, tá
- 5:08:55bom? Tem deficiência que tem que ser
- 5:08:55sanada. Então a gente divide por três em
- 5:08:57cima, embaixo aqui. Divide por três,
- 5:08:58virou quro. Divid por três aqui em cima
- 5:08:59virou o quê? Tem o 90 e tem o 18. Não,
- 5:09:00108 é o 90, 18. 90 dá 30, 18 dá 6.
- 5:09:02Ficamos aqui com 36. 36 por 4 tabuada dá
- 5:09:049. Então, pronto, 32 mais o quê? 9. Esse
- 5:09:07cara foi parar no km 41. A posição final
- 5:09:10dele é o 41. Perfeito. Porque agora se
- 5:09:12tu parar para pensar, né, será que faz
- 5:09:13sentido, a gente consegue analisar isso
- 5:09:14de outra maneira? Consegue. Se a gente
- 5:09:15fizesse tudo isso aqui com 1 m/s, a
- 5:09:17gente ia chegar no mesmo resultado. A
- 5:09:18gente só teria que ter atenção a algumas
- 5:09:19coisas, tá bom? Em que sentido, eu digo
- 5:09:20que a gente chegaria no mesmo resultado?
- 5:09:21Vamos lá. S é igual a S0 + VT. Que que
- 5:09:25eu posso fazer aqui? Tá bom? Eu posso
- 5:09:26pensar aqui nesse VT, posso analisar
- 5:09:27esse VT como sendo a velocidade dele em
- 5:09:29m/s. Posso. Então vou colocar aqui a
- 5:09:30velocidade dele em met/sund, Pedro. É 30
- 5:09:32m/s. O tempo tá em 5 minutos. Eu vou
- 5:09:34colocar em segundo também, tá bom? Então
- 5:09:35o tempo é 5 minutos. Isso aqui
- 5:09:36multiplica por 60, a mesma coisa que 300
- 5:09:38segundos. Multiplica aqui então por 300
- 5:09:39segundos. Eu queria que você prestasse
- 5:09:40atenção somente nesse termo aqui, tá
- 5:09:42bom? Olha só esse termo aqui, tá bom? 30
- 5:09:43x 300, né, que é a velocidade vezes o
- 5:09:45tempo. Só isso aqui a gente já olha, a
- 5:09:47gente já percebe que vai dar quanto? 30
- 5:09:48x 300, ó, 3 x 3 dá 9. E aqui tem 1 2 3.
- 5:09:51Então 1 2 3 m. Tá bom? Porque eu
- 5:09:53multipliquei met/ segund/s. Cortou o
- 5:09:55segundo, ele andou 9000 m. Mas esa aí,
- 5:09:57andar 9000 m, a gente sabe que 1 km é a
- 5:09:59mesma coisa do que 1000 m. Então andar
- 5:10:01andar 9000 m divid por 1000 é a mesma
- 5:10:03coisa do que andar 9 km. Então faz total
- 5:10:05sentido. Agora, se eu quisesse o
- 5:10:07resultado final completo aqui, eu teria
- 5:10:08que botar aqui justamente o quê? Não
- 5:10:10colocaria aqui o 32, porque se eu botar
- 5:10:12o 32 aqui, vai ficar 32 + 9.000. Vai dar
- 5:10:14um número bizarro demais. Eu vou colocar
- 5:10:15aqui que a posição inicial do cara é
- 5:10:173200 m. K 32, lembra? 3200 m. Soma aqui
- 5:10:223200 com esses 32.000 m. Eu tava
- 5:10:24percebendo agora em coerência, né? Tem
- 5:10:26qum 32, multiplica por 1000, dá 32.000.
- 5:10:27Claro. Então 32.000 aqui s com esse
- 5:10:299.000 vai ficar o quê? 41.000. Mas eu
- 5:10:31vou ter que ter ciência que é o quê? É o
- 5:10:32141.000 da rodovia. dividindo, ele volta
- 5:10:34para 41 km. Tá bom? Uma coisa mais que
- 5:10:36você precisa saber é o seguinte, pra
- 5:10:37gente complementar aqui, pra gente ficar
- 5:10:38realmente bem robusto. Nem precisava
- 5:10:39apagar isso aqui, vou deixar isso aqui
- 5:10:40bonitinho. Pra gente complementar, a
- 5:10:41gente precisa entender os gráficos
- 5:10:42também. Então, como é que é um gráfico
- 5:10:43disso aqui? Olha só, primeira coisa que
- 5:10:45eu vou te mostrar, é um gráfico
- 5:10:46extremamente complexo. Então, você
- 5:10:47precisa ter muita capacidade matemática
- 5:10:48para entender isso aqui. Eu admito que é
- 5:10:49uma coisa bem difícil, tá bom? Então,
- 5:10:50seguinte, é um gráfico que vai colocar o
- 5:10:51tempo passando e vai colocar a
- 5:10:53velocidade do movimento uniforme, tá
- 5:10:54bom? Então ele é desse jeito aqui. Olha
- 5:10:55só que coisa linda, né? Não tem nada de
- 5:10:57complexo, a velocidade não muda. A
- 5:10:58velocidade é sempre a mesma. Se a gente
- 5:10:59tá for movimento uniforme, tá? Mais
- 5:11:01especificamente, se a gente tá falando
- 5:11:02de movimento retilíneo uniforme, eu vou
- 5:11:03até detalhar isso aqui agora, né? Se a
- 5:11:05gente tá falando aqui de um MRU,
- 5:11:06movimento retilío uniforme, a velocidade
- 5:11:08ela é totalmente idêntica. Mas por que
- 5:11:10que eu tô, porque isso aqui já é um
- 5:11:11ponto pro cara ter atenção, já que a
- 5:11:12gente vai se propor aqui a ensinar
- 5:11:13mecânica em alto nível. Presta muita
- 5:11:15atenção no que eu vou te dizer agora, tá
- 5:11:16bom? Quando a gente fala de velocidade,
- 5:11:18a gente tá tratando aqui a velocidade de
- 5:11:19modo puramente numérico, mas eu já quero
- 5:11:20que você fique alerta que a velocidade é
- 5:11:22uma grandeza escalar. Então, velocidade
- 5:11:25é uma grandeza vetorial. Perfeito.
- 5:11:27Vetorial, né? Falei modo escalar. Então,
- 5:11:28olha só, a velocidade ela é uma grandeza
- 5:11:30vetorial. O que significa dizer que ela
- 5:11:32é uma grandeza vetorial? Quer dizer que
- 5:11:33para ela ser bem definida e bem
- 5:11:34compreendida, você não precisa apenas de
- 5:11:35um número. Então não basta dizer 50
- 5:11:37km/h. A gente tem que apontar 50 km/h
- 5:11:40para onde. Ou seja, a gente precisa não
- 5:11:41apenas do número, tá bom? 30, 40, 50
- 5:11:44km/h, a gente também precisa do vetor.
- 5:11:46Tem algumas formas, tem duas formas de
- 5:11:47uma velocidade mudar, tá bom? A primeira
- 5:11:48delas é se o número mudar. Se o carro
- 5:11:50tava a 40 km/h, agora ele tá a 50. Eu
- 5:11:51quero que você diga, a velocidade mudou,
- 5:11:53o carro ficou mais rápido, não estamos
- 5:11:54trabalhando com isso aqui ainda. Mas se
- 5:11:56o teu pai fez uma curva, se o teu pai
- 5:11:57mudou de direção, a velocidade também tá
- 5:11:59mudando. Mesmo que permaneça em 50 km/h,
- 5:12:01mudar a direção da velocidade, do nada
- 5:12:03aponta para trás, isso é mudar a
- 5:12:04velocidade, tá bom? Então aqui nesse
- 5:12:05momento, o carro está com qual
- 5:12:06velocidade? Deixa eu apagar isso aqui. O
- 5:12:08carro tá com essa velocidade aqui.
- 5:12:09Digamos, o jeito certo de falar ela
- 5:12:10seria o quê? 50 km/h na horizontal e no
- 5:12:13sentido pra direita. A gente poderia
- 5:12:15dizer aqui, se o carro agora
- 5:12:16repentinamente ele vira, agora a
- 5:12:18velocidade dele mudou, é 50 km/h, porém
- 5:12:2050 km/h na horizontal e pr esquerda, tá
- 5:12:23bom? A gente vai inclusive numa equação
- 5:12:24matemática colocar isso aqui como -50
- 5:12:26km/h. Se a gente define que o sentido
- 5:12:28positivo da trajetória é esse aqui,
- 5:12:29então para cá que é o progresso, então
- 5:12:30quem tá indo pra esquerda, como é que a
- 5:12:31gente bota isso na matemática? Numa
- 5:12:32equação não dá para você dizer esquerda
- 5:12:33e direita. Então numa equação, um carro
- 5:12:35que tá indindo para trás já se prepara
- 5:12:36para isso. A gente vai botar como
- 5:12:36negativo. Detalhe, por enquanto, né, a
- 5:12:39gente tá dando aqui o tratamento para
- 5:12:40velocidade, que é um tratamento
- 5:12:41puramente escalar. O que quer dizer um
- 5:12:42tratamento puramente escalar? a gente
- 5:12:43não vai se preocupar com o vetor da
- 5:12:44velocidade, com nada disso. É só para
- 5:12:46você entender por que que a gente fala
- 5:12:47um movimento retil uniforme, que é pra
- 5:12:48gente dizer que a velocidade ela é
- 5:12:49completamente constante nesse caso. O
- 5:12:51cara vai ficar em linha reta. Ele não
- 5:12:52vai trocar nem mesmo o vetor da
- 5:12:53velocidade, tá bom? Um movimento
- 5:12:54uniforme, o carro pode fazer curva, ele
- 5:12:56pode fazer isso, mas a gente vai dizer
- 5:12:57que ele é o uniforme. Por quê? Porque o
- 5:12:58módulo da velocidade não está variando,
- 5:13:00correto? E agora o gráfico da
- 5:13:01velocidade. Esse aqui a velocidade é
- 5:13:02constante. Agora, e se fosse aqui um
- 5:13:03gráfico do deslocamento? Como é que
- 5:13:05funciona o deslocamento desse carro? O
- 5:13:07deslocamento é assim, ele vai crescendo
- 5:13:08numa linha reta, tá bom? Isso esse carro
- 5:13:10tiver de fato com uma velocidade
- 5:13:12positiva, uma velocidade a favor da
- 5:13:14trajetória. Ele vai qum 32, km 40,50
- 5:13:18e por aí vai, tá bom? Se a velocidade
- 5:13:19desse cara fosse negativa, assim como
- 5:13:21numa função do primeiro grau, né? Vamos
- 5:13:22dar uma olhada aqui, ó. Tem S = S0 + VT.
- 5:13:25O que que é isso aqui? Isso aqui é a
- 5:13:26nossa a nossa equação que vai dizer qual
- 5:13:27é a nossa posição, né? Qual é a posição
- 5:13:29de uma pessoa em função da velocidade e
- 5:13:30do tempo dela. Note que isso aqui é uma
- 5:13:32equação do primeiro grau. Esse S é o
- 5:13:33resultado. O resultado é Y ou f dex.
- 5:13:35Esse S0 aqui é o termo B. Lembra da
- 5:13:37equação do primeiro grau? O termo B é
- 5:13:38aquele termo que ele simplesmente já
- 5:13:40chega ali, ele é independente. Esse S0
- 5:13:42não vai mudar de forma alguma. É onde o
- 5:13:43cara começou. Então ele não não vai tá
- 5:13:44associado a uma multiplicação de
- 5:13:45variáveis. Esse V aqui é o A, que é
- 5:13:47justamente o coeficiente angular. E esse
- 5:13:49T aqui é aquele X que é a variável, tá
- 5:13:50bom? Então a gente injeta aqui um valor
- 5:13:51de x, que horas são, quanto tempo esse
- 5:13:52cara tá andando e a gente vai descobrir
- 5:13:54o nosso output, o nosso resultado que é
- 5:13:55o y aqui. Agora note, da mesma forma que
- 5:13:58numa função do primeiro grau, esse termo
- 5:13:59aqui é o B. Isso aqui é o que no gráfico
- 5:14:00é o S0, onde o cara começou. Então tem
- 5:14:02aqui esse eixo vertical que vai dizer
- 5:14:03qual é a posição do cara. E aí a gente
- 5:14:05vai ter que o valor de S0, por exemplo,
- 5:14:06aqui seria o qum 32. O cara começou no
- 5:14:08quilm 32 e depois de, deixa eu puxar,
- 5:14:10depois de um tempo de 1 12 hora, né?
- 5:14:12Então 1 sobre 12 hor, se esse eixo aqui
- 5:14:14de tempo tiver em hora, ele foi parar
- 5:14:15onde? Ele foi parar aqui. Ele chegou na
- 5:14:17posição do quilômetro 41. Esse gráfico
- 5:14:20aqui é realmente uma coisa muito
- 5:14:21importante que você domine ele desse
- 5:14:22jeito que eu tô te explicando, tá bom? E
- 5:14:23também importante, acho que é uma coisa
- 5:14:24que pode ser eu diferenciar algumas
- 5:14:25questões, saber o que que quanto maior a
- 5:14:26velocidade, mais essa reta vai ser
- 5:14:28angulada para cima, assim como é o
- 5:14:29coeficiente angular, né? Então o que que
- 5:14:30seria isso aqui? seriam três caras
- 5:14:32começando do mesmo lugar do quilôm 32,
- 5:14:34mas cada um tá mais rápido do que o
- 5:14:35outro. Mas todas as velocidades estão
- 5:14:36constantes. As velocidades, pode ver que
- 5:14:38ela, a velocidade não varia. Mas Pedro,
- 5:14:39pera aí, esse gráfico aqui tá crescendo,
- 5:14:40eu sei. Mas é que a velocidade constante
- 5:14:42faz justamente isso. Isso aqui não é a
- 5:14:43velocidade, isso aqui é a posição. A
- 5:14:44velocidade do cara tá constante, tá
- 5:14:45idêntica e aí a posição desse cara vai
- 5:14:47variando de modo linear, tá bom? Se esse
- 5:14:50cara não tivesse nenhuma velocidade, ele
- 5:14:51estaria parado e aí a posição desse cara
- 5:14:52estaria assim, né? Se a velocidade dele
- 5:14:53fosse zero, a posição dele não estaria
- 5:14:54tendo qualquer variação, tá? Então, a
- 5:14:56variação de posição é causada pela
- 5:14:57manutenção da velocidade constante.
- 5:14:58Depois a gente vai explorar o que que
- 5:14:59acontece com a posição quando a
- 5:15:00velocidade ela vai ficando cada vez mais
- 5:15:01rápida. Outra coisa, esses gráficos eles
- 5:15:03poderiam estar como? Poderia ter um cara
- 5:15:04que ele começou do zero lá, não começou
- 5:15:06do quilôm 32 e ele está mais rápido do
- 5:15:08que todo mundo. Ele tá numa velocidade
- 5:15:09mais rápida e ele vai rapidamente
- 5:15:10ultrapassar todos os outros. Você vai
- 5:15:11ver que a angulação da reta dele é
- 5:15:13extrema. Poderia ter um cara ainda que
- 5:15:14tá no quilôm 32 e ele tá fazendo o quê?
- 5:15:16Tá indo para trás. O cara tá no quilôm
- 5:15:1732. Mas você vê que a posição dele,
- 5:15:19Pedro, como assim tá indo para trás?
- 5:15:20Parece que mesmo assim ele tá indo pra
- 5:15:21frente. Não, o que ele tá indo pra
- 5:15:22frente é o tempo. O tempo se desloca pra
- 5:15:24frente nesse eixo aqui. Mas esse cara tá
- 5:15:26para baixo, ó. Posição 32. Agora ele tá
- 5:15:27aqui, posição 20. Agora ele tá aqui,
- 5:15:28posição zero. Pedro, posição -10 é o
- 5:15:30quê? Tem uma placa lá que tá escrito
- 5:15:32zero, né? Então -10 seria 10 km para
- 5:15:34trás dessa placa. Isso é um sistema de
- 5:15:35referência, não é que exista um lugar
- 5:15:36que é o -10 de fato. Ok? Pronto. Agora
- 5:15:39você tá com uma visão bem sólida da
- 5:15:40coisa. A gente vai pegar alguns aspectos
- 5:15:41ainda interessantes nas questões, certo?
- 5:15:43teoria então está blindada e a gente se
- 5:15:45vê daqui a pouco. Fala galera, professor
- 5:15:47Pedro Assad na área. Agora a gente vai
- 5:15:48pegar algumas questões para você
- 5:15:49realmente aprender como que isso aqui
- 5:15:50cai na prova, tá bom? A primeira coisa
- 5:15:51antes da gente ir de fato pr as questões
- 5:15:53do Enem, eu quero te habituar com isso
- 5:15:54aqui, tá bom? Isso aqui é um problema
- 5:15:55que ele é relativamente mais
- 5:15:56sofisticado, já tem um tempo que não cai
- 5:15:57na prova, mas pode cair esse ano, eu
- 5:15:58quero te deixar blindar, tá? Então tem
- 5:15:59dois carros que eles estão em rota de
- 5:16:01colisão, tá bom? Tem um que tá 30 km/h e
- 5:16:03outro que tá 20 km/h, tá indo um na
- 5:16:04direção do outro, eles vão bater com
- 5:16:05toda a certeza, né? A posição deles é o
- 5:16:07seguinte, esse cara tá no quilômetro z0
- 5:16:08da rodovia e esse aqui está no
- 5:16:09quilômetro 100 da rodovia, tá bom? Isso
- 5:16:11aqui são placas que tem lá indicando
- 5:16:12qual quilômetro. Como é que você faz
- 5:16:13para saber duas coisas? Primeira coisa,
- 5:16:15onde eles vão bater? Em que ponto da
- 5:16:16estrada eles vão bater? E segunda coisa,
- 5:16:18em quanto tempo eles vão bater? Qual vai
- 5:16:19ser o tempo que ele vai levar para
- 5:16:20bater. Vou te mostrar duas formas de
- 5:16:22resolver isso. A primeira é o seguinte,
- 5:16:22você precisa de S = S0 + VT. Para cada
- 5:16:26um deles, você vai equacionar a posição
- 5:16:27deles. Então, S = S0 + VT vai me dizer o
- 5:16:29quê? Vai me dizer qual é a posição
- 5:16:31desses caras. Só que eu vou fazer uma
- 5:16:33equação para cada um, tá bom? Então,
- 5:16:33essa aqui é a posição do primeiro carro.
- 5:16:35Essa é a posição do segundo carro. Como
- 5:16:36é que eu escrevo a posição do primeiro
- 5:16:37carro? Olha, é onde ele começou. Vou
- 5:16:38considerar zero aqui. E vt é a
- 5:16:39velocidade dele, que é o quê? 30 x T.
- 5:16:41Pedro, duas incógnitas não tem problema,
- 5:16:43porque tu vai ter duas equações também.
- 5:16:44Então, a gente faz um sistema, duas
- 5:16:45incógnitas e duas equações. Agora, a
- 5:16:47posição do segundo carro é o quê? É S0.
- 5:16:49Note que ele já começa aqui no 100. E
- 5:16:51muito cuidado agora, se tu botar aqui
- 5:16:53que a velocidade dele é 20 x t, vai dar
- 5:16:55errado, porque a velocidade dele é 20
- 5:16:56km/h. Porém, note que essa velocidade
- 5:16:58aqui tá indo pra esquerda. Como a gente
- 5:16:59nessa questão tá obviamente considerando
- 5:17:00que o referencial positivo é pra
- 5:17:02direita, que o nosso movimento acontece
- 5:17:03progressivamente pra direita, então tudo
- 5:17:05que é pra esquerda a gente vai
- 5:17:06referenciar como uma velocidade
- 5:17:07negativa, tá bom? Então esse esse mais
- 5:17:09aqui vai virar um menos, porque no lugar
- 5:17:10do 20, no lugar do vou botar -20, então
- 5:17:12vai ficar - 20. Deixa eu colocar aqui de
- 5:17:13azul também, - 20t. Pronto, tá tudo
- 5:17:16estruturado. Lembrando de colocar tudo
- 5:17:17sempre ou em quilômetro, quilômet/h e ou
- 5:17:19tudo em metro met/s. Tá? Então agora o
- 5:17:21que que a gente faz? A gente impõe a
- 5:17:21condição da batida. A condição da batida
- 5:17:23é que S1 seja igual a S2. A gente quer
- 5:17:24que eles estejam exatamente no mesmo
- 5:17:25espaço e ao mesmo tempo. Então o tempo
- 5:17:27aqui o que é T para um também é T pro
- 5:17:29outro. Substitui aqui. S1 é o quê? S1 é
- 5:17:3130T. S2 é o quê? É 100 - 20t. Copia
- 5:17:35aqui. 100 - 20t.T. Agora passa o - 20t
- 5:17:37pro outro lado, vai ficar 20t positivo,
- 5:17:39né? Então 30t + 20t você vai ter 50t e
- 5:17:42do outro lado você vai ter aqui 100.
- 5:17:43Passa o 50 para cá, apaga ele daqui.
- 5:17:45Tempo é igual a 100/ 50. Isso dá o quê?
- 5:17:472 horas. 100/ 50. Por que que isso aqui
- 5:17:49tá em hora? Porque tudo aqui eu coloquei
- 5:17:51em quilômetro, em quilômet/h e eu
- 5:17:52encontro o tempo também. Ou seja, em 2
- 5:17:54horas eles vão bater. Faz sentido, né?
- 5:17:55Porque 100 km é uma distância muito
- 5:17:57grande, é uma estrada muito grande essa
- 5:17:58daqui. E eles estão numa velocidade
- 5:17:59muito baixa, 30 km/h e 20 km/h. Então
- 5:18:02por isso que eles vão levar duas horas
- 5:18:02para bater. Porém, existe um outro jeito
- 5:18:04muito importante que é o seguinte.
- 5:18:06carros que estão um na direção do outro,
- 5:18:08você pode fazer a velocidade relativa
- 5:18:09entre eles. Você pode fingir que esse
- 5:18:10carro aqui é como se fosse um muro e aí
- 5:18:12você coloca esse carro aqui com 50 km/h.
- 5:18:14Tá bom? Por que que eu coloquei 50 km/h?
- 5:18:16Eu somei as velocidades. Se você bater
- 5:18:17em alguém, você tá dirigindo teu carro a
- 5:18:1860 km/h, tu bate em outro carro que tá a
- 5:18:2080 km/h, isso é como se você tivesse
- 5:18:21batido no muro a 140/h. A gente soma as
- 5:18:23velocidades. Se eu tô te perseguindo, eu
- 5:18:25tô a 50 km/h e você tá fugindo de mim a
- 5:18:2710 km/h, na verdade é como se eu tivesse
- 5:18:29te perseguindo a 40 por hora e você
- 5:18:30fosse um objeto parado, tá? Então, se eu
- 5:18:32tô a 80 km/h atrás de tu e tu tá a 60
- 5:18:34km/h fugindo, qual é a velocidade
- 5:18:35relativa entre a gente? É 20 km/h. Eu
- 5:18:36posso tirar 60 dos dois e sobra 20 para
- 5:18:38mim e você fica zero. Então essa é uma
- 5:18:40outra forma de resolver esse problema.
- 5:18:41Já que é 30 para cá e 20 para cá, a
- 5:18:43gente vai falar: "Cara, é como se fosse
- 5:18:45o quê? Um único carro". Tá? Então pega
- 5:18:47aqui S = S0 + VT. É como se fosse um
- 5:18:49único carro que começa na posição zero.
- 5:18:51A velocidade dele é 50, porque eu tô
- 5:18:52somando esse 30 com esse 20. Esse carro
- 5:18:54aqui eu vou considerar que ele é um
- 5:18:55bloco, ele não anda, ele é como se
- 5:18:56tivesse parado. E ele tá a 100 km de
- 5:18:58distância de mim. Então eu preciso
- 5:18:59percorrer o quê? Preciso percorrer esses
- 5:19:01100 km aqui de distância. Nesse momento
- 5:19:03eu vou tá apto a encontrar o tempo. No
- 5:19:04outro caso, eu encontrei o tempo de 2
- 5:19:05horas, certo? E aí agora eu vou ficar o
- 5:19:06quê? Com a mesma coisa. 100 dividido por
- 5:19:0850. Passei o 50 para cá. Isso é igual o
- 5:19:10tempo que é de 2 horas. Pedro, e se eu
- 5:19:12quiser encontrar agora o local da
- 5:19:13batida, porque tu encontrou o tempo da
- 5:19:14batida. E para eu encontrar agora o
- 5:19:15local da batida, é só você pegar e
- 5:19:16pensar assim, tá? Em 2 horas o que que
- 5:19:18acontece? Lembra do outro exemplo? A
- 5:19:19gente encontrou duas horas. Então,
- 5:19:20passadas 2 horas eles vão bater. Agora
- 5:19:22vamos pensar o seguinte, né? A gente
- 5:19:23saiu já do problema da velocidade
- 5:19:24relativa, encontramos duas horas também.
- 5:19:25Agora, como que a gente usa esses duas
- 5:19:26horas para descobrir de fato quando que
- 5:19:27esse cara vai bater? É só a gente pegar
- 5:19:29qual era a equação da posição horária
- 5:19:30desse carro aqui. A equação dele não era
- 5:19:31S é igual o S0 dele não vale nada. Então
- 5:19:34era igual a 30T, não é isso? 30T. A
- 5:19:36gente só vai substituir o T que a gente
- 5:19:38encontrou aqui. Bota o T que a gente
- 5:19:38encontrou aqui. A gente vai encontrar o
- 5:19:39quê? 30 x 2 60. No qum 60 eles vão
- 5:19:43bater. Faz sentido, né? Não é no meio do
- 5:19:45caminho que eles batem, é no qum 60. É
- 5:19:46um pouco mais para cá. Quando eles
- 5:19:47batem, esse carro conseguiu andar mais
- 5:19:48do que esse aqui. Se você substituir
- 5:19:50isso na equação desse aqui, o que que
- 5:19:50você encontra nis? Isso aqui é bem
- 5:19:51interessante, né? S = S0 + VT. Mas a
- 5:19:54equação desse carro aqui é o quê? S = S0
- 5:19:56dele é 100. VT dele é - 20 x t. Bota
- 5:20:00agora aqui o tempo. Botou 2 horas aqui.
- 5:20:02O que que vai acontecer, né? Em 2 horas
- 5:20:03ele vai tá onde? 100 - 20 x 2. Então vai
- 5:20:06ficar 100 - 40. Vai dar pra gente o quê?
- 5:20:0960. O que que acontece aqui? Por que que
- 5:20:11a gente tem esse 60? Porque é justamente
- 5:20:12no quilômetro 60 que ele vai ter essa
- 5:20:14colisão, tá bom? Então a gente encontra
- 5:20:15o mesmo resultado, vai ser na posição.
- 5:20:16Esse 60 é uma posição universal, é o
- 5:20:18quilôm 60 da estrada. Deu a mesma
- 5:20:19resposta. E é isso. Agora a gente
- 5:20:20seguindo aqui para as nossas questões.
- 5:20:21Dá uma olhada como que isso aqui
- 5:20:22realmente cai na prova, tá? Nesse caso,
- 5:20:24a gente começa lendo o enunciado, né?
- 5:20:25Especialmente que talvez você esteja
- 5:20:26assistindo esse vídeo aqui em ritmo de
- 5:20:27reta final, é importantíssimo que você
- 5:20:29fique atento a isso, né? Então nesse
- 5:20:30caso, qual foi a velocidade final
- 5:20:31registrada pelo aparelho? Não sei. Tem
- 5:20:32que ler. Nas estradas brasileiras tem
- 5:20:33vários apares com finalidade, tá bom? Em
- 5:20:35uma rodovia cuja velocidade máxima
- 5:20:36permitida de 80 km/h, tá bom? Esse aqui,
- 5:20:38ó, 80 km, só para você entender, vezes
- 5:20:40hora elevado-1, é porque a gente pode
- 5:20:41passar sempre uma potência para baixo
- 5:20:43invertendo o sinal dos pães. Então tu
- 5:20:44passa, fica hora elevado 1, que é a
- 5:20:45mesma coisa que hora, então 80 km/h,
- 5:20:47muitas vezes se escreve com esse hora
- 5:20:48elevado -1. Tem gente que já na hora
- 5:20:49fica a como assim hora menos 1? É a
- 5:20:51mesma coisa. Tá bom? Então um carro
- 5:20:52percorre a distância de, olha isso, o
- 5:20:54carro andou 50 cm. E ele andou e ele fez
- 5:20:56isso num tempo de 20 msos. Ele te
- 5:20:58forneceu tudo que você precisa para
- 5:20:59calcular a velocidade. Forneceu, te
- 5:21:00forneceu uma distância e o carro andou
- 5:21:01aqui centímetro e te forneceu um tempo
- 5:21:02que é de 20 milisundos, né? Cada milundo
- 5:21:04é um milésimo de 1 segundo, né? Então 20
- 5:21:06msundos você faz 20 x 10 elevado-3, tu
- 5:21:08vai descobrir quantos segundos que são.
- 5:21:10Mas vamos lá, nem sei se a gente quer em
- 5:21:11segundos, né? Provavelmente a gente quer
- 5:21:12em 1 km/h de acordo com a resolução blá
- 5:21:13blá blá do concelho nacional de transpar
- 5:21:15essa velocidade aqui até que a
- 5:21:16velocidade seja até 100 km/h. A
- 5:21:18velocidade medida pela par tem
- 5:21:19tolerância de mais 7 km/h. Então olha
- 5:21:20só, se um radar te pegar e ele perceber
- 5:21:22que você tá a 80 km/h, ele na verdade
- 5:21:24vai dizer no no sistema dele que você tá
- 5:21:26a 87, tá? Então vai ser a tolerância, tá
- 5:21:28bom? Por isso que ele botou bem claro
- 5:21:29aqui mais 7 km/h. Essa é a única forma
- 5:21:30do radar não te multar, tá? Então o
- 5:21:32limite de velocidade aqui e não, ele não
- 5:21:33vai dizer que tá 87, ele vai tirar isso
- 5:21:35de você. Justamente é o contrário, né?
- 5:21:36Falei vai dizer isso. Eu vou deixar na
- 5:21:38aula. É porque por que que eu vou deixar
- 5:21:39isso na aula? uma coisa muito preciosa
- 5:21:40para você ficar atento com isso. Para
- 5:21:42você ficar atento com isso é reflexão, é
- 5:21:44qualquer pessoa de altíssimo desempenho
- 5:21:46pode se confundir com isso. Então na
- 5:21:47hora da questão tome muito cuidado, tá
- 5:21:48bom? Porque esse mais sete aqui não é
- 5:21:49que é para você por que que eu percebi o
- 5:21:51meu erro aqui, né? Antes mesmo de você
- 5:21:52falar, eu percebi porque eu falei:
- 5:21:53"Peraí, não faz sentido. Eu tô 80, o
- 5:21:54radar vai me punir, vai dizer que eu tô
- 5:21:5587". É o contrário, né? O próprio radar
- 5:21:58>> é que vai ter essa tolerância. Então o
- 5:22:00radar não vai mudar o que ele ele, ele
- 5:22:01vai dizer o seguinte, o máximo aqui é 80
- 5:22:03km/h, mas a única forma dele fazer isso,
- 5:22:04ele quando você passar a 87 km/h, ele
- 5:22:07vai fazer o quê? vai tirar sete de você,
- 5:22:08vai falar: "Não, esse cara tá 80, esse
- 5:22:09cara tá 80". Ele vai medir primeiro 87,
- 5:22:11depois ele vai tirar sete e não vai te
- 5:22:12multar porque isso foi pro sistema dele,
- 5:22:13tá bom? Além da velocidade máxima
- 5:22:14permitida na via. Então, considere a
- 5:22:16velocidade final registrada no carro é o
- 5:22:17valor medido. Olha isso aqui, ele
- 5:22:18ajudou. Ele falou: "A velocidade final
- 5:22:19registrada do carro, qual é a velocidade
- 5:22:21final?" Ó, a final que o radar manda lá
- 5:22:23pro pro órgão de trânsito é o valor
- 5:22:25medido, descontado o valor da
- 5:22:27tolerância. Então aqui tá claro, né? A
- 5:22:29gente ia perceber descontado, mediu que
- 5:22:30o carro tá 87, desconta 7. Então, qual
- 5:22:32foi a velocidade final registrada pelo
- 5:22:34aparelho? Ou seja, eu descubro a
- 5:22:35velocidade desse carro e depois disso
- 5:22:37>> eu tiro sete. Desconto sete é muito
- 5:22:38importante, tá bom? Como é que funciona
- 5:22:39um radar? Tá bom? Ele vai ter um ponto
- 5:22:41aqui e um ponto aqui. Ele vai tirar uma
- 5:22:42foto do teu carro aqui e depois uma foto
- 5:22:43do teu carro aqui. Ele vai dizer o
- 5:22:44seguinte, ó, esse carro andou um del S e
- 5:22:46o radar vai contar. Ele fez isso em
- 5:22:47quanto tempo? Fez isso num certo tempo.
- 5:22:48Vai dividir, vai descobrir tua
- 5:22:49velocidade com base nisso. Só isso. Lá
- 5:22:51nos Estados Unidos é muito comum, né, o
- 5:22:53policial ele pegar tua velocidade
- 5:22:54olhando para você. Tu passa por um local
- 5:22:56da pista, assim que tu passa, ele aciona
- 5:22:57um cronômetro e quando tu chega lá, ele
- 5:22:58sabe que tu andou 100 m, mas se tu tiver
- 5:23:00andado 100 m e ele acionar o cronômetro,
- 5:23:02demorou 2 segundos para tu andar 100 m.
- 5:23:03100 m em 2 segundos, ele fala 50 m/sund
- 5:23:05de velocidade, tá rápido para
- 5:23:06180 km/h, tá? Então isso é muito
- 5:23:08importante você ter em mente como que
- 5:23:09funciona essa medição, porque esse é um
- 5:23:10contexto muito explorado na prova. Então
- 5:23:11vamos lá. O mecanismo de resolução da
- 5:23:13questão é o quê? Del S sobre T. O
- 5:23:15problema da questão é o seguinte, né? O
- 5:23:16del S que ele me deu aqui é 50 cm e o
- 5:23:19delta t que ele me deu aqui é 20
- 5:23:21msundos. Para eu encontrar isso em
- 5:23:22kilôm/h, eu preciso dar um jeito de
- 5:23:23levar o centímetro para qu km/h. Como
- 5:23:25que eu faço para levar centímetro para
- 5:23:26km/h? Olha só, isso aqui é uma
- 5:23:27multiplicação, é 50 x cm, tá bom? Meu
- 5:23:29objetivo não é transformar o centímetro
- 5:23:31em quilômetro. centímetro. Eu quero que
- 5:23:32vire quilômetro. Quilômetro é quantas
- 5:23:34vezes maior do que centímetro? Então
- 5:23:36pensa no metro, né? O centímetro tá 100
- 5:23:37vezes menor. Então do centímetro pro
- 5:23:38metro aumentou 100 vezes. E do metro pro
- 5:23:40quilômetro aumentou 1000 vezes. Então
- 5:23:41aumentou 100, aumentou 1000, aumentou no
- 5:23:42total 100.000 vezes. Ou seja, 105. Já
- 5:23:45que eu estou passando centímetro para
- 5:23:46quilômetro, que que eu tô fazendo? Essas
- 5:23:47coisas são inversamente proporcionais,
- 5:23:49né? Coisas que se multiplicam
- 5:23:50inversamente proporcionais. Galera, eu
- 5:23:51vou subir no nível da aula cada vez
- 5:23:52mais, tá bom? Então eu vou dar que vocês
- 5:23:53já sabem isso. Então vamos lá. Eu tô
- 5:23:55indo de centímetro para quilômetro. Essa
- 5:23:56não é uma unidade que ela é 10 a quinta
- 5:23:57vezes maior? Sim. Então o número vai ter
- 5:23:59que ser reduzido em 10 a qu vezes. O
- 5:24:00número vai ter que ficar o quê? 50 x 10
- 5:24:02el -5 e esse 20 msundos, eu quero passar
- 5:24:05esse milisso aqui para quê? Não é para
- 5:24:07segundo. Eu quero passar esse milundo
- 5:24:08aqui pra hora, mas não tem uma conversão
- 5:24:10direta, né, puramente com potência de
- 5:24:1210, em que a gente vá de segundo para
- 5:24:14hora, tá bom? Porque é outro sistema de
- 5:24:15unidades. Então, primeira coisa, vamos
- 5:24:16passar apenas o milisegundo para
- 5:24:17segundo. Vamos fazer isso, ó. De
- 5:24:18miissegundo para segundo, olha, de
- 5:24:19milisundo para segundo, eu tô indo para
- 5:24:20uma unidade que é 1000 vezes maior.
- 5:24:21Então, o número tem que ser multiplicado
- 5:24:22por 10 a -3 para compensar esses 1000
- 5:24:24vezes maior ou tem que ser dividido por
- 5:24:251000, que vai dar a mesma coisa que
- 5:24:26multiplicar por 10 a - 3. Então, boto
- 5:24:28aqui 20 x 10 - 3. Isso aqui tá em quê?
- 5:24:30Isso tá em segundo, mas para isso aqui
- 5:24:31ficar em hora, eu ainda preciso
- 5:24:32multiplicar o quê? Para 1 segundo virar
- 5:24:331 hora, só você pensar assim, né? Tenho
- 5:24:34aqui 1 hora, 1 hora é a mesma coisa do
- 5:24:36que 3600 segundos. Se eu tenho 1
- 5:24:38segundo, então quantas horas é isso?
- 5:24:39Você vai perceber, po, poderia gerar
- 5:24:40alguma dúvida, né? Mas você vai perceber
- 5:24:41que fica, passa para cá, 1 sobre 3600,
- 5:24:44tá bom? Então você estaria descobrindo
- 5:24:46aqui em kilôm/s. Mas se você pega esse
- 5:24:47tempo em segundo aqui e divide pelo
- 5:24:493600, aí você vai descobrir em kilôm/h,
- 5:24:51tá resolvida a questão. Agora é só
- 5:24:53desvendar aqui essa matemática aqui, no
- 5:24:54caso, e você vai encontrar a resposta,
- 5:24:56tá bom? Como que você faz isso aqui
- 5:24:57agora? Você repete a primeira fração,
- 5:24:59né? Então você tem aqui isso aqui. Ou
- 5:25:00você pode também só passar esse 3600 lá
- 5:25:02para cima, né? Mas quem quiser repete a
- 5:25:03primeira, multiplica pelo inverso da
- 5:25:04segunda, vai ficar aqui dividido por 20
- 5:25:06x 10 a -3 e o 3600 vem parar aqui em
- 5:25:09cima. Agora a gente pega o 10 a -3,
- 5:25:10passa para cima com a potência
- 5:25:11invertida, fica 10 a 3. Tira ele daqui,
- 5:25:13simplifica aqui, simplifica aqui. 5
- 5:25:14dividido por 2, dá 2,5. Essa parte toda
- 5:25:16aqui já sumiu, virou o 2,5. Esse 10 a -5
- 5:25:19aqui, vou misturar ele com esse 10 a 3,
- 5:25:21né? Repete a base soma do expoente.
- 5:25:22Fiquei ainda tinha 10 a -5, paguei três
- 5:25:24do que eu devo fiquei ainda devendo -2.
- 5:25:26Multiplicando aqui, eu corto esses dois
- 5:25:27zeros aqui. Tchau para você. 2,5 x 36,
- 5:25:29dobra o 36 e bota metade dele. Dobrou
- 5:25:3036, 72, botou metade dele mais 18, ficou
- 5:25:3290. 90 km/h. Que que você faz nessa
- 5:25:34hora? Marca lá nas alternativas. 90
- 5:25:36km/h, cadê? Marca aqui a letra D, marca
- 5:25:38no cartão, vai para casa. Chega em casa,
- 5:25:39vai ver a correção do gabarito. Ah,
- 5:25:40sacanagem, essa prova tá roubando. Essa
- 5:25:42questão tem que ser anulada lá na hora.
- 5:25:43E na verdade não é porque tu esqueceu de
- 5:25:44uma parte, né? 90 km/h, desconto agora
- 5:25:46tolerância, vai para 83 km/h. Agora sim,
- 5:25:48está resolvido. Tá bom. Próximo. Vamos
- 5:25:50fazer bem rápido ali. Ele usou tamanhos
- 5:25:51pequenininhos, né? Às vezes ele usa
- 5:25:52tamanhos muito grandes. Então, olha só.
- 5:25:54Blá blá blá. Tem uma sonda espacial, não
- 5:25:55sei que ela atingiu o ponto mais
- 5:25:56próximo, não sei quê. do Plutão. Nesse
- 5:25:58instante, a distância das sondas, esquec
- 5:25:59de ler o enunciado, no momento da máxima
- 5:26:00aproximação de Plutão. Então, imagina,
- 5:26:02ela tá lá perto de Plutão, o valor mais
- 5:26:03próximo do tempo decorrido entre o envio
- 5:26:05de uma imagem pela antena transmissora
- 5:26:07da soma e sua recepção por uma antena na
- 5:26:08Terra, não sei. Tá perguntando tempo
- 5:26:10decorrido. Espero que se ele tá
- 5:26:11perguntando isso, ele tenha me dado
- 5:26:12alguma velocidade. Espero que eu consiga
- 5:26:13entender um del S para eu poder calcular
- 5:26:15o tempo, senão nem sei como é que eu vou
- 5:26:16fazer nesse caso aqui. Então, vamos lá.
- 5:26:17Nesse instante, a distância da sonda pra
- 5:26:19Terra era 5 bilhões de quilômetros. E as
- 5:26:21primeiras imagens de Plutão não chegaram
- 5:26:23à Terra instantaneamente quando
- 5:26:24enviadas, porque elas foram enviadas na
- 5:26:25velocidade da luz. qualquer
- 5:26:26radiofrequência, a gente vai aprender
- 5:26:27isso ondulatório, ela viaja no vácuo na
- 5:26:28velocidade da luz, tá bom? Então,
- 5:26:29qualquer tipo de onda do espectro
- 5:26:30eletromagnético tem essa velocidade.
- 5:26:31Então, ele me deu uma velocidade aqui,
- 5:26:32me deu uma distância e falou que nem
- 5:26:33assim o negócio chega na hora, porque é
- 5:26:35muita distância, então mesmo na
- 5:26:36velocidade da luz demora para caramba.
- 5:26:37Que que você faz? Você substitui aqui,
- 5:26:38ó, quer descobrir o quê? O tempo
- 5:26:40decorrido em segundos. Então, tenho a
- 5:26:42intenção de colocar isso aqui em metro,
- 5:26:44colocar isso aqui em met/sund, que aí eu
- 5:26:46descubro isso aqui em segundos. Graças a
- 5:26:47Deus, ele me deu a velocidade da luz em
- 5:26:48met/ segundo. Então, 3 x 10 elevado 8
- 5:26:50m/s. Agora esse del s tem que estar em
- 5:26:51metro. Cuidado, porque ele tá em 5
- 5:26:53bilhões de kilômetros. Vamos traduzir 5
- 5:26:54bilhões de km. inco. Que que significa
- 5:26:56bilhão? Bilhão significa 10 a 9. Boto 10
- 5:26:57a 9. Só que isso aqui permanece estando
- 5:26:59em quilômetro. O número que tá em
- 5:27:00quilômetro, eu quero passar para metro,
- 5:27:01eu simplesmente multiplico por 10
- 5:27:02elevado-3. Então multiplico aqui por 10
- 5:27:04elevado-3. E agora esse número vai para
- 5:27:06metro. Pode ver que se tu tivesse ali.
- 5:27:08Calma aí. Isso estava aqui em
- 5:27:09quilômetro, né? Multiplico por 10 a 3,
- 5:27:10viu? Já ia dar mais uma gafa aqui. Então
- 5:27:12multiplico por 10 a 3, né? Por quê?
- 5:27:13Porque eu raciocínio na hora da prova.
- 5:27:14Eu, pô, eu nunca cometo nenhum tipo de
- 5:27:15engano tão básico assim na prova. Não é
- 5:27:17porque eu também não tenho desatenção, é
- 5:27:18porque eu consigo raciocinar. Eu eu
- 5:27:20escrevi 10 a -3. Eu falei: "Pera aí,
- 5:27:21quilômetro para met 10 a -3?" Não é?
- 5:27:23Quilômetro para met 10 a 13. tem 1 km,
- 5:27:24eu tenho 1000 m. Então 10 a 3 aqui. E
- 5:27:26agora eu vou descobrir o tempo. O tempo
- 5:27:27vai aparecer aqui embaixo. E isso aqui
- 5:27:29já foi convertido para metro, né? Porque
- 5:27:30aqui a gente tinha quilômetro, bilhão de
- 5:27:31quilômetro. Perfeito. Botei em metro
- 5:27:33aqui. Passa o tempo para cá e traz o 3 x
- 5:27:3510 a 8 para cá. Então 3 x 10 a8 vai vir
- 5:27:37para cá e o tempo vai ficar aqui. Vamos
- 5:27:38descobrir o tempo agora em segundo,
- 5:27:39porque botamos isso aqui em metro/
- 5:27:41segundo, né? Ainda a gente tem aqui a
- 5:27:43distância em metro. Isso aqui tá em
- 5:27:44met/s. Vai encontrar o tempo agora em
- 5:27:45segundo, tá bom? Pega esse 10 a 8, passa
- 5:27:47para cima como 10 a -8. Passei. Junta
- 5:27:49ele com esse 10 a 9. 10 a 9 com 10 a -8.
- 5:27:51Repete a base soma do expoente ficou
- 5:27:53apenas com 10 a 1. Mistura isso aqui, tu
- 5:27:54vai ficar com 10 a4. Agora primeiro a
- 5:27:56gente, né, pode pode fazer como você
- 5:27:57quiser aqui, né? Mas a gente vai ter 5 x
- 5:27:5910 a 4. Dá uma olhada nas alternativas
- 5:28:00agora. Pronto. Isso é fundamental.
- 5:28:01Quando eu vejo que o cálculo ficou
- 5:28:02estranho, eu já olho para as
- 5:28:02alternativas para ver o que que ele vai
- 5:28:03querer de mim. Tô vendo que ele vai
- 5:28:05querer isso aqui em notação científica.
- 5:28:07Então vou fazer logo 5 dividido por 3,
- 5:28:09tá bom? Que dá 1,66.
- 5:28:11>> Só é só teria uma alternativa.
- 5:28:12>> Só uma alternativa. Então tem 1,66 x 10
- 5:28:14à qu V10 à qu só tem duas, só que uma
- 5:28:16delas é 34 e outra é 1,7. Perfeito,
- 5:28:19perfeito, perfeito. É isso mesmo. Então
- 5:28:20a gente encontrou aqui 1,66 x 104, né?
- 5:28:22Ele perguntou o quê? O valor da imagem,
- 5:28:24o tempo mais próximo, né? Então
- 5:28:25justamente por isso que ele não quer um
- 5:28:26tempo exato. É 1,7 x 10 à4. Tá
- 5:28:28resolvido. Mais uma questão com o mesmo
- 5:28:29contexto de medição de velocidade. Vamos
- 5:28:31fazer essa aqui com muita, muita, muita
- 5:28:32velocidade. Ele coloca aqui, dá para ver
- 5:28:34que um dos radares que nem um desenho
- 5:28:35que eu fiz nele tá aqui, o outro tá
- 5:28:36aqui. É 2,1 km que ele vai ter que
- 5:28:38percorrer o carro, né? Mas o cara fez
- 5:28:39isso aqui. Olha, isso aqui ele
- 5:28:40explicando o funcionamento radar. Não
- 5:28:41vou ler, se você quiser sa ler, você vai
- 5:28:42ver que é o que que eu já expliquei. E
- 5:28:43ele fal, ele fez esse percurso em 1
- 5:28:44minuto e 24 segundos. Quantos
- 5:28:46quilômetros/h esse cara estava, né? A
- 5:28:48quantos quilômetros/hora esse cara
- 5:28:49estava? O valor exibido na placa deve
- 5:28:50ser o maior possível entre os que
- 5:28:51atendem as condições. A placa de
- 5:28:52sinalização informa que a velocidade que
- 5:28:54atende essas condições. Um teste
- 5:28:55realizou que o o tempo mínimo é esse.
- 5:28:57Perfeito. Ele quer essa velocidade aqui
- 5:28:58na placa. Tá bom, galera? Velocidade é
- 5:29:01del S sobre T. Ele me falou que o cara
- 5:29:03percorreu 2,1 km. Ótimo. Eu quero em
- 5:29:05qu/h, já está em quilômetro. Mas ele
- 5:29:07falou que ele fez isso em 1 minuto e 24
- 5:29:09segundos. Como é que eu vou fazer aqui?
- 5:29:10Já vou converter para segundos. Ele fez
- 5:29:11isso em 84 segundos, tá bom? Então isso
- 5:29:13aqui já é uma coisa inteligente, né?
- 5:29:14Somei aqui 60 + 24, encontrei 84
- 5:29:16segundos. Agora quero encontrar isso
- 5:29:17aqui em kilôm/h. Como é que eu faço para
- 5:29:18converter um número que ele tá em
- 5:29:20segundos e eu quero que ele que ele
- 5:29:21fique em hora? Eu divido ele por 3600.
- 5:29:23Então dividi aqui por 3600. Agora repete
- 5:29:25a primeira e multiplica pelo inverso da
- 5:29:26segunda. O 3600 vai vir para cá. Então
- 5:29:28tenho 2,1 x 3600 divido por 84. Já
- 5:29:31percebo que o 21 e o 84 são múltiplos,
- 5:29:33né? 21 e eh 4 x 21 vai dar 84. Então ó,
- 5:29:36eu vou tirar um zero daqui primeiro e
- 5:29:38vou multiplicar isso aqui, tá bom?
- 5:29:39Passei esse zero para cá para esse cara
- 5:29:40virar exatamente o 21. Agora que ele não
- 5:29:42é o 2,1, ele virou 21 x 360. Divide por
- 5:29:4421 em cima, divide por 21 em baixo, fica
- 5:29:454. 360 divido por 4, todo mundo sabe que
- 5:29:47dá 90. Resposta da questão é exatamente
- 5:29:4990. Última questão de movimento uniforme
- 5:29:51pra gente ficar muito robusto. Essa
- 5:29:52questão é bem recente, é nem em 2023 eu
- 5:29:54acho, ou 2024. Comparado ao camião,
- 5:29:56quantos minutos a menos o carro leva
- 5:29:58para percorrer toda a rodovia? Então já
- 5:29:59dá para ver que o caminão ele vai fazer
- 5:30:00isso mais rápido, né? Então o carro vai
- 5:30:01levar quantos minutos? A menos, né? Não,
- 5:30:04o caminão vai fazer mais devagar. O
- 5:30:05carro vai levar minutos a menos, é
- 5:30:06porque o carro é que tá mais rápido, na
- 5:30:07verdade. Vamos lá. Temos aqui 480 km
- 5:30:10numa rodovia. Fizemos 10 praças de
- 5:30:11pedágio, os funcionários recebem
- 5:30:12pagamentos, não sei quê, tem o serviço
- 5:30:14automático, sem parar, né? Que você
- 5:30:15passa direto, tá bom? Ela ela ela abre
- 5:30:16automaticamente, o cara falou que não
- 5:30:17demora nenhum tempo para passar. E aí eh
- 5:30:19o tempo médio para efetuar a passagem em
- 5:30:21uma cabine é de 3 minutos, né? Então se
- 5:30:22você ficar na fila, você leva 3 minutos
- 5:30:24para passar na cabine de pedágio, sendo
- 5:30:25que são 10 cabines, né? Tu vai levar 30
- 5:30:26minutos só nessas cabines. E as
- 5:30:28velocidades máximas permitidas são 100
- 5:30:29km/h para um veículo leve e 80 para um
- 5:30:31veículo de grande porte. Faz sentido.
- 5:30:32Caminão tem que ir mais devagar mesmo.
- 5:30:33Tem um carro e um camião viajando, ambos
- 5:30:34com velocidades constantes e iguais à
- 5:30:36máximas permitidas. Então tem um carro
- 5:30:37que tá a 100 por hora, né? Tem aqui um
- 5:30:38carro que ele tá em que velocidade? 100
- 5:30:41km/h. Tem um caminhão que ele tá em que
- 5:30:43velocidade? 80 km/h. E qual a diferença
- 5:30:45entre eles? O camião tem um serviço
- 5:30:47automático. Então o camião não vai
- 5:30:49precisar fazer nenhuma parada. O camião
- 5:30:50vai direto, tá bom? E o carro vai ter
- 5:30:52que ficar parando toda a hora. E aí,
- 5:30:53qual vai ser a situação aqui? Ele quer
- 5:30:54saber o tempo a menos. Então, ele quer o
- 5:30:55tempo dos dois. Quanto tempo que você
- 5:30:56levou e quanto tempo que você levou? Vou
- 5:30:57começar pelo caminão porque velocidade é
- 5:30:59igual a del S sobre T. Eu conheço que o
- 5:31:00del S ele vai percorrer uma estrada de
- 5:31:02480 km. Sei a velocidade dele, a
- 5:31:04velocidade do caminão é 80. Troca o 80
- 5:31:06com T que tu vai encontrar aqui o tempo.
- 5:31:07Então, passei o tempo aqui para cima,
- 5:31:08botei 80 aqui para baixo. Todo mundo
- 5:31:09sabe que 48/ 8 é a mesma coisa do que
- 5:31:12vocês. Pode simplificar aqui, aqui. 48
- 5:31:13por 8 é a mesma coisa do que 6. 6 horas,
- 5:31:15porque tá tudo em quilômetro, em
- 5:31:16quilômet/h, ele vai levar 6 horas. A
- 5:31:17pergunta que ele vai fazer é em minutos,
- 5:31:18né? Então o camião aqui que vai levar 6
- 5:31:20horas, já vou colocar que ele leva, na
- 5:31:21verdade, 360 minutos e o carro, o carro
- 5:31:23deve estar fazendo mais rápido mesmo
- 5:31:24tendo que parar no pedágio, né? Então
- 5:31:25100 km/h. Vamos lá. Primeiro vamos
- 5:31:26calcular só o tempo que esse carro faria
- 5:31:28se ele não tivesse que parar. Depois a
- 5:31:30gente bota mais 30 minutos no tempo, que
- 5:31:31é o tempo dos 10 pedaços. Então é o
- 5:31:32seguinte, ó. A gente nem arma isso aqui
- 5:31:33de novo. A gente já pega o quê? 480
- 5:31:35dividido pela velocidade do carro, que é
- 5:31:36100. Isso aqui dá o quê? Muita atenção
- 5:31:38agora, tá bom? Isso dá 4,8. Ou seja,
- 5:31:40isso aqui é o quê? 4,8 horas. Muito
- 5:31:42cuidado. 4,2 horas não são 4:20. 4,2 são
- 5:31:464 horas e 0,2 de outra hora, ou seja,
- 5:31:4820% de outra hora. 4:12. Tá bom? Isso
- 5:31:50aqui é assustador. Tem muita gente que
- 5:31:52não sabe isso ainda. 4,2 horas, mesma
- 5:31:53coisa do que 4:12. Porque 0,2 horas é
- 5:31:5620%. 4,8 hor é 4 horas mais 80% de outra
- 5:32:00hora. 80% de 1 hora 8 x 6 48. Então isso
- 5:32:03aqui é 4:48.
- 5:32:06Então ele faz isso em 4:48. Quantos
- 5:32:08minutos que isso aqui dá no total? Em 4
- 5:32:10horas a gente sabe que é 4 x 60, 240.
- 5:32:12240 + 48. Ele faz em 288 minutos, mas
- 5:32:14ele faz em 288. O carro faz em 360.
- 5:32:17Quantos minutos a menos que o camião
- 5:32:18faz? Então 60 + 12 72. Marcou 72 aqui.
- 5:32:20Vai pra casa, chega em casa, ah,
- 5:32:22sacanagem. Por que? Essa questão tem que
- 5:32:24ser anulada porque na hora ficou ambígo.
- 5:32:25Não tem nada de ambío que tu esqueceu
- 5:32:26que ele vai parar em uma cacetada de
- 5:32:28praça de pedágio. Tá bom? Então esse 288
- 5:32:29que ele faz aqui, tem que lembrar que
- 5:32:31ele também para em 10 praças de pedágio,
- 5:32:32perde 3 minutos em cada um. A questão
- 5:32:34não faz nem sentido, né? Que aí ele já
- 5:32:35volta na mesma velocidade que ele tava,
- 5:32:36não tem perda de
- 5:32:38>> o caminão atropel, o caminão atropela
- 5:32:39todo mundo, né? Então aqui tem 288 mais
- 5:32:4130, muito cuidado, tá bom? Então na
- 5:32:43verdade isso aqui vai dar 298 300 318
- 5:32:46360 men 318, a gente tem, na verdade 42
- 5:32:48minutos de diferença entre os dois.
- 5:32:50Letra B resposta e movimento uniforme tá
- 5:32:53lindo demais. Vamos agora para movimento
- 5:32:54uniformemente variado. Fala galera,
- 5:32:56beleza? Professor Pedro Assade na área.
- 5:32:57Agora a gente vai entrar em movimento
- 5:32:58uniformemente variado. A boa notícia é
- 5:33:00que com os fundamentos que eu te dei em
- 5:33:01movimento uniforme, você já tem total
- 5:33:02capacidade de progredir agora muito
- 5:33:03rápido, tá? Então eu vou te avisar que
- 5:33:05agora a gente vai começar a subir o
- 5:33:05nível de velocidade, o nível de
- 5:33:06intensidade da aula, porque eu já
- 5:33:08estudei bastante fundamento lá. Então
- 5:33:09vamos lá. Movimento uniformemente
- 5:33:10variado, a mesma coisa que o outro. A
- 5:33:11única diferença e que faz toda a
- 5:33:12diferença é que agora entra um
- 5:33:13componente chamado aceleração. Então o
- 5:33:15que que é a aceleração? Ela é um
- 5:33:16modificador da velocidade, tá bom? A
- 5:33:18aceleração ela vai mudar a velocidade de
- 5:33:19um corpo. Então lembra aquela história
- 5:33:21do cara ficar sempre a 20 m/s, sempre na
- 5:33:23mesma velocidade? que a gente pode
- 5:33:23calcular facilmente com uma regra de
- 5:33:25três, um pensamento linear, onde que ele
- 5:33:27vai tá? Ah, tá 20 m/s, então daqui a 10
- 5:33:28segundos ele vai tentar 200 m moleza.
- 5:33:30Agora não tem isso, porque agora tem uma
- 5:33:31aceleração. Vou te mostrar como é que a
- 5:33:32aceleração vai ser apresentada, tá? Ela
- 5:33:33vai ser apresentada da seguinte forma.
- 5:33:35Aceleração é igual a 5 m/s². Isso aqui é
- 5:33:37um bom exemplo. Que quer dizer esse
- 5:33:39m/s²? Tá bom? 1 m/s² é o seguinte. Essa
- 5:33:41aceleração ela é 5 m/s
- 5:33:44por segundo. Ela tá dando 5 m/sund de
- 5:33:47velocidade a cada segundo que passa. É
- 5:33:48até uma aceleração bastante intensa isso
- 5:33:50aqui. Por isso que fica segundo ao
- 5:33:51quadrado, tá? Então, o que quer dizer se
- 5:33:53eu falar assim, olha, esse carro aqui
- 5:33:54ele está a 20 m/s, mas agora ele pisa no
- 5:33:56acelerador e ele tem uma aceleração
- 5:33:57resultante igual a 20, igual a 5 m/s²,
- 5:34:00quer dizer que a cada segundo que
- 5:34:01passar, ele vai ganhar 5 m/s. Então se
- 5:34:03agora ele tá a 20 m/s, daqui 1 segundo
- 5:34:05ele vai estar a 25 m/s. Daqui a 2
- 5:34:07segundos ele vai est a 30 m/s. Qual é a
- 5:34:08fórmula da aceleração? Uma coisa bem
- 5:34:10básica, tá bom? A aceleração ela é igual
- 5:34:12a del V sobre del T. Imagina que eu te
- 5:34:13digo o seguinte, esse cara aqui ele
- 5:34:15está, tu não sabe a aceleração, tá bom?
- 5:34:16Ele tá a 20 m/s. Daqui a pouco passa um
- 5:34:18tempo e eu falo para tu o seguinte, ó.
- 5:34:20Passaram-se aqui 4 segundos. Nesses 4
- 5:34:22segundos agora que se passaram, esse
- 5:34:23cara foi parar, deixa eu botar um outro
- 5:34:24número aqui só para para facilitar.
- 5:34:25Passaram aqui 6 segundos. Nesses 6
- 5:34:27segundos que se passaram aqui, esse cara
- 5:34:28agora foi parar em 50 m/s. Essa é a nova
- 5:34:31velocidade dele. Olha só, a aceleração é
- 5:34:32del V sobre del T. Del V é o quê?
- 5:34:33Velocidade final menos velocidade
- 5:34:35inicial. A velocidade final do cara foi
- 5:34:3650. Bota aqui 50. A velocidade inicial
- 5:34:38do cara foi 20. Não precisava fazer
- 5:34:39isso. Basta você analisar a diferença.
- 5:34:41Delta V. A diferença da velocidade. Ele
- 5:34:42ganhou 30 m/s. Em quanto tempo? Em 6
- 5:34:44segundos. Ou seja, ganhou 30 m/s. Fez
- 5:34:47isso em 6 segundos. Então isso é a mesma
- 5:34:48coisa que dizer que ele tá ganhando 5
- 5:34:49m/sund a cada segundo. Então a gente
- 5:34:51chega naquela mesma aceleração que a
- 5:34:52gente já tinha, tá bom? Outra forma da
- 5:34:53gente perguntar isso é o seguinte. O
- 5:34:54cara tá a 20 m/s, tem uma aceleração de
- 5:34:565 m/s². Qual vai ser a velocidade desse
- 5:34:58cara daqui a 12 segundos? Ele vai passar
- 5:35:00em 12 segundos, já que ele ganha 5
- 5:35:02m/sund a cada segundo. Em 12 segundos, 5
- 5:35:04x 12 vai ganhar mais 60 m/s. Então a
- 5:35:06nova velocidade dele daqui a esse tempo
- 5:35:08que vai passar, daqui a esses 12
- 5:35:09segundos, vai ser o quê? 20 mais esses
- 5:35:1160. Ele vai ficar a 80 m/s no final das
- 5:35:13contas. Disso aqui vem uma outra
- 5:35:15fórmula, tá bom? você consegue descobrir
- 5:35:17qual é a velocidade de um carro. Isso
- 5:35:18aqui é uma coisa muito, não acho que
- 5:35:19seja uma coisa útil, né? Mas olha só, V
- 5:35:20é igual a V0 + A. Não, acho que essa
- 5:35:22fórmula é uma fórmula bem bobinha, né?
- 5:35:24Qual vai ser a velocidade final do cara?
- 5:35:25Depende da velocidade inicial dele.
- 5:35:26Olha, a velocidade dele inicial é 20. E
- 5:35:27agora da aceleração vezes o tempo. Ah,
- 5:35:29aceleração dele é o quê? 5 m/s². Bota
- 5:35:31aqui esse cinco, né? Bota aqui o mais,
- 5:35:33bota aqui esse cinco, que é a aceleração
- 5:35:34dele. E ele ficou andando por 20
- 5:35:37segundos, tá? 5 x 20. Então tem 100 aqui
- 5:35:38que ele vai ganhar 5 de aceleração vezes
- 5:35:4020 segundos, ganhou 100. + 20 vai ficar
- 5:35:42em 120 m/s. Tá bom? Vamos fazer um
- 5:35:44exercício aqui agora. Pensa comigo da
- 5:35:45seguinte forma, tá? Se essa se esse essa
- 5:35:48velocidade aqui é 20 m/sund positiva, tá
- 5:35:50indo pra direita. Nome disse é movimento
- 5:35:52progressivo que tá ocorrendo a favor da
- 5:35:53trajetória. Agora eu vou colocar uma
- 5:35:54aceleração aqui que ela também é
- 5:35:55positiva, 5 m/s². Ou seja, essa
- 5:35:57aceleração, a velocidade aqui é
- 5:35:58positiva. Olha só, velocidade é o quê?
- 5:36:00Positiva. E a aceleração também é
- 5:36:02positiva. Por quê? Porque é uma
- 5:36:02aceleração porque tu tá vendo sinal de
- 5:36:04negativo que não tá. Então quer dizer
- 5:36:05que as duas estão positivas, estão
- 5:36:06apontando pro mesmo sentido. Isso então
- 5:36:07vai ser um movimento chamado acelerado,
- 5:36:09porque tu vê que essa aceleração aqui,
- 5:36:10ela está contribuindo para que esse
- 5:36:12carro ganhe velocidade no sentido que
- 5:36:13ele já estava. Então ele vai ficar com
- 5:36:14cada vez mais velocidade. Agora e se eu
- 5:36:16tivesse essa aceleração aqui sendo
- 5:36:17negativa - 5 m/s²? Ué, tô drenando 5 m/
- 5:36:21segund velocidade desse cara a cada
- 5:36:22segundo. Sim, isso é uma frenagem, por
- 5:36:24exemplo. Pode ser uma frenagem, tá? E
- 5:36:25nesse caso, esse seria um movimento qu a
- 5:36:27gente tem uma velocidade positiva pra
- 5:36:28direita, mas tem uma aceleração
- 5:36:29negativa. Então a aceleração está
- 5:36:30atrapalhando claramente a velocidade que
- 5:36:32eu tava indo. Então isso aqui é um
- 5:36:33movimento né?
- 5:36:34porque ele ã não é isso, né?
- 5:36:36porque ele tá ficando cada vez mais
- 5:36:37devagar. Não confunda com retrógrado.
- 5:36:39Retrógrado é que caminha para trás. Esse
- 5:36:40aqui ele é um movimento ainda
- 5:36:42progressivo. Ele está indo pra frente,
- 5:36:43mas cada vez mais lentamente. Então ele
- 5:36:45é um movimento Agora esse
- 5:36:48primeira pergunta que eu vou te fazer.
- 5:36:49Em quanto tempo esse carro vai frear,
- 5:36:50né? Tu pode colocar naquela fórmula, né?
- 5:36:51Em quanto tempo ele vai frear? V é igual
- 5:36:52a V0 + AT. Presta atenção. Qual a
- 5:36:54velocidade final? Isso aqui já é um
- 5:36:55raciocínio muito importante, tá bom? Em
- 5:36:56quanto tempo ele vai frear? Então eu
- 5:36:57quero que a velocidade final seja zero.
- 5:36:58Eu vou impor o zero aqui. A velocidade
- 5:36:59inicial dele é 20 mais at. Mas pera aí,
- 5:37:01a aceleração dele aqui é negativa, né?
- 5:37:03Então fica -5t. Acabou, resolve a
- 5:37:04equação. Passa 5t lado, passa o 5 para
- 5:37:07cá. A resposta aqui vai ser 4. Mas é
- 5:37:08fácil de perceber que vai ser quatro
- 5:37:09porque tá tirando 5 m/ segundo a cada
- 5:37:11segundo. O cara só tem 20 para perder. E
- 5:37:13é claro que vai tirar tudo. O que que
- 5:37:14vai acontecer se continuar acontecendo
- 5:37:15essa essa aceleração negativa? Ele vai
- 5:37:17parar e vai começar a ir para trás
- 5:37:18depois. Porque essa aceleração aqui,
- 5:37:19tudo bem que uma frenagem não vai
- 5:37:20continuar acontecendo, n? Mas se ele
- 5:37:21tivesse essa aceleração aqui sem ser do
- 5:37:23freio, não sei por que ele tem essa
- 5:37:24aceleração aqui. Depois que essa
- 5:37:25aceleração drenasse toda a velocidade
- 5:37:27pra direita, ela ia continuar
- 5:37:28adicionando a velocidade pra esquerda e
- 5:37:29o K ia começar a dar ré cada vez mais
- 5:37:30rápido. Então fica bem atento aí com
- 5:37:32isso, tá bom? O mesmo vale se o cara
- 5:37:34tivesse com uma velocidade negativa, o
- 5:37:35cara tá indo pra esquerda e tem uma
- 5:37:36aceleração positiva. Tá indo pra
- 5:37:37esquerda, mas a aceleração tá
- 5:37:38atrapalhando ele. Ou seja, mesmo sendo
- 5:37:39uma aceleração positiva, é um movimento
- 5:37:41Por que que é um movimento
- 5:37:42Porque tô indo pra esquerda,
- 5:37:44tô a -30 m/s, mas a aceleração tá 5 m/s²
- 5:37:47para cá. Daqui a pouco eu vou estar
- 5:37:48parando, né? E se tivesse uma velocidade
- 5:37:50negativa e uma aceleração negativa, aí
- 5:37:51seria um movimento acelerado. Tá vendo
- 5:37:52como você não pode ficar confiando em
- 5:37:53macetinha? Ah, aceleração positiva tá
- 5:37:55acelerando. Ué, aceleração positiva para
- 5:37:56um cara que tá com uma velocidade
- 5:37:57negativa, tá indo pra esquerda, só vai
- 5:37:59atrapalhar ele a movimento Tá
- 5:38:00bom? Agora, negativo com negativo vai
- 5:38:02ficar acelerado também. Você pode
- 5:38:03pensar, né, quando os sinais da
- 5:38:04velocidade da aceleração forem iguais, o
- 5:38:05movimento tá acelerando, porque ela ela
- 5:38:06tá contribuindo com a velocidade. E se
- 5:38:08eles forem sinais opostos, não importa o
- 5:38:09que esteja acontecendo, o movimento com
- 5:38:10certeza é Agora tu já sabe
- 5:38:12isso aqui. Próxima coisa, como é que
- 5:38:14você faz para descobrir a posição de um
- 5:38:15cara? Isso aqui é uma questão agora mais
- 5:38:17interessante ainda, tá bom? Presta
- 5:38:18atenção comigo. Você tem aqui esse cara
- 5:38:20e ele está a 20 m/s. Ele tá aqui com uma
- 5:38:23aceleração que é uma aceleração de 5
- 5:38:25m/sund². Eu vou te fazer uma pergunta
- 5:38:26agora que é bem simples. Onde esse cara
- 5:38:28vai estar daqui a 10 segundos? Muito
- 5:38:29fácil, né? Daqui a 10 segundos ele tem
- 5:38:3020 m/s. Então daqui a 10 segundos ele
- 5:38:32vai andar 200 m. Erradíssimo isso. Se
- 5:38:34ele ficar sempre da mesma velocidade.
- 5:38:35Quando a gente pensa em aceleração, a
- 5:38:37velocidade dele tá mudando a todo
- 5:38:38momento. Então esse cara aqui ele não
- 5:38:39vai se deslocar dessa forma aqui, né?
- 5:38:41Que ele vai se deslocando sempre o mesmo
- 5:38:42trecho. Em um segundo andou 20, no outro
- 5:38:43segundo anda mais 20. No outro segundo
- 5:38:44anda mais 20. Não, não, não. Esse cara
- 5:38:45aqui ele vai se deslocar de modo cada
- 5:38:47vez mais agressivo. O deslocamento dele
- 5:38:49é parabólico. Vai crescendo cada vez
- 5:38:50mais, né? Então, nesse espacinho aqui
- 5:38:51subiu isso. Nesse espacinho subiu mais.
- 5:38:53Nesse subiu mais. Olha quanto que ele
- 5:38:54sobe. No mesmo espaço de tempo, ele vai
- 5:38:55subindo muito a posição dele, ele vai
- 5:38:57ficando cada vez mais rápido, tá? Quando
- 5:38:58você acelera um carro, você vai vendo
- 5:38:59que você vai cobrindo distâncias cada
- 5:39:00vez maiores, não é o dobro do do que
- 5:39:02tinha antes, é cada vez mais vai
- 5:39:03dobrando, vai multiplicando. Então é uma
- 5:39:05função do segundo grau. Não vou entrar
- 5:39:06em detalhes agora, daqui a pouco a gente
- 5:39:07vai falar disso. Agora, onde esse cara
- 5:39:09vai estar? Ou seja, qual vai ser o s
- 5:39:11dele quando tiverem passado aqui um del
- 5:39:13t, né? Quando passar um tempo de 10
- 5:39:14segundos, tem uma fórmula para isso
- 5:39:16muito interessante que é a seguinte
- 5:39:17fórmula. Olha só, agora você vai ter que
- 5:39:18fazer força para gravar, tá bom? Vai ter
- 5:39:19que repetir ela várias vezes, vai ter
- 5:39:20que aplicar várias vezes. S = s0 + v0t.
- 5:39:24T, isso aqui é a mesma coisa do que S =
- 5:39:25S0 + VT, só que aqui é V0T, tá bom?
- 5:39:27Velocidade inicial vezes o tempo. E
- 5:39:29parece que é a mesma coisa que você
- 5:39:30tinha antes, né? S = S0 + VT + agora T²/
- 5:39:342. Essa fórmula para tu encontrar a
- 5:39:35posição de um cara. Insere a posição
- 5:39:37inicial, velocidade inicial pelo tempo
- 5:39:39do movimento. Agora bota a aceleração
- 5:39:40dele aqui e bota pelo tempo ao quadrado
- 5:39:42que tu encontra. Vamos puxar de cabeça.
- 5:39:43Qual era o exemplo lá de cima? Quero que
- 5:39:44você puxe junto comigo, tá bom? Qual vai
- 5:39:45ser a posição do malandro? Qual a
- 5:39:47posição inicial dele? Não sei, não
- 5:39:48tinha. Posição inicial dele era zero,
- 5:39:50né? Tava no referencial inicial.
- 5:39:51Velocidade inicial. Opa, ele já tinha
- 5:39:54uma velocidade inicial de 20, lembra?
- 5:39:55Então era 20 aqui, 20 m/sund vezes um
- 5:39:57tempo. Quanto tempo que vai durar mesmo?
- 5:39:58Eu perguntei agora. Era 10 segundos, né?
- 5:40:00Então depois de 10 segundos de
- 5:40:01movimento, bota aqui o 10. Agora mais.
- 5:40:03Qual era a aceleração dele? Era uma
- 5:40:04aceleração de 5, lembra? 5 m/s². E o
- 5:40:07tempo do movimento de novo é o 10, só
- 5:40:09que agora é o 10². Bota aqui 10 x 10,
- 5:40:11divide isso aqui por dois. Pode
- 5:40:12simplificar aqui, aqui vai ficar 5. 5 x
- 5:40:145= 25. 25 x 10, temos 250. Aqui esse
- 5:40:16termo aqui, esse produto é 200. Então
- 5:40:18tem 200 aqui mais 250. Olha como é que
- 5:40:20dá 450. E olha como é que não é aquele
- 5:40:21200 que você pensou, né? 20 m/s. Então
- 5:40:23em 10 segundos vai dar 200. Não, não,
- 5:40:24não vai dar 450 porque a velocidade dele
- 5:40:27tá ficando cada vez maior. A posição
- 5:40:29dele vai tendo um deslocamento que não é
- 5:40:30calculável por raciocínios puramente
- 5:40:32lineares. Outra fórmula que você pode
- 5:40:33precisar? Ah, é muita fórmula, não é
- 5:40:35não. Primeira fórmula foi qual?
- 5:40:37Aceleração é a mudança na velocidade
- 5:40:39pela mudança do tempo. Isso aqui é uma
- 5:40:40coisa completamente óbvia.
- 5:40:42mudou 100 m/sund de velocidade em 5
- 5:40:43segundos. Então a aceleração é 20 m/s².
- 5:40:45Outra aqui é o seguinte, ó. A velocidade
- 5:40:46do cara é a velocidade que ele tinha
- 5:40:48mais o efeito que a aceleração vai ter
- 5:40:49ao longo do tempo. Mesma coisa que essa
- 5:40:50fórmula aqui, totalmente, né? São
- 5:40:52fórmulas iguais. Essa daqui só tá aberta
- 5:40:53para virar essa daqui. Agora vem
- 5:40:55importante. S = s0 + v0t mais até o
- 5:40:58quadrado/ 2. Como é que você decora isso
- 5:40:59aqui do teu jeito? Decora aplicando,
- 5:41:01decora fazendo. Eu decoro pela
- 5:41:02sonoridade. Eu tenho, eu eu só s = s0 +
- 5:41:05v0 t mais até o quadrado so 2.
- 5:41:06>> Eu decoro pelo som. É, tem gente que
- 5:41:08decora pelo visual, tá? Então vai pegar
- 5:41:09aqui o visual, vai ficar olhando para
- 5:41:10ela e vai decorar. A última fórmula que
- 5:41:12você precisa é torre. Você bota assim V²
- 5:41:14= V0². Então começa pelo V², depois o V
- 5:41:16inicial mais o quê? 2A del S. Essa é a
- 5:41:18fórmula que você utiliza em situações
- 5:41:20que você não tem o tempo e nem quer o
- 5:41:21tempo. O tempo não tá envolvido. Por
- 5:41:23exemplo, tem um carro aqui, vou fazer um
- 5:41:24desenho bem ágil aqui. Tem um carro
- 5:41:25aqui. Esse carro tá varado, ele tá a 100
- 5:41:27m/s, tá rápido para um tá 360
- 5:41:29km/h, brutal. E ele tem uma capacidade
- 5:41:31de frenagem que é a seguinte, é -10
- 5:41:33m/s². Ele consegue drenar 10 m/sund da
- 5:41:36velocidade dele. Tá bom? Tem aqui uma
- 5:41:37pista. Ele acabou de avistar. uma
- 5:41:39criancinha aqui agora viu essa
- 5:41:41criancinha agora e na hora que ele viu a
- 5:41:42criança, ele já mete o pé no freio.
- 5:41:44Porém, a distância que existe entre eles
- 5:41:45aqui, eu não sei qual é, mas a gente
- 5:41:47sabe o seguinte, que o tempo de frenagem
- 5:41:49desse cara aqui vai ser um tempo de 10
- 5:41:51segundos. Então, a questão nem pr não
- 5:41:52precisava ter te dado nada disso, tá
- 5:41:53bom? Na verdade, isso que eu falei agora
- 5:41:54é um dado totalmente despresível, tá
- 5:41:55bom? O único dado que eu vou te dar vai
- 5:41:56ser esse aqui. Acabou. Só tem isso.
- 5:41:58Esquece aqui o del S. Tá bom, Pedro? Mas
- 5:41:59como é que você falou que o tempo de
- 5:42:00frenagem é 10 segundos? De cabeça, se o
- 5:42:02cara tem 100 m/s, mas ele vai arrancar -
- 5:42:0410 m e por segundo a cada segundo, em 10
- 5:42:06segundos ele vai ter parada. Mas
- 5:42:08independente de você ter isso ou não, tá
- 5:42:09bom? Não precisa ter isso, embora seja
- 5:42:10fácil de calcular. Ou seja, torre em
- 5:42:12muitas vezes é despresível, porque se
- 5:42:13você calcular o tempo você consegue vir
- 5:42:15para essa. Mas não é inteligente fazer
- 5:42:16isso. Mas essa equação ela é muito
- 5:42:18importante para pr para dizer assim, em
- 5:42:20que distância o carro tem que estar, a
- 5:42:22que distância o carro tem mina para que
- 5:42:25acidente
- 5:42:25>> ex para que não aconteça exatamente, mas
- 5:42:27você vai perceber depois, vou mostrar
- 5:42:28para você que tá que tá assistindo o
- 5:42:29vídeo agora que no fundo você também
- 5:42:31conseguiria fazer isso com essa fórmula
- 5:42:32aqui se você descobrisse o tempo
- 5:42:33separadamente. Mas é um uma trabalheira
- 5:42:34absurda que tu vai ter que passar esse
- 5:42:36esse S0 para lá. Então não é nada
- 5:42:37inteligente fazer isso. É um mecanismo
- 5:42:38que um aluno de alto desempenho jamais
- 5:42:39faria.
- 5:42:40>> É torre é a junção das duas equações.
- 5:42:42>> Perfeito. O torre vem das outras duas
- 5:42:43equações, né? Então você não precisa
- 5:42:44saber como que ele vem, mas você precisa
- 5:42:45saber aplicar ele diretamente para você
- 5:42:47poupar tempo na prova. Então olha só,
- 5:42:48tua única informação é essa.
- 5:42:49Impressionante, né? Como que torrenti
- 5:42:50ele funciona com pouquíssimas
- 5:42:51informações, porque a única coisa que eu
- 5:42:52sei é isso daqui. Eu acabei de de ver
- 5:42:53uma uma menina lá, tô aqui a 100 m/s,
- 5:42:56minha minha capacidade é essa daqui. A
- 5:42:58única pergunta que eu vou fazer é o
- 5:42:58seguinte: depois que esse cara pisar no
- 5:43:00freio dele com tudo, vai ter essa
- 5:43:02desaceleração aqui constante, quanto que
- 5:43:03ele vai derrapar nessa pista? Tipo, ah,
- 5:43:06pra gente saber qual é a distância de
- 5:43:07segurança que essa menina teria que est
- 5:43:08enquanto, ou seja, ele teria que ter
- 5:43:09visto ela faltando quanto para bater
- 5:43:11nela? Torre, vamos puxar a fórmula, ó,
- 5:43:12v² = a v0² + 2a, δ, pode ficar a
- 5:43:16impressão de que tem muita coisa que a
- 5:43:18gente não tem, mas não é verdade, porque
- 5:43:19velocidade final ao quadrado, mas a
- 5:43:21velocidade final eu quero saber quando
- 5:43:22que ele vai parar, então eu quero saber
- 5:43:23quando que isso aqui vai ficar zero.
- 5:43:24Velocidade inicial eu sei, é o 100. E eu
- 5:43:26boto aqui o 100 vezes o 100, é o 100² +
- 5:43:292a del s, cuidado, mais 2 vezes quem? A
- 5:43:31desaceleração dele aqui é -10, tá bom?
- 5:43:33Então isso aqui na prática vai virar um
- 5:43:34-20, tá bom? Quando a gente multiplicar
- 5:43:36isso aqui, já vou até colocar que vai
- 5:43:37virar na verdade -20 xδ s. Acabou. A
- 5:43:39única incógnita que você tem agora é o
- 5:43:40del s. Cuidado que aqui tem uma
- 5:43:41subtração. Pega esse -20 s, passa todo
- 5:43:43pro outro lado deixando positivo.
- 5:43:44Ficamos aqui com 20 s, que é igual a,
- 5:43:47coloca aqui, eu nem vou fazer nada, vou
- 5:43:48deixar só o 100 x 100 mesmo, que eu já
- 5:43:49passo o 20 para cá. Agora passei o 20
- 5:43:50para cá, isolei o del s. Simplifica.
- 5:43:52Simplifica. 10 dividido por 2 dá 5.
- 5:43:54Temos aqui 5 x 100. 5 x 100 quer dizer,
- 5:43:56olha que loucura,
- 5:43:58cara. Vai andar 500 m, o cara vai pisar.
- 5:44:02Mas também são 360 km/h, uma velocidade
- 5:44:03que a gente não vê por aí, mas é uma
- 5:44:04coisa brutal, tá? Então o cara vai dar
- 5:44:06500 m, né? É, é muito bizarro. Podem
- 5:44:08cair questões contextualizando tempo de
- 5:44:10reação, né? Então, se o cara tá bêbado,
- 5:44:11o tempo de reação dele é ainda maior,
- 5:44:12né? Tem que lembrar o seguinte, numa
- 5:44:13questão que eu vou só dar uma coisa aqui
- 5:44:14que é avançada para eles, né? Se ele
- 5:44:16adicionasse que o tempo de reação dele é
- 5:44:170,3 segundos, precisamos adicionar o
- 5:44:19seguinte fato. Quando ele vir, essa
- 5:44:21menina ainda vai levar 0.3 segundos para
- 5:44:23ele iniciar a frenagem. Então, nesses
- 5:44:240.3 segundos, vamos, vamos pensar agora,
- 5:44:25né? Nesses 0,3 segundos, ele ia andar
- 5:44:27nisso aqui em velocidade constante, não
- 5:44:28ia ser move, tá? Ele anda 100 m a cada 1
- 5:44:30segundo e vai demorar 0,3 segundos para
- 5:44:33ele sequer conseguir levar o pé dele até
- 5:44:34o freio. Nisso aqui, então ele vai andar
- 5:44:36o quê? 30%, né? De 1 segundo 03, ele vai
- 5:44:38andar 30%. Então ele anda 30 m e só
- 5:44:40depois disso ele vai pisar no freio e
- 5:44:41vai ter esses 500 m de frenagem, tá bom?
- 5:44:43Então seria 500 m ou 530 se tem o tempo
- 5:44:45de reação aqui. Ele poderia perguntar,
- 5:44:47mas se o cara tá bêbado, o tempo de
- 5:44:48reação dele vai para 0.6 segundos? Então
- 5:44:49tem 30 m a mais que ele vai andar antes
- 5:44:52de começar a frenagem, né? Tu vê que a
- 5:44:53situação já piora bastante. 30 m, né?
- 5:44:56>> É, exatamente. A mais, né? Exatamente.
- 5:44:57Agora ele vai levar perfeito, né? Então,
- 5:44:58com 0.6 segundos ele vai levar 60 m para
- 5:45:00começar a frenar, né? Mas ele já levava
- 5:45:02antes 30. Então, se a questão fosse
- 5:45:03quanto quant distância a mais ele vai
- 5:45:04demorar, são 30 m a mais que ele vai
- 5:45:07ter. Então, pensa em 30 m, quanta coisa
- 5:45:08acontece, né? Bastante coisa acontece em
- 5:45:0930 m. Pronto. Agora a última coisa que
- 5:45:11você precisa para estar 100% autônomo e
- 5:45:13perfeito em movimento uniformemente
- 5:45:14variado são os gráficos. Vamos lá.
- 5:45:15Primeiro gráfico banada. Aceleração lá
- 5:45:17no no movimento uniforme nem tinha
- 5:45:19aceleração, era zero. Agora aqui é o
- 5:45:20seguinte, ela é sempre a mesma, tá bom?
- 5:45:21Se a aceleração for negativa, ela vai
- 5:45:22est aqui abaixo, tá bom? Então esse aqui
- 5:45:23é o eixo zero. Se ela for negativa, ela
- 5:45:24vai est aqui para baixo. Perfeito.
- 5:45:26Velocidade. A velocidade ela vai
- 5:45:28crescendo linearmente, tá? Então aqui eu
- 5:45:29coloquei que já tinha uma velocidade
- 5:45:30inicial. Se começa da origem é porque o
- 5:45:32cara saiu, ele tava parado, tava parado
- 5:45:34e começou o movimento, tá bom? E se ele
- 5:45:36tiver com uma desaceleração, ou melhor,
- 5:45:37né, se ele tiver Sim, desaceleração, mas
- 5:45:38se ele tiver com uma aceleração que
- 5:45:39atrapalha a velocidade dele, de modo que
- 5:45:41ele esteja perdendo a velocidade, ela
- 5:45:42vai cair de modo linear. Ela só não vai
- 5:45:43ficar abaixo de zero aqui no caso, né?
- 5:45:45Porque a gente teria que depois que ele
- 5:45:47já freiou, teria que continuar tendo um
- 5:45:48motivo de aceleração para ele ir pro
- 5:45:49outro caminho, tá? Então ficaria dessa
- 5:45:51forma. Hã, e é isso. Agora, esse aqui é
- 5:45:53o mais importante, assim, que ele é o
- 5:45:54mais diferente, é o que você mais tem
- 5:45:55que absorver, tá bom? Como é que fica a
- 5:45:57posição desse cara ao longo do tempo?
- 5:45:58Ele não vai variando de posição
- 5:45:59linearmente, como você percebeu, a cada
- 5:46:00segunda ele anda mais. Então, a gente
- 5:46:01faz um gráfico assim, ó. A cada segundo
- 5:46:03ele anda mais, né? Você vai vendo que
- 5:46:04nesse intervalo aqui daqui para cá, ele
- 5:46:06quase não subiu, né? Andar é subir isso
- 5:46:07aqui, né? Avançar nesse eixo vertical
- 5:46:09para ganhar a posição. Aqui ele subiu um
- 5:46:10pouquinho, aqui ele subiu um pouquinho.
- 5:46:11Tu vê que no mesmo tempo, ó, daqui para
- 5:46:13cá, ele subiu o quê? Daqui para cá, no
- 5:46:15mesmo tempo ele sobe daqui para cá.
- 5:46:16Agora, no mesmo tempo, olha quanto que
- 5:46:17ele sobe, tá bom? E a mesma coisa, se
- 5:46:19for um movimento em que ele tá freiando,
- 5:46:22se for um movimento que ele tá freando,
- 5:46:23a cada vez que o tempo passa, ele vai
- 5:46:25andando menos, tá bom? Então ele vai
- 5:46:26andando cada vez menos. Ele tava andando
- 5:46:27bastante, né? E agora ele vai andando
- 5:46:29cada vez menos. Então ele tem que
- 5:46:30lembrar que esse gráfico aqui ele tá
- 5:46:31indo pra frente, então ele tá sempre
- 5:46:32avançando a posição, tá bom? Ele tá
- 5:46:33sempre ganhando posição. Ele não, isso
- 5:46:34aqui é um motivo de confusão muito comum
- 5:46:36em prova você achar que porque o cara tá
- 5:46:37freando, ele vai começar a ir para trás.
- 5:46:38Não, ele tá freando, ele continua indo
- 5:46:40pra frente, mas ele vai cada vez mais
- 5:46:42devagar. Então seria algo assim, ó, no
- 5:46:43início bem agressivo, né? uma subida bem
- 5:46:45rápida de posição, mas agora vai ficando
- 5:46:47cada vez mais tímida até uma hora que
- 5:46:48ele se desloca muito pouco. Tá bom,
- 5:46:49pronto. Agora você já sabe toda a teoria
- 5:46:51de movimento uniformemente variado.
- 5:46:53Vamos pr as questões agora para
- 5:46:54consolidar essa teoria, para ver como
- 5:46:55que isso realmente cai na prática e você
- 5:46:56fica fera. Vamos nessa. Fala galera,
- 5:46:58professor Pedro Assad na área novamente.
- 5:46:59Agora a gente vai consolidar os nossos
- 5:47:00conhecimentos, vai ver como é que
- 5:47:02movimento uniformemente variado cai na
- 5:47:03prática do Enem. Lembrando, eu não
- 5:47:04resolvi as questões que estão aqui
- 5:47:05antes, tá bom? Não vi a resolução. Eu
- 5:47:07vou resolver na sua frente, mostrando
- 5:47:08meus raciocínios aqui. Se eu cometer
- 5:47:09qualquer desliz, você me avisa, né, para
- 5:47:10não ficar no vídeo. Mas eh fique sabendo
- 5:47:12que você tá vendo meu raciocínio ao
- 5:47:13vivo, tá bom? justamente para aula ser
- 5:47:14muito produtivo para ti, que distância o
- 5:47:15motorista desatento percorre a mais que
- 5:47:17o motorista atento até a parada total
- 5:47:19dos carros. É um contexto que eu falei
- 5:47:20muito importante, clássico. O Enem é uma
- 5:47:22prova que ela se preocupa muito em
- 5:47:23trazer conhecimentos relevantes pro
- 5:47:24cotidiano das pessoas, né? Então você
- 5:47:26saber que se tu tiver desatento, mexendo
- 5:47:27no celular o bíbodo, você vai percorrer
- 5:47:29uma distância a mais de carro. Isso é
- 5:47:30uma coisa muito importante, tá bom?
- 5:47:31Especialmente se tiver os três ao mesmo
- 5:47:32tempo, mexendo no celular bêbado e
- 5:47:34desatento, tá bom? Então se você fizer
- 5:47:35um, pelo menos não faça os outros, tá
- 5:47:36bom? Tá bêbado, tô bem caló. O motorista
- 5:47:38que atende uma chamada de celular é
- 5:47:39levado à desatenção, aumentando a
- 5:47:40possibilidade de assentes ocorrer em
- 5:47:41razão do aumento do seu tempo de reação.
- 5:47:43Ou seja, ele vai ter uma demora maior,
- 5:47:45um tempo maior até que ele veja o
- 5:47:47problema, a mensagem chegue no cérebro
- 5:47:48dele, ele consiga dar um comando
- 5:47:49muscular para que ele pise no freio e
- 5:47:51tome uma atitude, mude carro, alguma
- 5:47:53coisa assim. Dois motoristas, o primeiro
- 5:47:54atento, segundo utilizando o celular.
- 5:47:55Eles aceleram se eles aceleram seus
- 5:47:56carros. Agora começou os dados da
- 5:47:57questão, né? Aceleram seus carros
- 5:47:59inicialmente a 1 m/s².
- 5:48:02Em resposta a uma emergência, freiam com
- 5:48:03uma desaceleração igual a 5 m/s². O
- 5:48:06problema é que o motorista atento aciona
- 5:48:08o freio quando ele tá a 14 m/s. E o
- 5:48:10desatento, não li ainda, mas eu acho que
- 5:48:11ele vai dizer que ele demora mais para
- 5:48:12acionar, né? O desatento ele leva um
- 5:48:14segundo a mais para iniciar a frenagem.
- 5:48:17Galera, aqui a gente já tem um dado
- 5:48:19importantíssimo que não precisa de
- 5:48:20conta, né? Se o desatento leva um
- 5:48:22segundo a mais para iniciar a frenagem,
- 5:48:23isso é o mesmo que dizer que ele vai
- 5:48:24ferear a 14 m/s, segs, né? Porque eles
- 5:48:27estão ganhando 1 m/sund ao quadrado de
- 5:48:30velocidade. Então eles estão ganhando
- 5:48:31isso, né? Eles ainda tão fazendo isso. E
- 5:48:33o motorista atento aciona a 14 m/s. O
- 5:48:35desatento ele demora 1 segundo a mais.
- 5:48:36Nesse 1 segundo a aceleração dele
- 5:48:38adiciona mais 1 segundo, 1 m/s na
- 5:48:40velocidade dele, já que é 1 m/s a cada
- 5:48:42segundo. Então ele vai freiar a 15. Essa
- 5:48:44é a diferença. Isso que a questão que eu
- 5:48:45já monto logo aqui o meu sistema mental
- 5:48:47e vou dizer o seguinte: olha o primeiro
- 5:48:48motorista ele tá Vamos, vamos vamos
- 5:48:49considerar aqui primeiro, ó, qual a
- 5:48:50distância do motorista desatento
- 5:48:51percorre a mais que o motorista atento.
- 5:48:52Então o seguinte, eu vou começar pelo
- 5:48:55motorista desatento para eu já ver logo
- 5:48:56que distância ele percorre. Para isso
- 5:48:57aqui eu vou usar torre chell, né? Que é
- 5:48:58V² = V0² + 2A del S. Galera, é muito
- 5:49:01importante agora o seguinte. A invés de
- 5:49:03eu escrever essa fórmula duas vezes, eu
- 5:49:04já vou deixar essa fórmula de um jeito
- 5:49:06que ela sirva pros dois. Pedro, como
- 5:49:07assim sirva pros dois? Olha, os dois a
- 5:49:08gente quer que freie, os dois a gente
- 5:49:09quer que isso aqui seja zero. Já boto
- 5:49:11zero aqui. Os dois vão partir da mesma
- 5:49:12velocidade inicial, não. Então deixa ela
- 5:49:13quieta aqui. Os dois vão ter a mesma
- 5:49:15desaceleração. Sim. Os dois vão ter aqui
- 5:49:17essa desaceleração de 5 m/s². Então é
- 5:49:20uma desaceleração, tá contra a
- 5:49:21trajetória, tá contra a velocidade
- 5:49:22deles, né? Então isso aqui vai entrar
- 5:49:24como menos, né? Vai ficar 2 x -5 vai dar
- 5:49:26aqui o quê? -10. Então -10 s. Esse -10 s
- 5:49:30já passa pro outro lado positivo. Fica
- 5:49:31aqui em 10 S aqui é igual a v0². Passo
- 5:49:34esse 10 aqui ainda pro outro lado. E
- 5:49:36olha o que que eu tenho. Já invés de eu
- 5:49:37ter que pensar muito em montar a fórmula
- 5:49:39duas vezes, eu já sei que para eu
- 5:49:40descobrir o del S, tanto de um motorista
- 5:49:41quanto outro, eu só preciso inserir aqui
- 5:49:43a velocidade inicial dele e depois
- 5:49:45dividir por 10. Eu vou fazer isso aqui
- 5:49:47duas vezes, tá bom? Então, pera aí, tô
- 5:49:48movendo a questão junto. Vou fazer isso
- 5:49:49aqui duas vezes. Vou fazer pro primeiro
- 5:49:51motorista. Então, qual o del S do
- 5:49:52motorista desatento, né? Na verdade, é o
- 5:49:54segundo motorista. A velocidade dele tem
- 5:49:55que ter muita atenção, tá bom? Eu quero
- 5:49:56descobrir a distância do del S em metro.
- 5:49:59Vou colocar a velocidade em met/s. Tá
- 5:50:00tudo aqui certo? Então, né? Coloco aqui
- 5:50:02esse 15². Velocidade inicial dele é 15².
- 5:50:04Vou botar logo 15 x 15, né? É melhor
- 5:50:06escrever assim. Dividido por 10. Pronto,
- 5:50:07não vou mexer em mais nada. Já tenho
- 5:50:09aqui o del S do motorista desatento. Pro
- 5:50:12del S do motorista atento, eu vou fazer
- 5:50:13a mesma coisa. A fórmula que eu já tinha
- 5:50:15colocado ali, que é del S = V0²/ 10. Mas
- 5:50:18o V0² dele agora é 14, né? Porque ele
- 5:50:20conseguiu começar a frenagem dele antes,
- 5:50:22dividido por 10. E agora eu vou fazer
- 5:50:23aqui a subtração das coisas, né? Porque
- 5:50:24essa distância vai dar uma distância
- 5:50:25grande. Essa uma pequena. Se eu pego
- 5:50:27isso menos isso aqui, eu obtenho o que
- 5:50:29eu quero, tá? Então vai ficar aqui esse
- 5:50:3015 x 15/ 10 - o 14 x 14/ 10. É muito
- 5:50:34importante já ter essa consciência do
- 5:50:37que que eu tô procurando, tá bom? Olho
- 5:50:39para as alternativas, né? Ele não pediu
- 5:50:41aproximadamente, então ele quer a
- 5:50:42distância exata. Nesse caso aqui, essas
- 5:50:43contas são simples. Eu não vou me
- 5:50:44estressar com isso. Eu vou colocar 15 x
- 5:50:4515, que dá o que? 10 x 1550 + 75, 225.
- 5:50:49225/ 10. A gente sabe que o primeiro, o
- 5:50:52motorista que tá desatenta, ele vai
- 5:50:53andar 22,5 mos esse aqui. 14 x 14,
- 5:50:57provavelmente dá 196, mas vou confirmar.
- 5:50:5810 x 14, 140 + 4 x 14, 28 56, 196. 196/
- 5:51:0310 vai dar 19,6. Pronto, o desatento
- 5:51:05anda isso aqui, enquanto que o atento
- 5:51:06anda só isso. E agora faz do do 20 até o
- 5:51:0922,5 tem 2,5 + 0,4 2,9 m a mais ele
- 5:51:12percorre. A gente marca aqui a letra A
- 5:51:14com tranquilidade e precisão. A gente
- 5:51:15faz essa questão da prova gastando 2
- 5:51:16minutos e meio e 3 minutos porque é o a
- 5:51:18gente ganha tempo em outras questões.
- 5:51:20Essa daqui a gente tem que focar em
- 5:51:21acertar em 2 minutos e meio, 3 minutos,
- 5:51:22enquanto que a concorrência vai ficar 7
- 5:51:23minutos, 8 minutos, 9 minutos, vai se
- 5:51:24estressar e não vai acertar, certo? Essa
- 5:51:26aqui é nessa que a gente ganha tempo.
- 5:51:28Nessa aqui a gente faz em 25 segundos. A
- 5:51:29gente vai, pá, faz direto, ok? Então
- 5:51:32vamos lá. A escolha que corresponde à
- 5:51:33combinação correta é ele solicita aos
- 5:51:35alunos que analisem grandezas
- 5:51:36cinemáticas no instante que a esfera
- 5:51:37atinge a altura máxima, escolhendo uma
- 5:51:38combinação pros módulos sentido. Vamos
- 5:51:40lá. O professor lança uma esfera
- 5:51:41verticalmente para cima, a qual retorna
- 5:51:42depois de alguns segundos ao ponto de
- 5:51:44lançamento. Dá uma olhada nisso aqui, ó.
- 5:51:45Você pode não ter visto, mas ele parou
- 5:51:46lá em cima, tá bom? Então aqui, ó, ele
- 5:51:48para lá em cima, não vi, ele para, tá
- 5:51:49bom? Então, lancei ele para cima, ele
- 5:51:50vai sair da minha mão com uma
- 5:51:51velocidade, digamos que ele sai a 20
- 5:51:52m/sund da minha mão. Quando ele chega lá
- 5:51:54em cima, tem que lembrar que o tempo
- 5:51:55todo, enquanto ele sobe, ele tá sendo
- 5:51:56atrapalhado pela gravidade. A gravidade
- 5:51:57fica fazendo uma aceleração que aponta
- 5:51:59sempre pro centro da Terra. Já que ele
- 5:52:00tá subindo, é uma desaceleração, né?
- 5:52:02Então, joguei ele para cima a 20 m/s.
- 5:52:04Posso dizer que ele vai demorar quanto
- 5:52:05tempo para chegar no topo? 2 segundos de
- 5:52:06cara. Porque lancei a 20 m/sund para
- 5:52:08cima, já que a gravidade drena dele 10
- 5:52:10m/s², porque essa é a aceleração da
- 5:52:12gravidade, é 10 m/s²,
- 5:52:15eu lancei ele 20 m/s, ela vai arrancar
- 5:52:1710 m/s, depois de 2 segundos ele para e
- 5:52:19agora que ele parou, ele vai voltar pra
- 5:52:20minha mão em outros 2 segundos. Porém,
- 5:52:22agora a aceleração da gravidade, ela fez
- 5:52:24o quê? Nada. Ela continua sendo a mesma,
- 5:52:25porém agora ela vai ajudar ele a ganhar
- 5:52:27velocidade. Então ele vai ficar no zero
- 5:52:28aqui. Agora ela continua apontando para
- 5:52:29baixo, mas ela vai ajudar ele a acelerar
- 5:52:31para baixo para ele voltar pra minha mão
- 5:52:32também a 20 m/s. Certo? Então, ele jogou
- 5:52:36essa bola para cima. Tá bom, vamos lá.
- 5:52:38Ele quer que os alunos analisem no
- 5:52:40instante em que a esfera atinge a altura
- 5:52:42máxima, escolhendo uma combinação.
- 5:52:43Então, pera aí. No instante que essa
- 5:52:44esfera chegou lá em cima e ela ela tá na
- 5:52:45altura máxima, eu sei que a velocidade
- 5:52:47tem que ser zero. Então, já olha aqui,
- 5:52:48velocidade ela tem que ser zero, tá bom?
- 5:52:50Então, tem que ser aqui exatamente zero.
- 5:52:52E a aceleração nesse momento, eu escolhi
- 5:52:54corresponde à combinação correta. É,
- 5:52:55deixa eu só ver aqui as opções. V = 0 e
- 5:52:57A. Tá bom? Então, a aceleração ela o
- 5:52:59tempo inteiro no movimento, muito
- 5:53:00cuidado, ela o tempo inteiro é diferente
- 5:53:01de zero, tá? A aceleração ela só para se
- 5:53:04o centro da Terra desaparecesse, tá bom?
- 5:53:05Porque a aceleração da gravidade ela vai
- 5:53:07permanecer acontecendo e o sentido dela
- 5:53:09sempre vai ser para baixo. Então a
- 5:53:10aceleração sempre vai ser diferente de
- 5:53:11zero e sempre para baixo. Agora, claro,
- 5:53:13enquanto ele sobe, ela desacelera.
- 5:53:14Enquanto ele desce, ela acelera, mas a
- 5:53:15aceleração em si não muda. Então a
- 5:53:17velocidade é igual a zero. A aceleração
- 5:53:19ela é diferente de zero, mas ela é para
- 5:53:20baixo. Então aqui, ó, velocidade igual a
- 5:53:22zero, aceleração diferente de zero e
- 5:53:23para baixo o tempo inteiro, tanto quanto
- 5:53:24ele tá subindo, quanto ele tá parado,
- 5:53:26quanto enquanto ele tá descendo. Tá bom?
- 5:53:28Mais uma aqui muito importante, tá? Ã,
- 5:53:30um experimento foi montado com inú de
- 5:53:31determinar o tempo de queda livre de
- 5:53:32corpos com tamanhães massos distintos.
- 5:53:33Para isso, utilizou-se uma prateleheira
- 5:53:34a 50 cm. Deixa eu te explicar uma coisa
- 5:53:35sobre queda livre, tá bom? Quando a
- 5:53:36gente fala de queda livre, a gente tá
- 5:53:37abandonando um corpo. Então, eu não tô
- 5:53:39lançando ele para baixo, eu tô apenas
- 5:53:40abandonando esse corpo. Qual é a fórmula
- 5:53:43que a gente utiliza? Se a gente quer
- 5:53:44saber, por exemplo, e vou e vou dizer
- 5:53:46mais assim, só só vou falar isso para
- 5:53:47tu. abandonei o corpo daqui. Só isso.
- 5:53:48Acabei de abandonar esse corpo daqui. E
- 5:53:50só falando para tu que eu abandonei esse
- 5:53:51corpo e dizendo, por exemplo, o tempo
- 5:53:53que ele levou para chegar lá baixo.
- 5:53:53Abandonei esse corpo aqui e ele levou 5
- 5:53:55segundos para cair no chão. Demorou 5
- 5:53:57segundos, chegou lá embaixo. Eu já
- 5:53:58consigo muitas informações. Que tipo de
- 5:53:59fórmula eu uso para calcular a queda
- 5:54:01livre? Eu quero saber o quê? Por
- 5:54:02exemplo, qual é a altura desse prédio.
- 5:54:04Eu teria que usar o quê? S = s0 + v0t +
- 5:54:08at²/ 2. Porém, eu não vou fazer isso por
- 5:54:11se eu for ver bem, passa esse S0 para
- 5:54:12cá, vai ficar S - S0. Concorda que S -
- 5:54:14S0 é S, mesma coisa, né? Então, peguei
- 5:54:17aqui, eu tenho del S aqui, a velocidade
- 5:54:19inicial dele é zero, porque eu tô
- 5:54:20largando ele aqui de cima, eu tô
- 5:54:21largando a velocidade inicial dele é
- 5:54:22zero. Esse termo desaparece, a
- 5:54:23aceleração dele vai ficar aqui, o t²/ 2
- 5:54:25tá aqui. Galera, o que que a gente faz?
- 5:54:27A gente quer saber a altura do prédio. A
- 5:54:28altura do prédio é o del s, é o quanto
- 5:54:29que ele vai percorrer. É a mesma coisa.
- 5:54:30Então, a gente adapta essa fórmula, a
- 5:54:32gente dá um nome diferente para essa
- 5:54:33fórmula e vira a fórmula da queda livre,
- 5:54:34mas ela é a mesma coisa do que essa
- 5:54:35daqui, tá bom? Tá vendo esse del S? A
- 5:54:36gente vai chamar de H, porque o del S de
- 5:54:37fato é a altura do prédio, é a altura de
- 5:54:39onde você tá caindo. Tá vendo essa
- 5:54:40aceleração? A gente vai chamar de G
- 5:54:42aceleração da gravidade, porque é só a
- 5:54:43aceleração da gravidade que vai fazer
- 5:54:44você cair. Você foi abandonado. T² a
- 5:54:46gente deixa T² e sobre 2/ 2. H = GT²/ 2.
- 5:54:50Acabou. H = GT²/ 2, né? Tem gente que
- 5:54:53simplifica aqui, né? A gravidade vai ser
- 5:54:5410 com 2, fala H = 5T². Também funciona.
- 5:54:56Ótimo. Então só nessa questão aqui a
- 5:54:58gente já resolve isso aqui bem rápido,
- 5:54:59né? Então h = gt^/ 2. Olha, G é 10. O
- 5:55:01tempo de queda sempre falou que foi 5,
- 5:55:03né? 5² dá 25/ 2. 250/ 2 125 m, né? Tá
- 5:55:08pedindo aqui a distância. Esse prédio
- 5:55:09tem 125 m de altura. Muito simples, tá?
- 5:55:11Agora o que você tem que saber é que
- 5:55:13quando a gente abandona corpos da mesma
- 5:55:16altura, mesmo que eles tenham massas
- 5:55:17diferentes, o tempo é sempre o mesmo.
- 5:55:18Você viu que em nenhum momento eu falei
- 5:55:19ele da massa. Então isso é muito
- 5:55:20contrainttuitivo para as pessoas, né,
- 5:55:21Pedro? Se eu abandonar uma pena e uma
- 5:55:23bola de bolicha do alto de um prédio,
- 5:55:24elas chegam juntas no chão, elas chegam
- 5:55:25exatamente juntas. Não acredito.
- 5:55:27Mentira, charlatão, traidor, satanista.
- 5:55:29É, chegam juntos, eu tô te garantindo.
- 5:55:30Mas Pedro não chega na prática. Não
- 5:55:32chega. Mas por que que não chega na
- 5:55:33prática? Porque a pena, ela é um objeto
- 5:55:35que ela tem uma aerodinâmica menos
- 5:55:36favorável. Então, a pena sofre com a
- 5:55:38resistência do ar. Você pode não
- 5:55:39enxergar, mas tem uma piscina de ar
- 5:55:40gigantesca aqui em volta da gente. Então
- 5:55:42a pena, ela fica sendo atrapalhada pelo
- 5:55:43ar e ela vai caindo devagar. Se você
- 5:55:44bota uma câmera de vácuo que não tem
- 5:55:46nenhum ar nela, você solta uma bola de
- 5:55:47bol, uma pena, ela chega no chão
- 5:55:48exatamente ao mesmo tempo. Essa questão
- 5:55:49já foi explorada inúmeras vezes, certo?
- 5:55:51>> A última vez que essa questão foi
- 5:55:52explorada, esse tema foi explorado foi
- 5:55:54no Enem 2021.
- 5:55:56>> 2021 foi explorado esse tema. Perfeito.
- 5:55:57>> Exatamente. Então se alguém quiser
- 5:55:58pesquisar lá, só botar lá e tal.
- 5:56:00Gravidade.
- 5:56:01>> Exente. Excelente. E pode cair de novo
- 5:56:03porque a gente tá falando agora do anem
- 5:56:042025 ou depende quando você tá
- 5:56:05assistindo esse vídeo, tá bom? Então,
- 5:56:06para isso ele ele quer testar o tempo de
- 5:56:07cada livre dos corpos, botou uma
- 5:56:08prateleira, tem 50 cm do chão, colocaram
- 5:56:10três frutas e a prateleira foi removida,
- 5:56:11liberou todas as frutas. Cara, que
- 5:56:12absurdo olha essa questão, né? O tempo
- 5:56:14de queda melancia, o T1, dele o T2, dele
- 5:56:15é T3. Acabou. Todos os tempos de queda
- 5:56:17são o mesmo. Pode botar um elefante aqui
- 5:56:18nessa mesa que ele vai cair ao mesmo
- 5:56:19tempo, tá bom? Agora, claro, a força que
- 5:56:21ele vai fazer quando chegar lá embaixo,
- 5:56:22né? A paulada que tu vai tomar, isso é
- 5:56:23diferente. A gente vai estudar em
- 5:56:24dinâmica, mas o tempo de queda e a
- 5:56:25velocidade que ele tem quando chega no
- 5:56:26chão, isso são as mesmas coisas, tá bom?
- 5:56:28Todo mundo chega na mesma velocidade,
- 5:56:29todo mundo chega ao mesmo tempo no chão.
- 5:56:30Isso é importantíssimo de você já pensou
- 5:56:32o aluno fazendo cálculo aí,
- 5:56:33>> pô? Imagina só vai começar a botar
- 5:56:35fórmula. Calma aí. H ig GT é começa. Pá,
- 5:56:38mas calma aí. 50 cm, mas a massa da
- 5:56:40melancia. Que tipo de melancia é essa? E
- 5:56:41o melão, né, galera? Isso é um absurdo
- 5:56:42completo, tá bom? Essa questão aqui você
- 5:56:44faz em quê? 4 segundos. Você olha isso
- 5:56:45aqui, tá? Marca isso aqui e tchau. Tá
- 5:56:48bom? Pronto, resolvemos aqui as nossas
- 5:56:49questões de movimento uniformemente
- 5:56:50variado. Vamos agora seguir em frente,
- 5:56:52certo?
- 5:56:53>> Fala galera, beleza? Professor Pedro
- 5:56:54Assade na área. Vamos agora encerrar
- 5:56:56cinemática, tá? A gente vai pegar aqui
- 5:56:57algumas questões que elas já entram no
- 5:56:59assunto de cinemática vetorial, tá?
- 5:57:00Então, como eu disse para você, a gente
- 5:57:02estava abordando a velocidade de forma
- 5:57:04escalar. A gente estava se importando só
- 5:57:05com o número da velocidade. Agora a
- 5:57:06gente vai começar a olhar pra velocidade
- 5:57:08também de modo vetorial, para onde que
- 5:57:09essa velocidade está de fato apontando.
- 5:57:11Tá bom? Não deve ser estranho para você
- 5:57:13perceber que se eu tenho um corpo, né?
- 5:57:14Imagina que eu tenho aqui um certo corpo
- 5:57:15e ele tem uma velocidade para cima.
- 5:57:17Pronto, ele tá com uma velocidade para
- 5:57:17cima, então quer dizer o quê? Com
- 5:57:18certeza ele tá subindo. Se tem uma
- 5:57:20velocidade para cima, é porque ele tá
- 5:57:22subindo, tá bom? Mas agora ele também
- 5:57:23tem uma outra velocidade. Imagina que
- 5:57:25enquanto ele tá subindo, né? Eu tenho
- 5:57:26uma caixa aqui. Vamos pegar esse exemplo
- 5:57:28aqui que vai ser bacana, né? Eu tenho
- 5:57:29aqui esse carro e ele tá com uma
- 5:57:29velocidade, tá subindo aqui no espaço e
- 5:57:31aí nada tá acontecendo com ele. Não tem
- 5:57:33nenhum tipo de aceleração, não tem
- 5:57:34ninguém fazendo força nele. Você vai
- 5:57:35entender isso melhor daqui a pouco em
- 5:57:36dinâmica. Ele tá subindo. Agora eu venho
- 5:57:37aqui e faço uma força nele. Essa força
- 5:57:39vai gerar uma pequena aceleração nele.
- 5:57:40Eu sei que eu ainda não expliquei isso,
- 5:57:41mas já vai se acostumando. A velocidade
- 5:57:42tava para cima e agora que eu fiz isso,
- 5:57:43ele vai começar a ir na horizontal pro
- 5:57:45lado? Não, ele continua tendo aquela
- 5:57:47velocidade que ele tinha para cima, mas
- 5:57:48agora que eu botei uma velocidade nele
- 5:57:49na horizontal, ele vai ter o quê? Ele
- 5:57:50vai fazer uma trajetória na diagonal.
- 5:57:51Consegue compreender quanto na diagonal?
- 5:57:53Vai depender de quanta força eu fiz, por
- 5:57:54quanto tempo eu mantive essa força. Mas
- 5:57:55quero só que você pegue essa ideia, tá
- 5:57:56bom? Eu tava indo para cima, bati aqui.
- 5:57:58Ele não vai parar de para cima, não. Não
- 5:57:59tem por ele ter parado de para cima, não
- 5:58:01tem. Ele vai continuar indo para cima,
- 5:58:02para sempre. Agora que eu bati, ele vai
- 5:58:03ficar indo para cima e também para o
- 5:58:04lado, tá bom? Se eu quiser freiar ele
- 5:58:06completamente, eu vou ter que tanto
- 5:58:07fazer alguma coisa para baixo e também
- 5:58:08alguma coisa para lá, de modo que eu
- 5:58:09anule todas as velocidades dele, tá bom?
- 5:58:11A gente vai entender isso em breve.
- 5:58:12Gostou dessa analogia? Fez sentido?
- 5:58:13>> Perfeito.
- 5:58:13>> Ótimo. Agora
- 5:58:15>> isso a gente vai precisar para resolver
- 5:58:16esse tipo de questão que pode aparecer
- 5:58:17na prova desse ano. Então tem um foguete
- 5:58:18que a gente primeiro olha pro enunciado,
- 5:58:19né? A representação gráfica da
- 5:58:20trajetória seguida pelo foguete antes
- 5:58:22depois de passar pelo ponto B. a gente
- 5:58:23já vê que é uma questão que ela vai
- 5:58:24exigir uma leitura atenta do enunciado,
- 5:58:26porque eh a pergunta é muito curta, né?
- 5:58:27O enunciado aqui é pequeno, então com
- 5:58:29certeza ele deu informações relevantes
- 5:58:30pra gente poder encontrar o gráfico
- 5:58:31correto. Vamos lá. Um foguete viaja pelo
- 5:58:33espaço hidral com os propulsores
- 5:58:34desligados. Lembrando que no espaço você
- 5:58:36não tem resistência do ar, você não tem
- 5:58:37atrito do chão para atrapalhar, para
- 5:58:38drenar a velocidade dele, né? Se eu
- 5:58:40solto um carro, empurro ele na rua por
- 5:58:41aí, uma hora ele para, mas ele para
- 5:58:42porque o chão vai drenando a velocidade
- 5:58:44dele com atrito. A gente vai entender
- 5:58:45isso daqui a pouco em dinâmica. Agora, o
- 5:58:46que que acontece, né? Ele tá com os
- 5:58:47propulsores desligados, galera. Se ele
- 5:58:48tá com os propulsores desligados, ele
- 5:58:50não tá acelerando, ele não tá ganhando
- 5:58:51velocidade, mas ele vai manter a
- 5:58:53velocidade que ele sempre teve. Isso é
- 5:58:54uma ideia da primeira lei de Newton, que
- 5:58:55como eu disse, a gente ainda vai pegar
- 5:58:56daqui a pouco, mas eu tô adiantando
- 5:58:57aqui, tá? Então, só disso aqui você já
- 5:58:58tem que olhar para esse foguete aqui,
- 5:58:59tem que entender que ele tá boiando no
- 5:59:00espaço com uma velocidade que vai em
- 5:59:02qual sentido? A velocidade dele está na
- 5:59:03direção horizontal e tá indo no sentido
- 5:59:05da direita, só que os propulsores dele
- 5:59:07estão aqui em cima. Então, caso ele
- 5:59:08acione os propulsores dele, esses
- 5:59:09propulsores vão entregar uma velocidade
- 5:59:10para cá, né? Eles vão fazer uma força
- 5:59:11que vai gerar uma aceleração para baixo
- 5:59:13e, por consequência, essa aceleração vai
- 5:59:14gerar uma velocidade para baixo, tá bom?
- 5:59:16Mesmo sem saber a primeira lei de
- 5:59:17Newton, ainda nesse vídeo, você consegue
- 5:59:18acompanhar essa ideia. Vamos lá. Tem uma
- 5:59:20velocidade inicial aqui que é V com esse
- 5:59:21vetorzinho aqui em cima, né, mostrando
- 5:59:22que essa velocidade tá apontando para
- 5:59:24cá. Vamos deixar ela aqui eh marcada de
- 5:59:26azul. Ã, ela tem módulo constante,
- 5:59:28direção perpendicular à ação dos
- 5:59:29propulsores. Perpendicular aquilo que
- 5:59:30faz 90º. Então, a ação dos propulsores,
- 5:59:32ela vai ser onde? Para cá, para baixo. E
- 5:59:33essa velocidade tem uma direção
- 5:59:35perpendicular. Realmente, a velocidade
- 5:59:36que ele já tem, tá fazendo 90º com a
- 5:59:38ação dos propulsores que ainda estão
- 5:59:39desligados. O piloto aciona os
- 5:59:40propulsores para alterar a direção do
- 5:59:42movimento. É, Pedro, mas eu pensei que
- 5:59:43os propulsores eles iam alterar a
- 5:59:45velocidade. Sim, mas a velocidade,
- 5:59:46lembra, ela é feita tanto do módulo
- 5:59:47quanto do vetor dela. O vetor quer dizer
- 5:59:49o que? A direção e o sentido,
- 5:59:50basicamente. Então, quando a gente fala
- 5:59:51alterar a direção de uma coisa, a gente
- 5:59:52tá alterando a velocidade. Já tinha
- 5:59:54comentado isso com você. Isso ele vai
- 5:59:55acionar esses propulsores quando o
- 5:59:56foguete passa pelo ponto A. Ou seja, a
- 5:59:57gente já tem que ter a seguinte ideia na
- 5:59:58nossa cabeça, né? Que até até antes dos
- 6:00:00propulsores ele tava em movimento
- 6:00:01uniforme, ele tinha uma velocidade
- 6:00:02constante. Agora no ponto A ele vai
- 6:00:03acionar os propulsores. Os propulsores
- 6:00:05dele vão fazer o quê? adicionar uma
- 6:00:06velocidade aqui para baixo, só que ele
- 6:00:07vai continuar sempre tendo, não, ele
- 6:00:09nunca vai parar de ter essa velocidade
- 6:00:10pra direita. Ele tá no espaço, ele vai
- 6:00:11ficar boiando pra direita para sempre,
- 6:00:13mas agora ele também tem uma velocidade
- 6:00:14para baixo. Se eu te perguntar, pô, o
- 6:00:15foguete ele tinha isso aqui, ó, tinha
- 6:00:17uma velocidade aqui pra direita, agora
- 6:00:18os propulsores colocaram também uma
- 6:00:19velocidade para baixo. Qual fica a
- 6:00:21velocidade final desse foguete? Ficar
- 6:00:22algo assim, concorda? Uma diagonal. Vai
- 6:00:23ter que ser algo inclinado. Claro, pra
- 6:00:25gente calcular exatamente isso aqui, a
- 6:00:26gente precisa de mais informações do
- 6:00:27ângulo para saber o quando na diagonal
- 6:00:28está. Mas é fato que a soma desses dois
- 6:00:30vetores vai gerar um movimento diagonal.
- 6:00:31Ele permanece indo pra direita e agora
- 6:00:32ele também tá indo para baixo. Direita e
- 6:00:34para baixo uma diagonal. Ok? Então ele
- 6:00:36vai alterar a direção do movimento
- 6:00:37foguete quando ele passar pelo ponto A.
- 6:00:39E ele vai desligar quando? Quando que
- 6:00:40ele vai desligar? Só quando o módulo da
- 6:00:41velocidade final for superior à√2 dessa
- 6:00:43velocidade aqui, o que ocorre antes de
- 6:00:45passar pelo ponto B. Não precisa se
- 6:00:46preocupar com isso aqui, né? Dá para
- 6:00:47fazer alguns cálculos, mas não é
- 6:00:48necessário nessa questão. É um absurdo
- 6:00:49começar a √2 diagonal do quadrado. Não
- 6:00:51tem necessidade nenhuma disso, tá bom? A
- 6:00:52gente vai pensar o seguinte, ele vai
- 6:00:54desligar os propores antes dele passar
- 6:00:56pelo ponto B. Qual então é a
- 6:00:57representação gráfica da trajetória
- 6:00:58seguida pelo foguete antes e depois de
- 6:00:59passar pelo ponto B? Vamos lá. Faz
- 6:01:01sentido isso aqui. O foguete tava vindo
- 6:01:02aqui e agora ele começa a fazer isso
- 6:01:03aqui em linha reta. Seria muito bacana
- 6:01:06isso aqui, né? Faz é uma ideia que ela
- 6:01:07até faz algum sentido, mas não isso que
- 6:01:09acontece. Por quê? Porque o propulsor
- 6:01:11dele não foi uma coisa que foi apenas
- 6:01:12acionada e desligada muito rápido, né?
- 6:01:14Se a gente só aciona o propulsor, ele dá
- 6:01:15uma velocidade para baixo, desliga, aí
- 6:01:17tudo bem, o foguete vai ficar com aquela
- 6:01:18velocidade para baixo que foi adicionada
- 6:01:20para sempre e vai fazer essa linha reta.
- 6:01:21Note que essa linha reta aqui, ela é
- 6:01:22toda o quê? Um movimento uniforme. Mas
- 6:01:24por que que não é tudo um movimento
- 6:01:25uniforme? Porque aqui nesse espaço, ó,
- 6:01:27lembra que ele acionou o propulsor aqui?
- 6:01:29Só que ele acionou o propulsor e deixou
- 6:01:30acionado. Então esse foguete ele não
- 6:01:31apenas ele vai começar a ir para baixo,
- 6:01:33ele vai cada vez mais para baixo, porque
- 6:01:34o propulsor tá cada vez dando mais
- 6:01:36velocidade para baixo. O propulsor está
- 6:01:38ligado. Então o propulsor tá lá jogando
- 6:01:40fogo para trás, tá cada vez deixando o
- 6:01:41foguete com mais, tá tá tá mantendo uma
- 6:01:43aceleração ali, tá ficando com cada vez
- 6:01:44mais velocidade. Então ele não pode se
- 6:01:45deslocar aqui como se fosse um movimento
- 6:01:46uniforme. Eliminada e eliminada aqui
- 6:01:48pelo mesmo motivo. Essa aqui inclusive é
- 6:01:49um absurdo, né? Porque antes de chegar
- 6:01:50aqui no ponto B, ele vai desligar o
- 6:01:52propulsor. Aí depois que desliga o
- 6:01:53propulsor, o foguete vai voltar aí
- 6:01:55apenas pra direita. Ué, e aquela
- 6:01:56velocidade toda que ele tinha ganhado
- 6:01:57para baixo desapareceu? O o o foguete
- 6:01:59foi freiado, alguma coisa empurrou ele
- 6:02:01para cima de novo? Não faz nenhum
- 6:02:02sentido essas duas aqui, tá bom? A gente
- 6:02:03fica entre essas três aqui, tá? E a
- 6:02:05gente já vê que essa aqui também não faz
- 6:02:07nenhum sentido. A também é muito e
- 6:02:09absurda, muito imprópria, porque nem tô
- 6:02:10entrando nisso aqui ainda, mas só para
- 6:02:11você eliminar aqui, ó. Desliguei o meu
- 6:02:12propulsor. Agora que eu desliguei o
- 6:02:13propulsor, o foguete até continua indo
- 6:02:14para baixo, pra direita. E por que
- 6:02:16diabos depois o foguete fica indo
- 6:02:18basicamente só pra direita? Qual o
- 6:02:19sentido disso? Agora o foguete tá indo
- 6:02:20apenas pra direita. Ué, então o foguete
- 6:02:22tinha uma velocidade aqui para baixo
- 6:02:23também. Essa velocidade foi extinguida
- 6:02:25sem ninguém frear o foguete, ele tá no
- 6:02:26espaço, ninguém vai frear ele, ele vai
- 6:02:27ficar para sempre indo, indo para baixo
- 6:02:28ali agora, tá bom? Então isso aqui tá
- 6:02:29completamente errado. A gente olha para
- 6:02:31essas duas aqui agora, com certeza são
- 6:02:32as melhores opções, né? E vamos dar uma
- 6:02:33analisada aqui pra gente entender, tá
- 6:02:35bom? Essa daqui já tem que ser
- 6:02:35descartada imediatamente. Por quê? Ã
- 6:02:38depois que passou pelo ponto B, né? Até
- 6:02:39aqui fazia sentido. Ele tava indo pra
- 6:02:41direita e para baixo. Tudo bem? Eh, só
- 6:02:43que depois que passa pelo ponto B,
- 6:02:44desaparece a velocidade dele que tá indo
- 6:02:45pra direita. Qual o sentido dessa
- 6:02:46velocidade desaparecer? Ele vai ficar
- 6:02:47para sempre na direita até que alguém
- 6:02:49faça uma força pra esquerda. Isso aqui
- 6:02:50já é ley de Newton. você vai pegar muito
- 6:02:52melhor daqui a pouco. Então, só por
- 6:02:53causa disso a gente já consegue marcar
- 6:02:54C, só fazendo eliminações bem bem bem
- 6:02:56óbvias. Esse é o jeito certo que um
- 6:02:57aluno de desempenho faz essa questão por
- 6:02:58eliminação. É, esse é o jeito certo, na
- 6:03:00minha opinião. A gente não pode cair
- 6:03:01nunca no preciosismo de não, eu sou um
- 6:03:03aluno de alto desempenho, eu preciso
- 6:03:03calcular aqui a diagonal desse quadrado.
- 6:03:05Esse é o melhor jeito que tem de fazer
- 6:03:06essa questão aqui, porque a gente já
- 6:03:07consegue ter certeza absoluta que é AC,
- 6:03:08porque as outras são absolutas. Agora,
- 6:03:09confirmando por que é AC, né? Olha só,
- 6:03:11enquanto ele tá com os propulsores
- 6:03:13ligados, é interessante que ele
- 6:03:13permanece o tempo todo indo pra direita.
- 6:03:15Isso é bom, porque os propulsores não
- 6:03:16mexem nada nessa velocidade aqui, mas
- 6:03:17ele vai para baixo cada vez mais. Tu vê
- 6:03:18que isso aqui é um gráfico de move, né?
- 6:03:20Ele vai indo de modo cada vez mais
- 6:03:21agressivo para baixo. Ele vai pegando
- 6:03:23cada vez mais mais impulso para baixo,
- 6:03:25né? Não impulso no sentido físico, mas
- 6:03:26ele vai indo com cada vez mais
- 6:03:27voracidade para baixo. E quando chega
- 6:03:29aqui no ponto B, você desliga. O que que
- 6:03:30acontece? Ó, desligou os propulsores. Eu
- 6:03:32vou continuar indo pra direita com a
- 6:03:33velocidade que eu sempre tive em
- 6:03:34movimento uniforme. Essa velocidade não
- 6:03:35muda nunca mais. E vou continuar indo
- 6:03:37para baixo também com a velocidade que
- 6:03:38eu recebi durante esse tempo aqui. Só
- 6:03:39que agora essa velocidade para de mudar.
- 6:03:40Agora eu não vou começar a ir de modo
- 6:03:41cada vez mais agressivo. A gente fica
- 6:03:43aqui basicamente com uma reta. São dois
- 6:03:44movimentos uniformes agora, né? Um pra
- 6:03:46direita que ele já tinha, um para baixo
- 6:03:47que ele adquiriu aqui e agora vai, ele
- 6:03:48vai nessa diagonal aqui praticamente
- 6:03:50reta, letra C, a resposta. Fala galera,
- 6:03:52beleza? Professor Pedro Assad na área
- 6:03:53com uma hora e 46 de sono na conta.
- 6:03:55Vamos agora começar o conteúdo de
- 6:03:57dinâmica, tá bom? Conteúdo
- 6:03:58importantíssimo. A gente vai aqui bem
- 6:03:59acelerado, a gente vai focar nas
- 6:04:00questões, tá bom? Então primeira coisa
- 6:04:01que você tem que ter para entender
- 6:04:02dinâmica, né? Na minha visão pedagógica,
- 6:04:03o jeito que eu explico, eu sempre começo
- 6:04:04pelas leis de Newton. E eu acredito que
- 6:04:06isso aqui traz um efeito muito bacana,
- 6:04:07tá? Então a gente vai começar entendendo
- 6:04:08as leis de Newton, porque absolutamente
- 6:04:10todos os problemas eles envolvem as leis
- 6:04:12de Newton. Todos. é impossível resolver
- 6:04:13um único problema de dinâmica, um único,
- 6:04:15você não consegue resolver sem saber as
- 6:04:17leis de Newton. Detalhe, o Enem até mais
- 6:04:20ou menos 2013, 2014, 2015, ele tinha o
- 6:04:21costume de cobrar questões muito diretas
- 6:04:23sobre as leis de Newton. Isso não está
- 6:04:24mais acontecendo. O que mais está
- 6:04:25acontecendo, 99% das vezes, é que as
- 6:04:28leis de Newton estão embutidas nos
- 6:04:29raciocínios das questões. Então, por
- 6:04:30exemplo, né, foi até um exemplo bacana
- 6:04:32essa questão aqui que a gente fez, que
- 6:04:33era essa daqui, ó, a gente tá falando do
- 6:04:36foguete, né? Essa questão aqui, ela é
- 6:04:37uma questão de cinemática, mas ela exige
- 6:04:38muito conhecimento sobre as leis de
- 6:04:39Newton. Não tem como você fazer isso
- 6:04:40aqui, né? Existe o básico das leis de
- 6:04:41Newton, não é nem muito, mas você
- 6:04:42precisa disso. Então vou te ensinar essa
- 6:04:44abordagem, tá bom? Vou contextualizar
- 6:04:45muito as leis de Newton. Vamos lá. Todo
- 6:04:46mundo já vai falar. Primeira lei de
- 6:04:47Newton, lei da inércia, né? Então vou
- 6:04:48escrever aqui de modo bem direto, não
- 6:04:49vou ficar dando as definições grandes,
- 6:04:51formais, né? Então lei de Newton, lei da
- 6:04:52inércia. Para você entender essa lei
- 6:04:53aqui, né? Vou, o enunciado dela é o
- 6:04:55seguinte, né? Todo corpo ele tende a
- 6:04:56manter o seu estado de movimento até que
- 6:04:58uma força resultante atue sobre ele e
- 6:05:00modifique esse estado de movimento, né?
- 6:05:01Todo o corpo tende a permanecer em
- 6:05:02inércia a menos que uma força resultante
- 6:05:03esteja atona sobre ele. Qualquer coisa
- 6:05:05assim. Vamos lá. Para você entender
- 6:05:06isso, começa imaginando o espaço, tá?
- 6:05:08Não tem como você entender isso aqui na
- 6:05:09Terra de fato, porque na Terra não
- 6:05:11funciona exatamente assim. Até que
- 6:05:12funciona exatamente assim, né? Mas pra
- 6:05:13nossa vista que não entende as forças,
- 6:05:15não funciona assim. Tá bom? Então sim,
- 6:05:16as leis de Newton elas funcionam de
- 6:05:17fato, mas ao mesmo tempo na prática
- 6:05:18parece que não funciona. Agora vamos lá,
- 6:05:19para tu entender como que elas
- 6:05:20funcionam, pensa no espaço. Pensou no
- 6:05:21espaço, vamos lá. Tem no espaço boiando
- 6:05:23esse carro, tá? Ele tá lá no espaço
- 6:05:25assim. Eu venho nesse carro aqui e eu
- 6:05:27encosto nele. Quando eu encostar nele,
- 6:05:29eu vou est fazendo uma força nele, tá
- 6:05:30bom? Então, a força ela é definição
- 6:05:32formal de força, né? Força é o agente da
- 6:05:34dinâmica que provoca aceleração. Força é
- 6:05:36o agente da dinâmica que altera o estado
- 6:05:38de movimento de um corpo. Então esse
- 6:05:39carro tava parado no espaço, parado em
- 6:05:40relação a qu, sei lá, em relação a via
- 6:05:41lact, ele tava parado. Eu venho aqui
- 6:05:43nele e encosto nele. Eu fiz uma força
- 6:05:45nele, não fiz? Sim, eu fiz uma força
- 6:05:46nele. Essa força, comece agora a a
- 6:05:48decorar isso e entender isso. A força
- 6:05:49vai gerar aceleração, tá? Então, se eu
- 6:05:51fiz uma força dele, ele gera uma
- 6:05:52aceleração. Mas a aceleração faz o qu?
- 6:05:53Ela modifica a velocidade, né? Pronto,
- 6:05:54ele tava com velocidade zero num dado
- 6:05:57referencial. Fiz uma força nele, ele
- 6:05:58ganhou velocidade. Pedro, e agora? Você
- 6:05:59fez uma força nele, deu um empurrão nele
- 6:06:00e tirou a mão. Primeira coisa, enquanto
- 6:06:03eu estava empurrando ele, eu estava
- 6:06:04fazendo força, tá bom? Então, enquanto
- 6:06:05eu estava empurrando ele, se eu ficar
- 6:06:06empurrando ele, eu tô fazendo força. E
- 6:06:08se eu tô fazendo força nele, eu tô
- 6:06:10mantendo a aceleração dele. Então, a
- 6:06:11velocidade dele vai ficar constante?
- 6:06:12Não. Eu tô fazendo força nele, eu tô
- 6:06:15mantendo uma aceleração nele. A
- 6:06:16velocidade dele vai começar a subir.
- 6:06:17Quando você pega um carro para empurrar
- 6:06:18na rua, tem um carro enguisado, você
- 6:06:19começa a fazer força, você vai se manter
- 6:06:21fazendo força nesse carro. A velocidade
- 6:06:22dele vai ficando cada vez maior, cada
- 6:06:23vez maior, cada vez maior. A velocidade
- 6:06:24dele não vai ficar igual. Tu tá mantendo
- 6:06:25força, então tu tá mantendo aceleração,
- 6:06:27OK? E a velocidade dele vai ficando cada
- 6:06:29vez maior. Agora, e se eu parar de fazer
- 6:06:31a força? Eu fiz uma força nele, então
- 6:06:32ele tava em 0 m/s. Fiz uma força, deixei
- 6:06:34ele a 20 m/s, segs, 72 km/h, e agora eu
- 6:06:38tirei a minha mão. Tem alguma força à
- 6:06:39tona sobre ele? Não tem mais. Não tem
- 6:06:41nenhuma outra força à tona sobre ele.
- 6:06:42Então, qual é a força resultante no
- 6:06:43carro agora? Zero. E qual a velocidade
- 6:06:45do carro? 72 km/h. Ele vai ficar assim
- 6:06:48para sempre. Por toda a eternidade. Ele
- 6:06:50vai pairar no espaço a 72 km/h para
- 6:06:52sempre. A gente não consegue entender
- 6:06:54isso muito bem, porque aqui na Terra, se
- 6:06:55você empurra um carro e ele fica a 72
- 6:06:57km/h, ele vai parando. Mas por que que
- 6:06:59ele vai parando? Vamos lá. O carro no
- 6:07:00espaço vai ficar para sempre a 72 km/h.
- 6:07:02É para sempre. A menos que alguém venha
- 6:07:04e primeiro faça uma força. Essa força tá
- 6:07:06no sentido contrário do movimento dele,
- 6:07:08vai começar a gerar uma aceleração que é
- 6:07:09negativa. Mas continua valendo que força
- 6:07:11gera aceleração, né? Mas essa aceleração
- 6:07:12está atrapalhando o movimento. Então ele
- 6:07:13vai parando, parando, parando, parando,
- 6:07:15parando, parando, parando. Ele para e eu
- 6:07:16paro de fazer a força também. E agora
- 6:07:17ele ficou no zero. Tá bom? Se eu
- 6:07:19continuar fazendo a força, agora ele vai
- 6:07:20começar a ir para trás cada vez mais
- 6:07:21rápido. Entendeu isso? Isso é a lei da
- 6:07:23inércia. Newton descobriu, ele chegou
- 6:07:25nessa ideia de que um corpo ele vai
- 6:07:28permanecer com o estado de movimento
- 6:07:29dele para sempre, a menos que uma força
- 6:07:31mexa nisso, tá bom? Vale lembrar que
- 6:07:32antes Aristóteles não achava que era
- 6:07:34assim. Aristóteles achava que se você
- 6:07:37empurra um corpo, se você pega uma caixa
- 6:07:39e você empurra ela, ela vai simplesmente
- 6:07:41parar. aquele movimento ali vai chegar
- 6:07:42uma hora que vai acabar, ela vai meio
- 6:07:43que gastar aquele movimento ali, né?
- 6:07:44Então, pra Aristóteles, a causa do
- 6:07:47movimento, né? A causa da mudança do
- 6:07:49movimento, a causa de você pegar uma
- 6:07:50caixa que tá parada e ela ganhar
- 6:07:51velocidade, não era exatamente a força,
- 6:07:54tá bom? Era você ter chegado lá, você
- 6:07:56empurrou ela, você fez força nela,
- 6:07:57claro, né? A causa inicial era força,
- 6:07:58mas esse movimento vai parar
- 6:07:59naturalmente. Esse movimento vai acabar
- 6:08:01naturalmente. Aquele corpo ali, vai com
- 6:08:02uma hora que ele volta pro estado de
- 6:08:03repouso dele e ele para. Não é assim,
- 6:08:05né? Newton diz que não é assim. A gente
- 6:08:07usa mecânica Newton hoje em dia e Newton
- 6:08:09vai dizer que não é desse jeito. Tá
- 6:08:10correto isso? O que eu expliquei sobre
- 6:08:11Aristótas, tá bacana, né? Então, ó S ter
- 6:08:13certeza aqui da precisão dos termos que
- 6:08:14eu utilizei. Então, Newton, descobre que
- 6:08:15não. Na verdade, se você empurrasse a
- 6:08:17caixa, você fosse fosse Aristóteles, ele
- 6:08:18empurrasse uma caixa, ela vai ficar
- 6:08:19assim para sempre. Mas Pedro, eu não tô
- 6:08:20entendendo por que na prática, quando eu
- 6:08:21empurro uma caixa aqui na terra, ela não
- 6:08:22fica assim para sempre. Se eu empurrar
- 6:08:23um carro, ele não fica a 72 km/h para
- 6:08:26sempre, porque existe, existem outras
- 6:08:27forças que estão impedindo isso. Existem
- 6:08:29outras forças que vão desacelerando ele.
- 6:08:30Por exemplo, a força do atrito, o chão
- 6:08:32fica atrapalhando ele, fica fazendo uma
- 6:08:33força contrária, né, a tendência dele,
- 6:08:34né, a força da resistência do ar. Várias
- 6:08:36forças vão fazendo isso com o carro e
- 6:08:37vão drenando aquela velocidade dele até
- 6:08:39que ele volte a zero. Agora, resumindo,
- 6:08:40o que que é um corpo que está em
- 6:08:42inércia? Primeira definição, um corpo
- 6:08:43que tá em inércia é um corpo que não tem
- 6:08:45sobre ele nenhuma força resultante
- 6:08:46atuando. A força resultante dele é zero.
- 6:08:48E a consequência de não ter nenhuma
- 6:08:49força resultante atuando nele é o
- 6:08:50seguinte, ele pode ter duas
- 6:08:51consequências disso, né? Ele pode ter
- 6:08:52dois estados que correspondem isso aqui,
- 6:08:54tá bom? Os dois estados são o seguinte:
- 6:08:55ou ele vai estar em repouso, repouso
- 6:08:58estático, no caso, ele vai estar com a
- 6:08:59velocidade dele igual a zero, ele tá
- 6:09:00parado, isso é repouso, mas ele também
- 6:09:02pode estar em mru. Olha como é que faz
- 6:09:04sentido. Se eu tiver uma força
- 6:09:05resultante ato sobre um corpo, ela vai
- 6:09:07produzir aceleração. A aceleração muda a
- 6:09:08velocidade, certo? Mas se eu não tenho
- 6:09:10uma força resultante, então o corpo tá
- 6:09:11em inércia. Pedro, existe como um corpo
- 6:09:12estar em inércia e ter alguma força
- 6:09:14resultante? Não. Estar em inércia um
- 6:09:16sinônimo absoluto de força resultante
- 6:09:18igual a zero. Então, se eu tenho aqui
- 6:09:19uma caixa, presta atenção, tenho aqui
- 6:09:21uma caixa e eu tô fazendo uma força
- 6:09:22nessa caixa aqui de 20 N pra direita,
- 6:09:25essa caixa aqui, o que que se sabe sobre
- 6:09:26ela? Essa caixa está com certeza
- 6:09:28absoluta andando pra direita, certo?
- 6:09:29Não, isso é uma bizarrice, ela não tá
- 6:09:31andando pra direita. Você não consegue
- 6:09:32concluir isso nessa hora. A pessoa fala:
- 6:09:33"Como assim? Que absurdo. Tem 20 new
- 6:09:34aqui pra direita. A caixa tem que estar
- 6:09:35pra direita. Como assim? Não,
- 6:09:36>> não necessariamente,
- 6:09:37>> não necessariamente ela está pra
- 6:09:38direita. Por exemplo, essa caixa pode
- 6:09:40estar com uma velocidade pra esquerda.
- 6:09:41Ela tava vindo com tudo na tua direção e
- 6:09:43aí você ela tá vindo para esmagar tua
- 6:09:45casa que tá ali atrás. Agora você, ah,
- 6:09:46começa a fazer força nela, começa a
- 6:09:47fazer força nela, então tá 20 N aqui e
- 6:09:49ela vai o quê? Ela vai desacelerando.
- 6:09:50Ela tava vindo com tudo na tua direção,
- 6:09:5230 m/sund brutal. Tu tá fazendo força. A
- 6:09:54única força que tá atuando sobre ela é
- 6:09:56essa, né? Porque ela tava vindo a 30
- 6:09:57m/sund sem ninguém tá empurrando. Ela tá
- 6:09:58caindo em direção à tua casa. Agora tu
- 6:10:00tá fazendo 20 news, ela continua vindo
- 6:10:01na direção da tua casa, mas cada vez
- 6:10:03mais devagar. Então, perfeitamente
- 6:10:04plausível. Agora, esse essa caixa
- 6:10:07tivesse com uma velocidade já pra
- 6:10:08direita, ela já está aqui com 30 m/sund
- 6:10:10pra direita e você ainda vem aqui e faz
- 6:10:11essa força restante nela. Aí de fato sim
- 6:10:12você vai ter a caixa indo pra direita.
- 6:10:14Com toda certeza. A velocidade confirma
- 6:10:15que ela tá indo pra direita e ela tá
- 6:10:16ficando inclusive cada vez mais rápida
- 6:10:17pra direita, tá no movimento acelerado.
- 6:10:19Por quê? Porque tem força resultante.
- 6:10:20Então por que que tem força resultante
- 6:10:21nessa caixa? Porque eu olho para todas
- 6:10:22as forças que atuam sobre ela, que eu
- 6:10:23desenhei aqui. Eu só vejo uma 20 N. Se
- 6:10:25eu pegasse aqui agora e fizesse 20 N
- 6:10:27para cá, não tem força resultante. Então
- 6:10:28isso significa resultante. Resultante
- 6:10:30significa saldo, tá bom? Então essa
- 6:10:31caixa aqui a gente pode dizer que ela
- 6:10:32tem força resultante igual a zero. Logo,
- 6:10:33ela com certeza absoluta está parada,
- 6:10:35certo? Errado. Não, ela tem força
- 6:10:37resultante igual a zero. Então com
- 6:10:38certeza absoluta ela tá em inércia. Mas
- 6:10:40isso não quer dizer que ela tá parada.
- 6:10:41Ela pode estar parada em repouso, isso é
- 6:10:42plausível com certeza. Ou ela pode estar
- 6:10:44em MRU. Pedro, como assim MRU? Ela tá
- 6:10:46vagando por aí pelo espaço ou pela vida
- 6:10:48ou pelas estradas. Sempre a 30 m/
- 6:10:50segundo pra direita, por exemplo.
- 6:10:52Sempre. E tem aqui um cara empurrando
- 6:10:53ela com 20 para cá. Um cara empurrando
- 6:10:54com 20 para cá. Tem aqui um motorzinho
- 6:10:56atrás da caixa, um propulsor fazendo
- 6:10:57esses 20 N pra direita. Mas tem aqui
- 6:10:59também o atrito do ar que a gente bota
- 6:11:00aqui, tá fazendo 20 Nela. Pronto, ela
- 6:11:02vai ficar agora para sempre com esses 30
- 6:11:03m/s. Se eu tô dirigindo o meu carro na
- 6:11:05estrada, tô dirigindo o meu carro, olha
- 6:11:06pro visor do meu carro, olha agora pro
- 6:11:07visor do meu carro, Pedro, está
- 6:11:08exatamente a 50 km/h. Tu tá dirigindo
- 6:11:10teu carro e eu tô vendo que o visor do
- 6:11:11teu carro tá exatamente a 50 km/h. Deixa
- 6:11:13eu, deixa eu pegar aqui um carro. Olha
- 6:11:14só, Pedro, o visor do teu carro tá
- 6:11:15mostrando exatamente 50 km/h e isso
- 6:11:17nunca muda. Você tá numa linha reta, tá
- 6:11:18numa velocidade constante sempre a 50
- 6:11:20km/h. Eu te garanto, então, que se eu tô
- 6:11:22sempre a 50 km/h, eu tô em inércia. Mas
- 6:11:24Pedro, como que isso é possível? Você tá
- 6:11:26inérci dizendo que você não tem nenhuma
- 6:11:26força resultante, mas você não tá
- 6:11:28acelerando o teu carro. Você não tá
- 6:11:29justamente pisando no acelerador e
- 6:11:30fazendo com que o combustível que tá ali
- 6:11:31queime e esse combustível não tá gerando
- 6:11:32força pro teu carro andar pra frente.
- 6:11:33Sim, mas provavelmente se eu estou
- 6:11:35exatamente a 50 km/h enquanto eu tô com
- 6:11:37o meu pé levemente no acelerador, é
- 6:11:38porque o vento, o atrito, eles estão
- 6:11:40fazendo a mesma força que eu tô fazendo
- 6:11:41no meu acelerador, só que eles estão
- 6:11:42fazendo no sentido contrário. Então a
- 6:11:43força resultante tá zero. Por isso que
- 6:11:44meu carro tá assim. Conseguiu
- 6:11:45compreender agora? Então isso é inércia,
- 6:11:47tá bom? Meu carro não tem força
- 6:11:48resultante nenhuma atuando, tá bom?
- 6:11:49Agora, e se meu carro tá acelerando, ele
- 6:11:50tá ganhando velocidade de 55, 60 km/h,
- 6:11:52então é porque eu estou conseguindo
- 6:11:54superar a desvantagem da estrada, tô
- 6:11:55conseguindo superar as forças que se
- 6:11:57opõe no meu movimento. Então, equilibrar
- 6:11:58elas, né? Equilibrar ganhando que ele
- 6:12:00não, ele tá acelerando. Eu falei
- 6:12:01acelerando, tá indo para 60 km/h, 70
- 6:12:02km/h. Então eu tô conseguindo vencer
- 6:12:04isso, né? Pode ser que meu carro esteja
- 6:12:05exercendo aqui 1000 N de força, mas a
- 6:12:07estrada, o vento, eles fazem 200 N
- 6:12:09contrário. Qual é a força resultante
- 6:12:10sobre o meu carro? Então é 800. Tem 1000
- 6:12:12para cá e tem 200 para cá. Você subtrai,
- 6:12:14sobra apenas 800 para cá. Perfeito. Isso
- 6:12:16é a primeira lei de Newton. Tá bom? Para
- 6:12:18um corpo alterar o seu estado de
- 6:12:19movimento, alguma força tem que agir
- 6:12:20sobre ele. Então, por exemplo, tô aqui
- 6:12:22em cima de um skate, tô andando em cima
- 6:12:23de um skate, tem aqui o skate, eu tô
- 6:12:25aqui em cima dele, tô fazendo um desenho
- 6:12:26assim bem bem direto mesmo, né? Eu tô
- 6:12:27com uma velocidade aqui pra direita.
- 6:12:29Acontece que eu bato aqui embaixo, bato
- 6:12:30numa pedra, uma pedra azul aqui embaixo.
- 6:12:32E o que que essa pedra vai fazer? Ela
- 6:12:33vai freiar bruscamente o meu skate. Ela
- 6:12:34vai obrigar a parar. Ela vai fazer uma
- 6:12:35força aqui contra o meu skate. Mas pera
- 6:12:37aí, ela fez uma força em mim? Não fez.
- 6:12:39Então eu vou continuar meu movimento
- 6:12:39para sempre. Eu vou continuar meu
- 6:12:40movimento e vou voar pra frente do
- 6:12:41skate. Tô no ônibus, tô dentro desse
- 6:12:43ônibus. O ônibus tá aqui velocidade? 100
- 6:12:44km/h. Motorista tá voado. 100 km/h. E eu
- 6:12:46tô em que velocidade? 100 km/h também em
- 6:12:48relação à estrada, em relação a um ponto
- 6:12:50fora do ônibus. Eu e o ônibus estamos
- 6:12:51ambos a 100 km/h. O ônibus ele aplica
- 6:12:53uma força nele mesmo por meio dos
- 6:12:54freios. Os freios dele pinçam ele e
- 6:12:55quando pinça, ele vai se frear. Ele vai
- 6:12:57reduzir a velocidade dele bruscamente,
- 6:12:58aplicando uma força contrária. Essa
- 6:13:00força que ele faz, ela é aplicada em
- 6:13:01mim? Não, ela é aplicada só nele. Então
- 6:13:02o ônibus vai parar e eu vou continuar
- 6:13:04pra frente. Eu vou me jogar pra frente a
- 6:13:06menos que eu me grude no ônibus. Se eu
- 6:13:07me grudar no ônibus, agora sim, eu tô
- 6:13:08fazendo parte do sistema do ônibus e se
- 6:13:10eu segurar bem firme ali, a força de
- 6:13:12frenagem vai ser transmitida para mim. A
- 6:13:13Terra nesse momento, ela tá girando?
- 6:13:15Claro que tá. A gente tá aqui na Terra
- 6:13:16nesse momento e ela tá girando. A
- 6:13:17velocidade de rotação da Terra é
- 6:13:18altíssima. Se eu não me engano, não tem
- 6:13:19cidade de cabeça, deve ser uns 1600
- 6:13:20km/h. Então a Terra tá rotacionando com
- 6:13:22essa velocidade um pouco mais ainda, né?
- 6:13:231700, sei lá, alguma coisa assim, cara.
- 6:13:25É mais de 1600, mais de 1700 km/h. O que
- 6:13:28aconteceria se a Terra parasse
- 6:13:29completamente por apenas 1 segundo? Meu
- 6:13:31amigo, eu estou nesse momento a 1600
- 6:13:33km/h porque eu tô rodando junto com a
- 6:13:34Terra. Tem a velocidade oficial aí
- 6:13:35>> 1670. 1670 km/h. Eu tô nessa velocidade.
- 6:13:38É, no Equador. Eu tô nessa velocidade.
- 6:13:39Se a Terra parar do nada, meu Deus,
- 6:13:41imediatamente na hora que ela parar,
- 6:13:43>> eu vou ser arremessado pau. Tudo, todos
- 6:13:46os prédios, todas as estruturas, elas
- 6:13:47vão o quê? Permanecer em inércia. Porque
- 6:13:50a força que freiou a Terra, que foi uma
- 6:13:51força cósmica misteriosa, ela não me
- 6:13:53freiou. Então, vou continuar para sempre
- 6:13:54naquela velocidade. Por isso que você
- 6:13:55bater a cabeça pode ser um negócio
- 6:13:56perigoso, né? Porque se você bate a
- 6:13:58cabeça, o que acontece? Você tá
- 6:13:59correndo, tá correndo, correndo, tá num
- 6:14:00carro, você dá uma cabeçada. Você estava
- 6:14:03a 50 km/h, tudo dentro de você está a 50
- 6:14:05km/h. Alguma coisa freou sua cabeça,
- 6:14:06tudo bem, freou sua cabeça, fez uma
- 6:14:07força em sentido contrário, tirou sua
- 6:14:09cabeça da inércia e seu cérebro, seu
- 6:14:11cérebro permanece em inércia. Então, seu
- 6:14:12cérebro vai ser arremessado pra frente e
- 6:14:13vai bater dentro da tua caixa craniana.
- 6:14:14Por isso que você pode ter um
- 6:14:15traumatismo craniano dessa forma. Tá
- 6:14:17bom? Só vai ser rápido, porque cara,
- 6:14:19isso tem uma relação muito forte com
- 6:14:21qualidade de capacete. A galera pode
- 6:14:22pesquisar sobre isso, porque o capacete
- 6:14:24ele não pode ser duro para não quebrar.
- 6:14:27Ele tem que quebrar. Feito,
- 6:14:28>> porque a quebra do capacete numa colisão
- 6:14:30dissipa energia e evita o traumatismo?
- 6:14:32>> Isso que ele falar uma coisa muito
- 6:14:33importante. Tem muita gente que que bota
- 6:14:35foto, né, de um acidente entre um carro
- 6:14:36antigo dos anos 90 e um Corolla de 2025
- 6:14:39e o Corolla tá todo destruído, todo
- 6:14:40amassado. E a pessoa fala assim: "Isso
- 6:14:42que era bom, carro antigo. Olha o carro
- 6:14:43antigo, olha como é que ficou a Ford". A
- 6:14:45caminhonete da Ford de 1993, ela tá
- 6:14:47inteiraça, galera. Isso é uma coisa
- 6:14:48terrível, tá bom? Quando você bate o teu
- 6:14:49carro, você imediatamente recebe uma
- 6:14:51quantidade, você tem uma quantidade
- 6:14:52brutal de energia no carro, você bate na
- 6:14:54parede, a parede vai entregar vai essa
- 6:14:56quantidade de energia, ela vai ter que
- 6:14:57ser dissipada para algum lugar. Para
- 6:14:58onde vai essa energia toda? O carro tava
- 6:14:59100 km/h. Para onde foi essa energia
- 6:15:00toda? Tem que ir para algum lugar. Se o
- 6:15:02teu carro não deforma nada, se teu carro
- 6:15:03uma lata extremamente resistente, essa
- 6:15:04energia toda vai pro teu corpo e tu vai
- 6:15:06ser brutalmente arremessado. Se a frente
- 6:15:07do teu carro amassa completamente, quer
- 6:15:09dizer o quê? Ela absorveu aquela energia
- 6:15:10tanto que ela amassou. Isso é um efeito
- 6:15:11da energia. A energia fez ela amassar
- 6:15:12completamente, mas pelo menos não foi em
- 6:15:13você. Eu sofre um acidente 90 km/h
- 6:15:15naquele meu Honda Fit. Já tem já tem
- 6:15:17quase 4 anos. Ele ficou completamente
- 6:15:18destruído e eu saí absolutamente intacto
- 6:15:20porque todo toda a energia a a
- 6:15:22deformação feita p o que ele falou para
- 6:15:23capacete é a mesma coisa. A gente não
- 6:15:24quer um capacete extremamente duro. Eu
- 6:15:25já vi de capacete,
- 6:15:28>> a galera fala assim: "Olha, esse
- 6:15:29capacete aqui é muito bom, ele não
- 6:15:30quebra".
- 6:15:30>> Aí dá uma martelada no capacete. Ué,
- 6:15:31então se o capacete não quebra não
- 6:15:32deforma, todo aquele impacto, aquela
- 6:15:34energia vai ser transportada para você,
- 6:15:35vai pra sua cabeça.
- 6:15:36>> Tem tem mais um um detalhe bem bem
- 6:15:37legal. É por que que o avião não pode
- 6:15:39ser feito de material tipo da caixa
- 6:15:41preta que a caixa preta
- 6:15:42>> a muita gente fala isso, né? Por que que
- 6:15:44o avião não é todo feito do material de
- 6:15:45caixa preta? Por que que é? Porque e as
- 6:15:47pessoas iam ser eh destruídas, já são
- 6:15:49normalmente ia ser pior ainda, não ia
- 6:15:50ter nenhuma chance de sobrevivência.
- 6:15:52>> Exatamente. Ai
- 6:15:53>> o avião numa condição ele para, as
- 6:15:54pessoas estão lá dentro não param, então
- 6:15:55aquilo ali vira um liquidificador.
- 6:15:56>> Efeito brutal. Excelente. Agora que a
- 6:15:58gente tem a primeira lei de Newton, que
- 6:15:59é a lei da N, você fala, manda
- 6:16:00>> só, só um detalhe aqui. As pessoas acham
- 6:16:02que que o menino do inscrito foi
- 6:16:03arremessado perito.
- 6:16:05>> A força atuou sobre ele. Não tem força
- 6:16:08nenhuma atuando sobre ele. A força atuou
- 6:16:09sobre o skate. Ele permaneceu no estado
- 6:16:10de movimento normal dele. Ele tá indo
- 6:16:11pra frente, vai continuar indo pra
- 6:16:12frente. Tá bom. Nenhuma força atuou
- 6:16:13sobre ele. Se tivesse atuado, inclusive,
- 6:16:14teria sido bom, né? Se ele tivesse aqui
- 6:16:15com um pé bem firme aqui na lixa do
- 6:16:17skate, apareceria uma força que a gente
- 6:16:19vai estudar daqui a pouco, que é a força
- 6:16:19de atrito. E a força de atrito, ela
- 6:16:21faria o quê? No que o moleque ter
- 6:16:22tendência de escorregar pra frente, a
- 6:16:23força de atrito e atuar contra essa
- 6:16:24tendência de deslizamento e aprender ele
- 6:16:25ali, seria uma coisa muito boa. O cinto
- 6:16:27de segurança, ele faz mais ou menos
- 6:16:28isso, mas tem alguns detalhes no cinto,
- 6:16:29né, que ele ele prolonga também o teu
- 6:16:30impacto. Então o cinto já entra muito na
- 6:16:31questão do impulso, né, quanto quanto
- 6:16:33você toma o impacto, se esse impacto for
- 6:16:34muito rápido, durar muito pouco tempo,
- 6:16:36esse impacto fica muito mais agressivo.
- 6:16:37O cinto ele faz com que demore mais
- 6:16:39tempo para ser dissipada essa energia,
- 6:16:40né? Então o cinto ele deixa você ir pra
- 6:16:41frente, mas ele te freia antes que você
- 6:16:42bata a cabeça ali. Do contrário, você
- 6:16:44seria freado. Como tá dirigindo o carro,
- 6:16:45bater o carro, sabe quem vai te frear? O
- 6:16:47volante. Tu tá 80 km/h, o carro freou
- 6:16:49porque ele bateu no muro. Agora você vai
- 6:16:51continuar a 80 km/h, e vai ser
- 6:16:52arremessado contra o volante. O volante
- 6:16:53vai te frear. O cinto, ele vai tirando a
- 6:16:55tua energia enquanto ele se estica e ele
- 6:16:56te freia no último momento, antes de
- 6:16:57você bater a cabeça contra o volante. Tá
- 6:16:59bom? Ótimo. Agora a segunda lei de
- 6:17:01Newton é a mesmíssima coisa da primeira.
- 6:17:03E a segunda lei de Newton, ela é a mais
- 6:17:04importante pra resolução prática de
- 6:17:06problemas com blocos, aquelas coisas que
- 6:17:07vocês muitas vezes tm dificuldade, tá
- 6:17:08bom? A segunda L de Newton, ela é o
- 6:17:10princípio fundamental da dinâmica. Que
- 6:17:11que é o princípio fundamental da
- 6:17:13dinâmica? É simplesmente a expressão
- 6:17:15matemática da primeira lei de Newton. Tá
- 6:17:16bom? Só isso. Acabou. Essa aqui eu
- 6:17:18aprendi contigo lá em 2018 nas tuas
- 6:17:19aulas. Então, olha só, ela é expressão
- 6:17:21matemática. Ou seja, isso aqui é o
- 6:17:22seguinte: força resultante é igual a
- 6:17:23massa vezes aceleração. Isso é a mesma
- 6:17:24coisa que a primeira lei de Newton. Tá
- 6:17:25dizendo o quê? A mesma coisa que a gente
- 6:17:26atinge dito antes. Olha, se você tiver
- 6:17:27uma força resultante, uma força
- 6:17:28realmente sobrando, ela vai produzir a
- 6:17:29aceleração. Mas pera aí, tem um
- 6:17:31intermediário, né? No meio do caminho
- 6:17:32tem a massa. Por quê? Porque vamos supor
- 6:17:33que eu tenho aqui duas caixas. Então
- 6:17:34essa daqui é uma das caixas e essa aqui
- 6:17:37é outra caixa, tá bom? Então essa caixa
- 6:17:38aqui, ela pesa 5 kg. E essa caixa aqui
- 6:17:40agora, ela pesa, vou colocar aqui 100
- 6:17:42kg, tá bom? Eu vou fazer a mesma força
- 6:17:44resultante nas duas, tá bom? Então nessa
- 6:17:46caixa aqui agora, eu vou fazer uma força
- 6:17:47aqui horizontal apontada pra direita,
- 6:17:48que vai ser uma força de 100 new. E
- 6:17:50nessa aqui eu vou fazer também uma força
- 6:17:51de 100 N do mesmo jeito, tá? Essas
- 6:17:53forças elas vão produzir a aceleração
- 6:17:55com certeza. São forças resultantes, vão
- 6:17:56tirar esses corpos aqui da inércia. Que
- 6:17:57que é inércia? Ou tá parado em repouso
- 6:17:59ou tá em MRU. Movimento retiro uniforme.
- 6:18:00A velocidade dele não tá sendo alterada
- 6:18:02de modo algum. Não tá sendo alterada nem
- 6:18:03numericamente e nem mesmo em direção. Um
- 6:18:04corpo que tá fazendo curva, ele não está
- 6:18:06em inércia. Porque se ele tá fazendo
- 6:18:06curva, para fazer curva você tem que
- 6:18:08mudar a tua velocidade o tempo todo, tem
- 6:18:09que mudar a direção dela. Pode até tá tá
- 6:18:10a 50 km/h, mas você tá fazendo curva.
- 6:18:12Então tá mudando. Então esses caras aqui
- 6:18:13estariam inércia, mas quando eu aplico
- 6:18:14essas forças, eles rompem a inércia
- 6:18:15deles e agora eles tm aceleração. Mas
- 6:18:16pera aí, toda força resultante causa a
- 6:18:18mesma aceleração? Não. A massa ela é o
- 6:18:20intermediário. Pode aparecer no Enem uma
- 6:18:21expressão que diz o seguinte: "A massa
- 6:18:22de um corpo é a medida da sua inércia."
- 6:18:23Sim, quanto mais massa você tem, mais
- 6:18:25inércia você tem, né? Eu costumo dizer
- 6:18:26no Jitsu, eu quando eu luto contra o
- 6:18:27Gustavo, o Gustavo tem 106 kg no Jitsu,
- 6:18:29né? E o Gustavo tava com uma uma
- 6:18:30estratégia muito ruim, que é ele tava
- 6:18:32tentando se mover muito rápido contra
- 6:18:34mim. Ele tava tentando me surpreender
- 6:18:35com com movimentos explosivos. Eu falei:
- 6:18:36"Cara, para de fazer isso". Por quê?
- 6:18:38Porque você tem muita massa. Se tu tem
- 6:18:39muita massa, você tem muita inércia. É
- 6:18:40difícil mover o corpo dele, é difícil
- 6:18:42acelerar o corpo dele. Quando o corpo do
- 6:18:43Gustavo tá parado, eu tenho dificuldade
- 6:18:45de arrancar ele e movimentar ele. Então
- 6:18:47falei, use isso a seu favor. Agora tu já
- 6:18:48é um cara extremamente pesado e tu quer
- 6:18:49ficar se mexendo muito rápido. Isso
- 6:18:51facilita. No que tu tá vindo se mexendo
- 6:18:52para cá, eu já aproveito que tu já tá se
- 6:18:53mexendo e eu faço isso. Se tu é um cara
- 6:18:55pesado, você tem mais que ficar parado
- 6:18:56mesmo e fazer o outro cara se cansar.
- 6:18:57Quando você é um cara leve, não. Quando
- 6:18:58tu é um cara leve, no jitso tem. Aí
- 6:19:00outro dia eu tava lutando com um cara
- 6:19:01que ele já era faixa roxa e ele tinha 65
- 6:19:02kg. Eu tava batendo muito nele e ele
- 6:19:04mesmo ele sendo faixa hoje, ele tava um
- 6:19:05tempo parado, ele tava meio meio tava
- 6:19:06meio devagar, não tinha uma técnica tão
- 6:19:07profunda. Eu falei para ele, falei:
- 6:19:08"Cara, com todo respeito, eu acho que o
- 6:19:10problema é que você tá ficando muito
- 6:19:11parado". Ele começava luta, ele ficava
- 6:19:12parado, eu fazia as pegadas nele, bu,
- 6:19:13tacava ele no chão, rompia a inércia
- 6:19:14dele muito facilmente. Eu e quando eu já
- 6:19:16lutei com vários caras leves de 60 kg
- 6:19:18que me arrebentavam e todos eles tinham
- 6:19:19isso em comum, se mexia muito rápido.
- 6:19:20Então, como o cara é leve, exatamente
- 6:19:22como o cara é leve, ele sabe que é fácil
- 6:19:23manipular o corpo dele, ele fica o tempo
- 6:19:25todo muito acelerado. E ele também
- 6:19:27consegue se beneficiar disso, porque ele
- 6:19:28consegue se mover muito rápido. Depois
- 6:19:29que o Gustavo começou a ter um jogo de
- 6:19:31prender mais, ficar mais parado, de
- 6:19:32botar pressão, o jogo dele ficou muito
- 6:19:33melhor. Então é um exemplo bem bacana,
- 6:19:35né? Um exemplo sensacional. Então agora
- 6:19:36vamos ver qual é o efeito de aceleração
- 6:19:37real que essas forças aqui vão causar
- 6:19:39nesses blocos. a gente usa que o
- 6:19:40princípio fundamental de dinâmico. Olha
- 6:19:41como é simples de aplicar ele, tá bom?
- 6:19:42Força resultante é igual a massa vezes
- 6:19:44aceleração, tá bom? Mas qual é a força
- 6:19:46resultante que tá torno nesse bloco
- 6:19:47aqui? Ué, é 100 N. Qual é a massa desse
- 6:19:49bloco aqui? É 5 kg. Então qual vai ser a
- 6:19:50aceleração dele? Acabou. Já era. Passo o
- 6:19:52cinco pro outro lado, né? Isso aqui dá
- 6:19:5320. Então vai ter o quê? 20 m/s². Quer
- 6:19:56dizer o seguinte, enquanto eu tiver
- 6:19:57fazendo esses 100 N, enquanto durar essa
- 6:19:58força aqui, ele vai ficar sempre com
- 6:19:59essa aceleração. Vai ficar ganhando o
- 6:20:00quê? 20 m/sund a cada segundo. Acabou? E
- 6:20:03nesse cara aqui agora vou fazer a mesma
- 6:20:04força. Força resultante é o quê? Massa
- 6:20:06vezes aceleração. Qual é a força
- 6:20:07resultante? 100 N. Qual é a massa dele?
- 6:20:08100 kg. Qual vai ser a aceleração? É
- 6:20:10fácil perceber aqui, dividindo aqui o
- 6:20:11100 por 100, né? A aceleração vai dar
- 6:20:12apenas 1 m/sund². Ou seja, eu tô fazendo
- 6:20:15a mesma força aqui, mas esse cara vai
- 6:20:16desenvolver uma aceleração muito menor.
- 6:20:17Ele vai ganhar, a cada segundo que
- 6:20:18passar, se eu ficar fazendo essa força,
- 6:20:20vai ganhar mais 1 m/s, segs, tá bom?
- 6:20:21Então isso aqui é uma coisa sensacional,
- 6:20:23você tem que saber fazer isso aqui, tá
- 6:20:24bom? Inclusive, pode aparecer num outro
- 6:20:25contexto que eu já quero ilustrar aqui
- 6:20:26para ti rapidão, que é o seguinte, ó. Eu
- 6:20:27tenho aqui um corpo de 20 kg, tá? Aqui a
- 6:20:30gente fez a aplicação mais básica de
- 6:20:31todos, né? A gente deu a força
- 6:20:32resultante, deu a massa do corpo,
- 6:20:33perguntou qual é a aceleração. Ele pode
- 6:20:34fazer qualquer uma das coisas, tá bom?
- 6:20:35Então, a incógnita foi qual? A
- 6:20:36aceleração. Tá bom? Agora vamos explorar
- 6:20:38se a incógnita fosse a massa. Olha só,
- 6:20:39tem um corpo aqui. Não, massa não, né?
- 6:20:40Eu vou colocar incógnita sendo a força
- 6:20:42resultante, vai ficar melhor assim. Tem
- 6:20:43um corpo aqui de 20 kg e eu fiz uma
- 6:20:44força nele que eu não sei qual é. Qual é
- 6:20:46essa força? Não sei. É uma certa força
- 6:20:47aqui, uma força, vou chamar de força N,
- 6:20:49tá bom? Mas o que eu sei é o seguinte,
- 6:20:50depois que eu fiz essa força nele, ele
- 6:20:51desenvolveu uma aceleração de 5 m/s².
- 6:20:54Então, qual deve ter sido essa força,
- 6:20:55né? Essa força é o seguinte, força
- 6:20:56resultante é igual a massa vezes a
- 6:20:58aceleração. Mas a força resultante eu
- 6:20:59não sei, é n. A massa desse cara é 20 e
- 6:21:01a aceleração dele é 5. Multiplica isso
- 6:21:02aqui, olha, com certeza absoluta, ele
- 6:21:04tem uma força resultante de 100 N. E se
- 6:21:06eu dissesse o seguinte dado nessa
- 6:21:08questão aqui, eu falasse assim: "Mas
- 6:21:09pera aí, já tinha aqui antes de tudo uma
- 6:21:10força atuando nele que era uma força de
- 6:21:1230 N para esquerda e agora qual é a
- 6:21:14força resultante? É só você raciocinar
- 6:21:15do mesmo jeito, tá bom? Olha só,
- 6:21:17primeira coisa, não vamos nos ater mais
- 6:21:19agora a n. Quando ele coloca duas forças
- 6:21:20aqui, a gente não precisa mais se ater a
- 6:21:21n. Não fique se atendo a n. Pode só
- 6:21:23pensar em força resultante mesmo. Mas
- 6:21:24Pedro, tem duas aqui. Calma, pensa só em
- 6:21:25força resultante. Força resultante é o
- 6:21:26quê? Massa vezes aceleração. Vamos lá.
- 6:21:28Força resultante dele é qual? Não sei
- 6:21:29isso que eu quero descobrir. Massa dele
- 6:21:31aqui é 20 kg e a aceleração dele é 5.
- 6:21:33Meu amigo, o significado permanece o
- 6:21:35mesmo. Só pode ser uma força resultante
- 6:21:37de 100 N. Mas agora a pergunta é outra.
- 6:21:39Qual é essa força N aqui? Agora muito
- 6:21:40cuidado. Ele tem uma resultante de 100
- 6:21:42N. Mas pera aí, se ele já tinha 30
- 6:21:43atrapalhando, a única explicação é que
- 6:21:45essa N, na verdade ela é 130, porque ela
- 6:21:47vai ser 130. Ele vai ter 30
- 6:21:49atrapalhando, vai sobrar 100. No final
- 6:21:50das contas, permanece a mesma coisa. E
- 6:21:51pode fazer isso com quantas forças você
- 6:21:52quiser. Pronto, dominou aqui o princípio
- 6:21:54fundamental da dinâmica, você vai
- 6:21:55perceber a importância dele nas
- 6:21:55próximas. E essa daqui é a mais mal
- 6:21:57compreendida, né, que é ação e reação,
- 6:21:59né? Então a pessoa tá lá, né,
- 6:22:01participando de um barraco na rua, né,
- 6:22:02alguém, alguém bateu no carro dela, ela
- 6:22:03vai lá dar uma martelada no carro do
- 6:22:05outro. Ah, toda ação tem uma reação,
- 6:22:06galera, pelo amor de Deus. Tá bom? Não é
- 6:22:07esse o significado, né? Ah, é o fulano,
- 6:22:09ele me traiu, agora eu vou lá e vou tra
- 6:22:10elir também, porque toda ação tem uma
- 6:22:11reação. Galera, ação e reação não
- 6:22:13funciona desse jeito, tá bom? Já vou,
- 6:22:15antes de eu dar explicação teórica, já
- 6:22:16vou ilustrar. Eu vou fazer uma força
- 6:22:17aqui contra essa parede, beleza? Vou
- 6:22:18fazer uma baita força contra essa parede
- 6:22:19agora. Pá,
- 6:22:21eu juro que a minha mão doeu bastante.
- 6:22:23Pronto, na exata hora que eu fiz a
- 6:22:25força, a minha mão já doeu para
- 6:22:26Eu sei que a parede também poderia ter
- 6:22:27sentido dor se ela pudesse, mas o fato
- 6:22:29é, se eu der um tapa aqui agora no
- 6:22:30Rafael um tapão, ele vai sentir muita
- 6:22:31dor e eu também, né? Numa luta de boxas.
- 6:22:33Por que que não existe box sem luva, né?
- 6:22:34Esse exemplo também eu aprendi contigo
- 6:22:35lá em 2018. Porque toda vez que tu dá o
- 6:22:37soco na cara de alguém, você faz uma
- 6:22:39força contra a cara da pessoa, mas na
- 6:22:40exata mesma hora infinitesimal, a cara
- 6:22:43da pessoa também faz ao mesmo tempo uma
- 6:22:45força contra o seu punho. E acontece que
- 6:22:46os punhos dos boxeadores quebrariam se
- 6:22:48eles lutassem sem luva. Bizarro quando
- 6:22:49você vê eventos de de luta sem luva hoje
- 6:22:51em dia, a maior lesão que tem é
- 6:22:52justamente punho quebrado, porque tu
- 6:22:53bate aqui é fácil de você quebrar o
- 6:22:54punho pedra, mas e quebrar o queixo. É,
- 6:22:55mas quebrar o queixo não te incapacita
- 6:22:57de continuar lutando, né? Um boxeador
- 6:22:58quebra o queixo, ele só fica deformado,
- 6:22:59mas quebrar o punho incapacita ele.
- 6:23:00Então esse é o problema, né?
- 6:23:02>> A luva é para proteger o cara. Por qu? O
- 6:23:04que que a lei da ação e reação vai
- 6:23:05dizer? Tá bom. Eu gosto de começar com
- 6:23:07isso aqui. Toda força surge. Ai Pedro,
- 6:23:10sua ali tá feio. Eu dormi só 1 hora 46,
- 6:23:12cara. Dá para entender perfeitamente,
- 6:23:13né? Vai acompanhando aqui, vai
- 6:23:14escrevendo você mesmo que vai pegar.
- 6:23:15Toda força surge em pares. Na hora que
- 6:23:17você faz uma força, já aparece
- 6:23:19imediatamente uma outra força, tá bom? E
- 6:23:21essa outra força que aparece é sempre o
- 6:23:22quê? Sempre que você faz uma força, né?
- 6:23:24Você faz uma ação, surge uma reação.
- 6:23:25Como é que funciona isso aqui? Você fez
- 6:23:27uma força, vai surgir imediatamente uma
- 6:23:29outra força que ela tem a mesma direção,
- 6:23:31sentido oposto e mesmo valor. Como
- 6:23:33assim, Pedro? Tem aqui uma parede. Na
- 6:23:35hora que eu faço contra essa parede
- 6:23:36aqui, uma força de 100 new aqui, que tá
- 6:23:40em qual direção? Horizontal, que tá em
- 6:23:42qual sentido? Sentido da direita. Aí,
- 6:23:43que tem qual valor? 100 N? A parede na
- 6:23:45mesma hora faz contra mim na mesma
- 6:23:47direção que é horizontal, porém no
- 6:23:48sentido oposto também com o mesmo valor,
- 6:23:50100 new. Então toda vez que a gente fica
- 6:23:51empurrando uma parede, a gente percebe
- 6:23:52que a parede também tá empurrando. A
- 6:23:53gente. Se tu começar a empurrar com
- 6:23:54muita força, é capaz de tu mesmo
- 6:23:55escorregar para trás e bater a cara no
- 6:23:56chão. Imagina que eu tivesse aqui com um
- 6:23:58chão cheio de manteiga, cheio de óleo,
- 6:23:59cheio de de de coisas que que uma pista
- 6:24:02de patinação. Se você for lá e der um
- 6:24:03empurrão na parede, é tu que vai sair
- 6:24:05voado deslizando por aí, tá bom? Se
- 6:24:06então assim, o chão é que sustenta que a
- 6:24:08gente consiga realmente exercer força
- 6:24:09contra um certo objeto, tá bom? Isso
- 6:24:10aqui é até uma questão muito
- 6:24:11interessante. Eu tenho aqui um objeto,
- 6:24:12tá? Esse objeto aqui pesa qualquer
- 6:24:14coisa, né? Não interessa quanto ele pesa
- 6:24:15agora. E eu vou fazer uma força contra
- 6:24:17esse objeto. Isso aqui já caiu no Enem,
- 6:24:18tá bom? Então tem uma pessoa aqui, ela
- 6:24:19vai fazer força contra esse objeto. A
- 6:24:21pergunta é o seguinte: "Tá, Pedro, eu
- 6:24:22entendi que a ação da pessoa é essa, ela
- 6:24:23faz força no objeto. E a reação? A
- 6:24:25reação é o objeto faz a mesma força na
- 6:24:27pessoa." Mas, Pedro, então por que
- 6:24:28quando a gente empurra o objeto a gente
- 6:24:29não é jogado para trás? Porque a gente
- 6:24:30vai ter uma outra força entrando na
- 6:24:31jogada que é o atrito do nosso pé com
- 6:24:33chão. Para você empurrar uma coisa, o
- 6:24:34que que vai acontecer? O atrito, tu vai
- 6:24:35descobrir daqui a pouco ele é uma força
- 6:24:36que se opõe à tendência de deslizamento.
- 6:24:37Então, quando você empurra isso aqui e a
- 6:24:39caixa te empurra de volta, realmente
- 6:24:41você tem uma tendência de deslizar para
- 6:24:42trás. Porém, o teu pé vai ficar colado
- 6:24:43no chão. Então, o o atrito vai fazer o
- 6:24:45seguinte, tu tem uma tendência de
- 6:24:46deslizar para trás. Então, o atrito vai
- 6:24:47fazer isso aqui, ó, vai te jogar pra
- 6:24:48frente e o chão geralmente vai ter
- 6:24:50atrito suficiente para você conseguir se
- 6:24:51projetar e empurrar uma coisa. Quando a
- 6:24:52gente vai empurrar o carro, o que que a
- 6:24:53gente faz? A gente cola bastante o nosso
- 6:24:54pé no chão, né? Alguém já tentou
- 6:24:56empurrar um carro? Ah, tem um carro
- 6:24:57enguiçado na rua, vou empurrar ele.
- 6:24:58Deixa eu só colocar o meu patins. Seria
- 6:25:00uma coisa completamente absurda, porque
- 6:25:01tu tá de patins, não tem mais agora
- 6:25:02praticamente nenhum atrito decente, né,
- 6:25:04no teu pé e no chão. Claro que tem, mas
- 6:25:05não para esse propósito aqui. Quando
- 6:25:06você empurrar, você vai ser, vai fazer a
- 6:25:08força no carro. O carro vai fazer força
- 6:25:09em você, tu vai ser empurrado para trás
- 6:25:10imediatamente. Tá bom? Muito importante
- 6:25:12você entender isso, tá bom? Que as
- 6:25:13forças de ação e reação, elas não atuam
- 6:25:15no mesmo corpo, tá bom? Então, tu vê que
- 6:25:16a ação foi feita desse corpo nesse aqui
- 6:25:18e a reação foi feita desse corpo nesse
- 6:25:19aqui, tá bom? O par de forças, ação e
- 6:25:21reação, ele não pode atuar no mesmo
- 6:25:23corpo, tá bom? Então, um corpo faz ação
- 6:25:24no outro e o outro corpo devolve a
- 6:25:26reação para ele. Isso aqui é ação e
- 6:25:29reação. Tá bom? Manda uma coisa
- 6:25:30relevante, a gente não fica desenhando
- 6:25:32todos os pares porque a gente num
- 6:25:34problema da resolução foca em um dos
- 6:25:36elementos. Per, se eu focar no cara, eu
- 6:25:38vou marcar só as coisas que tu par.
- 6:25:40>> Exatamente. Isso que o Rafael tá
- 6:25:41explicando é o que se chama de diagrama
- 6:25:42de corpo livre, né? A gente vai abordar
- 6:25:43isso ainda com mais profundidade, mas já
- 6:25:44é muito importante você entender que num
- 6:25:45problema a gente só desenha as forças
- 6:25:47que atuam num único corpo. A gente
- 6:25:48geralmente não desenha as que atuam
- 6:25:49nesse aqui, tá bom? Então essa força de
- 6:25:50azul que é a reação, a gente nem
- 6:25:51desenharia. A gente só quer saber as
- 6:25:52forças que atuam nesse cara aqui, muito
- 6:25:54menos é o atrito que o que o chão faz
- 6:25:55nele, tá bom? A gente não tá interessado
- 6:25:56nisso, a gente vai focar realmente só
- 6:25:58aqui. Agora, como que isso tem caído na
- 6:25:59prática na prova do Enem? Tá bom? Isso
- 6:26:00aqui que é o mais importante. Você
- 6:26:01percebe que essas leis aqui elas vão
- 6:26:03estar em contextos que é difícil você
- 6:26:04perceber a pergunta direta sobre as
- 6:26:05leis. Olha só. Ele vai falar que tá o
- 6:26:07Calvin aqui se balançando, né? E aí ele
- 6:26:08vai agora tomar um tombo no chão, né? E
- 6:26:10ele vai cair no chão dessa forma. Você
- 6:26:11já sabe por cinemática vetorial que
- 6:26:12enquanto ele tá caindo no chão, ele tá
- 6:26:13fazendo duas coisas, né? Ele tá indo
- 6:26:14para baixo, a aceleração da gravidade tá
- 6:26:16puxando ele para baixo e ele tá mantendo
- 6:26:17também a velocidade que o balan que ele
- 6:26:18já tinha no balanço, que é uma
- 6:26:19velocidade para cá. Ou seja, na prática
- 6:26:20ele tem isso aqui, né? Esse é o vetor de
- 6:26:21movimento dele, esse é o vetor de
- 6:26:22velocidade dele, tá bom? Essa diagonal
- 6:26:24aqui, ele vai bater de cabeça no chão e
- 6:26:25ele vai perguntar o seguinte: "Qual é a
- 6:26:27força que o chão faz no Calvin? No exato
- 6:26:29momento que ele toca o chão". Galera,
- 6:26:30olha só, ele vai tocar o chão, como eu
- 6:26:31disse, ele tem uma velocidade que tá
- 6:26:32conservada, que é essa daqui, e tem uma
- 6:26:33velocidade para baixo. Ele tá tanto indo
- 6:26:34para baixo quanto pra direita. Quando
- 6:26:36ele tocar o chão, por ação e reação, o
- 6:26:38que que o chão vai ter que fazer? O chão
- 6:26:39vai ter que fazer forças de mesma
- 6:26:40direção e sentido contrário. Então, se
- 6:26:42você soma essas duas forças aqui, com
- 6:26:43certeza elas são uma força inclinada
- 6:26:45para cá.
- 6:26:46>> E o que? Essas duas velocidades aqui.
- 6:26:47Exatamente. Não, forças. Perfeito.
- 6:26:49Exatamente. Essas duas velocidades não é
- 6:26:50força, tá bom? Falei força aqui
- 6:26:51simplesmente por por lapso de sono.
- 6:26:52Então a gente tem aqui velocidade, tem
- 6:26:53aqui velocidade, não tem nenhuma força
- 6:26:55atona sobre ele agora, certo? Errado. A
- 6:26:56força da gravidade tá atuando, mas a
- 6:26:57gente vai entrar nela daqui a pouco, tá
- 6:26:58bom? Então a gente tá analisando aqui as
- 6:27:00velocidades dele. Tem essa, tem essa. Ou
- 6:27:01seja, dá uma velocidade resultante que
- 6:27:02tem esse vetor aqui. Na hora que ele
- 6:27:03tocar no chão com isso aqui, o que que o
- 6:27:04chão vai fazer? Toma de volta. Do mesmo
- 6:27:06jeito que você chegou, eu vou dar em
- 6:27:07você de volta com o sentido oposto.
- 6:27:09Acabou. Essa daqui é a resposta da
- 6:27:10questão, ó, letra A. Questão que você
- 6:27:12faz em 20 segundos, 25 segundos com
- 6:27:13total facilidade. Essa aqui ela é bem
- 6:27:15mais sofisticada. Eu ainda, veja bem, eu
- 6:27:17nem entrei contigo ainda no tema do
- 6:27:19atrito, mas a gente já consegue dar
- 6:27:20conta de uma questão dessa, tá bom? Uma
- 6:27:21questão bem sofisticada. Tribologia, o
- 6:27:22estudo da interação entre dois
- 6:27:22superfícies em contrato, tá bom? Olha
- 6:27:24só, a gente tem uma muleta aqui, a gente
- 6:27:25quer que essa muleta escorregue no chão,
- 6:27:27não. Mas tu sabe que se tu tem uma
- 6:27:28muleta, tu se apoia nela de modo
- 6:27:29perpendicular, essa muleta nunca vai
- 6:27:30escorregar no chão. Mas se você fosse
- 6:27:32apoiando na muleta assim, ó, então vamos
- 6:27:33lá. Isso aqui tem chance desse lápis
- 6:27:34escorregar? Não tem. Eu tô botando
- 6:27:36pressão nele, ele não escorrega. E se eu
- 6:27:37for fazendo isso aqui, olha só, olha só,
- 6:27:38olha só, olha só, ó. Escorregou, né? Por
- 6:27:41que que ele escorregou? Porque agora que
- 6:27:42eu tô fazendo essa força aqui, uma parte
- 6:27:43dessa força vai tentar fazer o que com o
- 6:27:45lápis? Vai tentar uma parte, ó, note
- 6:27:46bem, tô fazendo uma força aqui, uma
- 6:27:48parte dessa força tenta empurrar o lápis
- 6:27:49para baixo e outra força tenta fazer ele
- 6:27:50correr para cá, mas o atrito do chão
- 6:27:51segura. Então, enquanto ele tá tentando
- 6:27:53correr para cá, o atrito do chão impede
- 6:27:54isso, mas chega uma hora que o atrito
- 6:27:56fica muito baixo, tá bom? Chega uma hora
- 6:27:57por motivos mais complexos, né, sobre
- 6:27:58força normal que vai variando, o atrito
- 6:28:00fica muito baixo e permite que ele
- 6:28:01escorregue e aí a pessoa cai, tá bom?
- 6:28:03Ele vai falar uma questão bem
- 6:28:04sofisticada, tá bom? Então a gente tá tá
- 6:28:06tá forçando a barra aqui para explicar
- 6:28:07ela agora, né? Você vai entendê-la
- 6:28:08melhor daqui a pouco. Então aqui, ó,
- 6:28:08para testar a conformidade de uma muleta
- 6:28:10vai fazer um ensaio, vai pressionar ela
- 6:28:11verticalmente contra o piso com uma
- 6:28:12força F. Então vai ficar fazendo isso
- 6:28:13aqui com ela, ok? E agora vai manter a
- 6:28:15força F paralela à muleta. O que que é
- 6:28:17paralela? É na mesma direção. Essa força
- 6:28:19sempre vai est na mesma direção da
- 6:28:20muleta. Se a muleta tiver assim, a força
- 6:28:21F também vai est assim. Beleza? Varia-se
- 6:28:23lentamente o ângulo entre até porque,
- 6:28:24né, se a muleta ficar assim e tu fizer
- 6:28:25uma força aqui para baixo, claro que a
- 6:28:27muleta vai cair, né? Mas a gente vai
- 6:28:28fazer uma uma força assim, tá bom? A
- 6:28:30muleta tá aqui e você vai continuar
- 6:28:31fazendo uma força sempre paralela à
- 6:28:33moleta, na mesma direção da muleta. Isso
- 6:28:34quer dizer paralelo, ok? E vai variando
- 6:28:36o ângulo entre a muleta e a vertical.
- 6:28:38Ué, aqui vertical, Pedro. A vertical é
- 6:28:39uma referência maisária. Tu tem aqui a
- 6:28:40vertical. Agora tu vai deitando a muleta
- 6:28:42ã até o máximo ângulo imediatamente
- 6:28:44anterior do escorregamento. Ele
- 6:28:44reconhece que ela vai escorregar num
- 6:28:45certo ponto denominado ângulo crítico,
- 6:28:47tá? Esse ângulo pode ser calculado a
- 6:28:49partir da identificação dos pontos de
- 6:28:50aplicação, direção e sentido. Tem a
- 6:28:51força peso, tem a força normal, tem a
- 6:28:52força de atrito estático. O esquema que
- 6:28:53representa corretamente todas as forças
- 6:28:54que atuam sobre a muleta quando ela
- 6:28:55atinge o ângulo crítico. Galera, a gente
- 6:28:56ainda vai entrar sobre a muleta.
- 6:28:58>> Todas as forças atuam sobre a muleta.
- 6:28:59Nossa, perfeito. Isso aqui é muito
- 6:29:00importante, tá bom? Ele quer as forças
- 6:29:01que atuam na muleta. A gente ainda vai
- 6:29:03explicar essas forças com mais
- 6:29:04detalhamento, mas eu já quero que você
- 6:29:05entenda o seguinte, força, peso é a
- 6:29:07força que o centro da Terra tá fazendo
- 6:29:08para puxar as coisas. O centro da Terra
- 6:29:10tá me puxando para baixo nesse momento,
- 6:29:11tá me puxando na direção dele nesse
- 6:29:12momento. Tá puxando o Rafael, tá puxando
- 6:29:14tudo. Quanto mais massa você tem, mais o
- 6:29:15centro da Terra te puxa, tá bom? Ele
- 6:29:16puxa as coisas que tem mais massa, tá
- 6:29:18bom? Quanto mais massa dois corpos tem,
- 6:29:19maior atração gravitacional entre eles.
- 6:29:21Essa força que o centro da Terra faz,
- 6:29:23ela é sempre uma força que aponta para
- 6:29:24ele, tá bom? Então, a gente tem aqui o
- 6:29:25centro da Terra, ó. Temos aqui o centro
- 6:29:27da Terra, ele tá aqui no meio, eu tô
- 6:29:29aqui e a força peso é uma força que tá
- 6:29:30fazendo o que comigo? Ela tá me puxando
- 6:29:31para cá, tá me puxando na direção dele,
- 6:29:33tá bom? E onde que ela atua? Ela é uma
- 6:29:34força que ela depende da massa, tá bom?
- 6:29:36Então, quanto mais massa eu tenho, mais
- 6:29:37ela atua em mim. Por isso que, né, se
- 6:29:38uma pessoa, uma pessoa gorda cai em cima
- 6:29:40de você, uma pessoa magra cai em cima de
- 6:29:41você, a pessoa gorda vai causar muito
- 6:29:42mais, muito mais estrago, né? Porque a
- 6:29:43pessoa gorda, ela tem muita massa.
- 6:29:44Então, o centro da terra vai puxar ela
- 6:29:45com mais força, apesar de que as duas
- 6:29:47vão cair com a mesma velocidade, a gente
- 6:29:48vai chegar nisso também. Perfeito.
- 6:29:49Então, a gente já tem que entender o
- 6:29:50seguinte, essa força aqui, ela depende
- 6:29:51da massa. Onde ela atua? No centro de
- 6:29:52massa da coisa. Já pega esse conceito.
- 6:29:54Centro de massa é um local que a gente
- 6:29:55considera matemática e fisicamente que a
- 6:29:57massa toda tá concentrada ali. Mesmo que
- 6:29:58não esteja a gente considera isso. Então
- 6:29:59essa força, ela vai atuar no centro de
- 6:30:01massa. Então a gente já olha para cá, dá
- 6:30:02uma olhada nesse esquema aqui. Primeiro
- 6:30:03que já tem um absurdo aqui, porque ele
- 6:30:05diz que a força sempre atua o que? De
- 6:30:06modo paralela a muleta. Essa força aqui
- 6:30:07não tá paralela à moleta. Paralela quer
- 6:30:09dizer, a força tem que ir se mexendo
- 6:30:10junto aqui, tá bom? Ficando na mesma
- 6:30:11direção. Isso aqui é claro que vai fazer
- 6:30:12a muleta cair. Então isso aqui já é um
- 6:30:13absurdo completo. A gente já descarta.
- 6:30:15Letra B. Letra B. Outro absurdo
- 6:30:17completo. A força não tá atuando de modo
- 6:30:18paralelo. Olha só. Aí letra C.
- 6:30:19força tá atuando de modo paralelo e nas
- 6:30:21próximas de modo paralelo e de modo
- 6:30:22paralelo. Então, bacana. Eu nem olhei
- 6:30:24pras outras coisas, já descartei logo de
- 6:30:25cara. Tá bom? Agora aqui, ó, força,
- 6:30:27peso. A força, peso que atua na muleta.
- 6:30:28A força peso não atua no ponto de
- 6:30:29contato que ela tá fazendo no chão. A
- 6:30:30força peso atua no centro de massa. Já
- 6:30:32que a força que a que o centro da Terra
- 6:30:33vai fazer em você, ele vai puxar você
- 6:30:35gravitacionalmente pelo teu centro de
- 6:30:36massa. Então é aqui que ela tem que est
- 6:30:37atuando. Tá aqui embaixo a força peso
- 6:30:38que é absurdo. Não pode ser isso.
- 6:30:39Acabou. E agora aqui a força peso tá
- 6:30:41atuando aqui. E a força peso tá atuando
- 6:30:42aqui nos dois casos. E agora o que que
- 6:30:44sobra de diferente aqui? Tá bom? Tem
- 6:30:45duas diferenças aqui muito relevantes,
- 6:30:47tá bom? Primeiro, isso aqui é a força de
- 6:30:49atrito. Certamente isso aqui é a força
- 6:30:50de atrito, né? Deixa eu só ver se ele
- 6:30:51falou esse FE. É isso mesmo. Força de
- 6:30:53atrito aqui, ó. Força de atrito
- 6:30:54estático, galera. Atrito estático é
- 6:30:55justamente essa força que vai impedir
- 6:30:56que algo escorregue. A gente vai entrar
- 6:30:57nisso com detalhe, mas é isso. A força
- 6:30:58que vai impedir que algo escorregue.
- 6:30:59Então, olha só, o atrito sempre atua no
- 6:31:02contrário da tendência de deslizamento.
- 6:31:03Qual é a tendência de deslizamento dessa
- 6:31:05muleta? É claramente para mim a
- 6:31:06tendência de deslizamento dela é essa.
- 6:31:07Ela vai tender a deslizar para cá. Aí o
- 6:31:08atrito tá ajudando a deslizar? Claro que
- 6:31:10não. O atrito tá justamente tentando
- 6:31:11impedir que isso aconteça. A moleta
- 6:31:12ainda não tá escorregando. O atrito tá
- 6:31:13segurando ela. Se esse chão fosse de
- 6:31:14manteiga, ela já tinha escorregado há
- 6:31:16muito tempo. Tá bom? Outra coisa é que a
- 6:31:17força normal é a força de contato entre
- 6:31:19as superfícies, tá bom? E aqui a gente
- 6:31:20vê que justamente aqui em cima ele
- 6:31:21colocou a força de a força normal junto
- 6:31:23com o centro de massa. Não, a força
- 6:31:24normal sempre vai atuar exatamente no
- 6:31:25contato entre as superfícies. Letra A,
- 6:31:26então tá certa por esses dois fatores
- 6:31:28que diferenciam ela. Quer falar alguma
- 6:31:29coisa?
- 6:31:29>> Eu quero fazer um comentário muito
- 6:31:30importante sobre a forma que você usou
- 6:31:32para resolver essa questão, que ela é
- 6:31:33relevante demais para aluno de
- 6:31:34>> auto forma que eu usei para resolver,
- 6:31:35né?
- 6:31:36>> Que você resolveu por coluna. O que que
- 6:31:37resolveru por coluna? Você pegou
- 6:31:38primeiro a força F e eliminou
- 6:31:41>> as alternativas que você podia
- 6:31:43descartar. Porque a força para mim é
- 6:31:44mais direta de analisar, porque tem que
- 6:31:45tá tem que tá
- 6:31:46>> toda vez toda vez que o aluno perceber
- 6:31:47que uma questão pode ser resolvida eh em
- 6:31:49partes eh eu chamo isso de resolver por
- 6:31:52por coluna,
- 6:31:53>> sim,
- 6:31:53>> é relevante que faça porque isso acelera
- 6:31:55o a resolução da questão.
- 6:31:58Perfeito. Excelente. Muito bom. Muito
- 6:31:59bom mesmo. Olha isso aqui agora. A gente
- 6:32:00já explicou sobre isso. A gente explicou
- 6:32:01que se você soltar uma pena e uma bola
- 6:32:03de boliche da mesma altura, eles chegam
- 6:32:05lá embaixo ao mesmo tempo, caso você não
- 6:32:06tenha resistência do ar, esteja no vácuo
- 6:32:07perfeito e chegam também com a mesma
- 6:32:08velocidade. Claro que o estrago é
- 6:32:09diferente, né? Aqui ele vai falar,
- 6:32:10Aristóteles afirmava que se a gente
- 6:32:11abandonar um corpo leve e pesado, o mais
- 6:32:12pesado chega mais rápido ao solo. Essa
- 6:32:14ideia, mas de fato chega na prática.
- 6:32:15Chega, mas na prática chega por quê? Na
- 6:32:17prática, quando a gente tá num prédio
- 6:32:18normal, a gente solta uma bola de
- 6:32:19bolicha, uma pena, a bola de bolicha,
- 6:32:20ela fica sendo atrapalhada pela
- 6:32:21resistência do ar.
- 6:32:22>> A pena, né?
- 6:32:24>> Tá vendo? É o sono. Como é que a bola de
- 6:32:25bolicho fica? Eu tô que a bola de
- 6:32:26bolicho ela fica assim, né? A pena fica
- 6:32:28sendo atrapalhada pela resistência do
- 6:32:29ar. Tá bom? Então aqui essa ideia tá
- 6:32:30apoiada em algo que é difícil de
- 6:32:31refutar, que é observação direta da
- 6:32:32realidade. É muito, muito né?
- 6:32:34Os professores de física que ficam
- 6:32:35falando de Aristóteles como se
- 6:32:36Aristótesel fosse um idiota. Ah,
- 6:32:37Aristóteles não sabia. Ele achava que a
- 6:32:39força restante.
- 6:32:42tu descobriu isso por acaso ou tu leu
- 6:32:43isso? Exatamente. Aristóteles, pô,
- 6:32:44completamente genial, absurdo, pô.
- 6:32:45Agora, como é que eles, como é que ele
- 6:32:47ia conseguir fazer essa inferência? Um
- 6:32:48políata completo, pô. Ele não tem tempo
- 6:32:49de descobrir tudo em vida, tá bom?
- 6:32:50Então, após uma aula de física, dois
- 6:32:52colegas estavam discutindo sobre a queda
- 6:32:53dos corpos e um tentava convencer o
- 6:32:54outro. Então, o corpo mais pesado cai
- 6:32:55mais rápido que um menos pesado.
- 6:32:56Mentira. Quando largado de uma mesma
- 6:32:58altura, eu provo largando uma pedra e
- 6:32:59uma rolha, a pedra chega antes. Tá
- 6:33:00provado? E o colega B falou assim: "Eu
- 6:33:01não acho, peguei uma folha de papel
- 6:33:02esticado e deixei cair. Quando amassei,
- 6:33:04ela caiu mais rápido. Se você deixar uma
- 6:33:06folha de papel eh toda aberta, ela cai
- 6:33:08mais devagar. Por quê? Porque ela fica
- 6:33:09num formato pouco aerodinâmico. O
- 6:33:11formato dela é um formato que atrapalha
- 6:33:12ela de passar pelo ar, né? A gente tem
- 6:33:13aerodinâmica e hidrodinâmica, né?
- 6:33:15Aerodinâmica é o corpo que consegue
- 6:33:16cortar o ar, evitando a resistência do
- 6:33:18ar. Hidrodinâmica é o corpo que corta a
- 6:33:19água. é geralmente o mesmo formato,
- 6:33:20porque tanto a água quanto o ar são dois
- 6:33:21fluídos, então o comportamento é
- 6:33:23parecido. Eh, então assim, é óbvio que
- 6:33:25que não é por uma questão de que tem
- 6:33:26algo errado com as leis Newton, né? É
- 6:33:27porque tem um elemento da resistência do
- 6:33:29ar que tá realmente atrapalhando aquela
- 6:33:30folha aberta de cair. E ele fala assim:
- 6:33:32"Qual o aspecto físico comum que explica
- 6:33:33a diferença de comportamento? Por que
- 6:33:34que tem essa diferença de comportamento?
- 6:33:35Qual o aspecto físico comum entre os
- 6:33:36dois?" É o peso dos corpos. Não, não é o
- 6:33:38peso dos corpos que explica a diferença
- 6:33:39de comportamento, né? Por que a folha
- 6:33:40aberta ela demora a cair? É a
- 6:33:42resistência do ar. O problema é esse. O
- 6:33:44problema é resistência do ar. Esse é o
- 6:33:44aspecto que tá explicando porque que uma
- 6:33:45folha aberta cai devagar e uma folha
- 6:33:46amassada, ela tá num formato muito mais
- 6:33:48aerodinâmico que corta a resistência do
- 6:33:49ar ou evita ela bastante. Olha isso
- 6:33:50daqui. A abordagem científica do termo
- 6:33:52força aparece em qual frase? Tá bom?
- 6:33:54Muito interessante, né? O termo força. O
- 6:33:55que que significa força? Antes de olhar
- 6:33:56pra questão, antes de olhar pras opções,
- 6:33:57força é o agente da dinâmica que
- 6:33:58consegue tirar um corpo da inércia,
- 6:34:00consegue fazer uma modificação no estado
- 6:34:01de movimento dele e fornecer para ele
- 6:34:02aceleração. Ou ele sai do repouso ou ele
- 6:34:03sai do MRU. Força também é aquilo que
- 6:34:05acontece quando dois corpos interagem.
- 6:34:06Eles fazem força um no outro. Perfeito.
- 6:34:08Vamos lá. As forças armadas estão de
- 6:34:10ponto. Claro que isso aqui não é o termo
- 6:34:11científico para força. Por motivo de
- 6:34:12força maior, claro que não. A força do
- 6:34:14pensamento transforma o mundo. Claro que
- 6:34:15não. A bola bateu na trave e voltou com
- 6:34:16mais for. Isso aqui é isso aqui é muito
- 6:34:17bom. Isso aqui é muito bom, né? Ela
- 6:34:19bateu na trave e voltou com mais força
- 6:34:20ainda. Como isso é possível?
- 6:34:22>> Ela pode voltar com mais velocidade. É,
- 6:34:24não,
- 6:34:25>> ela pode até voltar talvez com mais
- 6:34:26velocidade, né? Dependendo da do do
- 6:34:28formato dela, ela pode fazer uma
- 6:34:29conversão da energia dela para um tipo
- 6:34:30de para um tipo de energia específica.
- 6:34:31Tem alguns sólidos que quando você
- 6:34:33solta, né, eles caem e chegam a bater
- 6:34:34mais alto. Batilha de corrida que é
- 6:34:36proibido.
- 6:34:36>> Exatamente. Mas voltar com mais força é
- 6:34:37impossível. É, é, não tem como ela fazer
- 6:34:39isso, né? Então,
- 6:34:40>> porque ela volta depois que ela colidiu
- 6:34:41com a trave, por exemplo, a partir da
- 6:34:44força que a trave fez nela, mas quando
- 6:34:45ela desencosta da trave, essa força já
- 6:34:47sumiu.
- 6:34:47>> É verdade. Não tem mais.
- 6:34:48>> E as forças foram iguais na colisão
- 6:34:49porque é um par de ação e reação.
- 6:34:50>> Exato. Então assim, na hora que a bola
- 6:34:52tá vindo para mim, não tem nenhuma força
- 6:34:53relevante atuando sobre ela. Claro que
- 6:34:54tem a força, peso, mas a bola não tá
- 6:34:57vindo com força, porque senão ela ela
- 6:34:58viria como? Cada vez mais rápido ela
- 6:34:59viria assim, quando ela chegassem
- 6:35:02>> Ela tá vindo cada vez com mais
- 6:35:03velocidade. Ela ela
- 6:35:04>> ela tá vindo conservando a velocidade
- 6:35:05dela. Exatamente. Se tiver resistência
- 6:35:06do ar com velocidade cada vez menor. Se
- 6:35:08não tem resistência do ar,
- 6:35:08>> ele bateu na trave, fez força na trave.
- 6:35:10A trave fez força nela. Houve ali uma
- 6:35:12transformação de energia de cinética
- 6:35:13para potencial.
- 6:35:14>> Perdeu a energia inclusive pra trave,
- 6:35:15né? A bola perdeu a energia pra trave,
- 6:35:16fez barulho, se dissipou a energia ali.
- 6:35:17>> Exatamente. E aí ela volta, mas não
- 6:35:19volta com mais força.
- 6:35:19>> Não volta com mais força. Agora na hora
- 6:35:21que ela toca na minha cabeça, aí ela faz
- 6:35:22força na minha cabeça, né? Se ela ela
- 6:35:23ela vai modificar, né? A minha cabeça tá
- 6:35:25inércia, ela vai mover a minha cabeça,
- 6:35:26ela vai romper a minha inércia e e aí
- 6:35:28vai acontecer. Eu também vou fazer força
- 6:35:29nela. Mas durante o trajeto, se ela
- 6:35:30tivesse força, que que é uma bola que
- 6:35:31durante o trajeto ela tem força? Ela tá
- 6:35:32com mochila jato. É uma bola que vem com
- 6:35:33foguete propulsionando ela.
- 6:35:35>> Uma bola de metal e é o magneto que tá
- 6:35:36ch.
- 6:35:36>> Exatamente. Exatamente. Tá, tá. Então
- 6:35:38não faz sentido nenhum. Tudo é atraído
- 6:35:39para o centro da terra pela força da
- 6:35:40gravidade. Perfeito. Isso aqui que é a
- 6:35:41abordagem física da crack em le Newton.
- 6:35:43Vamos agora pegar uns exercícios de
- 6:35:44blocos. Vamos aprender um pouco melhor
- 6:35:45sobre dinâmica na prática. Fala galera,
- 6:35:47beleza? Professor Pedro Assade na área.
- 6:35:48Agora a gente vai aprender na prática
- 6:35:49como que a gente lida com problemas
- 6:35:50reais de dinâmica, como que a gente tem
- 6:35:51que conhecer todas as forças. Primeira
- 6:35:52força que você tem que saber é a força
- 6:35:54normal. Melhor do que isso. Primeira
- 6:35:55força que você vai saber que é a força
- 6:35:56peso, tá bom? A força peso é uma força
- 6:35:58que à qual você tá submetido pelo fato
- 6:35:59de você est dentro do alcance do campo
- 6:36:01gravitacional da Terra. Então, quando
- 6:36:02você tá perto do campo gravitacional da
- 6:36:03Terra, todos nós estamos, ele puxa você
- 6:36:05e faz essa força chamada força peso.
- 6:36:06Então, quando a gente fala assim, ah,
- 6:36:07eu, quanto você pesa? Eu peso 85 kg.
- 6:36:08Não, isso está errado. A minha massa é
- 6:36:1085 kg, tá bom? Peso é medida de força.
- 6:36:12Não, não é assim que faz. Mas é claro
- 6:36:13que na vida real não tem problema
- 6:36:14nenhum, né? Mas a definição correta de
- 6:36:15peso é uma força, ok? Então, peso é
- 6:36:17isso, tá bom? Como é que a gente marca
- 6:36:18aqui num problema, né? Quando a gente tá
- 6:36:19fazendo o diagrama, a gente marca força
- 6:36:20peso. Primeira coisa, como que a gente
- 6:36:21calcula a força peso de um corpo? É
- 6:36:23simples. A gente pega a massa dele e
- 6:36:24multiplica pela aceleração da gravidade,
- 6:36:25tá bom? Pronto. A massa desse corpo aqui
- 6:36:26é 10 kg. Deixa eu pegar um valor
- 6:36:28diferente em vez de 10, só para não
- 6:36:29ficar confundindo 10 com 10, tá bom? Vou
- 6:36:30colocar aqui 5 kg. Então a massa dele é
- 6:36:325 kg. A gente bota massa em kilg, a
- 6:36:34gravidade é 10. Então pronto. 50 o quê?
- 6:36:36Newton. Força, peso é 50 new. Entendeu a
- 6:36:38primeira? Entendeu a primeira? O centro
- 6:36:39da Terra faz força peso aqui e ele faz
- 6:36:41mais força. Quanto mais massa você tem.
- 6:36:42Se esse corpo aqui tivesse 200 kg, ele
- 6:36:44ia tá fazendo 2000 Nele, tá bom? E agora
- 6:36:47essa é a ação, né? O centro da Terra faz
- 6:36:48isso. E cadê a reação? Ué, repite,
- 6:36:50repete comigo essa frase, ó. Se o centro
- 6:36:52da Terra ele faz 50 N de força nessa
- 6:36:54caixa, a caixa também faz 50 N de força
- 6:36:56no centro da Terra. Vou falar: "Cacete,
- 6:36:57como assim?" Eu então tô aqui, o centro
- 6:37:00da Terra tá me puxando para baixo, eu
- 6:37:01sei que tá. E eu também tô puxando o
- 6:37:02centro da Terra para cima, sim. Mas o
- 6:37:03que eu tô fazendo no centro da Terra é
- 6:37:04totalmente despresível. Não muda em
- 6:37:05nada, nada, nada a vida dele.
- 6:37:07Exatamente. Mas só se pensar, se tivesse
- 6:37:08eu e a Terra pairando os dois no espaço,
- 6:37:10a gente estaria se atraindo. Mas se eu
- 6:37:12começ e ela tá me puxando e eu tô
- 6:37:13puxando ela ao mesmo tempo, tá bom? Por
- 6:37:14isso que a gente tá se atraindo. Se eu
- 6:37:15começasse a ficar grande, se eu fosse a
- 6:37:16lua, a gente ia com certeza colidir mais
- 6:37:18rápido. Se eu fosse o sol, a gente ia
- 6:37:19colidir mais rápido ainda. Então, quanto
- 6:37:20mais massa os dois tem, a gente vai
- 6:37:21pegar isso em gravitação, maior a força
- 6:37:23de atração mútua entre eles, ok? A força
- 6:37:25de atração vem da massa dos dois, mas só
- 6:37:26para você saber isso. Então, se e a
- 6:37:28reação disso aqui é o, é a caixa que tá
- 6:37:30puxando o centro da Terra para cima, mas
- 6:37:31isso aí é totalmente relevante. Vamos
- 6:37:32focar nas forças que atuam na caixa.
- 6:37:34Agora, a próxima força que você tem que
- 6:37:35entender é a força normal. Força normal
- 6:37:37é a força que acontece quando dois
- 6:37:38corpos estão em contato, tá bom? Estão
- 6:37:40em contato e tá tendo ali ao menos algum
- 6:37:41nível de compressão, né? Se ele falasse
- 6:37:43assim que dois corpos estão em contato,
- 6:37:44mas eles estão prestes a se soltarem,
- 6:37:46eminência da deles descolarem,
- 6:37:49>> não tem normal nesse caso, tá bom?
- 6:37:50Então, olha só como que é a normal. A
- 6:37:52normal, ela aparece pelo fato de que
- 6:37:53essa caixa tá pressionando o chão.
- 6:37:54Agora, escuta isso aqui. Muita gente
- 6:37:55pensa, né? Primeiro a gente marca normal
- 6:37:56desse jeito aqui, a gente bota normal
- 6:37:57aqui para cima, né? 50 N aqui, tá? Então
- 6:37:59você já vê que na vertical as forças
- 6:38:01resultantes estão se anulando, por isso
- 6:38:02que a caixa não tá nem subindo, nem
- 6:38:03descendo. A pergunta que eu vou te fazer
- 6:38:04é o seguinte: é certo dizer que a força
- 6:38:07peso e a força normal elas são paração e
- 6:38:09reação? Nunca. Isso é um completo
- 6:38:10absurdo, tá bom? Aí o paração e reação
- 6:38:12tá atuando no mesmo corpo. A gente falou
- 6:38:13que isso nunca pode acontecer, então não
- 6:38:14faz sentido algum dizer isso, tá bom?
- 6:38:15Mas é certo dizer, por exemplo, que elas
- 6:38:17estão aqui nesse caso se cancelando, tá?
- 6:38:18Mas pô, é diferente isso, tá bom? Elas
- 6:38:20estão se cancelando matematicamente.
- 6:38:21Agora vamos lá, Pedro. De onde surge
- 6:38:22essa força normal? Colocando desse
- 6:38:23jeito, parece muito que é ação e reação.
- 6:38:24Isso é puramente um viés cognitivo que
- 6:38:26acontece com as pessoas quando estudam
- 6:38:27isso aqui, tá bom? O que acontece é o
- 6:38:29seguinte. Essa caixa aqui, ela tá
- 6:38:30recebendo aqui esse drive de movimento.
- 6:38:32Ela tá sendo forçada para baixo pelo
- 6:38:33centro da Terra. Aí ela tá sendo forçada
- 6:38:35para baixo. O que que a caixa faz? Mas
- 6:38:35ó, a gente não representa isso, mas a
- 6:38:37caixa ela faz também 50 N chão. A caixa
- 6:38:40faz 50 N de normal no chão, mas a gente
- 6:38:42não marca isso porque a gente foca só
- 6:38:43nas forças que agem na caixa, não nas
- 6:38:44forças que a caixa faz, tá? Então a
- 6:38:46caixa tá fazendo 50 N chão. Então veja
- 6:38:48bem, o centro da Terra fez 50 N de peso
- 6:38:50na caixa e a caixa, por sua vez, vai lá
- 6:38:51e faz 50 N chão. O que que o chão faz
- 6:38:53agora? O chão faz 50 N caixa. A gente só
- 6:38:55marca isso aqui também. É normal, tá
- 6:38:56bom? Então essa é a força normal que o
- 6:38:57chão faz na caixa e essa é a força
- 6:38:58normal que a caixa faz no chão. Mas a
- 6:39:00gente não fica se preocupando com essa
- 6:39:01daqui. A gente não coloca que a caixa
- 6:39:02faz no chão, mas só para você saber,
- 6:39:03isso aqui é uma reação da normal que a
- 6:39:06caixa fez no chão. Tudo bem que ela fez
- 6:39:07isso por causa da força peso e vai ter o
- 6:39:08mesmo valor da força peso, inclusive,
- 6:39:10mas não é a reação da força peso de modo
- 6:39:12algum. Ok? Agora vamos lá. Esse corpo tá
- 6:39:14aqui, ele tá com força resultante e
- 6:39:16diferente de zero. Não, ele tá com ele
- 6:39:18tá com força resultante exatamente igual
- 6:39:19a zero. Tá bom? Esse corpo aqui a
- 6:39:20princípio, olhando só para isso aqui,
- 6:39:21com certeza absoluta, ele tá em inércia.
- 6:39:22Pode ser, inclusive, que ele tenha aqui
- 6:39:23uma velocidade pra direita ou pra
- 6:39:25esquerda. Não muda o fato de que ele tá
- 6:39:26inércia. Então você aqui, ah, tô a 30
- 6:39:27m/sund aqui, ó, tá inércia ainda assim,
- 6:39:29porque eu não tô vendo nenhuma força
- 6:39:30resultante. Se eu botar agora essa força
- 6:39:31resultante aqui, que que vai acontecer?
- 6:39:33Botei aqui só 10 new aqui. Nesse momento
- 6:39:35agora ele recebeu uma força resultante.
- 6:39:36Vamos calcular qual é o impacto de
- 6:39:37aceleração dessa força resultante, tá
- 6:39:38bom? Força resultante é massa vezes
- 6:39:40aceleração. A massa dele é 5 kg. A força
- 6:39:42resultante é 10. Não vou considerar isso
- 6:39:43daqui porque elas não produzem resultado
- 6:39:45algum. A aceleração dele vai ser o quê?
- 6:39:4610/ 5. A aceleração dele vai ser igual a
- 6:39:482. Pergunta que eu vou te fazer agora.
- 6:39:49Se a gente mantiver isso aqui
- 6:39:50acontecendo por 20 segundos, qual vai
- 6:39:52ser a velocidade final desse corpo?
- 6:39:53Muito simples, né? vai ficar 20 segundos
- 6:39:55assim, mas pera aí, a cada segundo ele
- 6:39:56não vai ganhar 2 m/s? Então ele vai
- 6:39:58ganhar no total 40 m/s, né? Então se ele
- 6:40:00já estava com 30 m/s, essa força ficou
- 6:40:0220 segundos atuando nele. Agora ele foi
- 6:40:04parar lá o quê? Com mais 40 m/sund de
- 6:40:06velocidade, que ele ganhou dessa
- 6:40:06aceleração aqui, ficou com 70 m/s. Muito
- 6:40:08importante que você saiba disso. Próxima
- 6:40:10força aqui, força de tração. Força de
- 6:40:12tração é aquela que surge é em uma
- 6:40:14corda, tá bom? Então a força de tração
- 6:40:15ela ocorre em uma corda. Vamos lá. Não
- 6:40:17muda nada ela de você estar empurrando
- 6:40:18um corpo, né? Ou você estar puxando um
- 6:40:20corpo. É a mesma coisa só que você tem
- 6:40:21uma corda agora, tá? Então, se eu tô
- 6:40:22aqui puxando essa corda, eu sou uma
- 6:40:24pessoa aqui que tá fazendo essa força
- 6:40:25aqui para puxar essa corda, vamos dizer
- 6:40:27que eu tô puxando essa corda aqui com
- 6:40:29100 N. Esses 100 N estão na corda
- 6:40:31inteira, tá bom? Os 100 N aqui, eles vão
- 6:40:33fazer o quê? Eles vão se transmitir para
- 6:40:34cá e vão puxar essa caixa também com 100
- 6:40:35N. Força de tração é simplesmente uma
- 6:40:37força que é transmitida por meio de uma
- 6:40:38corda, tá bom? O Enem sempre vai falar
- 6:40:40que isso aqui é um fio ideal, é um fio
- 6:40:41inextensível, é um fio que tem massa
- 6:40:42despresível e por aí vai. Basta
- 6:40:44calcular. Normalmente isso aqui não tem
- 6:40:46nenhum tipo de estresse com isso.
- 6:40:47Próxima força aqui, força de atrito.
- 6:40:49Força de atrito, ela é uma força que
- 6:40:50surge por conta das eh irregularidades
- 6:40:53do chão, tá bom? Das microdeformações do
- 6:40:55chão. A gente pode não estar percebendo
- 6:40:56isso, mas o chão, qualquer coisa, ela
- 6:40:58tem microscopicamente pequenas ranhuras,
- 6:41:00pequenas entrâncias assim, e isso vai
- 6:41:02gerando ali pequenas forças. Isso até,
- 6:41:03isso até uma coisa bacana de falar, tá
- 6:41:04bom? Vou dar um zoom aqui no chão, só
- 6:41:05para você entender isso, tá bom? Vou dar
- 6:41:06um zoom nesse chão aqui. Sabe como é que
- 6:41:07seria esse chão aqui de fato? Se eu
- 6:41:09desse um zoom nele, ele seria desse
- 6:41:10jeito aqui, ó. Dá uma olhada agora. Eu
- 6:41:12acho que esse desenho aqui vai ficar
- 6:41:13irado, Rafael. Olha só como é que seria
- 6:41:15esse chão aqui de fato, né? Ele seria
- 6:41:17assim, ó, repleto de irregularidades
- 6:41:20nele. E aí a caixa que tá em cima, ela
- 6:41:22também vai ter naturalmente essas
- 6:41:23irregularidades. Então, por conta dessa
- 6:41:25caixa aqui, ela ter naturalmente essas
- 6:41:27irregularidades também nela, por
- 6:41:29exemplo, né? Ela tem isso aqui. Aqui a
- 6:41:31gente vai ter pequenas colisões, como se
- 6:41:32fosse, sabe, da irregularidadezinha da
- 6:41:34caixa com a irregularidadezinha do chão,
- 6:41:36gerando o quê? Quando você empurra ele
- 6:41:37pra frente, tu gera ação e reação. Isso
- 6:41:38é bacana, que o fundamento do atrito
- 6:41:40ali, ele passa pela ação e reação, né?
- 6:41:42Porque você tá empurrando aqui a caixa,
- 6:41:43né? E a fresta da caixa empurra dentro
- 6:41:45do buraquinho e o buraquinho faz uma
- 6:41:46reação de volta e atrapalha. Então a
- 6:41:48definição de força de atrito, ela é o
- 6:41:49quê? Força de atrito é aquela força que
- 6:41:51surge em oposição à tendência de
- 6:41:53deslizamento, tá bom? Muito importante a
- 6:41:55tendência de deslizamento, não
- 6:41:56necessariamente o corpo precisa estar
- 6:41:57deslizando. Existem dois tipos de
- 6:41:58atritos, tá bom? Um deles é o atrito
- 6:42:00estático, que é quando o corpo ainda não
- 6:42:01está deslizando, o corpo tá parado. E um
- 6:42:03deles é o atrito dinâmico, também
- 6:42:04chamado de atrito cinético. Faz sentido,
- 6:42:05né? Dinâmica lembra movimento e cinético
- 6:42:07também lembra movimento. Tá bom? O que
- 6:42:08que é o atrito estático? É aquele atrito
- 6:42:09que aparece. Primeira coisa, o atrito
- 6:42:10ele é causado pelo quê? Ele é causado
- 6:42:12pela interação entre o objeto e o chão,
- 6:42:14tá? Isso é o que causa o atrito. O
- 6:42:15atrito atua sempre em qual sentido?
- 6:42:17Primeiro, ele atua sempre na mesma
- 6:42:18direção do movimento ou da tendência de
- 6:42:20de deslizamento. E ele atua no sentido
- 6:42:22oposto à tendência de deslizamento.
- 6:42:23Então tem que ver para onde que esse
- 6:42:23cara quer deslizar. O atrito tá sempre
- 6:42:25atrapalhando isso, tá bom? O atrito
- 6:42:26estático é quando você tá tentando
- 6:42:27empurrar uma geladeira. Você vai
- 6:42:28empurrar uma geladeira, você fica
- 6:42:29fazendo força na geladeira e ela não se
- 6:42:31mexe. Não se mexe, não se mexe, não se
- 6:42:32mexe. Por quê? Porque o atrito estático
- 6:42:34está atuando. Esse atrito estático
- 6:42:35atuando, ele não permite que ela saia do
- 6:42:36lugar, tá bom? Quer dizer o quê? Vamos
- 6:42:37lá. Eu tenho aqui um chão, eu tenho aqui
- 6:42:40em cima dele uma geladeira, tá? Nossa,
- 6:42:43essa caneta aqui tá dando uma uns bugs
- 6:42:44nela. Olha só, eu tenho aqui o chão,
- 6:42:46tenho aqui em cima dele uma geladeira.
- 6:42:48Vamos dizer que essa geladeira aqui,
- 6:42:49vamos fixar uma massa para ela, é uma
- 6:42:50geladeira de 50 kg. Vamos colocar agora
- 6:42:53aqui que esse chão ele é um chão que tem
- 6:42:55atrito e eu sou esse sou eu aqui
- 6:42:57tentando empurrar essa geladeira. Como é
- 6:42:59que a gente calcula o atrito, já quero
- 6:43:00que você saiba que isso aqui é uma coisa
- 6:43:01bem fácil, tá bom? Pra gente calcular
- 6:43:02qualquer força de atrito, seja força, a
- 6:43:04gente sempre chama de fat, tá bom? Pra
- 6:43:05gente calcular força de atrito, fat
- 6:43:06força de atrito, a gente sempre vai
- 6:43:07pegar um coeficiente de atrito que a
- 6:43:09questão vai dar e vai multiplicar pela
- 6:43:10força normal. Acabou, né? A força normal
- 6:43:12é o quê? Faz sentido, né? A força normal
- 6:43:14é a força que o corpo faz contra o chão
- 6:43:15para comprimir ele. Você tem mais atrito
- 6:43:17conforme o corpo ele é mais pesado,
- 6:43:18conforme ele esmaga mais o chão, tá bom?
- 6:43:19Então, por exemplo, ã, eu quero que esse
- 6:43:23celular ele fique na parede, tá bom? Dá
- 6:43:25uma olhada nesse desenho aí. Vou até
- 6:43:26desativar aqui para vocês poderem ver
- 6:43:27tudo em tempo real, tá? Eu quero que
- 6:43:29esse celular fique na parede, mas esse
- 6:43:31celular aqui ele não vai ficar na parede
- 6:43:32porque ele tem uma tendência de deslizar
- 6:43:33para baixo, porque a força peso tá
- 6:43:34atuando sobre ele. Mas eu queria muito
- 6:43:36anular isso. Então vou ter que fazer uma
- 6:43:38força para cima, tá bom? Para eu fazer
- 6:43:39uma força para cima, eu dependo do
- 6:43:40atrito entre ele e a parede. Eu posso
- 6:43:42fazer uma força para cima assim, né?
- 6:43:43Posso segurar ele aqui embaixo.
- 6:43:45Funciona, mas eu não quero fazer desse
- 6:43:46jeito agora, tá? Olha como que eu posso
- 6:43:48fazer o atrito, ele depende da normal.
- 6:43:50normal e força de compressão. Olha o que
- 6:43:51que eu vou fazer nele. Vou comprimir ele
- 6:43:52contra a parede. Agora que eu tô
- 6:43:54comprimindo ele contra a parede, ele não
- 6:43:55tá mais descendo. Se esse celular fosse
- 6:43:56uma caixa de 30 kg, eu ia ter que est
- 6:43:58empurrando com muito mais força. Por
- 6:43:58quê? Quando eu empurro, ele aumento
- 6:44:00normal e aumentando normal, eu aumento a
- 6:44:01força de atrito. Que força de atrito é
- 6:44:02essa daqui que tá atuando sobre ele?
- 6:44:03Atrito estático, porque ele não tá
- 6:44:05deslizando ainda. Ele tem tendência a
- 6:44:06deslizar para baixo. Qual é a direção
- 6:44:07desse atrito? Qual o sentido desse
- 6:44:09atrito para cima? Porque a tendência de
- 6:44:10deslizamento é para baixo, o atrito tá
- 6:44:11atuando para cima. Agora imagina que
- 6:44:13isso aqui fosse uma caixa de 30 kg e eu
- 6:44:14tô aqui fazendo toda a minha força do
- 6:44:15mundo, mas eu começo a perder. A caixa
- 6:44:16começa a deslizar. Agora ela tá
- 6:44:18deslizando, mas ela não tá caindo como
- 6:44:19se não tivesse nada, ela tá caindo
- 6:44:20devagar. Tem atrito atuando do mesmo
- 6:44:22jeito, mas é atrito dinâmico. Agora é o
- 6:44:23atrito que atua enquanto o objeto está
- 6:44:25de fato deslizando. OK? Como é que você
- 6:44:27calcula qualquer força de atrito? O
- 6:44:28coeficiente de atrito que a questão te
- 6:44:30der vezes a normal. Esse coeficiente de
- 6:44:31atrito, ele pode ser o estático. A
- 6:44:32questão vai falar coeficiente de atrito
- 6:44:33estático ou pode ser o coeficiente de
- 6:44:35atrito dinâmico, cinético. A questão vai
- 6:44:36falar: "Tu bota o que tu quer aqui. Se
- 6:44:37tu botar o estático aqui, não preciso
- 6:44:38falar que tu vai encontrar a força de
- 6:44:39atrito estático." Vamos lá. Vou te dar
- 6:44:41um coeficiente desse chão aqui, tá bom?
- 6:44:42Esse chão aqui, ele tem um coeficiente
- 6:44:43de atrito estático, né? coeficiente de
- 6:44:45de atrito estático, vou botar assim
- 6:44:47mesmo, que é igual a 0,5. E esse chão
- 6:44:49aqui também, eu vou te dar logo o
- 6:44:50coeficiente de atrito dinâmico dele. O
- 6:44:52coeficiente de atrito dinâmico dele é
- 6:44:530,4. Pronto. Vamos entender o que que
- 6:44:55vai acontecer aqui, tá bom? Quero fazer
- 6:44:56essa geladeira andar. A primeira coisa
- 6:44:58que eu vou descobrir é qual é a força de
- 6:45:00atrito que esse chão tá disposto a fazer
- 6:45:02a nível de atrito estático para impedir
- 6:45:03que ela ande. Calcula isso aqui
- 6:45:04separadamente. Como é que a gente
- 6:45:05calcula a força de atrito? Tu sabe. Tu
- 6:45:06pega aqui o coeficiente de atrito
- 6:45:07estático. Eu quero calcular a fat
- 6:45:08estática e multiplica pela normal. A
- 6:45:10normal dela é 50, é 500 N, né? que se
- 6:45:12ela tem 50 kg, o centro da Terra vai
- 6:45:14fazer força peso de 500 Nela. Ela, por
- 6:45:16sua vez, vai fazer uma normal no chão
- 6:45:17também de 500 N. O chão vai fazer normal
- 6:45:19nela de 500 N. Você usa qualquer uma das
- 6:45:21duas aqui, nesse caso, você bota, olha,
- 6:45:22a normal dela é 500. O coeficiente de
- 6:45:24atrito estático é 0,5. Então aqui eu
- 6:45:27tenho que fat estática igual a 0,5 x 500
- 6:45:30250 N. Sabe o que que significa isso?
- 6:45:32Que esse chão ele vai fazer até no
- 6:45:34máximo 250 N para me atrapalhar de todas
- 6:45:37as formas de mover essa geladeira aqui.
- 6:45:38Ela nem vai começar a se mexer. Então
- 6:45:40vamos lá. Vou te fazer uma pergunta
- 6:45:41agora. Força de atrito estático é o quê?
- 6:45:42250 N. Qual vai ser o atrito estático se
- 6:45:45eu fizer 100 N aqui para empurrar essa
- 6:45:47geladeira?
- 6:45:48100 N. Por quê? Porque isso aqui a gente
- 6:45:50não tá calculando a força de atrito
- 6:45:52estático. A gente tá calculando o limite
- 6:45:54da força de atrito estático. Esses 250 é
- 6:45:57o máximo que consegue fornecer. Mas pera
- 6:45:58aí, como é que tu tu não tá nem
- 6:46:00empurrando a geladeira? Imagina e o chão
- 6:46:01vai est fazendo 250 N, então a geladeira
- 6:46:03vai sair andando sozinha. Não, eu tô
- 6:46:04fazendo 100 news. Qual vai ser a força
- 6:46:06de atrito estático que ela faz contra
- 6:46:07mim? 100 new. Tô fazendo 200 N. Qual é a
- 6:46:10força de atrito estático que o chão vai
- 6:46:11fazer nessa geladeira? 200 também. Tô
- 6:46:14fazendo 250 N. Qual vai ser a força de
- 6:46:16atrito estático que vai ser feita aqui?
- 6:46:18250. E a geladeira não tá se movendo de
- 6:46:20forma alguma. Agora sim, tô fazendo
- 6:46:22>> nesse momento ela já tá na iminência do
- 6:46:24movimento.
- 6:46:25>> Perfeito. É excelente. Muito bom isso,
- 6:46:26né? Ela tá na iminência do movimento
- 6:46:27nesse momento. Agora ela
- 6:46:29>> toda a força que eu faço atinge
- 6:46:31>> o limite do atento estático. Qualquer
- 6:46:33coisinha mais agora, né? Ela já tá com
- 6:46:34força restante igual a zero, né? Então
- 6:46:35ela já pode entrar em movimento com
- 6:46:37qualquer coisinha. Inclusive, às vezes,
- 6:46:38as questões consideram que entra em
- 6:46:39movimento nessa hora, tá bom? Quando
- 6:46:40você bate isso, mas vamos lá. Fiz 260 N.
- 6:46:42Pera aí. O limite de atrito estático era
- 6:46:44o quê? Era 250. Lembra? O limite, o
- 6:46:46máximo é 250. A gente calculou aqui, eu
- 6:46:47tô fazendo 260. Então o que que vai
- 6:46:48acontecer? Esses 250 aqui, eles saem e
- 6:46:50sobra 10 aqui, certo? Erradíssimo.
- 6:46:52Brutalmente errado, totalmente
- 6:46:54incorreto. Tá bom? Porque o atrito
- 6:46:56estático ele só atua enquanto o objeto
- 6:46:57tá parado. Mas Pedro, e agora que eu fiz
- 6:46:59260? Nunca mais fale de atrito estático.
- 6:47:01Você rompeu o atrito estático, tira ele
- 6:47:02da questão, não pensa mais nele. Ele fez
- 6:47:04250, você superou ele, morreu. Pedro, eu
- 6:47:07tô fazendo 260 agora, então livremente
- 6:47:09não. Agora você entra em ação o atrito
- 6:47:10dinâmico. Agora calcula o atrito
- 6:47:12dinâmico para ela. A gente sabe força de
- 6:47:13atrito é igual a esse coeficiente aqui
- 6:47:14vezes a normal vai ficar 0,4 x 500 vai
- 6:47:16dar 200. Pronto. Fat dinâmica aqui agora
- 6:47:18ela tem o quê? Tem 200, não é isso? 0,4
- 6:47:21x 500, 200. E isso aqui é o limite da f
- 6:47:23dinâmica? Não, isso aqui não é o limite
- 6:47:25da f dinâmica. Isso aqui de fato é a fat
- 6:47:27dinâmica. Ela não atua dessa forma.
- 6:47:28atrito estático, tu vai provocando ele,
- 6:47:29ele vai aumentando, tu vai fazendo mais,
- 6:47:30ele vai fazendo mais. A fate dinâmica é
- 6:47:31o seguinte, o corpo entrou em movimento.
- 6:47:33Agora que o corpo entrou em movimento,
- 6:47:34ele vai ter aqui exatamente a f dinâmica
- 6:47:36atrapalhando ele. Ou seja, tô empurrando
- 6:47:38a geladeira com 260, matei o atrito
- 6:47:39estático, ela entrou em movimento, mas
- 6:47:40eu tô vendo que ela tá indo devagar. Por
- 6:47:42quê? Porque agora tá o atrito dinâmico
- 6:47:43de 200 N me atrapalhando. Na prática,
- 6:47:45essa geladeira aqui tem uma força
- 6:47:46resultante apenas de 60 N. E qual vai
- 6:47:48ser a aceleração que ela vai
- 6:47:48desenvolver? Venho aqui embaixo agora,
- 6:47:49ó. Força resultante, princípio
- 6:47:50fundamental de dinâmico. É massa vezes
- 6:47:52aceleração. Mas a força resultante, eu
- 6:47:53tô vendo que é 60. A massa da geladeira,
- 6:47:54tô vendo que é 50. Qual vai ser a
- 6:47:55aceleração? Passo 50 para cá.
- 6:47:57Simplifica. 6 di por 5 1,2 m/s²,
- 6:48:00certo? Perfeito. A última aqui que eu
- 6:48:03vou falar agora pro cara, já bota a
- 6:48:04força elástica aqui agora dentro dessa.
- 6:48:05Então vamos colocar força elástica aqui
- 6:48:06agora. Força elástica. Fio,
- 6:48:08>> tira o fio agora, né? Vamos colocar uma
- 6:48:09força elástica. Qual a diferença se você
- 6:48:10agora plugar aqui uma mola? Então você
- 6:48:13chegou aqui agora e você vai fazer a
- 6:48:14plugem aqui de uma mola. Essa mola aqui,
- 6:48:17ela vai fazer força elástica. O que que
- 6:48:18é um material que tem a propriedade de
- 6:48:19ser elástico? É um material que ele
- 6:48:20consegue reverter a deformação que foi
- 6:48:22feita nele. Ele volta pro estado
- 6:48:23original depois deformado, né?
- 6:48:24Geralmente a gente tá falando o material
- 6:48:25elástico, ele reverte a estiração, né?
- 6:48:26Você estira esse material e ele reverte
- 6:48:29isso. Ou seja, quando você estira, ele
- 6:48:30vai desfazer aquilo ali. Quando quando
- 6:48:31ele desfizer, ele vai fazer força ali.
- 6:48:33Tá bom? Então eu tenho aqui agora essa
- 6:48:34mola aqui. Vou dar um vou dar vou dar
- 6:48:35uma limpada nesse desenho para mostrar
- 6:48:37para vocês. Pronto. Refiz o desenho aqui
- 6:48:38da seguinte forma, tá bom? A gente tem
- 6:48:39aqui uma mola. Galera, quando a gente
- 6:48:40pensa em mola, você só tem que pensar
- 6:48:41isso aqui, ó. Da mesma forma que quando
- 6:48:42a gente fala, olha, força, peso, que que
- 6:48:43é força, peso? Você só pega, olha, a
- 6:48:44massa vezes a gravidade. Aí, o que que é
- 6:48:46força de atrito? Você só pega o que,
- 6:48:47cara? O coeficiente de atrito, seja
- 6:48:49estático ou seja dinâmico, vezes a
- 6:48:50normal. Quando você pensa em força
- 6:48:51elástica, você vai pegar a constante
- 6:48:52elástica da mola e vai multiplicar pelo
- 6:48:54X. O que que é o x? Quanto essa mola foi
- 6:48:55deformada, ok?
- 6:48:57Dá uma olhada nessa situação aqui, tá
- 6:48:58bom? Tem um moleque aqui que tá
- 6:48:59empurrando um bloco. Ele tá empurrando
- 6:49:00esse bloco aqui com 100 N. Essa aqui é
- 6:49:02uma mola que ela tem uma constante de
- 6:49:04deformação, uma uma constante elástica
- 6:49:06dela que é igual a 5 N por m². É por
- 6:49:10metro, né? Claro, isso aqui não é não é
- 6:49:11uma área. Então 5 N por metro. Tá bom,
- 6:49:13cara? O significado disso aqui é muito
- 6:49:14simples, tá bom? Você pode botar numa
- 6:49:15regra de três. Olha, essa mola se
- 6:49:16deforma 5 new. Se você Essa mola,
- 6:49:18perdão, essa mola, ela exerce 5 new de
- 6:49:21força quando ela tá 1 m deformada. Se
- 6:49:23você quiser deformar ela 1 m, você vai
- 6:49:24ter que fazer 5 new de força nela.
- 6:49:26Conseguiu entender? Então tô fazendo 100
- 6:49:28N de força nessa mola aqui. A pergunta
- 6:49:29que eu vou te fazer é o seguinte, tá
- 6:49:30bom? Primeiro, tô fazendo 100 N de força
- 6:49:32no bloco, tá bom? E o bloco ele empurrou
- 6:49:34a mola. Então vamos vamos organizar a
- 6:49:35questão, tá bom? Tô fazendo 100 N de
- 6:49:36força no bloco, OK? O bloco ele vai
- 6:49:38transmitir esses 100 N para cá a
- 6:49:40princípio, tá bom? Fiz essa normal aqui
- 6:49:41no bloco, ele vai fazer isso aqui a
- 6:49:42princípio. Mas o ponto é o seguinte,
- 6:49:44chegamos numa situação de equilíbrio
- 6:49:45aqui. Eu esmaguei essa mola contra a
- 6:49:47parede, tá? Então quando eu esmaguei, a
- 6:49:48mola, ficou assim, ó, bem bem bem bem
- 6:49:49bem esmagada. E agora a gente tá ali
- 6:49:51pressionando bastante toda essa
- 6:49:52estrutura contra a parede. Deixa eu só
- 6:49:55tirar aqui esse 5 N/ m, que é a
- 6:49:56constante da mola. A gente tá esmagando
- 6:49:59essa mola aqui e o bloco parou. O bloco
- 6:50:01tá 100% agora inércia. Olha, olha o
- 6:50:03raciocínio que você tem que ter, mano.
- 6:50:04Se você está fazendo 100 N aqui contra o
- 6:50:06bloco, mas o bloco não tá mais se
- 6:50:08movendo. É, eu esperava que o bloco
- 6:50:09tivesse se movendo pr pra direita, tá
- 6:50:10fazendo 100 N dentro. Então assim, a
- 6:50:11princípio, se ele tava parado, fez 100
- 6:50:13N, eu espero que ele se mova pra
- 6:50:14direita, que ele desenvolva a aceleração
- 6:50:15pra direita. Tu tá dizendo que esse
- 6:50:16bloco tá parado. Se esse bloco tá
- 6:50:19parado, é porque com certeza absoluta
- 6:50:21essa mola aqui, ela tá fazendo o quê? Tá
- 6:50:23fazendo 100 N aqui de volta, porque aí
- 6:50:25anula os 100 N com 100 N ali agora e
- 6:50:27estabiliza o bloco naquela situação de
- 6:50:28equilíbrio. E agora eu te pergunto,
- 6:50:29quanto que essa mola tá esmagada aqui? É
- 6:50:31só você pensar o seguinte. Olha só,
- 6:50:33força elástica é KX. A constante
- 6:50:37elástica dessa mola aqui é 5 N/ m. Mas
- 6:50:39qual é a força elástica que essa mola tá
- 6:50:40fazendo? Ela tá fazendo 100 N. Então,
- 6:50:42quanto que ela foi deformada? Passo
- 6:50:43cinco para cá, 100 dividido por 5, essa
- 6:50:45mola está 20 m de volante. Seria uma
- 6:50:46mola brutal. Você esmargou ela 20 m para
- 6:50:48ela fazer essa força aqui toda de volta
- 6:50:49com essa constante tão pequena, né? A
- 6:50:51gente realmente tem constantes bem mais
- 6:50:52altas, né? Que que aí a mola com pouca
- 6:50:53deformação devolve muito mais. Mas note
- 6:50:55que só dele dele te falar isso aqui você
- 6:50:56tem que ter essa inteligência, né? Às
- 6:50:57vezes fica com medo, ai 5 N por metro,
- 6:50:59meu Deus, tá dizendo o seguinte, olha,
- 6:51:00ela ela vai fazer 5 new de força a mola
- 6:51:02a cada 1 m que tu deformar ela. E se tu
- 6:51:05quiser deformar ela 1 m, tu que faça 5
- 6:51:07new de força nela. Eu tô vendo que essa
- 6:51:08mola tá exercendo 100 new de força aqui
- 6:51:10para deixar ele. Ele não vai escrever
- 6:51:11isso aqui, não, tá bom? Ele não vai
- 6:51:12escrever isso aqui na questão. Ele só
- 6:51:13vai dizer assim: "O cara tá empurrando o
- 6:51:14bloco agora, o bloco, ele tá fazendo 100
- 6:51:15N, o bloco tá em repouso. Repuso só pode
- 6:51:17estar em inércia. Inércia não tem força
- 6:51:18resultante. 100 new, então tem que tá
- 6:51:20sendo por 100 N. Que diabo tá fazendo
- 6:51:21esse 100 N? Só pode ser a mola. Se ela
- 6:51:22faz 100 N, é porque ela se deformou
- 6:51:24quanto, né? De cinco para cá. Tu pode
- 6:51:25cruzar isso aqui, tu vai encontrar o
- 6:51:26mesmo 20 m de antes, tá bom? Pronto.
- 6:51:28Agora a última coisa, quando a gente tem
- 6:51:30aqui uma estrutura, né? Isso aqui é é
- 6:51:32bem interessante, né? Vou tô revelando
- 6:51:34aqui pra galera meu segredo, né? Eu
- 6:51:35tenho uma pasta de desenhos prontos
- 6:51:36aqui. Dá uma olhada nessa situação aqui.
- 6:51:37Isso aqui é é uma é uma situação
- 6:51:38sensacional, uma situação muito
- 6:51:39interessante que muita gente tem
- 6:51:40dificuldade de de de resolver, tá bom?
- 6:51:42Imagina, vou vou fazendo questão aqui na
- 6:51:43minha cabeça. Imagina que eu tenho aqui
- 6:51:44um bloco que ele tem 5 kg e eu tenho
- 6:51:47aqui um outro bloco que ele tem 10 kg,
- 6:51:49tá bom? Independente da massa desse
- 6:51:51bloco, né, se eu falasse aqui que esse
- 6:51:52bloco ele tem apenas 1 kg, ninguém tem
- 6:51:54dúvida de que isso aqui ia cair.
- 6:51:56Inclusive arrastando outro bloco. Ah,
- 6:51:57não, per esse aqui ele vai ficar no
- 6:51:58chão. Não, só se eu falar que tem
- 6:51:59atrito. Se eu não falar que tem atrito
- 6:52:00nenhum, não tem nada que vai segurar ele
- 6:52:02no chão. Quais são as forças que atuam
- 6:52:03nesse bloco aqui? Tem aqui uma força de
- 6:52:0550 N para baixo, que é a força peso, e
- 6:52:06tem aqui a força normal de 50 N, mas
- 6:52:08nenhuma força atuando. Aí vem essa
- 6:52:09tração aqui. Agora tem uma tração, tá?
- 6:52:11Mas de onde vem essa tração? Essa
- 6:52:12tração, ela vem do drive desse bloco
- 6:52:13aqui. Se esse bloco ele pesa 1 kg, ele
- 6:52:15vai ter 10 N de força para baixo, né?
- 6:52:16Que a força peso dele. E galera, ele vai
- 6:52:19conseguir puxar essa caixa. Mesmo que
- 6:52:20ele puxe devagar, ele vai conseguir
- 6:52:21puxar, mesmo que ele puxe com pouca
- 6:52:22aceleração. Tá bom? Mas beleza, vamos
- 6:52:23nessa. A gente tem aqui agora uma
- 6:52:25situação em que temos aqui um bloco de 5
- 6:52:27kg e temos aqui um outro bloco de 10 kg,
- 6:52:30tá? E agora, né? Eu vou botar uma outra
- 6:52:32massa aqui, sei lá, vou botar
- 6:52:33botar 8 kg aqui. Acho que vai funcionar
- 6:52:35nos cálculos aí. Não tenho certeza, né?
- 6:52:36Vou deixar 20 kg. Talvez 20 kg funcione
- 6:52:39bem, tá? Então, temos essa situação
- 6:52:40aqui. A única pergunta que eu vou te
- 6:52:41fazer é o seguinte: qual é a aceleração
- 6:52:44desse bloco aqui? Ele vai, ele vai ser
- 6:52:46deslocado para cá, né? Ele vai
- 6:52:47desenvolver, tava, o sistema tava
- 6:52:48parado, o sistema tava em equilíbrio
- 6:52:49antes, tal, não tinha nada acontecendo.
- 6:52:50Larguei o sistema aqui do zero. Qual vai
- 6:52:51ser a aceleração disso aqui, tá? E
- 6:52:54depois vou te perguntar inclusive qual
- 6:52:55vai ser a aceleração desse cara aqui.
- 6:52:56Galera, muito cuidado nessa hora.
- 6:52:58>> Você primeiro vai considerar que não tem
- 6:53:00atrito? Não é, não tem atrito. Tô
- 6:53:01dizendo, exatamente, não tem atrito no
- 6:53:02chão.
- 6:53:02>> Depois a gente considera como atrito pra
- 6:53:03gente fazer uma
- 6:53:04>> boa. Depois a gente bota o atrito aqui.
- 6:53:05Então, primeiro passo, a aceleração do
- 6:53:07sistema é toda mesma. Sempre você não
- 6:53:09vai ficar, ah, essa aceleração aqui,
- 6:53:10não, tudo é a mesma coisa aqui, tudo tá
- 6:53:12conectado numa corda, né? A menos que
- 6:53:13esse aqui ele ganhe e ele bata no outro.
- 6:53:14Não vai acontecer isso, tá bom? Então, o
- 6:53:16sistema ele vai ter toda a mesma
- 6:53:17aceleração e vai ter toda a mesma
- 6:53:18velocidade, tá bom? Se você tentar
- 6:53:20aplicar o princípio fundamental da
- 6:53:21dinâmica aqui cegamente, né, Pedro,
- 6:53:22quero descobrir a aceleração desse bloco
- 6:53:24aqui. Vou aplicar o quê? O princípio
- 6:53:25fundamental da dinâmica. Força
- 6:53:26resultante é o quê? Massa vezes
- 6:53:27aceleração. Primeira coisa, vamos marcar
- 6:53:28as forças que estão atuando nele, né? É
- 6:53:30o mais importante para quem tá iniciando
- 6:53:31agora na dinâmica, aprender a marcar
- 6:53:32essas forças aqui. Eu diria que é bom,
- 6:53:33né? Aprender o diagrama de corpo livre.
- 6:53:34Então esse cara aqui, ele vai ter essa
- 6:53:35força de 50 N para baixo, que é a força
- 6:53:37peso. Vai ter essa força aqui de 50 N,
- 6:53:39que é normal. Cara, essas forças aqui
- 6:53:40não me importam em nada. Essas forças
- 6:53:41elas vão estar se anulando e ele vai ter
- 6:53:43uma única força aqui que é a força que
- 6:53:45realmente me importa, que é o quê? É a
- 6:53:46tração. Pronto, botou aqui a tração,
- 6:53:48marcou a tração. Ao mesmo tempo, esse
- 6:53:49bloco aqui de baixo, quais são as forças
- 6:53:51que atuam sobre ele? Olha que
- 6:53:51interessante, ele tem aqui a força peso,
- 6:53:53que é 200 N, né? Eu tô sempre fazendo 20
- 6:53:55x 10, que é a aceleração da gravidade. E
- 6:53:57ele tem aqui uma força aqui em cima. E
- 6:53:59essa força tá puxando ele para onde? É
- 6:54:00isso que para muitas pessoas é difícil
- 6:54:01de entender. Ele tem uma tração que tá
- 6:54:02puxando ele para cima. Essa tração tá
- 6:54:03atrapalhando ele. Ai meu Deus, como
- 6:54:04assim Pedro? Se não existisse essa corda
- 6:54:07aqui, o bloco cairia melhor e mais
- 6:54:08rápido. Pronto. O fato dele est com esse
- 6:54:09peso amarrado nele vai fazer ele cair
- 6:54:11mais devagar. Então isso aqui tá puxando
- 6:54:12ele para cima. Claro que a vitória vai
- 6:54:13ser disso aqui. Isso aqui no final das
- 6:54:14contas ainda vai cair, mas não cometo o
- 6:54:17erro brutal. Qual o erro brutal que as
- 6:54:18pessoas comentem? Ah, esse 200 N aqui tá
- 6:54:20puxando ele para baixo. Então a tração
- 6:54:21também é 200 N. Não. Primeiro que essa
- 6:54:23tração aqui é a mesma na corda toda. Por
- 6:54:24isso que eu botei a mesma letra, mas não
- 6:54:25é 200 N. Qual Qual que é o jeito para
- 6:54:27você fazer isso aqui? Começa tentando
- 6:54:28aplicar o princípio fundamental da
- 6:54:29dinâmica nessa caixa aqui. Força
- 6:54:31resultante dessa caixa é o quê? É
- 6:54:33atração. Não sei qual é a força
- 6:54:34resultante dessa caixa. Massa dessa
- 6:54:35caixa é o quê? Cinco. E a aceleração
- 6:54:37dessa caixa aqui? Não sei qual é. Ou
- 6:54:38seja, já era. Eu tenho aqui duas
- 6:54:39incógnitas. Não tem como resolver isso
- 6:54:41aqui só com essa equação. Agora aplica
- 6:54:42nessa caixa aqui o princípio fundamental
- 6:54:44da dinâmica. Tu vai colocar o quê? Força
- 6:54:45resultante é o quê? Massa vezes
- 6:54:47aceleração. Mas muita atenção agora quem
- 6:54:49é a força resultante dessa caixa aqui?
- 6:54:51Ela tem 200 para baixo, mas você tem que
- 6:54:52subtrair essa força que atrapalha ela. A
- 6:54:54tração tá atrapalhando ela, tá bom?
- 6:54:55Então a gente coloca que na verdade a
- 6:54:56força restante dela é o quê? é 200 menos
- 6:54:58atração. E isso é igual a massa dela que
- 6:54:59é 20. E a aceleração dela, eu também não
- 6:55:01sei, Pedro, não é a aceleração da
- 6:55:02gravidade. Um corpo não cai com 10 m/s²,
- 6:55:05só se tiver em queda livre. Não tá em
- 6:55:06queda livre, tem alguém atrapalhando
- 6:55:07ela. Então não sei de fato qual é a
- 6:55:08aceleração dele. E agora já era, acabou,
- 6:55:09não tem mais como resolver, porque aqui
- 6:55:11eu tenho uma equação, tem duas
- 6:55:11incógnitas nela. Aqui eu tenho outra.
- 6:55:13Opa, mas pera aí. Essas equações aqui
- 6:55:16elas fazem parte do mesmo universo. As
- 6:55:17duas estão falando da mesma tração e as
- 6:55:18duas estão falando da mesma aceleração.
- 6:55:20Então eu posso misturar essas duas
- 6:55:21equações, tá bom? Tração, não é 5a. Vem
- 6:55:23aqui agora e injeta isso aqui, ó. 200
- 6:55:25menos o quê? No lugar da tração, tu bota
- 6:55:265a. Agora tu tem aqui que isso é igual a
- 6:55:2920a. Passa o -5 para cá, somando. Tem 5a
- 6:55:31aqui. 200 é igual a quê? A 25a. Então
- 6:55:34200 iga. Tenho 200 aqui que é igual a
- 6:55:3625a. Então quem é o a? Passa o 25 para
- 6:55:38cá. Divide 200 por 25. A gente vai ter
- 6:55:40aqui um resultado de 8. 8 m/² é a
- 6:55:43aceleração de quem? De todo mundo. Todo
- 6:55:45mundo aqui. Esse cara cai a 8 m/s². E
- 6:55:47esse cara aqui ele vai se deslizar pra
- 6:55:49frente a 8 m/s². Agora, ã, próxima coisa
- 6:55:53que eu falar aqui agora que outra coisa,
- 6:55:54né? Vou mostrar outra forma de resolver
- 6:55:55esse mesmo problema aqui. Agora vou
- 6:55:56apagar tudo que eu fiz e vou mostrar
- 6:55:57para você um outro jeito de você pensar
- 6:55:59nesse mesmo problema, tá bom? Os dados
- 6:56:00aqui eu vou deixar só para não não ter
- 6:56:01que escrever de novo. Então, olha só
- 6:56:02como que você poderia pensar nesse mesmo
- 6:56:05problema. Isso aqui é muito
- 6:56:05interessante. Você pode, a primeira
- 6:56:07coisa é entender isso aqui, nessa
- 6:56:08solução aqui, o cara tem que ter essa
- 6:56:10visão quase que filosófica da parada,
- 6:56:12tá? Eu tive muita dificuldade de
- 6:56:13explicar isso aqui pela primeira vez até
- 6:56:15que eu bolei esse método. Você pode
- 6:56:17considerar que isso aqui é tudo um único
- 6:56:18sistema. Isso aqui é tudo um único
- 6:56:20sistema. Isso aqui é uma uma única
- 6:56:21caixa, como se fosse Pedro Q. Isso é um
- 6:56:23único sistema que tem qual massa? Soma
- 6:56:25as massas deles. É um único sistema de
- 6:56:2625 kg. Sabe qual é a vantagem de
- 6:56:28considerar que tudo é um único sistema?
- 6:56:29Você não precisa mais se preocupar com
- 6:56:30nenhuma força interna nele. Não precisa
- 6:56:31mais. Você só vai se preocupar com as
- 6:56:33forças que realmente atuam nas pontas
- 6:56:34desse sistema. Ou seja, a única força do
- 6:56:36mundo que tu vai se preocupar é essa
- 6:56:37daqui, que a força peso 200 new. Porque
- 6:56:40a força peso vem daqui. Agora, qual o
- 6:56:42ponto que eu acho muito delicado nisso
- 6:56:43aqui que o cara tem que pegar? Tu tá
- 6:56:45tratando tudo como um único sistema. Por
- 6:56:47que que a única força que te interessa é
- 6:56:48essa força de 200 N? Galera, essa força
- 6:56:50ela é a força peso. Tu vai entender que
- 6:56:52essa força aqui ela é o drive do
- 6:56:53movimento todo. Essa força aqui é o que
- 6:56:55motiva o movimento todo. Agora tu só vai
- 6:56:56fazer o seguinte, ó. A massa do sistema
- 6:56:58inteiro é 25 kg e a força que realmente
- 6:57:00atua no sistema é esses 200 N. Tu vai
- 6:57:02aplicar um princípio fundamental da
- 6:57:03dinâmica apenas. Ó, força resultante é
- 6:57:05igual a massa vezes aceleração. Quem é a
- 6:57:07força resultante que age no sistema
- 6:57:08inteiro? A única força que age no
- 6:57:10sistema inteiro são esses 200 N. Botei
- 6:57:12aqui o 200. Quem é a massa do sistema
- 6:57:13inteiro? É o 25. E a aceleração, acabei
- 6:57:15de descobrir o mesmo valor de antes. A
- 6:57:17aceleração ela é igual a 8. Agora eu vou
- 6:57:18te fazer uma pergunta.
- 6:57:20Estranho, né, Rafael? Eu tenho aqui uma
- 6:57:21caixa de 200 kg, de 20 kg. Por que que a
- 6:57:25aceleração dessa caixa aqui é 8 m/s²?
- 6:57:27Vamos pegar essa caixa aqui, vamos
- 6:57:28aplicar nela. Você tem que entender o
- 6:57:29seguinte, você sempre pode aplicar o
- 6:57:30princípio fundamental da dinâmica de
- 6:57:31duas formas. Ou aplica localmente no
- 6:57:33único corpo ou aplica no sistema
- 6:57:34inteiro. E isso vai se repetir em várias
- 6:57:35áreas da física. Tipo a primeira lei de
- 6:57:36homem. Ou tu aplica no único resistor ou
- 6:57:38tu aplica no sistema inteiro. Isso vai
- 6:57:39aparecendo muitas vezes. É muito
- 6:57:40importante você ter esse domínio disso,
- 6:57:42tá bom? Então vamos lá. Eu vou aplicar
- 6:57:43aqui o princípio fundamental da dinâmica
- 6:57:44somente nessa caixa aqui de 20 kg.
- 6:57:46Então, massa vez só para ela, mas eu não
- 6:57:48sei qual a força restante que atua sobre
- 6:57:49ela. Pedro, é essa daqui não. Lembra que
- 6:57:50tem atração aqui para cima? Tá bom? Tô
- 6:57:51saindo agora daquela resolução em que a
- 6:57:53gente esquece a tração e tô só pensando
- 6:57:55junto contigo. A força resultante que
- 6:57:56atua sobre ela, qual deve ser? Vamos lá.
- 6:57:58Força resultante, eu sei o seguinte,
- 6:57:59essa caixa tem 20 kg e eu sei também que
- 6:58:01a aceleração dela é 8 m/s. Eu porque eu
- 6:58:04acabei de descobrir isso aqui. Bota esse
- 6:58:06oito aqui. O que que tu vai concluir?
- 6:58:07Necessariamente a força resultante sobre
- 6:58:08ela é apenas 160 L. Mas Pedro, não faz
- 6:58:10sentido porque eu tô vendo 200 aqui. Ué,
- 6:58:11se tu tá vendo 200 aqui, mas a
- 6:58:12resultante é 160 para baixo. Só pode
- 6:58:15significar uma coisa. Essa tração aqui é
- 6:58:17uma tração de 40 N, tá tirando 40 N
- 6:58:19dela. Digo mais, se essa tração aqui é
- 6:58:2040 N aqui, ela também é 40 N aqui. Faz o
- 6:58:23teste. Esquece o 40 N. Cara, eu sei que
- 6:58:25teve uma caixa de 5 kg que ela tá com
- 6:58:27uma aceleração de 8 m/s². Foi o que eu
- 6:58:28descobri. Força resultante é o quê?
- 6:58:31Massa vezes aceleração. 5 x 8 dá 40 N.
- 6:58:33Aqui tá o 40 N. Entendeu? Ficou muito,
- 6:58:36muito, muito blindado, né? Acho que é
- 6:58:37muita coisa. Quer que eu deixe aqui
- 6:58:38alguma coisa?
- 6:58:38>> Não, não. Eh, deixa eu fazer dois
- 6:58:39comentários. Primeiro, eh, os alunos tm
- 6:58:42que guardar que nas extremidades de uma
- 6:58:44corda esticada as trações são sempre
- 6:58:45iguais.
- 6:58:46>> São iguais. Tá bom, galera? As trações
- 6:58:47aqui
- 6:58:47>> não é parte de ação e reação.
- 6:58:48>> Não é parte de ação reação.
- 6:58:49>> Independente se o sistema tá acelerando
- 6:58:51ou não.
- 6:58:51>> Perfeito.
- 6:58:51>> É uma curiosidade,
- 6:58:54>> a outra é que o erro comum em questão de
- 6:58:56como essa é o cara colocar ali no no
- 6:58:58bloco de 5 kg
- 6:59:00>> o 200 new, que é o peso do outro bloco,
- 6:59:02>> como se ti puxando, ele tá transmitindo.
- 6:59:04>> E aí faz o cálculo da aceleração do
- 6:59:05sistema usando 200 N como fosse
- 6:59:07resultante e isso vai dar um problema.
- 6:59:09200 Não é resultante, ele é o drive aqui
- 6:59:11do movimento.
- 6:59:11>> Exatamente. Agora eu quero fazer a
- 6:59:12proposta.
- 6:59:13>> Ele é resultante se for do sistema
- 6:59:14inteiro desse jeito, né?
- 6:59:14>> Agora quero fazer a proposta de você
- 6:59:16colocar o mi o atrito atrito aqui,
- 6:59:18>> o atrito cinético da caixa em cima de
- 6:59:21>> igual igual um.
- 6:59:23>> Tá? Então vou colocar aqui um
- 6:59:24coeficiente de Ah, tu não quer o
- 6:59:25coeficiente, tu quer a força já
- 6:59:26>> falando que o coeficiente de atrito vale
- 6:59:27um
- 6:59:27>> tá? O coeficiente de atrito dinâmico ou
- 6:59:29cinético, né? Ele vale um aqui.
- 6:59:31>> Perfeito. Já consigo inclusive calcular
- 6:59:33qual vai ser a força de atrito que o
- 6:59:34chão vai fazer quando esse bloco tiver
- 6:59:35deslizando, né? Força de atrito, ela é
- 6:59:37esse coeficiente vezes a normal. Se tem
- 6:59:3950 N de força, peso para baixo, tem 50 N
- 6:59:41de normal também, então fica 50 N de
- 6:59:43força de atrito. Perfeito. Então se essa
- 6:59:45caixa estiver se movendo, eu tenho
- 6:59:47certeza absoluta que eu vou ter 50 N
- 6:59:49aqui atrapalhando ela constantemente.
- 6:59:50Agora eu também já sei que a aceleração
- 6:59:51do sistema não vai mais ser 8 m/s
- 6:59:52quadada, vai ser menos do que isso. Se
- 6:59:53ele me pedisse para calcular a
- 6:59:54aceleração do sistema, o melhor jeito
- 6:59:55aqui é considerar tudo um único sistema,
- 6:59:57tá bom? Considerar tudo um único corpo.
- 6:59:59A massa total do corpo é 25 kg. O drive
- 7:00:01de movimento aqui é 200 N, que é a força
- 7:00:03peso. Mas dessa vez eu vou pegar o quê?
- 7:00:05Vou aplicar o princípio fundamental da
- 7:00:06dinâmica no sistema inteiro, como eu fiz
- 7:00:07anteriormente, massa vez aceleração para
- 7:00:09descobrir a aceleração. Mas eu vou botar
- 7:00:10no lugar da força resultante o quê? Vou
- 7:00:11colocar esse 200, que é o que puxa o meu
- 7:00:13sistema para baixo, e esse 50, que é o
- 7:00:14que atrapalha. 200 que tá puxando para
- 7:00:15baixo, menos o 50 que atrapalha, a força
- 7:00:17resultante do sistema todo não é mais
- 7:00:18200, é apenas 150, que é igual a massa
- 7:00:20do sistema que é 25. Aceleração, puxa o
- 7:00:2225 para cá, dessa vez a nova aceleração
- 7:00:24aqui deu 6. Então tem 6 m/s² de
- 7:00:26aceleração no sistema inteiro. Esse
- 7:00:27atrito aqui realmente tá atrapalhando o
- 7:00:29deslizamento de todo esse sistema. OK?
- 7:00:32>> Manda, manda bala. Já ia fechar. Manda,
- 7:00:33manda, manda. Imagina que inicialmente a
- 7:00:35velocidade fosse zero e que o atrito
- 7:00:36estático valesse quatro. O mi estático
- 7:00:38>> é um atrito brutal, né?
- 7:00:39>> O mi estático val.
- 7:00:40>> Então agora o coeficiente de atrito
- 7:00:42estático ele vale quatro e o sistema tá
- 7:00:45ainda não começou a se mover. A pergunta
- 7:00:46que tu vai fazer é o quê? Qual tem que
- 7:00:47ser a massa dessa caixa? Não.
- 7:00:49>> É qual é a aceleração do sistema?
- 7:00:50>> Qual é a aceleração do sistema? Tá.
- 7:00:52Então olha só, não tem como ter
- 7:00:54aceleração do sistema. A gente já
- 7:00:54percebe logo de cara. Por quê? Porque a
- 7:00:56gente fala: "Cara, qual vai ser o máximo
- 7:00:57de atrito estático que vai ser possível
- 7:00:58ser feito?" Força de atrito estático
- 7:01:00máxima é a normal, que a gente já sabe
- 7:01:01que é 50 x 4. A gente já enxerga que
- 7:01:03esse chão aqui é um chão alucinantemente
- 7:01:05áspero que tá disposto a fazer 200 N de
- 7:01:08atrito estático. Então não tem como eu
- 7:01:09vencer isso aqui. Posso agora fazer
- 7:01:11outra pergunta. Então qual deveria ser a
- 7:01:12massa dessa caixa aqui para que o
- 7:01:14sistema desenvolvesse,
- 7:01:17ã 4 m/s, segs, segund, só para não ficar
- 7:01:20o mesmo quatro, né? Para que o sistema
- 7:01:20desenvolvesse 8 m/s²?
- 7:01:24Vou botar um outro número para que o
- 7:01:24sistema desenvolvesse 12 m/s² de
- 7:01:26aceleração. Olha a pergunta. Eu quero
- 7:01:27saber qual tem que ser a marcha, a a
- 7:01:29massa disso aqui para que esse sistema
- 7:01:30desenvolva uma aceleração final de de 12
- 7:01:33m/s². Tá bom? Então essa é a aceleração
- 7:01:35que eu desejo. 12 m/s². O mi não vai ser
- 7:01:38o estático, vai ser cinético.
- 7:01:40>> É, não, eu ia eu ia colocar
- 7:01:41desconsiderando, eu ia colocar que ele
- 7:01:43tem que vencer o atrito estático
- 7:01:44primeiro e depois que vencer o atrito
- 7:01:46estático, ele vai ter um atrito cinético
- 7:01:47que ele tem que ficar lidando aqui, né?
- 7:01:48Que é botar o valor. Atrito dinâmico
- 7:01:50aqui vai ficar qual? Depois que ele
- 7:01:52vencer o atrito estático, ele vai ter um
- 7:01:53atrito dinâmico para lidar de um. Vou
- 7:01:55voltar para aquele um ali, tá bom? Então
- 7:01:56o seguinte, galera, qual tem que ser a
- 7:01:58massa dessa caixa para que o sistema
- 7:01:59desenvolva uma aceleração de 12 m/s²?
- 7:02:01Pode parecer difícil, pode parecer que é
- 7:02:03muita coisa. Eu limpo a minha mente e
- 7:02:04falo assim: "Pera aí, pera aí, pera,
- 7:02:05pera aí". Aquele sistema lá, ele era um
- 7:02:07sistema que tinha qual massa? Vamos
- 7:02:09colocar aqui o princípio fundamental da
- 7:02:10dinâmica, porque ele vai sempre orientar
- 7:02:12a gente, tá? Qual era a massa daquele
- 7:02:14sistema? Não sei não, porque agora a
- 7:02:16gente não sabe nem a massa, né?
- 7:02:17Exatamente. Então, a massa daquele
- 7:02:18sistema ali, a gente vai ter que colocar
- 7:02:19aqui o quê, cara? É aquela caixa lá de 5
- 7:02:21kg mais uma massa X que eu não conheço,
- 7:02:23mas eu sei qual é a aceleração final
- 7:02:25desse sistema. Eu quero 12, né? Eu quero
- 7:02:26que ela seja 12. Então, qual deve ser a
- 7:02:28força resultante desse sistema para que
- 7:02:30isso aconteça? Aí tu fala: Pedro, não
- 7:02:32vai dar certo porque tu continua aí com
- 7:02:33problemas. Calma, estruturei a equação.
- 7:02:36Isso aqui é a equação que vai resolver o
- 7:02:37meu problema. Estruturei aqui da minha
- 7:02:38cabeça. Estamos montando aqui as
- 7:02:39questões ao vivo na frente de vocês, tá
- 7:02:40bom? Agora eu vou ter que começar a
- 7:02:42trabalhar com incógnitas. Eu vou
- 7:02:43precisar de um pouco de conhecimento
- 7:02:43algébrico. Eu vou ter que pensar o
- 7:02:44seguinte, tá? Mas quando esse sistema
- 7:02:46finalmente estiver em movimento, né? Eu
- 7:02:49vou considerar claro que a gente vai ser
- 7:02:50capaz de vencer esse limite de atrito
- 7:02:52estático, tá? Bom, esse esse limite de
- 7:02:53atrito estático, ele nem precisa mais
- 7:02:54estar aqui, né? Ele não faz sentido com
- 7:02:55a questão, porque se o sistema vai est
- 7:02:56em movimento, né? Claro que a gente vai
- 7:02:57ter que conseguir vencer ele, né? Óbvio,
- 7:02:59né? Tem que fazer ali 200 N, tal, mas
- 7:03:00beleza. A gente vai se preocupar mesmo é
- 7:03:02com o atrito dinâmico. Que que eu vou
- 7:03:04pensar? Na maldita hora em que esse
- 7:03:05troço começar a andar, eu vou começar a
- 7:03:07ter aqui uma força que é a força de
- 7:03:08atrito dinâmico, que essa força de
- 7:03:10atrito dinâmico vai me atrapalhar, ela
- 7:03:11vai ser 50, porque é a normal baseada
- 7:03:14nessa caixa aqui, vezes 1. Então eu já
- 7:03:17sei qual vai ser, eu já sei quando o
- 7:03:18sistema tiver em movimento, qual vai ser
- 7:03:20o o que que vai estar me atrapalhando,
- 7:03:21qual vai ser essa f aqui. E agora eu sei
- 7:03:22também que o que vai motivar o meu
- 7:03:24movimento é o quê? É a força peso. Mas
- 7:03:26pera aí, essa força peso é o quê? Eu não
- 7:03:27tenho como calcular. É massa vezes
- 7:03:28gravidade. Eu não sei qual é a massa da
- 7:03:29caixa, mas ela é o quê? X x 10. X é a
- 7:03:31massa xes 10. Agora eu tô com mais
- 7:03:33informações. Por exemplo, lembra disso
- 7:03:34aqui? Força resultante do sistema é a
- 7:03:35massa do sistema que eu nem sei qual é.
- 7:03:37Vezes 12, que é a aceleração final. Mas
- 7:03:38pera aí, a força resultante do sistema
- 7:03:39não é isso aqui, esse 10x menos o que me
- 7:03:43atrapalha, que é o 50. Então boto aqui
- 7:03:4410x - 50. Essa vai ser a força restante
- 7:03:46do sistema. Venho aqui no força
- 7:03:47resultante, boto o quê? 10x - 50, que é
- 7:03:50igual a, vou fazer a multiplicação aqui,
- 7:03:51que é 12 x 5, distributiva vai dar 60 +
- 7:03:5412x. Agora letra para um lado número de
- 7:03:56repente a gente começou a ter aqui
- 7:03:57apenas uma incógnita porque a gente
- 7:03:58resolveu a força resultante, né? Agora
- 7:03:59vem aqui o 10x para cá subtraino, vai
- 7:04:01ficar 2x desse lado e vai para lá eh o
- 7:04:0350 aqui também. O 60 vai para cá
- 7:04:05subtraino, vai ficar - 110. Aqui desse
- 7:04:07lado fiz alguma cagada aqui? Não sei se
- 7:04:08eu fiz. Eu tenho aqui 10x - 50. 10x - 50
- 7:04:11eu coloquei aqui no lugar da força
- 7:04:12resultante. Agora eu executei isso aqui,
- 7:04:15ficou 60, ficou 2x. Eu acho que eu não
- 7:04:16tô fazendo cagada não aqui. Mas por que
- 7:04:17que isso aqui vai dar negativo? Não faz
- 7:04:18sentido.
- 7:04:19>> Tem um problema aí.
- 7:04:20>> Qual é?
- 7:04:20>> Você quer uma aceleração desse sistema
- 7:04:22maior do que a aceleração da gravidade.
- 7:04:23Então teria que ter alguma outra força
- 7:04:25puxando isso aí. Uma aceleração maior
- 7:04:27que da gravidade.
- 7:04:28>> É, tu tá propondo 12 m/ segund quado de
- 7:04:31aceleração.
- 7:04:32>> Não dá para conseguir só com a massa,
- 7:04:33né?
- 7:04:33>> É,
- 7:04:34>> é verdade. Só a massa pura não tem como
- 7:04:35ela passar da da aceleração queda livre.
- 7:04:37>> Que esse corpo tivesse em queda livre,
- 7:04:39ele não conseguiria fazer o 12.
- 7:04:40>> Por isso que apareceu ali o menos, né?
- 7:04:41Vai ter uma, vai ficar uma, um uma
- 7:04:43demanda mais, vai faltar força, né?
- 7:04:45>> Tem que alguém empurrar aquilo ali para
- 7:04:46baixo agora,
- 7:04:46>> cara. Perfeito. Muito top. Muito top.
- 7:04:48Então eu vou colocar aqui agora o meu
- 7:04:49desejo é uma outra aceleração aqui. Eu
- 7:04:50vou falar, meu desejo é que esse sistema
- 7:04:51tenha uma aceleração de 8 m/sund² mesmo,
- 7:04:54né? Eu quero que o sistema desenvolva
- 7:04:55essa aceleração. Aí aqui no força
- 7:04:56restante massa vezes aceleração, eu não
- 7:04:57teria colocado aqui o 12, galera. Eu
- 7:04:58teria colocado oito. E a força restante,
- 7:05:00ela continua sendo a mesma coisa. 10x -
- 7:05:0350, que é a força peso, vai ser 10 vezes
- 7:05:05a massa da caixa menos o 50, que é o
- 7:05:06atrito, que continua me atrapalhando. E
- 7:05:07a gente tem aqui a equação agora
- 7:05:09funcionando, né? Agora só vou corrigir
- 7:05:10essa parte aqui, fica 8 x 5, 40. Muito
- 7:05:12boa essa observação. É interessante, né?
- 7:05:13Eu acho que é até bom ter isso no vídeo
- 7:05:15porque você percebe, né? Fica uma nossa,
- 7:05:16o máximo de uma coisa, cara, eu deixei
- 7:05:18rolar deixou rolar, né? Ficou muito bom.
- 7:05:20A a resolução tava muito e e esse
- 7:05:22negativo ele é sensacional. Ele mostra
- 7:05:24que falta força,
- 7:05:25>> falta força, né? Perfeito. Exatamente. E
- 7:05:27aí o -50 passa para cá, vai ficar 90,
- 7:05:28porque ele passa positivo. Isso aqui
- 7:05:29passa negativo, vai ficar 2x. E agora o
- 7:05:31x é isso aqui, é 90/ 2 que dá 45 kg.
- 7:05:34Então essa caixa precisaria ter 45 kg.
- 7:05:37Tá bom.
- 7:05:38>> Galera, foi isso.
- 7:05:39>> Foi. Tá bom. Vocês estão muito muito
- 7:05:41muito muito sólidos, tá bom? As pessoas
- 7:05:42levam ano desafio para aprender esse
- 7:05:44domínio aqui do conteúdo de dinâmica, tá
- 7:05:45bom? E agora você teve tudo de uma vez.
- 7:05:47Vamos agora pra nossa próxima parte.
- 7:05:48Vamos agora começar a entender sobre
- 7:05:50polisa, sobre alguns casos específicos.
- 7:05:51Fala galera, beleza? Agora a gente vai
- 7:05:53fechar aqui o nosso conteúdo dinâmica,
- 7:05:54fazendo algumas questões. Dá uma olhada
- 7:05:55nisso aqui. Cara, você vai perceber que
- 7:05:57a gente já trabalhou muita coisa em
- 7:05:58dinâmica, tá? Então as questões vão
- 7:05:59começar a ficar bem fáceis, né? A força
- 7:06:01de atrito é uma força que depende do
- 7:06:02contato entre corpos, óbvio, pode ser
- 7:06:03definida como uma força de oposição. A
- 7:06:05tendência de deslocamento dos corpos é
- 7:06:07gerada e deslizamento, estaria mais bem
- 7:06:09escrito aqui, né, do que tendência de
- 7:06:10deslocamento. Como assim, né? Uma força
- 7:06:12de oposição. A tendência de deslocamento
- 7:06:15dos corpos. É, acho que fica melhor a
- 7:06:16tendência de deslizamento, né? e é
- 7:06:18gerada devido a irregularidades entre
- 7:06:19dois superfícies cont na figura setas
- 7:06:20representam forças que atuam no no corpo
- 7:06:22e no ponto ampliado. Olha só, repara que
- 7:06:24esse desenho aqui, galera, do ponto
- 7:06:25ampliado é o mesmo que eu mostrei para
- 7:06:26ti agora a pouco, né? Eu fiz algo assim,
- 7:06:28né? E a gente inclusive pode ver aqui
- 7:06:29que realmente é ação e reação, né? O
- 7:06:31bloco empurra isso aqui e se o bloco tá
- 7:06:32com tendência de deslizar pra direita, o
- 7:06:34atrito vem pra esquerda. Mas vamos
- 7:06:35entender aqui. Ele vai falar o seguinte:
- 7:06:36"A setas representam forças que atuam no
- 7:06:37corpo e o ponto ampliado representa as
- 7:06:39irregularidades. Então essas setas aqui
- 7:06:40são todas o quê? Forças que atuam no
- 7:06:41corpo. Galera, eu não preciso ver mais
- 7:06:42nada aqui, né? Isso aqui com certeza é a
- 7:06:44força normal da superfície atuando nele.
- 7:06:45Isso aqui é a força peso do centro da
- 7:06:46Terra fazendo nele. Isso é uma força que
- 7:06:47alguém tá fazendo nele. Isso aqui só
- 7:06:48pode ser a força de atrito, né?
- 7:06:49Inclusive tá representado aqui no chão.
- 7:06:51A tendência de movimento dele aqui é vir
- 7:06:52para cá e a força de atrito tá atuando
- 7:06:54no sentido contrário da tendência de
- 7:06:55movimento. Quais são os vetores que
- 7:06:56representam as forças que provocam
- 7:06:57deslocamento? E o atrito é que provoca o
- 7:06:58deslocamento é esse aqui. E o atrito é
- 7:07:00esse aqui de baixo. Tá respondido muito
- 7:07:02fácil. Olha só, ele vai falar desse jogo
- 7:07:05aqui, né, que a galera vai e tem esse
- 7:07:07troço aqui, ele vai est andando já, né,
- 7:07:08e você quer fazer com que ele vá numa
- 7:07:10direção, com que ele vá mais rápido.
- 7:07:11Então você esfrega o chão muito rápido
- 7:07:13na frente dele, porque aí quando você
- 7:07:14esfrega, você tira o atrito dali e você
- 7:07:16facilita. Então você é exatamente
- 7:07:18perfeito. Você não é que tira o atrito,
- 7:07:19né? Você reduz o coeficiente de atrito
- 7:07:21dinâmico naquela região, porque você tá
- 7:07:23polindo aquela região, reduzindo as
- 7:07:24irregularidades dela e o bloco vai ter
- 7:07:26mais tendência de com mais velocidade,
- 7:07:28porque agora ele tem menos uma força que
- 7:07:29atua. Essa força que atua contra o
- 7:07:31movimento dele diminuiu. E ele fala
- 7:07:32assim: "Por que que a a menor
- 7:07:33desaceleração da pedra de granito ocorre
- 7:07:35porque a ação dos varredores diminui o
- 7:07:37quê, né? Então por que que o granito
- 7:07:38desacelera menos o bloco quando eles
- 7:07:39varrem? Porque eles estão diminuindo o
- 7:07:40módulo do quê? Da força motriz sobre a
- 7:07:42pedra. Cara, nem tem força motriz sobre
- 7:07:44a pedra. Teoricamente, ela tá só
- 7:07:45deslizando ali, né? Então, força motriz
- 7:07:47é a força que gera movimento. Força de
- 7:07:48atrito cinético sobre a pedra. Isso aqui
- 7:07:50faz sentido dizer que eles varrem, vai
- 7:07:51reduzir a força de atrito cinético na
- 7:07:53pedra? Claro que faz exatamente essa
- 7:07:54resposta, né? Attrito cinético, atrito
- 7:07:56dinâmico, mesma coisa. Força, peso, vai
- 7:07:57diminuir força, peso, força de arrasto
- 7:07:59do ar, força de reação normal, tudo isso
- 7:08:00aqui é bizarro, tá bom? A gente mexe
- 7:08:02justamente na força de atrita. Essa
- 7:08:03daqui é muito boa. Dois operários
- 7:08:05dirizam uma pedra para cima sobre uma
- 7:08:06superfície inclinada com velocidade
- 7:08:08constante. Aqui tá o código da questão,
- 7:08:09não é isso? Você não diria também que
- 7:08:10aqui que tá o códig? Eu diria que se o
- 7:08:12cara não lê isso aqui, não tem mais como
- 7:08:13ele fazer a questão. Se ele não leu isso
- 7:08:14aqui. Quando fala que eles deslizam com
- 7:08:16velocidade constante, você tem que na
- 7:08:17hora impor a condição. Você tá com
- 7:08:18velocidade constante, todas as forças
- 7:08:19que atuam sobre esse bloco aqui, elas
- 7:08:21vão dar zero no final das contas, tá
- 7:08:23bom? Força resultante vai ser igual a
- 7:08:24zero. Pronto. Todas. Não pode ter
- 7:08:27nenhuma forçaente sobrando, senão não
- 7:08:28seria a velocidade constante, tá? Um
- 7:08:30deles puxa a pedra utilizando uma corda,
- 7:08:32tô vendo aqui, e o outro empurra ela. Tô
- 7:08:33vendo aqui também, conforme a figura no
- 7:08:34instante em que a pedra, vamos só fazer
- 7:08:35um exercício aqui, né? Esse cara aqui
- 7:08:36ele tá empurrando isso aqui, não tá?
- 7:08:37Então se ele tá empurrando, a pedra
- 7:08:39também tá empurrando ele. Mas como é que
- 7:08:40então esse cara não tá de fato sendo
- 7:08:42empurrado para trás, né? Sendo realmente
- 7:08:43movido para trás, tá aqui, ó. A pedra tá
- 7:08:45tentando fazer ele descer. A tendência
- 7:08:47de deslizamento dele é para baixo.
- 7:08:48Porém, o sapato dele, você pode ver que
- 7:08:49tá numa posição favorável para que o
- 7:08:51atrito aconteça, tá bom? Isso aqui agora
- 7:08:53é um tema muito, muito, muito delicado
- 7:08:54que já caiu na prova. Vou parar para
- 7:08:55explicar ele, tá bom? Quando, olha, eu
- 7:08:57vou, eu vou ser bem direto nesse tempo
- 7:08:58que a gente tem, o nosso tempo aqui é
- 7:09:00muito precioso. Quando a gente tá
- 7:09:01andando, a gente depende, ó, eu vou
- 7:09:03falar uma verdade para você, tu vai ter
- 7:09:04que digerir ela. Quando a gente está
- 7:09:05andando, a gente depende da força de
- 7:09:08atrito.
- 7:09:09E digo mais, a gente depende da força de
- 7:09:11atrito estático, que é o Já é difícil
- 7:09:13você perceber que para andar tu precisa
- 7:09:14do atrito, mas você pode até fazer um
- 7:09:16esforço, falar assim, tá? Se eu não
- 7:09:17tivesse atrito no chão, meu pé ia ficar
- 7:09:18capando, eu ia ficar que nem o o perna
- 7:09:20longa quando vai dar um sprint, o papa
- 7:09:21léguas primeiro, aí só depois vai. Se
- 7:09:24não tivesse atrito no chão, ia ficar
- 7:09:25assim. Agora tu vai pensar o quê? É o
- 7:09:27atrito. Ah, tá. Eu tô em movimento.
- 7:09:28Então é o atrito cinético dinâmico. É
- 7:09:30coisa, tem muito professor, né? Muita
- 7:09:31pessoa também que ensina dessa forma.
- 7:09:33Professor mesmo, né? Tem muito professor
- 7:09:33aqui. Galera, atrito cinético, vamos
- 7:09:35lembrar de movimento. Calma aí. Tem que,
- 7:09:36esse é o tipo de caso que você precisa
- 7:09:37de uma definição precisa. Não é o atrito
- 7:09:40cinético que faz você andar. Como é que
- 7:09:42eu vou ter atrito cinético enquanto eu
- 7:09:43ando? Só se eu tiver arrastando meu pé
- 7:09:44no chão. Aí eu vou ter atrito cinético.
- 7:09:46Repare que quando eu ando, qual é o
- 7:09:47movimento que eu faço para andar? Tá
- 7:09:48bom? Exatamente esse movimento aqui, ó.
- 7:09:50Eu dou uma passada pra frente. No que eu
- 7:09:53dei uma passada pra frente, eu vou fazer
- 7:09:55o quê? Eu vou fazer uma força para
- 7:09:57projetar meu corpo pra frente. Na
- 7:09:58verdade, eu vou vou ser mais específico
- 7:09:59ainda. Quando eu boto o meu pé na
- 7:10:00frente, eu vou fazer uma força para
- 7:10:02empurrar o chão para trás. Botei meu pé
- 7:10:03na frente, eu vou fazer assim, ó. O que
- 7:10:05que vai acontecer? O meu chão, o meu pé
- 7:10:08vai ficar bloqueado, travado e não vai
- 7:10:09deslizar no chão por causa do atrito
- 7:10:10estático do chão. E o atrito estático,
- 7:10:12já a tendência de deslizamento do meu pé
- 7:10:13vir para trás, o atrito estático vai
- 7:10:14travar fazendo uma força pra frente. A
- 7:10:16força é inclusive, olha a terceira
- 7:10:17contradição, o sentido, né? Eu tô
- 7:10:19andando pra frente. Qual é o sentido da
- 7:10:21força que faz com que eu ande de vocês?
- 7:10:22Qual o sentido do atrio estático? Pra
- 7:10:23frente também. Aí o cara fala: "Era
- 7:10:25contra o movimento, é contra a tendência
- 7:10:26de deslizamento. Para eu andar pra
- 7:10:27frente, meu pé tem tendência de deslizar
- 7:10:28para trás. O atrito estático não
- 7:10:29permite. Quando ele não permite, acaba
- 7:10:31que a força vem para cima. E eu tô
- 7:10:33tentando puxar o chão para trás. O chão
- 7:10:34não vai deixar por causa do atito
- 7:10:35estático. Aí meu corpo é que é projetado
- 7:10:37pra frente. O mesmo acontece num carro,
- 7:10:38tá bom? O carro ele precisa do atito
- 7:10:40estático também para que ele consiga
- 7:10:41andar, tá bom? Aqui a gente tem um carro
- 7:10:42de fricção para ele conseguir andar no
- 7:10:43chão. Olha só, vou botar a roda dele
- 7:10:44para girar bastante, ó. Para ele
- 7:10:46conseguir andar no chão, ela tem que
- 7:10:47fazer várias pequenas paradas, tá bom?
- 7:10:49que a roda tá girando, ela dá uma parada
- 7:10:50no chão e projeta o carro pra frente.
- 7:10:52Então, se cair qualquer coisa sobre
- 7:10:54porque o movimento realmente acontece,
- 7:10:56como é que um carro faz para andar, é o
- 7:10:57atrito estático que vai fazendo
- 7:10:58bloqueios ali ou nos pés ou nos pontos
- 7:11:00da roda e projeta aquele corpo pra
- 7:11:01frente, tá bom? Se cair algum gráfico
- 7:11:03sobre um carro na prova e o freio ABS,
- 7:11:05como é que o freio ABS funciona? Você só
- 7:11:06vai lembrar que o freio ABS ele quando
- 7:11:08você chega no limite do atrito, tá
- 7:11:09freando, né? Chega no limite do atrito
- 7:11:11estático e o carro vai entrar em
- 7:11:11deslizamento, vai entrar em atrito
- 7:11:13cinético, ele alivia a frenagem, tá bom?
- 7:11:14Então fica esse desenho aqui, né, Rafa,
- 7:11:15se eu não me engano, tem um tempo que eu
- 7:11:16não vejo, fica isso aqui, né? Ele vai
- 7:11:18fazendo isso aqui, ele vai, o freio ABS
- 7:11:19ele larga o carro porque se ele segurar
- 7:11:21mesmo a roda trava e o carro desliza.
- 7:11:23Bom, isso é ruim.
- 7:11:24>> O carro acaba levando percorrendo uma
- 7:11:26distância maior,
- 7:11:27>> uma distância maior. Exatamente. Quando
- 7:11:28quando o freio ABS dá uma soltadinha
- 7:11:29para que não vença o atrito estático,
- 7:11:31ele melhora isso. Galera, esse é um tema
- 7:11:33muito complexo de explicar. Minha
- 7:11:33didática não é assim. Normalmente eu só
- 7:11:34falei aqui porque se eu fosse entrar em
- 7:11:36tudo, eu só tô dizendo para caso caia,
- 7:11:37você saber que é para marcar isso, tá?
- 7:11:39Vamos lá. Esse cara aqui agora, ã, ele
- 7:11:41vai colocar aqui agora, né? Os pés dos
- 7:11:42operários não deslizam nas posição.
- 7:11:44Então, que o pé não tá deslizando. Esse
- 7:11:45aqui é a mesma coisa, né? Ele tá puxando
- 7:11:46a caixa para cá. Então a caixa vai puxar
- 7:11:47ele para cá, tudo bem por meio da corda,
- 7:11:49né? No caso ele tá puxando a corda para
- 7:11:50cá e que você entendeu isso, né? Não é
- 7:11:52não é que a corda em si seja um para
- 7:11:54ação e reação, tá bom? Ele tá puxando a
- 7:11:55corda para cá, a corda puxa ele para cá,
- 7:11:56mas a corda tá puxando a caixa para cá,
- 7:11:57a caixa puxa a corda para cá, mas no
- 7:11:58final das contas, se for entre ele e a
- 7:11:59caixa, né, ele tá puxando a caixa para
- 7:12:01cima e a caixa vai puxar ele para baixo.
- 7:12:02Por que que ele não cai? É, tem
- 7:12:03tendência de que ele caia aqui, mas o
- 7:12:04atrito atua bloqueando e fazendo ele não
- 7:12:06cair, ok? Se botar um patins nesse cara
- 7:12:08aqui, ele vai escorregar com tudo. Se
- 7:12:09botar um patin nos dois, acabou esse
- 7:12:10movimento aqui. Que que ele pede? Qual o
- 7:12:12diagrama representa os sentidos das
- 7:12:14forças de atrito exercidas pela
- 7:12:16superfície? Isso aqui é outro clório da
- 7:12:17questão, né? Exercidas pela superfície
- 7:12:20da rampa. Aqui acho que é um clório
- 7:12:22ainda maior do que o da velocidade
- 7:12:23constante, né, cara? É pela superfície
- 7:12:25da rampa. A gente quer saber qual força
- 7:12:26a superfície da rampa faz. Vamos lá. A
- 7:12:29superfície da rampa faz que força? Na
- 7:12:31posição, ó, tô falando da rampa. Ué, a
- 7:12:32tendência de deslizamento é para cá.
- 7:12:33Então, a rampa vai fazer o seguinte, a
- 7:12:34rampa vai e contra a tendência de
- 7:12:36deslizamento. A tendência de
- 7:12:37deslizamento desse cara é para baixo. O
- 7:12:38que que a rampa vai fazer? vai fazer
- 7:12:39atrito contra a tendência de
- 7:12:40deslizamento. E a tendência de
- 7:12:42deslizamento da pedra que tá em B é a
- 7:12:43pedra ela quer deslizar para baixo.
- 7:12:46Deixa eu só confirmar isso aqui. Um
- 7:12:47deles puxa a pedra, o outro empurra. No
- 7:12:48instante que a pedra desliza, apesar da
- 7:12:50fez, os pés dos operários não deslizam.
- 7:12:52>> Ela tá subindo. Perfeito. A pedra ela
- 7:12:54está subindo. E enquanto ela tá subindo
- 7:12:56com essa velocidade constante, existe
- 7:12:57aqui o chão atrapalhando ela. O chão
- 7:13:00atrapalha a pedra de subir. Tá bom?
- 7:13:01Isso, isso que tem que ser, isso que eu
- 7:13:02tava tentando puxar dessa questão aqui,
- 7:13:03cara. Ele dá para se confundir bastante
- 7:13:04nessa questão. Você pode pensar assim,
- 7:13:05não, mas a pedra tá na eminência do
- 7:13:07movimento. Aí isso eu tava tentando
- 7:13:08lembrar disso aqui, né? Ela tá subindo
- 7:13:10em velocidade constante. Se ela tá
- 7:13:11subindo, essa rampa só tá fazendo
- 7:13:12atrapalhar. A rampa só tá atrapalhando.
- 7:13:14Ela tá tentando subir e a rampa tá o
- 7:13:15quê? Atrito, no caso, atrito cinético,
- 7:13:16né? Para lá. Então agora, qual que é a
- 7:13:18resposta, né? A gente tem aqui a força
- 7:13:19que a rampa faz aqui para cima. Então
- 7:13:21tem que já matar essa daqui de cara, né?
- 7:13:22Resolvendo por colunas, que nem o Rafa
- 7:13:23fala, tem que matar isso aqui também. E
- 7:13:25tem que matar isso aqui também. Pronto,
- 7:13:26só sobrou aqui agora com essa força para
- 7:13:27cima. Essas duas aqui. A caixa está
- 7:13:29subindo, mas o atrito atrapalha
- 7:13:31apontando para baixo. Só pode ser essa
- 7:13:32daqui agora, né? É a letra C. E aqui no
- 7:13:34C tá coerente também. Fala.
- 7:13:35>> Eh, repara que se você faz por coluna,
- 7:13:37olhar a última coluna que é a C, te
- 7:13:39daria uma tranquilidade grande, porque
- 7:13:40as duas estão para cima.
- 7:13:41>> Excelente. Excelente.
- 7:13:42>> Você eliminou que tinha que eliminar ali
- 7:13:43na primeira col.
- 7:13:44>> Agora só olhar pro B.
- 7:13:44>> Só olhar pro B.
- 7:13:45>> Perfeito. Muito bom. Agora, olha isso
- 7:13:46aqui. Um carrinho de brinquedo funciona
- 7:13:48por fricção. Ao ser forçado a girar suas
- 7:13:50rolas para trás, contra uma superfície
- 7:13:51rugosa, uma mola acumula energia
- 7:13:52potencial elástica. Tá bom? Então aqui a
- 7:13:53gente tá falando do tema da energia
- 7:13:54potencial elástica. A gente ainda vai
- 7:13:55entrar nele com alguns detalhes, mas a
- 7:13:57força elástica basicamente a gente faz
- 7:13:58isso aqui, ó. KX. A gente já explicou.
- 7:14:00Se tivermos falando de energia potencial
- 7:14:01elástica, aí agora a gente tá falando do
- 7:14:03armazenamento que a estrutura faz. Tem
- 7:14:04uma mola que foi comprimida, ela guarda
- 7:14:05em si, né, a força elástica, quanta
- 7:14:07força ela tá fazendo nesse momento, mas
- 7:14:09ela guarda em si uma energia potencial
- 7:14:10elástica, que agora é kx²/ 2. Beleza? Ao
- 7:14:14soltar o brinquedo, né, isso aqui nem o
- 7:14:15tema da questão principal, mas ao soltar
- 7:14:16o brinquedo, ele se movimenta sozinho
- 7:14:17paraa frente semizar. Então vamos lá.
- 7:14:18Peguei aqui o carrinho, puxei ele aqui
- 7:14:20para trás. Se não tivesse nenhum atrito,
- 7:14:21ele faria o que? Ó, sem atrito no chão,
- 7:14:24acontece absolutamente nada, ele fica
- 7:14:25parado. Agora, o que que acontece aqui
- 7:14:26de fato? Ele tenta rodar a roda pra
- 7:14:28frente, mas eu tenho um atrito estático
- 7:14:30aqui na E esse atrito estático bloqueia
- 7:14:32e quando bloqueia a roda tá tentando
- 7:14:33girar, mas ela ela vai tentar girar
- 7:14:35assim, ó pá, e bloqueia ela o chão.
- 7:14:37Atito estático. Então o carro é obrigado
- 7:14:38a ir pra frente. Ah, eu não entendi, não
- 7:14:40consigo visualizar. Não importa. Se tu
- 7:14:42assinar a plataforma cidade, eu fico 1
- 7:14:43hora e meia só explicando isso. Tem uma
- 7:14:44que eu fico uma hora e pouca só falando
- 7:14:46do carro. Aqui tu vai marcar atrito
- 7:14:48estático, tá bom? Então quando o
- 7:14:49carrinho se movimenta sozinho sem
- 7:14:50deslizar, ou seja, o carrinho deslizando
- 7:14:52seria ele andando assim, ó. Aí você, aí
- 7:14:54sim ele andando assim de lado, isso é
- 7:14:56atrito dinâmico, é ruim, o carro
- 7:14:57derrapou. Agora a energia potencial
- 7:14:59elástica era convertida em energia
- 7:15:00cinética. Assim, essa energia aqui que
- 7:15:01tu acumulou puxando para trás a mola,
- 7:15:03você armazenou, agora ela vai virar
- 7:15:04energia cinética, que é a energia do
- 7:15:05movimento, tá bom? Que é mv²/ 2. Mas não
- 7:15:07é o tópico da questão. Ele fala assim:
- 7:15:08"Ela é convertida em energia cinética
- 7:15:09pela ação da força de atrito quê? Não é
- 7:15:11atrito dinâmico. Não é atrito dinâmico.
- 7:15:13Não é atrito dinâmico. É estático.
- 7:15:14Estático na roda ou estático na
- 7:15:16superfície rugosa? Estático na roda
- 7:15:19devido à superfície rugosa. Ai, por que
- 7:15:21que não pode ser o outro? É o atrito
- 7:15:22estático atua na roda. A roda tá
- 7:15:24tentando, ai não é o chão não, o chão
- 7:15:25faz o atrito na roda, tá? A roda tá
- 7:15:28tentando girar para trás, o chão
- 7:15:29bloqueia ela e faz o carro pular pra
- 7:15:31frente, tá bom? E é por causa da
- 7:15:32superfície rugosa. Pronto, tá marcado
- 7:15:34aqui. Tá. Agora o último aqui, né, pra
- 7:15:35gente pegar polias e tração. Olha só,
- 7:15:37tudo que você tem que saber é que sempre
- 7:15:38que tu vira uma polia fixa, uma polia
- 7:15:40que tá presa em algum lugar e ela não se
- 7:15:41mexe junto com a estrutura, essa polia
- 7:15:43só faz uma única coisa, ela altera a
- 7:15:44direção e possivelmente o sentido do
- 7:15:46movimento, tá bom? Da força, né? Então
- 7:15:48aqui, por exemplo, eu tô na academia,
- 7:15:49vou puxar isso aqui para cá, vou puxar
- 7:15:51para cima. Essa poliia aqui, ela faz com
- 7:15:53que essa força ela seja transmitida como
- 7:15:54eu tô puxando isso aqui. Então é como se
- 7:15:55eu tivesse puxando aqui, é como se eu
- 7:15:56tivesse puxando aqui para baixo.
- 7:15:57Percebeu? Aqui era para cima, aqui agora
- 7:15:58tá agindo como se fosse para baixo. Essa
- 7:15:59é outra polia fixa, né? E essa polia
- 7:16:00fixa agora vai fazer com que a minha
- 7:16:02força esteja aqui, ó, na horizontal. E
- 7:16:03agora essa é outra polia fixa muda de
- 7:16:04novo. Ou seja, eu tô puxando para cima e
- 7:16:06na prática no final tá indo para cima,
- 7:16:07mas é porque foi alterado várias vezes.
- 7:16:08Mas cada polia fixa alterou a direção da
- 7:16:10força que eu tô fazendo. E eu vou
- 7:16:11levantar esse peso aqui. Agora, se eu
- 7:16:13tenho uma polia móvel, que é uma polia
- 7:16:15que tá grudada na estrutura e vai se
- 7:16:16mover junto, é cada polia móvel ela vai
- 7:16:17dividir a força total que você tem que
- 7:16:19fazer por dois, tá bom? Isso
- 7:16:20exponencialmente. Então, vamos lá. Eu
- 7:16:21tenho aqui, eu tenho na minha casa lá um
- 7:16:23equipamento de academia e nesse
- 7:16:24equipamento eu consigo colocar uma carga
- 7:16:25de 100 kg. Mas esse equipamento aqui ele
- 7:16:28tem uma polia que é uma polia móvel que
- 7:16:30tá grudada aqui, ela se move junto. Ou
- 7:16:31seja, quando eu faço qualquer exercício
- 7:16:32aqui, na prática eu tô levantando apenas
- 7:16:3450 kg, tá bom? O restante, os outros,
- 7:16:36né? Então, vamos lá. Tem aqui 100 kg,
- 7:16:38isso aqui teria 1000 N. Eu tô levantando
- 7:16:40apenas 500 N, Pedro. E o outro para onde
- 7:16:41foi? O outro tá preso aqui no teto, fica
- 7:16:43500 N para cá. E por tá levantando duas
- 7:16:45vezes menos peso, isso é uma vantagem
- 7:16:46mecânica, mas tem uma desvantagem
- 7:16:47mecânica de que eu vou ter que puxar
- 7:16:48duas vezes mais cabo, tá bom? E se eu
- 7:16:50tivesse duas polias móveis aqui nessa
- 7:16:51estrutura, eu ia levantar quatro vezes
- 7:16:53menos peso, tá bom? A gente vai
- 7:16:54multiplicando dois por dois. Então, se
- 7:16:55eu tenho uma polia móvel, metade do
- 7:16:57peso. Se eu tenho duas, 1/4 do peso. Se
- 7:16:59eu tenho três, é 1/8 do peso. Se eu
- 7:17:01tenho quatro, é 1/6 do peso. Depois 1,
- 7:17:0332. Tá bom? Só para você ficar ligado, é
- 7:17:04exponencial. Olha o que que ele vai
- 7:17:06falar. Só da gente olhar para essa
- 7:17:07segunda estrutura, a gente já vê que a
- 7:17:08única diferença é que ela tem uma única
- 7:17:09polia móvel aqui. Então o cara vai puxar
- 7:17:11aqui e ele vai só carregar metade da
- 7:17:13carga, porque a outra metade tá grudada
- 7:17:14aqui no teto, certo? Ok? Para essa
- 7:17:16academia, qual deve ser a razão M2 sobre
- 7:17:18M1 informada aos usuários, né? Então
- 7:17:20eles vão mudar isso aqui. E agora e
- 7:17:22deixa eu ver aqui só. Em ambos aparelhos
- 7:17:23concid as cordas extensivas, as massas
- 7:17:24polías cordas exí. Tá bom? Eles vão
- 7:17:25falar que ã m1, m2 velocidade constante
- 7:17:28pro exercício realizado com a mesma
- 7:17:29força, os usuários devem ser orientados
- 7:17:31a respeito à relação entre as cargas, já
- 7:17:32que as polias fixas apenas mudam a
- 7:17:33direção e a poliia móvel divide as
- 7:17:34forças. em ambos. Considere pá pá pá tem
- 7:17:37as cargas em M1 M2 velocidade constante.
- 7:17:38OK? Ele vai fazer o seguinte, ele vai
- 7:17:41agora, ele ele simplesmente mudou o
- 7:17:42equipamento e ele quer dar uma
- 7:17:43informação para usuários dizendo assim:
- 7:17:44"Qual carga você tem que botar aqui
- 7:17:45agora para tu ter o mesmo efeito que tu
- 7:17:46tinha antes?" Ué, se aqui agora eu tenho
- 7:17:48uma polia móvel, tudo que eu levantar
- 7:17:50aqui vai ser metade desse peso. Então
- 7:17:51preciso de duas vezes mais esse peso,
- 7:17:52acabou. Eu preciso pegar o peso M1 e
- 7:17:53duplicar ele aqui. Se aqui no M1 antes
- 7:17:55eu fazia o exercício com 50 kg, não
- 7:17:56adianta botar 50 aqui, porque vai virar
- 7:17:5725. Eu tenho que botar o que o dobro.
- 7:17:59Então a relação m2 sobre m1 é o quê? 2.
- 7:18:01m2 tem que ser 100 caso m1 fosse 50. faz
- 7:18:04a divisão da dois. Letra D. Resposta. Tá
- 7:18:06muito afiado agora em dinâmica. Eh,
- 7:18:10>> tô preocupado, hein, cara.
- 7:18:11>> Estamos aí,
- 7:18:13já [risadas] são 8:12 da noite. Vamos
- 7:18:14começar agora
- 7:18:15>> um tema rápido, a gente vai
- 7:18:16>> um tema breve e que não caia muito
- 7:18:18tempo. Eletrodinâmica.
- 7:18:19>> Muito tranquilo, rápido. E a gente vai
- 7:18:21fazer aqui toda a eletrodinâmica pro
- 7:18:23Enem nas próximas
- 7:18:25>> eh horas
- 7:18:26>> horas, né? Dias, né? Na próxima unidade
- 7:18:29de tempo mais adequada. Bem, a gente vai
- 7:18:31começar com corrente elétrica e aqui eu
- 7:18:33vou falar sobre DDP e campo elétrico.
- 7:18:36Vai passar por isso tudo e lá no
- 7:18:37finalzinho a gente vai falar sobre
- 7:18:38energia elétrica
- 7:18:38>> e que Deus nos ajude, certo?
- 7:18:40>> Vai ajudar?
- 7:18:40>> Posso? Claro que vai. Posso dar
- 7:18:42introdução aqui? Galera, olha só,
- 7:18:45>> o tema aqui é eletrodinâmica, tá bom?
- 7:18:47Tema mais importante de física toda, eu
- 7:18:50diria. Mais importante, sem dúvidas.
- 7:18:52Porque que que mais cai em física? Todo
- 7:18:54mundo sabe, né? Já viu o o cara que fala
- 7:18:56assim: "Vou te passar aqui um um
- 7:18:58conteúdo, vou te passar aqui um PDF com
- 7:18:59o que tu tem que estudar em física, o
- 7:19:00que mais cai? Mecânico, termologia,
- 7:19:03ondulatória e eletrodinâmica."
- 7:19:04>> Três livros.
- 7:19:05>> É [risadas] por isso, né?
- 7:19:07>> Galera, o que que mais c em física? É
- 7:19:08mecânica, ondulatória, termologia e
- 7:19:10eletrodinâmica. mecânica para tu pegar o
- 7:19:12jeito ali. Cara, a teoria é pequenininha
- 7:19:14e o braço é muito, tem que pegar muito,
- 7:19:16muito exercício. Ondulatória, a teoria é
- 7:19:19média e não exige tanto braço, exige
- 7:19:21muito mais conhecimento teórico refinado
- 7:19:22e discernimento exato de, tá, essa onda
- 7:19:24ela faz isso, mas não faz aquilo. A
- 7:19:26infravermelha é essa. O exercício é
- 7:19:28importante, mas é menos. Quando a gente
- 7:19:29pensa em ã termologia, pô, termologia
- 7:19:32com certeza dessas quatro é mais fácil.
- 7:19:34É mais
- 7:19:34>> é é a que tem menos conteúdo.
- 7:19:36>> Sim. Teoria,
- 7:19:38>> teoria grandinha, mas não é difícil de
- 7:19:39pegar. Exato. Teoria, a teoria faz toda
- 7:19:41muito sentido. Não tem abstração,
- 7:19:42nenhuma termologia quanto mecânic.
- 7:19:44>> Que abstração você tem em termologia que
- 7:19:45você tem que forçar o raciocínio? Não
- 7:19:46tem nenhuma. Em óptica não. Você tem que
- 7:19:47aprender novos esquemas ali.
- 7:19:48>> Eu acho que no máximo ali em
- 7:19:49termodinâmica que a galera não vê muito,
- 7:19:51mas depois que entende ali a primeira e
- 7:19:52a segunda lei.
- 7:19:53>> Agora eletrodinâmica não é que a teoria
- 7:19:55seja grande, mas os exercícios eles tem
- 7:19:58uma certa sofisticação teórica. Fácil de
- 7:20:00confundir o nesse caso específico, o
- 7:20:02resistor não tá em série. Nesse caso
- 7:20:04específico
- 7:20:04>> é porque como a incidência é muito alta,
- 7:20:05a quantidade de exercícios gera uma
- 7:20:08variabilidade bizarra de
- 7:20:10>> preocupações que a gente tem que ter com
- 7:20:11a matéria, sabe?
- 7:20:11>> Certo. E eu sinto o seguinte, Rafa, em
- 7:20:14em eletrodinâmica, eu sinto que eles
- 7:20:15estão ficando mais sofisticados com o
- 7:20:17tempo, tá? Eu sinto eu tenho sentido as
- 7:20:19questões um pouco mais sofisticadas,
- 7:20:20tenho sentido que não cai mais aquela lá
- 7:20:21do do peixe do porquê, que era só, né?
- 7:20:24Claro que é importante, pode cair ainda,
- 7:20:25mas agora estão mais complexas,
- 7:20:27>> então você concorda com isso?
- 7:20:28>> Exigindo mais etapas,
- 7:20:29>> certo? Então acaba que por isso é a
- 7:20:30matéria mais importante. É óbvio que se
- 7:20:31tu não sabe nada, não sei nada de
- 7:20:33física, termologia falta faltando pouco
- 7:20:35tempo
- 7:20:36>> isso. Estrategicamente termologia
- 7:20:37cinemática e dentro da mecânica tem uma
- 7:20:39incidência boa e é rápido de
- 7:20:40>> ondulatória, sem dúvida. tu
- 7:20:42ondulatório, tu aprende tudo em um dia.
- 7:20:43Se você pegar legal, dá para acertar
- 7:20:44todas as questões. Se você der sorte.
- 7:20:46Eletrodinâmica não. Eletrodinâmica é a
- 7:20:48análise combinatória da física. Tem
- 7:20:49casos particulares infinitos. Você tem
- 7:20:51que ter os fundamentos muito sólidos.
- 7:20:52Então, a teoria em si não é grande, mas
- 7:20:54o domínio de casos específicos
- 7:20:56particulares e dos métodos de
- 7:20:57raciocínio, eu diria que é extenso e
- 7:20:59complexo.
- 7:20:59>> E para quem vai se aventurar nessa com a
- 7:21:00gente, eh, assim, vocês vão perceber que
- 7:21:03as questões têm uma diferença grande
- 7:21:04entre si e que dá para identificar.
- 7:21:06Então, se você conseguir compreender bem
- 7:21:08uma parte da nossa conversa aqui, eh,
- 7:21:11fideliza nessa parte, se aprofunda nela,
- 7:21:13>> eh, pela proximidade com com o Enem,
- 7:21:16dependendo da da proximidade do Enem. E
- 7:21:18aí resolve mais questões sobre aquele
- 7:21:19pequeno assunto, que aí você vai
- 7:21:21conseguir na hora da prova, pela
- 7:21:23capacidade de discernimento do assunto
- 7:21:25dentro de eletrodinâmica, você vai
- 7:21:26conseguir separar aquelas que você já
- 7:21:28tem um adquirio e vai conseguir resolver
- 7:21:30de boa. Não tá fedando não, não. Não, tá
- 7:21:32cheiroso. Tô cheiroso. É. E como é que
- 7:21:34eu tô? Não sei. É, talvez. Estamos aqui
- 7:21:36há muito tempo já, galera. Agora também
- 7:21:37tu pode jogar tudo isso que a gente
- 7:21:38falou fora, porque a aula também é
- 7:21:39comigo e com Rafa, tá? Então assim, é
- 7:21:40difícil, não é? Não interessa, porque
- 7:21:41aqui tu vai aprender, isso é fato, tá
- 7:21:42bom? Eu me considero professor como
- 7:21:43melhor didática do Brasil do Todos
- 7:21:44assuntos. Passa em medicina todo ano.
- 7:21:46Ah, mas quem é? Eu não interessa quem é.
- 7:21:47Muita gente me considera o professor com
- 7:21:49a melhor didática do Brasil. Eu me
- 7:21:50considero. E esse cara do meu lado foi o
- 7:21:52cara que me ensinou a maior parte
- 7:21:53esmagadora do que eu sei sobre ser
- 7:21:54professor e sobre física. Foi o cara que
- 7:21:56mais transformou minha vida. Foi o meu
- 7:21:57mentor lá em 2018, quando eu passei em
- 7:21:58medicina pela primeira vez. Aprendi com
- 7:21:59ele, me direcionou, direcionou cada
- 7:22:01estudo meu. Toda semana eu enchia o saco
- 7:22:02dele, fazia o que ele orientava e
- 7:22:04aprendia física de verdade com ele, tá
- 7:22:05bom? Hoje eu tenho a honra de estar com
- 7:22:06ele aqui, então valorizem bastante isso,
- 7:22:07tá bom? Esse aqui é o professor Rafael
- 7:22:08Santana, um mestre brutal, tá bom?
- 7:22:09Formado em engenharia, formado em
- 7:22:11física, há mais de 20 anos toca a
- 7:22:12preparação de vários alunos e tem
- 7:22:14resultados absurdos, tá bom? Tanto que
- 7:22:15eu sou um resultado dele. Beleza? E
- 7:22:17agora você tá aqui
- 7:22:18>> multiplicando isso, né?
- 7:22:19>> Multiplicando isso. E te digo uma coisa,
- 7:22:20quanto mais o tempo passa, mais a aula
- 7:22:22aquece, mais a aula sobe de nível. O que
- 7:22:23que a gente vai ter para hoje? A gente
- 7:22:24vai ter a teoria completa daqueles
- 7:22:25tópicos que o Rafa colocou aqui. Mas não
- 7:22:26só isso, tá bom? A gente fez uma seleção
- 7:22:28aqui extremamente robusta e caprichada
- 7:22:30de exercícios e a gente dividiu esse
- 7:22:32exercício aqui, inclusive. Dá uma olhada
- 7:22:33se tá bacana ali na na visualização para
- 7:22:35eles, né? Eu sei que não vai dar para
- 7:22:36ver o exercício agora, mas só se não tá
- 7:22:38não tá com algum problema, não tá muito
- 7:22:39estourado. Vê se vê se ficaria legível
- 7:22:40aqui caso eu fizesse isso aqui. Só só
- 7:22:42fazer um teste aqui antes da gente
- 7:22:43começar. Olha só, ó. Ó, vou deixar ele
- 7:22:45atualizar aqui, ó. Vai dar para eles
- 7:22:46verem bem o exercício ali, não vai?
- 7:22:48>> Vai.
- 7:22:48>> Tá bom. Então, a gente fez uma seleção
- 7:22:50de exercício, tá bom? Esse aqui é o
- 7:22:51nível A, tá? Então, essa aqui é é a
- 7:22:53etapa A, né? A parte A dos nossos
- 7:22:54exercícios. Todos eles têm um critério
- 7:22:56pedagógico. Depois disso, a gente vai
- 7:22:58prosseguir para A, pode apertar pra
- 7:23:00parte B, tá bom? Depois disso, dá mais
- 7:23:02um toque aí. A gente vai prosseguir pra
- 7:23:04parte C. Depois disso, a gente vai
- 7:23:06prosseguir pra parte D. Dá mais um
- 7:23:08toque. Depois disso, a gente prossegue
- 7:23:09pra parte E. vai cobrir capacitores, vai
- 7:23:12cobrir gerador, associação de bateria,
- 7:23:13de pilha, a gente vai realmente do
- 7:23:14básico ao avançado. Fato é, nesse ano
- 7:23:16vão cair três, quatro, quçar cinco,
- 7:23:18cinco é exagero, mas já apareceu cinco
- 7:23:20questões que envolviam eletricidade na
- 7:23:21prova, tá bom? Mas de eletrodinâmica,
- 7:23:22três ou quatro questões é o mais
- 7:23:24plausível que a gente pode esperar. Uma
- 7:23:25muitas vezes bem básica, bem banal, só
- 7:23:27aplicação direta de algum tipo de
- 7:23:28raciocínio e a outra, as outras podem
- 7:23:30variar bastante, né? Geralmente vai ter
- 7:23:32uma bem banal, vai ter uma média e vai
- 7:23:33ter uma que pode ser mais sofisticada
- 7:23:35mesmo. Tá bom? É isso. Vamos começar
- 7:23:36então a sala de eletrodinâmica. Primeira
- 7:23:37coisa que eu vou falar para você é o
- 7:23:38seguinte. Aqui em eletrodinâmica, quando
- 7:23:40a gente tá em termologia, a gente estuda
- 7:23:41a energia térmica, seus efeitos, suas
- 7:23:43consequências, os fenômenos relacionados
- 7:23:44à energia térmica. Quando a gente tá em
- 7:23:45mecânica, a gente estuda a energia
- 7:23:46mecânica, seus fenômenos, seus efeitos,
- 7:23:47aquela energia que ela pode realizar um
- 7:23:49trabalho, né, propriamente dito de modo
- 7:23:50direto. Quando a gente tá em
- 7:23:51ambulatório, a gente não estuda nenhum
- 7:23:53eh nenhum fenômeno particular de
- 7:23:55termologia ou nenhum fenômeno
- 7:23:56particular, não. A gente estuda
- 7:23:57propagações de energia que acontecem sem
- 7:23:59matéria no geral, que podem gerar
- 7:24:00efeitos elétricos, pode gerar efeito
- 7:24:01térmico, pode gerar efeito mecânico,
- 7:24:03dependendo do tipo de onda. Isso é
- 7:24:04onulatório. Aqui a gente vai estudar
- 7:24:06obviamente a energia elétrica. Então
- 7:24:07quando a gente fala de energia elétrica,
- 7:24:08presta atenção que elétrica a gente já
- 7:24:10tem que lembrar de elétrons. Então tudo
- 7:24:11aqui envolve elétrons, tudo aqui envolve
- 7:24:12corrente elétrica, tá bom? É muito
- 7:24:13normal. Essa essa é esse é o objeto do
- 7:24:15nosso estudo. Basicamente a corrente
- 7:24:16elétrica aqui é o objeto do nosso
- 7:24:17estudo. E pra gente começar aqui, vou
- 7:24:19fazer uma analogia contigo, tá bem?
- 7:24:20Quero que você imagine o seguinte, eu
- 7:24:22tenho aqui um terreno, tá? Então tá
- 7:24:25observando aqui que eu tenho um terreno.
- 7:24:27Pode observar que esse terreno aqui ele
- 7:24:28tem um desnível, né? Já começo falando
- 7:24:29para você o seguinte. Se eu tivesse aqui
- 7:24:30um terreno que fosse só esse aqui de
- 7:24:31cima e nesse terreno aqui eu tivesse uma
- 7:24:33certa quantidade de água, de modo que
- 7:24:35esse terreno fosse reto e essa água
- 7:24:36ficasse aqui parada, isso aqui seria um
- 7:24:37lago. Alguém em san consciência vai usar
- 7:24:39um lago para nesse lago fazer a rotação
- 7:24:41de um moinho para esse lago fazer alguma
- 7:24:43atividade?
- 7:24:43>> Não tem correnteza.
- 7:24:44>> Não tem correnteza no lago. Essa água
- 7:24:46aqui ela tá parada, ela não tá não vai
- 7:24:47tá fazendo. Vai ser uma água lá que vai
- 7:24:48est óbvio, vai ter um pequeno movimento
- 7:24:49ali, mas essa água ela não tem uma uma
- 7:24:51propulsão. Essa água não tá indo de
- 7:24:52nenhum lugar para outro, tá bom? No lago
- 7:24:53você mesmo teria que remar quando você
- 7:24:54vai passear de pedalinho, você mesmo tem
- 7:24:56que fazer força, tá bom? é completamente
- 7:24:57diferente do que eu desenho aqui
- 7:24:58embaixo. Aqui eu desenho uma estrutura
- 7:25:00de solo que ela tem um desnível. De modo
- 7:25:01que se eu tenho água aqui, eu posso
- 7:25:04esperar que de modo muito natural a água
- 7:25:07ela vá estar fluindo da maior altura em
- 7:25:10direção à menor altura. Ou seja, já
- 7:25:12quero que você comece entendendo que na
- 7:25:14natureza acontecem movimentos que são
- 7:25:16espontâneos e acontecem movimentos que
- 7:25:18são forçados. Por exemplo, se eu solto
- 7:25:19isso aqui agora, foi espontâneo, né? Ele
- 7:25:20tava aqui em cima, eu soltei, foi
- 7:25:21completamente espontâneo. Aconteceu sem
- 7:25:23interferência. Eu só precisei parar de
- 7:25:24fazer interferência mesmo. Esse
- 7:25:25movimento aconteceu. Como que isso é
- 7:25:27possível? É porque quando a gente olha
- 7:25:28isso aqui parado, a gente pode pensar
- 7:25:29que não tem nenhuma energia, mas tem.
- 7:25:30Tanto que tem energia que se a gente
- 7:25:31solta, a gente vê o movimento. Tinha uma
- 7:25:33energia aqui que era uma energia
- 7:25:33potencial gravitacional, que é aquela
- 7:25:35energia que objetos armazenam em função
- 7:25:37da sua posição em relação a um gerador
- 7:25:38de campo gravitacional. Então, pelo fato
- 7:25:40de eu ter elevado a posição dele, nesse
- 7:25:41momento, eu tô gastando energia para
- 7:25:42isso. Quando eu solto, ele reconverte
- 7:25:44essa energia em energia cinética, ganha
- 7:25:45velocidade até que ele volta pra posição
- 7:25:47de menor energia possível. As coisas na
- 7:25:48natureza, espontaneamente elas querem ir
- 7:25:50paraa posição de menor energia para que
- 7:25:51isso aconteça. Detalhe, se eu quiser que
- 7:25:52isso aconteça de modo não espontâneo, da
- 7:25:54da posição de menor energia paraa
- 7:25:55posição de maior energia, aí eu vou ter
- 7:25:56que entregar a minha própria energia
- 7:25:58potencial bioquímica do meu músculo. Vou
- 7:25:59ter que fazer uma conversão de
- 7:26:00nutrientes em ATP aqui para poder
- 7:26:01levantar isso. OK? Aqui a gente percebe
- 7:26:04que vai ter um movimento espontâneo.
- 7:26:05Essa correnteza, ela vai estar caindo
- 7:26:06aqui porque tem aqui uma diferença de
- 7:26:08potencial instalada. Essa diferença de
- 7:26:10potencial que eu tô dizendo aqui, ela é
- 7:26:11uma diferença de potencial gravitacional
- 7:26:12que ela acontece porque eu tenho um
- 7:26:13local mais alto, um local mais baixo. E
- 7:26:15agora eu percebo que tem uma substância
- 7:26:16aqui que é a água. E essa substância que
- 7:26:18a água ela tá se movimentando, ela tá
- 7:26:19correndo para lá. Ou seja, eu tenho aqui
- 7:26:21de fato uma correnteza. É muito
- 7:26:22importante. Depois que eu descobri isso,
- 7:26:23né, que eu eu dando aula de elet
- 7:26:24eletrodinâmica, eu comecei a fazer
- 7:26:25analogias o tempo todo com a corrente
- 7:26:27elétrica, com a corrente de água, com a
- 7:26:29corrente hídrica propriamente dita,
- 7:26:30porque o comportamento é muito parecido.
- 7:26:32Toda analogia tem limitações, é óbvio,
- 7:26:33mas o comportamento é de fato muito
- 7:26:35muito muito parecido. Por quê? Se eu
- 7:26:37tenho essa água aqui e ela tá correndo,
- 7:26:38eu posso acoplar essa água aqui e
- 7:26:41realizar uma tarefa com essa água aqui.
- 7:26:42Eu posso, por exemplo, com certeza,
- 7:26:44instalar aqui uma turbina, né? Então vou
- 7:26:46colocar aqui essa hélice aqui agora. E
- 7:26:48essa turbina agora ela vai começar a ser
- 7:26:50rotacionada por essa água que tá
- 7:26:51passando aqui. Então perceba, eu tô
- 7:26:53usando a própria água para girar a
- 7:26:55turbina. Tô. Mas eu quero que você
- 7:26:56perceba que a água ela é a matéria. De
- 7:26:59fato. A água ela é o objeto. Entre
- 7:27:00muitas aspas. Ela não é um objeto, né?
- 7:27:02Mas a água é a matéria, a substância que
- 7:27:03passa ali. Mas o que eu tô interessado
- 7:27:04não é na própria água, é na energia que
- 7:27:07tem na água, né? Da mesma forma quando a
- 7:27:08gente tiver olhando para um circuito
- 7:27:09elétrico, você vai perceber, o Rafa vai
- 7:27:10começar daqui a pouco a desenhar os
- 7:27:11circuitos elétricos. Mas só para já te
- 7:27:12adiantar uma coisa, quando a gente tiver
- 7:27:14olhando aqui para um, deixa eu clicar
- 7:27:16aqui na caneta, para um circuito
- 7:27:17elétrico, você vai perceber que o que
- 7:27:19acontece no circuito elétrico é que você
- 7:27:20vai ter elétrons aqui, invés de água,
- 7:27:21você vai ter elétrons correndo por aqui.
- 7:27:23E tu vai usar esses elétrons que estão
- 7:27:25correndo para ligar algum equipamento.
- 7:27:26Você pode colocar um equipamento aqui,
- 7:27:26uma lâmpada e esses elétrons correndo
- 7:27:28vão fazer ligar. Mas não é o próprio
- 7:27:30elétron em si, não é o elétron per si,
- 7:27:32por si só, que tá fazendo o equipamento
- 7:27:34ligar. É que o elétron ele carrega
- 7:27:35consigo uma energia, ele carrega consigo
- 7:27:37uma certa carga, tá bom? Então, a gente
- 7:27:39vai começar a entender isso muito em
- 7:27:40breve, mas a eletrodinâmica é isso aqui.
- 7:27:41A gente vai estudar como que dentro de
- 7:27:43um circuito a gente vai ter que ter um
- 7:27:44elemento que gera um desnível, que gera
- 7:27:46uma DDP, que a gente vai ver que a
- 7:27:47diferença de potencial não vai mais ser
- 7:27:48uma diferença de potencial
- 7:27:49gravitacional, vai ser uma diferença de
- 7:27:50potencial elétrico que é instalada por
- 7:27:52uma pilha. E a partir disso, quando a
- 7:27:53gente instalar essa diferença de altura
- 7:27:55elétrica, essa diferença de potencial
- 7:27:56elétrico, que a pilha faz isso, por isso
- 7:27:57que a pilha tem um polo positivo e um
- 7:27:59polo negativo, quando a gente fizer
- 7:28:00isso, a gente vai começar a ter essa
- 7:28:01correnteza de elétrons, que é chamada de
- 7:28:03corrente elétrica, e a gente vai poder
- 7:28:05utilizar a energia desses elétrons que
- 7:28:07estão correndo para realizar trabalho em
- 7:28:09equipamentos que se beneficiam, que
- 7:28:10precisam desse trabalho elétrico para
- 7:28:12funcionar, dessa corrente elétrica
- 7:28:13passando por eles para funcionar. E é
- 7:28:15isso. Quando a gente tem esse pano de
- 7:28:16fundo aqui, detalhe, tem mais uma coisa
- 7:28:18que pode ser adicionado essa analogia
- 7:28:19aqui, que é o toque final dessa
- 7:28:20analogia, que deixa tudo muito lindo,
- 7:28:22né? Percebe o seguinte, né? A gente a
- 7:28:23gente sabe, quem tá aqui já deve ter
- 7:28:25ouvido falar de eletrodinâmica e o cara
- 7:28:26pode ter uma visão errada que quando eu
- 7:28:28comecei a estudar isso lá em 2018, eu
- 7:28:29tinha e eu achava que era boa. E você me
- 7:28:31corrigiu numa aula e eu lembro disso até
- 7:28:32hoje. A gente tem muito essa visão, né?
- 7:28:34Tu já entendeu que o elemento que gera
- 7:28:35desnível aqui é a diferença de potencial
- 7:28:37gravitacional e lá a gente vai chamar
- 7:28:38isso de ddp propriamente dita, vai
- 7:28:39chamar de voltagem. Aí ele coloca isso,
- 7:28:41a gente vai falar ainda, nem falou. Tu
- 7:28:42já entendeu que da mesma forma que tem a
- 7:28:43corrente de água aqui, aqui a gente vai
- 7:28:45ter uma corrente elétrica, mas tem um
- 7:28:46elemento da resistência que muita gente
- 7:28:47pensa assim: "Olha, a resistência de um
- 7:28:48circuito ela é aquilo que atrapalha. A
- 7:28:50resistência é aquilo que tá atrapalhando
- 7:28:52a corrente elétrica". Cara, sob um certo
- 7:28:53ponto dentro de um determinado campo
- 7:28:55semântico, isso faz sentido. Quanto mais
- 7:28:57resistência, menos corrente elétrica,
- 7:28:58dada as certas condições. Mas tem uma
- 7:29:01coisa, isso tu me ensinou, né? E do que
- 7:29:02tu me ensinou eu construir essa
- 7:29:03analogia. A gente não vai poder pensar
- 7:29:05nessa aula na resistência dos
- 7:29:07equipamentos. E se tu pensar na
- 7:29:08resistência do equipamento como algo que
- 7:29:09atrapalha o circuito, tu vai ter
- 7:29:10prejuízos cognitivos grandes para
- 7:29:11entender muitas coisas. Tem muitos
- 7:29:12equipamentos que, por terem mais
- 7:29:13resistência, eles fazem o quê? Eles
- 7:29:14funcionam melhor, eles funcionam com
- 7:29:15mais potência, justamente. Então a gente
- 7:29:17precisa perceber o seguinte, imagina que
- 7:29:19esse moinho aqui, que essa turbina ela
- 7:29:20não tivesse resistência nenhuma, imagina
- 7:29:22que ela fosse uma turbina espiritual,
- 7:29:24ela não funcionaria porque a água
- 7:29:25passaria aqui e nem conseguiria afetar
- 7:29:26ela, porque essa turbina é etérea, é
- 7:29:28espiritual. Ao mesmo tempo que essa
- 7:29:29turbina está atrapalhando o fluxo
- 7:29:31d'água, quando a água passa por ela, né,
- 7:29:32a água tem tem que empurrar isso aqui
- 7:29:33sim, mas é o elemento de resistência que
- 7:29:36permite, é justamente o elemento de
- 7:29:37resistência que permite o aproveitamento
- 7:29:40da corrente elétrica. Então, se tem uma
- 7:29:41corrente elétrica que tá estabelecida,
- 7:29:42que tá passando, mas eu não tenho um
- 7:29:43elemento para resistir a ela, eu não
- 7:29:45tenho como me beneficiar, não tenho como
- 7:29:46utilizar essa corrente elétrica. Essa é
- 7:29:48uma visão absolutamente fundamental. Da
- 7:29:50mesma forma, se eu tô remando um barco,
- 7:29:52o que faz com que eu consiga me
- 7:29:53impulsionar nesse barco é justamente
- 7:29:54porque o meu remo ele tem resistência.
- 7:29:56Se o meu remo não tivesse resistência à
- 7:29:57água, não conseguiria sofrer o efeito da
- 7:29:58ação e reação e me deslocar. Se fosse um
- 7:30:00remo, um remo espiritual, um remo
- 7:30:01funcionaria, né? Essa é a analogia, esse
- 7:30:03é o pano de fundo, esse é o background
- 7:30:04imaginativo que deve nos acompanhar aqui
- 7:30:06a aula inteira. É a partir dele que a
- 7:30:07gente começa, acho que a gente começa em
- 7:30:08grande estilo inclusive, certo? O
- 7:30:10desenho tá aqui, não faço questão dele.
- 7:30:11Se quiser depois pode apagar, mas vou
- 7:30:13colocar aqui para baixo agora. E pronto,
- 7:30:15estamos aqui embaixo. A gente tem esses
- 7:30:16temas aqui, né? O primeiro deles é
- 7:30:17corrente elétrica, depois resistência,
- 7:30:19depois leis de homem, depois potência,
- 7:30:21circuitos simples, associação de
- 7:30:22resistores, insere em paralelo a energia
- 7:30:24elétrica e queissá muito alguns outros
- 7:30:26tópicos, mas com certeza muitos outros
- 7:30:27tópicos durante isso aqui, certo? A
- 7:30:29caneta está na mão do mestre. Que que
- 7:30:32você achou? Queria começar te
- 7:30:32perguntando o que que você achou da
- 7:30:33analogia. Eu nunca tinha te apresentado
- 7:30:35ela.
- 7:30:35>> Não, eu adoro essa analogia porque de
- 7:30:36fato ela é mais palpável pro aluno do
- 7:30:38ensino médio, porque eh a correnteza da
- 7:30:41a correnteza de um rio é uma coisa
- 7:30:42visual. Então, e e muitos alunos já têm
- 7:30:45algum conhecimento em mecânica e quando
- 7:30:47ele junta esse conhecimento em mecânica
- 7:30:48com a percepção de que a correnteza ela
- 7:30:50só acontece quando tem uma DDP e que
- 7:30:52essa correnteza tem a sua energia
- 7:30:54podendo ser transformada de alguma forma
- 7:30:55ao longo do processo e conecta isso com
- 7:30:57a visão de circuitos, o entendimento
- 7:30:59sobre circuitos acaba ficando mais
- 7:31:00simples. E eu vou começar falando sobre
- 7:31:02a correnteza de elétrons. A correnteza
- 7:31:05de elétrons, que a gente vai chamar de
- 7:31:06corrente elétrica. Ah, deixa eu fazer
- 7:31:07aqui uma um parêntese, né? A gente vai
- 7:31:09falar muitas vezes em elétrons, porque a
- 7:31:11aula é de eletrodinâmica. É de
- 7:31:12eletricidade, mas o foco é em
- 7:31:13eletrodinâmica. E a gente poderia
- 7:31:15generalizar a eletricidade falando em
- 7:31:17cargas. A física prefere que a gente
- 7:31:20fale sobre cargas e aí elas podem ser
- 7:31:22positivas ou negativas. Mas como foco
- 7:31:24aqui é o Enem, eu quero que vocês eh nos
- 7:31:26perdoem na insistência em falar sobre
- 7:31:28elétrons, porque ele é o elemento
- 7:31:29fundamental da correnteza na fiação. Eh,
- 7:31:32>> onde que o Enem pode cobrar e corrente
- 7:31:33elétrica com portadores de carga que não
- 7:31:35sejam os elétrons? É na química. Na
- 7:31:37eletroquímica. é eletroquímica, é é um é
- 7:31:39um fundamento muito mais físicoquímico.
- 7:31:40Inclusive, a percepção de corrente
- 7:31:42elétrica, eh, ela, ela nasce lá na
- 7:31:44físicoquímica, sabe? A percepção de que,
- 7:31:46eh, os portadores de carga se deslocam
- 7:31:48para alguma coisa acontecer no circuito,
- 7:31:50vem lá da análise de eletrólise e por aí
- 7:31:52vai. E a física vai se apropriando disso
- 7:31:54para estudar todo um campo físico que se
- 7:31:57conecta à química dessa maneira. Mas
- 7:31:58aqui, pensando em física, eu quero criar
- 7:32:00uma equação que fale sobre corrente
- 7:32:02elétrica. E como qualquer correnteza,
- 7:32:04como qualquer fluxo, a corrente elétrica
- 7:32:06é quantidade de coisas passando no
- 7:32:08tempo. Por exemplo, eh fluxo de carros
- 7:32:10numa rodovia, número de carros dividido
- 7:32:12pelo tempo que você ficou estudando ali
- 7:32:13a passagem de carros. Então a corrente
- 7:32:15elétrica é nada mais nada menos do que a
- 7:32:17carga que passa por um fio. No tempo que
- 7:32:19eu analiso.
- 7:32:20>> Se eu fosse lá naquele riacho mensurar
- 7:32:22qual é a correnteza de água, se passou
- 7:32:23ali 100 L. É, passaram 100 L de água em
- 7:32:265 segundos, então 20 L/ segundo.
- 7:32:28>> 20 L por segundo. Bem, bem bom.
- 7:32:31>> 20 dm³. segundo. Aí depende da da
- 7:32:34unidade de medida que esteja sendo
- 7:32:35utilizada.
- 7:32:35>> Lembrando que esse I aqui ele é o
- 7:32:37símbolo da corrente elétrica. Isso não é
- 7:32:38uma unidade, tá bom? Isso é um símbolo,
- 7:32:40isso é um nome, tá bom? I é o símbolo da
- 7:32:41corrente elétrica. Quantidade de carga
- 7:32:43>> que a gente pode medir em coulumbra
- 7:32:46física ou coulumb.
- 7:32:47>> Isso aqui são tudos símbolos, galera.
- 7:32:48Tem mu tem muita gente que fica com
- 7:32:49todas as letras na cabeça.
- 7:32:50>> T de quantidade de carga,
- 7:32:51>> tá? Mas a unidade mesmo para quantidade
- 7:32:53de carga é o cúlum.
- 7:32:54>> É o cúlub. E aqui o tempo medido em
- 7:32:56segundos. Eh, uma observação relevante
- 7:32:58aqui também é que eu a gente poderia
- 7:33:00usar na na equação de fluxo de de
- 7:33:02corrente elétrica, de fluxo de elétrons,
- 7:33:03que é a corrente elétrica, o número de
- 7:33:05elétrons, mas a física preferiu, a
- 7:33:07ciência preferiu usar carga elétrica,
- 7:33:09sendo que carga é o número de elétrons
- 7:33:12multiplicado pelo valor da carga
- 7:33:14elementar, carga de um elétron. Então,
- 7:33:15acaba que em algumas ocasiões a gente
- 7:33:17pode substituir o Q pelo número de
- 7:33:19elétrons multiplicado pela carga
- 7:33:20fundamental que é 1,6 x 10 -19. Eh, não
- 7:33:23vou me aprofundar nisso nesse momento,
- 7:33:24mas essa equação daqui, ela é a equação
- 7:33:26fundamental para entender a corrente
- 7:33:27elétrica, para entender a matemática por
- 7:33:28trás da corrente elétrica.
- 7:33:29>> Mas me concede dois minutos, 3 minutos,
- 7:33:31talvez, só para eu fazer uma.
- 7:33:32>> Eu só quero escrever essa equação do
- 7:33:34jeito que normalmente os alunos vem, que
- 7:33:36é desse formato aqui, kit.
- 7:33:38>> Essa equação precisa ficar guardada no
- 7:33:41no imaginário, na memória de dos alunos,
- 7:33:43porque ela é é muito utilizada pelo Enem
- 7:33:45e ela fatalmente eh pode abordar uma
- 7:33:47questão
- 7:33:48>> Sim. Apesar de que I é igual a Q sobre
- 7:33:49T, é a mesma coisa que tá ali o kit. Por
- 7:33:51que que eu pedi para você 3 minutos?
- 7:33:52Porque, cara, é uma inserção que para
- 7:33:54mim já foi um obstáculo muito grande de
- 7:33:55consciência para aprender
- 7:33:56eletrodinâmica, tá bom? Que dá para
- 7:33:57ignorar completamente, mas eu acho que
- 7:33:59talvez você vá se beneficiar dela se eu
- 7:34:01deixar construída aqui. Galera, é o
- 7:34:03seguinte, o que a gente vai estudar aqui
- 7:34:04quando a gente tem dentro de um fio, tá
- 7:34:06bom? A gente tem um fio aqui que ele é
- 7:34:07feito de cobre, tá bom? E esse fio aqui
- 7:34:08tá ligado numa bateria, então a gente
- 7:34:10vai ter corrente elétrica aqui. O que tá
- 7:34:12realmente acontecendo é o seguinte, pelo
- 7:34:12fato desse fio ser de cobre, esse fio
- 7:34:14aqui ele é feito de, vamos, ele pode ser
- 7:34:15feito de outros metais, né? Mas o fio de
- 7:34:16cobra que a gente mais usa, ele é feito
- 7:34:17de átomos de cobre. Então eu quero que
- 7:34:18você imagine isso aqui, ó. átomos de
- 7:34:20cobre ali dentro do fio e um doulador.
- 7:34:21Só que a gente sabe que metais eles são
- 7:34:23muito eletropositivos, eles deixam os
- 7:34:25elétrons deles soltos. É aquele negócio
- 7:34:26do mar de elétrons, né? Quando a gente
- 7:34:27tem aqui um átomo de cobre perto de
- 7:34:29outro átomo de cobre, os elétrons deles
- 7:34:30ninguém faz questão de segurar. Os
- 7:34:31elétrons ficam ali meio soltos. Então
- 7:34:33por isso que materiais metálicos eles
- 7:34:34são condutores elétricos, porque o
- 7:34:36condutor elétrico ele tem que ter
- 7:34:37portadores de carga móveis, tem
- 7:34:39portadores de carga que possam se
- 7:34:40mobilizar. Todo mundo tem elétron. Todo
- 7:34:42tipo de átomo vai ter elétron. Mas por
- 7:34:43nem todo átomo tem elétrons que podem se
- 7:34:44deslocar, podem sair dele, disponíveis
- 7:34:46ali facilmente na camada de valência.
- 7:34:48Galera, quando a gente tiver dentro de
- 7:34:49um fio, isso aqui é muito importante,
- 7:34:51você vai ter elétrons aqui dentro. A
- 7:34:53corrente elétrica não é exatamente, né,
- 7:34:55a quantidade, não, na verdade, ela não é
- 7:34:57de forma alguma quantos elétrons estão
- 7:34:59passando por ali. Por isso que o Rafa
- 7:35:00falou, a corrente elétrica pode ser
- 7:35:01medida pelo número de elétrons vezes a
- 7:35:03carga elementar de cada elétron. A carga
- 7:35:05elementar do elétron, que é 1,6 x 10
- 7:35:07-19. Presta atenção nisso. Agora a gente
- 7:35:09vai começar a diferenciar aqui. O que
- 7:35:10que é uma unidade de elétron? Quero que
- 7:35:11você pense em um elétron. Ah, tenho aqui
- 7:35:12um elétron na minha. o que que é uma
- 7:35:14unidade de elétron do que que é uma
- 7:35:15outra coisa que ele porta em si mesmo.
- 7:35:17Por exemplo, eu sou uma unidade de
- 7:35:19pessoa, certo? Mas eu eu posso portar em
- 7:35:20mim uma coisa que é uma carga minha. Eu
- 7:35:22posso pum ir correndo e usar essa minha
- 7:35:25carga para dar uma trombada em alguém.
- 7:35:26Embora sejam os elétrons que estão de
- 7:35:28fato aqui se movimentando dentro desse
- 7:35:30fio, a gente não tá interessado
- 7:35:31propriamente no número de elétron, mas
- 7:35:32sim na carga que eles transportam. E a
- 7:35:34gente sabe o seguinte, um elétron que
- 7:35:36passe aqui por esse fio, como se fosse
- 7:35:37uma gota de água passando, um elétron
- 7:35:39ele vai ter uma carga elétrica, que essa
- 7:35:40carga elétrica é medida em cume. E essa
- 7:35:42carga é muito ridícula, é muito pequena.
- 7:35:43Essa é a menor carga que se pode
- 7:35:45encontrar na natureza. É a carga de 1,6
- 7:35:48x 10 elevado -19. O quê? Coulumbs, tá
- 7:35:51bom? Coulumb é uma medida de carga
- 7:35:52elétrica. Ah, quanta carga elétrica que
- 7:35:53tem aqui? Tantos coulumbs. Quanta carga
- 7:35:55elétrica tem ali? Quantos? Quanta carga
- 7:35:56elétrica tem um miserável elétron? 1,6 x
- 7:35:5910 elevado -19 coub. Quando a gente vai
- 7:36:03medir corrente elétrica, a gente não
- 7:36:04fica falando, ah, tá passando aqui por
- 7:36:05esse fio 345 quilhões de quintilhões de
- 7:36:08seilhões de elétrons, porque isso seria
- 7:36:10uma coisa ridícula. A gente vai falar
- 7:36:11assim, ó, tá passando aqui por esse fio
- 7:36:13uma corrente elétrica de 2p. Amper é a
- 7:36:16medida, lembra? O símbolo da corrente
- 7:36:17elétrica é o I, mas a unidade dela é o
- 7:36:19ampere. O que significa a palavra
- 7:36:21ampere? Toda vez na tua vida que você
- 7:36:22ler esse amp, você pode substituí-lo por
- 7:36:26coulumb por segundo. Quando você deu 2
- 7:36:28amp, isso é a mesma coisa que dizer são
- 7:36:29dois cúmbos por segundo. Repara que isso
- 7:36:31aqui é muito óbvio com a fórmula que ele
- 7:36:32disse, porque o Rafael ele acabou de
- 7:36:33falar o seguinte, ó. A fórmula da
- 7:36:34corrente elétrica é I é igual a
- 7:36:37quantidade de carga pelo T, pelo delta
- 7:36:39T, claro, mas pelo T. Então, I, que é um
- 7:36:41símbolo para corrente elétrica, a
- 7:36:42unidade é amper. Mas o amp é o quê? É
- 7:36:44coulumbo, ó. coulumb segundo. De fato,
- 7:36:46carga a gente mede em cúlumb, tempo a
- 7:36:48gente mede em segundo. Conclusão para eu
- 7:36:50finalizar aqui essa inserção. Se eu
- 7:36:52falar para tu que estão passando 2 amp
- 7:36:53aqui, o que que eu tenho que raciocinar?
- 7:36:56Que esses 2 amp aqui, na verdade, são
- 7:36:58dois cúlumbres por segundo. Mas presta
- 7:36:59atenção, um elétron ele só tem isso aqui
- 7:37:01de coulumbs. A gente pode, inclusive,
- 7:37:03né, é uma de certa forma, né, uma uma
- 7:37:05pequena perda de tempo, mas pode ser
- 7:37:07útil porque tem tempo que no car dessa
- 7:37:08não é nem sei lá. Um elétron, ele tem
- 7:37:10essa carga aqui, ó, 1,6 x 10 elevado -19
- 7:37:15cou. Eu falei que tem qual corrente
- 7:37:16elétrica ali naquele fio?
- 7:37:17>> 2
- 7:37:17>> 2 amp. Então eu quis dizer que tão
- 7:37:18passando, não, eu não quis dizer que tem
- 7:37:20só isso aqui passando ali, eu quis dizer
- 7:37:22que tem 2 amp, são 2 cúlbos por segundo.
- 7:37:24Então é 1,6 x 10 - 19 cúmb. Não, isso é
- 7:37:26ridículo. Isso é 0,0. Não, são dois
- 7:37:28desse coulumb aqui, tá bom? Isso aqui
- 7:37:30não é um traço de fração, tá bom? Isso
- 7:37:32aqui são dois, pera aí. Isso aqui são
- 7:37:35dois cúlombos passando. Com isso, eu
- 7:37:37consigo saber então quantos elétrons
- 7:37:38estão passando ali para gerar isso aqui.
- 7:37:40Se você fizer essa regra de três aqui,
- 7:37:41inclusive, você vai ficar com X, que é
- 7:37:42igual a esse dois aqui. Olha só, x que é
- 7:37:45igual a esse dois aqui. O 1,6 ele vem
- 7:37:47para cá e o vai dividindo.
- 7:37:49>> Olha só. 1,6 vem para cá e ele vai
- 7:37:51dividindo. É, não, exatamente, não vai
- 7:37:52multiplicando. Eu pensei dividindo e
- 7:37:53botei multiplicando. Ele vai vir para
- 7:37:54cá, para baixo. 1,6 x o 10 elevado -19
- 7:37:58aqui embaixo, que vem aqui para cima. 10
- 7:37:59a 19 com sinal invertido, vem aqui para
- 7:38:01cima. e 2 dividido por 1,6. Eu posso,
- 7:38:03olha, vou fazer o seguinte, vou tirar
- 7:38:04daqui, vou multiplicar por 10 em cima e
- 7:38:06embaixo, tá bom? Vai ficar aqui 20 e
- 7:38:08aqui embaixo vai ficar 16. 20 di 16,
- 7:38:11mesma coisa que 10/ 8. Mesma coisa do
- 7:38:13que, vou dividir por 8 de uma vez, vou
- 7:38:15dividir 10/ 8 vai ficar 1,25. Então
- 7:38:17fiquei aqui com 1,25
- 7:38:20x 10 elevado 19 elétrons. Passaram 1,25.
- 7:38:24Que que foi? 10 a 19. X é 19. Isso é não
- 7:38:28é meia dúzia de elétrons. Aliás, eu ia
- 7:38:29falar que 2 A é uma carga bem elevada.
- 7:38:32>> Choque de 2 A é um choque brutal. Já já
- 7:38:34>> é porque a gente vai medir corrente
- 7:38:36elétrica normalmente em mil amp.
- 7:38:37>> Perfeito. Se se a galera perceber mil
- 7:38:39amp.
- 7:38:40>> Então só para amarrar o seguinte, que eu
- 7:38:41só quero que isso fique claro, porque
- 7:38:43para mim já foi uma dificuldade, tá? Eu
- 7:38:45tô tomando muito espaço agora porque
- 7:38:46essa é a introdução. Tô pavimentando pro
- 7:38:48Rafael poder
- 7:38:49>> passar a mesma navalha no conteúdo, tá
- 7:38:51bom?
- 7:38:52>> Que esse é o método mais acelerado que
- 7:38:53existe, tá? Então, por isso que a gente
- 7:38:54tá junto aqui. Passou isso aqui tudo.
- 7:38:56Quando eu digo que tem 2 amp ali, passou
- 7:38:58isso aqui tudo numa sessão transversal.
- 7:38:59Isso aqui por segundo. Um segundo passou
- 7:39:02isso aqui tudo. Mas eu não tô
- 7:39:03interessado nessa quantidade toda de
- 7:39:04eletros e assim na carga que eles
- 7:39:06portam. Só que a carga que eles portam,
- 7:39:07isso aqui é a quantidade de elétrons,
- 7:39:08né? Se eu multiplicar isso aqui de novo
- 7:39:10pelo 1,6 x 10 a -1, que é a carga de
- 7:39:13cada um, eu volto a ter
- 7:39:14>> vai
- 7:39:15>> o número dois,
- 7:39:16>> 2 amp. duas.
- 7:39:17>> É isso. Uma corrente de 2 amp ela
- 7:39:18significa sim que essa quantidade imensa
- 7:39:20de elétrons tá passando. Mas quando a
- 7:39:21gente fala 2 amp, embora esteja essa
- 7:39:22quantidade passando, a gente tá
- 7:39:23preocupado com quantos cúlumbos ele tem.
- 7:39:24São dois cúlumbs por segundo, certo?
- 7:39:27>> Fechou? Mais
- 7:39:28>> a caneta tá com o mestre de novo.
- 7:39:30>> E aí agora eu quero voltar ali,
- 7:39:32>> tá?
- 7:39:32>> E porque eu vou falar duas coisas aqui
- 7:39:34pra gente fechar eh a a conversa sobre
- 7:39:37corrente elétrica.
- 7:39:38>> Você sabe que eu não consigo, né, não
- 7:39:39fazer isso que eu acabei de fazer.
- 7:39:40>> Não. Maravilha.
- 7:39:41>> Tem que fazer.
- 7:39:42Eh, agora eu quero que vocês se
- 7:39:43concentrem em duas coisas apenas pra
- 7:39:44gente encerrar a corrente elétrica e
- 7:39:46partir para para uma outra parte da da
- 7:39:47eletrodinâmica. A primeira delas é qual
- 7:39:51é a condição básica paraa corrente
- 7:39:52elétrica existir. E nisso o Pedro já fez
- 7:39:53uma analogia muito importante que eu vou
- 7:39:55me aproveitar completamente agora. Para
- 7:39:57que a corrente elétrica exista, a gente
- 7:39:59pode fazer uma análise energética ou uma
- 7:40:01análise newtoniana, uma análise
- 7:40:02dinâmica. Eu vou primeiro fazer análise
- 7:40:04energética, porque aí eu vou me
- 7:40:05aproveitar integralmente ali do que ele
- 7:40:07falou lá no início da conversa. Eu
- 7:40:09preciso para que isso aqui aconteça
- 7:40:12de uma coisa chamada diferença de
- 7:40:13potencial, ou seja, é o tal desnível a
- 7:40:16que o Pedro se referiu no início da
- 7:40:18conversa. E a diferença de potencial tem
- 7:40:20alguns outros nomes. A diferença de
- 7:40:22potencial a gente pode chamar e e aqui
- 7:40:24reforçando, essa é uma aula com foco no
- 7:40:27Enem, é uma aula focada em estudantes de
- 7:40:28ensino médio. Então eu vou usar aqui
- 7:40:30alguns nomes que aparecem em prova de
- 7:40:31forma corriqueira. Existem algumas
- 7:40:33nuances na física, na na parte técnica
- 7:40:36que vão diferenciar essas palavras, mas
- 7:40:38eu vou usar tudo no arcabolso só porque
- 7:40:39eu vou chamar a DDP também de voltagem.
- 7:40:44Eu posso chamar também chamar de fé,
- 7:40:45força eletromotriz.
- 7:40:47>> Olha como faz sentido. Força
- 7:40:48eletromotriz é a força que movimenta os
- 7:40:49elétrons. Ela que causa corrente
- 7:40:50elétrica.
- 7:40:51>> Quem recebe aqui esse essa essa letrinha
- 7:40:53como símbolo de representação. Eh, então
- 7:40:55a DDP é uma causadora de corrente
- 7:40:58elétrica. Se tem corrente elétrica é
- 7:41:00porque apareceu DDP. Porque se não tiver
- 7:41:01DDP, é como se fosse um lago. Então os
- 7:41:03elétrons eles estariam gerando ao redor
- 7:41:05das eletrosferas dos átomos que os
- 7:41:06contêm. Então eh imaginem agora de novo
- 7:41:09aquele fio lá com vários átomos de cobre
- 7:41:11com seus elétrons nas eletrosferas ali
- 7:41:12girando bonitinhos ali, como a química
- 7:41:14ensinou pra gente. E eu estabeleço entre
- 7:41:15os terminais desse frio, desse fio uma
- 7:41:17DDP, ou seja, um lugar de maior
- 7:41:19potencial e um lugar de menor potencial.
- 7:41:21os elétrons que estão em camada de
- 7:41:22valência, eles vão sair da eletrosfera e
- 7:41:24vão começar a se deslocar
- 7:41:25espontaneamente, como se fosse a
- 7:41:27correnteza de um rio. E é nessa hora que
- 7:41:28a gente pode pensar que esse lago onde
- 7:41:30os elétrons estavam ali, nesse aparente
- 7:41:32repouso, né, não um repouso eh
- 7:41:34propriamente dito, eles não têm repouso,
- 7:41:35a gente sabe disso, eles estão girando
- 7:41:36ali ao redor do da do núcleo do do
- 7:41:38átomo, mas eles eles nessa nesse
- 7:41:39aparente repouso e ao estabelecer a DDP,
- 7:41:42eles vão começar a fluir como sendo uma
- 7:41:43correnteza.
- 7:41:44>> Eles estavam já em movimento antes, mas
- 7:41:46um movimento caótico e desordenado que
- 7:41:47não serve para nada. Exato. E e
- 7:41:48restritos ali, como esse é um corpo
- 7:41:50sólido, esse movimento tá restrito a à
- 7:41:52estrutura eh onde o átomo está. O átomo
- 7:41:55não tá se deslocando para lá e para cá.
- 7:41:57Eh, lembrando, ele não está se
- 7:41:58deslocando para lá e para cá porque essa
- 7:41:59é uma estrutura sólida. Se fosse uma
- 7:42:01estrutura líquida é outro papo, mas
- 7:42:02estrutura gasosa outro papo. Mas é uma
- 7:42:03estrutura sólida. Então os átomos estão
- 7:42:05ali, os elétrons estão se movimentando
- 7:42:06numa limitação. Quando se estabelece o
- 7:42:08DDP, eles ganham energia suficiente para
- 7:42:10se deslocar da eletrosfera de camada de
- 7:42:12valência da da camada de valência da
- 7:42:13eletrosfera e começam esse movimento
- 7:42:15ordenado do maior pro menor potencial. E
- 7:42:17e eu vou fazer uma ressalva aqui, vou
- 7:42:19falar desse jeito, existe uma nuance
- 7:42:20aqui, mas eu vou falar assim porque vai
- 7:42:21ficar bem bem guardado na na memória
- 7:42:23deles. Então, para que exista a corrente
- 7:42:25elétrica, é necessário que exista DDP.
- 7:42:27>> E na prova a gente vai representar a DDP
- 7:42:29por um símbolo importante. O símbolo é
- 7:42:31esse aqui, ó. Esse é o símbolo de DDP
- 7:42:34>> de diferença de potencial, como se
- 7:42:35fosse, né?
- 7:42:35>> Isso. Aqui estão os fios do circuito.
- 7:42:38Todo estudante de ensino médio já viu
- 7:42:40algumas vezes uma imagem parecida com
- 7:42:42essa. Eu vou movimentar aqui para
- 7:42:44aumentar. Perfeito.
- 7:42:45>> Eh, todo estudante de ensino média já
- 7:42:46viu alguma vez uma imagem como essa. E o
- 7:42:48que que tem de interessante aqui? Esse
- 7:42:50cara a gente chama de gerador. E ele é o
- 7:42:53gerador de quê? Direito gerador de DDP.
- 7:42:56>> E esse traço ser maior versus esse ser
- 7:42:58menor não é coincidência.
- 7:43:00>> É porque aqui é o traço do maior
- 7:43:01potencial.
- 7:43:04E esse aqui é o traço. Ficou bem ruim
- 7:43:05aqui. Ótimo.
- 7:43:06>> E esse aqui é o traço do menor potencial
- 7:43:08que a gente vai colocar que a gente vai
- 7:43:10colocar sinais para representar o maior
- 7:43:12e o menor,
- 7:43:12>> como numa pilha. Exatamente. E como a
- 7:43:14gente citou agora a pouco, a correnteza,
- 7:43:16ela vai se deslocar, ela vai fluir
- 7:43:18espontaneamente do maior pro menor
- 7:43:19potencial.
- 7:43:21É um fato, eu vou, o que eu vou falar
- 7:43:23agora, eu vou falar de forma resumida e
- 7:43:25rápida, porque é um fato que esse
- 7:43:27sentido de correnteza aqui, ele foi
- 7:43:28estabelecido lá na físicoquímica, eh, a
- 7:43:31partir de uma análise de cargas
- 7:43:32positivas se deslocando dentro da da da
- 7:43:34cuba eletrolítica. Então esse foi
- 7:43:36sentido de deslocamento das cargas
- 7:43:38elétricas naquele aparente circuito. E
- 7:43:40foi assim que a eletrodinâmica
- 7:43:41estabeleceu o sentido da corrente
- 7:43:42elétrica. O que eu quero que vocês
- 7:43:43guardem é que a corrente elétrica vai do
- 7:43:45maior pro menor potencial, do polo
- 7:43:46positivo para o polo negativo. No
- 7:43:48entanto, se a gente fizesse uma análise
- 7:43:50aqui física mesmo do processo, os
- 7:43:52elétrons estão lá dentro do fío
- 7:43:54deslocando no sentido contrário, mas a
- 7:43:55física, a ciência resolveu não mudar o
- 7:43:58sentido que a a físicoquímica já tinha
- 7:44:00estabelecido.
- 7:44:01>> Então, qual o sentido da corrente
- 7:44:02elétrica? Do mais pro menos. Assim como
- 7:44:04no Rio é do mais pro menos. Esse é o
- 7:44:05chamado sentido convencional da corrente
- 7:44:07elétrica. Só que na verdade mesmo os
- 7:44:09elétrons propriamente ditos eles estão
- 7:44:10fazendo o contrário. O que e só que isso
- 7:44:12foi descoberto depois e não mudaram a
- 7:44:13convenção, tá bom? Então o sentido
- 7:44:14convencional é do mais pro menos e o
- 7:44:15sentido verdadeiro do fluxo de elétrons
- 7:44:17mesmo é do menos pro mais. O que faz
- 7:44:18total sentido porque o elétron é
- 7:44:19negativo, ele foge do polo negativo.
- 7:44:21Inclusive tem mais uma inserção aqui que
- 7:44:24eu considero bem bem bem bem importante,
- 7:44:26que é o seguinte, imaginando aqui esse
- 7:44:28circuito elétrico, né, que o Rafa tava
- 7:44:30desenhando aqui, tem um circuito
- 7:44:31elétrico, tem aqui uma DDP, vamos
- 7:44:33colocar aqui o fio, tá? Isso aqui é um
- 7:44:36circuito elétrico simples e a gente aqui
- 7:44:37vai ter um certo equipamento. Pode
- 7:44:38considerar aqui que a gente vai ter como
- 7:44:39se fosse uma lâmpada aqui, tá bom? Essa
- 7:44:41lâmpada tá ligada aqui, a corrente
- 7:44:42elétrica tá passando por ela e essa
- 7:44:44lâmpada ela tem alguma resistência. A
- 7:44:45gente vai chegar nessa parte, tá bom? e
- 7:44:47a lâmpada tá, a corrente elétrica tá
- 7:44:48conseguindo acender a lâmpada. A gente
- 7:44:49disse para você que aqui é o mais e aqui
- 7:44:51é o menos. E disse justamente que o
- 7:44:53sentido que é para tu considerar na
- 7:44:54prova, quando sempre que ele falar de é
- 7:44:56o convencional, é do mais pro menos. Se
- 7:44:57uma questão ele entrar nisso, ah, o
- 7:44:59sentido verdadeiro, ele vai falar o
- 7:45:00sentido verdadeiro do do fluxo de
- 7:45:02elétrons, aí você sabe que é do menos
- 7:45:03para mais. E Rafa, disso a gente
- 7:45:04consegue fazer uma outra conexão que eu
- 7:45:05considero muito importante, tá? Que é o
- 7:45:07papel do DDP. Tu lembra agora, só para
- 7:45:09constar, que corrente elétrica
- 7:45:10simbolizada por i, a gente calcula ela
- 7:45:11com q sobre t, que é o del t na verdade,
- 7:45:14né? a diferença de tempo aqui. E a gente
- 7:45:15sabe que essa unidade aqui, quando a
- 7:45:17gente pega coulumb dividido por segundo,
- 7:45:18aí quantos cúlumbos estão passando por
- 7:45:19segundo, a gente chama essa unidade de
- 7:45:21ampere. Amper é uma unidade que
- 7:45:22significa isso. O papel dessa bateria
- 7:45:23aqui talvez você não tenha entendido até
- 7:45:25hoje, mas essa bateria ela vai ter um
- 7:45:26valor. E esse valor a gente vai chamar,
- 7:45:27por exemplo, ah, essa aqui é uma bateria
- 7:45:28de 12 V. Volt é a unidade que a gente
- 7:45:30usa para quantificar a DDP gerada.
- 7:45:32Primeira coisa importante, o que vai est
- 7:45:34na prova, essa bateria tem 12 V, mas
- 7:45:36esses 12 V eles são uma diferença de
- 7:45:38potencial. Então eles têm que vir
- 7:45:39justamente de quê? Por exemplo, esse
- 7:45:41polo aqui positivo, ele pode muito bem
- 7:45:42ser um polo que tem 20 V de potencial
- 7:45:44elétrico e esse aqui pode ser um polo
- 7:45:45que tem 8 V. E note que a diferença
- 7:45:47entre esses dois é 12, assim como esse
- 7:45:49aqui pode ter 12 e esse zero, assim como
- 7:45:50esse aqui pode ter z0 e esse -1. Isso é,
- 7:45:53tu não vai ter que se preocupar com esse
- 7:45:53número. É apenas um númer. Eu só quero
- 7:45:54que tu t que a diferença. Agora, uma
- 7:45:56coisa muito importante, a gente não vai
- 7:45:57se preocupar com isso aqui. A gente vai
- 7:45:58dizer, a diferença de potencial aqui
- 7:45:59dessa bateria é 12 V. Tu sabe o que que
- 7:46:01significa volt? Escuta isso daqui, tá?
- 7:46:04Pensa que isso aqui é uma bateria. Vou
- 7:46:05fazer agora um outro desenho da bateria,
- 7:46:07que é um desenho um pouquinho mais um
- 7:46:09pouquinho mais sofisticado, tá bom? Isso
- 7:46:10aqui é a bateria como você conhece ela,
- 7:46:11tá bom? Vamos dizer de novo que esse
- 7:46:13aqui é o polo positivo dela e que esse
- 7:46:15aqui é o polo negativo dela. A gente
- 7:46:17sabe que o sentido verdadeiro da
- 7:46:18corrente é o quê? O sentido o sentido
- 7:46:19convencional da corrente é do positivo
- 7:46:21pro negativo. Mas eu acabei de falar
- 7:46:22para tu que se fosse era o sentido
- 7:46:23verdadeiro propriamente dito do fluxo de
- 7:46:24elétrons, ele seria daqui, ó. Os
- 7:46:25elétrons estariam fazendo isso aqui, tá?
- 7:46:27Não que quando você liga o circuito eles
- 7:46:28saiam daqui. Os elétrons já estão aqui
- 7:46:29ao longo do tempo inteiro. Eles começam
- 7:46:31a fluir, mas eles vão fluindo nesse
- 7:46:32sentido. E faz sentido, como eu disse,
- 7:46:34porque o elétron é negativo, então por
- 7:46:35isso que o elétron está fugindo do polo
- 7:46:36negativo, porque os opostos se atraem e
- 7:46:38os iguais se repem. Agora, olha que
- 7:46:39curioso, Pedro. O elétron, o elétron de
- 7:46:41fato, não sentido convencional corrente,
- 7:46:43mas o elétron propriamente dito, ele tá
- 7:46:44saindo aqui do negativo e tá sendo
- 7:46:45atraído pro positivo. Mas quando os
- 7:46:46elétrons chegarem aqui, eles já foram
- 7:46:47atraídos pro positivo, eles vão parar e
- 7:46:49acabou o circuito. Exatamente, eles vão
- 7:46:50parar e acabou o circuito. Mas por isso
- 7:46:52que existe a pilha, por isso que existe
- 7:46:54a DDP. O que que a DDP vai estar fazendo
- 7:46:56com eles aqui dentro? Ó, o elétron,
- 7:46:57vamos supor, né? Ele não entra de fato
- 7:46:58na pilha, mas vamos supor que o elétron
- 7:46:59tá aqui e agora o elétron, ele
- 7:47:01precisaria voltar para cá, mas ele não
- 7:47:03quer fazer isso porque ele já está na
- 7:47:04parte positiva. O que essa pilha faz é
- 7:47:05isso aqui, zumum. Ela dá uma coisa
- 7:47:07chamada energia. Ela vai dando energia
- 7:47:09para que? Para essas cargas elétricas,
- 7:47:10para que elas continuem o trajeto delas.
- 7:47:12Então elas está dando energia para quem?
- 7:47:13Primeira coisa, energia a gente vai
- 7:47:14medir em ja, tá? Energia pode ser medida
- 7:47:16em caloria, mais usado em termologia, e
- 7:47:18pode ser medido em Julia. A gente
- 7:47:19consegue fazer a conversão. Quando eu
- 7:47:20falar Julia, eu quero que você pense que
- 7:47:21eu tô falando de energia. Ela vai
- 7:47:22fornecer o quê? 12 V. O que significa
- 7:47:24volt? Da mesma forma que ampere
- 7:47:26significa coub/ por/ segundo. Volt
- 7:47:28significa J por coulumb
- 7:47:31quer dizer que ela dá o quê? 12 J para
- 7:47:33cada couomb que passa dentro dela.
- 7:47:34Chegou um coulumb aqui de carga
- 7:47:35elétrica, toma 12 J. Toma 12 J e assim
- 7:47:37ela mantém esse fluxo aqui funcionando.
- 7:47:39Mas resumindo, sentido convencional da
- 7:47:40corrente que a gente considera em todos
- 7:47:42os exercícios que caem no Enem, a menos
- 7:47:43que seja dito de forma explícito ao
- 7:47:44contrário, o quê? A corrente elétrica,
- 7:47:46ela vai do positivo para o negativo.
- 7:47:48>> Perfeito. E e assim é com esse 12 J em
- 7:47:51cada coulumbada
- 7:47:54também funcionar.
- 7:47:55>> É porque a lâmpada precisa de energia
- 7:47:57para qualquer equipamento elétrico
- 7:47:58precisa de energia para funcionar. E de
- 7:48:00onde ela vem? Vem do gerador de DDP que
- 7:48:03gera corrente elétrica, que carrega em
- 7:48:06cada cúlum seu, pelo exemplo do Pedro,
- 7:48:0712 Jes. E aí vai entregar perfeitamente
- 7:48:09ali pra lâmpada. A gente já vai usar
- 7:48:10isso para para algum pensamento em outra
- 7:48:12ocasião.
- 7:48:13>> Os coulumbs eles não estão sem nada,
- 7:48:14eles estão com aqueles jaes nele,
- 7:48:16>> estão com energia e
- 7:48:16>> eles vão passar aqui, vão
- 7:48:17>> é vão entregar entregar, mas a energia
- 7:48:19aqui vai ser constante nesse circuito,
- 7:48:20tá bom?
- 7:48:20>> Aí, olha que irado, a gente fez aqui eh
- 7:48:24para só, cara, isso aqui já vale falar
- 7:48:26de modo rápido, né? É por isso,
- 7:48:27justamente daqui a pouco eu tenho
- 7:48:28certeza que tu vai entrar nisso, que
- 7:48:30quando a gente tu vai perceber quando a
- 7:48:31gente passa por um equipamento, a gente
- 7:48:32tem uma queda de potencial,
- 7:48:34>> é a água depois que ela passa pelo mhho
- 7:48:36ela não fica depois dele mais fraca. É
- 7:48:37isso. E aí restabelece o potencial aqui
- 7:48:39quando volto paraa bateria,
- 7:48:40>> cara. E e você falou do 8 versus o 20
- 7:48:42ali, gerando uma DDT de 12 V e falou
- 7:48:45para eles que assim, não importa o 8 e o
- 7:48:4720, porque no final das contas o que faz
- 7:48:49diferença mesmo é a diferença de
- 7:48:50potencial. E aí eu tenho uma analogia
- 7:48:51com os meus com os meus alunos, que é
- 7:48:53essa daqui, ó. Imagina que aqui é a fo
- 7:48:55de um rio, né?
- 7:48:56>> E ele veio vindo de um lugar mais alto,
- 7:48:58>> certo? E aí, digamos que eh esse lugar
- 7:49:02aqui esteja numa altitude de 100 m e
- 7:49:06esse lugar aqui está numa altitude de 80
- 7:49:08m,
- 7:49:09>> certo?
- 7:49:10>> A o ganho energético, o ganho de
- 7:49:11velocidade da água do 100 para 80
- 7:49:15nessa DDP aqui vai ser similar ao ganho
- 7:49:18de energia da água. Ao ganho de energia
- 7:49:20da água. Tô falando de ganho de energia
- 7:49:22>> e do 20 pro zero.
- 7:49:24>> Porque o que importa, o que importa aqui
- 7:49:26é a diferença de potencial. Eh, e
- 7:49:28fazendo um outro pensamento aqui. Se
- 7:49:30você tivesse que pular numa cachoeira,
- 7:49:33aí você está numa cachoeira que a parte
- 7:49:36mais alta está a 20 m do chão, aí você
- 7:49:38salta aqui.
- 7:49:39>> Sim.
- 7:49:39>> Qual é a diferença que tem entre você
- 7:49:41saltar daqui para cá em termos
- 7:49:43energéticos?
- 7:49:44>> Cara, nenhuma. Nenhuma. Porque o que
- 7:49:46importa é a DDP. O machucado é o mesmo.
- 7:49:48É, o machucado é o mesmo. Sim. O que
- 7:49:49importa é DDP. Por isso que você falou
- 7:49:50ali muito bem falado que não importa o 8
- 7:49:52e o 20. O que importa é a diferença de
- 7:49:54potencial entre eles. E em outras
- 7:49:55palavras, a Light ou a companhia de
- 7:49:57energia elétrica da cidade, onde a
- 7:49:58galera tá, que no Rio de Janeiro, em
- 7:49:59algumas cidades, é a Light, o nome da
- 7:50:01empresa Light ou Amplia, enfim, o que
- 7:50:03eles mandam pra gente em termos de fio
- 7:50:04são fios com potenciais elétricos.
- 7:50:06Então, a gente já ouviu falar, ah, que
- 7:50:08entendi isso também. Na casa chega o fio
- 7:50:09tal, o fio quase
- 7:50:10>> Então, eu eu vou mostrar assim, ó. Eu
- 7:50:12>> eu vou colocar aqui três fios
- 7:50:15>> e vou dizer que esse fio daqui chegou no
- 7:50:18poste da sua casa desencapado,
- 7:50:20>> certo? Se ele chegou desencapado, é
- 7:50:22porque ele tá em equilíbrio
- 7:50:24eletrostático meio, porque eh até pelo
- 7:50:27caminho que ele fez e tal, ele tá
- 7:50:28desencapado. Sim.
- 7:50:29>> Então ele é um fio de potencial zero.
- 7:50:31>> Ah, por isso tá desencapado.
- 7:50:32>> Por isso tá desencapado. Não vou gastar
- 7:50:33dinheiro encapando esse fio porque eu
- 7:50:34não preciso. Eu quero que ele esteja no
- 7:50:36potencial zero.
- 7:50:37>> Mas eu vou mandar dois outros fios.
- 7:50:38Esses dois outros fi outros fios estão
- 7:50:40encapados e eles têm potenciais, cada um
- 7:50:43deles de 100 V, sendo que um é de 100 V
- 7:50:46mesmo, positivo, e o outro é de menos
- 7:50:48100 V. Ah, que tipos de tomadas você
- 7:50:51consegue formar, formar nessa casa? Você
- 7:50:52consegue formar,
- 7:50:53>> se eu combinar esses dois, uma tomada de
- 7:50:54100 V.
- 7:50:55>> É, combinando esses dois fios aqui, ó,
- 7:50:56colocando esse fio no buraco de uma
- 7:50:58tomada e esse outro fio no outro buraco
- 7:51:01dessa mesma tomada.
- 7:51:02>> DDP de 100 V,
- 7:51:02>> DDP de 100 V. Agora, se eu fizer isso
- 7:51:04aqui, ó, botar no buraco de uma tomada
- 7:51:06esse fio aqui e no outro buraco dessa
- 7:51:08mesma tomada, esse fio aqui, DDP de 100
- 7:51:11V de 0 para -1, tem 100 de diferença.
- 7:51:12>> Se eu fizer essa combinação aqui, ó,
- 7:51:14botar num buraco da tomada esse fio aqui
- 7:51:16>> e no outro buraco dessa mesma tomada,
- 7:51:18esse daqui
- 7:51:18>> de menos 100, 200 V de 200 V, a
- 7:51:21diferença de potencial é de 100 a menos
- 7:51:22100.
- 7:51:23>> Isso vai gerar uma tomada de 200 V.
- 7:51:25Então, por exemplo, se a galera ali, ah,
- 7:51:26e vou fazer uma conversão na minha casa.
- 7:51:28Eh, o ar condicionado que eu usava era
- 7:51:29um ar condicionado de janela de 127 V,
- 7:51:32mas agora eu vou mudar pro ar
- 7:51:33condicionado split e o split é 220 V. Eu
- 7:51:35tenho que contratar um eletricista para
- 7:51:37fazer a tomada de 220 V. Primeira
- 7:51:39condição, a a companhia de energia
- 7:51:41elétrica tem que ter fornecido paraa sua
- 7:51:43casa mais do que dois fios.
- 7:51:45>> Sim. Sim.
- 7:51:45>> Porque se ela fornecer só dois fios,
- 7:51:47você consegue formar uma composição de
- 7:51:48DDP. Mas se ela mandou dois ou três e
- 7:51:51mandou três ou quatro fios pra sua casa,
- 7:51:52você consegue uma diversidade maior de
- 7:51:54diferenças de potencial. Se ela mandou o
- 7:51:56papel do eletricista, é relativamente
- 7:51:57fácil. Ele vai lá no relógio da sua da
- 7:51:59sua casa e vai fazer uma simples mudança
- 7:52:01de posição de fios para escolher qual
- 7:52:03será a composição que vai gerar lá na
- 7:52:05tomada do ar condicionado o 220 V se
- 7:52:07desejado. Perfeito.
- 7:52:08>> Cara, essa é uma análise, mas eu eu
- 7:52:10preciso voltar aqui porque a gente fez
- 7:52:12>> d uma limpada aqui. Então,
- 7:52:13>> vamos lá. Eu tô aqui. Eu quero vir para
- 7:52:15cá de volta.
- 7:52:16>> Isso.
- 7:52:17>> Isso é chique, né, gente?
- 7:52:18>> Cara demais.
- 7:52:19>> Isso é muito, muito fino, cara. Mas vou
- 7:52:21comentar bem rápido.
- 7:52:22>> Eu fico imaginando eu num quadro
- 7:52:24estático fazendo esse movimento que
- 7:52:25acabou de acontecer aqui agora.
- 7:52:26>> Na faculdade, é, tinha uma, fazer um
- 7:52:28pares aqui rápido, a faculdade tinha um
- 7:52:29quadro infinito, né?
- 7:52:30>> É mesmo.
- 7:52:31>> Aí era um quadro infinito que tinha
- 7:52:32placas assim que subia descia. Estudou
- 7:52:33em sala de aula assim?
- 7:52:34>> Não, não que eu estudei, mas eu já vi em
- 7:52:35>> cara um professor, eu tinha um professor
- 7:52:36que ele em em meia hora de aula não
- 7:52:38enchia todos, ele ia jogando quadro para
- 7:52:39lá, para cá e
- 7:52:41>> brutal, brutal. Só uma coisa bem rápida,
- 7:52:42pensa num fio. Dentro desse fio tá
- 7:52:44passando corrente elétrica, tá bom? Essa
- 7:52:45corrente elétrica aqui tem um fluxo de
- 7:52:46elétrons ordenado passando, só para você
- 7:52:47ficar ligado em um efeito que é o efeito
- 7:52:49mais cobrado da corrente elétrica, que é
- 7:52:50o chamado efeito Jule. Esses elétrons
- 7:52:51aqui eles não passam livres, não passam
- 7:52:53desimpedidos, eles passam esbarrando uns
- 7:52:55nos outros aqui, tá bom? Claro, sem ah,
- 7:52:57é, esbarrando uns dos nos outros, serve,
- 7:52:58né? E também passam esbarrando no fio,
- 7:53:00tá bom? Na verdade, eles passam núcle
- 7:53:01dos núcleos dos átomos de cobre, que são
- 7:53:03núcleos grandes, né? Você é muito
- 7:53:04chique, muito bom, excelente. Esbarrando
- 7:53:06em tudo, esbarrando nos núcleos dos
- 7:53:07átomos. Esbarrando em tudo. Quando a
- 7:53:08gente esbarra, né, se eu tô aqui indo em
- 7:53:09direção ao Rafael e eu esbarro aqui
- 7:53:11nele, eu com certeza absoluta é fato que
- 7:53:14esquentou um pouco aqui o meu ombro teu.
- 7:53:16Teve aqui uma dissipação da energia que
- 7:53:18eu tinha do meu movimento e ela virou
- 7:53:19energia térmica. Por isso que a corrente
- 7:53:21elétrica esquenta as coisas, tá? Esse
- 7:53:22efeito aqui ele é ruim ou é bom? Tem
- 7:53:24muita gente que fica nessa, né? Ah, isso
- 7:53:25aqui a pessoa trata como efeito ruim.
- 7:53:26Esse efeito é o quê? Esse efeito quer
- 7:53:27dizer que os elétrons numa corrente
- 7:53:29elétrica eles vão dissipar parte da sua
- 7:53:30energia em formato de energia térmica. é
- 7:53:32ruim quando eu não quero, né? Tem que
- 7:53:34lembrar que isso aqui é sempre um
- 7:53:35desperdício de energia de certa forma,
- 7:53:36né? Isso aqui acontece na vida real
- 7:53:37mesmo. Em várias, na maioria das
- 7:53:38questões ser desconsiderado só quando a
- 7:53:39questão é sobre isso. E isso é um
- 7:53:41desperdício de energia, porque a energia
- 7:53:42tá servindo para esquentar o fio. Eu
- 7:53:43perdi energia, eu tava indo para lá,
- 7:53:44esbarrei nele, perdi energia, parte dela
- 7:53:46virou barulho, porque deu para ouvir
- 7:53:47quando eu bati nele, parte dela virou
- 7:53:48energia térmica aqui. Mas às vezes o que
- 7:53:50eu quero é desperdiçar mesmo o máximo de
- 7:53:51energia. Se eu tenho uma lâmpada
- 7:53:52incandescente, não é isso que eu quero.
- 7:53:54Eu tô querendo fornecer energia elétrica
- 7:53:56para essa lâmpada incandescente. Eu
- 7:53:56gostaria que ela pegasse essa energia,
- 7:53:58aquecesse ali o seu filamento de
- 7:53:59tungênio, mas esse aquecimento é só uma
- 7:54:01coisa inevitável, porque eu queria mesmo
- 7:54:02era que ela emitisse brilho. Só que o
- 7:54:04mecanismo dela para emitir brilho, o
- 7:54:05mecanismo dela para emitir energia
- 7:54:06luminosa é aquecer um filamento de
- 7:54:08tungstein até que ele fique tão quente
- 7:54:10>> que ele vai encandcer,
- 7:54:11>> tão quente que ele vai, ele vai,
- 7:54:12primeiro que ele vai começar a ficar
- 7:54:13quente, vai começar a ficar extremamente
- 7:54:15agitado ali a a os átomos dele e ele vai
- 7:54:17começar a emitir energia. Primeiro ele
- 7:54:18vai começar a emitir energia na região
- 7:54:20do infravermelho, vai começar a
- 7:54:21esquentar as coisas. Depois de tanto
- 7:54:22fazer isso, ele vai começar a emitir
- 7:54:23energia numa frequência ainda mais alta,
- 7:54:25ele vai começar a emitir na faixa da luz
- 7:54:26visível e aí vai iluminar. Só que para
- 7:54:28ele iluminar tua casa, o gasto
- 7:54:29energético absurdo, porque essa lâmpada
- 7:54:31ela vai ficar quente. A gente usa isso
- 7:54:32aqui, a gente tá falando de uma perda de
- 7:54:33eficiência, porque eficiência é fazer
- 7:54:34aquilo que se deseja fazer bem feito,
- 7:54:36com máximo de rendimento. O Rafael vai
- 7:54:37mostrar as fórmulas, porém a gente,
- 7:54:39nesse caso aqui é uma coisa ruim, a
- 7:54:40gente utiliza hoje em dia lâmpadas de
- 7:54:41LED, que são, pô, uma lâmpada de LED
- 7:54:42consome muito menos energia, ilumina
- 7:54:43muito mais, mas num chuveiro é
- 7:54:44exatamente isso que eu quero, tá bom?
- 7:54:45Quando eu tenho aqui agora a estrutura
- 7:54:47de chuveiro, um chuveiro elétrico, né?
- 7:54:48Dentro dele aqui eu vou ter água. O que
- 7:54:50que eu vou fazer? Eu vou ter aqui uma
- 7:54:51resistência dentro dele que ela é
- 7:54:52intencionalmente uma resistência bem
- 7:54:53alta, porque a corrente elétrica passa
- 7:54:55por aqui, ela passa dissipando muita
- 7:54:57energia por efeito jaer. Essa energia
- 7:54:59vai aquecer essa água aqui. Aquecendo
- 7:55:01essa água aqui, eu tenho o meu objetivo.
- 7:55:03Se eu aumento a vazão de água, se o
- 7:55:04chuveiro começa a sair mais água, essa
- 7:55:06esse aquecimento não dá conta de manter
- 7:55:07a água na vazão que eu tô
- 7:55:08proporcionando, que é uma vazão alta, um
- 7:55:09fluxo de água alto, naquela mesma
- 7:55:11temperatura, tem mais água passando,
- 7:55:12então dissipa mais energia térmica, o
- 7:55:13chuveiro esquenta menos. Por isso que
- 7:55:14abrindo menos você vai ter a mesma
- 7:55:16quantidade de energia aqui sendo
- 7:55:17dissipada por efeito ja, mas tem menos
- 7:55:18água, então menos água vai esquentar
- 7:55:19mais. Certo,
- 7:55:20>> cara. Tem muitos insightes aqui.
- 7:55:21>> E outro e outro efeito, um efeito é
- 7:55:23esse. Eu não vou eu vou cortar você se
- 7:55:24eu falar esse. Um efeito é o efeito
- 7:55:25jaure, que é um efeito que cai muito. E
- 7:55:26um segundo efeito que cai além do efeito
- 7:55:28luminoso, né, que é quando aquece tanto
- 7:55:29a ponto de começar a soltar luz, é o
- 7:55:30efeito fisiológico, tá bom? Todo o nosso
- 7:55:32corpo, toda a nossa estrutura, qualquer
- 7:55:33contração muscular que eu faça, ela
- 7:55:34precisa antes de um elemento elétrico,
- 7:55:36porque músculo ele não é um tecido que
- 7:55:37consiga ter vontade própria. Então eu
- 7:55:38preciso mandar um impulso elétrico.
- 7:55:40Quando esse impulso elétrico chega no
- 7:55:41meu músculo, tem aqui o meu músculo, né?
- 7:55:42Esse músculo ele tem unidades
- 7:55:43contrárias. Quando o impulso elétrico
- 7:55:44chega aqui, então eu mandei aqui pelo
- 7:55:46meu cérebro, né? Eu inclusive eu gero
- 7:55:47esse impulso elétrico. Isso que é um
- 7:55:48papo mais avançado, mas vale a pena.
- 7:55:50Vamos deixar essa aula aqui bem
- 7:55:50marcante, tá bom? Para eu gerar esse
- 7:55:52impulso elétrico, inclusive eu não tenho
- 7:55:53uma bateria por si só dentro do meu
- 7:55:54cubo. Eu preciso pegar uma célula minha,
- 7:55:56manter aqui fora da célula uma certa
- 7:55:58quantidade maior. Eu nem vou estar
- 7:55:59usando elétrons aqui, não. Tá bom? Vou
- 7:56:00est usando íons, tá bom? Vou est usando
- 7:56:01ct positivos, né? Na mais são vários,
- 7:56:03né? Que é óbvio que são vários. Eu sei
- 7:56:05que são vários, tá bom? Que não faz
- 7:56:06sentido ficar botando a e o Cl e o C2
- 7:56:08mais. Vamos resumir, eu tenho uma
- 7:56:09concentração mais alta lá fora de sódio.
- 7:56:11Eu vou fazendo isso pela minha bomba
- 7:56:12sódio de potássio. Vou jogando lá. Num
- 7:56:14certo momento eu vou ter um canal iônico
- 7:56:15que eu vou abrir e esse sódio vai
- 7:56:16invadir violentamente a minha célula.
- 7:56:18Então antes estava positivo lá fora
- 7:56:19porque tinha esse acúmulo de sódio lá
- 7:56:20fora. Quando eu permito que esse sódio
- 7:56:22entre violentamente aqui, aqui tava
- 7:56:23negativo, né? Lá fora tava positivo,
- 7:56:24aqui tava negativo. Eu tenho essa
- 7:56:26inversão de polaridade, do nada aqui
- 7:56:27dentro fica positivo e lá fora fica
- 7:56:29negativo. Isso dispara o impulso
- 7:56:30elétrico. Esse impulso elétrico ele bate
- 7:56:31no meu músculo. Batendo no meu músculo,
- 7:56:32ele desencadeia a contração muscular. Aí
- 7:56:34vem especialização do retículo
- 7:56:35endoplasmático liso, que no músculo se
- 7:56:36chama retículo sarcoplasmático, armazena
- 7:56:38uros de cálcio. Enfim, desencadei uma
- 7:56:40contração muscular. E meu coração, por
- 7:56:42exemplo, ele depende constantemente de
- 7:56:43um conjunto de células chamadas células
- 7:56:45marca-passo ou nossatrial, que esse
- 7:56:46conjunto de células, a função dele é
- 7:56:48mandar os impulsos elétricos ritmos
- 7:56:49rítmicos para que meu coração bata no
- 7:56:51ritmo certo. O meu coração é tão
- 7:56:53importante que ele não é controlado pelo
- 7:56:54meu cérebro. Ele é control, é óbvio que
- 7:56:55ele pode sofrer influência cortical do
- 7:56:57cérebro. Se eu ficar mais nervoso ou
- 7:56:58menos nervoso, vai enviar sinais para
- 7:57:00que ele acelere. Mas o meu coração é
- 7:57:01controlado por um conjunto de células
- 7:57:02que são as células do nosso sinateral ou
- 7:57:04células marca passa que a função delas é
- 7:57:05disparos elétricos para coordenar a
- 7:57:07batida do coração. Dito isso, tanto que
- 7:57:09se você tem uma falha nisso, você vai
- 7:57:10implementar um artificial aqui. Dito
- 7:57:11isso, quando você toma um choque, você,
- 7:57:13primeira coisa, se eu vou, se eu volto,
- 7:57:15eu tenho que encostar num fio que vai me
- 7:57:16dar um choque, eu sou obrigado a fazer
- 7:57:17isso, o fio tá aqui, eu não vou, com
- 7:57:18muito cuidado para não desligar a
- 7:57:19televisão, eu não vou de forma alguma,
- 7:57:21eu tenho que encostar nesse fio que eu
- 7:57:22sou obrigado, ele vai me dar choque. Eu
- 7:57:23não vou encostar nele assim, porque se
- 7:57:25eu encostar nele assim, a corrente
- 7:57:26elétrica vai gerar um efeito de
- 7:57:27contração imediata no meu músculo e eu
- 7:57:28vou ficar preso nele. eu vou encostar
- 7:57:29pelo menos assim, que aí eu contrário
- 7:57:30para cá eu tenho chance de sair ainda. E
- 7:57:32o pior efeito possível, isso eu aprendi
- 7:57:33contigo, de um choque elétrico, é ele
- 7:57:35ter uma interferência com o teu nosso e
- 7:57:37noatrial, com teu marca-passo. E aí teu
- 7:57:38coração, ao invés de bater assim,
- 7:57:40torcendo, que é o certo pro sangue ir
- 7:57:41saindo pelas tuas artérias, né, pela tua
- 7:57:43artéria horta, ele vai bater de uma
- 7:57:44maneira totalmente desordenada, que é o
- 7:57:45que a gente chama de fibrilação artial.
- 7:57:47Fibrilação é o coração batendo de um
- 7:57:48jeito tão aleatório que não passa mais
- 7:57:50sangue ali adequadamente e aí você
- 7:57:51precisa resetar, porque essa célula tua,
- 7:57:53ela é capaz de retomar o ritmo próprio,
- 7:57:54ela tem neurônios que coordenam o
- 7:57:55próprio ritmo, esse esse marca passo
- 7:57:56natural. Você dá um choque ali, por que
- 7:57:58você dá um choque, você reverte, ela ela
- 7:58:00reserta e volta a contrair
- 7:58:01adequadamente. Isso é um desfibrilador
- 7:58:02que a gente utiliza. Certo.
- 7:58:04>> Pô, perfeito. Cara, agora assim,
- 7:58:05aconteceram vários insightes aqui e eu
- 7:58:07vou falar, vou ficar, vou ficar, vou me
- 7:58:08comprometer agora a ficar sentado aqui.
- 7:58:10Não, mas não é, é porque eu quero,
- 7:58:11>> eu não sei quantas horas essa essa aula
- 7:58:13vai durar.
- 7:58:14>> É, vamos lá. Eu só quero falar duas
- 7:58:16coisas aqui sobre os insightes que você
- 7:58:17teve. Primeiro, lâmpada incandescente.
- 7:58:20Eu vou eu vou desenhar ela com um pouco
- 7:58:22mais de detalhe aqui. Ótimo.
- 7:58:24>> Assim, trocar pra caneta.
- 7:58:27Até porque alguns alguns estudantes
- 7:58:29podem nem se ligar no que que é uma
- 7:58:31lâmpada encandescente, já que ela já não
- 7:58:32é mais usada. Ela inclusive é proibida
- 7:58:34para comercialização normal.
- 7:58:36>> Nem vende, né?
- 7:58:36>> É, não pode mais vender. A lâmpada tem
- 7:58:38que ser de LED. As lâmpadas
- 7:58:39incandescentes são para uso específico.
- 7:58:41Elas não são mais para uso geral recent.
- 7:58:42>> Pode ser uma estufa, né?
- 7:58:44>> Não é bom, mas pode ser usada para
- 7:58:45quecer uma estufa. É, mas não é vendida
- 7:58:47mais para isso. Você não consegue chegar
- 7:58:48ali na lojinha de material eh elétrico e
- 7:58:51falar assim: "Eu quero lâmpadas
- 7:58:52incandescente para ligar lâmpadas
- 7:58:53incandescentes na minha casa". você vai
- 7:58:54conseguir assim, eh, por exemplo, você
- 7:58:55quer comprar novos projetores de
- 7:58:57iluminação e numa numa numa loja
- 7:58:59especializada naquilo, vão ter lá
- 7:59:00lâmpadas alójinas e por aí vai. Mas
- 7:59:02vamos eh desenhar aqui a lâmpada
- 7:59:04incandescente com um pouco mais de
- 7:59:05detalhe. Ela vai ter um uma parte de eh
- 7:59:09de rosca aqui, né, que é onde a gente
- 7:59:10vai enroscar no bocal. Ela vai ter o
- 7:59:12bumbo,
- 7:59:13>> que é uma parte de vidro.
- 7:59:14>> Uhum. E aqui na bundinha da lâmpada fica
- 7:59:17um polo que conecta ao fio que vai se
- 7:59:21ligar ao elemento de iluminescência que
- 7:59:23é o tung stên.
- 7:59:25>> E para fechar o circuito sobe uma
- 7:59:28metálica que se conecta a essa lateral.
- 7:59:29Aí repara, cara, isso já caiu na prova,
- 7:59:31hein?
- 7:59:31>> Exato. Exatamente. Então repara, se eu
- 7:59:33quero ligar isso aqui, eu preciso
- 7:59:35conectar esses dois polos a uma
- 7:59:37>> ddp. ddp, [risadas] porque eu quero que
- 7:59:39a corrente elétrica passe aqui. E
- 7:59:40detalhe, se a corrente elétrica vai
- 7:59:41passar,
- 7:59:42>> só para eles verem melhor, o final de um
- 7:59:43fiozinho tá aqui e o outro fiozinho tá
- 7:59:44aqui.
- 7:59:45>> Exato. Então, entre esses dois
- 7:59:47terminais, eu preciso estabelecer a DDP
- 7:59:49se eu quero passo corrente elétrica
- 7:59:50aqui. Aí, repara, eu coloquei o sentido
- 7:59:51da corrente elétrica assim
- 7:59:52propositalmente. Onde está o maior
- 7:59:54potencial se a corrente elétrica tá
- 7:59:55desse jeito,
- 7:59:56>> então tá aqui em cima o maior potencial.
- 7:59:58Onde tá o maior potencial?
- 7:59:58Consequentemente aqui.
- 7:59:59>> Perfeito.
- 8:00:01>> Ou seja, esse esse fio aqui vai se
- 8:00:02conectar com o buraquinho da tomada, né?
- 8:00:05O buraquinho da tomada, mas só prefeitos
- 8:00:06pedagógicos aqui. E esse outro fio vai
- 8:00:08se conectar com outro buraquinho da
- 8:00:09tomada.
- 8:00:10>> Se esses buraquinhos estão conectados do
- 8:00:12110, do mais 110, isso aqui é uma DDP de
- 8:00:15220.
- 8:00:16>> Uhum.
- 8:00:16>> Se tá conectado do zero ao 100 V, essa
- 8:00:20DDP é 100 V. Tá dito tudo isso, cara,
- 8:00:22olha que interessante. Agora, tá, a
- 8:00:24corrente elétrica tá passando aqui.
- 8:00:25Muitos elétrons colidindo ali com átomos
- 8:00:27e tal, aquela loucura. Os átomos de
- 8:00:29cobra aqui vão vibrar, não vão?
- 8:00:30>> Aham. Sim.
- 8:00:30>> Tá. A gente deu, a gente teve um
- 8:00:32>> de Tungstein, no caso, né?
- 8:00:33>> É, de Tungstein. É. É, desculpa, eu
- 8:00:34falei sobre e a gente teve uma conversa
- 8:00:37sobre magnetismo recentemente e nessa
- 8:00:39conversa eu falei uma coisa, eh, que
- 8:00:41talvez tenha sido interessante pra
- 8:00:42galera. Quando uma carga está parada ali
- 8:00:44no espaço ou em movimento ou acelerando
- 8:00:46de qualquer jeito, ao redor dela aparece
- 8:00:47um campo elétrico,
- 8:00:48>> certo? Esse é o efeito da existência de
- 8:00:50uma carga, a geração de campo elétrico
- 8:00:52ao redor dela. Quando essa carga está em
- 8:00:54movimento no espaço, um movimento
- 8:00:56relativo a alguma coisa, aparece no
- 8:00:59entorno dessa carga, não de forma
- 8:01:01esférica, mas de forma eh de uma forma
- 8:01:02específica. Lá na aula de magnetismo a
- 8:01:04gente fala sobre isso, eh, um campo
- 8:01:05magnético, ou seja, para ter campo
- 8:01:07magnético eu ten que ter carga em
- 8:01:08movimento, mas quando essa carga está
- 8:01:09vibrando,
- 8:01:11sai dela uma onda eletromagnética.
- 8:01:13Então, a gente pode analisar o que o
- 8:01:15Pedro falou sobre luz aqui a partir da
- 8:01:17análise da emissão de onda
- 8:01:18eletromagnética causada pela vibração
- 8:01:20dos átomos tumistam por conta da
- 8:01:23passagem de corrente elétrica. Isso aqui
- 8:01:24é é sensacional. Mas o inside [risadas]
- 8:01:26passou uma garrafa voando aqui agora.
- 8:01:29Chegou.
- 8:01:29>> Eh, mas eu quero fazer uma outra análise
- 8:01:32aqui. A temperatura desse troço aqui tá
- 8:01:33muito alta. Tá certo? Sim, sim, sim.
- 8:01:35>> Se eu fizer um furinho aqui,
- 8:01:37>> um se eu furinho aqui, um furinho aqui,
- 8:01:39vai.
- 8:01:39>> O que provavelmente vai entrar aqui?
- 8:01:42entrar oxigênio.
- 8:01:43>> Ah, tá sim. Oxigênio.
- 8:01:44>> E se entrar oxigênio nessa estrutura
- 8:01:46aqui que tem um pouco de carbono, porque
- 8:01:48o tubé não tá sozinho ali, é uma liga.
- 8:01:50pode pegar fogo.
- 8:01:51>> Vai, vai pegar fogo, fogo, vai sumir
- 8:01:53isso aqui instantaneamente.
- 8:01:54>> Eu vou ter tudo que eu preciso.
- 8:01:55>> Porque esse bulbo ele não serve para
- 8:01:57proteger alguém de não colocar a mão
- 8:01:58ali. Esse bulbo ele serve, na verdade,
- 8:02:00para proteger o filamento do tumistênio,
- 8:02:02para que ele possa encandecer sem fazer
- 8:02:04combustão. Aí eu tiro o oxigênio daqui
- 8:02:07de dentro, ele encandece.
- 8:02:08>> Tem vácuo ali dentro. Tem um vácuo.
- 8:02:09>> Não, não é vácuo. É um é um gás inerte
- 8:02:11aqui dentro. para gerar uma pressão
- 8:02:12positiva.
- 8:02:13>> Ele tá ocupando o espaço do oxigênio pro
- 8:02:14oxigênio não entrar.
- 8:02:15>> Pro pressão positiva, pro oxío não
- 8:02:16entrar.
- 8:02:16>> Mais inerte, porque ele não vai reagir
- 8:02:17para fazer combustão.
- 8:02:18>> E aí se eu faço um buraquinho aqui, esse
- 8:02:20gás tá numa pressão mais alta, ele acaba
- 8:02:21saindo e o oxigênio entra aqui em bolhas
- 8:02:23e isso aqui some instantaneamente.
- 8:02:26>> Pode fazer esse experimento, esse
- 8:02:27experimento que é um experimento bem
- 8:02:28legal. E aí o pensamento é parecido aqui
- 8:02:30pro chuveiro, então eu não vou me
- 8:02:31aprofundar nele não. Vamos embora aqui
- 8:02:32para Cara, eu espero que vocês tenham
- 8:02:33gostado dessa explicação. Essa
- 8:02:34explicação é bem gostosinha de fazer,
- 8:02:35cara. Você tá muito irado, Rafa.
- 8:02:37>> Eh, agora eu quero voltar lá para isso
- 8:02:39aqui,
- 8:02:40>> tá bom? Eu falei para vocês que eu fiz
- 8:02:41uma análise energética aqui.
- 8:02:42>> Eu vou apagando enquanto você fala com
- 8:02:43eles. Pode ser,
- 8:02:44>> tá? Eu fiz uma análise energética ali. A
- 8:02:45corrente elétrica é causada devido a
- 8:02:48presença de DDP. Essa é uma análise
- 8:02:49energética. A gente falou lá na analogia
- 8:02:52da do do rio, a queda d'água ali,
- 8:02:54gerando diferença de que tem uma
- 8:02:55diferença de potencial que gera corrente
- 8:02:56elétrica e tal. Mas eu poderia também,
- 8:02:59tanto pro mundo gravitacional quanto pro
- 8:03:00mundo elétrico, fazer uma análise
- 8:03:02vetorial, uma análise dinâmica, uma
- 8:03:04análise de força. Por quê? Porque a água
- 8:03:06do rio cai também por conta do campo
- 8:03:08gravitacional que gera na massa de água
- 8:03:10uma força gravitacional. Eu posso pensar
- 8:03:13isso eh lá pro mundo do rio, né, para
- 8:03:15analogia que a gente fez. Mas eu também
- 8:03:17posso pensar isso pro mundo elétrico.
- 8:03:18Por que os portadores de carga se
- 8:03:20deslocam? Eles se deslocam devido à
- 8:03:21presença de um campo elétrico que causa
- 8:03:23neles uma força elétrica e os coloca em
- 8:03:24movimento.
- 8:03:25>> Ou seja, o Enem pode perguntar
- 8:03:27facilmente qual o motivo da corrente
- 8:03:29elétrica existir. E a resposta pode ser
- 8:03:32qualquer uma dessas duas. A corrente
- 8:03:33elétrica existe por conta da DDP que se
- 8:03:35estabelece entre os terminais daquele
- 8:03:37FIF ou então a corrente elétrica se
- 8:03:39estabelece pela presença de campo
- 8:03:41elétrico que gera força elétrica e
- 8:03:42coloca as cargas em movimento.
- 8:03:43>> Ah, então o campo elétrico ele gera
- 8:03:44força elétrica e essa força faz as
- 8:03:46cargas se moverem,
- 8:03:47>> assim como a diferença de potencial da
- 8:03:49energia aos elétrons que se deslocam ali
- 8:03:50da daquele jeito que a gente colocou.
- 8:03:52Então não tenham medo de dizer assim:
- 8:03:54"Por que que eh a corrente elétrica
- 8:03:56surgiu? Ah, por conta da presença do
- 8:03:57campo elétrico ou por que a corrente a
- 8:03:59corrente a corrente elétrica surgiu por
- 8:04:01conta de uma DDP. E, aliás, uma coisa
- 8:04:03bem interessante e importante aqui é eh
- 8:04:05eh esclarecer que o campo elétrico ele
- 8:04:08surge instantaneamente em todos os
- 8:04:09lugares onde você determinou uma DDP. O
- 8:04:12eh o campo elétrico ele ele é
- 8:04:14instantâneo. E como ele é instantâneo,
- 8:04:15todas as cargas disponíveis naquele
- 8:04:17espaço que ficam submetidas a esse campo
- 8:04:19elétrico que é instantâneo ganham
- 8:04:21instantaneamente força elétrica. Então
- 8:04:23se coloca em movimento instantaneamente.
- 8:04:24É por isso que uma lâmpada acende rápido
- 8:04:26quando você acende o interruptor. A
- 8:04:28apertou o interruptor, a lâmpada acendeu
- 8:04:30instantaneamente. Isso significa que os
- 8:04:32elétrons estavam guardados ali no
- 8:04:33interruptor e saíram correndo em direção
- 8:04:35à lâmpada na hora que você apertou? Não,
- 8:04:37de forma alguma. Exato. Poderia
- 8:04:38perguntar isso. Pode perguntar.
- 8:04:39Perguntou,
- 8:04:40>> já perguntou isso. Por que que a lâmpada
- 8:04:41acende tão rápido quando a gente aperta?
- 8:04:43Aí a resposta alternativa correa porque
- 8:04:45imediatamente
- 8:04:46>> se estabelece um camp
- 8:04:47>> se estabelece um campo elétrico. Mas
- 8:04:48poderia ter dito porque instantaneamente
- 8:04:50se estabelece uma DDP. que o
- 8:04:51interruptor, olha o nome interruptor,
- 8:04:53ele tá interrompendo o circuito. Não,
- 8:04:55por exemplo, para tem aquele circuito,
- 8:04:56ele tá interrompendo aquele circuito só
- 8:04:57funciona se tiver fechado, tá?
- 8:04:58>> É. E ele interrompe o quê do circuito? A
- 8:05:00DDP.
- 8:05:01>> Interrompe a DDP.
- 8:05:01>> Ele não interrompe a corrente elétrica.
- 8:05:03O efeito secundário, a consequência de
- 8:05:05interromper a DDP é interromper a
- 8:05:07passagem de corrente elétrica.
- 8:05:08>> Perfeito.
- 8:05:08>> Fechou? Eh, sobre corrente elétrica era
- 8:05:10isso. Mas eu quero agora
- 8:05:12>> era bem menos do que isso, mas a gente
- 8:05:13acabou falando bem mais. E agora eu
- 8:05:14quero fazer um fechamento aqui, porque
- 8:05:15essa equação ela é extremamente
- 8:05:17importante
- 8:05:19>> em um aspecto que pode aparecer na
- 8:05:20prova. Aliás, dois aspectos que podem
- 8:05:22aparecer na prova. O primeiro deles é
- 8:05:23pelo formato da equação. São três
- 8:05:25grandezas, sendo duas delas na
- 8:05:27multiplicação e a outra sozinha. Quando
- 8:05:30quando uma equação desse tipo aparece, a
- 8:05:32gente ganha uma possibilidade. E que
- 8:05:33possibilidade é essa? Se eu tenho um
- 8:05:35gráfico cujos eixos
- 8:05:39são esses dois caras que estão na
- 8:05:40multiplicação I e T, esse gráfico,
- 8:05:44aliás, deixa eu desenhar com outra cor,
- 8:05:46esse gráfico ganha uma área
- 8:05:50e essa área corresponde ao valor do cara
- 8:05:52que tá sozinho. Ou seja, qual é o
- 8:05:54resultado da área do gráfico IT? É o
- 8:05:56valor da carga, é o valor da área desse
- 8:05:58de Pera aí, eu até me me confundi aqui,
- 8:06:01desculpa. fala de novo.
- 8:06:02>> É, vou falar de novo. Qual é o que é a
- 8:06:06área do gráfico IT? A área do gráfico IT
- 8:06:07é a carga estabelecida ali naquela
- 8:06:09corrente elétrica para aquela situação.
- 8:06:11Eh, essa foi a primeira coisa que eu que
- 8:06:13eu queria abordar sobre a a equação kit,
- 8:06:15>> certo? E a outra
- 8:06:16>> a outra coisa é que essa equação tem
- 8:06:18ganhado uma uma um destaque grande,
- 8:06:21porque é ela que nos permitiria calcular
- 8:06:23quanto tempo leva para uma bateria
- 8:06:24carregar.
- 8:06:25>> Cara, tá caindo muito.
- 8:06:26>> É. e e a tendência é a isso isso ganhar
- 8:06:30uma relevância grande. Eh, por quê?
- 8:06:32Porque como os carros elétricos vem
- 8:06:34ganhando muito protagonismo, se eu quero
- 8:06:36eh encher a bateria de um de um carro
- 8:06:40elétrico, eu preciso dar ela uma
- 8:06:41quantidade de carga. E para fazer isso,
- 8:06:44eu preciso de uma corrente elétrica que
- 8:06:46vai ficar estabelecida, que vai ficar
- 8:06:48ligando aquela bateria por um tempo até
- 8:06:50que ela seja completamente carregada.
- 8:06:51Então, é essa equação aqui que vai ser
- 8:06:53explorada no caso de uma questão que que
- 8:06:55procure quanto tempo de carga eh quanto
- 8:06:58tempo será necessário para carregar
- 8:06:59completamente a bateria tal e por aí
- 8:07:00vai. Então, essas foram as nuances ali
- 8:07:03da equação. E a gente poderia falar
- 8:07:05agora, né, sobre como que funciona esse
- 8:07:06kit aqui na prática para você determinar
- 8:07:09isso. A gente vai falar nos exercícios,
- 8:07:10mas eu só quero dar uma uma palinha
- 8:07:12muito breve, tá bom? Existem duas formas
- 8:07:14de você manipular essa equação
- 8:07:15matemática aqui do kit, tá? Quero que
- 8:07:17você pense agora nessa equação aqui do
- 8:07:18kit, tá? Então, carga é igual a minha
- 8:07:22intensidade de corrente elétrica vezes o
- 8:07:25tempo, tá? Duas formas de você usar isso
- 8:07:27aqui. Primeiro eu vou ensinar dessa
- 8:07:28forma aqui, ó. Vou ensinar usando o
- 8:07:30outro formato dela, que é esse aqui, ó.
- 8:07:33A corrente elétrica é a quantidade de
- 8:07:35carga que eu tenho dividida pelo tempo.
- 8:07:37É o delta t, mas tô botando tempo aqui
- 8:07:39só para ser mais direto, né? Porque
- 8:07:40geralmente é o tempo mesmo, do zero até
- 8:07:42certo tempo. Olha só, essa corrente
- 8:07:44aqui, ela sempre vai ser medida em
- 8:07:47amper. Quanto a isso, você não precisa
- 8:07:48se preocupar, porque a gente sempre vai
- 8:07:49usar o amp. Mas o amp pode significar
- 8:07:51duas coisas diferentes, tá bom? Uma é
- 8:07:53menos comum que se use nas questões de
- 8:07:55carregador, que é isso aqui, ó, coulumb
- 8:07:58por segundo, tá? Então, coulumb. Note
- 8:08:00que eu quero que você entra o seguinte,
- 8:08:01ó. Essa corrente, ela não tem substância
- 8:08:03propriamente dita. Como assim? A
- 8:08:05corrente não tem substância, ó, vou te
- 8:08:06perguntar. Estou me deslocando a 40
- 8:08:08km/h. Qual é a substância de 40 km/h?
- 8:08:10Nenhuma. 40 km/h é uma taxa. 40 km/h não
- 8:08:14é nenhuma distância e nem um tempo. Quer
- 8:08:15dizer, eu faço 40 km a cada hora.
- 8:08:17Perfeito. Quando eu penso numa corrente
- 8:08:19elétrica, ela também é assim, porque eu
- 8:08:20falo, a corrente elétrica é uma corrente
- 8:08:22de 3 ué, isso só quer dizer o quê? 3
- 8:08:25cumb de carga a cada 1 segundo. Agora,
- 8:08:28note que a carga em si, ela tem
- 8:08:30substância. A carga você consegue encher
- 8:08:32um barril de carga, metaforicamente,
- 8:08:34você consegue encher uma pilha de carga
- 8:08:35com ela, tá bom? O que a gente quer,
- 8:08:37quando a gente fala de uma bateria, é o
- 8:08:38seguinte, a gente quer encher esse
- 8:08:39tanque dela. A carga é o tanque de uma
- 8:08:41bateria, tá? E esse tanque pode ser
- 8:08:43medido em coulumbs, por exemplo, sem
- 8:08:44problema algum. Mas esse tanque ele
- 8:08:46também pode ser medido de outra forma.
- 8:08:48Ao invés de você falar cob, isso aqui
- 8:08:49confunde muita gente, muita gente, você
- 8:08:51fala amper hora. Por que que isso aqui
- 8:08:55confunde muita gente? Porque quando você
- 8:08:56diz amphora parece que tu tá falando de
- 8:08:57corrente. Ah, uma corrente de 3 hor.
- 8:08:59Isso não existe. Corrente é sempre em
- 8:09:01ampere, tá? O que que é esse amp hora? É
- 8:09:03uma quantidade mesmo de carga. Amper
- 8:09:05hora é uma quantidade de carga que você
- 8:09:06coloca na bateria. A única coisa é o
- 8:09:08seguinte, dá para explicar assim com
- 8:09:09mais profundidade, mas cara, se você for
- 8:09:11usar essa fórmula aqui, tu quer saber
- 8:09:12quanto tempo vai levar para carregar uma
- 8:09:13parada. Você tem uma corrente. Então
- 8:09:15vamos lá. Eu quero encher uma bateria.
- 8:09:16Eu tenho uma corrente de 3 A que vai
- 8:09:18sair da minha tomada para encher essa
- 8:09:19bateria. E essa bateria é uma bateria
- 8:09:21que ela tem ã no total dela, dentro
- 8:09:24dela. Eu falo para você assim: "Olha,
- 8:09:25cabe 10h, vou pegar 12h". Cabe 12h
- 8:09:28dentro da bateria. Então quer dizer que
- 8:09:29essa bateria, se ela tivesse cheia, ela
- 8:09:31estaria com quanto? Ela estaria aqui com
- 8:09:32a bateria cheia de 12
- 8:09:35h. Que que eu vou fazer aqui? Eu vou
- 8:09:37colocar, olha, corrente elétrica é Q
- 8:09:38sobre T. Só que dessa vez eu já sei quem
- 8:09:40é o Q. Quem é o Q que eu quero encher
- 8:09:42nessa bateria? O que que eu quero encher
- 8:09:43nela? É 12h. A única coisa que eu
- 8:09:45preciso saber é o seguinte. Se eu botei
- 8:09:46isso aqui em ampora, esse tempo aqui ele
- 8:09:48vai ser colocado, vai ser encontrado no
- 8:09:49caso em hora. Mas eu poderia ter
- 8:09:51colocado ao invés de 12h em coulumb, tá?
- 8:09:53E eu também. Aí eu só se eu botasse em
- 8:09:55cúlumbe eu colocaria embaixo quantos
- 8:09:56segundos vai levar. Eu encontraria o
- 8:09:57tempo em segundos, tá bom? Mas Pedro,
- 8:09:59como que amphora vira columba? É só tu
- 8:10:01entender que não é 12 amph. Isso não
- 8:10:02existe. 12 hor. Só para só para não
- 8:10:04ficar essa essa dúvida aí, né? Que não é
- 8:10:07não é de fato um diferencial. Se você
- 8:10:09aplicar desse jeito aqui, você sempre
- 8:10:10vai acertar, tá bom? Mas o que que é 12
- 8:10:12hora? 12h. É o seguinte, se eu tenho uma
- 8:10:14bateria que tá com 12h, essa bateria é
- 8:10:15como se ela fosse um tanque. Concorda?
- 8:10:17Eu tenho aqui um tanque de bateria e
- 8:10:18dentro dele ela tá cheia com 12h. 12
- 8:10:20hornifica o seguinte: se eu fizesse um
- 8:10:22furo nesse tanque, ela é uma bateria,
- 8:10:24mas ela pode deixar de Ela é uma
- 8:10:25bateria, ela tá cheia de carga, mas ela
- 8:10:26pode transformar isso em corrente, ela
- 8:10:28pode ficar fornecendo corrente. Se eu
- 8:10:29fizesse um furinho aqui para que saísse
- 8:10:31corrente dela, qual seria a corrente que
- 8:10:32essa bateria geraria? 12h quer dizer que
- 8:10:34ela conseguiria gerar 12 amp ao longo de
- 8:10:371 hora. Não é 12 amp a cada hora, é 12
- 8:10:39amp ao longo de 1 hora. Ou seja, ela vai
- 8:10:42ficar sustentando 12 amp ao longo de 1
- 8:10:44hora. Ela vai ficar 1 hora, não é uma
- 8:10:46regra de três, tá bom? Se você fizer a
- 8:10:47regra de três, você erra aqui 12 hor,
- 8:10:48quer dizer, ela vai ficar ao longo de 1
- 8:10:49hora. Ou seja, são 12 que vão ser
- 8:10:52entregues ao longo de 1 hora. Mas o que
- 8:10:54que é 12 amp? É 12 coubs a cada um único
- 8:10:56segundo. O que que é 1 hora? São 3600
- 8:10:58segundos. Então ela vai ficar 3600
- 8:11:00segundos em cada um deles, te dando
- 8:11:01esses 12 coulumbs, que são os 12 amp
- 8:11:03aqui, tá bom? 12 coub xzes 3600. Vou
- 8:11:05fazer aqui de cabeça, fica, vou
- 8:11:06multiplicar por 2, por 3, por 2, por 2 e
- 8:11:09por 3, que é a mesma coisa que 12. Vai
- 8:11:10ficar 7.200 14.400 e agora por 3 é
- 8:11:1414.000 x dá 42 43800. Ela tem 43 e 800
- 8:11:19coubs. Então essa bateria tem 43800
- 8:11:21coubs. Ok? E a tomada lá tem algum erro
- 8:11:23aqui?
- 8:11:23>> Não, não, não, não tem nenhum erro. Mas
- 8:11:25olha que interessante. E se o
- 8:11:26equipamento onde eu liguei essa bateria
- 8:11:28não me pedir 12 A e sim me pedir 2 amp,
- 8:11:32por quanto tempo ele vai conseguir
- 8:11:34mandar 2?
- 8:11:36>> Tem que ter muita atenção.
- 8:11:37>> Tem que ter muita atenção aqui, tá bom?
- 8:11:39Porque se você fizer,
- 8:11:40>> você considerou aqui, ó, se, se eu ligar
- 8:11:41essa bateria no equipamento que me pede
- 8:11:4312, cara, sensacional,
- 8:11:44>> essa bateria só vai durar por uma hora.
- 8:11:46>> Sensacional.
- 8:11:46>> Mas se eu ligar ele num equipamento que
- 8:11:48me pede só 2 amp, ela vai durar muito
- 8:11:50mais tempo.
- 8:11:50>> Ela tem 12 amph
- 8:11:53ela pode ficar fornecendo 12 amp de
- 8:11:54fluxo de carga, que é corrente, ao longo
- 8:11:57de uma hora. Ah, e se eu precisar não de
- 8:11:5812, eu só preciso de 2 amp. Você bota
- 8:12:00aqui na regra de três, você erra. Tá
- 8:12:01bom? Tu vai ver que é um completo
- 8:12:02absurdo, né? Ela conseguiria, ela
- 8:12:03conseguiria ficar soltando uma cachoeira
- 8:12:05de 12 amp ao longo de 1 hora. Agora se
- 8:12:06for 2 amp vai dar aqui que ela consegue
- 8:12:08ficar menos tempo. Não, ela consegue
- 8:12:09ficar mais tempo. Isso é uma regra de
- 8:12:11três inversamente proporcional. Você não
- 8:12:13cruza, você faz assim e tu vai descobrir
- 8:12:146 horas. Faz total sentido. Eu tenho um
- 8:12:16tanque que tem 12 L de água nele, abri
- 8:12:19aqui uma torneira e essa torneira aqui
- 8:12:20eu quero que saia dela 12 L a cada hora.
- 8:12:23Durante quantas horas isso vai
- 8:12:24acontecer?
- 8:12:24>> 1 hora.
- 8:12:24>> 1 hora. Agora não, não quero esses 12
- 8:12:26L/h não quero só 2 L/h. Ué, agora vai
- 8:12:27ficar 6 horas soltando esses 2 L/h. Tá
- 8:12:29bom. Não, tu falou o porco. Cuidado com
- 8:12:30o porco.
- 8:12:31>> É, exatamente. Não, é no fim aqui é 12
- 8:12:33L/h. Exatamente. 12 L/h. Eu quero agora
- 8:12:35só 2 L/h. Se eu quero só 2 L porh vai
- 8:12:37durar muito mais tempo. Vai durar seis
- 8:12:38vezes mais. Tá bom. E e aí fazendo uma
- 8:12:39analogia com o mundo da gente, assim, se
- 8:12:41você liga o celular
- 8:12:43>> e coloca ele no brilho de tela máximo,
- 8:12:45eh, vai jogar um jogo ali e usa o
- 8:12:47processamento dele no máximo, a bateria
- 8:12:49do celular vai acabar muito mais rápido.
- 8:12:51>> Perfeito.
- 8:12:51>> E se você colocar ele no modo de
- 8:12:52economia, diminuir brilho e tudo mais,
- 8:12:54ele vai requerer muito menos corrente
- 8:12:55elétrica para funcionar e com isso a
- 8:12:57bateria vai durar muito mais tempo. Isso
- 8:12:58em relação com a autonomia do carro
- 8:13:00elétrico.
- 8:13:01>> Eh, e a galera faz testes de autonomia
- 8:13:02de carro elétrico.
- 8:13:04recentemente lançou um carro de uma
- 8:13:05marca chamada Z que ele alcançou uma
- 8:13:07autonomia de mais de 1000 km. Isso é
- 8:13:10surreal, é brutal. Mas isso significa
- 8:13:12que uma pessoa que compra esse carro vai
- 8:13:14conseguir essa autonomia de 1000 km?
- 8:13:16Não. Por quê? Esse 1000 km ele foi
- 8:13:17medido numa condição bizarra. É uma
- 8:13:19pista extremamente plana que ele vai
- 8:13:21ficar ali e eh viajando ali de forma
- 8:13:24circular e tal. Autobá da Alemanha,
- 8:13:26>> velocidade 43 km/h, sei lá, uma parada
- 8:13:28assim que é medida em milho aí
- 8:13:29arredondando isso, 43 km/h. Aí tu
- 8:13:31imagina a pessoa que vai ficar fazendo
- 8:13:32esse teste, sentado no carro nessa
- 8:13:34velocidade e aí a a e com tudo desligado
- 8:13:37do carro e o carro sem opcionais
- 8:13:39importantes que não seria comercializado
- 8:13:41e tal. Ou seja, a bateria tá sendo e
- 8:13:43exigida numa corrente elétrica muito
- 8:13:45mais baixa do que no uso normal. Só que
- 8:13:46esse carro atinge 390 km/h. Então,
- 8:13:49quando você eh eh for utilizar esse
- 8:13:51carro na sua potência máxima, a corrente
- 8:13:53elétrica que vai sair da bateria é muito
- 8:13:55maior. Então a duração dela vai ser
- 8:13:56muito menor. E o contrário é para
- 8:13:58abastecer essa bateria, para colocar ela
- 8:14:01cheia de carga de novo, a gente tem a
- 8:14:02limitação da bomba que vai encher do
- 8:14:05>> Tem que ter muita corrente ali.
- 8:14:06>> Tem que ter muita corrente para você
- 8:14:07encher aquela bateria em pouco tempo.
- 8:14:09Agora se você não tem uma corrente muito
- 8:14:10elevada para encher a bateria,
- 8:14:11>> vai demorar muito.
- 8:14:12>> O tempo de carga vai ser de muitas
- 8:14:14horas. E a batalha hoje em dia é essa,
- 8:14:16eh, a conseguir um carregamento de até 5
- 8:14:18minutos em carros de grande bateria. Mas
- 8:14:21aí você precisa de muita corrente no
- 8:14:22carregador.
- 8:14:22>> E aí o carregador, imagina como que
- 8:14:24aquela corrente elétrica vai passar em
- 8:14:25grande quantidade num fio que é um fio
- 8:14:27normal, um fio de copo, vai derreter
- 8:14:28tudo. Vai der tudo
- 8:14:29>> e aí assim a as bombas, né, os os postos
- 8:14:33de fornecimento de de abastecimento de
- 8:14:35carro elétrico, eles têm ganhado
- 8:14:36versões, por exemplo, que são resfriadas
- 8:14:37a nitrogênio, tudo mais para garantir
- 8:14:39uma corrente elétrica elevada e um tempo
- 8:14:41de carga o mais baixo possível para
- 8:14:43cargos de carros de grande autonomia.
- 8:14:44>> Sensacional. Não, só ia comentar que
- 8:14:45esse iPhone aqui ele tem uma bateria e
- 8:14:47ela é uma bateria de, sei lá, deve ter
- 8:14:48uns 4000 mh só is só quer dizer que é
- 8:14:511000 vezes menor do que 1 ampóle, tá
- 8:14:52bom? Isso é quanto que tem que encher
- 8:14:54nela.
- 8:14:54>> E aí eu ligo ela numa certa tomada que
- 8:14:57vai fornecer um per de corrente aqui até
- 8:14:58encher. Depois que tá cheio, eu tirei da
- 8:14:59tomada, agora a bateria ela para de
- 8:15:01receber corrente e de se encher e ela
- 8:15:03começa a se depletar para fornecer
- 8:15:04corrente elétrica pros circuitos
- 8:15:05internos do celular funcionarem, certo?
- 8:15:07>> E isso vai ser uma certa duração a gente
- 8:15:09>> e isso vai, isso, exatamente, isso vai
- 8:15:10ser feito agora nas questões, tá bom?
- 8:15:11exemp elétrica foi, então vem aqui para
- 8:15:14cá, faz o check,
- 8:15:15>> faz o check aqui, né? Calma aí, deixa eu
- 8:15:17só ajeitar aqui esse quadro que já ficou
- 8:15:19bem pesado, tá? Então aqui temos
- 8:15:21corrente elétrica. Agora eu já vou até
- 8:15:22abrir um outro quadro e a gente continua
- 8:15:24ali. Rafael, agora eu vou te pedir o
- 8:15:26seguinte para você começar a ser porque
- 8:15:28eu tô tomando muito tempo, eu tô
- 8:15:30explicando muito, mas eu acredito que
- 8:15:31nessa aproximadamente, cara, tá, foi 1
- 8:15:33hora e quase 1 hora 10 de aula, a gente
- 8:15:36junto, principalmente também com esse
- 8:15:37meu hábito de tomar muito tempo, a gente
- 8:15:39pavimentou uma inteligência muito forte.
- 8:15:41Agora eu queria que você usasse um
- 8:15:43talento teu que eu não tenho, que é o
- 8:15:45talento de ser conciso, que é o talento
- 8:15:46de ser sintético nos próximos elementos,
- 8:15:47senão a gente não termina mais isso
- 8:15:49aqui. E também não dá para absorver
- 8:15:51tanta coisa assim, tá? Então isso aqui
- 8:15:53acho que foi bom para construir o que a
- 8:15:54gente construiu, mas agora eu vou te
- 8:15:55pedir para você controlar mais o ritmo
- 8:15:57da aula e não não e e usar mesmo aquilo
- 8:15:59coisa que você sabe fazer com a tua
- 8:16:00experiência, né, que é ser muito
- 8:16:02conciso.
- 8:16:03>> Repara, a gente bateu aqui campo
- 8:16:04elétrico, DDP, corrente elétrica,
- 8:16:05falamos de kit e tudo mais,
- 8:16:07>> falou de muita coisa já.
- 8:16:07>> Agora a gente vai entrar aqui nessa
- 8:16:09sequência.
- 8:16:09>> É, então esse aqui é o novo quadro, que
- 8:16:10é o quadro do Rafael.
- 8:16:11>> Então vamos lá. Eu vou falar agora com
- 8:16:12vocês sobre resistência elétrica, que é
- 8:16:14uma das grandezas muito importantes pra
- 8:16:15gente falar sobre circuitos. E o que é
- 8:16:17resistência elétrica? Eu quero que vocês
- 8:16:18entendem, entendam e guardem que a
- 8:16:20resistência é um número que representa o
- 8:16:22equipamento, é a identidade do
- 8:16:23equipamento. Isso porque pelas grandezas
- 8:16:25que a gente já falou até agora, nenhuma
- 8:16:27delas é exatamente do equipamento. Por
- 8:16:29exemplo, a voltagem que eu entrego pro
- 8:16:31equipamento,
- 8:16:32>> ela não é um número fixo, ela não é um
- 8:16:34número do equipamento.
- 8:16:35>> Consequentemente, a corrente elétrica
- 8:16:37que passa pelo equipamento também não é
- 8:16:38um número fixo, não é o número do
- 8:16:39equipamento.
- 8:16:40>> Sim.
- 8:16:41>> Então, há necessidade de estabelecer um
- 8:16:42número que seja do equipamento e que
- 8:16:43seja fixo independente da tomada onde eu
- 8:16:45ligue esse equipamento. E esse número
- 8:16:47não existia. Até que um cara cujo
- 8:16:48sobrenome é OM, eh, cadê aqui a caneta?
- 8:16:52Tá aqui. Um cara cujo sobrenome é OM
- 8:16:54percebeu uma coisa brutal. Ele percebeu
- 8:16:57que se ele dividisse a voltagem em que o
- 8:16:59equipamento está conectado, né, pela
- 8:17:01corrente que passa por ele nessas
- 8:17:03condições, liguei ali o equipamento no
- 8:17:05100 V.
- 8:17:05>> Aham.
- 8:17:06>> Que corrente tá passando por ele? Ah, 5
- 8:17:07amp. Então tá, 100 V, 5 A. Essa razão
- 8:17:12era constante. Ou seja, se eu ligasse
- 8:17:13esse mesmo equipamento em 200 V, a
- 8:17:15corrente seria o dobro.
- 8:17:16>> Aham.
- 8:17:17>> Entende? Ah,
- 8:17:17>> então ele percebeu que havia uma
- 8:17:18constância na relação entre voltagem e
- 8:17:20corrente. A essa relação ele deu o nome
- 8:17:23de resistência elétrica. Ou seja, isso
- 8:17:25aqui é resistência elétrica e a unidade
- 8:17:27de medida seria o volt por amp. Mas é
- 8:17:30claro que como a descoberta foi de um
- 8:17:32cara cujo sobrenome é OM, a unidade de
- 8:17:34medida ao invés de se chamar voltou a se
- 8:17:37chamar. Ah, e para não usar e para não
- 8:17:42usar o O como unidade de medida,
- 8:17:45foi estabelecido o uso do ômega, que é o
- 8:17:47O também, mas
- 8:17:48>> Aham.
- 8:17:49>> Eh, de outra forma,
- 8:17:50>> tá?
- 8:17:50>> Essa equação, ela é fundamental pra aula
- 8:17:53de eletricidade e ela é vista por nós
- 8:17:55muito mais desse jeitinho aqui. V igual
- 8:17:58a R.
- 8:17:58>> É isso que eu ia falar, pô. Eu tô
- 8:17:59acostumado muito.
- 8:18:00>> V R. Esse é o jeito que ela aparece pra
- 8:18:02gente normalmente, mas esse foi o jeito
- 8:18:04com o qual ela foi concebida. Então, ou
- 8:18:06seja, eu peguei um equipamento, liguei
- 8:18:07esse equipamento no 100 V, observei que
- 8:18:09passou uma corrente de 2p por ele. Agora
- 8:18:11eu venho lá, se eu ligar ele no 200 V, o
- 8:18:13cara observou o seguinte: quando eu ligo
- 8:18:14no 200, passo uma corrente de 4. Ué, 100
- 8:18:16di por 2, 50, é constante. Agora eu
- 8:18:19liguei no 200, passou 4, que também dá
- 8:18:2150. Esse cara aqui,
- 8:18:22>> eu passo a dizer que esse equipamento é
- 8:18:23um equipamento de 50,
- 8:18:24>> 50m de resistência. Esse é o número do
- 8:18:26equipamento independente onde ele seja
- 8:18:27ligado.
- 8:18:27>> E aí a percepção desse número, até
- 8:18:29analisando aqui por essa equação, é que
- 8:18:31ele modula a corrente elétrica.
- 8:18:33>> Sim. Ou seja, se eu pego numa tomada e
- 8:18:35conecto nela um equipamento de
- 8:18:37resistência tal, eh, por exemplo, de 100
- 8:18:39ohms de resistência, liguei lá na
- 8:18:41tomada. Tomada tem 100 V, aí liguei nela
- 8:18:43o equipamento de 10 ohms.
- 8:18:44>> Uhum.
- 8:18:45>> Vai passar uma certa corrente elétrica.
- 8:18:46Então, por esse equipamento,
- 8:18:48>> se eu mudo o equipamento para um
- 8:18:49equipamento de 20 ohms,
- 8:18:50>> Uhum.
- 8:18:51>> vai acontecer uma mudança no valor da
- 8:18:52corrente elétrica. Repara, eu tô mudando
- 8:18:54o equipamento em que eu ligo em uma
- 8:18:56tomada, a corrente elétrica fica
- 8:18:57mudando. Eh, aliás, a gente pode fazer
- 8:18:59até isso com o mesmo equipamento, por
- 8:19:00exemplo, chuveiro elétrico. Se eu coloco
- 8:19:02chuveiro elétrico na posição inverno,
- 8:19:04ele está ligado numa resistência que é a
- 8:19:07resistência do inverno.
- 8:19:08>> Eu passando ele pro verão, ele estará
- 8:19:10ligado numa outra resistência que é a
- 8:19:12resistência do verão.
- 8:19:13>> Sim.
- 8:19:13>> E nessa mudança de posição do chuveiro
- 8:19:15elétrico, a corrente elétrica que vai
- 8:19:17passar pelo chuveiro vai mudando também.
- 8:19:18Perfeito.
- 8:19:19>> Essa equação é fundamental e ela tem um
- 8:19:21nome. Ela é chamada de primeira lei de
- 8:19:24OM.
- 8:19:25>> Perfeito. Primeira lei de OM. Pode
- 8:19:27mostrar aquele negócio que você mostrava
- 8:19:28da proporcionalidade ali, mantendo um
- 8:19:30constante, que é equivoção dos dois.
- 8:19:31>> Ah, sim. E é como essa essa é uma
- 8:19:33equação é muito usada para fazer
- 8:19:34comparação, é legal que vocês percebam
- 8:19:37que toda comparação exige que você firme
- 8:19:39um número como constante. E o Enem vai
- 8:19:41fazer isso de forma brilhante. Ele vai
- 8:19:43propor para você eh o uso de um
- 8:19:45equipamento em uma em dois cenários. E
- 8:19:47nessa mudança de cenários, uma dessas
- 8:19:49três grandezas não vai mudar. E aí você
- 8:19:51vai fazer uma análise sobre as duas
- 8:19:52outras que sobraram. Eu vou dar exemplos
- 8:19:54aqui. Eh, eu vou pegar esse exemplo de
- 8:19:56novo do chuveiro, tá?
- 8:19:57>> Ótimo. Ótimo. É o melhor exemplo. Cai
- 8:19:58direto.
- 8:19:59>> Exato. Eu tenho aqui e
- 8:20:00>> tu simulou alguns casos, então, reais.
- 8:20:02>> Vou simular. Eu tenho aqui, pera aí,
- 8:20:05deixa eu colocar dois dois fios de cores
- 8:20:07diferentes,
- 8:20:07>> tá?
- 8:20:08>> Eu tenho aqui um fio. Essa aqui é uma
- 8:20:09tomada, tá? Só para vocês entenderem.
- 8:20:11>> Deixa eu ampliar aqui pra galera ficar
- 8:20:13com um foco bom.
- 8:20:14>> Eh, eu tenho aqui uma tomada. E e dessa
- 8:20:17tombada saem dois fios e a esses dois
- 8:20:19fios eu vou ligar um chuveiro, um
- 8:20:21chuveiro elétrico. Ou seja, esse
- 8:20:23chuveiro ficará submetido a uma DDP, que
- 8:20:25é a DDP dessa tomada.
- 8:20:27>> Uhum.
- 8:20:27>> Digamos que a ddp dessa tomada seja de
- 8:20:29100 V, certo?
- 8:20:30>> Daí eu vou conectar esse chuveiro e vou
- 8:20:32ligar, ah, tá num invernozinho, vou
- 8:20:33ligar ele na posição inverno. Ligar na
- 8:20:35posição inverno. Que que significa isso?
- 8:20:38Na hora que eu conectar ele na chave da
- 8:20:39posição inverno, ele vai assumir uma
- 8:20:40resistência que eu vou chamar de
- 8:20:41resistência do inverno.
- 8:20:42>> Ele vai esquentar mais. Já parece isso?
- 8:20:44É porque no inverno eu preciso que eles
- 8:20:45quente mais.
- 8:20:46>> Sim,
- 8:20:47>> essa é a situação. A,
- 8:20:50>> certo, mas mudou de estação, o dia tá
- 8:20:52mais quente e tal. Eu percebi que ele
- 8:20:54ligado na posição inverno tá esquentando
- 8:20:55muito, tá me queimando e aí eu vou mudar
- 8:20:57lá ele paraa posição verão.
- 8:20:58>> Aham.
- 8:21:00>> Nisso ele vai assumir a resistência da
- 8:21:02posição verão.
- 8:21:04>> Caramba, já tem essa complexidade aí,
- 8:21:06né? O cara às vezes os caras, o cara às
- 8:21:08vezes assume assim, a resistência nunca
- 8:21:09muda pro mesmo equipamento, mas tem,
- 8:21:11>> opa, não tem. Eh, se o equipamento tem
- 8:21:13mudança de de comportamento de acordo
- 8:21:16com com as situações, ele provavelmente
- 8:21:18a resistência dele mude. Eh, vamos pegar
- 8:21:20exemplos aqui, ó. A lâmpada aqui tem tem
- 8:21:22um nesses projetores. O dier é o
- 8:21:25equipamento que muda a intensidade da
- 8:21:27luz e a intensidade da luz está
- 8:21:29relacionada à quantidade de energia que
- 8:21:31ela recebe e tudo mais.
- 8:21:32>> Perfeito.
- 8:21:32>> Tá? Quando eu altero o dier dali, o que
- 8:21:34eu estou alterando no fundo, no fundo é
- 8:21:36a resistência elétrica daquele
- 8:21:37equipamento.
- 8:21:38>> Perfeito.
- 8:21:38>> Ele ele antes de chegar na lâmpada
- 8:21:40existe ali um equipamento que faz
- 8:21:42alteração. Não é a lâmpada que altera,
- 8:21:43nesse caso, não é a lâmpada que altera
- 8:21:44resistência porque seria muito ruim pra
- 8:21:46lâmpada, mas é um equipamento que vem, é
- 8:21:47uma resistência que tem antes da lâmpada
- 8:21:49>> que ou vai ficar maior ou vai ficar
- 8:21:50menor de acordo com o que a gente
- 8:21:51queira. Mas aí que vem o problema. Se
- 8:21:54você falar assim, ó, ah, não, com
- 8:21:55certeza. Se a lâmpada vai brilhar menos,
- 8:21:56a resistência diminuiu. Ou se a lâmpada
- 8:21:58vai brilhar mais, a resistência
- 8:21:59aumentou. Se você ficar,
- 8:22:01>> se você vai ficar nessa jogada assim de
- 8:22:03especular o que vai acontecer com o
- 8:22:05equipamento, baseado num pensamento de,
- 8:22:07ah, quanto maior a resistência, mais
- 8:22:08difícil é paraa passagem de elétrons,
- 8:22:10tá? Se você ficar nessa especulação,
- 8:22:12fatalmente você vai errar a análise,
- 8:22:13>> porque a análise de situações como essa
- 8:22:15exige que você coloque a fórmula
- 8:22:18>> e analise as proporcionalidades das
- 8:22:20grandezas que estão na fórmula. Mas
- 8:22:21deixa eu ensinar a fazer isso de um
- 8:22:23jeito bem legal. Tá bom?
- 8:22:24>> Eh, eu quero saber o que vai acontecer
- 8:22:28aqui com esse chuveiro para o que vai
- 8:22:30acontecer com as resistências elétricas,
- 8:22:32como elas se comportam, se eu quiser que
- 8:22:34a corrente elétrica que passa pelo
- 8:22:35chuveiro não mude,
- 8:22:36>> tá?
- 8:22:37>> Tô fazendo aqui uma situação hipotética,
- 8:22:38>> tá? Desculpa, desculpa, desculpa. Quem
- 8:22:40não vai mudar aqui? Desculpa, desculpa,
- 8:22:41desculpa. Falei uma uma besteira aqui.
- 8:22:43Eu já tenho alguém que não vai mudar
- 8:22:44aqui, tá? Eu tenho alguém que não vai
- 8:22:46mudar, que é a voltagem. Essa voltagem
- 8:22:48tá constante. Então agora a partir da
- 8:22:50percepção de que a voltagem é constante
- 8:22:52e de que eu tenho resistências
- 8:22:53diferentes para uma mesma situação, eu
- 8:22:55vou conceber que eu também terei
- 8:22:56correntes diferentes.
- 8:22:58>> Perfeito?
- 8:22:58>> Então eu tenho uma corrente que acontece
- 8:23:00quando o chuveiro tá ligado na
- 8:23:02resistência do inverno. Eu vou chamar de
- 8:23:03corrente do inverno.
- 8:23:04>> Uhum.
- 8:23:05>> E eu tenho uma outra corrente que é a
- 8:23:07corrente do verão.
- 8:23:09Coloca essa situação pensada e posta na
- 8:23:12equação V = R.
- 8:23:14>> Tá bom? Olha a conclusão que a gente
- 8:23:16chega. O fato é que a voltagem não vai
- 8:23:17mudar.
- 8:23:18>> Se eu quero que a voltagem fique
- 8:23:19constante, qual é a relação de proporção
- 8:23:22entre resistência e corrente?
- 8:23:23>> Estão se multiplicando então
- 8:23:24inversamente proporcional. São
- 8:23:25inversamente proporcionais. Ou seja, se
- 8:23:26a resistência aumenta, a corrente
- 8:23:29diminui. E é isso que você tem que
- 8:23:30guardar na memória.
- 8:23:31>> Porque o que o vestibular vai fazer
- 8:23:32agora, o que que o Enem vai fazer agora?
- 8:23:34Ele vai te falar alguma coisa. Sim.
- 8:23:36>> Sobre a corrente, por exemplo, vai falar
- 8:23:38assim, ó, nessas condições aqui, na
- 8:23:39condição eh do inverno, a corrente
- 8:23:42diminui. Aí, então você já vai
- 8:23:44estabelecer mentalmente aqui que por
- 8:23:46isso a resistência vai aumentar.
- 8:23:47>> Mas eu posso inferir, posso assumir que
- 8:23:49no inverno, como ele esquenta mais, a
- 8:23:51corrente aumenta.
- 8:23:52>> Você não pode inferir isso diretamente.
- 8:23:54A gente infere isso se a gente vai
- 8:23:56analisar, a gente infere, não, a gente
- 8:23:58define isso se a gente for analisar uma
- 8:24:00outra equação que eu vou trabalhar com
- 8:24:01eles daqui a pouco, que é o P ig VZ em
- 8:24:03si. Porque assim, ó, vamos lá. P a
- 8:24:05potência, V a voltagem e I a corrente.
- 8:24:09Eu vou aprofundar potência daqui a
- 8:24:11pouco, mas olha só, em qual dessas duas
- 8:24:13posições aqui, inverno ou verão, eu
- 8:24:15quero que chuveiros quente mais?
- 8:24:17>> Entendi. É no inverno
- 8:24:17>> é na posição inverno. Então, nessa
- 8:24:19posição inverno
- 8:24:20>> eu quero mais,
- 8:24:20>> a potência é maior.
- 8:24:22>> Aham.
- 8:24:22>> Mas entre essas duas posições, a
- 8:24:24voltagem não ficou constante?
- 8:24:25>> Sim, sim, sim.
- 8:24:26>> Tá. Então, infere sobre a corrente. O
- 8:24:28que que
- 8:24:28>> só que a potência e a corrente nessa
- 8:24:29equação são diretamente proporcionais?
- 8:24:30Então, a potência tá maior porque a
- 8:24:32corrente aumentou.
- 8:24:33É essa deixa essa é essa jogada aqui que
- 8:24:37estará no enunciado dessa mesma questão.
- 8:24:38>> Perfeito.
- 8:24:39>> Então você a partir dessa conclusão
- 8:24:41>> agora sim
- 8:24:41>> descobriu que a corrente no inverno é
- 8:24:43maior.
- 8:24:43>> Perfeito.
- 8:24:44>> Então se a corrente no inverno é maior,
- 8:24:45>> tu não quer, tu não quer esse raciocínio
- 8:24:47de de intuição, né? Perigoso isso aí,
- 8:24:49né?
- 8:24:49>> Perigoso. Se a corrente no inverno é
- 8:24:52maior, deixa eu apagar aqui, a gente já
- 8:24:54sabe qual é a relação entre
- 8:24:55resistências. Concorda comigo?
- 8:24:57>> Aham. Então, se eu boto aqui, ó, a
- 8:24:59corrente no inverno, foi isso que a
- 8:25:01gente estabeleceu ali, a corrente no
- 8:25:02inverno é maior.
- 8:25:03>> Sim.
- 8:25:04>> Logo, a resistência do inverno é menor.
- 8:25:06>> Perfeito.
- 8:25:07>> Pronto. Aqui você não está especulando,
- 8:25:10você não está inferindo assim de forma
- 8:25:12arbitrária, você está concluindo com
- 8:25:14base nas duas equações principais da da
- 8:25:16aula.
- 8:25:17>> Perfeito.
- 8:25:17>> Aqui não tem erro. Ótimo. Guardem isso.
- 8:25:20Para fazer comparações entre grandezas
- 8:25:22da eletricidade, não só da eletricidade,
- 8:25:24né, mas da eletricidade, bem explorado.
- 8:25:25Para fazer comparações, não façam
- 8:25:27especulações, coloca a fórmula. Na
- 8:25:29verdade, você vai colocar as fórmulas,
- 8:25:30porque essas duas fórmulas são usadas
- 8:25:32para fazer esse tipo de comparação. E de
- 8:25:33acordo com o enunciado do problema, você
- 8:25:35primeiro vai estabelecer qual das
- 8:25:36grandezas fica constante na situação.
- 8:25:39Estabelecida essa constante, você
- 8:25:40analisa o comportamento das outras duas,
- 8:25:42se é direto ou inversamente
- 8:25:43proporcionais. E aí eu vou pegar agora
- 8:25:44um outro caso aqui. Eu vou agora mudar
- 8:25:46de tomada,
- 8:25:47>> tá bom? Eu tenho uma lâmpada
- 8:25:48incandescente, tá?
- 8:25:49>> Que eu ligo na tomada de 110,
- 8:25:52mas eu quero agora ligar essa mesma
- 8:25:54lâmpada, a mesma lâmpada, numa outra
- 8:25:56tomada de 150 V.
- 8:25:57>> A lâmpada eu sei que não é um
- 8:25:58equipamento que possibilita modular a
- 8:26:00resistência dela. Então é antes que eu
- 8:26:01tivesse com ela conectado em um diner, o
- 8:26:03que não é o caso.
- 8:26:05>> Vamos pensar aqui nessa situação que eu
- 8:26:06tô propondo. Eu tenho duas tomadas,
- 8:26:09tomada A
- 8:26:12e tomada B.
- 8:26:15Essas duas tomadas
- 8:26:18tem por consequência voltagens
- 8:26:19diferentes. Já até citei. Essa daqui é a
- 8:26:21tomada de 127 V e essa aqui é tomada de
- 8:26:23150 V,
- 8:26:24>> certo?
- 8:26:25>> E eu vou pegar uma lâmpada que tá aqui e
- 8:26:27eu peguei aqui um um rabicho aqui,
- 8:26:28conectei ali. Eu vou pegar uma mesma
- 8:26:30lâmpada e vou mudar de tomada. Eu quero
- 8:26:31saber o que acontece com a corrente,
- 8:26:33>> certo? Eu começaria agora com base no
- 8:26:34que você disse, botando V ig.
- 8:26:36>> Perfeito. E por que que você vai botar V
- 8:26:37ig? Porque nesse problema proposto, eu
- 8:26:39falei sobre voltagem, que foi a voltagem
- 8:26:40das tomada. Eu falei sobre a lâmpada, ou
- 8:26:42seja, eu falei sobre resistência, porque
- 8:26:43o único número que é do equipamento de
- 8:26:45fato é a resistência. E eu tô
- 8:26:47perguntando para você sobre corrente.
- 8:26:48>> Perfeito.
- 8:26:49>> Essas três grandezas se relacionam nessa
- 8:26:50equação. V R.
- 8:26:51>> Ah, boa.
- 8:26:52>> Então é ela que a gente vai usar para
- 8:26:53analisar essa situação. V R, tá? Qual
- 8:26:56dessas três grandezas não muda na
- 8:26:57análise?
- 8:26:58>> R.
- 8:26:58>> R. Então esse cara eu já vou escrever
- 8:27:00que ele é constante,
- 8:27:01>> tá? E agora qual é a relação de
- 8:27:03proporcionalidade entre V e
- 8:27:04>> diretamente proporcional.
- 8:27:05>> Diretamente proporcionais. Ou seja, se a
- 8:27:06voltagem aumenta na mudança de tomada, a
- 8:27:08corrente que passa por ele vai aumentar
- 8:27:10também. Aham.
- 8:27:10>> Aí o cara vem e pergunta, mas Rafael, e
- 8:27:12o e o brilho dessa?
- 8:27:14>> O que acontece com o brilho? Tudo que a
- 8:27:16gente remete a a conversão de energia no
- 8:27:18mundo elétrico, a gente tem que associar
- 8:27:19diretamente à potência.
- 8:27:20>> Então, se eu vou falar assim, ó, ah,
- 8:27:21essa lâmpada vai brilhar mais ou vai
- 8:27:22brilhar menos? Você tem que descobrir o
- 8:27:24que acontece com a potência. E se eu vou
- 8:27:25falar sobre potência, eu preciso
- 8:27:27>> trazer aquela outra equação,
- 8:27:29>> perfeito.
- 8:27:29>> Que é a equação P = V x. P = V x V x. E
- 8:27:32a gente aqui já sabe algumas coisas. Eu
- 8:27:33quero saber o que acontece com a
- 8:27:35potência.
- 8:27:35>> Vou falar umas coisas aqui rápido sobre
- 8:27:36potência, galera. A gente vai entrar
- 8:27:37agora em potência. Até que a gente
- 8:27:39conseguiu avançar mais rápido agora, né,
- 8:27:40galera? Quando a gente fala de potência,
- 8:27:42a gente tá falando simplesmente de uma
- 8:27:43taxa também, tá? Potência é uma taxa de
- 8:27:45entrega de energia, beleza? Energia na
- 8:27:48física a gente pode medir em calorias ou
- 8:27:50pode medir em jaules. Gabriel, tu pode
- 8:27:52tentar arrumar lá para cima e para mim
- 8:27:54aquele equipamento que eu comprei,
- 8:27:56lembra qual era? Tem um equipamento que
- 8:27:57eu comprei. É exatamente esse. É sem
- 8:27:59pressa. Quando quando ele chegar aqui
- 8:28:01com o equipamento, eu vou mostrar para
- 8:28:02vocês uma coisa extremamente
- 8:28:04interessante, tá bom? Se tiver um balde
- 8:28:06lá em cima também pode trazer, mas o
- 8:28:07principal é o equipamento mesmo. Vocês
- 8:28:08vão ver em breve, ele vai chegar aqui
- 8:28:10com equipamento que vai mudar todo o
- 8:28:11ritmo da aula, tá bom? P = VI, tá? Isso
- 8:28:14aqui ele falou que é potência. Mas agora
- 8:28:16introduzindo potência aqui. Potência a
- 8:28:18gente sabe que é energia sobre tempo,
- 8:28:21tá? Então potência é quanta energia eu
- 8:28:22tô entregando a cada unidade de tempo.
- 8:28:24Então, por exemplo, se eu tenho aqui,
- 8:28:25olha, consegui te entregar 100 Jules de
- 8:28:28energia, isso aqui num período de 5
- 8:28:30segundos, tu recebeu um total de 100
- 8:28:32Jes, mas eu demorei 5 segundos para te
- 8:28:34entregar. Se eu executo aqui essa
- 8:28:35divisão, eu descubro que eu te entreguei
- 8:28:3720 Jules a cada 1 segundo. Tá vendo isso
- 8:28:40aqui que eu chamei de Jule por segundo?
- 8:28:42Eu posso trocar agora esse nome Jule por
- 8:28:45segundo para wat, que é o W. Então, na
- 8:28:47verdade, essa potência em que eu te
- 8:28:49entreguei 100 ja de energia, detalhe,
- 8:28:51>> posso ter te entregado 100 G de energia
- 8:28:53te empurrando, posso ter te entregado
- 8:28:55100 J de energia aquecendo você, te
- 8:28:57dando um choque. Dá para entregar 100
- 8:29:00Jules de várias formas, tá bom? Mas
- 8:29:02independente de qual foi a forma, a
- 8:29:04potência, Rafael diria, não sei o que
- 8:29:05que você acha dessa afirmação, que
- 8:29:07quando a gente fala de potência e
- 8:29:08energia é o que a gente consegue
- 8:29:09unificar toda a física. É aqui que a
- 8:29:11gente consegue mexer,
- 8:29:12>> a gente consegue transitar,
- 8:29:13>> tem questões que parecem muito complexas
- 8:29:15pro cara que eu nem vou dizer pro cara
- 8:29:16que é um aluno de baixo desempenho, para
- 8:29:18qualquer aluno, independente de quantos
- 8:29:19acetos passa, mas que ele não tem uma
- 8:29:20boa imaginação física. Por exemplo, uma
- 8:29:21questão que diga assim, ó, tenho aqui um
- 8:29:23equipamento elétrico que aquece água. É
- 8:29:26um bastão de aquecimento. Esse bastão tá
- 8:29:27ligado numa tomada de 200 V e por ele
- 8:29:29circula uma corrente de 5 A. Eu vou
- 8:29:30pegar agora um balde. Dentro desse balde
- 8:29:32eu tenho 500 ml de água. Esse balde está
- 8:29:33a 20ºC e eu tô querendo, eu vou deixar
- 8:29:36esse equipamento mergulhado lá por 30
- 8:29:37segundos e quero saber qual vai ser a
- 8:29:38temperatura final desse balde. Pô, essa
- 8:29:40é uma questão ridícula.
- 8:29:41>> Essa é uma questãoia no tempo.
- 8:29:43>> Essa não é uma questão fácil, essa é uma
- 8:29:44questão pateticamente fácil,
- 8:29:46>> mas ao mesmo tempo ela é considerada na
- 8:29:48prática em uma questão bem difícil que
- 8:29:50já caiu várias vezes inclusive. E a
- 8:29:51gente vai exatamente isso é maravilhoso.
- 8:29:53Isso aqui eu acho que é é o é o grande
- 8:29:54coração. Se o cara aprende isso, ele
- 8:29:56fica muito bem. Ele começa a ter uma
- 8:29:57fluidez absurda. Isso aqui é a equação
- 8:29:59principal da potência. A potência é
- 8:30:00sempre energia por tempo.
- 8:30:03>> Se a gente volta aqui 100 Jes. Então,
- 8:30:04por exemplo, se eu tá aqui o Rafael
- 8:30:05agora, fica aqui parado rapidinho. Se eu
- 8:30:07ficar aqui agora empurrando ele, eu tô
- 8:30:09entregando energia para ele e eu vou
- 8:30:10ficar um tempo fazendo isso. Eu posso
- 8:30:11fazer um cálculo de qual foi a potência
- 8:30:12mecânica que eu empreguei aqui. Seria
- 8:30:14enorme de energia no tempo,
- 8:30:15>> seria enormemente complexo numa situação
- 8:30:17real dessa que tu emprega resistência,
- 8:30:18tem atrito, mas a gente poderia fazer
- 8:30:19isso. Eu poderia depois que eu
- 8:30:21descobrisse, pô, na verdade eu entreguei
- 8:30:22aqui pro Rafael 2000 J de energia ao
- 8:30:25longo de 10 segundos. Eu fiz 200 W de
- 8:30:27potência aqui. Eu poderia logo depois
- 8:30:29falar: "I se eu tivesse usado a energia
- 8:30:30do empurrão para aquecer a água, tá
- 8:30:31bom?" E a gente veria isso. Quando a
- 8:30:33gente tá aqui, então a gente descobriu
- 8:30:34que são 20 J segundo. A gente troca esse
- 8:30:3620 J/ segundo e escreve 20 W. Viu essa
- 8:30:40letra W, viu esse W, você sabe que isso
- 8:30:41significa Jule por segundo, tá bom?
- 8:30:44Exatamente. Os equipamentos, da mesma
- 8:30:45forma que a corrente elétrica, o
- 8:30:46equipamento ele passa por ele 3 amp. Mas
- 8:30:48se tu quer saber quanta carga realmente
- 8:30:51foi entregue para aquilo ali, tu tem que
- 8:30:52ver o tempo que aquilo ficou, tá? 3 amp.
- 8:30:54E aí? 3 amp é significa 3 cúmbos por
- 8:30:56segundo. Mas quantos segundos? Ah, 5
- 8:30:57segundos. Então a gente entregou 15
- 8:30:59cúlmos para esse cara. Mesma coisa aqui.
- 8:31:01Esse esse equipamentos aqui, por
- 8:31:01exemplo, eu tô com refletores aqui,
- 8:31:03luzes que são luzes de 200 W. Essas
- 8:31:05luzes aqui, elas são luzes de 200 W, tá
- 8:31:07bom? Só que embora elas sejam luzes de
- 8:31:08200 W, eu tô usando elas ali em 20% de
- 8:31:10potência. Então, na verdade, eu tô
- 8:31:11usando ali uns 40 W dessas luzes
- 8:31:14aproximadamente. O que que quer dizer
- 8:31:15sobre o custo da minha conta de energia
- 8:31:17isso aqui? Ai, 40 W, cara. 40 W não
- 8:31:20fornecem nenhuma informação para que por
- 8:31:22si só eu possa fazer cálculo algum. 40
- 8:31:25W. Só quer dizer que esse refletor tá
- 8:31:26entregando 40 W, 40 J por segundo.
- 8:31:28Agora, se eu falar assim: "Olha, fiquei
- 8:31:31entregando, presta atenção nisso aqui
- 8:31:32agora, que isso é importantíssimo, isso
- 8:31:33vai cair esse ano, isso é um fato. Isso
- 8:31:35que eu tô mostrando aqui agora, esses
- 8:31:35raciocínios, eu estou te garantindo que
- 8:31:37isso vai cair na prova esse ano. Sou eu,
- 8:31:40não é o Rafael que não precisa, né? Se
- 8:31:42pode não cair, mas eu coloco aqui
- 8:31:44>> e vai cair. Tu também coloca? Não sei.
- 8:31:45>> Coloca a mão no fogo.
- 8:31:46>> Coloca a mão no fogo mesmo. Eu não sabia
- 8:31:47que você ia fazer isso. Você
- 8:31:48>> eletricidade tema importante.
- 8:31:50>> Mas isso aqui vate
- 8:31:51>> é a potência. Potência é um tema.
- 8:31:53>> Eu bato martelo que vai cair esse ano.
- 8:31:56Isso cai todo ano. Agora o seguinte,
- 8:31:58esse refletor aqui tá em 40 W. Eu vou
- 8:32:00dizer para você, só para simplificar,
- 8:32:01que ele ficou um minuto ligado. Quanto
- 8:32:03que eu vou pagar na minha conta de luz?
- 8:32:04Nesse caso, é o seguinte, é 40 W, mas
- 8:32:06isso aqui acontece ao longo de um
- 8:32:08minutinho. Mas o que significa 40 W?
- 8:32:10Significa o qu, cara? Ele te entrega 40
- 8:32:12Jules a cada 1 segundo, tá? Mas não foi
- 8:32:151 segundo que ele ficou ligado. Ele
- 8:32:16ficou ligado por 60 segundos. Então eu
- 8:32:19consigo saber o quê? 40 x 60 aqui vai me
- 8:32:21dar 2400
- 8:32:24jaes que foram entregues.
- 8:32:26>> E eu escrevi 2000, mas eu disse 2400.
- 8:32:28Foram 2400 que foram entregues. Tá?
- 8:32:30Agora eu gastei 2400 de energia, mas na
- 8:32:33minha conta de luz eles não eles não
- 8:32:34fazem o cálculo assim, a quanto custa
- 8:32:36cada ja? Eles us, utilizam uma unidade
- 8:32:37que é muito mais apropriada para esse
- 8:32:39tipo de cálculo aqui, que é a seguinte
- 8:32:40unidade. Olha só, só quero que você note
- 8:32:43que tudo que eu fiz aqui em cima, o que
- 8:32:44que aconteceu, né? Eu tinha ali uma
- 8:32:46potência que ela era uma potência de 40
- 8:32:48W. Quando eu quis descobrir realmente
- 8:32:50qual era a energia que foi gasta, eu não
- 8:32:52peguei essa potência aqui e multipliquei
- 8:32:54pelo tempo. Foi isso. Só que eu peguei a
- 8:32:56potência aqui em wats e multipliquei
- 8:32:58pelo tempo aqui em segundos, tá bom?
- 8:32:59Essa potência aqui em wats, a gente sabe
- 8:33:01sido que é Jule por segundo. Quando eu
- 8:33:02multiplico uma coisa que ela é J por
- 8:33:04segundo por segundo, eu descubro o valor
- 8:33:06em Jes. Por isso que eu descobri 2400 J.
- 8:33:08Se eu tivesse feito uma escolha até mais
- 8:33:10inteligente, que é o seguinte, ó, esse
- 8:33:12equipamento aqui é um equipamento de 40
- 8:33:15W, essa aqui é a potência dele. Eu vou
- 8:33:16de novo multiplicar pelo tempo para
- 8:33:17obter energia, só que eu vou fazer
- 8:33:18melhor dessa vez. O equipamento ficou
- 8:33:20duas horas ligado, tá bom? Então
- 8:33:21multiplico por dois. Pedro, você não
- 8:33:22botou em segundo? Não, botei em hora
- 8:33:24mesmo. E que unidade que vai dar agora?
- 8:33:26Wat vezes hora? Adivinha que unidade que
- 8:33:27vai dar wat vezes hora? 40 x 2 eu sei
- 8:33:29que dá 80, mas e a unidade, né? Aqui a
- 8:33:32gente tinha wat, aqui a gente tinha
- 8:33:32hora. Quando tinha wat e segundo, a
- 8:33:34gente cortava o segundo com segundo,
- 8:33:35ficava. Agora que tem wat vezes hora é
- 8:33:3780
- 8:33:38>> WH, wat hh, que da mesma forma, por isso
- 8:33:40que eu expliquei aquilo aquela hora, da
- 8:33:41mesma forma que amphora não é corrente,
- 8:33:43é carga, wat hora não é potência sendo
- 8:33:46entregue, é energia que já foi entregue.
- 8:33:48É um total de energia que pode inclusive
- 8:33:50estar dentro de uma bateria em alguns
- 8:33:51contextos, tá bom? E na minha conta de
- 8:33:53luz, o que que vai vir escrito? Eu sei
- 8:33:54que esse equipamento ligado uma hora
- 8:33:56gastou isso aqui, tá? 80 WH. Na minha
- 8:33:58conta de luz vai tá escrito quanto custa
- 8:34:01o wat hora. Claro que vai tá escrito, na
- 8:34:02verdade lá o kwhh, porque se fosse wat
- 8:34:05hora a gente ia gastar milhões de WH, ia
- 8:34:07gastar milhares de WH,
- 8:34:09>> ia ficar muito grande. Então o qual a
- 8:34:10diferença do WH pro kW hh? Nenhuma. É só
- 8:34:14que o kW é uma unidade 1000 vezes maior.
- 8:34:16Então posso me dar o luxo de dividir
- 8:34:17esse número por 1000. Divide por 10,
- 8:34:19divide aqui por mais um 10 e fica 0,08
- 8:34:22kWh. Agora sim, o que vai est na minha
- 8:34:25conta de du é o seguinte. Cada kw você
- 8:34:26gasta, ele custa, vou dar um, é um
- 8:34:29exemplo assim esdrúculo, tá bom? Cada kw
- 8:34:31custa R$ 10. É bem mais barato que isso,
- 8:34:32>> não é? Um e pouco.
- 8:34:33>> É um e pouco, mas vamos dizer assim, 1
- 8:34:34kwh que eu gaste, ó, se eu gastar 1 kwh
- 8:34:37de quê? De potência, não de energia, eu
- 8:34:39tenho que pagar R$ 10 pra companhia de
- 8:34:41luz.
- 8:34:41>> Energia.
- 8:34:42>> Essa lâmpada aqui agora não gastou isso
- 8:34:43tudo. Ela gastou só 0,08 KWh, que eu nem
- 8:34:46vou executar aqui. Por quê? Porque isso
- 8:34:48aqui é 8% do que tá em cima. Então 0,08
- 8:34:50KWh vai custar o quê? R$ 8% de R$ 10,
- 8:34:52que é 8, 80 centavos, né? 8 centavos
- 8:34:56mesmo, claro, 8 centavos mesmo, tá bom?
- 8:34:580,08.
- 8:35:00R$ 0,8, né? E aqui eu tenho R$ 10. Se
- 8:35:04fosse, eu quero 8% disso aqui, né? 1%
- 8:35:06disso aqui seria R$ 1, 0,10. É 80
- 8:35:10centavos mesmo. 80 centavos. Acho que tá
- 8:35:11certo. É isso mesmo. Vou gastar aqui 80
- 8:35:14centavos, tá bom?
- 8:35:14>> Isso se o quilote hora fosse R$ 10?
- 8:35:16>> Se ele fosse R$ 10, gasta menos do que
- 8:35:18isso, tá bom? senão a conta de luz aqui
- 8:35:19também viria um valor absurdo.
- 8:35:20>> Mas a gente a gente vai trabalhar isso
- 8:35:21com mais profundidade daqui a pouco
- 8:35:22quando a gente for falar de energia
- 8:35:23elétrica. Mas e eu queria posso mostrar
- 8:35:25uma parada aqui?
- 8:35:26>> Claro.
- 8:35:26>> Até pra gente olhar para essa equação
- 8:35:28aqui que é o
- 8:35:28>> É isso mesmo que eu ia, eu queria que
- 8:35:30você voltasseer não, eu queria que você
- 8:35:31voltasse nela porque o que eu mostrei
- 8:35:33aqui eu já acabei adiantando a gente,
- 8:35:35né?
- 8:35:35>> Foi foi a equação da pr eu queria isso é
- 8:35:38realmente uma pergunta adiantou a
- 8:35:39energia elétrica sensacional.
- 8:35:41>> Examente. Isso aqui é uma pergunta
- 8:35:42realmente agora o que que o cara tem que
- 8:35:43conectar disso aqui que agora já entreu.
- 8:35:44Potência é uma entrega de energia há um
- 8:35:46tempo. E aí? Tá, eu vou eu vou mostrar
- 8:35:47rapidamente aqui eh como a gente pode
- 8:35:49traçar um pensamento sobre a formação
- 8:35:51dessa fórmula. Eh, eu mostrei o
- 8:35:53pensamento da formação da fórmula da
- 8:35:55corrente.
- 8:35:56>> Sim,
- 8:35:57>> eu mostrei o pensamento da formação da
- 8:35:59primeira lei de OM,
- 8:36:00>> certo?
- 8:36:01>> E agora eu vou most
- 8:36:06e agora eu vou mostrar o pensamento da
- 8:36:07formação dessa equação daqui. P = V x V
- 8:36:09x.
- 8:36:09>> OK? Joga pro lado desses meus cálculos
- 8:36:11feios aí. E para isso no move ali.
- 8:36:13>> E para isso eu vou
- 8:36:16>> imaginar uma coisa aqui, tá bom? Assim,
- 8:36:18eu vou imaginar uma coisa aqui.
- 8:36:21>> Eu vou imaginar que esse equipamento
- 8:36:22para funcionar
- 8:36:24eh ele precise de 100, de 1000 Jes, tá
- 8:36:27bom? Ele precisa de 1000 J para
- 8:36:28funcionar. Se ele não ganhar 1000 Jes,
- 8:36:29ele não vai expressar a energia que eu
- 8:36:31gostaria que ele express. Ganhas
- 8:36:33energia. É só que ele foi ligado numa DP
- 8:36:36de 100 volts. Só que eu não vou colocar
- 8:36:39aqui volts, eu vou colocar o que você
- 8:36:41falou que era volts. Tu pode lembrar o
- 8:36:42que era volt?
- 8:36:43>> Volt é Jule por culou.
- 8:36:45>> Jule por coub, tá? Ou seja, para essa
- 8:36:48para esse gerador fornecer para ele 100
- 8:36:50Jes, eu preciso entregar para ele
- 8:36:52quantos coulumbs?
- 8:36:53>> Nossa, 10 coulumbs.
- 8:36:54>> 10 coulumbs.
- 8:36:54>> Cada um deles transportando 100 Jes.
- 8:36:56>> É 10 cúlumbs. É porque cada coulumb aqui
- 8:36:58transporta 100 Jes.
- 8:36:59>> É, são 10 J. Se esse gerador conseguir
- 8:37:02mandar 10 cúlums para esse equipamento,
- 8:37:03ele vai formar os 1000 J que ele
- 8:37:05precisa.
- 8:37:05>> Perfeito.
- 8:37:05>> Só que será que esse gerador vai mandar
- 8:37:07isso só uma vez na vida?
- 8:37:08>> Não, fica mandando se ele mandar 1000
- 8:37:11por segundo? Ou seja, se ele mandar 10
- 8:37:13coubos por segundo,
- 8:37:14>> Aham.
- 8:37:15>> esse sistema vai ficar funcionando
- 8:37:16enquanto eu quiser, pela duração que eu
- 8:37:17quiser. Agora vamos lá. O que é Julio
- 8:37:20por clube?
- 8:37:20>> É Ja por clube é volt.
- 8:37:22>> Ops, pera aí. É Volt. Deixa eu voltar.
- 8:37:26>> Ok. Tá certinho. Agora
- 8:37:29>> o que é coub por segundo? amper. Amper.
- 8:37:32>> E o que é J por segundo?
- 8:37:33>> W.
- 8:37:34>> W. Eh, fisicamente falando, o que
- 8:37:37significa essa esse número aqui em
- 8:37:38termos de grandeza física? Que grandeza
- 8:37:40é essa,
- 8:37:40>> cara? Isso é potência.
- 8:37:41>> E que grandeza é essa?
- 8:37:42>> Voltagem.
- 8:37:43>> E que grandeza é essa?
- 8:37:44>> Corrente.
- 8:37:44>> E qual é a relação que você enxerga
- 8:37:45entre esses três?
- 8:37:46>> Quando você multiplica a voltagem pela
- 8:37:47corrente, você obtém a potência.
- 8:37:50>> Pronto, está ali a equação montada. Isso
- 8:37:52faltando, hein, faltando.
- 8:37:53>> Então, essa equação vem de uma relação
- 8:37:55energética no circuito. De fato.
- 8:37:56>> Eu nunca tinha visto dessa forma. E ela
- 8:37:57é a segunda equação mais importante da
- 8:38:00aula, porque ela se conecta com essa
- 8:38:02equação daqui que é a primeira lei de
- 8:38:03Oh. Essa daqui é a equação da potência
- 8:38:05pra eletricidade.
- 8:38:06>> O Pedro mostrou agora a pouco a equação
- 8:38:08da potência pra ciência como um todo.
- 8:38:10>> É, ela é genérica. Realmente essa daqui
- 8:38:11não é genérica. Essa daqui é a relação
- 8:38:13de potência paraa aula de eletricidade,
- 8:38:14pra aula de eletrodinâmica. Ela se
- 8:38:16conecta a essa equação daqui e forma
- 8:38:18dupla de equações mais importante pra
- 8:38:20aula. Aliás, a partir dessas duas
- 8:38:22equações, a gente consegue até fazer uma
- 8:38:23brincadeira interessante. Eu consigo eh
- 8:38:26misturar essas duas equações, não vou
- 8:38:28mostrar agora em detalhes, e com a
- 8:38:30mistura dessas duas equações, formar
- 8:38:31outras duas, o p = r² e o p = v²/ r.
- 8:38:37E com essas quatro equações, que não são
- 8:38:39quatro equações que vocês têm que
- 8:38:40decorar, vocês têm que guardar as duas
- 8:38:42equações principais e e ter consciência
- 8:38:45de que se você misturar essas duas, você
- 8:38:46encontra essas outras duas, tá? O que no
- 8:38:49que isso é importante? Lembra que eu
- 8:38:50falei agora a h pouco sobre questões de
- 8:38:51comparação?
- 8:38:52>> Sim.
- 8:38:52>> Reparem que todas as quatro fórmulas t
- 8:38:54três grandezas.
- 8:38:55>> Todas? Sim.
- 8:38:56>> E essas três grandezas são sempre uma
- 8:38:58combinação das quatro grandezas que
- 8:39:00existem na aula até agora: potência,
- 8:39:02voltagem, corrente e resistência. Então,
- 8:39:05repara, eu pego essas quatro grandezas
- 8:39:06que estão presentes nos circuitos,
- 8:39:08misturo essas quatro grandezas aqui e
- 8:39:10elas formam essas quatro equações.
- 8:39:13>> Perfeito. Tu mostra para eles rapidão
- 8:39:15com essas duas fórmulas como tu chegou
- 8:39:17nessas
- 8:39:18>> bem rapidinho. Ops.
- 8:39:19>> Bonitão esse perman. Pô, claro, tu vai
- 8:39:22pagar.
- 8:39:22>> Ó, se P igual VZ,
- 8:39:24>> isso aqui é o básico. Você entend? Não
- 8:39:25pode esquecer dessa nem do V igual Ri. É
- 8:39:26com essas duas que chegam todas.
- 8:39:27>> Eu vou agora pegar o V ig
- 8:39:31aqui,
- 8:39:32>> Aham. Vai botar o R. valor desse V aqui,
- 8:39:35>> ele vale R,
- 8:39:36>> que vale R. Então vai ficar P = a R x I
- 8:39:38>> e vezes I que já tava lá.
- 8:39:40>> Ou seja, eu posso escrever P como R
- 8:39:42quad.
- 8:39:43>> Brutal.
- 8:39:44>> Essa é uma das equações secundárias.
- 8:39:46>> Ou seja, você não precisa decorar essas
- 8:39:48duas aqui, mas se você já souber ela,
- 8:39:49você resolve muito mais rápido.
- 8:39:50>> Mas eu poderia também pegar essa
- 8:39:52corrente aqui e jogar aqui.
- 8:39:55>> Essa corrente, ela vale V sobre R. Se tu
- 8:39:58passar, tirar o R daqui e passar para
- 8:39:59lá.
- 8:39:59>> Essa a corrente vale V sobre R.
- 8:40:01>> Aham. aqui na primeira lei de ô,
- 8:40:03>> eu vou colocar ela ali, tá? Então, então
- 8:40:04assim, P = V x V sobre R
- 8:40:08>> e aí vai ficar V² sobre R.
- 8:40:11>> Tem gente que gasta
- 8:40:12>> a outra equação,
- 8:40:12>> tem gente que gasta uma quantidade
- 8:40:13absurda de neurônio para decorar essas
- 8:40:15quatro fórmulas com fraezinhas, né? Eu
- 8:40:17nem se eu nem eu nem sei as frases, né?
- 8:40:19Tipo, sabe aquele, eu vi e aí eu ele fez
- 8:40:21o piu pi, viu? Viu o pi não sei, sei lá,
- 8:40:25não sei, não sei se nem nem música, não
- 8:40:27sei nada. Tem cara aqui, ele fica
- 8:40:28decorando o super triângulo. Tem um
- 8:40:30triângulo, aí tem o V, aí tem o
- 8:40:32[risadas] I. O aluno chegou para mim e
- 8:40:34falou assim: "Pedro, meu professor de
- 8:40:35física me mostrou um bagulho bizarro".
- 8:40:37>> Ah, é o triângulo? [risadas]
- 8:40:39O triângulo?
- 8:40:40>> Eu nem como é que é o triângulo. Ele, aí
- 8:40:41ele falou assim: "O triângulo tem aqui o
- 8:40:42V,
- 8:40:43>> o A e o T."
- 8:40:44>> O
- 8:40:44>> bota o A e o T.
- 8:40:45>> O A
- 8:40:46>> e o T.
- 8:40:47>> Isso. Pera aí. É isso.
- 8:40:48>> Não, é o V. É que eu uso isso. É o V. Aí
- 8:40:50tem que ter aqui o R e o I no triângulo.
- 8:40:53Aí ele fala, tá? Tava pensando na aula
- 8:40:55de cinemática.
- 8:40:55>> Ah, tá. Aí ele fazia pegar o V. Se eu
- 8:40:57quiser o V, eu preciso multiplicar o R
- 8:40:58pelo I. Se eu quiser o I, eu tenho que
- 8:41:00dividir. Cara, isso é a equação,
- 8:41:01Que merda é essa, mano?
- 8:41:03>> Quê?
- 8:41:03>> Isso é a equação. Loucura total. É só
- 8:41:04escrever equação. Merda.
- 8:41:06>> Vamos finalizar esse bloco com uma
- 8:41:08coisa. Tu vai querer me bater porque é
- 8:41:10muito extra, tá? Mas galera, olha só.
- 8:41:12Tenho esse equipamento aqui. Você vai
- 8:41:14desenhando para mim, para eu não enfiar
- 8:41:15o quadro demais. Eu preciso que você
- 8:41:16desenhe para mim. Vou botar na caneta um
- 8:41:18balde aqui com água. Vai.
- 8:41:21>> Já, já tá pesadaça. É. Então aqui, ó.
- 8:41:24Desenha aqui um balde.
- 8:41:25>> Vou desenhar um balde aqui.
- 8:41:25>> Balde.
- 8:41:27Bota uma aguinha azul vagabunda dentro
- 8:41:29dele.
- 8:41:29>> Acho que eu vou fazer assim.
- 8:41:30>> Ah, boa. Uma aguinha com contra
- 8:41:31>> Vou botar aguinha ali. Calma.
- 8:41:34>> Nossa, a aguinha aqui.
- 8:41:35>> É, bota que esse balde tem 500 ml de
- 8:41:39água. Uma informação assim sobre ele.
- 8:41:41Ah, boa, chique. Tem 500 ml de água.
- 8:41:44Bota que essa água tá a 20º de
- 8:41:46temperatura inicial. Tô inventando agora
- 8:41:47os dados. Acho que vai dar certo. É, tem
- 8:41:4920° de temperatura inicial, tá? E bota
- 8:41:52agora sobre esse equipamento, desenha
- 8:41:53esse equipamento assim generalizado
- 8:41:54aqui, só um bastão assim aqui do lado,
- 8:41:55sei lá. É, é tipo assim, tá?
- 8:42:02É qualquer coisa. E uma molinha aqui na
- 8:42:03frente. Ah, boa, boa, boa. Assim, eu vou
- 8:42:05esse equipamento aqui, ele é quem aí às
- 8:42:07vezes já passou por essa situação,
- 8:42:09>> cara? Eu já tive esse equipamento em
- 8:42:10miniatura que era que minha avó usava
- 8:42:12para esquentar água. É
- 8:42:14>> o copo, mergulha ele no copo na tomada.
- 8:42:16O que é uma insanidade. Tu imagina uma
- 8:42:18criança de 10 anos de idade no poder
- 8:42:19disso aqui esquentando água, brutal.
- 8:42:21>> Tu pode marcar a p do teu irmão, por
- 8:42:23exemplo, de bobeira assim, irmão, aqui
- 8:42:24vou te marcar aqui.
- 8:42:26>> É um pensamento meio psicopata assim, eu
- 8:42:27sabia. Primeira coisa que
- 8:42:28>> eu tive esses pensamentos, mas eu nunca
- 8:42:30deixei eles serem executados. Intrusiv é
- 8:42:33o importante não é você não ter nenhum
- 8:42:35pensamento intrusivo,
- 8:42:36>> é conseguir,
- 8:42:36>> é sempre conseguir vencer eles. E tu
- 8:42:38quase, sempre consegue. E eu quase nunca
- 8:42:40consigo. Olha só.
- 8:42:41>> E eu dou, eu boto aqui dois dados. Nota
- 8:42:42assim que ele funciona na prática com
- 8:42:44uma voltagem de 10 V e que por ele passa
- 8:42:48uma corrente elétrica de 5,
- 8:42:51>> tá baixa essa voltagem?
- 8:42:52>> Tá baixa, né? É. Nossa, nada a ver. Bota
- 8:42:54100 V, então.
- 8:42:54>> É, porque senão vai demorar muito tempo.
- 8:42:56>> É por isso que você tá aqui. Boa, né?
- 8:42:59Essas alucinações aí que eu tenho.
- 8:43:00Então, beleza. Olha a pergunta que essa
- 8:43:02questão te faz. Quanto tempo vai levar?
- 8:43:05Tu quer tomar um banho? Essa água 20º
- 8:43:06ela tá muito gelada para você. E tu quer
- 8:43:08tomar um banho a
- 8:43:1032º?
- 8:43:1332º, né?
- 8:43:15>> 32º para mim a água ainda tá gelada.
- 8:43:16>> Ainda tá gelada. Bota aqui então 45, vai
- 8:43:18ficar mais chique, né?
- 8:43:20>> A gente vai que é 45º nessa água aqui,
- 8:43:23cara. A questão te deu isso aqui. Tem um
- 8:43:24balde com 500 ml de água que tá a 20º,
- 8:43:26tu deseja que ele fique a 45º, você tem
- 8:43:27aqui esse equipamento para esquentar
- 8:43:28ele. Suponha que esse equipamento
- 8:43:30converta 100% da sua energia elétrica,
- 8:43:32da sua potência elétrica, em energia
- 8:43:34térmica. Em potência térmica. Tá bom?
- 8:43:36>> Nome disso, efeito
- 8:43:38>> efeito Jaul. E ele vai te dar a seguinte
- 8:43:39informação, vai falar assim: "O calor
- 8:43:42específico da água é quatro 4 Jes. Ela
- 8:43:47precisa receber 4 JES para que 1
- 8:43:48graminha dela ganhe 1ºC de temperatura.
- 8:43:51Essa questão ela é muito muito muito
- 8:43:53ridiculamente fácil, tá bom? Primeiro, a
- 8:43:54densidade da água ela é, e eu botei aqui
- 8:43:56o quatro, mas eu sei, né, galera, que
- 8:43:57uma caloria vale 4,2 J. Aqui a questão
- 8:44:00pode dar 4, 4,18, 4,186 ou quatro. E
- 8:44:04agora essa questão aqui é muito simples.
- 8:44:05Quanto tempo vai levar para atingir
- 8:44:06isso?
- 8:44:07Tem várias formas de resolver essa
- 8:44:11questão. Várias e várias e várias formas
- 8:44:12de resolver essa questão. Vou mostrar
- 8:44:14algumas aqui pra gente integrar o
- 8:44:15raciocínio total e fechar esse bloco
- 8:44:17aqui e adiantar mais coisa, tá bom?
- 8:44:19Então, olha só, a caneta selecionada,
- 8:44:21galera. Primeiro raciocínio, eu vou
- 8:44:22descobrir quanta potência isso aqui
- 8:44:24libera. Para eu descobrir quanta
- 8:44:25potência esse equipamento tem aqui, P =
- 8:44:28AI, a voltagem dele é 100 e a corrente é
- 8:44:315. Logo, ele tem 500 o quê? W de
- 8:44:33potência. Acabou. Só que 500 W de
- 8:44:36potência significa que esse equipamento
- 8:44:38ele fornece 500 W ali. Mas o que que são
- 8:44:40esses 500 W? Ele te fornece 500 Jules a
- 8:44:44cada 1 segundo. Vou dar um pause aqui e
- 8:44:46vou vir para cá. Aqui eu tenho 500 ml de
- 8:44:49água. Já que a densidade da água é 1 g
- 8:44:50por ml. Isso aqui é a mesma coisa do que
- 8:44:51eu ter 500 g de água. A fórmula do calor
- 8:44:55específico, ela tá me dizendo o
- 8:44:56seguinte: "Cara, tu precisa dar 4 J se
- 8:44:58tu deseja que 1 g dessa água ele ganhe
- 8:45:02um único graci. Calor específico é esse.
- 8:45:04É quanta energia eu preciso fornecer
- 8:45:06para que 1 g de água ele tenha uma
- 8:45:07variação de 1º C ou quanta energia eu
- 8:45:09preciso fornecer para que 1 g de
- 8:45:10qualquer substância ganhe 1 gra c, tá
- 8:45:12bom? Mas ele se mede com base na água. E
- 8:45:14aí eu não quero que 1 g de água ganhe
- 8:45:161ºC. Na verdade, o que eu quero mesmo é
- 8:45:18que 500 g de água, então vai ser 500
- 8:45:21vezes mais difícil do que 4 J. Eu
- 8:45:23preciso só para eu ter 500 g de água
- 8:45:24ganhando cada um deles 1ºC, já é 500
- 8:45:26vezes mais difícil. Mas pior, eu não
- 8:45:27quero que cada um desses 1 g ganhe 1ºC.
- 8:45:30Eu quero que cada um desses 500 g eles
- 8:45:32ganhem o quê? De 20 para 45, eu quero
- 8:45:34que cada um receba 25ºC, o que é 25
- 8:45:37vezes mais difícil. Ou seja, eu tenho
- 8:45:40aqui 500 vezes mais necessidade de
- 8:45:42energia. Eu não preciso de 4 J, eu
- 8:45:44precisaria de 2.000 J só nessa primeira
- 8:45:46parte aqui. Mas além disso, eu não
- 8:45:48preciso de 1 grau, eu preciso de 25
- 8:45:50vezes mais. Então, já seria 2000 J só
- 8:45:52para eu pegar 500 g de água e botar 1
- 8:45:54grau, mas levar todo mundo de 20 para
- 8:45:5521. Como eu quero levar, na verdade, de
- 8:45:5720 para 45, eu preciso multiplicar por
- 8:45:5925. Isso aqui ainda vou mostrar outro
- 8:46:00jeito de fazer ainda, tá? Preciso
- 8:46:02multiplicar isso aqui por 25. Para
- 8:46:04multiplicar por 25, vou multiplicar por
- 8:46:055 duas vezes, tá bom? Então, 5 x 2000 dá
- 8:46:0710.000 e xes 5 dá 50.000. Ou seja, eu
- 8:46:10acabei de descobrir que pra tarefa que
- 8:46:11eu desejo, eu preciso fornecer 50.000
- 8:46:14jaldes para essa água. Tenho que
- 8:46:17entregar 50.000 J pra água. Volto para
- 8:46:19cá e falo o seguinte: "Já que esse
- 8:46:20equipamento fornece 500 W,
- 8:46:22>> é impossível. Olha os números, cara.
- 8:46:24>> Exatamente. Muito bizarro, mas eu sou
- 8:46:26muito bom de fazer isso, tá? Eu
- 8:46:27seleciono números, eu vou pegando os
- 8:46:28múltiplos ali, pá. Então, olha só, já
- 8:46:30que esse equipamento tem 500 W, ele
- 8:46:32fornece 500 Juros, como já foi dito, a
- 8:46:35cada um único segundo. Eu não quero 500.
- 8:46:38Nossa, agora que eu vi, eu quero 50.000,
- 8:46:39ficou certinho. Eu quero 50.000 Jes.
- 8:46:42Note que eu quero 100 vezes mais do que
- 8:46:44ele me fornece um segundo. Então, eu
- 8:46:45preciso de 100 segundos para fazer essa
- 8:46:48tarefa. Resolução está feita. Porém, eu
- 8:46:50poderia ter pensado de maneira mais
- 8:46:51ágil. Olha isso aqui. Olha isso aqui.
- 8:46:54Agora sim. Eu acho isso aqui muito
- 8:46:55bonito. Eu acho que isso aqui pro para
- 8:46:57vários alunos vai ser uma coisa. Você
- 8:46:58não sei quando você vai estar
- 8:46:58assistindo, mas você comentou no chat ao
- 8:47:00vivo ou comenta na live aí o que que
- 8:47:01você achou. Cuidado ali que você tá
- 8:47:02empurrando o negócio. Olha só, eu vou
- 8:47:04esquecer essa resolução que eu fiz. Eu
- 8:47:05vou fazer de um jeito bem mais direto.
- 8:47:06Olha só,
- 8:47:08eu vou começar. Isso aqui foi tu que
- 8:47:10ensinou, Rafa. Potência igual a energia
- 8:47:13sobre tempo. Só isso que eu vou fazer,
- 8:47:15tá? E eu quero descobrir o tempo. Já que
- 8:47:17eu quero descobrir o tempo, eu vou
- 8:47:18trazer o tempo para cá e vou botar a
- 8:47:21potência aqui embaixo. Apaguei tudo. O
- 8:47:24tempo que leva é o quê? Faz total
- 8:47:25sentido isso aqui, né? O tempo que leva
- 8:47:27é quanta energia dividido por quanta
- 8:47:29potência. Ah, preciso de 1000 de
- 8:47:30energia, mas forneço 10 de potência.
- 8:47:31Então 1000 sobre 10 vai dar 100. Preciso
- 8:47:33de 100 segundos. OK? No lugar da
- 8:47:36energia, quem eu vou colocar? Posso
- 8:47:38colocar no lugar da energia a quantidade
- 8:47:39de energia térmica que vai ser
- 8:47:40fornecida. Se você não sabe termologia,
- 8:47:43isso não vai, você não vai identificar
- 8:47:44isso aqui tão rápido, mas na termologia
- 8:47:46existe uma forma que é a quantidade,
- 8:47:48detalhe, tá? Isso que eu vou escrever é
- 8:47:50a mesma coisa que eu fiz aqui na regra
- 8:47:51de três, tá bom? Para eu descobrir
- 8:47:52quanta energia eu tinha que dar para
- 8:47:52aquela água, tá bom? Q ig x C x. Lembra
- 8:47:56aquela regra de três aqui que eu fiz
- 8:47:57isso aqui? É isso, tá bom? Então, a
- 8:47:58massa de água ali, a gente sabe que é
- 8:48:00uma massa de 500, o calor específico
- 8:48:01dela é 4 J a cada grama. E eu quero
- 8:48:03fazer uma variação de temperatura de
- 8:48:0425º. Eu vou colocar aqui esse Q. Em vez
- 8:48:07de eu calcular ele separadamente, eu
- 8:48:08posso colocar aqui já. Olha só, 500 é a
- 8:48:10massa de água. Vou botar aqui MC del t.
- 8:48:12Vou escrever MC del T. Só que o M é 500,
- 8:48:14o C é 4, o delta t é 25. Vou dividir
- 8:48:18pela potência. Que potência? Potência
- 8:48:19elétrica, que é a que tá sendo utilizada
- 8:48:21na questão, que é vi. O v
- 8:48:23>> é 100.
- 8:48:23>> É 100. E o I era 5, né? Pronto.
- 8:48:26Simplifica aqui o 5 com o 500 tem 100
- 8:48:28aqui em cima. Simplifica o 100 com 100.
- 8:48:304 x 25 encontrei os mesmos 100 segundos.
- 8:48:33Ou 1 minuto e 40 segundos. 1 minuto e 40
- 8:48:36segundos. A gente sabe que é o quê? 1,4
- 8:48:38minutos. Certo? Errado. Erradíssimo.
- 8:48:40Totalmente errado. Isso aqui é 1 minuto
- 8:48:43e 40 segundos. Mas se eu quero escrever
- 8:48:44tudo em minuto, 40 segundos ele é 2/3 do
- 8:48:47outro minuto. Então é 1,66 minutos.
- 8:48:49Poderia estar na alternativa. 1,66
- 8:48:51minutos é 1 minuto e 66% de outro minuto
- 8:48:53é 40 segundos. Fechou.
- 8:48:56>> Cara, ficou maravilhoso. Exemplo a
- 8:48:59resolução, as resoluções, né? Você fez
- 8:49:00duas resoluções, uma resolução ali mais
- 8:49:03pro aluno que vai trabalhar na intuição
- 8:49:04ali, porque não sabe a fórmula de
- 8:49:06canceria e tal. Então vai precisar se
- 8:49:07virar ali nos 30 para chegar a essa
- 8:49:09conclusão aqui. Mas chegou, resolveu o
- 8:49:11problema, acertou a questão e a outra
- 8:49:13resolução que é a resolução com as
- 8:49:14equações da termologia e tudo mais, mas
- 8:49:16>> finalmente ficou muito bom conectadas.
- 8:49:18Algo mais a dizer sobre potência? sobre
- 8:49:20potência, não, mas para fechar mais um
- 8:49:22cheque ali na mais dois cheques ali,
- 8:49:25>> eu preciso eh falar sobre a segunda lei
- 8:49:27de
- 8:49:27>> perfeito.
- 8:49:29Adicional paraa nossa conversa, uma
- 8:49:31percepção de OM que é muito interessante
- 8:49:33e a gente não usa essa percepção no dia
- 8:49:35a dia, eh, eh, aliás, nas questões de
- 8:49:38prova, porque normalmente as questões
- 8:49:40tratam os fios como fios perfeitos, fios
- 8:49:42ideais. E o que seria um fio ideal? é
- 8:49:45aquele que a corrente elétrica passa e
- 8:49:48não entrega nenhuma energia pro fio,
- 8:49:49entrega energia só pro equipamento.
- 8:49:51Óbvio que isso seria o mundo ideal.
- 8:49:53qualquer fio na vida real esquenta. E se
- 8:49:55um fio esquenta na vida real, é sinal de
- 8:49:57que ele tá trocando energia ali. É uma
- 8:49:58energia que a gente já até conversou
- 8:49:59aqui anteriormente. E aí foi lá e
- 8:50:01encontrou uma maneira de calcular quanto
- 8:50:03de resistência tem o fio para que fosse
- 8:50:06possível calcular quanto de energia ele
- 8:50:07gasta dentro daquele circuito e até
- 8:50:09prevê, considerando essa situação,
- 8:50:11quanto de energia vai sobrar lá pro
- 8:50:12equipamento. E aqui eu tenho um caso bem
- 8:50:14interessante. Eh, a unidade da do do do
- 8:50:16cursinho do fator em que você estudou,
- 8:50:18eh, não sei se você vai lembrar, mas ela
- 8:50:19era uma unidade e bem comprida. Aham.
- 8:50:22>> A, eu tô falando da unidade não da da
- 8:50:24rua principal ali, secundária, ela era
- 8:50:27uma unidade bem comprida, tinha 50 m de
- 8:50:28comprimento aqui.
- 8:50:29>> Nossa.
- 8:50:30>> E as salas principais ficavam aqui no
- 8:50:32fundo,
- 8:50:33>> certo?
- 8:50:33>> Só que o, eu tô olhando de cima, tá,
- 8:50:35galera? Só que o o poste de luz ele ele
- 8:50:38era entregue aqui. A energia elétrica da
- 8:50:40concessionária era entregue aqui. Então,
- 8:50:41a gente precisava trazer a fiação que ia
- 8:50:43conectar os ar condicionados, por
- 8:50:44exemplo, dessas salas daqui até aqui.
- 8:50:47>> Aham.
- 8:50:48>> O lance é que se isso não for bem
- 8:50:50dimensionado,
- 8:50:51>> Hum. Esse fio aqui vai consumir uma
- 8:50:52quantidade de energia tão grande que o
- 8:50:54ar condicionado não vai funcionar.
- 8:50:56>> O fio vira tipo um equipamento, né?
- 8:50:57>> É um equipamento, vai fazer parte do
- 8:50:58circuito. E
- 8:50:59>> na prática ele sempre faz, né?
- 8:51:00>> Ele sempre faz. Exatamente. Então esse
- 8:51:03fio teve que ser manipulado, tem que ser
- 8:51:04pensado aqui para que a energia entregue
- 8:51:07aqui pela concessionária seja o mais
- 8:51:10próxima possível do que vai chegar lá no
- 8:51:11equipamento. Senão, por exemplo, ah, a
- 8:51:13concessionária mandou 127 V aqui. Ah,
- 8:51:15mas chega 101 V lá, chega 100 V lá. uma
- 8:51:18perda, uma queda de potencial de 27 V.
- 8:51:21>> O fio é que tá consumindo. Então,
- 8:51:22>> o fio tá consumindo e provavelmente o
- 8:51:23equipamento não vai funcionar porque o
- 8:51:24ar condicionado, por exemplo, ele vai
- 8:51:25ter um bloqueio ali, uma quantidade
- 8:51:27mínima de voltagem com uma quantidade
- 8:51:28mínima mínima de voltagem por proteção,
- 8:51:30o compressor não vai não vai funcionar.
- 8:51:32Ou seja, se o fio o fio se ele por ter
- 8:51:34resistência, ele vira um equipamento que
- 8:51:35consome DDP,
- 8:51:36>> exatamente,
- 8:51:36>> já que v igual R, né?
- 8:51:37>> E ele é só mais um equipamento do
- 8:51:38circuito quando a gente for trabalhar
- 8:51:39com o fio real.
- 8:51:40>> Agora, quando o fio for ideal, é só de
- 8:51:42considerar a existência dele, tá? Qual é
- 8:51:43a equação definida por O que nos ajuda a
- 8:51:46calcular a resistência do fio quando o
- 8:51:47problema eh eh considera que ele tem
- 8:51:49resistência? É uma equação bem simples.
- 8:51:51A resistência do fio é R x L sobre a.
- 8:51:55Rafael, quem é R? R é a resistividade
- 8:51:59elétrica do material de que o foi feito,
- 8:52:00ou seja, é uma é uma característica do
- 8:52:02material. Então existe o rô do ferro, o
- 8:52:05rô da prata, o rô do ouro e cada
- 8:52:07material, cada substância tem o seu
- 8:52:09próprio rô. Eh, os mais comuns,
- 8:52:11obviamente, são cobre, prata e ouro.
- 8:52:14>> Sim. OK.
- 8:52:15>> Eh, uma coisa interessante aqui, você
- 8:52:17percebe que o R ele está proporcional à
- 8:52:19resistência elétrica.
- 8:52:20>> Então, se eu quero que esse fio tenha
- 8:52:22pouca resistência, o ideal é que eu
- 8:52:23encontro um metal que tem baixa
- 8:52:25resistividade. Nem sempre isso é
- 8:52:27possível, perfeito.
- 8:52:28>> Por existe aqui uma relação de preço.
- 8:52:30>> Ah, existe uma relação de preço. Então,
- 8:52:32qual é o metal de melhor custo benefício
- 8:52:34para a construção de fios?
- 8:52:35>> Cobre.
- 8:52:35>> Cobre.
- 8:52:36>> Mas, por exemplo, e a gente quer que
- 8:52:38>> já é caro, caro, não é barato, né? Por
- 8:52:40isso que os criacudos roubam fio de
- 8:52:41cobre.
- 8:52:41>> É, exatamente. É, é muito comum o roubo
- 8:52:43de fio de cobre. Eh, agora vamos lá. Eu
- 8:52:45quero
- 8:52:45>> eh um equipamento que não consuma, que
- 8:52:49que ele seja o mais próximo possível do
- 8:52:50ideal. Eu vou escolher então o metal de
- 8:52:52menor resistividade. Esse metal é o
- 8:52:54ouro.
- 8:52:55>> Ah,
- 8:52:55>> é por isso que equipamento de de áudio
- 8:52:58>> Aham.
- 8:52:58>> equipamento de áudio que eu quero uma
- 8:53:00fidelidade grande
- 8:53:01>> Aham.
- 8:53:01>> Entre a voz da pessoa e a voz que vai
- 8:53:04sair no altofalante, eu quero uma
- 8:53:05fidelidade muito grande.
- 8:53:06>> Aham.
- 8:53:07>> De voz. Eu preciso que a fiação que vai
- 8:53:09levar a energia que que contém essa voz
- 8:53:13eh seja no mínimo perdida, entende? Com
- 8:53:15baixa resistividade. Aqueles meus
- 8:53:17microfones lá de cima, o SH SM7B, ele
- 8:53:19tem um filamento de olho também.
- 8:53:19>> Isso, exatamente.
- 8:53:21>> Os equipamentos de de áudio eles são
- 8:53:23extremamente caros quando eles são
- 8:53:25profissionais por conta da composição
- 8:53:26interna de ouro para para que tenha
- 8:53:28baixa resistividade. Então esse aqui é
- 8:53:30um número que depende do material.
- 8:53:32>> Essa é a segunda lei de homem, né?
- 8:53:33>> Essa é a segunda lei de homem. Essa aqui
- 8:53:34é,
- 8:53:34>> eu posso dizer de certa forma que ela é
- 8:53:35a lei para de maneira genérica, rápida
- 8:53:37assim, ela é a lei para calcular a
- 8:53:38resistência de um fio.
- 8:53:39>> É isso aí.
- 8:53:40>> Boa.
- 8:53:41>> Resistividade.
- 8:53:43>> Eh, deixa eu falar uma coisa aqui rápida
- 8:53:44ainda sobre resistividade, que é o
- 8:53:46seguinte. O Enem, ele pode colocar uma
- 8:53:48tabela não de resistividade,
- 8:53:50>> mas sim de condutividade.
- 8:53:51>> Aham.
- 8:53:52>> E qual é a relação entre uma tabela de
- 8:53:53resistividade versus uma tabela de
- 8:53:55Autividade parece o oposto.
- 8:53:56>> É o oposto. Exatamente. É só você pensar
- 8:53:58assim, ó. Se eu quero um elemento de
- 8:53:59baixa resistividade, então ele é alta
- 8:54:01condutividade. Isso. Isso faz sentido
- 8:54:03total. Agora, quem é esse cara aqui? O L
- 8:54:05é o comprimento do fioo,
- 8:54:07>> cara. E fio é muito caro, né? Eu fiz uma
- 8:54:08obra lá em casa e eu gastei muito com
- 8:54:09fio.
- 8:54:10>> É, fio é é bizarro de cobre.
- 8:54:13>> E se eu falar assim, Rafael, é é melhor
- 8:54:14que eu tenha assim, eu sempre sem que se
- 8:54:16não fosse considerar o custo benefício,
- 8:54:17né? Os fios de mais baixa resistência
- 8:54:20possíveis, eles são os melhores pra
- 8:54:21minha conta de luz.
- 8:54:22>> Sim. Total.
- 8:54:22>> Sim. O problema é que para eu ter o fio
- 8:54:23de mais baixa resistência possível, se
- 8:54:25eu fosse trabalhar no material, minha
- 8:54:26casa ia ter fios de ouro na
- 8:54:27eletricidade. Não faz sentido nenhum.
- 8:54:28Mas por essa fórmula aí dá para ver que
- 8:54:30tem outras formas de mexer na
- 8:54:31resistência do fio, não só o material
- 8:54:32dele.
- 8:54:32>> Sim. Aí você mexe, tem duas formas de,
- 8:54:34por exemplo, um cara sacaneou uma pessoa
- 8:54:35que eu conheço, a pessoa contratou ele
- 8:54:37para fazer uma troca de fiação na casa
- 8:54:39da pessoa. E aí eu tô, vou acabar
- 8:54:41adiantando aqui sem querer, né? Mas a
- 8:54:43gente sabe que ali embaixo é a área da
- 8:54:44sessão transversal do fio. A gente sabe
- 8:54:46que quanto mais grosso ele for, menos
- 8:54:47resistência ele tem. Então a pessoa, os
- 8:54:48fios mais grossos são mais caros porque
- 8:54:50tem menos resistência. Eu sei que o cara
- 8:54:51ele, ele fechou um acordo com o
- 8:54:53eletricista que era para ser fio de 6 mm
- 8:54:55de grossura, que é um fio de baixa
- 8:54:56resistência. E depois ele descobriu que
- 8:54:57o eletricista, na verdade, tinha
- 8:54:58colocado fio de 4 mm de
- 8:55:00>> É muito próximo, é muito parecido quando
- 8:55:01você segura os dois. É, é difícil de
- 8:55:03conhecer a a diferença.
- 8:55:04>> É, na prática o eletricista embolsou o
- 8:55:06dinheiro, né? Comprou mais barato. É, é
- 8:55:07bem mais barato.
- 8:55:07>> E aí o cara paga o preço porque na conta
- 8:55:09de luz dele o fio dele consome mais
- 8:55:10energia e faz ele pagar mais caro. Não é
- 8:55:11isso?
- 8:55:11>> E cara, é sim, sim.
- 8:55:12>> Fora o risco, ainda tem risco, né, de de
- 8:55:14incêndio.
- 8:55:14>> Não, não vai ter risco, porque assim,
- 8:55:16para fins residenciais não tem como a
- 8:55:18gente usar constantemente alguma coisa
- 8:55:20que exija um fio maior do que 4 mm.
- 8:55:22>> Aham. É, na minha casa é é tanto quatro
- 8:55:24quanto seis em algumas partes. Ele
- 8:55:25varia.
- 8:55:25>> É, é o seis. Então, a gente vai usar eh
- 8:55:27o o fio de 6 mm, ele é usado para
- 8:55:30tomadas de uso específico. Por exemplo,
- 8:55:32você tem ali uma tomada em que você
- 8:55:33sempre vai ligar air fryer. Eu tenho
- 8:55:35algumas tomadas lá em casa que elas são
- 8:55:36maiores.
- 8:55:37>> É. Que aí o aí pela legislação
- 8:55:38brasileira, essas tomadas vão ter o o
- 8:55:41buraco mais grosso. Eles são conectados
- 8:55:43a fios mais grossos porque são tomadas
- 8:55:44de uso específico.
- 8:55:46>> É, a gente chama de TUI na eletricidade,
- 8:55:48tomada de uso específico. Mas o mais
- 8:55:50normal são as tugs, tomadas de uso
- 8:55:52geral. Aham.
- 8:55:52>> E essas são tomadas de 4 mm,
- 8:55:54>> porque, pô, tu vai ligar ali, sei lá, um
- 8:55:56aspirador de pó,
- 8:55:58>> o fim de 4 mm vai suportar contra, vai
- 8:56:00ligar a máquina de lavar roupa. Se ela
- 8:56:01não tiver secagem,
- 8:56:03>> ela vai, ela pode ser uma tomada.
- 8:56:04>> Mas eu já vi uma casa na favela que os
- 8:56:06fios eram de 2 e 3 mm. Era bizarro.
- 8:56:07>> Não, mas é assim, depende muito a
- 8:56:10composição de equipamentos que aquela
- 8:56:11famíl vai. Não, não, não, mas era tudo
- 8:56:13no gato do poste que ficava dois, três
- 8:56:15ar condicionados naquele filho.
- 8:56:16>> Isso é o maior risco de incêndio. Isso é
- 8:56:17o maior, aliás, a maior quantidade de
- 8:56:19incêndio residencial no Brasil e talvez
- 8:56:22no mundo. Aí é uma especulação minha, eu
- 8:56:23não tenho esse dado, mas a maior
- 8:56:25quantidade de incêndios residenciais são
- 8:56:27causados por problemas elétricos, né? E
- 8:56:29aí e e isso isso é um é um vamos fazer
- 8:56:31um parêntese aqui rápido que é bem
- 8:56:32interessante. A as paredes do Brasil
- 8:56:34elas são essencialmente alvenaria e a
- 8:56:36alvenaria ela retém bastante o calor.
- 8:56:38>> Eh e lá dentro da parede estão os fios.
- 8:56:41Eles poderiam estar lá dentro da parede,
- 8:56:43é, dentro daquela daquele conduíte que é
- 8:56:45um tubo corrugado.
- 8:56:46>> Só que eh algumas construções são muito
- 8:56:49antigas, aí esse tubo corrugado, ele já
- 8:56:51tá muito ressecado,
- 8:56:52>> então ele já não serve mais pro uso
- 8:56:54aquele se destina. E eu já vou falar o
- 8:56:56uso para que ele se destina.
- 8:56:57>> É, ou então ele pode ter sido comprado
- 8:56:58em baixa qualidade.
- 8:56:59>> Se ele for comprado em baixa qualidade,
- 8:57:01ele é de um polímero que ele não evita a
- 8:57:03propagação do incêndio. Nossa. Então o
- 8:57:05fio tá lá dentro. Aí passando uma
- 8:57:06corrente elétrica muito intensa e tal, o
- 8:57:07fio não suportou, ele começou a queimar.
- 8:57:09gerou muito efeito jaul
- 8:57:10>> gerou muito efeito aul e ele começou a
- 8:57:11queimar, ele é protegido por borracha,
- 8:57:13aí a borracha começou a incendiar. Tá
- 8:57:15certo que hoje em dia muitos filhos usam
- 8:57:16polímeros mais adequados que não
- 8:57:18incendeiam, eles queimam sem encandecer,
- 8:57:20sem sem incendiar.
- 8:57:21>> E o tubo corrugado, ele também deve ser
- 8:57:24desse tipo de polímero. E o interessante
- 8:57:25é que o tubo corrugado de boa qualidade,
- 8:57:27quando ele é aquecido, ele contra
- 8:57:29>> ah fecha o oxigênio no
- 8:57:30>> fecha o oxigênio e evita o incêndio. Mas
- 8:57:32se o tubo corrugado for de baixa
- 8:57:33qualidade, ele vai incendiar junto. Ele
- 8:57:35é ele é um plástico ali. Então ele vai
- 8:57:37incendiar, só que tá dentro da parede.
- 8:57:39>> Sim. que a pessoa não percebe que a casa
- 8:57:41tá pegando fogo. Quando é que a pessoa
- 8:57:42percebe que a casa tá pegando fogo já
- 8:57:43tem fumaça.
- 8:57:44>> Quando quando o fogo já o incêndio já
- 8:57:46foi.
- 8:57:46>> É. É.
- 8:57:47>> Entende? Então a pessoa tem muito pouco
- 8:57:48tempo para sair dali. E e isso é uma uma
- 8:57:51relação interessante. Mas ó, eu vou
- 8:57:52falar duas maneiras de você economizar a
- 8:57:54conta de luz a partir do circuito
- 8:57:56elétrico. A primeira é essa daqui mesmo,
- 8:57:58é melhorar uma relação entre comprimento
- 8:58:00e área. Nessa situação aqui, pelo
- 8:58:03cálculo de potência dos equipamentos,
- 8:58:05bastaria que usássemos o fio 10 mm. Que
- 8:58:09isso?
- 8:58:09>> O fio 10 mm seria suportável, mas se
- 8:58:11usemos o fio 10 mm, o gasto eh eh
- 8:58:16energético da fiação ia impedir o
- 8:58:18funcionamento dos ar condicionados.
- 8:58:19Então, a gente precisou usar o fio 25
- 8:58:22mm.
- 8:58:22>> Isso é muito grosso.
- 8:58:23>> É. E aí isso foi bom. Por quê? Porque aí
- 8:58:26a economia foi bem bacana, porque o fio
- 8:58:28não esquentava quase nada.
- 8:58:29>> Você teve um custo absurdo para
- 8:58:30implementar ele.
- 8:58:31>> É, mas resolveu. Esses fios são vendidos
- 8:58:34em rolos de 100 m. a gente precisou eh
- 8:58:37levar três pernas desse fio aqui, então
- 8:58:38gastou três rolos aqui e resolveu o
- 8:58:40problema. Essa é a primeira maneira de
- 8:58:41você conseguir alguma economia eh de
- 8:58:44conta de luz na fiação. Mas a outra
- 8:58:45maneira é interessante borracha ali,
- 8:58:47senão é
- 8:58:47>> a outra maneira é interessante também,
- 8:58:49cara. E para analisar essa outra
- 8:58:50maneira, eu vou puxar a primeira lei de
- 8:58:52OM de novo aqui, só pra gente fazer essa
- 8:58:53análise. Ficaade
- 8:58:54>> e é uma análise interessante. Repara,
- 8:58:56>> V ig,
- 8:58:57>> certo? a tua casa tem uma composição de
- 8:58:59equipamentos e se eu somar essa
- 8:59:01composição de equipamentos e aliás somar
- 8:59:04não, desculpa, se eu aplicar uma técnica
- 8:59:05de cálculo de resistência equivalente de
- 8:59:07todos os equipamentos que tem na tua
- 8:59:08casa, eu vou encontrar a resistência da
- 8:59:10tua casa.
- 8:59:11>> Aham. A resistência total da minha casa,
- 8:59:12>> como se ela fosse uma única coisa, né?
- 8:59:14>> Tá. Eh,
- 8:59:17eu posso conectar todos os equipamentos
- 8:59:18da tua casa numa voltagem de 127 V
- 8:59:22>> ou eu posso fazer isso numa voltagem de
- 8:59:23220 V.
- 8:59:24>> Sim.
- 8:59:25>> E eu vou colocar aqui
- 8:59:26>> lá em casa 220. Isso. Perfeito. Então,
- 8:59:28digamos, só para arredondar, digamos que
- 8:59:30eu ligasse a casa inteira numa voltagem
- 8:59:31de 110 V.
- 8:59:32>> Sim.
- 8:59:33>> Versus fazer um comparativo aqui numa
- 8:59:34voltagem 200 de 200 V. Tu concorda que
- 8:59:37esses equipamentos todos
- 8:59:37>> não seria melhor 220 para arredondar?
- 8:59:39>> É, eu não vou fazer uma relação de de
- 8:59:41matemática aqui, não. É só pra galera
- 8:59:42ter essa visibilidade. Eu ia botar 127
- 8:59:44aqui, ia ficar feio. Eh, para esses
- 8:59:46equipamentos todos funcionários, eles
- 8:59:47precisam de quê? De energia.
- 8:59:48>> Sim.
- 8:59:48>> Então, vou substituir o volt pelo que
- 8:59:51ele significa, porque já ol por culo,
- 8:59:52>> certo?
- 8:59:54>> Tá. Eu não vou mudar a quantidade de
- 8:59:56energia que a tua casa precisa para
- 8:59:57funcionar,
- 8:59:58>> tá? Ela precisa da quantidade fixa de
- 9:00:00energia. Sim.
- 9:00:00>> Se eu fizer essa quantidade fixa de
- 9:00:02energia usando tomada de 110 V, eu vou
- 9:00:04precisar mandar mais coulumbs pra tua
- 9:00:06casa.
- 9:00:06>> Sim, porque só tá mandando 110 por
- 9:00:08coulumb. Vai ter que mandar mais
- 9:00:09coulumbs.
- 9:00:09>> É, para esse gasto energético aqui, eu
- 9:00:11vou precisar mandar mais cúlumbs. Se eu
- 9:00:12vou mandar mais cúlum, eu vou ter mais
- 9:00:13corrente elétrica. Se eu vou ter mais
- 9:00:14corrente elétrica, eu vou ter mais
- 9:00:15efeito jaul. Ah, não vou ter mais efeito
- 9:00:17eu vou desperdiçar mais energia. É por
- 9:00:18isso então que a galera fala que a a as
- 9:00:20instalações 220 V, elas são mais
- 9:00:22econômicas. Elas não são mais econômicas
- 9:00:25pelo gasto energético em si, é pela
- 9:00:27redução da corrente elétrica que a
- 9:00:29tomada 220 proporciona,
- 9:00:30>> que vai diminuir o efeito ja naquele fio
- 9:00:33e por consequência economizar um gasto
- 9:00:35na conta de luz. Então, por exemplo, por
- 9:00:36que que ar condicionicionado split é
- 9:00:38sempre 220 V? Porque ele chama uma
- 9:00:40corrente elétrica muito elevada. E se eu
- 9:00:41conectar aí no 110 V, essa corrente
- 9:00:43elétrica vai ser extremamente elevada. E
- 9:00:45aí, por segurança
- 9:00:46>> vai ser vai ser entre 110 e 220. Ela vai
- 9:00:49ser. Então aí, só pr você ter ideia, no
- 9:00:51início de funcionamento do de um
- 9:00:52equipamento de ar condicionado de 16.000
- 9:00:53BTUs, por exemplo, quando ele começa,
- 9:00:55quando o compressor começa a funcionar,
- 9:00:56ele vai chamar uma corrente, é rápido
- 9:00:57isso, tá? Não não é uma coisa que
- 9:00:59perdura. E ele vai chamar ali por alguns
- 9:01:01segundos uma corrente de 40 amp. Isso
- 9:01:03porque ele é 220 V,
- 9:01:04>> mas se ele for 110 V, ele vai chamar ali
- 9:01:06de forma imediata, instantânea, é uma
- 9:01:08corrente de 80 amp, sei lá. Aí você
- 9:01:09coloca o disjuntor lá para para proteger
- 9:01:11esse circuito, pô, que que disjuntor vai
- 9:01:13suportar uma passagem de 80 ali de uma
- 9:01:16vez. E aí o outro perigo eh que que é a
- 9:01:19população tentar economizar na obra
- 9:01:21elétrica.
- 9:01:22>> Aí tu imagina o ar condicionado split é
- 9:01:24110 V. Aí o cara fala: "Ah, não, para
- 9:01:26ligar esse cara dá para botar o fio 6
- 9:01:27mm".
- 9:01:28>> Sim.
- 9:01:28>> Então a propensão é que esse ar
- 9:01:30condicionado gerejor ele desarmando toda
- 9:01:32hora. Aí o que que o cara que quer que
- 9:01:33não desar faz? Vai lá e troca o
- 9:01:35disjuntor.
- 9:01:35>> Bizarro.
- 9:01:36>> Aí fala: "Ah, esse disjuntor tá
- 9:01:37desarmando toda hora, cara. Eu não
- 9:01:38aguento mais isso. Toda hora que eu ligo
- 9:01:40o ar condicionado, o disjuntor desarma.
- 9:01:41Eu vou lá trocar esse disjuntor. Troca o
- 9:01:42disjuntor." O disjuntor parou de
- 9:01:43proteger o circuito porque ele não vai
- 9:01:44mais desarmar. Tu vai ter que explicar
- 9:01:45agora o que que disjuntou. Então explica
- 9:01:46rapidão o que que disjuntou porque ser
- 9:01:48muito important. Todo mundo deve ter um
- 9:01:49disjuntor em casa, um quadrozinho que as
- 9:01:51coisas armam e desarmam, ou por algum
- 9:01:53problema no circuito ou por por alguma
- 9:01:54necessidade. O disjuntor é um elemento
- 9:01:56de proteção do circuito, ele vem com um
- 9:01:58numerozinho. Então eu vou fazer aqui um
- 9:02:00desenho lateral do disjuntor. Aqui tá o
- 9:02:02pininho que a gente arma e desarma. E
- 9:02:04aqui está uma visão superior do
- 9:02:06disjuntor. Aqui está o pininho que a
- 9:02:08gente arma e desarma. O número que
- 9:02:11representa esse disjuntor está aqui em
- 9:02:12cima. Tá bem.
- 9:02:13>> Então, por exemplo, esse disjuntor pode
- 9:02:15ser um disjuntor de 20,
- 9:02:17eh, ou seja, ele suporta uma corrente
- 9:02:20elétrica de até 20. Passou disso, ele
- 9:02:22desarma. Desarma para quê? Para proteger
- 9:02:23o circuito. Ou seja, a corrente
- 9:02:25elétrica, a nomenclatura que a o número
- 9:02:27que está aqui no disjuntor de proteção,
- 9:02:29ele tem que ser um pouco superior à
- 9:02:31corrente elétrica normal que vai passar
- 9:02:33pela fiação. E você tem que ter uma
- 9:02:35garantia de que aquela fiação aguenta
- 9:02:36aquela corrente elétrica. Por exemplo,
- 9:02:38ah, o equipamento que eu vou ligar nessa
- 9:02:39fiação aqui é um equipamento que chama,
- 9:02:42eh, sei lá, 10. Eu vou conectar, então,
- 9:02:44nele uma fiação que suporta até 16 amp,
- 9:02:47sei lá. Mas para proteger esse circuito,
- 9:02:50eu vou colocar um disjuntor que esteja
- 9:02:52entre 10, que é o que eu preciso pro
- 9:02:54funcionamento do circuito, e o 16, que é
- 9:02:56o que o fio suporta. Então, por exemplo,
- 9:02:57vou colocar ali um disjuntor de 14. O
- 9:02:59que que significa isso? Esse juntor vai
- 9:03:01permitir a passagem dos 10 que o
- 9:03:03circuito pede, mas ele vai desarmar
- 9:03:06antes de chegar na corrente elétrica,
- 9:03:07que seja o limite de funcionamento
- 9:03:09daquela fiação. Esse é o papel do
- 9:03:10disjuntor. Disjuntor arma e desarma e
- 9:03:12por isso ele é ele é bom, ele é
- 9:03:14conveniente pro uso residencial. Mas
- 9:03:16existe um outro equipamento que também é
- 9:03:18de segurança, mais simples do que o
- 9:03:19disjuntor e mas que a gente não usa
- 9:03:21assim para fins residenciais, que é o
- 9:03:22fusível. O que é o fusível? É uma
- 9:03:24pecinha muitas vezes cilíndrica
- 9:03:28que tem dois duas perninhas aqui, dois
- 9:03:30rabichozinhos. Eh, pera aí, deixa eu
- 9:03:32desenhar melhor aqui para vocês. É uma
- 9:03:35tipo uma cápsula. Aí essa cápsula tem
- 9:03:37duas perninhas assim, ó. Pera aí. Essa
- 9:03:40cápsula, vou desenhar assim. essa
- 9:03:43cápsula tem e essa fiação aqui que passa
- 9:03:45por dentro, sendo que esse fio daqui ele
- 9:03:47é um fio mais sensível do que a fiação
- 9:03:49do equipamento. Ou seja, se acontecer
- 9:03:51uma sobrecarga ali, uma corrente
- 9:03:53elétrica em excesso passando por esse
- 9:03:54fusível, o fusível vai queimar antes da
- 9:03:58corrente elétrica daquele circuito que
- 9:03:59ele que que o contém.
- 9:04:02>> A gente pode dizer que ele tem um ponto
- 9:04:03de fusão específico que ele vai derreter
- 9:04:05e vai interromper.
- 9:04:05>> Isso. Exatamente. Vai interromper a
- 9:04:06corrente elétrica.
- 9:04:07>> Aí, aí, por exemplo, filtro de linha.
- 9:04:09Aqui tem um filtro de linha.
- 9:04:10>> Sim. O filtro de linha ele ele tem
- 9:04:13várias tomadas, né? Aqui desconecta ali,
- 9:04:14Gabriel, esse filtro de linha.
- 9:04:15>> Aqui tem um filtro de linha,
- 9:04:18>> ele vai vai perí e o filtro de linha tem
- 9:04:21várias tomadas. Para cada equipamento
- 9:04:24que eu ligo no filtro de linha, para
- 9:04:25cada equipamento que eu ligo no filtro
- 9:04:27de linha, uma corrente elétrica é
- 9:04:28demandada. Então, por exemplo, liguei
- 9:04:29nessa tomada aqui o ventilador e liguei
- 9:04:32o ventilador, vai começar a passar
- 9:04:33corrente elétrica pro ventilador.
- 9:04:35>> Digamos que o ventilador chame 2 amp.
- 9:04:37Então, tá passando aqui 2 amp. De onde
- 9:04:38tá? É
- 9:04:39>> de onde tá vindo esses 2 amp desse fio
- 9:04:41aqui
- 9:04:41>> que tá na tomada
- 9:04:41>> que tá na tomada. Então na rede elétrica
- 9:04:43da casa está sendo demandado 2 amp que
- 9:04:45chega aqui e vai pro ventilador.
- 9:04:47>> Mas se eu ligar aqui em cima e sei lá
- 9:04:49uma um rádio,
- 9:04:51>> um equipamento de rádio,
- 9:04:53>> esse equipamento de rádio vai chamar 1
- 9:04:54amp. Então da tomada que está conectada
- 9:04:56aqui até o aparelho, vai ficar um fluxo
- 9:04:58de 1 amp.
- 9:04:59>> Mas eu já tinha 2 amp aqui embaixo com 1
- 9:05:01amp aqui tem 3 amp passando aqui nesse
- 9:05:03fio.
- 9:05:04>> Perfeito.
- 9:05:04>> Por consequência na rede elétrica da
- 9:05:05casa. Aí eu ligo aqui um outro
- 9:05:07equipamento que chama 5 amp. Ou seja,
- 9:05:09para cada equipamento que eu ligo aqui,
- 9:05:11a corrente elétrica que vai passar por
- 9:05:13esse fio aqui e por consequência por
- 9:05:15essa estrutura aqui toda antes ser
- 9:05:16distribuído, vai aumentando.
- 9:05:19>> Para cada equipamento que eu ligo, a
- 9:05:20corrente elétrica aqui vai aumentando
- 9:05:22>> e a corrente elétrica lá dentro da
- 9:05:23tomada também vai aumentando,
- 9:05:24>> certo?
- 9:05:24>> Isso não pode ser ilimitado, isso tem
- 9:05:27que ser limitado porque vai aquecendo o
- 9:05:28fio, né? Então,
- 9:05:29>> porque essa estrutura aqui, ela tem um
- 9:05:31suporte de calor limitado. Esse esse fio
- 9:05:34aqui tem um suporte de calor limitado.
- 9:05:36Quem limita isso aqui? Porque não tem
- 9:05:38nenhuma trava que eu posso ligar aqui o
- 9:05:39que que eu posso ligar aqui uma usina
- 9:05:41aqui.
- 9:05:42>> Quem limita o fusível. Eu boto aqui um
- 9:05:44fusívelzinho, a corrente elétrica vai
- 9:05:47passar por esse fusível e se ela for
- 9:05:48excessiva, o fusível vai queimar
- 9:05:50protegendo isso aqui.
- 9:05:52>> Por que que isso aqui é melhor do que
- 9:05:53uma um três, né? Três é o benjamim. Aqui
- 9:05:56no Rio é chamado conhecido como
- 9:05:57Benjamim. Em alguns lugares do Brasil é
- 9:05:59conhecido como três. Alguns de vocês
- 9:06:00devem conhecer conhecer como três. É um
- 9:06:02é um é um adaptadorzinho que você
- 9:06:04consegue colocar três tomadas nele.
- 9:06:06>> Tem tem um ali bem vagabundo. Olha só.
- 9:06:08>> É esse aqui, ó. Isso aqui. Isso aqui, ó.
- 9:06:12>> Cara, isso é que a gente tem que ele é
- 9:06:13bem escuro.
- 9:06:14>> Três. Eu posso ligar até três coisas
- 9:06:16nesse equipamento.
- 9:06:17>> Olha como ele é ridículo frágil. Tá
- 9:06:18sentindo?
- 9:06:18>> É exato.
- 9:06:19>> Ele ele é só um plástico com metal
- 9:06:21dentro. Exato. Aí, digamos que você
- 9:06:22conecte aqui coisas que cham uma
- 9:06:23corrente elétrica muito intensa. Não tem
- 9:06:25nada protegendo isso aqui. Você pode
- 9:06:26ligar o que você quiser aqui. A
- 9:06:28consequência é que se você liga muitas
- 9:06:29coisas aqui, a corrente elétrica vai
- 9:06:31ficando muito intensa e essa corrente
- 9:06:32elétrica pode queimar isso aqui.
- 9:06:34Certamente alguém aqui já passou por um
- 9:06:36problema de queimar um um eal o nome um
- 9:06:39benjamim na sua casa, porque gosta de
- 9:06:41fazer Lego de Benjamim. Que que a galera
- 9:06:42que gosta de fazer Lego de Benjamim?
- 9:06:43Bota esse aqui na na tomada aí. Ah, esse
- 9:06:45aqui conecta o outro. A a o outro
- 9:06:47conecta o outro. Aí vai ligando coisa
- 9:06:48>> aí. bota tudo num chinelo e deixa
- 9:06:50boiando na piscina
- 9:06:52>> e aí liga a caixa de som liga o secador
- 9:06:55de cabelo que chama pouca corrente.
- 9:06:57[risadas]
- 9:06:57>> Aí liga ali o computador,
- 9:06:59caixa de somir,
- 9:07:01>> liga tudo ali na parada aí. Ih, caramba,
- 9:07:04derreteu.
- 9:07:05>> Derreteu.
- 9:07:05>> Que que aconteceu? Se você é dessas
- 9:07:07pessoas que gosta de fazer leg
- 9:07:08>> aí depois que derrete continua usando,
- 9:07:10continua derretido, passa uma fita
- 9:07:11isolante que funciona.
- 9:07:12>> Isso é muito, ó, isso, isso traz uma
- 9:07:14energia de fubangice. Ai Pedro, mas aí é
- 9:07:16preconceito porque com os mais pobres
- 9:07:18não é que o mais pobre é quem mais vai
- 9:07:20se prejudicar com isso. Parece
- 9:07:22brincadeira, mas é a falta de instrução.
- 9:07:23Por isso até que a gente tá aqui, por
- 9:07:24isso que o Enem numa prova tão boa
- 9:07:26abordaria esse tipo de coisa. Sim, sim.
- 9:07:27Total, total. Se você é dessas pessoas
- 9:07:30que gostam de fazer Lego, compra um um
- 9:07:32objeto desse que tenha o fusível, porque
- 9:07:34tem que tomar inclusive cuidado, porque
- 9:07:35se você comprar um desse aqui muito
- 9:07:36barato,
- 9:07:37>> fatalmente a economia que aconteceu aqui
- 9:07:39no por parte do fabricante que é ilegal
- 9:07:41foi de não colocar um fusível. Ou seja,
- 9:07:43se você compra um um filtro de linha que
- 9:07:45não tem fusível, você está na verdade
- 9:07:47comprando um Benjamim mais caro do que o
- 9:07:49Benjamim.
- 9:07:50>> Aí você acha que tá economizando, você
- 9:07:52comprou um filtro de linha barato que na
- 9:07:53verdade só é um Benjamim mais caro.
- 9:07:55>> Bizarro.
- 9:07:55>> É, é, é essa perda aí de de energia. Ou
- 9:07:58seja, essa é a equação que nos permite
- 9:08:00calcular a resistência em um fio e com
- 9:08:03essa equação a gente consegue
- 9:08:04dimensionar coisas ali sobre um circuito
- 9:08:06real. E o Enem pode como que eu pode só
- 9:08:08dar mostrar uma aplicação assim da as
- 9:08:10unidades que o cara usaria, como que ele
- 9:08:11vai utilizar essa prática?
- 9:08:12>> Tá, vamos lá. Eh, esse aqui é
- 9:08:13comprimento, então ele medida em Ah,
- 9:08:15pera aí, deixa eu. Ih, tá tudo azul.
- 9:08:17>> É, é pouco.
- 9:08:18>> Ah, meu dedo. Esse aqui é é distância.
- 9:08:21Então, ele é joga um pouquinho ali pro
- 9:08:22lado a página, talvez um pouco pra
- 9:08:24esquerda assim.
- 9:08:25É, pega um espacinho, pega um espacinho
- 9:08:27assim. É, tá, faz como você perce,
- 9:08:31esse aqui é comprimento, então ele é
- 9:08:32medido em metros.
- 9:08:34Aqui o negócio já tá bem pesado, olha
- 9:08:36só.
- 9:08:36>> Aqui ele é medido em metros,
- 9:08:37>> tá? Quantos metros tem o fim?
- 9:08:38>> É, essa aqui é a área que é a grossura
- 9:08:40do fim.
- 9:08:41>> Sim,
- 9:08:41>> ele é o que tá no denominador. Então,
- 9:08:42quanto maior a área, menor a
- 9:08:44resistência, como a gente já tinha
- 9:08:45conversado aqui.
- 9:08:45>> Então, calma rapidinho. Mantendo tudo
- 9:08:46constante. Quanto mais longo é o meu
- 9:08:48fio, mais resistência ele tem. Não é bom
- 9:08:51que ele seja longo desnecessariamente.
- 9:08:52>> E outra coisa, aqui embaixo, quanto mais
- 9:08:55fino é o meu fio, porque ele tem menos
- 9:08:56área de sessão transversal, mais
- 9:08:58resistência também ele tem. Aqui é bom
- 9:08:59aquela parada, né? Talvez nesse caso
- 9:09:01aqui, aí sim vale. E a corrente elétrica
- 9:09:03quer passar, é mais difícil dela passar
- 9:09:05por um fio muito longo
- 9:09:06>> e é mais difícil passar por um fio muito
- 9:09:07apertado, tá?
- 9:09:08>> Isso. E aí
- 9:09:09>> esses casos é resistência aumenta e esse
- 9:09:10aqui é a resistividade, que é o material
- 9:09:11de que é efeito fio.
- 9:09:12>> Maior a resistividade, mais resistência
- 9:09:14ao fio tem.
- 9:09:15>> Cuidado. Um cuidado aqui é só isso, né?
- 9:09:16A resistividade ela pode vir com cm qu
- 9:09:18na unidade dela e aí tu bota isso aqui
- 9:09:20em cm quado também que é uma área
- 9:09:22>> ou ela pode vir em metro quadrado por ex
- 9:09:23>> na verdade é assim ó se eu se eu isolar
- 9:09:24a a a resistividade eu vou pegar isso
- 9:09:26aqui ó para cá se eu isolar a
- 9:09:28resistividade quem ela é ela é a
- 9:09:30resistência vezes a área sobre o
- 9:09:34comprimento
- 9:09:35>> né eu só joguei a área para cá
- 9:09:36multiplicando e trouxe o comprimento
- 9:09:38dividindo
- 9:09:38>> perfeito.
- 9:09:39>> Esse cara aqui tá em metro quadrado.
- 9:09:41Esse cara aqui tá em metro.
- 9:09:42>> Ah sim. E esse cara tá em OM. Ou seja,
- 9:09:45esse metro quadrado vai cortar com esse.
- 9:09:47Deixa eu, deixa eu fazer assim mesmo.
- 9:09:48Vai cortar com esse metro.
- 9:09:49>> Aham.
- 9:09:50>> E a unidade de medida padrão paraa
- 9:09:51resistividade é
- 9:09:54metro.
- 9:09:55>> Perfeito. E aí tu bota embaixo em metro
- 9:09:56quadrado.
- 9:09:57>> É. É. Só tem que tomar cuidado para se
- 9:09:59ele tiver dado a resistividade você
- 9:10:01obedecer o que ele tá com esquerda.
- 9:10:02>> Isso é isso que eu queria focar.
- 9:10:03>> Porque ele pode trazer, por exemplo, eh,
- 9:10:05pro mundo dos dispositivos eletrônicos,
- 9:10:07por exemplo, um celular, um comprimento
- 9:10:09de um condutor ali dentro na ordem de
- 9:10:11nanômetro.
- 9:10:11>> É. Aí tu bota embaixo em nanômetro
- 9:10:13quadrado.
- 9:10:13>> É exato. Tem que tem que ter uma
- 9:10:14coerência nas unidades de medida.
- 9:10:16Beleza? Ou seja, deixa eu fazer aqui eh
- 9:10:18deixa deixa eu adicionar uma página aqui
- 9:10:20só para fazer na hora
- 9:10:21>> só para fazer uma uma breve revisão. A
- 9:10:24gente até agora estudou que a corrente
- 9:10:25elétrica é carga sobre tempo e isso aqui
- 9:10:27gera a equação kit que a galera conhece
- 9:10:30sintético
- 9:10:30>> e a gente precisa
- 9:10:32reconhecer que essa equação pode cair
- 9:10:34num gráfico it cuja área cuja área
- 9:10:39corresponde ao valor da carga. No
- 9:10:42gráfico IT, a área corresponde à carga.
- 9:10:44Sim,
- 9:10:44>> a gente já viu isso. A gente viu também
- 9:10:47V = R, que é a primeira lei de O, que é
- 9:10:49o que é a principal equação do mundo dos
- 9:10:51circuitos. Ela trata sobre voltagem,
- 9:10:53resistência correntes, mas a gente
- 9:10:54também viu P = V x I, que é a segunda
- 9:10:56equação mais importante da aula de
- 9:10:58circuitos. Com essas duas equações, a
- 9:11:00gente reúne todas as grandezas que são
- 9:11:02trabalhadas no mundo dos circuitos. E
- 9:11:03elas duas juntas, elas podem fornecer
- 9:11:05essas outras duas equações aqui, que é o
- 9:11:06P = R², o P = V² sobre R.
- 9:11:11E para além disso, a gente já viu P = E
- 9:11:13sobre T.
- 9:11:15Que potência? Deixa eu puxar aqui uma
- 9:11:16setinha da potência. Que potência é
- 9:11:18energia sobre tempo? E também vimos
- 9:11:21>> a segunda lei de
- 9:11:22>> resistência é resistividade vezes
- 9:11:24comprimento sobre área.
- 9:11:25>> É certo dizer que isso só vale para um
- 9:11:26fio?
- 9:11:27>> Isso aqui é pro fio condutor. Vou chamar
- 9:11:29aqui condutor
- 9:11:31e vou colocar entre parênteses a
- 9:11:34nomenclatura fí.
- 9:11:35>> Ótimo.
- 9:11:36>> Fechou? Car,
- 9:11:36>> a gente já deu alguns cheques ali,
- 9:11:38porque agora eu só vou desenhar depois
- 9:11:40dessa dessa dessa reflexão aqui final,
- 9:11:42dessa finalização de tudo que a gente
- 9:11:44trabalhou até agora, é desenhando o
- 9:11:45circuito no quadro mesmo. E aí a gente
- 9:11:47finaliza e eh com mais um cheque e faz
- 9:11:50alguns exercícios.
- 9:11:50>> Excelente, já vai tá na hora de fazer os
- 9:11:51exercícios mesmo.
- 9:11:52>> Beleza? Então, deixa eu adicionar aqui
- 9:11:54mais uma páginazinha pra gente garantir
- 9:11:56essa essa essa
- 9:11:57>> fluidez.
- 9:11:57>> Essa fluidez, essa essa rapid rapidez
- 9:11:59aqui de
- 9:12:02>> Já vai mostrar pro cara os circuitos.
- 9:12:03Então vou mostrar circuito. Isso que eu
- 9:12:05acabei de desenhar é um circuito
- 9:12:06simples. Por que que ele é considerado
- 9:12:08um circuito simples? Porque ele tem só
- 9:12:09um gerador e só um equipamento ligados
- 9:12:13nessa ligados entre si nessa fiação.
- 9:12:15>> Perfeito.
- 9:12:16>> Então, se esse circuito tiver realmente
- 9:12:17fechado, ou seja, eu poderia ter aqui o
- 9:12:21interruptor.
- 9:12:22>> Aham.
- 9:12:23>> E tendo o interruptor, repara que o
- 9:12:24equipamento não está conectado a DDP, só
- 9:12:26um
- 9:12:27>> porque esse aqui é o maior potencial
- 9:12:29>> e esse aqui é o menor potencial. Repara,
- 9:12:31o equipamento nesse momento está
- 9:12:32conectado do menor pro nada, tá?
- 9:12:35>> Ou seja, ele não está submetido a essa
- 9:12:36DDP, então ele não vai funcionar. Agora,
- 9:12:38quando eu fecho o circuito, o meu
- 9:12:41equipamento passa a ficar conectado do
- 9:12:43maior potencial ao menor potencial. Ou
- 9:12:46seja, se aqui são 100 V de DDP, ele está
- 9:12:49nesse momento recebendo esses 100 V de
- 9:12:51DDP, porque ele está conectado entre os
- 9:12:53terminais desse gerador. Fechou? Então,
- 9:12:55esse é um circuito simples. Para um
- 9:12:57circuito simples, o Enem vai ser bem
- 9:12:59direto. Ele vai te pedir alguma coisa e
- 9:13:02vai te dar outras duas. Digamos que ele
- 9:13:05te peça a potência, isso foi o que ele
- 9:13:07te pediu, mas ele te deu a corrente
- 9:13:11e ele te deu a voltagem.
- 9:13:14Se ele fez essa composição, você vai
- 9:13:16usar para resolver esse circuito
- 9:13:17simples, o P = V x I. Vai usar a fórmula
- 9:13:20e vai ser feliz. sempre em uma questão
- 9:13:23de circuitos simples, o Enem vai te dar
- 9:13:25duas coisas e vai te pedir uma e aí você
- 9:13:28com sabedoria vai usar as equações.
- 9:13:30>> Perfeito.
- 9:13:30>> Ele pode aumentar o grau de complexidade
- 9:13:32da questão envolvendo, por exemplo, kit.
- 9:13:35Ele pode aumentar o grau de complexidade
- 9:13:36da questão, por exemplo, usando potência
- 9:13:38e energia sobre tempo,
- 9:13:39>> que aí entra nas conversas que a gente
- 9:13:41vai a gente vai ver
- 9:13:42>> a gente já teve inclusive aqui e vai
- 9:13:43vendo as questões. Mas isso é um
- 9:13:45circuito simples. Isso, cara é é fácil.
- 9:13:49Então não desistam desse ponto da
- 9:13:51matéria de eletricidade, porque ele
- 9:13:53corresponde a uma parte significativa
- 9:13:54das questões. E você tem aqui duas
- 9:13:57fórmulas para trabalhar e uma conclusão
- 9:13:59óbvia do que está acontecendo aqui a
- 9:14:00partir do que a gente ensinou. Então, se
- 9:14:02eu tenho aqui,
- 9:14:04vamos lá, se eu tenho aqui agora, vamos
- 9:14:07nessa,
- 9:14:09tenho aqui esse circuito, por exemplo, é
- 9:14:11um circuito simples. Aqui tem um
- 9:14:13equipamento nele e aqui eu tenho uma
- 9:14:16DDP.
- 9:14:18Presta atenção aqui, hein? Vamos lá. Tem
- 9:14:21aqui esse equipamento e aqui eu digo que
- 9:14:22essa DDP aqui é uma DDP de 100 V. Falo
- 9:14:25que esse equipamento aqui tem uma
- 9:14:26resistência de 5 ohms. Qual é a corrente
- 9:14:30elétrica que tá fluindo aqui pelo
- 9:14:31circuito? Eu tenho V igual a R. Minha
- 9:14:35voltagem é 100. A resistência ali é 5.
- 9:14:38Qual vai ser a corrente elétrica? Passa
- 9:14:40o C para cá e descobre que a corrente
- 9:14:43elétrica aqui é uma corrente de 20.
- 9:14:47Simples assim. Agora eu vou fazer o
- 9:14:48seguinte, vou colocar mais um
- 9:14:50equipamento aqui, tá? Eu já tenho esse
- 9:14:51equipamento aqui de 5 ohms e eu vou
- 9:14:52ligar outro equipamento aqui. Vou ligar
- 9:14:54um outro equipamento que ele tenha,
- 9:14:56vamos dizer, mais ã um homem apenas. Um
- 9:15:01homem não, vou colocar aqui outro
- 9:15:02equipamento igual ele. Tem cinco homens.
- 9:15:06Esses dois equipamentos aqui agora, cada
- 9:15:07um com a sua resistência, a gente vai
- 9:15:08dizer que eles estão associados em
- 9:15:10série, tá? Eles estão associados em
- 9:15:11série porque eles estão aqui exatamente
- 9:15:13no mesmo fio. Nesse caso aqui eu vou dar
- 9:15:15mais algumas definições mais
- 9:15:16sofisticadas para o que que está em
- 9:15:18série. Que que eu preciso que você
- 9:15:19comece a entender agora, que agora a
- 9:15:20gente dá um salto de complexidade na
- 9:15:21matéria. A corrente elétrica, ela se
- 9:15:23comporta de modo similar à água. A
- 9:15:26corrente elétrica, né, a gente tá, a
- 9:15:27gente sabe que que é o polo positivo,
- 9:15:28que é o polo negativo. Essa corrente
- 9:15:29elétrica que tá fluindo assim,
- 9:15:32ela não muda ao longo do mesmo fio, a
- 9:15:35menos que a gente tivesse aqui um nó. Se
- 9:15:38a gente tivesse um nó, o que que é um nó
- 9:15:39dentro de um circuito elétrico? Um nó é
- 9:15:40um local onde se encontram três ou mais
- 9:15:43fios, tá? A gente não tem esse nó aqui.
- 9:15:45Eu acabei de desenhar esse nó e acabei
- 9:15:46de desenhar isso aqui. Nesse caso, a
- 9:15:48corrente elétrica, que é uma a gente
- 9:15:49vai, vamos primeiro descobrir qual é a
- 9:15:50corrente sem isso aqui, tá bom? Vou
- 9:15:51tirar isso aqui e só pra gente descobrir
- 9:15:53qual seria a corrente elétrica fluindo
- 9:15:54aqui. Antes, note, eu vou até deixar
- 9:15:55aqui, ela era de 20. Agora eu vou ter o
- 9:15:57seguinte, olha, a voltagem total é 100.
- 9:15:59A resistência total, eu calculo a
- 9:16:02resistência total do circuito. A
- 9:16:03resistência total do circuito é 5 + 5.
- 9:16:04Quando eles estão em sério, a gente
- 9:16:05some. Então a resistência total do
- 9:16:06circuito agora é 10. Qual vai ser a nova
- 9:16:08corrente elétrica? Passa o 10 para cá,
- 9:16:09descobre que a nova corrente elétrica é
- 9:16:11uma corrente de 10. Caramba, a corrente
- 9:16:13era de 20 e agora ela é uma corrente de
- 9:16:1410. Ela caiu pela metade. Exato. Nessa
- 9:16:16nova situação, ela caiu pela metade. Mas
- 9:16:18o que eu quero que você guarde é o
- 9:16:18seguinte. Esses 10 que estão fluindo por
- 9:16:21aqui, eles não têm para onde ir. Eles
- 9:16:24vão fazer esse trajeto. E esse cara
- 9:16:26aqui, ele está submetido a quantos
- 9:16:27amperes? 10. E esse aqui também 10 amp.
- 9:16:29Eu não vou somar esse 10 a. A mesma água
- 9:16:32que tá passando por esse, ela passa por
- 9:16:33esse também. Eu não preciso somar. Você
- 9:16:34viu que eu fiz uma aplicação da primeira
- 9:16:36Lady Home global? Eu fiz uma aplicação
- 9:16:39no circuito inteiro. Para fazer essa
- 9:16:40aplicação da primeira Lady Home global
- 9:16:42no circuito inteiro, eu não usei a
- 9:16:44resistência de nenhum equipamento, eu
- 9:16:45usei a resistência de todos os
- 9:16:46equipamentos. Eu usei a resistência do
- 9:16:48circuito inteiro. É o que a gente chama
- 9:16:49de resistência equivalente. Eu usei uma
- 9:16:50coisa chamada hack, resistência
- 9:16:52equivalente. Usei a voltagem do circuito
- 9:16:54inteiro e descobri a corrente do
- 9:16:56circuito inteiro. Usei voltagem do
- 9:16:57circuito inteiro, resistência do
- 9:16:58circuito inteiro e descobri a corrente
- 9:16:59do circuito inteiro. Certo? 100 é a
- 9:17:01voltagem do circuito inteiro, 10 era a
- 9:17:02resistência do circuito inteiro e a nova
- 9:17:03corrente do circuito inteiro é 10.
- 9:17:05Porém, eu posso fazer uma aplicação da
- 9:17:08primeira lei de home local, eu posso
- 9:17:10fazer uma aplicação dela aqui em um
- 9:17:12único elemento do circuito, tá bom? Como
- 9:17:14que ficaria isso aqui? Vou desenhar aqui
- 9:17:15embaixo de novo, esse mesmo circuito.
- 9:17:18Pronto, já foi aqui. Olha só,
- 9:17:21mesmo circuito. Eu tenho um equipamento
- 9:17:22aqui, tenho um equipamento aqui e tenho
- 9:17:24aqui uma DDP. Essa DDP continua sendo a
- 9:17:27mesma que eu tinha aqui. Eu tinha dito
- 9:17:28que ela DDP de 100. Então ela continua
- 9:17:30sendo aqui uma DDP de 100. Agora, olha a
- 9:17:31informação que eu vou te falar nesse
- 9:17:33circuito aqui. Esses equipamentos aqui
- 9:17:35eles são equipamentos ã iguais. Vamos
- 9:17:37dizer que eles são equipamentos iguais.
- 9:17:38E eu falo o seguinte, olha, nesse
- 9:17:40circuito inteiro, eu sei que flui aqui,
- 9:17:42sai daqui, vamos colocar daqui, porque
- 9:17:44eu botei o polo positivo aqui, uma
- 9:17:45corrente de 10. Agora eu te pergunto,
- 9:17:46qual é a resistência de cada um desses
- 9:17:48equipamentos? Agora eu vou fazer uma
- 9:17:49aplicação específica, uma aplicação
- 9:17:51local dessa lei aqui. Eu vou precisar
- 9:17:53adicionar algumas informações aqui
- 9:17:55agora, tá bom? Lembra que eu falei que a
- 9:17:56corrente ela não vai se dividir dentro
- 9:17:58de um mesmo fio, não vai. Os 10 A aqui,
- 9:17:59que a gente sabe que são 10 Ali por
- 9:18:01cima, eles estão, e aqui também eu
- 9:18:02desenhei, eles estão fluindo por todo
- 9:18:03mundo aqui, eles não vão fazer nenhum
- 9:18:04tipo de divisão, eles estão aqui no
- 9:18:06mesmo fio. Só se tivesse um outro fio
- 9:18:07aqui com outro equipamento, aí a
- 9:18:08corrente elétrica agora tomaria uma
- 9:18:10decisão. Uma parte dela vai vir para cá
- 9:18:12e outra parte vai vir para cá. Eu já vou
- 9:18:13te dizer como que ela toma essa decisão,
- 9:18:14qual é o critério, né? Que não que a
- 9:18:16corrente elétrica pense, mas como que
- 9:18:17ela faz isso. Mas a voltagem de 100 V,
- 9:18:21ela sim se divide no mesmo fio. Por quê?
- 9:18:24A gente tem aqui esses 100 V. Esses 100
- 9:18:25V, eu quero que você imagine o seguinte,
- 9:18:26ó. Imagina que esse aqui é o zero e esse
- 9:18:28aqui é o 100. Esse 100 ele se estabelece
- 9:18:31aqui e quando ele passa por esse
- 9:18:33equipamento, ele perde uma parte de si.
- 9:18:36Ele tem uma queda de tensão por causa
- 9:18:38desse equipamento. Depois ele vem para
- 9:18:39cá e tem outra queda de tensão até ele
- 9:18:41voltar pro zero e você ter os 100 V
- 9:18:43aqui. Como que funciona essa queda de
- 9:18:45tensão? No caso aqui são equipamentos
- 9:18:47iguais. Eu tô começando com um exemplo
- 9:18:48bem simples. São equipamentos iguais.
- 9:18:49Então eles vão dividir a tensão entre si
- 9:18:51porque eles são iguais. Tá bom? Então se
- 9:18:52eu tenho 100 V aqui, eu tenho dois
- 9:18:53equipamentos iguais. Esse cara aqui
- 9:18:55sozinho tá consumindo 50 V. E esse cara
- 9:18:57aqui sozinho tá consumindo 50 V. Agora
- 9:18:59vamos lá. Eu tenho a corrente total do
- 9:19:01circuito, mas ao mesmo tempo que ela é a
- 9:19:03corrente total do circuito, eu também
- 9:19:04sei que ela é a corrente individual de
- 9:19:05cada um, porque a corrente total ela
- 9:19:06passa por todo mundo. Então os 10 amp
- 9:19:08banham esse cara e os 10 amp banham esse
- 9:19:09cara. E eu tenho também a voltagem
- 9:19:11específica de cara. Esse é 50 V, esse é
- 9:19:1350 V. Eu só peguei os 100 V totais e
- 9:19:14dividi por esses dois equipamentos aqui.
- 9:19:16Agora vou aplicar a primeira lei de Oh
- 9:19:18em cada equipamento. Então nesse
- 9:19:19equipamento aqui, primeira lei de home,
- 9:19:21só para ele. Vamos lá. V = R. Quero
- 9:19:24descobrir o R dele. Passo o I para cá.
- 9:19:26Tirei o I daqui. Quem é o R dele? É a
- 9:19:27voltagem dele. A voltagem dele é 50.
- 9:19:30Quem é o I dele? O I dele é o 10. Porque
- 9:19:31o 10 passa pelo circuito inteiro, é
- 9:19:33tanto dele quanto dele, sem se dividir.
- 9:19:34Pego aqui 50 div por 10, encontro
- 9:19:36aqueles 5 ohms. O mesmo eu encontraria
- 9:19:38se eu aplicasse para esse 5 + 5. Então é
- 9:19:40importante você perceber que eu posso
- 9:19:41fazer essa aplicação da lei de ôm tanto
- 9:19:43globalmente no circuito, desde que eu
- 9:19:44utilize voltagem total, resistência
- 9:19:46total do circuito, resistência
- 9:19:47equivalente, que eu já te ensinei a
- 9:19:48calcular quando os elementos estão
- 9:19:49associados em série, no mesmo fio, sem
- 9:19:50nenhum nó entre eles para dividir a
- 9:19:51corrente, eles, a definição mesma de
- 9:19:53elementos associados em série, eles
- 9:19:54estão exatamente na mesma corrente. Não
- 9:19:56tem uma divisão, a corrente não tá
- 9:19:58diferente neles, ele tá na mesma
- 9:19:59corrente. E aí, se eu fizer a aplicação
- 9:20:01específica, eu encontro resultados
- 9:20:02específicos, tipo a resistência desse
- 9:20:04cara aqui. E se eu fizer a aplicação
- 9:20:05global, eu encontro a resistência global
- 9:20:07do circuito. Agora, um próximo passo
- 9:20:08aqui é o seguinte. Vou fazer agora aqui
- 9:20:11um um novo circuito.
- 9:20:16Nesse novo circuito vou colocar aqui um
- 9:20:18equipamentozinho, tá? Vou botar um
- 9:20:20equipamento aqui que ele tem 2 ohms de
- 9:20:22resistência e vou colocar aqui um outro
- 9:20:24equipamento que ele tem 6 ohms de
- 9:20:27resistência. Já perceba que esse
- 9:20:29equipamento de 6 ohms, ele tem três
- 9:20:31vezes mais resistência do que o outro,
- 9:20:32tá bom? E a voltagem que eu vou colocar
- 9:20:34aqui vai ser uma DDP de 80 V. Quero só
- 9:20:37te fazer uma pergunta. Como que essa
- 9:20:39essa a gente sabe já que essa DDP ela
- 9:20:40vai se dividir, vai um pouco para esse
- 9:20:41cara e um pouco para esse? Vamos pensar
- 9:20:43na primeira lei de Jon que é sempre um
- 9:20:44caminho muito seguro pra gente começar
- 9:20:45uma análise de uma questão. Tô puxando
- 9:20:48isso aqui da minha cabeça. E por que que
- 9:20:49eu sou capaz de puxar da cabeça? Não é
- 9:20:50porque eu tenho toda a eletrodinâmica
- 9:20:51memorizada na minha cabeça, mas porque
- 9:20:53eu consigo puxar todos os raciocínios de
- 9:20:54eletrodinâmica. Eu digo todos mesmo, sem
- 9:20:56exceção. Eu consigo ficar aqui se eu
- 9:20:57quiser 12 horas seguidas, sem parar e
- 9:20:59sem ensaiar. Eu vou puxar todos os
- 9:21:00raciocínos a partir dos raciocínios mais
- 9:21:01básicos. Então vamos lá. V = R. Posso
- 9:21:04pensar em V igual R pro circuito inteiro
- 9:21:06ou posso pensar de modo específico.
- 9:21:08Vamos fazer um pensamento aqui de modo
- 9:21:09específico. Eu quero pensar em um desses
- 9:21:11caras aqui. Vamos lá. Pensando em um
- 9:21:12desses caras aqui, para eu poder fazer
- 9:21:13uma análise válida com essa fórmula que
- 9:21:15tem três grandezas, eu preciso
- 9:21:16estabilizar uma das grandezas. Eu
- 9:21:17preciso dizer que ela vai estar sempre
- 9:21:18igual. E agora eu vou pensar o seguinte,
- 9:21:20já que a corrente ela não vai sofrer
- 9:21:21alteração, porque eu não tenho aqui um
- 9:21:23novo fio pra gente ter um novo
- 9:21:24equipamento aqui que vai puxar uma parte
- 9:21:25da corrente para ele. E aí, se eu
- 9:21:26tivesse aqui, por exemplo, ó, tenho 10
- 9:21:28de corrente. Ah, mas desses 10, sete
- 9:21:29vieram para cá e três vieram para cá.
- 9:21:31Não, não tenho essa situação ainda, não.
- 9:21:32A gente vai chegar nessa situação, mas
- 9:21:33eu ainda não a tenho. Eu tenho o
- 9:21:35seguinte, olha, eu não sei qual é, eu
- 9:21:36não sei qual é a corrente aqui ainda.
- 9:21:37Posso saber se eu quiser, posso, eu pego
- 9:21:38esse 80 aqui, a vou faço uma aplicação
- 9:21:40global da lei de, né? Boto o 80 aqui,
- 9:21:42que é a voltagem total, boto a
- 9:21:43resistência equivalente, que eu somo,
- 9:21:44vai dar oito, boto oito aqui, corrente
- 9:21:4680/ 8, corrente é 10 amp. a gente
- 9:21:47conseguiria descobrir isso. Mas calma
- 9:21:49aí, inclusive, só se a gente descobrisse
- 9:21:51isso, né? Se eu aplicasse a lei de O
- 9:21:52globalmente, eu descobri que tem ali uma
- 9:21:53corrente total de 8 amp. Agora que eu
- 9:21:55descobri que essa corrente é 8 amp, ela
- 9:21:56passa aqui e passa aqui. Agora eu posso
- 9:21:58inclusive descobrir qual é a voltagem
- 9:22:00que cada um tá consumindo. Qual é a
- 9:22:01voltagem que cada um deles tá
- 9:22:02consumindo? Vamos lá. Vou pegar você
- 9:22:03aqui, seu safado. Você é o seguinte, V
- 9:22:05igual R só para tu em específico. Não
- 9:22:07sei qual é voltagem tu tá consumindo.
- 9:22:08Ai, Pedro, é 80. Não, 80 é a voltagem
- 9:22:10total. Ela vai se dividir aqui entre os
- 9:22:11elementos porque eles estão ali no mesmo
- 9:22:12fio. Tá bom? Se fosse um fio diferente
- 9:22:14aqui, lembra que eu falei que a corrente
- 9:22:15se dividiria? Sim, a corrente se
- 9:22:16dividiria, mas esses 80 V aqui, olha só,
- 9:22:19esses 80 V eles se estabelecem aqui em
- 9:22:21cima. Os dois estão aqui nessa diferença
- 9:22:23de 80 V eles vão dividir a voltagem
- 9:22:24entre si, mas esses 80 V se replicam
- 9:22:26aqui embaixo. Então os 80 V estão
- 9:22:28inteiros para esse fio aqui e também
- 9:22:29estariam inteiros para esse fio aqui de
- 9:22:30baixo. É justamente isso que você acabou
- 9:22:32de ver. Eu falei que quando a gente tem
- 9:22:33um nó, tem um novo fio, a corrente se
- 9:22:35divide para ele. Então a corrente vai se
- 9:22:36dividindo, mas a voltagem a cada fio
- 9:22:38novo que eu adiciono, ela se replica
- 9:22:40inteiramente para aquele fio. Por isso
- 9:22:41que eu posso ficar ligando coisas no
- 9:22:42mesmo Benjamim. Vou ligando, vou
- 9:22:43ligando. Cada vez eu tô adicionando um
- 9:22:44novo fio que se beneficia daquela
- 9:22:45voltagem inteira. Mas se beneficia
- 9:22:47daquela voltagem, ah, legal, voltagem
- 9:22:48infinita, mas ele puxa mais correntes no
- 9:22:49final das contas. Tá bom? Voltando aqui
- 9:22:51agora paraa nossa análise básica, olha
- 9:22:52só, sei que é 80 V aqui e apliquei a lei
- 9:22:55de home globalmente no circuito para
- 9:22:56descobrir que globalmente passam 8 amp,
- 9:22:58mas essa grandeza, embora ela seja
- 9:22:59global, ela também é específica desse
- 9:23:01cara. 8 amp para tu e oito para tu. 8 +
- 9:23:028 16. Não, os mesmos oito que passam em
- 9:23:04um, passam no outro também. Agora,
- 9:23:06aplicação específica da lei de Jonse,
- 9:23:08vem aqui, seu safado. Eu não sei quanta
- 9:23:09voltagem tu tá roubando do meu circuito.
- 9:23:11Não sei, mas eu sei o seguinte, ó.
- 9:23:12Quanta a voltagem roubo. Tua
- 9:23:13resistência, tô vendo que é seis e a
- 9:23:15corrente que passa por você, tô vendo
- 9:23:16que é oito. 6 x 8, tu drena 48 V no meu
- 9:23:19circuito. Venha com agora você. Tu vou
- 9:23:23aplicar a primeira lei de homem somente
- 9:23:24em tu de modo específico. Não sei qual
- 9:23:26voltagem tu rouba do circuito.
- 9:23:27>> Perfeito. Tem problema.
- 9:23:28>> Olha só, a tua resistência aqui é dois.
- 9:23:30A corrente passa por você é 8. 2 x 8 vai
- 9:23:32dar 16. 16 + 48 fica 64. Qual o
- 9:23:35problema?
- 9:23:36>> O problema é que você colocou a corrente
- 9:23:37de 8 amp, mas ela vai ser na verdade 10
- 9:23:39amp.
- 9:23:40>> Perfeito.
- 9:23:41>> Ó lá. Porque a resistência global,
- 9:23:42>> ô, foi a conta, foi a conta que era.
- 9:23:44>> Resistência global é oito. Você, você
- 9:23:46>> foi no momento que eu fiz aqui, eu
- 9:23:47peguei o V aqui. Eu queria, eu, eu, eu
- 9:23:49já tinha o V total do circuito, ó. Eu
- 9:23:50vou deixar isso aqui para vocês verem,
- 9:23:51isso é bom.
- 9:23:52>> Aham.
- 9:23:53>> Foi um erro de divisão. Lembra disso? Eu
- 9:23:55tinha 80 ali do circuito. Quando eu fui
- 9:23:56descobrir essa corrente aqui, eu botei a
- 9:23:57resistência que era oito, botei
- 9:23:58corretamente. O que que eu falei? Eu
- 9:24:00falei 80/ 8 dá 8 amp. Só que isso é uma
- 9:24:04bizarr completa. 80 di por 8 dá 10.
- 9:24:06Provavelmente, eu nem sei, eu devo ter
- 9:24:07falado 10 amp. Não sei se eu falei e
- 9:24:09escrevi oito. Tá bom? Então não tem
- 9:24:11problema nenhum isso. Eu vou deixar aqui
- 9:24:12na aula porque é um erro de 80 di por 8,
- 9:24:15tá bom? Que acontece pelo excesso
- 9:24:17absoluto de energia gasto aqui para dar
- 9:24:18essa aula, tá bom? Então agora eu vou
- 9:24:19refazer o assino, vai ser uma
- 9:24:20oportunidade de você revisar, tá bom? Eu
- 9:24:21tinha isso aqui, ó. Vou voltar para cá,
- 9:24:23tá? Tinha o meu circuito aqui inteiro,
- 9:24:26olha só, eu não sabia nada sobre o meu
- 9:24:28circuito. Esse 8 amp aqui foi porque eu
- 9:24:29disse que 80 divido por 8. É. E detalhe,
- 9:24:32tá? Por que que é importantíssimo deixar
- 9:24:33isso aqui? Porque é assim que alguém que
- 9:24:36vai passar em medicina não passa na hora
- 9:24:39da prova. Essa situação aqui não
- 9:24:40acontece porque na hora da prova eu tô
- 9:24:42cansado, fiz 1 hora 20 de prova já do
- 9:24:43Enem, eu paro, vou no banheiro, relaxo,
- 9:24:45fico de boa e volto retomando o meu
- 9:24:47raciocínio. Você precisa fazer isso.
- 9:24:48Você precisa ter sensibilidade de
- 9:24:49perceber quando você tá ficando cansado,
- 9:24:50tá? É,
- 9:24:51>> absolutamente nenhum professor na
- 9:24:52história deixaria isso na live. Nenhum,
- 9:24:54nenhum, nenhum, nenhum. Eu acho
- 9:24:55excelente. Todo mundo tá aqui porque eu
- 9:24:56sou de verdade. Então, olha só, olhei
- 9:24:58para esse circuito aqui. Eu posso
- 9:24:59descobrir se eu quiser, eu tenho aqui a
- 9:25:01voltagem global do circuito e eu também
- 9:25:02tenho a resistência global do circuito.
- 9:25:03Eu só somar isso aqui e descobrir a rec.
- 9:25:05Então eu posso aplicar V igual a R para
- 9:25:07descobrir a corrente global do circuito.
- 9:25:09A gente já sabe que esse V é 80 e que
- 9:25:10esse R é 8. Então a corrente global do
- 9:25:12circuito eu sei que vai dar 10 A. A
- 9:25:15partir do momento que eu descobri esses
- 9:25:1710 A, eu posso pegar esses 10 e falar
- 9:25:19assim: "Olha, esses 10 A aqui, ele vai
- 9:25:20passar integralmente aqui e
- 9:25:21integralmente aqui. Não tem fio algum
- 9:25:23para eu dividir essa corrente. Se eu
- 9:25:24tivesse, a corrente tomaria uma decisão
- 9:25:25e ela seria dividida. Parte dela para um
- 9:25:26fio, parte pro outro, tá bom? E já
- 9:25:28adianto, se eu tivesse um fio aqui,
- 9:25:29vamos dizer que a corrente se dividisse
- 9:25:31uma parte para cá e uma parte para cá. O
- 9:25:33fato é, assim como água dentro de uma
- 9:25:35tubulação, a água não da tubulação, ela
- 9:25:36sempre volta a se encontrar. Então eu, a
- 9:25:38gente sabe que eu tenho 10 amp aqui, né?
- 9:25:39Vamos só apenas supor que aqui para cima
- 9:25:41foram 2p, foi dois aqui para cima e aqui
- 9:25:44foi 8, tá? Nem botei nenhum equipamento
- 9:25:46aqui, eu sei, né? Óbvio que eu sei que
- 9:25:47isso aqui vai dar um curto circuito. Eu
- 9:25:48vou aproveitar para te explicar o
- 9:25:49porquê. Mas olha só, os 2 amp viriam
- 9:25:51aqui em cima se conservando e voltariam
- 9:25:53para cá. Tenho 2 amp aqui. Os 8 amp
- 9:25:54viriam para cá se conservando, voltariam
- 9:25:55para cá. Tenho mais oito aqui. Opa, tem
- 9:25:572 mais 8. Voltei até 10. Os 10 amp estão
- 9:25:59aqui de volta. A corrente não foi a
- 9:26:00lugar nenhum. Já vou adiantar inclusive
- 9:26:02qual é o critério que a corrente utiliza
- 9:26:05para tomar essa decisão. Você pode
- 9:26:06perguntar, Pedro, como é que a corrente
- 9:26:08escolhe isso? Aí você diz que a corrente
- 9:26:09vai se dividir, como que ela escolhe? É
- 9:26:11simples. A corrente sempre prefere ir
- 9:26:13mais pelo caminho de menor resistência.
- 9:26:16Faz sentido? Para que que a corrente vai
- 9:26:17querer ir pro caminho de maior
- 9:26:18resistência? E por isso, inclusive, que
- 9:26:19se eu plugar um fio aqui sem nada, qual
- 9:26:21a resistência de um fio que não tem
- 9:26:22nada? É praticamente zero. Se for um fio
- 9:26:25ideal, inclusive é pior ainda, é perto
- 9:26:26de zero, ele não tem resistência
- 9:26:27nenhuma. Então, toda a corrente vai vir
- 9:26:28para cá. Quando toda a corrente vier
- 9:26:29para cá, o que que ela vai fazer? ela
- 9:26:30vai super aquecer esse fio. O fio pode
- 9:26:32derreter, pode causar um incêndio e
- 9:26:34mesmo que não superaqueça o fio, só o
- 9:26:35fato de toda a corrente vir para cá vai
- 9:26:36fazer todo mundo aqui em cima desligar,
- 9:26:38vai gerar um curto circuito ali em cima.
- 9:26:40Certo? Certíssimo. Mais uma vez
- 9:26:42desenhando seu, olha a densidade que eu
- 9:26:44tô explicando. Eu tô tentando explicar
- 9:26:45uma coisa super básica, mas eu faço um
- 9:26:47disclaimer e explico uma coisa super
- 9:26:48avançada, né?
- 9:26:49>> Na verdade, eu eu preciso fazer uma
- 9:26:51outra explicação sobre o curto circuito.
- 9:26:53>> Ótimo, vai ser melhor ainda. Então, olha
- 9:26:54só, tu vai fazer ainda explicação de de
- 9:26:57como que ele muda DDP, essas paradas,
- 9:26:58porque essa explicação é bem importante,
- 9:27:00né? E a explicação aqui foi resumida, tá
- 9:27:01bom? Se eu botar um fio aqui, vai
- 9:27:02acontecer curto circuito, porque esse
- 9:27:03fio não tem nenhuma resistência, toda a
- 9:27:04corrente vai querer passar por aqui.
- 9:27:06Isso é uma explicação do curto circuito.
- 9:27:07Outra explicação é, não vai ter mais
- 9:27:08nenhuma corrente aqui, vai desligar
- 9:27:09todos os equipamentos. Essa é uma tem
- 9:27:10explicação ainda mais sofisticada. Eu
- 9:27:12vou pedir pro Rafa fazer daqui a pouco.
- 9:27:13Voltando aqui agora, olha só, tenho aqui
- 9:27:15um equipamento, tenho aqui outro
- 9:27:17equipamento, eles estão associados em
- 9:27:19série e tenho aqui uma DDP. Sei que essa
- 9:27:20DDP é de 80 V. Esse equipamento aqui é
- 9:27:23de 2 ohms de resistência. Esse aqui é de
- 9:27:256 ohm de resistência. Apliquei a lei
- 9:27:27globalmente no circuito. Descobri que a
- 9:27:28corrente toda é 10. Agora que eu sei que
- 9:27:30a corrente 10 amp e a corrente de 10 amp
- 9:27:31nesse cara e 10 amp nesse cara, posso
- 9:27:32fazer uma aplicação específica da lei
- 9:27:34de. Então aqui, ó, V é igual ri, somente
- 9:27:37para um deles, tá bom? Somente para você
- 9:27:38aqui que tem que tem seis, por exemplo.
- 9:27:40Vamos lá. A voltagem, eu não sei quanta
- 9:27:41voltagem você individualmente consome,
- 9:27:43não sei. Só sei que o circuito inteiro
- 9:27:45tem 80, mas quanto que tu gera de queda
- 9:27:47de tensão quando a DDP passa por você?
- 9:27:48Isso a gente não sabe, tá bom? Quando a
- 9:27:49corrente passa por você, a gente não
- 9:27:50sabe, mas eu sei que tua resistência é
- 9:27:52seis e sei que a corrente que passa por
- 9:27:53você é 10, porque é a mesma corrente que
- 9:27:55passa por todo mundo aqui. 6 x 10 é
- 9:27:57igual a 60 V. Olha só, esse cara aqui,
- 9:28:00ele tá consumindo desses 80 V, 60 V para
- 9:28:03ele. Se eu aplicar no outro, tu vai ver
- 9:28:04que vai ficar aqui R, vai ficar 2 x 10.
- 9:28:07Esse cara aqui tá consumindo 20 V de de
- 9:28:09voltagem de DDP. Somando o total aqui,
- 9:28:12você tem os 80 V ali de cima. Ou seja,
- 9:28:13qual é o padrão, né? A quando a DDP, ela
- 9:28:15se divide quando ela tá em elementos
- 9:28:17aqui do mesmo fio, né? Qual é o padrão
- 9:28:18de queda de tensão que vai acontecer?
- 9:28:20Olha isso. Acho que acho que tu vai
- 9:28:22gostar de eu explicar isso aqui, tu vai
- 9:28:23sentir um certo orgulho, porque é uma
- 9:28:25explicação. Eu acho que você faria essa
- 9:28:26explicação, né? Eu tenho ali v igual a
- 9:28:30R. Eu vou, eu quero que esses dois,
- 9:28:33esses, esses dois equipamentos, eles
- 9:28:34precisam estar obrigatoriamente com a
- 9:28:36mesma corrente, porque eles estão no
- 9:28:37mesmo para onde a corrente teria ido
- 9:28:38daqui até aqui, ela tem que passar igual
- 9:28:40por eles dois. Então eu imponho aqui o
- 9:28:42seguinte, olha, a corrente tem que ser
- 9:28:44constante. Já que a corrente tem que ser
- 9:28:46constante, é o seguinte, quanto mais
- 9:28:49resistência tu tem, mais voltagem tu vai
- 9:28:51drenar do circuito. Quanto mais
- 9:28:53resistência tu tem, e drenar não é só
- 9:28:55uma coisa ruim, também o quê? Quanto
- 9:28:56mais resistência tu tem, mais tu vai
- 9:28:58funcionar, mais tu vai consumir, mais
- 9:28:59potência tu vai entregar, certo? E aí
- 9:29:02faz total sentido. Por quê? Esse cara
- 9:29:04aqui, ele tem três vezes mais
- 9:29:05resistência que isso aqui. Tu, esse aqui
- 9:29:07tem três vezes, ele tem, ele tá num
- 9:29:08fator de 3x mais resistência e esse aqui
- 9:29:10seria o fator de 1x. Tu pega e fala
- 9:29:11assim, ó. Juntos eles formam quatro
- 9:29:13coisas como se fosse, tá bom? Esse aqui
- 9:29:14tem três vezes mais que outro. Ele tem
- 9:29:15um, eles formam quatro coisas. Pega esse
- 9:29:1780 aqui agora, divide em quatro partes,
- 9:29:18vai ficar 20, 20, 20, 20. Quem tem mais
- 9:29:21resistência consome mais voltagem.
- 9:29:22Então, três dessas partes de 20, que são
- 9:29:2360, vem para esse cara e uma parte de 20
- 9:29:25vem para esse cara aqui. Pegou? E se
- 9:29:28fosse agora o raciocínio, se eu fosse
- 9:29:30pegar aqui agora o raciocínio de como
- 9:29:31que a corrente elétrica se divide. Então
- 9:29:33agora a gente vai entrar na divisão da
- 9:29:35corrente elétrica, tá? A divisão da
- 9:29:37corrente elétrica vai funcionar da
- 9:29:38seguinte forma. Vou pegar aqui um uma
- 9:29:40outra situação. Vai vendo aí se os
- 9:29:42números vão ficar bons. Não sei. Vai
- 9:29:43dando aquela observada, né? Porque eu tô
- 9:29:44inventando aqui agora. Eu tenho aqui um
- 9:29:46circuito,
- 9:29:52só que esse circuito aqui agora ele vai
- 9:29:53ter um nó. O que que é um nó mesmo? É
- 9:29:55uma região onde eu consigo identificar
- 9:29:56três fios. Isso é um nó. Acabou. Eu vou
- 9:29:59ter aqui agora um equipamento, tá? Eu
- 9:30:01vou primeiro, quero que você primeiro
- 9:30:03faça uma consideração sem o nó, só para
- 9:30:05ficar bem didático. E eu vou ter aqui um
- 9:30:06equipamento. Aqui eu vou ter aqueles
- 9:30:08mesmos 80 V de DDP. E esse equipamento
- 9:30:11aqui, vamos dizer que ele é um
- 9:30:12equipamento de 5 ohms. Se eu faço uma
- 9:30:15aplicação global aqui da primeira lei de
- 9:30:17ohm, o que que eu vou observar? V = RI.
- 9:30:19Então 80 é igual a R, que vai ser o 5, e
- 9:30:22vou descobrir a corrente total do
- 9:30:23circuito. Passando o cinco para cá, a
- 9:30:25corrente total do circuito é 16. Presta
- 9:30:27muita atenção nisso, tá bom? Eu tenho 16
- 9:30:29amp aqui de corrente sendo chamado nesse
- 9:30:31circuito. Observa o que que vai
- 9:30:33acontecer agora, tá?
- 9:30:35Vou adicionar aqui um novo ramo. Vou
- 9:30:37adicionar aqui um novo nó. E nesse novo
- 9:30:39nó aqui, vou colocar um equipamento,
- 9:30:41pera aí. Vou colocar um equipamento aqui
- 9:30:44que ele tem 10s de resistência. Primeira
- 9:30:48coisa que eu quero que você observe,
- 9:30:49esses equipamentos, esses dois
- 9:30:50resistores, eles estão associados em
- 9:30:52paralelo. A, qual a definição de estar
- 9:30:54associado em série? Eles estão na mesma
- 9:30:56corrente elétrica. E aí, por isso que
- 9:30:58muita gente fala que em série é no mesmo
- 9:30:59fio, mas não é só assim que é em série,
- 9:31:00não, tá bom? em séria no mesmo fio,
- 9:31:03porque, né, a gente pode dizer que
- 9:31:04quando tá no mesmo fio tá em série,
- 9:31:05porque no mesmo fio vai passar a mesma
- 9:31:06corrente. E em série quer dizer que tá
- 9:31:08submetido à mesma corrente, mas dá para
- 9:31:09você ter, a gente vai mostrar depois
- 9:31:10alguns arranjos em que mesmo não estando
- 9:31:12ali no mesmo fio, a gente pode dizer que
- 9:31:13trechos estão em série. Por enquanto em
- 9:31:14sério é o que tá no mesmo fio. Qual a
- 9:31:16definição de estar em paralelo? Estar em
- 9:31:17paralelo é estar submetido a mesma DDP.
- 9:31:19Gosta dessa definição? Funciona? Não.
- 9:31:21Eles estão em paralelos, estão submetido
- 9:31:22a mesma DP. A DDP funciona dessa forma.
- 9:31:24Olha só.
- 9:31:25>> É isso aqui, ó.
- 9:31:25>> Bacana. Olha só. Muito bom. Essas duas
- 9:31:27lâmpadas, essas duas lâmpadas aqui, elas
- 9:31:30estão ligadas à mesma composição de
- 9:31:32bateria. Ó lá, repara que para essa
- 9:31:34lâmpada daqui que eu tô colocando na
- 9:31:36frente, opa, desculpa, para essa lâmpada
- 9:31:38que eu tô colocando aqui na frente, sai
- 9:31:40um fio vermelho dela.
- 9:31:41>> Afasta um pouquinho mais que vai ser
- 9:31:42melhor.
- 9:31:42>> Foi, ó lá, focou. Para essa lâmpada aqui
- 9:31:45sai o fio vermelho e o fio preto direto
- 9:31:48pra bateria. Ó, fio vermelho e o fio
- 9:31:50preto direto pra bateria. E isso
- 9:31:52acontece também pra outra lâmpada dela.
- 9:31:54Sai o fio vermelho e o fio preto também
- 9:31:55pra bateria. Ou seja, as duas lâmpadas
- 9:31:58estão conectadas
- 9:32:00>> integralmente à aquela DDP.
- 9:32:01>> É, as duas lâmpadas à mesma bateria, né?
- 9:32:04E isso é uma formação em paralelo.
- 9:32:06>> Esse desenho aqui que o esse esse
- 9:32:07circuito que o Rafa tem na mão é como se
- 9:32:08fosse aqui, ó. A gente tem ali a bateria
- 9:32:11e aí da bateria sai um fio, sai outro
- 9:32:13fio e, ó, tem uma lâmpada aqui em cima.
- 9:32:15Ao mesmo tempo, sai um fio, sai outro
- 9:32:16fio e tem uma lâmpada ali. Nota isso
- 9:32:19aqui, né? Essa bateria, ela tem o quê?
- 9:32:20Entre entre os terminais dela, vamos
- 9:32:22supor, 12 V, 5 V de DDP. Os 5 V se
- 9:32:24aplicam integralmente para esse cara
- 9:32:25aqui e também se aplicam integralmente
- 9:32:27para esse cara aqui. Por isso que eles
- 9:32:28estão em paralelo, porque eles estão
- 9:32:29submetidos ali a uma mesma ddp. Olha
- 9:32:31agora aqui como que nesse circuito eles
- 9:32:32também estão em paralelos. Ó, os 80 V
- 9:32:34eles vêm aqui integralmente. Só que pro
- 9:32:37V cair ele tem que ter passado por
- 9:32:38alguém. E note que ele consegue ir para
- 9:32:40cá também passar por ninguém. Então
- 9:32:41aqui, ó, 80 V para ti e 80 V para ti.
- 9:32:44Agora vamos lá. Eu posso agora pegar da
- 9:32:46mesma forma de antes, da mesma forma de
- 9:32:49antes, eu posso pegar a primeira lei de
- 9:32:51homem e posso fazer uma aplicação global
- 9:32:53nesse circuito aqui, tá? Global. Se eu
- 9:32:55fizer uma aplicação global, eu vou
- 9:32:57descobrir qual é a corrente global do
- 9:32:58circuito, a corrente total do circuito
- 9:32:59também, tá? Então vou fazer isso aqui,
- 9:33:00vou fazer uma aplicação global. Quando
- 9:33:02eu faço uma aplicação global, quero
- 9:33:03fazer isso aqui, ó. V igual a R, usando
- 9:33:05a voltagem total do circuito. Essa eu
- 9:33:07tenho, é 80. A resistência total do
- 9:33:10circuito é que eu não tenho. Ah, Pedro
- 9:33:11vai somar que nem as não. A gente soma
- 9:33:12quando tá em série. Nesse caso aqui que
- 9:33:14tá em paralelo, a gente não soma, tá? A
- 9:33:16gente aplica uma operação. Essa operação
- 9:33:19pode ser o seguinte, tá bom? Quando você
- 9:33:20tiver duas resistências que estão em
- 9:33:21paralelo assim, como é que você descobre
- 9:33:23a resistência equivalente? Ou seja, na
- 9:33:24prática, isso aqui vale como se fosse
- 9:33:26uma resistência de qu, entendeu? São
- 9:33:28duas, eu sei, mas a gente, quando a
- 9:33:29gente descobre a resistência
- 9:33:30equivalente, a gente quer falar assim,
- 9:33:31tá? E se elas fossem uma só? Quanto que
- 9:33:32elas seriam? Muita gente vai ficar
- 9:33:34chocada agora, porque você pode pensar o
- 9:33:35seguinte: "Cara, eu botei mais
- 9:33:36resistência, o circuito vai ficar mais
- 9:33:38resistente. Antes eu tinha ali um de
- 9:33:39cinco, botei em série, outro de cinco, o
- 9:33:40circuito foi para 10. Se eu tenho ali um
- 9:33:42de 10, boto um de 20 em sério, o
- 9:33:43circuito vai para 30 de resistência. Eu
- 9:33:45já quero que você esteja preparado,
- 9:33:47porque a gente vai descobrir que o
- 9:33:48circuito era mais resistente quando ele
- 9:33:50tinha apenas esse aqui. Mas Pedro, isso
- 9:33:52é um absurdo que você tá falando. Não é
- 9:33:53possível. Tu botou mais um resistor no
- 9:33:55circuito, como que o circuito ele vai
- 9:33:56ficar menos resistente com menos? Pois
- 9:33:58é, você pode pensar para você ficar
- 9:34:00tranquilo que agora a corrente elétrica
- 9:34:01ela vai ter mais um caminho extra para
- 9:34:02passar. Isso é sempre melhor do que você
- 9:34:04ter apenas um caminho, tá bom? A
- 9:34:05corrente elétrica vai ter um novo
- 9:34:06caminho para passar, por isso que tem
- 9:34:07menos resistência total no circuito, tá?
- 9:34:09Vamos descobrir essa rec aqui. O cálculo
- 9:34:10para essa rec aqui entre duas
- 9:34:12resistências que estão em paralelo
- 9:34:14submetidas à mesma ddp é o seguinte, é o
- 9:34:15produto das duas pela soma. Qual é o
- 9:34:18multiplica uma pela outra e divide pela
- 9:34:19soma. Qual é o produto das duas? É 5 x
- 9:34:2010, 50. Qual é a soma das duas? É 10 e 5
- 9:34:25aqui, né? Então 10 e 5
- 9:34:27>> é dá 15. Eu sei, mas eu tava pensando se
- 9:34:28eu não usava outros números aqui agora,
- 9:34:30né? Se eu não botava, talvez, ã, botava
- 9:34:33aqui dois e 4, vai ficar 8 dividido por
- 9:34:35seis. É, ficaria já um pouco melhor. Eu
- 9:34:38vou fazer mais ou menos assim mesmo, tá
- 9:34:39bom? Então, olha só, vou vou vou fazer
- 9:34:40desse jeito aqui mesmo e você vai
- 9:34:41entender que vai ficar números um pouco
- 9:34:42mais estranhos, mas não faz mal, tá bom?
- 9:34:44Como que eu faria na prova esse 50/ 15?
- 9:34:46Esse 15 aqui eu entenderia que ele é um
- 9:34:473 x 5. 50/ 5 dá 10 e 10/ 3 dá 3,33
- 9:34:52aproximadamente de quê? resistente
- 9:34:54total. Tu vê, ó, com um aqui, o circuito
- 9:34:56todo tinha cinco. Se fosse só esse,
- 9:34:57teria 10. Quando junto os dois, o
- 9:34:58circuito total fica com 3,33 de
- 9:35:00resistência equivalente. Agora que eu
- 9:35:02sei resistência equivalente do circuito,
- 9:35:04vou aplicar aqui a primeira lei de on
- 9:35:05completa global nesse circuito. Tenho
- 9:35:08aqui 80, boto aqui 3,33
- 9:35:11e descubro aqui o I. Em vez do 3,33,
- 9:35:13posso inclusive, ó, exatamente, deixar
- 9:35:15aqui o quê? Lembra que era 50 dividido
- 9:35:17por 15? Agora eu só não resolvi. Por
- 9:35:19isso que não tem como apagar isso aqui
- 9:35:20da live, porque isso aqui é técnica de
- 9:35:21prova pura. Então, pô, isso aqui é muito
- 9:35:22bom, tá? que tá valendo.
- 9:35:24>> Passa o 15 aqui para cá
- 9:35:26>> e o 50.
- 9:35:27>> Passa o 50 para cá. Vou descobrir o que
- 9:35:28agora a corrente global nesse circuito,
- 9:35:30tá bom? Simplifica aqui, simplifica
- 9:35:32aqui. Tenho 15 com 5, fica 3 aqui. 3 x
- 9:35:358. Olha que maravilha. Descobri 24. Que
- 9:35:37que é 24? 24. A é a corrente total nesse
- 9:35:42circuito. Agora vem o próximo ponto.
- 9:35:44Vamos descobrir como que essa corrente,
- 9:35:45porque essa corrente vai se dividir,
- 9:35:46porque ela vai ter aqui uma bifurcação.
- 9:35:48Isso aqui se chama lei dos nós, tá bom?
- 9:35:49Quando a gente chega num nó, a corrente
- 9:35:50se divide e depois ela vai se
- 9:35:52restabelecendo. Mas vamos entender agora
- 9:35:53como que ela se divide. Primeira coisa,
- 9:35:55eu poderia entender como ela se divide
- 9:35:56fazendo uma aplicação específica da
- 9:35:57primeira lei de J nesse cara e nesse
- 9:35:59cara aqui. Eu poderia fazer isso, tá
- 9:36:00bom? Mas o que que eu já espero
- 9:36:02encontrar aqui, tá? O que eu já espero
- 9:36:04encontrar é o seguinte, tá saindo aqui
- 9:36:0624 de corrente. Ela vai chegar nessa
- 9:36:09bifurcação aqui e ela vai tomar uma
- 9:36:11decisão. Eu já te adianto, ela vai, ao
- 9:36:13contrário da voltagem, lembra como é que
- 9:36:14a voltagem se divide no mesmo fio quando
- 9:36:16tem dois caras ali? Quem tem mais
- 9:36:17resistência ganha mais voltagem. Pode
- 9:36:19sempre calcular V ig que tu encontra
- 9:36:20isso. Isso aqui é só um método
- 9:36:21acelerado. Nesse caso aqui, a corrente
- 9:36:23vai fazer o contrário. Ela vai, eu já
- 9:36:25sei que vai ter menos corrente nesse
- 9:36:26cara aqui do que nesse, porque a
- 9:36:28corrente prefere ir para cima, porque lá
- 9:36:29só tem cinco ôsmos de resistência. Aqui
- 9:36:31tem 10. Vamos entender qual é a relação
- 9:36:32entre o 5 e o 10. A gente sabe que o 10
- 9:36:35ele é o dobro do cinco. A gente pode
- 9:36:36pegar o cinco e o 10 e entender o quê,
- 9:36:38cara? Eu tenho aqui três partes de
- 9:36:41cinco. Concorda? Eu tenho aqui, olha só,
- 9:36:42olha pro 10, olha pro cinco. Eu não
- 9:36:43tenho três partes de cinco. Eu tenho
- 9:36:44aqui, ó, uma parte de cinco. E aqui eu
- 9:36:46tenho duas partes de cinco. Concorda? A
- 9:36:49corrente que é de 24, ela também pode
- 9:36:51ser dividida em três partes. Eu posso
- 9:36:52pensar que aqui é oito, eu posso pensar
- 9:36:53que aqui é oito, posso pensar que aqui é
- 9:36:54oito. Agora, dessas três partes dela,
- 9:36:56ela prefere ir lá para cima. Então,
- 9:36:58aqui, que é onde eu tenho duas vezes
- 9:37:00mais, só vai uma parte dela. Vai 8 amp
- 9:37:02cá. Olha só, 8 amp entram aqui. Sobrou
- 9:37:0516 para ela para cima, vai 16. Ou pode
- 9:37:06pensar que aqui em cima, aqui eu dividi
- 9:37:08eles em três partes, mas onde eu tenho
- 9:37:09só uma parte é que ganha inversamente
- 9:37:11proporcional, tá bom? E aí tem oito
- 9:37:12aqui, 16 vai vir 16 para cá, vai vir
- 9:37:14oito para cá, eles vão se juntar aqui,
- 9:37:15volta a ter 24 e a corrente tá
- 9:37:16conservada. Mas ah Pedro, esse
- 9:37:18raciocínio para mim agora, eu sinto que
- 9:37:19tá perto da prova, não sei quando você
- 9:37:20tá assistindo esse vídeo, eu não não sei
- 9:37:21se eu consigo pegar isso, sem problemas.
- 9:37:24A gente já descobriu que aplicando a lei
- 9:37:25de OM aqui globalmente, a corrente total
- 9:37:28desse circuito aqui era 24 A. Mas Pedro,
- 9:37:32dessa vez eu não posso fazer aquele
- 9:37:33negócio que você tinha feito, né? Que é
- 9:37:34você dizer que os 24 vão banhar todo
- 9:37:37mundo. Sim, mas dessa vez, ó, só pega
- 9:37:39aqui. V = R. Dessa vez tu não tem mais
- 9:37:42aquele artifício de aplicar a lei de
- 9:37:43home de modo específico usando a mesma
- 9:37:44corrente que a gente fez quando tava em
- 9:37:45série. Mas tu tem outro artifício que é
- 9:37:47se eu for aplicar a lei de home só em
- 9:37:48você malandrão, eu posso dizer já que a
- 9:37:50ddp total também é tua. Os 80 V são teus
- 9:37:52e também são daquele aqui. Então vamos
- 9:37:54aplicar para esse cara aqui, ó. Tu tá
- 9:37:55recebendo os 80 V completos aqui do
- 9:37:57circuito, não tá? Tô. Tua resistência é
- 9:37:5910. Já sei agora quanta corrente você
- 9:38:01vai puxar. Passo o 10 para cá. Tu tá
- 9:38:03puxando 8 amp de corrente, que foi a
- 9:38:05mesma coisa que a gente tinha descoberto
- 9:38:06ali. Agora eu vou aplicar a lei de homem
- 9:38:08específica para tu. Tu malandrão tá com
- 9:38:1080 V. Também sei que tua resistência é C
- 9:38:12e vou descobrir tua corrente agora.
- 9:38:13Passo o cinco para cá. Tu já viu que
- 9:38:14isso aqui vai dar 16. Somando as
- 9:38:16correntes, temos a corrente total do
- 9:38:18circuito aqui restabelecida. Certo?
- 9:38:20Vamos agora pra próxima etapa. Quer
- 9:38:22adicionar alguma coisa aqui?
- 9:38:22>> Fazer uma provocação aqui.
- 9:38:23>> Fica à vontade.
- 9:38:25>> Mas você gostou? Gostei. Mas assim, eu
- 9:38:27não eu não gosto de uma nomenclatura eh
- 9:38:30de de uma de uma construção eh se ela se
- 9:38:34ela não for feita com um detalhe de
- 9:38:36rigor. Toda a fala aqui é muito palpável
- 9:38:40pros alunos.
- 9:38:40>> Sim.
- 9:38:41>> E ela fica ótima pra maioria dos
- 9:38:42exercícios do Enem. Mas olha a
- 9:38:43provocação que eu vou fazer agora para
- 9:38:45para demonstrar a preocupação num
- 9:38:46cuidado que tem que ser tido aqui. Eh,
- 9:38:48se esse equipamento queimar,
- 9:38:50>> nossa, perfeito.
- 9:38:52>> Será que os 24 V que estavam aqui virão
- 9:38:55todos? 24, no caso
- 9:38:56>> é, desculpa, 24 amp. Será que esses 24
- 9:38:59amp aqui vão passar a vir todo para esse
- 9:39:01aqui? Não, não. Agora é um novo
- 9:39:02circuito.
- 9:39:02>> É um novo circuito. Exatamente. É por
- 9:39:04isso que a nomenclatura, eh, a corrente
- 9:39:06se divide no circuito em paralelo, ela
- 9:39:08tem que tem que ser tomada com um
- 9:39:10cuidado de ser o circuito em paralelo.
- 9:39:13Se o circuito em paralelo for desfeito,
- 9:39:15as correntes dos ramos desse paralelo
- 9:39:17são desfeitas também. E isso acontece no
- 9:39:19Benjamim, que a gente falou agora h
- 9:39:20pouco. Repara que no exemplo que eu
- 9:39:21citei, eu falei assim, ó, vou ligar um
- 9:39:23equipamento aqui que puxa 2 amp. O
- 9:39:24circuito tá puxando dois. Repara que o
- 9:39:26benjamin ele faz ligações em paralelo.
- 9:39:28Ó, o fio que eu botei aqui é um
- 9:39:29paralelo, é um desses ramos aqui que o
- 9:39:31pinto fez. Então, 2 amp. O outro 1 amp,
- 9:39:33o outro 5 amp. No final das contas, cada
- 9:39:36circuito, cada ramo que eu coloquei
- 9:39:38aqui, chama a sua corrente que que é
- 9:39:40totalizada. Essa corrente é totalizada
- 9:39:41aqui, mas na medida que eu desligo um
- 9:39:43desses equipamentos, a corrente que
- 9:39:45vinha para ele deixa de existir. Ou
- 9:39:46seja, na verdade, a corrente que flui
- 9:39:48por esse fio, ela não se divide, ela é
- 9:39:52direcionada à aquele fio, ela é daquele
- 9:39:54fio, ela é daquele equipamento. Se eu
- 9:39:56tirar ele dali, ela deixa de
- 9:39:57>> Eu posso dizer que ela se divide
- 9:39:58enquanto eu mantenho o mesmo circuito em
- 9:39:59mim. Quando eu faço uma modificação
- 9:40:00nele, quando tá tudo ligado aqui, a
- 9:40:03corrente elétrica total do circuito, ela
- 9:40:05está se distribuindo entre
- 9:40:06>> V o que que você acha. Então, olha só,
- 9:40:07eu vou queimar esse aqui de 5 ohms, tá
- 9:40:09bom? Aham.
- 9:40:09>> Vou fazer o circuito. Mas ele agora foi,
- 9:40:11>> a lâmpada queimou.
- 9:40:12>> A lâmpada queimou, tá? E ela queimou de
- 9:40:14modo que ela mantém o circuito
- 9:40:16funcionando, né? O circuito permanece
- 9:40:17funcionando aqui, mas agora
- 9:40:20aquela que tava lá em cima, né? Tinha
- 9:40:21aqui uma embaixo que era de 10. Eu tenho
- 9:40:24aqui os mesmos 80 V.
- 9:40:25>> Isso.
- 9:40:26>> Antes eu tinha 24 aqui no total e aqui
- 9:40:27em cima eu tinha de 5 ohms. Mas agora
- 9:40:30esse safado aqui queimou. Queimou de
- 9:40:32modo que ele foi excluído aqui do
- 9:40:33circuito, né? Agora o circuito é só isso
- 9:40:35aqui.
- 9:40:35>> Eu tenho que fazer uma nova análise com
- 9:40:37uma nova legal. Eu não posso pegar
- 9:40:38assim, ah, os 24 que tava aqui se
- 9:40:39dividindo agora vem tudo para cá. Não,
- 9:40:41aqueles 24 eles só estavam sendo
- 9:40:42chamados também por causa desse cara.
- 9:40:44>> Aliás, eh eh eh essa dúvida ela é é ela
- 9:40:46ela ela acaba sendo comum e o Enem
- 9:40:48explorou isso recentemente naquela
- 9:40:51questão que tem 10 três grupos de 10
- 9:40:53lâmpadas.
- 9:40:54>> Vamos fazer,
- 9:40:54>> a gente vai fazer essa questão. Então o
- 9:40:56>> a resistência do circuito, detalhe, né?
- 9:40:58Desculpa te interromper. Antes a
- 9:40:59resistência de um circuito de 10 e de 5,
- 9:41:01ela era 3,33.
- 9:41:03Agora essa resistência desse circuito
- 9:41:04subiu drasticamente para 10. Isso.
- 9:41:06>> A nova corrente não é mais 24.
- 9:41:08>> A nova corrente
- 9:41:08>> 8 amp.
- 9:41:09>> Tirando ele daqui
- 9:41:10>> 8 amp.
- 9:41:11>> O que combina com o que a gente tinha
- 9:41:13conversado aqui. Quanto menos
- 9:41:14equipamentos paralelas que mostra só
- 9:41:16para fechar para não perder o número que
- 9:41:17mostra como que realmente se mudar
- 9:41:19alguma coisa no circuito é para fazer
- 9:41:20uma nova análise do zero. Porque o cara
- 9:41:22poderia pensar assim, ó, ten teria um
- 9:41:23outro erro ainda de raciocínio, né? Tava
- 9:41:25vindo 24 antes, oito para cá e 16 para
- 9:41:27cá, queimou esse aqui. Agora eu
- 9:41:29continuo, não continuo tendo a mesma
- 9:41:30coisa aqui. Continuo tendo os oito para
- 9:41:31cá. Isso aqui foi coincidência? Não foi
- 9:41:33coincidência. Foi coincidência. É, é, é,
- 9:41:35tem
- 9:41:35>> esse equipamento, ou seja, eu posso
- 9:41:36pensar que cada equipamento ele chama a
- 9:41:37quantidade de corrente que precisa.
- 9:41:38Isso. No paralelo, cada equipamento é
- 9:41:40independente. Aliás, uma coisa que o
- 9:41:42Enem pode cobrar é, tá, queimou essa
- 9:41:44lâmpada daqui. O que acontece com o
- 9:41:45brilho dessa daqui?
- 9:41:46>> Permanece.
- 9:41:46>> Nada, não permanece nada, porque essa
- 9:41:48lâmpada daqui não depende em nada da de
- 9:41:50cima. São lâmpadas independentes.
- 9:41:52>> Cara, faltava muito essa afirmação tua.
- 9:41:53Eu lembro dessa afirmação.
- 9:41:54>> Essas lâmpadas são independentes.
- 9:41:55>> Eu faço essa afirmação, mas é uma
- 9:41:57construção longa. Mas tu já vem aqui
- 9:41:58agora e tal, faz essa afirmação. Então,
- 9:42:00tu tá dizendo agora já o quê? Essa frase
- 9:42:01é fantástica. No circuito em paralelo,
- 9:42:03os equipamentos são independentes de si.
- 9:42:04Cada ramo cuida de si. A corrente é
- 9:42:06daquele ramo. Ponto acabou.
- 9:42:08>> Cada equipamento que eu ligo paralelo,
- 9:42:09ele vai chamar a corrente que ele
- 9:42:10precisa.
- 9:42:10>> E elas se juntam na parte comum do
- 9:42:12circuito. Essas correntes, né? As
- 9:42:14correntes se juntam na parte comum do
- 9:42:15circuito e essa parte que é perigosa.
- 9:42:17Por isso que eu falei que eu ia fal.
- 9:42:18>> É aqui que a gente coloca um disjuntor.
- 9:42:20>> Isso.
- 9:42:21>> Porque ele vai medir a corrente total
- 9:42:22que tá sendo chamada por aqui. O máximo
- 9:42:24aqui é 30. Per
- 9:42:25>> e aliás é nesse pensamento que a gente
- 9:42:26puxa o curto circuito. Eu vou vou vou
- 9:42:29aqui fazer. Mas você não acha não. Você
- 9:42:31não acha? Eu joguei para cima para tu
- 9:42:32cortar.
- 9:42:33>> Ah, jogou.
- 9:42:33>> Ah, então corta. Eles querem, eles
- 9:42:35querem que você corte. Corta.
- 9:42:37>> Eh, aqui e aquele circuito que o Pedro
- 9:42:39desenhou, né, com a corrente elétrica
- 9:42:41ali. E aí, digamos que eu tire a
- 9:42:44resistência desse fio aqui. Essa
- 9:42:45resistência aqui vai ser zero. Ou seja,
- 9:42:47esse equipamento não existe mais. E eu
- 9:42:49estou só conectando esse lado do
- 9:42:51circuito a esse lado. E aí, repara, esse
- 9:42:53lado eu vou
- 9:42:54>> Mas o equipamento ele abriu o circuito
- 9:42:55ou agora o circuito? Só para saber
- 9:42:56>> não abrir o circuito. Eu eu não tenho um
- 9:42:59equipamento aqui.
- 9:42:59>> Mas não causa isso não causa um circuito
- 9:43:01por si só. Não é por cara imaginar que
- 9:43:02isso foi um fio agora.
- 9:43:03>> Tinha eu tinha desenhado uma resistência
- 9:43:04aqui, mas depois eu desisti dessa
- 9:43:06resistência e eu simplesmente conectei
- 9:43:09um fio de uma ponta à outra do circuito.
- 9:43:11Ou seja, de um fio a outro do circuito
- 9:43:13eu conectei um fio ali. Vai dar ruim
- 9:43:16aqui. Eu vou mostrar porque vai dar
- 9:43:17ruim. E e aliás, eu vou mostrar isso
- 9:43:19fazendo assim, ó. Esse aqui é o lado de
- 9:43:21maior potencial,
- 9:43:22>> correto? que está conectado a esse
- 9:43:24equipamento. E esse aqui vou desenhar
- 9:43:27até de azul.
- 9:43:32E esse aqui fica fica azul. Isso. E esse
- 9:43:35aqui é o lado de menor potencial que tá
- 9:43:36conectado a esse equipamento. Repara que
- 9:43:38esse equipamento está conectado da maior
- 9:43:40ao menor potencial. Do maior ao menor
- 9:43:42potencial. Então ele tá ligado, por
- 9:43:43exemplo, se essa DDP de 100 V, ele tá
- 9:43:45conectado aqui os 100 V. Uhum.
- 9:43:46>> Então, se eu quiser fazer uma conta
- 9:43:48aqui, eu posso usar V ig
- 9:43:50>> de modo específico nele.
- 9:43:51>> Modo específico para ele. A voltagem que
- 9:43:52ele recebe é os 100 V.
- 9:43:54>> Sim.
- 9:43:54>> E ele tem uma resistência aqui que é
- 9:43:55diferente de zero. Então, por exemplo,
- 9:43:56sei lá, é uma resistência de 20. Então,
- 9:43:58ele vai chamar com isso uma corrente de
- 9:44:005 amp. Então, já sei que esse cara tá
- 9:44:02aqui chamando uma corrente. Eu vou tirar
- 9:44:03aqui o azul do do da corrente, só para
- 9:44:05não confundir a galera. Então, eu já sei
- 9:44:07que esse cara tá chamando uma corrente
- 9:44:08de 5 amp.
- 9:44:09>> Inclusive, se aí se eu ligar aqui agora
- 9:44:10e 5 amp é a corrente total que tá
- 9:44:12fluindo pelo circuito nesse momento. Se
- 9:44:13eu ligo, eu não vou fazer,
- 9:44:14>> tem esse cara aqui. Sem car,
- 9:44:15>> tem esse cara aí. Claro, se eu ligo aqui
- 9:44:17agora um outro equipamento que ele tenha
- 9:44:1910 ohm de resistência, ele chama mais 10
- 9:44:21amp só para ele. E aí a corrente total
- 9:44:23agora já tá 15.
- 9:44:24>> É. Aí nesse fio continua sendo cinco,
- 9:44:26>> mas no outro fio em paralelo
- 9:44:27>> tá sendo 10
- 9:44:28>> e no total
- 9:44:29>> E no total 15.
- 9:44:29>> Até aqui tudo ótimo.
- 9:44:30>> Perfeito. Perfeito. Aí o que que eu faço
- 9:44:32aqui agora? Eu conecto uma um fio, fio
- 9:44:35vermelho ao fio azul. Faço uma conexão
- 9:44:37do fio vermelho ao fio azul.
- 9:44:38>> Cara, esse fio está numa DDP.
- 9:44:39>> É, ele tá numa DDP. Eu vou aplicar então
- 9:44:41a primeira lei de OM a esse fio aqui.
- 9:44:44>> Aham. A que voltagem ele tá submetido?
- 9:44:46100 V.
- 9:44:47>> Porque ele tá ligado do vermelho ao
- 9:44:48azul.
- 9:44:48>> Sim.
- 9:44:49>> Mas qual o valor da resistência que tem
- 9:44:50ali?
- 9:44:50>> Aí zero,
- 9:44:51>> sei lá, próximo de zero. Próximo. De
- 9:44:530,001,
- 9:44:54>> cara, é muito baixo.
- 9:44:55>> Me satisfaz.
- 9:44:56>> É zero.
- 9:44:57>> Qual é a corrente numa situação como
- 9:44:58essa,
- 9:44:59>> cara? Atende ao infinito.
- 9:45:00>> Essa corrente aqui vai dar 100.000.
- 9:45:02É verdade.
- 9:45:03>> Então essa corrente aqui vai ser
- 9:45:05bizarramente grande. 100.000.
- 9:45:07>> Aham.
- 9:45:08>> Tá.
- 9:45:11Esse fio aqui embaixo
- 9:45:13>> suporta 1005 amp? Nem a
- 9:45:16>> Com certeza não. Então esse fio aqui vai
- 9:45:18queimar. Esse fio aqui vai queimar. Esse
- 9:45:21fio aqui vai ter problemas.
- 9:45:22>> Aham.
- 9:45:22>> E quando o fio aqui embaixo tiver
- 9:45:24problemas, vocês já podem supor o que
- 9:45:26vai acontecer com essa lâmpada daqui.
- 9:45:28Ela vai apagar. Mas a minha pergunta é:
- 9:45:30essa lâmpada ela apagou porque ela
- 9:45:32queimou ou ela apagou porque ela parou
- 9:45:34de receber corrente do gerador que
- 9:45:36fornecia corrente para ela que agora já
- 9:45:37tá queimado? A segunda opção,
- 9:45:38>> a segunda opção,
- 9:45:39>> ah, ela tá em paralelo. Nada acontece
- 9:45:41com ela.
- 9:45:41>> Nada acontece com ela. Ela é uma coisa
- 9:45:42independente. O curto circuito, ele
- 9:45:45prejudica
- 9:45:46daquele fio pro gerador. Tudo dali pro
- 9:45:50gerador vai se prejudicar. Agora, os
- 9:45:52ramos em paralelo a esse curto, com eles
- 9:45:55não acontece nada, porque eles não
- 9:45:57estavam participando daquele acúmulo de
- 9:45:59corrente elétrica. Vamos traduzir isso
- 9:46:01para uma aplicação real. Vamos pegar
- 9:46:03isso uma aplicação real. Vou pegar aqui
- 9:46:05uma tomada.
- 9:46:08Vai, meu filho.
- 9:46:08>> Vai. Foi.
- 9:46:09>> Pronto. Eh, vou pegar aqui uma tomada
- 9:46:11bonitinha. Tá aqui os dois buraquinhos
- 9:46:13da tomada. E eu vou ligar nessa tomada
- 9:46:19>> um aparelho, sei lá, um ventilador.
- 9:46:22>> Que de ventiladores assim de pé.
- 9:46:23>> OK.
- 9:46:24>> Se ligou.
- 9:46:24>> Uhum.
- 9:46:25>> Parece uma uma flor, mas é um
- 9:46:28ventilador. Só para deixar registrado.
- 9:46:29São 11:15 aqui no estúdio.
- 9:46:31Vai jantar alguma coisa, Gabriel?
- 9:46:33Já comeu,
- 9:46:35>> tá? Ó,
- 9:46:35>> vou ver se eu peço uma janta pra gente
- 9:46:36se tiver algo aberto ainda,
- 9:46:37>> tá? Olha isso aqui. Olha que bonito.
- 9:46:40>> Ô, você vai, olha,
- 9:46:41>> você vai participar da nossa Black
- 9:46:42Friday, né? Tem um link aqui embaixo,
- 9:46:44tá? Se já tiver aberto, você tem o dever
- 9:46:46de comprar a plataforma site, tá bom?
- 9:46:47>> Olha aqui que bonito.
- 9:46:48>> Essa essa essa sinergia aqui entre a
- 9:46:51gente vende por aí para comprar?
- 9:46:52>> Não, não vende não.
- 9:46:53>> Copia aí, pô.
- 9:46:54>> Acho que
- 9:46:54>> é só é 11 horas da noite, cara, de uma
- 9:46:57segunda-feira aleatória.
- 9:46:59>> E quase 11 anos que eu te conheço.
- 9:47:01>> Ah, é quase 11 anos. Conheci com 17,
- 9:47:03tenho quase 28.
- 9:47:04>> Cara, que bizarro.
- 9:47:05>> É, é difícil de
- 9:47:06>> Eu ia falar que tu tá ficando velho, mas
- 9:47:07eu também tô.
- 9:47:07>> Não, a gente tá ficando velho junto. E
- 9:47:09você já tá me ganhando porque você com
- 9:47:10três filhos. Eu ten só duas.
- 9:47:12>> É. É
- 9:47:12>> aqui. Olha que Olha que situação bonita.
- 9:47:15Esse aqui é por enquanto, um circuito
- 9:47:16simples.
- 9:47:17>> Aham.
- 9:47:17>> Que a gente desenhou tecnicamente desse
- 9:47:19jeito aqui, ó.
- 9:47:20>> Aham.
- 9:47:22>> O ventilador é esse cara. A tomada é
- 9:47:23esse cara. E a fiação é essa daqui.
- 9:47:25>> Perfeito.
- 9:47:25>> E eu já desenhei aqui vermelho e azul,
- 9:47:27só para mostrar isso aqui, ó. Vermelho
- 9:47:28aqui que é o fio de maior potencial.
- 9:47:30Perfeito.
- 9:47:31>> Azul aqui fica azul, pelo amor de Deus.
- 9:47:34Azul aqui que é o menor potencial. Então
- 9:47:36o ventilador está conectado entre o
- 9:47:38maior e menor potencial, exatamente como
- 9:47:40eu desenho aqui.
- 9:47:40>> Perfecto.
- 9:47:41>> Aí você tem um cachorrinho.
- 9:47:42>> O quê?
- 9:47:43>> Ah, sei lá. Eu cismei de ir num pet e
- 9:47:45comprei um cachorro de R$ 20.000. Aí eu
- 9:47:46comprei um cachorro. Calma aí. [risadas]
- 9:47:48Aconteceu comigo, nossa, um amigo muito
- 9:47:51aleatório. Vai lá, foi lá no canil e um
- 9:47:53canil eh que os cachorros estudam em
- 9:47:55Harvard e comprou um cachorro de R$
- 9:47:5820.000. Esse cachorro,
- 9:47:59>> talvez esse amigo se importe com o que é
- 9:48:01a própria esposa, que é,
- 9:48:02>> ele tem mania, ele tem mania, ele vem
- 9:48:03correndo assim, ó, ele tem mania de roer
- 9:48:05fio,
- 9:48:05>> safado. E aí, numa dessas vezes que ele
- 9:48:08roue o fio, ele acabou danificando o o
- 9:48:11isolante. Eh, porque, pera aí, deixa eu
- 9:48:13fazer uma um parêntese aqui. Eu desenhei
- 9:48:15dois fios separados, mas é óbvio que a
- 9:48:17indústria não faria isso. Jaria dois
- 9:48:19fios separados para um equipamento. Ela
- 9:48:21pega esses dois fios e junta num fio só.
- 9:48:23E aí fica um fio só. Parece que as
- 9:48:25coisas, parece que as coisas tm um fio
- 9:48:26só, mas aqui dá para ver bem.
- 9:48:28Tem só uma coisa, eh, são mais fios ali
- 9:48:31dentro desse mesmo fio junto. E aí ele
- 9:48:33ro aqui o isolante de modo que esses
- 9:48:35dois fios se encostaram. A a parte
- 9:48:38metálica desses dois fios, eh, se
- 9:48:40encostou, as partes metálicas se
- 9:48:42encostaram.
- 9:48:42>> Isso não deveria ter acontecido, né?
- 9:48:43>> Exatamente. Repara que aqui nós temos
- 9:48:45exatamente aquela conjuntura. O fio de
- 9:48:47maior potencial se conectou ao fio de
- 9:48:49menor potencial sem que exista nenhuma
- 9:48:51resistência entre elas. Então isso aqui
- 9:48:53é um fim de curto circuito.
- 9:48:54>> Aí rolou aqui esse curto circuito. Como
- 9:48:56a casa desse meu amigo tem uma boa
- 9:48:58estrutura elétrica, na hora que isso
- 9:49:00aconteceu, o disjuntor desarmou
- 9:49:02>> porque aumentou muita corrente, né?
- 9:49:03Daqui
- 9:49:03>> aumentou muita corrente, mas isso não
- 9:49:04evitou que essa peça aqui, essa parte
- 9:49:07aqui tivesse queimado. Essa parte aqui
- 9:49:10queimou por conta do efeito gel ali
- 9:49:11provocado pelo excesso de corrente. Daí
- 9:49:13ele pegou esse ventilador e levou na
- 9:49:15assistência técnica, porque o ventilador
- 9:49:16parou de funcionar. Isso aqui a gente tá
- 9:49:18derretido. Lá na assistência técnica, o
- 9:49:21técnico vira para esse meu amigo e fala
- 9:49:22assim: "Cara, o conserto desse
- 9:49:23ventilador aqui vai custar quase que o
- 9:49:25preço desse ventilador, porque ele
- 9:49:27queimou. O ventilador queimou, o
- 9:49:29ventilador foi danificado. E aí, será
- 9:49:31que você vai confiar nessa assistência
- 9:49:33técnica? Não deveria. E por que não
- 9:49:34deveria? Porque vocês sabem, vocês
- 9:49:36estudaram aqui com Pedro, estudaram
- 9:49:37comigo e vocês sabem que se o curto
- 9:49:39circuito se estabeleceu aqui, o que
- 9:49:41queimou foi dele pra tomada. Com ele não
- 9:49:44aconteceu nada porque ele está nesse
- 9:49:45ramo paralelo aqui.
- 9:49:48A gente pensa muito que foi o não, foi o
- 9:49:50ventilador que queimou. Beleza? Então,
- 9:49:51queria fazer essa inserção, esse
- 9:49:52comentário e aí eu espero que vocês
- 9:49:54tenham conseguido se conectar aqui e
- 9:49:55entendido plenamente circuitos em série
- 9:49:57e circuitos em paralelo. Tudo que o
- 9:49:59Pedro eh ensinou sobre circuitos em
- 9:50:00série e circuitos em parel foi
- 9:50:01complementado ali com essas duas dicas,
- 9:50:03essas duas abordagens que eu fiz no
- 9:50:04circuit paralel são fundamentos, o rigor
- 9:50:07>> é o rigor circuito paralelo.
- 9:50:09>> Acho que a gente agora consegue ir pros
- 9:50:10exercícios porque ainda falta muita
- 9:50:12matéria para dar. Isso é verdade. Só que
- 9:50:14essa matéria ela é muito, se a gente tá
- 9:50:15falando aqui de otimização de máximo
- 9:50:16aprendizado, em cada exercício a gente
- 9:50:18puxa a explicação que é necessária para
- 9:50:19ele.
- 9:50:19>> Cara, v vamos vamos lá na
- 9:50:21>> Não, assim, teórico não falta nada, mas
- 9:50:22eu quero dizer matéria de caso
- 9:50:23específico. Não dá para cobrir na teoria
- 9:50:25todos os casos específicos. Demoraria
- 9:50:26muito.
- 9:50:27>> Eu queria ver que a gente encontra.
- 9:50:29>> Ah, ela tá antes dessa.
- 9:50:30>> É, é uma tela antes.
- 9:50:31>> É, então deixa ela dar uma destravada
- 9:50:32aqui.
- 9:50:32>> Não, beleza. Mas eu acho, a gente a
- 9:50:34gente varreu toda todo o conteúdo que
- 9:50:37tava estabelecido.
- 9:50:38>> Vai, passa de novo a tela aí.
- 9:50:39>> Eu tô eu tô.
- 9:50:40>> Ó, agora vai, ó.
- 9:50:40>> Aqui. Vamos lá. Vamos fazer cheque aqui.
- 9:50:43>> Corrente elétrica da Foi.
- 9:50:44>> Bota o verdinho aqui,
- 9:50:45>> tá? Resistência foi muito,
- 9:50:47>> tá? As leis de homem foi, potência, foi
- 9:50:50circuito simples, foi associação de
- 9:50:51resistência, você tem e energia elétrica
- 9:50:53você falou quando a gente tava. Eu
- 9:50:54falei, falei para Falei
- 9:50:56contribuir a teoria toda.
- 9:50:57>> Agora a gente precisa
- 9:50:58>> os casos específicos agora são a gente
- 9:51:00trouxe os mais emblemáticos. Vamos
- 9:51:02resolver. Só comer um negocinho aqui.
- 9:51:05Voltamos.
- 9:51:06>> Voltamos. Mas agora é a parte divertida.
- 9:51:08A gente vai resolver umas 20, 25
- 9:51:09questões e eu tenho certeza que vocês
- 9:51:11vão gostar porque vai vão vão conseguir
- 9:51:12enxergar exatamente o que a gente
- 9:51:13explicou na prática paraa resolução dos
- 9:51:15exercícios. Vai fundo.
- 9:51:18>> Cadê? F.
- 9:51:19>> Vai para lá. Isso.
- 9:51:21>> Me
- 9:51:22vai dar, vai dar
- 9:51:23>> horário oficial. [risadas]
- 9:51:25>> Deixa eu.
- 9:51:26>> Vamos nessa, galera. Estamos aqui. Tô
- 9:51:28com sono. Não fiz nenhuma das questões
- 9:51:29antes. He, se eu pescar alguma coisa
- 9:51:30aqui,
- 9:51:31>> tu vai me avisar.
- 9:51:32>> Tô aqui.
- 9:51:33>> Tá, começou as questões. Então, vamos
- 9:51:34lá. Vamos pra brincadeira. Peguei a
- 9:51:35caneta, olhei pr essa daqui
- 9:51:38usando o carregador com corrente máxima.
- 9:51:40Vai ser um carregador tá com corrente
- 9:51:41máxima, tá injetando coulombs por
- 9:51:43segundo ali. O tempo total de recarga
- 9:51:45dessa bateria totalmente descarregada em
- 9:51:47hora é, cara, nem li nada da questão,
- 9:51:49mas sei que corrente é a carga pelo
- 9:51:52tempo. A corrente é sempre amp. Ele quer
- 9:51:54o tempo em hora. Vou colocar a carga em
- 9:51:55qu que combina com hora aqui. Amper hora
- 9:51:58na unidade. E aqui embaixo eu encontro
- 9:51:59em hora. Se eu fizer desse jeito aqui a
- 9:52:01corrente eu boto em amp mesmo. Ah,
- 9:52:02carregador elétrico é prado para
- 9:52:03fornecer energia para bateria. Blá, blá
- 9:52:05blá. Óbvio que é as especificações
- 9:52:06típicas de um desses dispositivos são,
- 9:52:07ó, já tô acostumado, viu uma cacetada
- 9:52:10aqui de especificação, viu uma cacetada
- 9:52:12de dados aqui, eu sei que com frequência
- 9:52:14o Enem só tá fazendo isso para assustar.
- 9:52:15Ele quer que eu me concentre no que de
- 9:52:17fato importa. Nesse carregador aqui eu
- 9:52:18tenho uma entrada, tá bom? E aí ele ele
- 9:52:21pode receber de 100 a 240 V. Isso é bom,
- 9:52:23né? Geralmente a gente
- 9:52:24>> entrada do carregador pode colocar
- 9:52:25>> vem da tomada pro
- 9:52:26>> pode botar no 100, no 110. Por que que
- 9:52:28pode botar em qualquer um? Pelo porque
- 9:52:29ele funciona qualquer volta. Não,
- 9:52:30>> ele funciona com uma voltagem só, mas
- 9:52:31ele tem um dispositivo chamado
- 9:52:32transformador ali dentro. Quem assistiu
- 9:52:34a nossa conversa de eletromagnetismo
- 9:52:36sabe como é que funciona um
- 9:52:36transformador, né? Ele tem uma certa
- 9:52:38quantidade de espiras aqui. Não vou
- 9:52:39ficar explicando porque todo mundo já
- 9:52:40sabe, né? Cara, não tô nem aí pra
- 9:52:42entrada dele para ser sincero, Rafael.
- 9:52:44Eu tô cagando isso aqui. Agora a saída
- 9:52:45dele, né?
- 9:52:46>> Entrada, que é a que vai entrar na
- 9:52:48bateria, que
- 9:52:48>> vai entrar na bateria, ele vai mandar 5
- 9:52:49V pra bateria e 1000 m. 1000 milamp é
- 9:52:521000 vezes menor que amp. Então 1000 m
- 9:52:54eu vejo instantaneamente como 1 amp de
- 9:52:56corrente, mas pode usar o que você
- 9:52:57quiser, desde que tu bote aqui o quê?
- 9:52:58Milamph e aqui tu vai colocar corrente
- 9:53:00também milamp, mas eu boto logo aqui 1
- 9:53:02amp porque é muito fácil. A bateria
- 9:53:04recarregável, por sua vez, esse 1.5 V
- 9:53:06aqui não importa para nada nesse caso.
- 9:53:07Isso aqui tá acho que tá querendo dizer
- 9:53:08o que? Que a bateria ela fornece 1.5 V
- 9:53:11de DDP quando usar ela.
- 9:53:13>> Mas eu não tô nem aí para o uso da
- 9:53:14bateria. Eu quero carregar a bateria.
- 9:53:15Então não tô preocupado com isso aqui.
- 9:53:16Mas cabe nela 4000 mhh. Divide por 1000.
- 9:53:19Isso aqui é a mesma coisa do que 4h.
- 9:53:21Oxe, eu tenho que encher 4h e eu tenho 1
- 9:53:25amp de corrente, vai levar 4 horas. É só
- 9:53:28jogar aqui, ó. Minha corrente é um. A
- 9:53:30carga que eu quero é 4 hhora. Eu vou
- 9:53:32encontrar o tempo em hora, né? Passo o
- 9:53:33tempo para K4 dividido por 1 é 4. Tá
- 9:53:35marcado.
- 9:53:36>> Letra C.
- 9:53:36>> É isso. Já era.
- 9:53:38>> Ah, cadê? Agora próxima questão tem uma
- 9:53:40aqui embaixo. Vou fazer essa aqui.
- 9:53:41Beleza, Rafa? Tá show. Vamos lá. E essa
- 9:53:43aqui, pô, essa aqui é clássica. Essa
- 9:53:45aqui eu eu não fiz nenhuma delas, mas
- 9:53:46tem umas aqui que a gente lembra que é
- 9:53:47muito fácil, né? O equipamento elétrico
- 9:53:49que tem potência similar. Deixa eu botar
- 9:53:51o dedo aqui na na corzinha vermelha.
- 9:53:53Olha só. Vamos lá. Estamos aqui, ó. O
- 9:53:56equipamento elétrico tem potência
- 9:53:58similar aquela produzida. Essa casa tá
- 9:53:59bem utilizada, né? aquela tá perfeito,
- 9:54:01produzida por esse peixe em perigo. Que
- 9:54:04peixe, né? Eu sei que falou de potência,
- 9:54:05né? Então alguns peixes, como pôr aqui,
- 9:54:06blá blá blá, produz corrente elétrica,
- 9:54:08vão pôr aqui, 1 m de comprimento em
- 9:54:09perigo, produz uma corrente de 2p e uma
- 9:54:11voltagem de 600 V. Não vai viajar não.
- 9:54:13Ah, ele tem 1 m, vou botar na segunda
- 9:54:15lei de homem. Aquilo ali é para cimo,
- 9:54:16tá? O fato é que ele produz 2 amp aqui e
- 9:54:19tem uma voltagem. Mas que que que é
- 9:54:20isso, né? A gente sabe que potência é V
- 9:54:23xzes I. Tá falando que o bicho ele tem
- 9:54:25600 V aqui de voltagem e faz 2p de
- 9:54:28corrente. Tem 1200 W de potência. Qual
- 9:54:30desses equipamentos aqui produz uma
- 9:54:32potência similar? 1200 é o que o peixe
- 9:54:33produz e também o que achqueira elétrica
- 9:54:34produz. Ó, vrau, tome, são 25 questões.
- 9:54:37Já fizemos aqui duas. É pouco, mas é um
- 9:54:40trabalho humilde. Tá bem.
- 9:54:42>> Vai lá, vai lá para aquela de cima. Vai
- 9:54:43para essa daqui primeiro.
- 9:54:45>> Vamos lá. Ã, pretende-se construir um
- 9:54:48banheiro em uma área externa? Aí não vou
- 9:54:49ficar não, soltário. eu sempre
- 9:54:51falo dessa maneira para começo aqui. Eu
- 9:54:52lembro aí. Lembra aqui.
- 9:54:53>> Lembro disso, né? Então aqui, ó, o cabo
- 9:54:56que apresenta o menor custo e que
- 9:54:58suporta a corrente elétrica total, tem
- 9:54:59que ficar atento com dois critérios,
- 9:55:00hein? É o cabo que suporta o menor
- 9:55:02custo, é o cabo que apresenta o menor
- 9:55:04custo e suporta a corrente total
- 9:55:05necessária.
- 9:55:05>> E aqui a gente tem que tomar cuidado.
- 9:55:06>> Vários devem suportar a corrente total
- 9:55:08necessária, mas dentre esses vários que
- 9:55:09de menor custo.
- 9:55:09>> É, a gente tem que saber e do problema o
- 9:55:12que que ele considera menor custo,
- 9:55:13porque, por exemplo, ele pode associar
- 9:55:15esse menor custo ao tamanho do fio, ao
- 9:55:17material de que o fio é feito ou a
- 9:55:19grossura do fio.
- 9:55:19>> Pero, é verdade. Pode ser qualquer
- 9:55:20coisa. Ele poderia até dar uma tabela
- 9:55:21com preço dos cabos. É,
- 9:55:23>> vai construir um banheiro, vai ser
- 9:55:24instalado dois chuveiros elétricos,
- 9:55:25podem ser ligados simultaneamente ao
- 9:55:27mesmo tempo ali. Quando ele fala
- 9:55:29simultaneamente na mesma rede elétrica,
- 9:55:30cada um deles fazendo 5.5 kW, lembrando,
- 9:55:33kW é 1000 vezes maior que o W, então
- 9:55:34isso aqui é a mesma coisa do que 5500 W
- 9:55:37cada um. Potência na rede elétrica eu
- 9:55:39somo, tá? Ao mesmo, é energia no final
- 9:55:40das contas. Então tem um chuveiro de
- 9:55:425500 W, tem outro. Eu tenho no total
- 9:55:4411.000 W ou 11 kW de potência sendo
- 9:55:47exigidos ali. Beleza? A tensão da rede
- 9:55:49elétrica no total é 220 V. Quanto maior
- 9:55:52for a área da seção reta de um cabo
- 9:55:53elétrico, maior, isso aqui é segunda lei
- 9:55:54de ô, maior será a intensidade de
- 9:55:56corrente elétrica que ele conseguirá
- 9:55:57suportar. Sim, quanto maior for a sessão
- 9:55:58desse cabo, menos resistência esse cabo
- 9:56:00tem, dá para passar mais corrente ali
- 9:56:02por ele. Porém, maior será seu custo.
- 9:56:04Pô, aquela discussão toda que você você
- 9:56:05explicou aqui. Então, tem que selecionar
- 9:56:07o cabo de menor área de sessão reta.
- 9:56:09Então, ele já definiu o que que ele
- 9:56:10considera custo.
- 9:56:11>> É, ele tá associando custo à grossura do
- 9:56:12fio.
- 9:56:13>> Nem me importo mais com custo. Eu só sei
- 9:56:14que eu quero o fio mais fino, mas que
- 9:56:16suporte essa corrente total, né?
- 9:56:18>> É capaz de suportar a corrente aquida
- 9:56:20aqui, ó. Não, não é isso mesmo, tá? No
- 9:56:21quadro são apresentado os valores
- 9:56:22nominais da área de sessão reta de cabos
- 9:56:24elétricos comumente contos no mercado.
- 9:56:25Eu teria lido aqui antes da próxima vez,
- 9:56:27sabia? Eu teria primeiro visto do que se
- 9:56:28trata essa tabela. E aí ele vai falar a
- 9:56:31área da exção reta desse fio aqui. Você
- 9:56:33vai falar da corrente máxima. Ele nem
- 9:56:35vai, ele nem vai pedir para eu aplicar a
- 9:56:36segunda lei de homem aqui,
- 9:56:37>> porque a segunda lei de homem eu
- 9:56:38aplicaria o quê? Eu falei: "Ah, R é
- 9:56:40igual a, como é que é isso aqui? É o R,
- 9:56:42né? E aqui tem o L dividido pelo A." Aí
- 9:56:44eu descobri a resistência do fio. Aí
- 9:56:46poderia ser que ele ainda colocasse mais
- 9:56:47dados para aplicar isso aqui, mas não.
- 9:56:48Ele só vai me dar a área de sessão reta
- 9:56:49e a corrente máxima. Ou seja, eu só
- 9:56:52preciso saber a corrente máxima que vai
- 9:56:53passar por esse circuito, por essa casa,
- 9:56:55sei lá, né?
- 9:56:55>> Aham.
- 9:56:56>> Aí temos aqui que primeiro vou colocar
- 9:56:58as grandezas que eu tenho, né? Cara, eu
- 9:56:59tenho a potência total dos dois
- 9:57:01chuveiros, eu posso trabalhar com ela.
- 9:57:02Eu tenho a voltagem total disso aqui.
- 9:57:04Tendo potência e voltagem, eu consigo
- 9:57:05encontrar a corrente total que vai
- 9:57:07passar por esse ambiente? Consigo. PVI,
- 9:57:09a fórmula mais básica, inclusive, né? P
- 9:57:11= a VI. Eu vou aplicar ela globalmente
- 9:57:13na casa inteira, tá bom? A potência dos
- 9:57:15dois chuveiros é 11.000 W. A voltagem
- 9:57:19dessa casa inteira é 220.
- 9:57:22Detalhe, não somam a voltagem, né? É
- 9:57:24fato, é fato que cada chuveiro vai est
- 9:57:26no 220.
- 9:57:28Ah, chuveiro tá no 220, 220. Sim, mas eu
- 9:57:30tô falando o quê? Dos cabos dessa casa.
- 9:57:32Eu tô falando a casa toda, ela tem 220.
- 9:57:34A casa toda tá fornecendo 11.000 W de
- 9:57:35potência. Então vai ter uma corrente
- 9:57:37total circulando a casa toda de I. Vou
- 9:57:39passar o 220 para cá, tá bom? Tenho
- 9:57:40aqui, então, ó, 11.000.
- 9:57:43Vou dividir por 220 e vou encontrar
- 9:57:44agora a resposta de qual é a corrente
- 9:57:45total que circula nessa casa. Cortei,
- 9:57:46cortei. Tô vendo aqui coisa linda, né?
- 9:57:48Filé. Olha aqui o 11 com 22. Se eu pegar
- 9:57:51o 11 e o 22, o divide por 11. O 11 vira
- 9:57:531 e aqui embaixo vira dois. Só que tem
- 9:57:55esses dois zeros aqui. Então ficou 100
- 9:57:56dividido por 2 que sobrou aqui embaixo.
- 9:57:57Isso dá 50. Vai ter 50 amp de corrente,
- 9:58:00tá? Nenhum desses cabos aqui vai servir
- 9:58:02porque a corrente máxima deles é 23,
- 9:58:04tal. Esse aqui que aguenta no máximo 54,
- 9:58:06ele serve. E esse que aguenta 100 também
- 9:58:07serve. Mas eu quero o que tem menor área
- 9:58:09de sessão, que é esse aqui que tem seis.
- 9:58:10Então, resposta letra D. Perfeito.
- 9:58:13Vamos lá seguir. Estamos na sessão A,
- 9:58:16hein? Vamos lembrar disso aqui que
- 9:58:16talvez você tenham esquecido. Estamos na
- 9:58:17sessão A, tá bom? São as questões
- 9:58:19básicas, importantes, fundamentais, que
- 9:58:21se você errar
- 9:58:22>> isso pode trazer problemas. Tá ferrado.
- 9:58:23É, pode trazer problemas e vai. Aquele,
- 9:58:25ele é mais tranquilo do que eu, mas vai.
- 9:58:27Tá bom. Vamos lá. Lâmpadas
- 9:58:29incandescentes constituídas um filamento
- 9:58:31de tungsto. Pô, aquela lâmpada lá que a
- 9:58:33gente sabe que ela mais aquece do que
- 9:58:34esquenta, né? dentro de um bubo de vidro
- 9:58:35com gás a baixa pressão. Essas lâmpadas
- 9:58:37podem apresentar diferentes potências
- 9:58:40quando submetidas à mesma tensão
- 9:58:41elétrica. Na mesma tensão elétrica, ela
- 9:58:43pode ter diferentes potências, né? Por
- 9:58:44quê? Sei lá por quê. Deve ser porque
- 9:58:46quando ela vai esquentando, ela vai
- 9:58:47modulando a própria resistência por
- 9:58:48causa da da A gente sabe que o a
- 9:58:50temperatura modula resistência de
- 9:58:51condutores não ômicos, né? Condutor
- 9:58:53ômico, galera, é aquele que segue a
- 9:58:54primeira lei. Condutor ômico, segue a
- 9:58:55primeira lei de ô, tá? Mas isso aí nem é
- 9:58:57nem é relevante agora não. Um estudante
- 9:58:59tem que selecionar uma lâmpada que
- 9:59:00fornece o maior brilho. Quando a gente
- 9:59:02fala maior brilho, a gente sempre vai
- 9:59:03associar, né, conforme diz o mestre
- 9:59:04Rafa, maior potência possível. Mas
- 9:59:06Pedro, tendo mais voltagem vai ter mais
- 9:59:08brilho. Tendo mais corrente vai ter mais
- 9:59:09brilho. Tendo mais resistência, nada
- 9:59:11disso interessa. Tendo mais potência vai
- 9:59:12ter mais brilho. O restante você vai ver
- 9:59:13na situação específica daquela questão.
- 9:59:15>> Não vai ficar criando regras fixas sobre
- 9:59:17resistência, não sei o quê.
- 9:59:18>> Fazer análise.
- 9:59:19>> Isso sempre pode variar de situação para
- 9:59:20situação. Tem coisa que às vezes, né?
- 9:59:21Então agora o fato sempre é que mais
- 9:59:23brilha igual mais potência. Perfeito,
- 9:59:25perfeito.
- 9:59:26>> Isso aqui ah, vou dar menos potência,
- 9:59:27vai brilhar mais não, porque potência já
- 9:59:28é a entrega final de energia, tá?
- 9:59:29>> E e aqui já dá para entender porque que
- 9:59:31ele fala assim, ó, essas lâmpadas podem
- 9:59:32apresentar diferentes potenciais quando
- 9:59:33subidas a medenção. Por quê? Porque as
- 9:59:35lâmpadas elas podem ter filamentos
- 9:59:37diferentes.
- 9:59:38>> Ah, nem é por causa da questão da
- 9:59:39temperatura. Perfeito.
- 9:59:39>> Elas são construídas de filamento
- 9:59:40diferente.
- 9:59:41>> Ele quer selecionar uma que for maior
- 9:59:42brilho, mas vai ter que selecionar
- 9:59:43aquela que possui o filamento mais Ah,
- 9:59:44calma aí. Eu já sei que eu ia ter que
- 9:59:46trabalhar com potência por causa do
- 9:59:47maior brilho, mas agora
- 9:59:48>> também tem,
- 9:59:49>> né? É diferentes potências. Sim. Mas
- 9:59:51>> ele quer o maior brilho. Agora ele fala
- 9:59:53isso aí. Eu eu ia colocar esse negócio,
- 9:59:54submetidos na mesma tensão elétrica, tem
- 9:59:56o V aqui. Só que agora quando ele me dá
- 9:59:57essas paradas aqui sobre o filamento
- 9:59:59dela ser curto, comprido, eu sei que ele
- 10:00:01tá falando de resistência, porque se eu
- 10:00:03faço o filamento ficar mais comprido
- 10:00:04pela segunda lei de homem, eu aumentei a
- 10:00:05resistência. Se eu fazer ele ficar mais
- 10:00:06curto, eu diminui a resistência. Então
- 10:00:07eu sei que a outra grandeza aqui
- 10:00:08envolvida é a resistência. Primeiro eu
- 10:00:10coloco elas aqui,
- 10:00:11>> ou seja, ou seja, o Pedro fez uma
- 10:00:12análise no problema tentando identificar
- 10:00:15sobre quais grandezas dentre aquelas
- 10:00:17quatro que a gente trabalhou ao longo
- 10:00:18das aulas, o problema abordou e ele
- 10:00:20abordou essas três aqui. Agora o Pedro
- 10:00:22vai reunir essas três.
- 10:00:23>> Perfeito. Primeiro eu vou verificar se
- 10:00:24eu tenho alguma fórmula que me sirva,
- 10:00:25porque na maioria de esmagador dos casos
- 10:00:26é isso que eu nem quer. Ele quer esse
- 10:00:27procedimento aqui. Eu tenho uma fórmula
- 10:00:28que envolve potência que é igual a V²
- 10:00:31sobre R. Botei aqui porque eu lembro
- 10:00:33dela direto. Se eu não lembras, se eu
- 10:00:34escrever, não lembro das quatro
- 10:00:35fórmulas, V = R e P = VI. unifico elas e
- 10:00:39facilmente vou encontrar isso aqui, tá
- 10:00:40bom? P = V²/ R é o suficiente nessa
- 10:00:43questão aqui. Esse elemento aqui eu já
- 10:00:46vou circular ele porque ele vai ficar
- 10:00:47fixo. Ah, independente o quadrado, vai
- 10:00:48ficar fixo.
- 10:00:49>> Ele éante.
- 10:00:50>> Lembrando, supondo que a resistência
- 10:00:51fosse ficar fixa, se eu botasse duas
- 10:00:52vezes mais voltagem, eu ia ter duas
- 10:00:53vezes mais potência. Errado, porque a
- 10:00:55voltagem tá ao quadrado. Eu ia botar
- 10:00:56duas vezes mais voltagem, eu ia ter
- 10:00:57quatro vezes mais potência se a
- 10:00:59resistência fosse fixa. Não é o caso
- 10:01:00aqui. Mas foi só para lembrar que a
- 10:01:01relação aqui de proporção é quadrática.
- 10:01:02Se eu triplico aqui, aqui eu multiplico
- 10:01:04por nove, tá? supondo resistência
- 10:01:05constante, não é o caso. Deixei isso
- 10:01:07aqui constante. Agora eu já tenho uma
- 10:01:08relação para resolver a questão que é o
- 10:01:09seguinte, ó. Ele quer uma lâmpada que
- 10:01:11fornece o maior brilho. Então eu vou
- 10:01:12falar, eu quero isso aqui maior, mas E R
- 10:01:14estão se multiplicando se tu passar o R
- 10:01:15para cá. Então são inversamente
- 10:01:16proporcionais. Eu quero, então vou
- 10:01:17trocar a pergunta. Eu não quero mais
- 10:01:19saber de lâmpada de maior brilho. Eu
- 10:01:20quero saber de lâmpada de menor
- 10:01:20resistência. Porque para ter maior
- 10:01:21brilho, ter mais potência, tem que ter
- 10:01:23menor resistência. Acabou. Nessa
- 10:01:25situação aqui em que nada dá, etc. Que
- 10:01:27era a lâmpada de menor resistência.
- 10:01:27Agora eu falo, mas como é que eu vou
- 10:01:28saber a lâmpada de menor resistência?
- 10:01:29Segundo lei de homem. Segundo a lei de
- 10:01:31homem vai dizer o seguinte pra gente, ó.
- 10:01:32A resistência de um condutor é R
- 10:01:36vezes L, que é o tamanho dele, vezes a.
- 10:01:38Mas Pedro, ele não me deu a a
- 10:01:40resistividade, não me deu, pera aí.
- 10:01:41Todas as lâmpadas estão de tom externo.
- 10:01:42Resistividade e propriedade do material
- 10:01:44não vai mudar. Todas as lâmpadas aqui,
- 10:01:47>> elas vão ter a mesma área. O filamento
- 10:01:49não vai ficar mais grosso nem grosso.
- 10:01:50Acabou. Então a área aqui também não vai
- 10:01:51mudar, tá constante.
- 10:01:52>> O que pode variar se ele vai ser mais
- 10:01:53comprido ou mais curto. Ou seja, esse L
- 10:01:55aqui eu quero o quê? Menor resistência.
- 10:01:57Eu lembro disso. Então eu quero menor
- 10:01:58resistência aqui de novo. Se eu quero
- 10:01:59menor resistência, eu quero o mais curto
- 10:02:00possível. Acabou.
- 10:02:03Curto, comprido, comprido, não sei quê.
- 10:02:04Comprido não pode ser.
- 10:02:05>> Primeira,
- 10:02:05>> comprido não pode ser. Exatamente.
- 10:02:06Primeira coluna, como você sempre diz,
- 10:02:07eu quero curto. Curto ou curto. Pois vai
- 10:02:10ter menor corrente elétrica.
- 10:02:11>> Não sabemos.
- 10:02:12>> Estranho. É,
- 10:02:12>> não olhamos paraem olhei isso.
- 10:02:14>> Aqui a gente não olhou pra corrente
- 10:02:15elétrica.
- 10:02:15>> Nem olhei. Exatamente. É curto poster
- 10:02:17menor resistividade. Opa, isso aqui é
- 10:02:18para pegar trouxa. Resistividade
- 10:02:19propriedade do material. Não confunda
- 10:02:20com resistência.
- 10:02:21>> Curto poster menor resistência. Próxima.
- 10:02:23Dá para fazer em quanto tempo? 40
- 10:02:24segundos na hora da prova.
- 10:02:25>> Fácil.
- 10:02:25>> Ex. Agora é a última dessa página.
- 10:02:30Quer que eu dê uma olhada nessa? Ah,
- 10:02:31deixa eu fechar a última dessa página
- 10:02:32aqui eu passo a bola para tu. Mas cara,
- 10:02:34pode também você quiser aqui.
- 10:02:36>> Não, beleza.
- 10:02:36>> O elemento de armazenamento de carga
- 10:02:38análogo ao exposto no segundo sistema e
- 10:02:40a aplicação cotidiana correspondente
- 10:02:42são, nossa, ele perguntou duas coisas.
- 10:02:43Primeiro eu quero saber qual é o
- 10:02:44elemento de armazenamento de carga, mas
- 10:02:46não qualquer elemento de armazenamento
- 10:02:47de carga. Quero um que seja análogo.
- 10:02:48Análogo é aquilo que funciona de modo
- 10:02:50similar,
- 10:02:51>> tá?
- 10:02:52>> Ã, ao exposto no segundo sistema. Então,
- 10:02:53tem que ver quem é o segundo sistema,
- 10:02:55qual foi o elemento de armazenamento de
- 10:02:56carga. E eu não tô querendo marcar ele,
- 10:02:57não. Quero marcar algum que seja análogo
- 10:02:59dentre essa primeira coluna aqui, OK?
- 10:03:01Mas eu também quero agora uma aplicação
- 10:03:03cotidiana que eu possa fazer com esse
- 10:03:05elemento misterioso que eu nem sei qual
- 10:03:06é. Atualmente tem muitas opções de
- 10:03:08celulares com telas sensíveis ao toque.
- 10:03:09Tá bom, vamos escolher blá blá blá, não
- 10:03:11sei o que. Tá bom, tem dois sistemas. O
- 10:03:13primeiro sistema não é o que me
- 10:03:13interessa, mas eu vou ler só porque eu
- 10:03:14eu não deixaria de ler isso na hora
- 10:03:15pronto para contextualizar. O primeiro é
- 10:03:17um painel de vidro recoberto por duas
- 10:03:18camadas afastadas, uma camada resistente
- 10:03:19riscas colocada, uma corrente elétrica
- 10:03:21fica passando ali. Isso é o que a gente
- 10:03:22falou em outra aula, né?
- 10:03:24um um touch screen aqui tem uma corrente
- 10:03:26elétrica constante passando aqui nele,
- 10:03:27constante. Quando eu corto o meu dedo,
- 10:03:29eu mexo nessa resistência. Meu dedo é um
- 10:03:30novo elemento aqui no circuito. E aí
- 10:03:32quando eu faço isso, o sistema detecta
- 10:03:33aquela mudança de resistência pelo meu
- 10:03:35toque e projeta aqui o traço, tá? Quando
- 10:03:37o usuário toca, as duas camadas fazem
- 10:03:38contato exatamente naquele ponto, a
- 10:03:40mudança no campo elétrico. Tá bom? Isso
- 10:03:41é um sistema. E o outro aí tem uma
- 10:03:43camada que armazena a carga elétrica.
- 10:03:45Ela fica no painel de vidro guardando
- 10:03:47carga elétrica. Quando eu toco com o
- 10:03:48dedo, a parte da carga é transferida pro
- 10:03:49meu dedo. É muito pouco, você nem sente,
- 10:03:50tá? E aí a carga da camada que eu toquei
- 10:03:52diminui. Dos dois jeitos eu tô modulando
- 10:03:54algum componente elétrico com
- 10:03:55interferência do meu dedo, né? Esta
- 10:03:57redução ela é medida nos circuitos
- 10:03:58localizados em cada canto do monitor e
- 10:04:00aí considerando as diferenças relativas
- 10:04:01de cartá. No segundo sistema,
- 10:04:02basicamente ele tem uma estrutura ali
- 10:04:03que armazena a carga. Galera, o nome de
- 10:04:05uma estrutura que ela armazena carga
- 10:04:07elétrica é capacitor, tá bom? Quer falar
- 10:04:10alguns detalhes sobre o capacitor? Pode
- 10:04:11ser bacana ver, porque a gente vai falar
- 10:04:12ainda do capacitor de modo mais
- 10:04:13complexo, mas essa questão tá aqui para
- 10:04:15fazer uma introdução ao conceito de
- 10:04:16capacitor.
- 10:04:17>> Tu é especialista nessa área, né? Tu fez
- 10:04:18a engenharia. O que vai ficar bem melhor
- 10:04:19você falar do que? Eu gosto eu, eu posso
- 10:04:21já fazer um overview geral em capacitor
- 10:04:23para não precisa daqui a pouco. Bom,
- 10:04:25então chega pro lado um pouquinho se
- 10:04:26quiser, né?
- 10:04:26>> Então vou chegar aqui pro lado
- 10:04:29>> e vou desenhar aqui um
- 10:04:32>> foi
- 10:04:32>> vou fazer um desenhozinho aqui de
- 10:04:33capacitor e vou mostrar primeiro a
- 10:04:35diferença entre o desenho do capacitor e
- 10:04:38o desenho do gerador, só para vocês eh
- 10:04:40se acostumarem com a imagem,
- 10:04:41>> porque o cara pode, eu falei que
- 10:04:42obviamente que que ele armazen carga
- 10:04:44pode parecer que é uma pilha, né? E não
- 10:04:45é uma pilha. Exatamente. Nessa imagem
- 10:04:47aqui eu desenhei o gerador.
- 10:04:50Nessa outra imagem aqui eu vou desenhar
- 10:04:51o capacitor.
- 10:04:53Ou seja, no capacitor eu tenho placas
- 10:04:55paralelas. E essas placas paralelas elas
- 10:04:58permitem, elas possibilitam o
- 10:05:00armazenamento de carga elétrica aqui
- 10:05:02dentro. Eh, a condução elétrica continua
- 10:05:04acontecendo enquanto eh, a corrente
- 10:05:07elétrica continua acontecendo enquanto o
- 10:05:08capacitor não está totalmente carregado,
- 10:05:10mas a partir do momento que ele fica
- 10:05:11totalmente carregado, a corrente
- 10:05:12elétrica cessa aqui nessa região. E tem
- 10:05:15duas coisas que a gente pode medir sobre
- 10:05:17o capacitor. São duas medições. Primeira
- 10:05:19medição que a gente pode fazer sobre o
- 10:05:21capacitor é sobre a carga que ele
- 10:05:22armazena.
- 10:05:23>> Nesse sentido, ele parece uma bateria.
- 10:05:24>> É, ele armazena aqui uma carga.
- 10:05:26>> Uhum.
- 10:05:27Cara, olha só que interessante. Eh,
- 10:05:29diferença prática entre uma pilha e um
- 10:05:30capacitor pro uso de do flash de uma
- 10:05:32câmera fotográfica profissional.
- 10:05:34>> Eh, eu tenho lá uma câmera fotográfica
- 10:05:35profissional, ela tem um flash. Esse
- 10:05:37flash é de grande intensidade, hein? E
- 10:05:39eu poderia utilizar para esse flash uma
- 10:05:41pilha.
- 10:05:42>> Sim,
- 10:05:42>> mas não vai ser bom.
- 10:05:43>> Ela fornece uma corrente lenta e
- 10:05:45constante, né?
- 10:05:45>> É, a corrente elétrica fornecida pela
- 10:05:47pilha, ela ela ela é lenta, como você
- 10:05:50falou, ela não é tão instantânea quanto
- 10:05:53que o flash precisa. Ele precisa de uma
- 10:05:55carga muito grande em pouco tempo. Então
- 10:05:56ele precisa de uma corrente elétrica
- 10:05:57brutal. Repara que eu acabei de falar
- 10:05:59aqui, ó. Corrente, carga sobre tempo.
- 10:06:01>> O flash ele teria uma carga muito grande
- 10:06:04em pouquíssimo tempo para ele disparar.
- 10:06:07>> Isso exige uma corrente altíssima e a
- 10:06:08pilha, a bateria não tem capacidade de
- 10:06:10fazer isso. Quem tem capacidade de fazer
- 10:06:11isso é uma tomada.
- 10:06:12>> Aham. Agora, um capacitor também tem
- 10:06:15capacidade de fazer isso, por ele está
- 10:06:16ali com a quantidade de carga que eu
- 10:06:18quero que ele armazene, aí eu boto a
- 10:06:19carga que eu quero que ele armazen
- 10:06:21guarda. E aí dependendo da grossura do
- 10:06:22fio que você conecta a estrutura que
- 10:06:24você quer utilizar aquela carga, ah, eu
- 10:06:26quero utilizar essa carga armazenada e
- 10:06:27uma lâmpada. Então você vai ligar o
- 10:06:29capacitor a lâmpada.
- 10:06:30>> Cara, dependendo da grossura do fio que
- 10:06:32você coloque, a corrente vai fluir quase
- 10:06:34que instantaneamente. Por isso, então, o
- 10:06:36capacitor ele é um elemento de
- 10:06:37armazenamento de carga que pode ser eh
- 10:06:39eh mais útil em determinadas situações
- 10:06:41do que uma bateria, do que uma pilha.
- 10:06:42Mas o fato é que o capacitor armazena
- 10:06:43carga e a gente consegue calcular o
- 10:06:45valor da carga que ele armazena. Mas a
- 10:06:46gente também consegue calcular a energia
- 10:06:48potencial elétrica que ele armazena.
- 10:06:50>> Uhum.
- 10:06:50>> São duas fórmulas simples. Não recomendo
- 10:06:53que o aluno que ainda tem muita fórmula
- 10:06:54para para guardar, para para se adaptar
- 10:06:57eh se preocupe com essas fórmulas.
- 10:06:58>> É muito improvável de cri uma fórmula
- 10:06:59dessa. Nem
- 10:07:00>> Mas eu vou colocar as fórmulas aqui só
- 10:07:01para vocês saberem. A carga que um
- 10:07:03capacitor armazena
- 10:07:06pode ser calculada com essa fórmulaqu x
- 10:07:08V. Esse C é a capacitância.
- 10:07:11Capacitância.
- 10:07:16E a capacitância de um capacitor, que é
- 10:07:18o número que está associado à qualidade
- 10:07:20do capacitor, ele é medido em Faraden.
- 10:07:22Tá bom?
- 10:07:22>> Perfeito.
- 10:07:23>> E vê a voltagem.
- 10:07:25>> Acabou. Ou ele vai te dar capacitância,
- 10:07:27vai cá.
- 10:07:27>> É, aí ele, ah, quanto de carga armazena
- 10:07:29o capacitor que tem capacitância tal e
- 10:07:30tá submetido a uma DDP de tantos.
- 10:07:32>> Eu posso calcular a carga que tá
- 10:07:33armazenada nele usando os métodos de
- 10:07:34correntes normais ali, IG = a Q sobre T.
- 10:07:36Se falar: "Ah, teve uma corrente
- 10:07:37elétrica alimentando um capacitor quanto
- 10:07:40tempo".
- 10:07:40>> Geral, em geral. Em geral, ele não vai
- 10:07:41fazer isso. Daria para para fazer esse
- 10:07:43cálculo se ele desse essas informações,
- 10:07:44mas não,
- 10:07:45>> tá? Se cair vai ser desse jeito mesmo.
- 10:07:47>> Eh, e a outra, a fórmula que calcula a
- 10:07:49energia que ele arma é V² x C sobre 2.
- 10:07:52Pronto. Essas são as duas fórmulas que
- 10:07:54existem. Não,
- 10:07:55>> não dá para escrever isso aí como eh
- 10:07:57apaga essa segunda fórmula. A a segunda
- 10:07:59fórmula apaga só para eu perguntar uma
- 10:08:00coisa. Vai, escreve de novo nela. CV.
- 10:08:03>> CV quadr bota V qu
- 10:08:05>> que aí é a mesma coisa da primeira. Bot
- 10:08:07dois al do. É, é,
- 10:08:09>> é isso mesmo. E dá inclusive para
- 10:08:11misturar essas duas equações aqui. Eh,
- 10:08:13você coloca um desses dois vezes aqui.
- 10:08:15>> Aham.
- 10:08:16>> Sozinho e aí substitui o C vezes V por
- 10:08:18Q.
- 10:08:18>> Legal.
- 10:08:19>> Aí você vai ter uma nova equação em
- 10:08:20função do Q. Ou então você coloca o V
- 10:08:23pro lado de lá e troca o C aqui de
- 10:08:26posição.
- 10:08:26>> Qual que essa energia potencial elétrica
- 10:08:27do capacitor? Vai vir em Julis mesmo?
- 10:08:29>> Em Jule, a capacitância em Farade e a
- 10:08:31voltagem em volt, ela vai ser eh ela vai
- 10:08:34aparecer em J. Então, car capacitor,
- 10:08:35você vê energia potencial do capacitor,
- 10:08:37você v qu/ dois.
- 10:08:38>> Exatamente. Mas tem, isso aqui é mais
- 10:08:40improvável de aparecer. Só coloquei para
- 10:08:42pr pra galera e saber que existe e tal e
- 10:08:45para quem curte aqui,
- 10:08:45>> tá? exemplo prático de capacitor, então
- 10:08:46fecha a câmera.
- 10:08:48>> Eh, agora só vou falar mais uma coisa
- 10:08:49sobre capacitor, que isso é mais
- 10:08:50provável de aparecer e isso tem até uma
- 10:08:52certa matemática,
- 10:08:53>> eh, que é a associação de capacitores.
- 10:08:55Nem sempre num circuito eu coloco só um
- 10:08:57capacitor. Em geral, coloco dois, três,
- 10:08:59muitos capacitores para, eh, dependendo
- 10:09:00da situação proposta ali, para que eles
- 10:09:02consigam armazenar a quantidade de carga
- 10:09:03que eu quero que eles armazenem, mas
- 10:09:04eles se encaixem na estrutura do
- 10:09:06equipamento que eu tô usando. Então, por
- 10:09:07exemplo, uma televisão como essa tem
- 10:09:09multitos capacitores dentro dela. É, e
- 10:09:11eu não poderia substituir esses vários
- 10:09:12capacitores por um só, porque seria
- 10:09:14dimensionalmente complexo de ter isso. E
- 10:09:17então eu vou e só uma pequena pergunta
- 10:09:19atrapalha. Por que ela precisa desses
- 10:09:21capacitores se ela tá ligada na tomada?
- 10:09:22>> Não, ela precisa porque e tem duas
- 10:09:25coisas aqui que exigem capacitor.
- 10:09:26Primeiro é a tela sensível toque vai
- 10:09:28exigir algum algum armazena segundo que
- 10:09:30é o segundo sistema. Exatamente. E o
- 10:09:31outro é para proteção
- 10:09:33>> da rede elétrica. Como assim? Ah, se eu
- 10:09:35tiver uma sobrecarga de corrente
- 10:09:37elétrica aqui, eu preciso guardar essa
- 10:09:38sobrecarga de corrente elétrica em algum
- 10:09:40lugar para não disparar pro pro circuito
- 10:09:42eletrônico da da televisão. Então eu
- 10:09:44coloco ali o banco de capacitores. Aham.
- 10:09:46>> E aí esse banco de capacitores vai
- 10:09:47recebendo carga em excesso.
- 10:09:48>> Brutal, pô.
- 10:09:49>> E aí se eu tiver em algum momento uma
- 10:09:51subcarga antes dela desligar, ela
- 10:09:52aproveita essa carga para ela se manter
- 10:09:54em funcionamento e fazer um desligamento
- 10:09:56mais adequado.
- 10:09:56>> Que isso, mano?
- 10:09:57>> E outra coisa, tem uma parada e além
- 10:09:59desse banco de capacitores, o que também
- 10:10:00pode proteger essa televisão é um banco
- 10:10:02de diodos. Ah,
- 10:10:03>> porque o diodo ele é um um dispositivo
- 10:10:06eletrônico que ele tem a configuração
- 10:10:07para passagem de corrente elétrica num
- 10:10:09certo sentido, num sentido só e num
- 10:10:11certo limite. Então, por exemplo, eu
- 10:10:12tenho diodo de 2 amp,
- 10:10:13>> certo?
- 10:10:14>> Vem 0,8 amp, passa por esse diodo.
- 10:10:17>> Sim.
- 10:10:17>> Vem 2, amp, não passa 2,1 amp, mas é
- 10:10:21diferente do disjuntor e do fusível
- 10:10:22>> que desliga.
- 10:10:23>> Que desliga. O diodo deixa passar os
- 10:10:25dois.
- 10:10:25>> Caraca.
- 10:10:26>> E bloqueia 0,1. E por isso que o Jodo é
- 10:10:29muito eficiente, caríssimo, mas muito
- 10:10:31eficiente, porque ele não desligaria a
- 10:10:33televisão de uma sobrecarga, só que ele
- 10:10:35não teria para onde levar esse 0,
- 10:10:37>> banco de capacitores. Aí a gente conecta
- 10:10:39um banco de diodos, um banco de
- 10:10:40capacitores, vai passar por ali a
- 10:10:42corrente elétrica dentro de um limite
- 10:10:43que não vai estragar a televisão e o
- 10:10:44banco de capacitores tá armazenando
- 10:10:45carga extra.
- 10:10:46>> Mas essa que é mais baratinha, não deve
- 10:10:47ter isso não, né,
- 10:10:49>> meu filho? Isso aqui tem, tem que fazer
- 10:10:51café pra gente aqui,
- 10:10:53>> mas ela não faz não.
- 10:10:54>> Se eu tenho dois capacitores desse jeito
- 10:10:57que estão no mesmo fio, como vocês
- 10:10:58aprenderam lá com Pedro na hora que ele
- 10:11:00falou sobre resistências em série em
- 10:11:01paralelo, esses dois capacitores estão
- 10:11:02no mesmo fio, a gente vai dizer que eles
- 10:11:04estão em série
- 10:11:07pelo fato deles estarem no lugar por
- 10:11:09onde passa uma só corrente, né?
- 10:11:10Perfeito.
- 10:11:11>> Se eles estão em série, eu consigo
- 10:11:13calcular a capacitância equivalente,
- 10:11:17a capacitância, que é aquele número que
- 10:11:18representa o capacitor, eu consigo
- 10:11:20calcular a capacitância equivalente. Só
- 10:11:21que aqui é um mundo diferente do mundo
- 10:11:24dos resistores. E por isso aqui a
- 10:11:26capacitância equivalente não será
- 10:11:27calculado pela soma das capacitâncias.
- 10:11:29Esse cara tem a sua capacitância, que eu
- 10:11:30vou chamar de capacitância A, porque ele
- 10:11:32é o capacitor A. Esse cara tem uma
- 10:11:33capacitância B, eh, que é do capacitor
- 10:11:35B. E a capacita equivalente na série
- 10:11:37aqui não vai ser a soma deles dois, vai
- 10:11:39ser o produto sobre soma, exatamente o
- 10:11:41contrário do que é da resistência. Então
- 10:11:42agora já dá pra gente imagina, se
- 10:11:43tivesse eles em paralelo seria a soma.
- 10:11:45>> Já dá para imaginar que quando eles
- 10:11:46estão em paralelo, né, bonitinho aqui,
- 10:11:50eu tenho aqui um circuitinho desse
- 10:11:52jeito. Aí eu tenho aqui um capacitor e
- 10:11:54aqui outro capacitor. Eles estão ligados
- 10:11:57em paralelo, ó. Reparem, fios
- 10:11:58diferentes. Esse aqui é um fio e esse
- 10:12:01aqui é um fio estão submetidos à mesma
- 10:12:03ddp. a capacit, nesse caso que eles
- 10:12:05estão em paralelo, aí soma capacitância
- 10:12:09equivalente. A capacitância equivalente
- 10:12:11será a soma.
- 10:12:14Eh, e agora, só para ficar, para quem tá
- 10:12:18aqui até o final, vai pegar essa parada
- 10:12:19aqui de um jeito sensacional. A gente
- 10:12:21tem três associações básicas na física
- 10:12:24do ensino médio. Uma muito conhecida,
- 10:12:26outra pouco conhecida e outra nada
- 10:12:28conhecida.
- 10:12:29A muito conhecida é a associação de
- 10:12:31resistores e que na série a gente soma e
- 10:12:33no paralelo a gente faz produto sobre
- 10:12:35soma. Esse produto sobre soma, inclusive
- 10:12:37cuidado, tá? Ele é para duas
- 10:12:38resistências em paralelo só, tá? Então
- 10:12:40tenham esse cuidado. Normalmente são
- 10:12:41duas mesmas e
- 10:12:41>> se for mais pode fazer de duas em duas.
- 10:12:43Duas que obtém a recalente, usa ela,
- 10:12:45>> pois, mas o Enem quando quer colocar
- 10:12:46mais resistências em paralelo, ele
- 10:12:48coloca todas elas iguais.
- 10:12:50>> Aham. Aí a recal
- 10:12:53muitas resistências iguais é o valor das
- 10:12:56resistências dividido pela quantidade.
- 10:12:58Por exemplo, mostar um exemplo,
- 10:12:59>> eu tenho aqui
- 10:13:011 2 3 4
- 10:13:05quatro resistências de 80 ohms. Todas as
- 10:13:09quatro t ohms. Então eu poderia fazer de
- 10:13:11duas em duas, mas ao invés disso, eu
- 10:13:14posso fazer assim, ó, 80, que é o valor
- 10:13:16delas, dividido pela quantidade que é
- 10:13:17quatro. Isso aqui vai dar 20 de hack.
- 10:13:20>> Todas elas valem como se fosse uma E20.
- 10:13:21>> É, exatamente. Então essa é a muito
- 10:13:24conhecida. Essa é a associação muito
- 10:13:25conhecida que é a associação de
- 10:13:26resistores que a gente calcula ou
- 10:13:28produto sobre soma no paralelo ou então
- 10:13:30a soma quando é série. A que é pouco
- 10:13:33conhecida é a associação de capacitores,
- 10:13:35que é o contrário da resistência, né?
- 10:13:37Quando está em série, a gente faz
- 10:13:38produto, soma e quando está em paralelo,
- 10:13:40a gente soma.
- 10:13:41>> Uhum.
- 10:13:41>> E a nada conhecida é a associação de
- 10:13:43molas.
- 10:13:44É, essa é muito boa. Eu posso associar
- 10:13:46molas. Então, por exemplo, eu tenho aqui
- 10:13:48uma mola.
- 10:13:49>> Caramba, ninguém esperava.
- 10:13:50>> E aqui eu associo com outra mola. Essa é
- 10:13:52uma associação de molas em série,
- 10:13:54>> cara. Isso não é nada conhecido.
- 10:13:55>> Tem a rec, né? É a é a que, a constante
- 10:14:00elástica equivalente.
- 10:14:01>> E eu poderia ter isso em paralelo
- 10:14:02também. Aham.
- 10:14:03>> Eh, o colchão de molas.
- 10:14:05>> C tá em paralelo.
- 10:14:06>> O colchão de molas tem molas em
- 10:14:07paralelo, né? E eu poderia substituir
- 10:14:09todas aquelas molas por uma só mola.
- 10:14:11>> Mas é uma bosta.
- 10:14:12>> É, seria ruim, né? Porque ela teria
- 10:14:14grande ali, seria uma droga. Mas aqui
- 10:14:16nosso exemplo tá legal. A eh a
- 10:14:17associação de molas tem a o K, esse aqui
- 10:14:20é o KA que é da mola A, esse aqui é o KB
- 10:14:23que é da mola B. Só lembrando, galera,
- 10:14:26numa mola a gente tem força elástica
- 10:14:27igual a KX, tá? Constante da vezes X,
- 10:14:30que é o deslocamento que foi feito. Se
- 10:14:32tô entendendo nada, então relaxa que
- 10:14:33também nem vai entender isso aqui. Não
- 10:14:35vai
- 10:14:35>> aque a keque
- 10:14:36>> que tá tirando onda que também se cair a
- 10:14:38gente vai tirar uma onda bizarra. A que
- 10:14:40daqui desse caso é o produto subsoma. E
- 10:14:43aí no paralelo, que é o caso do colchão,
- 10:14:45então quando elas estão em série, uma em
- 10:14:46cima da outra, é produto soa.
- 10:14:48>> Produto sob soma. Ou seja, é a mesma
- 10:14:50coisa do capacitor.
- 10:14:51>> É a mesma coisa do capacitor.
- 10:14:52>> Então é só lembrar que essas duas
- 10:14:53estranhas,
- 10:14:53>> as duas estranhas,
- 10:14:54>> que é o capacitor e as molas
- 10:14:56>> são são calculadas de forma inverso dos
- 10:14:58dos resistores. Exatamente. Resistores.
- 10:15:00>> Aí, pronto, a gente falou tudo sobre
- 10:15:01capacitores. E agora para finalizar aqui
- 10:15:03a resolução dessa questão e finalizar a
- 10:15:05página A, eh, quando ele fala em
- 10:15:08armazenamento de carga, eu preciso
- 10:15:10encontrar aqui na primeira coluna e algo
- 10:15:12que esteja armazenando carga. E aqui a
- 10:15:14única coisa que armazena carga é
- 10:15:15capacitor. E isso já deixou
- 10:15:17>> receptor, não tem nada a ver. Resistor
- 10:15:18aqui não tem nada a ver. Ele ele passa a
- 10:15:20carga, passa a corrente elétrica por
- 10:15:22ele. Gerador é bizarro. Ele tá ele é uma
- 10:15:24fonte de DDP, ele não tá armazen carga
- 10:15:25nenhuma. fusível é um dispositivo de
- 10:15:26proteção que vai ter um ponto de fusão
- 10:15:28eh um ponto de fusão baixo, porque ele
- 10:15:30pode derreter quando passa certa
- 10:15:31corrente elétrica nele. Que é isso?
- 10:15:32>> É, é porque o único ele ele só botou um
- 10:15:34elemento de armazen de armazenamento de
- 10:15:36carga na primeira coluna. Então isso
- 10:15:38deixou a questão realmente muito
- 10:15:39simples. E aí flash ele poderia ter
- 10:15:41colocado dois elementos de armazenamento
- 10:15:42de carga, uma bateria e um capacitor.
- 10:15:44>> E ele poderia ter colocado a segunda
- 10:15:46coluna com erro para dificultar o da
- 10:15:48questão, mas não foi o que ele fez. E
- 10:15:50agora a gente já tá na próxima página.
- 10:15:52>> Maravilha. Que ótimo. Então, 20% das
- 10:15:54questões concluído. Para minimizar esse
- 10:15:57tipo de problema, tem que fazer o quê?
- 10:15:58Não sei. As redes de alta tensão para
- 10:16:00transmissão de energia elétrica geram
- 10:16:02campo magnético variável. Galera, não
- 10:16:05vamos explicar aqui sobre
- 10:16:06eletromagnetismo, porque já tivemos aqui
- 10:16:09um encontro completo que foi postado com
- 10:16:12tudo de eletromagnetismo em altíssimo
- 10:16:13nível, tá bom? Então você sabe que tem
- 10:16:15uma corrente elétrica passando aqui no
- 10:16:16fio, ela gera em volta dela um campo
- 10:16:18magnético.
- 10:16:19>> Tchau. Tem agora um campo magnético
- 10:16:21aqui, tô com íã na minha mão, ele vai
- 10:16:23gerar no fio uma corrente elétrica. Não,
- 10:16:24exatamente. Tem um campo magnético que
- 10:16:27tá gerando um fluxo magnético variável.
- 10:16:29Seja porque eu tô modulando a
- 10:16:30intensidade desse íã, desse campo
- 10:16:31magnético, ou porque eu tô mexendo na
- 10:16:34distância, na área que do do condutor
- 10:16:36que tá submetido a isso. Eu também gero
- 10:16:37corrente elétrica, tá? Ah, não entendi.
- 10:16:39É o que eu falei, pô. Não entendeu
- 10:16:40porque tu não assistiu um negócio lá de
- 10:16:41eletromagnetismo, pô. Ah, mas aí que que
- 10:16:43eu faço? Você tá chegando perto do Enem,
- 10:16:44>> assiste lá,
- 10:16:44>> sei lá, pô, faz o que você quiser
- 10:16:46também, pô. Tem tempo para estudar, você
- 10:16:47investe aqui com a gente, você estuda
- 10:16:48aqui com a gente que você já percebe que
- 10:16:50dá o melhor retorno, tá bom?
- 10:16:51>> A rede de alta tensão, ela gera um campo
- 10:16:53magnético variável suficiente para
- 10:16:54induzir corrente elétrica no arame das
- 10:16:55circas, né? Legal. Quer dizer, não para
- 10:16:58quem tá perto da cerca, mas, [risadas]
- 10:17:00né? Entendia isso que eu quer dizer, né?
- 10:17:01Então tem aqui a rede de alta tensão,
- 10:17:03tem corrente elétrica passando aqui.
- 10:17:04Isso por si só gera campo magnético
- 10:17:06aqui. Mas como isso aqui é corrente
- 10:17:08alternada, esse campo magnético ele é
- 10:17:10variável, vai mudar e tal. E aí eu tenho
- 10:17:11aqui agora longe disso aqui uma cerca
- 10:17:14elétrica, só que ela tá submetida a
- 10:17:15campo magnético variável. Pode ser que
- 10:17:17gere aqui o quê? De corrente induzida
- 10:17:19aqui. Aí tu encosta numa cerca que nem é
- 10:17:21elétrica, é só uma cerca metálica normal
- 10:17:22e toma um choque. Fala: "Caraca, né? Não
- 10:17:25sabia que essa cerca era eletrizada".
- 10:17:26Não tem nenhum aviso, não. É que tá
- 10:17:27muito perto ali de uma rede de alta
- 10:17:28tensão. Tá bom. Ã pá, tem que ter muito
- 10:17:30cuidado quando se aproxima de uma cerca,
- 10:17:31quando ela tá próxima de uma rede de
- 10:17:32alta tensão, pois se tocar na você pode
- 10:17:34sofrer choque elétrico. Para minimizar
- 10:17:35esse tipo de problema, tu vê o Enem
- 10:17:36sempre preocupado com o cotidiano, né?
- 10:17:38Com uma questão aqui, né? Se você é é um
- 10:17:40funcionário de uma propriedade rural ou
- 10:17:42de uma concessional de energia, tem que
- 10:17:43ter cuidado com isso. É uma prova muito
- 10:17:44bem feita, na minha visão.
- 10:17:45>> Sim.
- 10:17:45>> Tu gosta bastante também, né, Rafa? Para
- 10:17:47minimizar esse tipo de problema, tem que
- 10:17:48fazer o quê, cara? Nem li nada aqui. Mas
- 10:17:51se você gerou a corrente elétrica
- 10:17:52induzida ali naquela cerca, é porque
- 10:17:54você conseguiu gerar DDP nela, né? Você
- 10:17:55tem ali, com certeza uma DDP, tem
- 10:17:57corrente elétrica ali. Cara, a forma de
- 10:17:58resolver isso quando você tem corrente
- 10:17:59elétrica sobrando é aterramento. A Terra
- 10:18:01ela aceita receber cargas elétricas
- 10:18:03infinitamente e ela consegue se livrar
- 10:18:05delas porque a Terra é muito grande, tá
- 10:18:06bom? Então, se você tem um aterramento,
- 10:18:08tem tem uma conexão ali com a terra,
- 10:18:09você resolve isso. Você vai, mesmo que
- 10:18:11fique eletricamente carregada a cerca,
- 10:18:13essas cargas aqui fogem para terra. OK?
- 10:18:16>> Fazer o aterramento dos ares da cerca,
- 10:18:18já era, né? Isso aqui tudo é alucinação.
- 10:18:19Fusível fusível. Aí, aí se passar muita
- 10:18:22corrente vai derreter a cerca. Isso não
- 10:18:24faz nenhum sentido. Tá bom.
- 10:18:25>> Manda bala.
- 10:18:27>> Agora acho que essa daqui vai ser legal.
- 10:18:29Não soltal. Vamos lá.
- 10:18:31Ã, as resistências elétricas dos fios em
- 10:18:34ordem crescente são, já vou olhar aqui
- 10:18:35para cima dessa vez. Tô vendo aqui que
- 10:18:37tem área, comprimento e resistência
- 10:18:39elétrica. É, mas
- 10:18:39>> as resistências são R1, R2, R3, R4, que
- 10:18:41ele tá comparando aqui.
- 10:18:42>> Exato. Mas, pô, eu esperava que ele me
- 10:18:44desse a resistividade para porque quando
- 10:18:45ele me deu área comprimento, eu já
- 10:18:47fiquei louco para usar a segunda de ele
- 10:18:48não me deu resistividade. Eu não vi mais
- 10:18:50nada da questão ainda, mas cara, eu
- 10:18:51lembro, né, que nas alternativas tá
- 10:18:53apenas uma comparação. Talvez no
- 10:18:54enunciado ele tenha dito que todos são
- 10:18:55do mesmo material e aí eu vou dizer que
- 10:18:57a resistividade é mesma. Não sei, vou
- 10:18:58dar uma olhada. Ah, não sei que, a lei
- 10:19:00de homem é válida mesmo para um fio
- 10:19:01finíssimo, cuja área da sessão reta tem
- 10:19:03só alguns poucos átomos. A tabela tem as
- 10:19:04áreas comrimento de algum dos fios
- 10:19:05construídos com as mesmas unidades de
- 10:19:07medida. Considere que a resistividade
- 10:19:08mantém-se constante para todas as
- 10:19:09geometrias. Cara, acabou. Era só isso
- 10:19:11que eu precisava. Eu não vou precisar
- 10:19:13chegar num cálculo exato da resistência
- 10:19:14pela segunda lei de porque eu quero só
- 10:19:15uma comparação. Antes de eu sair
- 10:19:16calculando qualquer coisa, eu sempre
- 10:19:17esquematizo o raciocínio da questão que
- 10:19:19eu vou precisar, tá bom? Resistência é
- 10:19:22essa essa r, né? Vezes o L dividido pelo
- 10:19:25A. Como isso aqui é constante, já não me
- 10:19:27interessa. Eu quero comparar as
- 10:19:28resistências, tá? quê? E aí eu quero
- 10:19:31aqui agora ã eu quero comparar elas, né?
- 10:19:34Eu vou só entender o seguinte, cara.
- 10:19:35Quanto maior for esse L aqui, maior fica
- 10:19:37a resistência. E quanto menor for esse
- 10:19:40A, também maior fica a resistência.
- 10:19:42Cara, vou dar uma olhada nos números
- 10:19:43para ver se eu consigo me livrar de
- 10:19:44precisar calcular isso. Se precisar
- 10:19:45calcular, eu vou consigo continuar
- 10:19:47desconsiderando isso aqui, porque ele é
- 10:19:48igual. Posso dizer que ele vale um para
- 10:19:49todo mundo, não vai mudar a comparação e
- 10:19:50faço a conta. Outra coisa que eu também
- 10:19:52posso esquematizar antes de fazer isso
- 10:19:53aqui é que eu sempre vou ter que
- 10:19:55descobrir a resistência do cara, mesmo
- 10:19:56sem eu colocar o o R na fórmula, eu vou
- 10:19:58considerar que ele é um, que ele é igual
- 10:19:59para todo mundo. Mas eu sempre vou ter
- 10:20:00que pegar o L e dividir pelo A. Eu
- 10:20:03sempre vou fazer isso, L dividido pelo
- 10:20:04A. E o que der o maior valor desse
- 10:20:06resultado é o que tem a maior
- 10:20:07resistência, tá bom? Então já olho para
- 10:20:08cá. Eu vou ter que sempre pegar isso e
- 10:20:10dividir por isso. Isso e dividir por
- 10:20:12isso. Isso é a melhor forma de fazer
- 10:20:13questão, com certeza. Tá bom? Vou
- 10:20:14começar por esse aqui. 106 di por 1 dá
- 10:20:16106. Então já vou dizer que esse fio 4
- 10:20:18aqui ele tem esse número 106. 54 por 2
- 10:20:21dá 27. Parece bem pequeno. 47 por 4
- 10:20:25>> um pouco mais do que 10.
- 10:20:27>> Quê?
- 10:20:27>> Um pouco mais do que 10.
- 10:20:28>> Ah, sim, sim, sim. Exatamente isso, né?
- 10:20:29Dá um pouco mais do que 10. Eu ia, eu ia
- 10:20:30falar outra coisa. Eu não ia fazer
- 10:20:32exatamente porque eu ia ver outra parada
- 10:20:33aqui, né? Que esse aqui tá muito
- 10:20:34drástico a diferença. Mas 47 por 4 é
- 10:20:36isso mesmo. Deve dar o qu? Uns 12 aqui.
- 10:20:38Se fosse 48. E
- 10:20:40>> 312/ por 9. Cara, exatamente. Dá assim,
- 10:20:44se fosse dividido por 10 aqui, esse é o
- 10:20:46ponto. Olha só. Daria 31.
- 10:20:48>> Não é por 10, é por 9. Então vai dar
- 10:20:50mais do que 31. Vai dar mais do que 31.
- 10:20:52Mas cara, olha só, vai dar mais que 31.
- 10:20:54>> Mesmo que desse, mesmo que desse 40,
- 10:20:56>> os números estão muito diferentes. Tem
- 10:20:57106, 27, 12. E esse aqui que dá, pô, se
- 10:21:00fosse por 10 daria 31, então é por 9 dá
- 10:21:01mais do que isso. Sei lá, força aquele
- 10:21:03dá 40. Ainda assim, não tem como
- 10:21:04confundir nada aqui, tá? Minha resposta.
- 10:21:06Deixa eu só olhar aqui, né? Eu tô
- 10:21:07começando com os menores aqui. Calma,
- 10:21:08deixa eu deixa eu mostrar para eles
- 10:21:09também o processo lá, né? Se você der a
- 10:21:11resposta, imagina só vai, né? Para que
- 10:21:13que eu tô aqui, né?
- 10:21:16Tô com sono, pô. Quando com, olha só, eu
- 10:21:19tenho aqui, a galera vai tá zoando ab.
- 10:21:20Ah, s tá com são, né? Eu tô mesmo. Olha
- 10:21:22só, tem aqui o fio dois, ele é o menor
- 10:21:23de todos, então tem que começar pelo
- 10:21:24dois aqui. Já viu, gostou dessa? Resolvi
- 10:21:27colunas, tá? Depois do fio dois,
- 10:21:28primeiro eu vi que ele tá botando sempre
- 10:21:29os menores. Primeiro vem o fio três. Aí
- 10:21:31eu olho, eu sempre olho, se eu não tô
- 10:21:32alucinando, se é fato, é verdade, tô,
- 10:21:34tem razão. Vem o fio três. Então tem que
- 10:21:35vir aqui o fio três, letra C, só pode
- 10:21:37ser ela. Confirmo. Depois vem o fio um,
- 10:21:39depois vem o fio quatro, depois vem um,
- 10:21:40vem o quatro. Próxima questão.
- 10:21:41>> Maravilha.
- 10:21:44Lembrando que estamos aqui na fase B das
- 10:21:46questões, hein? São as mais valiosas
- 10:21:48aqui. Isso aqui é muito valioso, cara. A
- 10:21:51gente vai, eu vou até pedir para você
- 10:21:52dar uma explicada em amperímetro e
- 10:21:53voltímetro, né? Porque, né, só para que
- 10:21:55tu goste dessa área, vai ficar bem
- 10:21:56bonito você explicando. Então, vou
- 10:21:57deixar aquilo ali por último para você
- 10:21:58poder dar aquela brincada com o pessoal,
- 10:22:00tá?
- 10:22:00>> Tá.
- 10:22:01>> Ã, o disjuntor adequado para proteção
- 10:22:03dessa ducha é especificada, pô, falou em
- 10:22:05disjuntor, ele vai ter que interromper a
- 10:22:06corrente elétrica. Então, assim, quando
- 10:22:08passar uma corrente elétrica maior do
- 10:22:09que a especificação dele, ele vai
- 10:22:10travar. Ah, Pedro, lá em casa eu quero o
- 10:22:12máximo de proteção. Eu vou botar um
- 10:22:14disjuntor que não vai deixar passar
- 10:22:16nada. Vou botar um disjuntor de 5 amp
- 10:22:17que aí não tem nem chance tem 100, pô.
- 10:22:19Mas tem o chuveiro, precisa de 30 amp
- 10:22:20para funcionar. Então não vai botar o
- 10:22:22Esse aqui é o mais seguro, não. Ih, esse
- 10:22:24aqui deixa passar 30 amp. E se pega
- 10:22:25incêndio isso aqui? Melhor botar um de
- 10:22:27cinco. Não, pô. Minha casa, meu chuveiro
- 10:22:29precisa de 30 amp. Que que eu vou fazer?
- 10:22:30Vou botar um disjuntor de 33. Tá bem
- 10:22:32servido. Disjuntor, ele tem que ficar
- 10:22:33entre a capacidade máxima do fio e a
- 10:22:37necessidade do equipamento.
- 10:22:38>> Aham.
- 10:22:39>> O equipamento precisa de 30. Esse fio
- 10:22:40pega fogo chegar no 40, disjuntor 35.
- 10:22:42>> É, tem que botar o disjuntor no
- 10:22:44>> ã o disjuntor adequado. E o disjuntor é
- 10:22:46um bicho que sofre, né? Porque tu tá lá
- 10:22:47com chuveiro, tá tá tá tourando o aço no
- 10:22:50chuveiro. O chuveiro é de 30 amp. O
- 10:22:53máximo que o fio aguenta sem explodir
- 10:22:54tua casa é 40. Aí o negócio passou de
- 10:22:5631, disjuntou desliga. Aí a pessoa fala:
- 10:22:59"U desligou, levanta o disjuntor, volta
- 10:23:01pro banho. Aí 32 disjuntor desliga aí.
- 10:23:04Aí desligou. Pera aí, vou vou pregar um
- 10:23:05prego nesse disjuntor safado. Vou
- 10:23:07prender ele aqui em cima. Vou ligar
- 10:23:08direto aqui.
- 10:23:09>> Vou forçar minha casa incendiar, né? Vou
- 10:23:11tirar esse disjuntor daqui.
- 10:23:12>> Botar um outro.
- 10:23:13>> Esse disjuntor que você me vendeu tá com
- 10:23:15problema. Ó, qual que é o disjuntor?
- 10:23:16Então eu vou ter que ver o seguinte. Que
- 10:23:18corrente essa ducha precisa? Não sei.
- 10:23:20Manual de uma ducha em forma, três
- 10:23:21níveis de aquecimento, morno quente,
- 10:23:22super quente. Ó, não tô nem aí para três
- 10:23:24níveis de aquecimento. Provavelmente
- 10:23:25cada um deles vai puxar uma corrente. Eu
- 10:23:26já vou logo no que mais vai puxar a
- 10:23:27corrente. Tô preocupado com que mais vai
- 10:23:28puxar corrente, tá? E deve ser o super
- 10:23:30quente, né? apresentam as seguintes
- 10:23:32variações de temperatura da água em
- 10:23:33função de sua vazão. Tem aqui a vazão,
- 10:23:35ai tá saindo 3 L/ minuto, ai tá saindo 6
- 10:23:36L/ minuto, beleza? Morno quente e super
- 10:23:38quente aqui é a mudança de temperatura
- 10:23:40que ele aplica o delta T em gra Cus.
- 10:23:42Cara, o super quente ele mete 30º a mais
- 10:23:44de temperatura. Isso se tu tiver usando
- 10:23:45essa vazão pequena. Se você usa essa
- 10:23:47vazão maior aqui de seis, ele mete 15. É
- 10:23:49a mesma coisa no final dos contos. Pode
- 10:23:50usar qualquer um desses dados porque
- 10:23:52mudou o fluxo de água. Isso aqui é só
- 10:23:53para confundir o cara mais, tá bom? O
- 10:23:55que importa é você se concentrar no
- 10:23:56super quente, beleza? vai utilizar o
- 10:23:58disjuntor para proteger o circuito sobre
- 10:23:59a carcarga elétrica por padrão disjuntor
- 10:24:00especificado pela corrente nominal igual
- 10:24:02ao múltiplo de 5, imediatamente superior
- 10:24:05a corrente máxima do circuito. Legal, o
- 10:24:06disjuntor só vai ter múltiplo de 5 amp.
- 10:24:08Então, se o circuito tiver 27 amp, tu
- 10:24:10vai meter o disjuntor de 30, porque ele
- 10:24:11é o múltiplo de 5 imediatamente
- 10:24:13superior. Se ele tiver 31, tu não vai
- 10:24:14meter o de 30, tu vai meter o de 35. Se
- 10:24:16tiver 34, o de 35 também tu vai usar. Se
- 10:24:18tiver 37, tu vai usar o de 40. Perfeito.
- 10:24:20Corrente máxima do circuito. Considere
- 10:24:21que a ducha deve ser ligada em 220 e que
- 10:24:23toda a energia é dissipada através da
- 10:24:24resistência do chuveiro e convertida em
- 10:24:26energia térmica transferida pra água,
- 10:24:27que apresenta calor específico. Ó,
- 10:24:30gostei disso aqui. Nem esperava que ele
- 10:24:32fosse jogar para cá, né? Ele me deu, eu
- 10:24:34quero, eu quero saber primeiro, vou
- 10:24:35fazer a análise das grandezas. Eu quero
- 10:24:36saber corrente, tá? E ele me deu
- 10:24:38voltagem. O problema é que eu só tenho
- 10:24:41isso. Ele, então eu preciso de mais
- 10:24:42alguma coisa aqui para poder descobrir
- 10:24:43isso aqui. Ou eu vou encontrar
- 10:24:45resistência. Ele não deu corrente
- 10:24:47>> não. Eu quero corrente. É isso que eu
- 10:24:48falei. Eu quero corrente. Ele me deu
- 10:24:50voltagem, só que eu preciso de mais
- 10:24:51alguma coisa para poder descobrir a
- 10:24:52corrente.
- 10:24:53>> Eu vou descobrir, eu vou usar a
- 10:24:54potência. Por que que eu prefiro usar a
- 10:24:55potência? Eu tenho que usar a potência
- 10:24:56aqui nesse caso porque ele ele não me
- 10:24:58deu nenhuma resistência aqui para eu
- 10:24:59utilizar. E a potência é energia sobre
- 10:25:01tempo. Potência é energia sobre o tempo,
- 10:25:03né? Isso aqui é uma energia. E embora
- 10:25:05ele não tenha falar, mas Pedro, potência
- 10:25:07não é ve não. Potência também é energia
- 10:25:08sobre tempo. Isso aqui é a fórmula
- 10:25:09genérica. Cara, bizarro. Como que aquela
- 10:25:11questão, na verdade, que eu que eu
- 10:25:12resolvi facilitou muito, né? Porque ele
- 10:25:14me deu a energia térmica. Me deu a
- 10:25:16energia térmica. Olha, olha o raciocínio
- 10:25:17que a gente vai fazer aqui. Vamos lá. Se
- 10:25:20esse cara, essa questão é muito top.
- 10:25:21Nossa, que questão boa, cara. Você
- 10:25:22escolheu muito bem. Olha só. Tanto faz
- 10:25:24se eu vou usar 3 L por minuto ou seis.
- 10:25:26Porque quando eu tenho duas vezes mais
- 10:25:27vazão, você pode ver que eu tô
- 10:25:28esquentando duas vezes menos, então tá
- 10:25:29equilibrado. Não tem problema nenhum.
- 10:25:30Cara, vou usar o três aqui só porque eu
- 10:25:31gostei do número 30, tá?
- 10:25:32>> Tá.
- 10:25:33>> Eu tenho aqui 3 L de água por minuto.
- 10:25:35Então eu vou fazer a análise dessa dessa
- 10:25:37questão aqui. Vamos vou escrever aqui
- 10:25:38primeira coisa, tá bom? Ó, tenho 3 L de
- 10:25:39água em 1 minuto. Cara, eu tendo a fazer
- 10:25:42essa análise aqui usando 1 segundo. Eu
- 10:25:45tendo a colocar em 1 segundo, tá bom?
- 10:25:47Porque no final das contas a corrente
- 10:25:49vai vir por segundo, a potência vai vir
- 10:25:50em Judes por segundo. Então eu acho que
- 10:25:51pode ser melhor. Já que eu tenho 3 L de
- 10:25:53água em 1 minuto. Isso é a mesma coisa
- 10:25:54que dizer que eu tenho 3 L de água a
- 10:25:56cada 60 segundos. Mas quantos litros de
- 10:26:00água eu tenho a cada um único segundo?
- 10:26:02Tá bom. A gente pode, deixa eu só ver se
- 10:26:03eu vou usar em litro mesmo. Eu posso
- 10:26:05usar em litro, posso, posso escrever a
- 10:26:06invés de 3 L aqui. Já que eu vou usar
- 10:26:08calor específico ali, eu vou fazer aqui
- 10:26:093.000 ml, não é verdade? Que eu tenho
- 10:26:113000 ml de água nessa configuração aqui
- 10:26:13a cada 60 segundos. Cortei, cortei, 300
- 10:26:16ml a cada 6 segundos. 300 dividido por
- 10:26:18por 6 a cada 1 segundo eu tenho 50 ml.
- 10:26:23Estou esquentando 50 ml de água a cada
- 10:26:25um único segundo. Mas tô esquentando
- 10:26:27quanto? Eu tô adicionando 30º nele. Vem
- 10:26:30aqui comigo. Olha só.
- 10:26:32Q é MC delta teta. Qual é a massa de
- 10:26:36água que eu tô esquentando? 50 ml não é
- 10:26:38uma massa, é um volume. Mas eu sei que
- 10:26:40aqui, ó,
- 10:26:40>> a densidade
- 10:26:41>> 1000 g por litro, que é a mesma coisa
- 10:26:42que diz que 1 g cada 1 ml, tá bom?
- 10:26:44Então, na verdade, eu tô esquentando 50
- 10:26:45g de água. Quanta energia eu tenho que
- 10:26:47dar para que cada um desses gramas de
- 10:26:48água ganhe 1ºC? Ele deu aqui o calor
- 10:26:50específico da água de 4,2 J. Vou usar
- 10:26:53aqui o 4,2. Qual é o delta T? Mudança de
- 10:26:56temperatura que tá sendo provocado aqui.
- 10:26:5830º que ele coloca. Ele deu lá. Botei
- 10:27:00aqui o 30. Não vou resolver isso aqui.
- 10:27:02Isso aqui é uma quantidade de energia,
- 10:27:04tá? É uma quantidade de energia em Jes.
- 10:27:06Eu vou descobrir quantos J eu tive que
- 10:27:07dar para essa água. Agora eu fiz isso em
- 10:27:08um segundo. Então foi esperteza da minha
- 10:27:10parte faz um segundo. Por quê? Eu
- 10:27:11descubro aqui quantos J em 1 segundo. Já
- 10:27:13por segundo é wat. Já tenho a potência.
- 10:27:15Resolvendo aqui agora, agora eu vi que
- 10:27:16faz sentido resolver. Fica 5 x 42 x 30,
- 10:27:21tá? 5 x 42 dá 210. 210 x 30 dá 2100, que
- 10:27:25dá 6300. Então eu tenho aqui agora uma
- 10:27:28potência que é uma potência de 6300
- 10:27:33W. Acabou. Eu tenho agora potência,
- 10:27:35tenho voltagem e quero descobrir
- 10:27:36corrente. P é igual a vi.
- 10:27:39Entendeu como eu descobri a potência?
- 10:27:40Ah, não entendi. Você não prestou
- 10:27:42atenção, então quando eu fiz aquela
- 10:27:43questão lá que eu trouxe uma parada de
- 10:27:44esquentar aqui. Essa é a única
- 10:27:45explicação para você não ter entendido,
- 10:27:47porque lá estava explicado de maneira
- 10:27:48ridiculamente clara. Inclusive, pode
- 10:27:50fazer P = E sobre T, colocar no lugar do
- 10:27:52E o que o MC del T e vai dar a mesma
- 10:27:54coisa. Volta lá e e vê de novo aquilo
- 10:27:56lá, tá? Pronto. P é igual a VI. P é
- 10:27:59igual a VI. A voltagem aqui em que isso
- 10:28:01tá ligado? 220. 220. Eu tô querendo
- 10:28:04descobrir o I, então vou passar a
- 10:28:05voltagem aqui pro outro lado, tá bom? A
- 10:28:06potência é 6300 dividido por 220, que é
- 10:28:09a voltagem. Isso vai me dar o I. Cortei.
- 10:28:11Cortei. Eu tenho aqui agora 630/
- 10:28:1422. 630 di por 22. O 22 ele vira o 44.
- 10:28:19Cara, pera aí, pera aí, pera aí. Deixa
- 10:28:21eu aproximar isso aqui. Vou acabei de
- 10:28:23perceber que eu tô moscando. Eu tô
- 10:28:24panguando, né? Se fosse 63, tá? Tem 63/
- 10:28:2822 aqui. Se aqui eu tivesse embaixo, pô,
- 10:28:31se aqui eu tivesse 21 embaixo, vou
- 10:28:33fingir que aqui embaixo, na verdade, é
- 10:28:3421. Se fosse 21, ia ficar 63 por 21, ia
- 10:28:37dar exatamente 30. Mas pera aí, não era
- 10:28:3921, era 22. Eu que fingi que é 21. Mas
- 10:28:41Pedro não vai errar não. Pera aí. Era
- 10:28:43para ser 22. Então, na verdade é uma
- 10:28:44corrente ainda abaixo de 30. Um
- 10:28:47pouquinho abaixo de 30. Um pouquinho só.
- 10:28:49Então, qual disjuntor deve ser? Quanto
- 10:28:51essa corrente? 28, 27. Que tipo de
- 10:28:52disjuntor eu vou usar? Vou usar o de 30
- 10:28:54mesmo. O próximo é o de 60.
- 10:28:57>> É.
- 10:28:58>> E o outro é o de 20. Para ser 20, eu
- 10:28:59teria que ter uma corrente menor do que
- 10:29:0020. Para ser 60 é um absurdo. Aí tu acha
- 10:29:02que é por acidente? Olha que absurdo. Às
- 10:29:05vezes a pessoa pode achar assim: "Nossa,
- 10:29:06esse jeito que ele está fazendo". Não,
- 10:29:07esse não é o jeito que eu tô fazendo.
- 10:29:08Esse é o jeito que o Enem queria que
- 10:29:09você fizesse, porque ele ele nunca
- 10:29:11colocaria sem querer essas opções aqui.
- 10:29:13>> É 30. É para você chegar aqui. Tu viu
- 10:29:15que eu não tinha feito questão antes,
- 10:29:16mas é aqui. Olhei 63, 22, fingi que é
- 10:29:1821, deu 30. Mas eu sei que é um pouco
- 10:29:19menos do que 30, porque era para ser por
- 10:29:2022 aqui embaixo. Tá aqui muito bonita a
- 10:29:23alternativa e a questão também, tá?
- 10:29:26Ah, vamos nessa. Olha só, nesse
- 10:29:28redimensionamento deve-se acrescentar o
- 10:29:30circuito um resistor D. Cara, tenho aqui
- 10:29:32esse circuito, vou ter que botar algum
- 10:29:34resistor aqui. Aparentemente é isso. Tem
- 10:29:36aqucedor elétrico, ele utiliza
- 10:29:37resistência de fíil, portando uma
- 10:29:38corrente máxima dimensionada pelo
- 10:29:39fabricante. O dimensionamento original
- 10:29:41do circuito elétrico de um aquecedor
- 10:29:42esquematizado na figura foi utilizada
- 10:29:44para provocar a elevação de temperatura
- 10:29:45e um volume de água num detetar. Isso
- 10:29:47aqui é um aquecedor igual aquele que eu
- 10:29:48mostrei aqui. Se você vai utilizar uma
- 10:29:50tensão de 250 V, então o circuito vai
- 10:29:53ter que ser redimensionado para garantir
- 10:29:54o correto funcionamento aquecedor. A
- 10:29:55corrente deve ser mantida,
- 10:29:58considerando-se aquecimento do mesmo
- 10:29:59volume de água a mesma temperatura
- 10:30:00durante o mesmo intervalo de tempo. Vai
- 10:30:02aquecer o mesmo volume de água a mesma
- 10:30:04temperatura durante o mesmo intervalo de
- 10:30:05tempo. Ele quer uma potência constante.
- 10:30:08Ele quer, ele vai fornecer a mesma
- 10:30:09energia pro mesmo volume de água. Ele
- 10:30:10quer que a potência aqui fique
- 10:30:11constante. A corrente também ele disse
- 10:30:12que vai manter. O problema é que essa
- 10:30:14voltagem aqui tá muito alta, né? E ele
- 10:30:16me deu que é uma corrente de 4 amp e ele
- 10:30:17me deu que a resistência do equipamento
- 10:30:19é de 40 aqui.
- 10:30:20>> É porque a voltagem original aqui tá em
- 10:30:22160 V. Tá em 160 o R.
- 10:30:25>> Ah, tá. Perfeito. Eu ia chegar nisso,
- 10:30:26né? Exatamente. Ele não me deu aqui a
- 10:30:27voltagem ainda. Muito bom essa
- 10:30:28observação, né? Se eu fizer aqui V ig,
- 10:30:30eu vou fazer aqui R x I e vou encontrar
- 10:30:32aqui. A única explicação é que eu tinha
- 10:30:33aqui 160 V.
- 10:30:35>> Essa é uma
- 10:30:36>> Não vou mais ter 160. Exatamente. Eu vou
- 10:30:38agora para 250 V. Cara, eu vou aumentar,
- 10:30:40só que aí a corrente vai subir com
- 10:30:42certeza.
- 10:30:43corrente vai subir, não quer que a
- 10:30:44corrente suba, então ele vai ter que
- 10:30:45modular, modular a resistência desse
- 10:30:47equipamento aqui. Mas não dá para
- 10:30:48modular a resistência desse equipamento
- 10:30:49aqui, mas ele já falou que tu pode
- 10:30:50adicionar um outro resistor aqui. Então,
- 10:30:51se tu adicionar um outro resistor, você
- 10:30:53consegue resolver a questão. Vou te
- 10:30:54explicar como, tá? Vai utilizar 250, ele
- 10:30:56já falou isso. Então, o que que eu tenho
- 10:30:58que acrescentar o circuito? Tá? E aí ele
- 10:31:00faz essas análises aqui e ele coloca em
- 10:31:02paralelo, insere. Cara, o problema é o
- 10:31:03seguinte,
- 10:31:04>> posso fazer uma análise rápida dessas
- 10:31:05das alternativas?
- 10:31:06>> Acho não, termina de resolver que eu tô
- 10:31:07cansado já. Olha, olha que irado. Ele
- 10:31:09tem aqui uma resistência de 40 ohms.
- 10:31:12Repara, você falou uma coisa lá na na
- 10:31:14explicação sobre a associação de
- 10:31:15resistores que quando eu tenho um
- 10:31:17circuito em série, a resistência
- 10:31:18equivalente aumenta. Só pode ser série,
- 10:31:20só pode ser letra B, D.
- 10:31:21>> Se liga, a resistência equivalente
- 10:31:23aumenta.
- 10:31:23>> Eu não vou ter mais voltagem aqui. Essa
- 10:31:25corrente vai aumentar. Eu preciso evitar
- 10:31:27que ela aumente subindo a resistência do
- 10:31:28circuito. Só pode ser sério porque
- 10:31:30qualquer coisa que bote em paralelo vai
- 10:31:31cair a rec. Ah,
- 10:31:32>> mas agora olha essa essa observação é é
- 10:31:35crucial pro pro. Mas olha o que que
- 10:31:37aconteceu aqui na letra C. Eh,
- 10:31:41ele tá propondo uma ligação em paralelo
- 10:31:43aqui.
- 10:31:43>> Hum.
- 10:31:44>> Mas com resistor altíssimo.
- 10:31:46>> Aham.
- 10:31:47>> Eh, o que vai acontecer é que a recar
- 10:31:51resistência equivalente lá para baixo.
- 10:31:53>> Para baixo.
- 10:31:53>> E eu aumentei a voltagem.
- 10:31:54>> Vai ficar com mais corrente ainda.
- 10:31:55>> É, vai ficar com mais corrente ainda.
- 10:31:56Então essa análise daí foi muito boa.
- 10:31:57>> É, qualquer coisa em paralelo aí vai
- 10:31:59aumentar a corrente, né? Qualquer coisa
- 10:32:00que seja.
- 10:32:00>> Exatamente. Olha como é a gente,
- 10:32:02>> se eu botar um em paralelo, vai ficar 40
- 10:32:04di por 41. já vai ficar com
- 10:32:07>> já vai reduzir a rec.
- 10:32:08>> Vai, é,
- 10:32:09>> eu já aumentei a voltagem reduzindo a
- 10:32:10rec. Eu vou ter impossibilidade de
- 10:32:12manter a corrente constante. Então, ó,
- 10:32:14se eu quero, se eu já tenho a voltagem,
- 10:32:16>> a 150,
- 10:32:17>> que é a nova, eu quero que essa corrente
- 10:32:20continue eh igual, eu vou relacionar
- 10:32:22voltagem, corrente e resistência em uma
- 10:32:24só fórmula. Voltagem, corrente
- 10:32:27>> e resistência.
- 10:32:27>> E resistência em uma só fórmula, mas
- 10:32:29para descobrir qual será a minha nova
- 10:32:31resistência.
- 10:32:31>> Muito cuidado, porque tu não tem ah, eu
- 10:32:33tenho resistência 40. Não, eu quero
- 10:32:35saber qual tem que ser a minha nova
- 10:32:36resistência para manter essa
- 10:32:37configuração nova que ele propôs.
- 10:32:39>> Então vamos lá.
- 10:32:40>> 250
- 10:32:40>> V = R
- 10:32:43>> R é igual a V sobre I, que é o 250
- 10:32:47>> dividido por 4.
- 10:32:48>> Dividido por 40.
- 10:32:50>> É por 40.
- 10:32:51>> Dividiu por 40, ó.
- 10:32:52>> Por 40 não por 4, né? Porque coragei,
- 10:32:54botei o 40 ali.
- 10:32:54>> É,
- 10:32:55>> desculpa. 250
- 10:32:57>> 137 da manhã, tá?
- 10:32:58>> Dividido por 4.
- 10:32:59>> Tá.
- 10:32:59>> Isso aqui vai dar quanto?
- 10:33:00>> 125. 62,5. 62. É 62,5. 62,5. Ou seja, eu
- 10:33:04preciso agora pegar ao 40 aqui, tá? O
- 10:33:0740, tá aqui já tá o 40. Eu preciso agora
- 10:33:11ao 40 ou adicionar uma resistência aqui
- 10:33:15ou então ou então
- 10:33:18pera aí, cara.
- 10:33:21Ou então adicionar uma resisticou
- 10:33:24todo, cara. Ou eu adiciono uma
- 10:33:27resistência aqui em série, ou eu
- 10:33:28adiciono uma resistência aqui em
- 10:33:29paralelo.
- 10:33:30>> Mas em paralelo sempre. Mas repara, eu
- 10:33:31preciso que a minha rec,
- 10:33:35ou seja, que ela e e fique maior do que
- 10:33:38é o 40.
- 10:33:40>> Se eu fizer algum paralelo aqui, a REC
- 10:33:42vai dar menor do que 40 e nunca maior do
- 10:33:44que 40. Então, como Pedro já tinha e
- 10:33:46alertado, essa conexão tem que ser em
- 10:33:48série. E em série com quanto?
- 10:33:50>> Com mais 22,5.
- 10:33:51>> Exatamente. Se eu tenho essa aqui igual
- 10:33:53a 40 e eu preciso formar 62,5, eu vou
- 10:33:55ligar em série com uma de 22,5.
- 10:33:57>> É uma prova que o Enem não induz a
- 10:33:58pessoa o erro, né? 22,5 em R. Porque se
- 10:34:00ele quisesse induzir, ele botava aqui
- 10:34:0162,5 em7.
- 10:34:02>> Isso. Ele ele poderia ter colocado uma
- 10:34:04dessas duas aqui. Poderia ser.
- 10:34:05>> Mas tu quer adicionar mais 22,5. Tá bom.
- 10:34:08>> Essa foi boa.
- 10:34:08>> Foi boa mesmo, né, cara?
- 10:34:10>> Vamos ver que que a gente ainda tem aí.
- 10:34:12>> Quando a luz dos olhos meus é luz dos
- 10:34:14olhos teus
- 10:34:16>> resolve se encontrar
- 10:34:20>> amperímetro e voltímetro. Voltímetro do
- 10:34:22liga em paralelo. Amperímetro do liga em
- 10:34:23série. Lembra de VPs. Vpas. V pass
- 10:34:26voltímetro em paralelo, amperímetro em
- 10:34:28sério.
- 10:34:28>> Exatamente. É porque o amperímetro ele
- 10:34:30ele quer medir a corrente elétrica que
- 10:34:31passa no fio. Então eu preciso conectar
- 10:34:33ele em série a ao esquema do elétrico
- 10:34:36ali, ao fio para que a corrente elétrica
- 10:34:38passe por ele, sensibilize ele e o o
- 10:34:41medidor consiga dizer para você quanto
- 10:34:43de corrente tá passando ali. Eh, tem uma
- 10:34:45propriedade de amperímetro que é
- 10:34:46importante vocês guardarem, que é a
- 10:34:47resistência dele tem que ser muito
- 10:34:49próxima do zero, porque se o amperímetro
- 10:34:51tiver alguma resistência, ele vai
- 10:34:53impactar na formação do circuito como um
- 10:34:55todo. Então, ele vai eh ele vai passar a
- 10:34:57fazer parte do circuito como um
- 10:34:58consumidor de energia. Então, a
- 10:34:59resistência do amperímetro tende a zero
- 10:35:01e ele é ligado em série. Essa e essas
- 10:35:04são as duas coisas importantes pro
- 10:35:05amperímetro. Agora, pro voltímetro, a
- 10:35:07gente tem uma uma concepção diferente. O
- 10:35:09voltímetro tem que ser ligado em
- 10:35:10paralelo entre os terminais que eu quero
- 10:35:12medir a voltagem e a resistência dele
- 10:35:14tem que ser a mais alta possível. Para
- 10:35:16quê? Para que a corrente elétrica não
- 10:35:17passe por ele alterando o funcionamento
- 10:35:19do circuito. Então, tem essas duas eh
- 10:35:21observações para cada um dos dois
- 10:35:23instrumentos de medição. O amperímetro
- 10:35:25ligado em sério com resistência muito
- 10:35:26baixa e o voltímetro ligado em paralelo
- 10:35:28com a resistência muito alta.
- 10:35:29>> O amperímetro que é medid tu falou isso.
- 10:35:31O amperímetro quer medir a corrente,
- 10:35:32então ele tem que estar no fio porque a
- 10:35:33corrente passa pelo fio. Tinha comentado
- 10:35:34isso desse jeito? E o o
- 10:35:36>> o voltímetro eu não quero, ele não vai
- 10:35:38passar, ele ele vai se conectar entre os
- 10:35:39dois pontos que eu quero medir a
- 10:35:40voltagem, afinal de contas, voltagem DDP
- 10:35:42por aí vai. É isso. Tenho aqui o
- 10:35:44circuito, tenho aqui a DDP, tá? Quero
- 10:35:46medir a DDP do circuito todo. Chego aqui
- 10:35:48com voltímetro, ó, plá, conecto ele aqui
- 10:35:51que eu tô medindo justamente DDP do
- 10:35:52circuito todo. Tem um equipamentozinho
- 10:35:53aqui, quero medir DDP que esse
- 10:35:54equipamento aqui tá consumindo lá.
- 10:35:56voltímetro aqui o equipamento do
- 10:35:58voltímetro paralelo com ele. Quero medir
- 10:35:59a corrente que passa por aqui.
- 10:36:00Amperímetro aqui. En sério, quero medir
- 10:36:01a corrente todo circuito. Amperímetro
- 10:36:03aqui ou amperímetro aqui ou na entrada
- 10:36:04ou na saída melhor lugar. Beleza?
- 10:36:05>> Isso.
- 10:36:06>> Eh, tem uma questão eh clássica que é
- 10:36:09interessante.
- 10:36:10>> Eu tava jogando capoeira para treinar.
- 10:36:12>> Nossa, aqui, ó,
- 10:36:14>> apropriação cult.
- 10:36:15>> É, imaginem aqui, sei lá, a cozinha de
- 10:36:18uma casa, né? E e esse e esse daqui é o
- 10:36:21fio eh fase que foi levado até aquela
- 10:36:24cozinha. E esse aqui o fio neutro.
- 10:36:27fica azulzinho. E aqui o fio neutro que
- 10:36:28foi levado aquela cozinha. Bizarro,
- 10:36:30mano.
- 10:36:30>> Eh, e aí eu liguei uma tomada entre o o
- 10:36:35fio fase e o fio neutro, formando aqui
- 10:36:36uma tomada para ligar, sei lá, eh, o
- 10:36:38microondas. E aqui entre esses entre a
- 10:36:41fase e o neutro, eu fiz uma outra tomada
- 10:36:43para ligar a geladeira e aqui uma outra
- 10:36:45tomada para ligar a máquina de
- 10:36:47lava-louça. E beleza. Eu quero agora
- 10:36:49medir a DDP desse circuito através de um
- 10:36:51voltímetro. Eu posso ligar o voltímetro
- 10:36:53aqui. Olha só. Olha só.
- 10:36:56que eu estarei medindo a DDP do
- 10:36:58circuito. E por que isso? Repara que
- 10:37:00esse ponto aqui, esse terminal do
- 10:37:02voltímetro
- 10:37:02>> e também tá medindo a DDP só desse cara.
- 10:37:04>> Isso paralelo ele pega DP.
- 10:37:05>> Repara que esse voltímetro ele tá
- 10:37:06pegando o fio fase
- 10:37:07>> Sim.
- 10:37:08>> E também pegando o fio neutro. Ele está
- 10:37:10entre o vermelho e o azul.
- 10:37:11>> Assim como eu poderia ter ligado esse
- 10:37:12>> agora meteu um equipamento qualquer aqui
- 10:37:14estragou tudo
- 10:37:15>> que agora esse equipamento tá consumindo
- 10:37:16tensão e tá mexendo na tensão do
- 10:37:17circuito?
- 10:37:18>> Exatamente. Eu poderia ligar o
- 10:37:19voltímetro aqui, ó. Tá, está medindo a
- 10:37:21voltagem do circuito. Esse voltímetro
- 10:37:23aqui está medindo a voltagem desse cara.
- 10:37:24>> Sim. desse, desse e do gerador também. E
- 10:37:27eu poderia ligar o voltímetro aqui, ó.
- 10:37:29Ótimo. Repara
- 10:37:31>> que ele está mais uma vez conectado do
- 10:37:33vermelho ao ao azul. Já o amperímetro,
- 10:37:35olha só, que irado para esse circuito o
- 10:37:37pensamento de amperímetro. Se eu ligo o
- 10:37:38amperímetro aqui,
- 10:37:39>> corrente total.
- 10:37:39>> Corrente total. Se eu ligo aqui,
- 10:37:41>> ã ã,
- 10:37:42>> apenas a corrente desse car.
- 10:37:43>> Exatamente. Porque todas as correntes já
- 10:37:44se dividiram e entraram aqui. Só sobrou
- 10:37:46que vai entrar nesse cara aqui. E o
- 10:37:47ampímetro?
- 10:37:47>> Se eu boto o amperímetro aqui, só a
- 10:37:49corrente desse cara também. Só ela
- 10:37:50voltou aqui. Agora,
- 10:37:51>> esse amperímetro daqui que você acabou
- 10:37:53de desenhar está medindo a mesma
- 10:37:54amperagem que desse.
- 10:37:55>> E se eu ligo um amperímetro aqui, eu
- 10:37:56pego a corrente desses dois caras, que
- 10:37:58são as duas que já retornaram aqui.
- 10:37:59>> E esse amperímetro daqui está medindo a
- 10:38:01mesma amperagem que esse daqui,
- 10:38:03>> porque eles estão pegando as correntes
- 10:38:04totais. Dito tudo isso, eh, qual dos
- 10:38:06esquemas indica a maneira com que o
- 10:38:08amperímetro deve ser ligado e a leitura
- 10:38:09por ele realizada?
- 10:38:11>> E aí tem
- 10:38:12>> já, já tenta eliminar um perímetro que
- 10:38:14esteja ligado em paralelo, se tiver
- 10:38:15algum.
- 10:38:15>> É exato, né? Mas eu só tem que ver que
- 10:38:17ele pediu um número aqui também. safado.
- 10:38:19É uma pessoa, a bateria fica
- 10:38:20descarregada após cinco dias sem us. No
- 10:38:22início desse período, a bateria
- 10:38:22funcionava normalmente. Tava com a carga
- 10:38:24de 60h. Cara, ele falou que ela tava com
- 10:38:26a carga de 60 hor depois de 5 dias ela
- 10:38:29descarregou, né? Então eu consigo saber
- 10:38:30qual é a correntezinha que tá saindo a
- 10:38:31bateria, porque para ela ter
- 10:38:32descarregado tá saindo correntezinha
- 10:38:33dela, né? Então eu já tenho aqui um
- 10:38:35claro que galera, para ser sério, isso
- 10:38:36aqui a gente faz de cabeça, né? Porque
- 10:38:38pra gente saber a corrente é Q sobre T.
- 10:38:39A o Q aqui é 60h, mas quantas horas
- 10:38:42ficou ligado? 5 dias. 5 dias vezes 24
- 10:38:44horas dá 120. 120, 60 por 120, meio
- 10:38:48temio ampugindo dessa bateria o tempo
- 10:38:50todo, tá bom? Teria feito aqui, ó, Q
- 10:38:52sobre T. O tempo são 5 dias, então aqui
- 10:38:54tem 120 aqui embaixo e aqui são 60. Isso
- 10:38:56aqui dá meio amp saindo dessa bateria
- 10:38:57tempo.
- 10:38:57>> Então você já elimina algumas
- 10:38:58alternativas,
- 10:38:59>> já elimina algumas aqui. Tem aqui
- 10:39:00marcando a 12 amp, 12 amp. Já vou
- 10:39:02eliminando tudo isso aqui, né? Tem uma
- 10:39:03aqui de baixo marcando
- 10:39:04>> 2,5
- 10:39:060,5.
- 10:39:08Examente. E ao mesmo tempo se eu não
- 10:39:09tivesse ido por por essa rota, eu
- 10:39:11poderia terminar. Eu só vou mostrar por
- 10:39:13fim, por um fim pedagógico, né? Esse
- 10:39:15amperímetro aqui, ele é uma não faz eh
- 10:39:19sentido um, né? Porque esse amperímetro
- 10:39:20aqui, ele tá ligado em paralelo, ele tá
- 10:39:22ligado aqui direto nos terminais. Aí tem
- 10:39:24a bateria aqui que tem aí tem o circuito
- 10:39:26do veículo. Eu eu quero saber qual é a
- 10:39:27corrente que a bateria tá soltando de
- 10:39:28fuga para cá. Tem que ligar o
- 10:39:30amperímetro aqui, aqui, aqui, aqui.
- 10:39:31Qualquer coisa que é lugar do fio do do
- 10:39:33servi terminal. Aí ele não faz o
- 10:39:35perempro tá ligado em paralelo
- 10:39:36>> aqui. Tá perfeito, né? A bateria vem
- 10:39:37aqui, ó. Vou passar a corrente toda por
- 10:39:38aqui. A corrente toda por aqui. Entra
- 10:39:40aqui no amperímetro e pá p pa pa pá.
- 10:39:41Isso aí é uma ligação do amperímetro em
- 10:39:43série.
- 10:39:43>> Isso aqui é o correto e tem a indicação
- 10:39:44de 0,5 amp. Tá bom? Amperímetro tem que
- 10:39:46ter o mínimo de resistência possível,
- 10:39:49resistência desprezível para que essa
- 10:39:50corrente entre nele sem prejuízo nenhum,
- 10:39:51né? E se fosse um voltímetro, o máximo
- 10:39:53de resistência possível, que o
- 10:39:54voltímetro ele não quer atrapalhar, ele
- 10:39:56só quer medir DP sem que a corrente
- 10:39:57entre nele. Tá bom? Ótimo, cara. Mais
- 10:39:59uma página finalizada.
- 10:40:01Que que táando propaganda no meio do
- 10:40:03negócio aqui, pô? Eu paguei o negócio
- 10:40:04para ele ficar falando de de Gemini, pô.
- 10:40:06O chat GPT um pouco melhor, eu acho, na
- 10:40:08revisão, mas também tá uma bosta
- 10:40:09ultimamente. Só parece que você viu que
- 10:40:11descobriram que o chat GPT, pelo fato de
- 10:40:12ter muita gente, tô falando séri muita
- 10:40:14gente burra usando, ele teve uma perda
- 10:40:16geral de inteligência. Ele ele foi
- 10:40:17alimentado com dados de muita gente
- 10:40:18burra e eu percebi, ele era, cara, era
- 10:40:20muito melhor há uns meses, eu tinha
- 10:40:21resultados melhores. Hoje em dia eu vejo
- 10:40:22que ele tá meio tá?
- 10:40:25Para de falar com o GPT que você tá
- 10:40:27[risadas] Olha só,
- 10:40:29>> 2as da manhã já da manhã já.
- 10:40:30>> 2 da manhã, galera. A gente volta daqui
- 10:40:31a pouco. Daqui a pouco, 6 da manhã, a
- 10:40:34gente recomeça.
- 10:40:35>> Opa, e aí, tudo bem? Enquanto Pedro e
- 10:40:36Rafael dormem um sono merecido de 2 e
- 10:40:39pouc da manhã até 5 e pouca da manhã,
- 10:40:41vamos para um oferecimento dos nossos
- 10:40:43patrocinadores, plataforma SAD, Didática
- 10:40:45Mágica, resultados garantidos. E o nosso
- 10:40:47patrocinador enviou pra gente a
- 10:40:49resolução perfeita de duas questões
- 10:40:51extras de eletrodinâmica e você vai
- 10:40:53perceber o altíssimo nível dessa
- 10:40:54resolução, tá bom? Então, fique com
- 10:40:55essas duas questões aí e daqui a pouco a
- 10:40:57aula normal volta, tá bom? Então esse
- 10:40:58aqui faz parte da aula de
- 10:40:59eletrodinâmica, é um bônus para você dar
- 10:41:01uma olhada na resolução dessas duas
- 10:41:02questões que a gente acabou não tendo
- 10:41:03tempo de resolver no quadro, tá bom? Dá
- 10:41:05uma olhada aí, confere aqui. Questão ã
- 10:41:0726. Uma casa elétrica tem um cabo mal
- 10:41:09dimensionado de resistência igual a 10
- 10:41:12ohms. Essa aqui é muito boa. É do Enem
- 10:41:132019. Na minha opinião, é uma das
- 10:41:15questões assim historicamente das mais
- 10:41:16difíceis que teve aí de de
- 10:41:17eletrodinâmica na prova. Eh, é óbvio,
- 10:41:19não é nível nota 10 de dificuldade, mas
- 10:41:21é bem difícil. Eu eu acho que na hora da
- 10:41:23prova você tem muita chance de de se
- 10:41:25enrolar e ir por um caminho que vai
- 10:41:26tomar 7 minutos na resolução, tá? Então
- 10:41:29vamos lá. Uma casa tem um cabo elétrico
- 10:41:31maldimensionado e a, ou seja, o cabo
- 10:41:34elétrico ele tem uma resistência de 10
- 10:41:35ohms, né? Isso é muito interessante esse
- 10:41:37contexto que o Enem trouxe, porque como
- 10:41:39é que se lida com isso numa questão? O
- 10:41:40que que você faz com um cabo elétrico
- 10:41:42que ele tem resistência? Ele já te
- 10:41:43entregou na questão. Você apenas coloca
- 10:41:44o cabo elétrico como se fosse um
- 10:41:45equipamento, como se fosse um resistor
- 10:41:47no início do circuito, tá bom? No início
- 10:41:49do circuito, você coloca aqui, ó. Isso,
- 10:41:50isso aqui é óbvio que o cabo tá presente
- 10:41:51em tudo, mas na prática você considera
- 10:41:53que o cabo tá aqui no início do circuito
- 10:41:55para simplificar a tua análise. E aí que
- 10:41:58conecta a uma rede elétrica de 120 V.
- 10:41:59Nessa casa, cinco lâmpadas de
- 10:42:01resistência igual a 200 ohms estão
- 10:42:03conectadas ao mesmo circuito que uma
- 10:42:05televisão de resistência igual a 50
- 10:42:07ohms. Conforme ilustrado no esquema, a
- 10:42:08televisão ela funciona apenas com uma
- 10:42:10tensão que vai de 90 a 130 V. Ou seja,
- 10:42:13se essa televisão não receber ela, ela
- 10:42:15essa televisão não é que nem uma uma
- 10:42:16lâmpada, tem lâmpada que funciona com
- 10:42:17várias voltagens, ela só vai ficando
- 10:42:18cada vez mais fraca. Não, essa televisão
- 10:42:20ela nem mesmo liga se ela tiver com
- 10:42:21menos de 90 V de DDP nela, ok? E aí
- 10:42:24agora ele pergunta o seguinte: qual é o
- 10:42:26número máximo de lâmpadas que podem ser
- 10:42:28ligadas sem que a televisão pare de
- 10:42:31funcionar? Sensacional, né? E aí, qual
- 10:42:33que é? Eu vou deixar vocês fazerem, vou
- 10:42:35dar um tempo para vocês fazerem, mas eu
- 10:42:35vou dar uma dica antes, assim, só para
- 10:42:36vocês conseguirem resolver. Vou passar
- 10:42:38as informações para cá, tá bom? Essa
- 10:42:39aqui dos 10 já tá lá. Eh, a resistência
- 10:42:41de cada lâmpada já está ali no circuito,
- 10:42:44que é 200 ohms. E a única coisa que não
- 10:42:46tá no circuito é que a televisão
- 10:42:49ela precisa de 90 a 130 V para
- 10:42:52funcionar. Isso é a única coisa que não
- 10:42:53tá aqui. Então, a gente consegue
- 10:42:54resolver só com base nessa imagem agora.
- 10:42:56Mas aí, qual que é a dica que eu quero
- 10:42:58dar para vocês? Olha, isso aqui é
- 10:42:59profundo, né? E é uma percepção difícil
- 10:43:01de ter na hora da prova se você não
- 10:43:03sabia dela antes.
- 10:43:05Cara, tá tudo aqui em paralelo. Então,
- 10:43:07esquece isso aqui por enquanto. Tira
- 10:43:08isso aqui. Os 120 V, eles não deveriam
- 10:43:10estar entregues inteiramente para essa
- 10:43:12lâmpada aqui, para essa lâmpada aqui, se
- 10:43:14você ligasse elas, né, para essa aqui,
- 10:43:16para essa aqui, para essa aqui e pra
- 10:43:18televisão. Deveria, não deveria? Então,
- 10:43:21que estranho, né, eles eles dizer que,
- 10:43:22ah, essa televisão só funciona de 90 a
- 10:43:23130 V. Você pode falar assim, mas Pedro,
- 10:43:25em paralelo, ela recebe a voltagem
- 10:43:27completa do do circuito. Ela recebe os
- 10:43:29120 sempre.
- 10:43:31Única coisa é esse leproso maldito aqui
- 10:43:33que tá em série. Por quê? Como é que
- 10:43:36funciona quando a gente tem duas coisas
- 10:43:37em série, né? A gente pode ter ali uma
- 10:43:38DDP de 120. Perfeito. Vamos colocar aqui
- 10:43:41o cabo, tá bom? Aqui tá o cabo, né, de
- 10:43:4310 ohms e aqui tá a televisão de 50 ohm.
- 10:43:45Vamos colocar só eles aqui no jogo. Eles
- 10:43:48dividem essa voltagem entre si. Dividem.
- 10:43:50Lembra? A voltagem dividida. E ela vai
- 10:43:52inclusive mais para quem tem mais
- 10:43:53resistência. Verdade. Ela vai para quem
- 10:43:55tem mais resistência. Então, se eu pego
- 10:43:57aqui essa situação pura, só esse
- 10:43:58circuito aqui de baixo que eu desenhei,
- 10:43:59eu posso aplicar o quê? V é igual a Ri.
- 10:44:03Eu posso aplicar em cada um deles, por
- 10:44:04exemplo. Posso aplicar primeiro no
- 10:44:06circuito inteiro para encontrar a
- 10:44:07corrente total, né, do circuito. E a
- 10:44:08corrente total do circuito é a mesma de
- 10:44:09cada um deles. Então, vamos aplicar no
- 10:44:10circuito inteiro. Ó, o circuito inteiro
- 10:44:11tem 120 e a resistência do circuito
- 10:44:13inteiro é 60. Soma a resistência deles e
- 10:44:15isso vai gerar uma corrente de quanto? 2
- 10:44:18amp e 2 amp para você. E agora com isso
- 10:44:21eu consigo saber o quê? Quanta voltagem
- 10:44:24cada um tá consumindo, aplicando a lei
- 10:44:25de OM de modo específico. Então vamos
- 10:44:26lá. V é igual a R, mas vamos aplicar
- 10:44:28para esse safadão aqui para ver quanta
- 10:44:30voltagem só ele tá consumindo. É óbvio,
- 10:44:31galera, que eu já poderia ter pegado 120
- 10:44:32e dividido aqui de modo diretamente
- 10:44:34proporcional, né? Cada quem tem mais,
- 10:44:35esse cara aqui tem cinco vezes mais
- 10:44:36resistência, ele recebe cinco vezes mais
- 10:44:37voltagem. Então já dá para saber de cara
- 10:44:39que esse aqui recebe 20, esse recebe
- 10:44:40100. Mas se você aplicar aqui, você vê
- 10:44:43igual quanto que só esse cabo aqui
- 10:44:45recebe. A resistência dele não é 10 e a
- 10:44:47corrente que o percorre não é dois.
- 10:44:49Então ele consome 20 V. E a televisão,
- 10:44:52quantos voltos a televisão está
- 10:44:53consumindo? 50 x 2 de corrente, tá? Tá
- 10:44:56consumindo 100 V. E agora que vem o
- 10:44:59maior problema de todos. Você sabe o que
- 10:45:01que vai fazer com que Você sabe o que
- 10:45:03que vai fazer com que esse cara aqui ele
- 10:45:05roube mais voltagem? Quanto mais
- 10:45:09corrente passa nele. Quanto mais
- 10:45:11corrente passa nele, mais voltagem ele
- 10:45:12rouba. Por exemplo, pensa aqui só nele,
- 10:45:15ó. Esse cara aqui, ele tem 10 ohm de
- 10:45:19resistência.
- 10:45:20E se tivesse passando mais corrente
- 10:45:21ainda nele? Ignora o outro aqui. Só
- 10:45:22quero que você faça esse exercício, ó. V
- 10:45:24é igual a Ri. Quando um cara de 10 ohms
- 10:45:26é percorrido por uma corrente de 2, ele
- 10:45:28pega 20 de voltagem. Usa 20 de voltagem
- 10:45:30para passar essa corrente. E se a gente
- 10:45:31subisse a corrente no circuito? E se ele
- 10:45:33tivesse sendo um cara de 10 ohm
- 10:45:34percorrido por uma corrente de 3 amp?
- 10:45:38Agora ele estaria tirando 30 V do
- 10:45:40circuito.
- 10:45:41Então a presença dele aqui em série
- 10:45:43coloca esse desafio que é o seguinte:
- 10:45:45quanto mais corrente passar por ele,
- 10:45:47mais voltagem ele vai drenar. Esse é o
- 10:45:49grande problema, tá? Mas o que que faria
- 10:45:50mais corrente passar por ele?
- 10:45:52Cada ramo desse aqui não solicita
- 10:45:53corrente para si. Solicita. Mas antes de
- 10:45:55chegar nele não passa por esse cara
- 10:45:56aqui.
- 10:45:58Esse é o problema. Cada vez que tu ligar
- 10:45:59uma lâmpada dessa, ela vai solicitar
- 10:46:01mais corrente para ela. Mas a corrente
- 10:46:02vai passar por esse vagabundo. Passando
- 10:46:04por ele, V = R nele, ele consuma
- 10:46:08voltagem maior, porque ele tem aquela
- 10:46:09resistência de 10 vezes a corrente que
- 10:46:10passa nele. Entendido? Então esse é o
- 10:46:14mecanismo da questão. E aí você vamos
- 10:46:16você tem que ir testando o que que
- 10:46:18acontece quando você liga uma lâmpada
- 10:46:19dessa. Você aumenta a corrente no
- 10:46:20circuito e faz com que ele roube mais
- 10:46:22voltagem e ele roubando mais voltagem tá
- 10:46:23tirando da televisão. Entendeu? Com base
- 10:46:27nisso, eu vou dar um tempo para vocês
- 10:46:28fazerem a questão. Tentem fazer. Tem
- 10:46:30duas formas de resolver. Uma é bem
- 10:46:31difícil, uma é fácil, mas tenta fazer do
- 10:46:33seu jeito aí, tá bom? Vou dar um tempo
- 10:46:34aqui de 3 minutinhos para fazer a
- 10:46:37questão aí, tá bom? Valendo. Pode lá.
- 10:46:40Opa, estamos aí, né? E é o que eu disse,
- 10:46:43essa questão aqui é é extremamente
- 10:46:44difícil você ter essa ideia na hora da
- 10:46:46prova. Você não vai ter essa ideia na
- 10:46:47hora da prova, mas a as ideias elas
- 10:46:49acabam uma hora, né? O que pode cair
- 10:46:50acaba. Então isso aqui se cair de novo
- 10:46:52vocês vão saber fazer. Qual que é um dos
- 10:46:55jeitos de você fazer a questão que é
- 10:46:56péssimo, esse jeito aqui é é tenebroso,
- 10:46:59né? É você pensar o seguinte, cara, essa
- 10:47:01televisão aqui, ela precisa ter no
- 10:47:04mínimo 90 V para funcionar, de 90 a 130,
- 10:47:06mas por 130 nem tem como, porque não tem
- 10:47:08como aumentar essa tensão aqui. Então
- 10:47:09vamos trabalhar com o menor valor
- 10:47:11possível, 90. Se ficar 89, ela já não
- 10:47:13funciona,
- 10:47:14>> tá? E aí você precisaria começar a
- 10:47:18entender o seguinte: o que que acontece
- 10:47:21quando você liga cada uma dessas
- 10:47:23lâmpadas aqui? Por qu, primeiramente,
- 10:47:26nesse circuito aqui, o que que acontece?
- 10:47:27sem nenhuma lâmpada ligada, você tem
- 10:47:29essa situação de 10 + 50. E aí você pega
- 10:47:32a voltagem e divide peles dois, não é
- 10:47:34verdade? Vou pegar a voltagem aqui de
- 10:47:35120 e vou dividir pro pro pr para dois
- 10:47:38resistores que estão em série, um que
- 10:47:39tem 10 e um que tem 50. E aí, como é que
- 10:47:42eu sei quanta voltagem vai para cada um?
- 10:47:44Eu calculo a corrente total do circuito,
- 10:47:47não é verdade? Corrente total do
- 10:47:48circuito. Depois de calcular a corrente
- 10:47:49total do circuito, eu vou lá e aplico
- 10:47:52para saber a voltagem de cada um. Aplico
- 10:47:54a primeira lei de homem. Vou dar um
- 10:47:55exemplo aqui nessa primeira situação.
- 10:47:56Não tenho nenhuma lâmpada ligada. Vamos
- 10:47:57lá. Corrente total do circuito. Os
- 10:47:58passos são esses, né? Corrente total do
- 10:48:00circuito. Bem, a voltagem total é 120.
- 10:48:04Deixa eu escrever bonitinho aqui, ó. V é
- 10:48:06igual a R. Total no circuito. A voltagem
- 10:48:08total é 120. A resistência total do
- 10:48:10circuito 10 + 50, 60. Qual é a corrente
- 10:48:14total que vai ser gerada?
- 10:48:172 Agora eu quero saber a voltagem que
- 10:48:19cada um tá consumindo. Você tá roubando
- 10:48:21quanto a voltagem do circuito? V é igual
- 10:48:23a R, ou seja, 10 x 2. Ah, tá roubando 20
- 10:48:27V. E a televisão tá pegando quanto? O
- 10:48:28que sobra? Tá pegando, então, 100 V. Sem
- 10:48:32nenhuma lâmpada, ela está ligada. Então,
- 10:48:33pronto. Agora, próxima situação.
- 10:48:36E com uma lâmpada no circuito. Aí tu vai
- 10:48:38ver que para tu repetir esse passo aqui
- 10:48:40de calcular a corrente total, você já
- 10:48:42não pode só fazer assim. você vai ter
- 10:48:43que achar a recircuito. A rec do
- 10:48:45circuito é essa aqui de 10
- 10:48:48a resistência equivalente entre esses
- 10:48:50dois aqui. Aí tu soma e descobre a
- 10:48:52corrente total do circuito. Vamos fazer
- 10:48:53só para ilustrar. Vamos descobrir a
- 10:48:55recal do circuito. É somar essa aqui com
- 10:48:57o equivalente dessas duas aqui, né?
- 10:48:59Essas duas estão em paralelo. A gente
- 10:49:00bate elas primeiro. Depois de bater elas
- 10:49:02em paralelo, a gente soma com essas 10
- 10:49:03aqui e vai ser vai ter a R que vai
- 10:49:05descobrir a corrente total do circuito.
- 10:49:06OK? Descobrindo a corrente total do
- 10:49:08circuito, a gente aplica para ver quanta
- 10:49:10voltagem cada um tá consumindo. Então
- 10:49:11vamos lá. Qual é a regra entre 200 e 50?
- 10:49:13É 200 x 50 di por 250. Vou simplificar
- 10:49:17aqui esse 50 com esse 250 ficou 5.
- 10:49:19Quanto que é 200 di 5? 40. Ou seja,
- 10:49:21esses dois aqui valem por um resistor de
- 10:49:2340. Em sério com esse de 10, a rec do
- 10:49:25circuito é 10 + 40, 50. Ou seja, a rec
- 10:49:27não é mais 60. Lembra que era 60 antes?
- 10:49:29Era só 50 + 10, 60. Agora a recu
- 10:49:3240 aqui mais 10 aqui. Então vamos lá. V
- 10:49:34a voltagem total 120 é igual a rec do
- 10:49:36circuito todo, que é 50 x I. E aí eu vou
- 10:49:39encontrar agora o quê? 120/ 50 me dá a
- 10:49:41corrente total. 12/ 5 dá 24. Olha só,
- 10:49:442,4, né? Perdão, 2,4
- 10:49:47de corrente. Essa é a corrente total do
- 10:49:50circuito que passa por esse cara aqui.
- 10:49:52Então, já que tá passando por esse cara
- 10:49:53aqui, qual é a voltagem que ele tá
- 10:49:55consumindo? Antes você lembra que ele
- 10:49:56consumia 20 V? No primeiro caso, que
- 10:49:58passava 2 x 10 nele, ele consumia 20 V.
- 10:50:00E agora, quanto que ele consome?
- 10:50:02Lembrando que essa solução aqui toda é a
- 10:50:03solução extremamente mais difícil, é a
- 10:50:05solução péssima de fazer, mas é que faz
- 10:50:07parte da da da pedagogia você aprender a
- 10:50:09fazer por ela, mas não que você deva
- 10:50:10fazer, mas é só para você entender o
- 10:50:11mecanismo fino da questão. Então, qual é
- 10:50:12a voltagem que esse safado aqui tá
- 10:50:14consumindo? V = R, não sei qual a
- 10:50:16voltagem. V é igual a 10. Porém, agora a
- 10:50:18corrente que passa por ele, a corrente
- 10:50:19total aqui, é 2,4. Você percebeu que a
- 10:50:21corrente no circuito aumentou? Antes era
- 10:50:22quanto? 2. Agora o quê? 2,4. Por que que
- 10:50:24é 2,4? Porque eu liguei essa lâmpada
- 10:50:26aqui. OK. E aí agora aumentou para 2,4.
- 10:50:28Perfeito. Tá. Qual é a voltagem que ele
- 10:50:30consome? 24 V. Então, dos 120 ele
- 10:50:33consome 24 V. Quanto que sobra pro
- 10:50:35restante do circuito? 96 V. 96 V
- 10:50:38aplicados integralmente para essa
- 10:50:40lâmpada e aplicados integralmente para
- 10:50:42essa televisão. Em paralelo, não muda
- 10:50:43nada. 96 para cada um. A televisão tá
- 10:50:44funcionando ainda. Então, com uma
- 10:50:45lâmpada tá funcionando. Ótimo. Agora tem
- 10:50:48que fazer o quê? Ligar mais uma lâmpada
- 10:50:49e fazer de novo isso. Lembrando, esse
- 10:50:51cara aqui antes ele consumia 20 V, agora
- 10:50:53tá consumindo 24. Se eu ligar agora mais
- 10:50:54uma lâmpada, ele vai consumir mais
- 10:50:55ainda. Vamos lá. Então, que que acontece
- 10:50:57se eu ligar mais uma lâmpada aqui?
- 10:50:59Primeiro vamos calcular qual que é ã a
- 10:51:02corrente total no circuito para saber
- 10:51:03quanto que passa nele e aí V igual R
- 10:51:05para saber quanta voltagem ele consome
- 10:51:07sendo transpassado por uma nova
- 10:51:08corrente. Para calcular a corrente total
- 10:51:09do circuito, claro, é V = R usando a
- 10:51:13voltagem total, porém usando a rec do
- 10:51:14circuito. Dessa vez a rec é entre esses
- 10:51:15três aqui mais esse aqui. Entre esses
- 10:51:19dois aqui dá 100, né? 200 x 200/ 400 vai
- 10:51:21dar 100. É só dividir por 2. Depois tem
- 10:51:22100 junto com 50. 100 junto com 50 dá
- 10:51:24100 x 50 di por 150. Simplifica aqui,
- 10:51:27fica 3. 100/ 3 dá 33,3. 33 + esse 10 dá
- 10:51:30o quê? 43. A nova rec do circuito é 43,
- 10:51:34tá caindo. Antes era 60, depois 50,
- 10:51:35agora é 43. Tá bom? Então, considerando
- 10:51:37que essa rec, qual que vai ser a
- 10:51:39corrente no circuito inteiro? Agora,
- 10:51:41cara, 120 por 43
- 10:51:43dá um pouco menos do que três. Vamos
- 10:51:45supor que dê mais ou menos aí 2,9, algo
- 10:51:48assim. 2,9, algo por volta disso. Então,
- 10:51:50vamos lá. Essa, esse 2,9 vai passar por
- 10:51:52esse cara aqui. Quanta voltagem esse
- 10:51:54safado vai roubar do circuito quando
- 10:51:55passar por esse 2,9? V = R. Isso aqui é
- 10:51:5710 x 2,9. Olha só, ele vai roubar ali,
- 10:51:59com certeza é menos do que três, né?
- 10:52:01Então ele vai roubar ali uns 29 V.
- 10:52:03Desses 120 ele rouba 29. Ainda sobra o
- 10:52:05quê? 91 para cá, 91 para cá e 91 para cá
- 10:52:08integralmente. Televisão tá funcionando.
- 10:52:10Isso com duas lâmpadas. Já fica claro
- 10:52:12que na próxima vai parar de funcionar,
- 10:52:13não vai? Na próxima não tem como. Vai
- 10:52:15parar de funcionar. Então o máximo que
- 10:52:16pode ligar o quê? Duas. Letra B. A
- 10:52:17resposta. Se tu quisesse fazer a
- 10:52:18próxima, tu teria que fazer o quê? de
- 10:52:20novo calcular a rec agora com tu viu
- 10:52:22antes ele consumia 20 V, depois 24,
- 10:52:24agora 29. Na próxima ele vai consumir
- 10:52:25mais de 30 V. Quando ele tirar mais de
- 10:52:2730 V do circuito, vai sobrar menos do
- 10:52:28que 90 para TV. A TV não funciona mais
- 10:52:30assim. OK? Vamos agora de novo. Qual que
- 10:52:32é a rec agora? Tô ligando a terceira
- 10:52:33lâmpada. Então, primeiro bate a rec aqui
- 10:52:35entre essas três. Tu vai ver que é só
- 10:52:36pegar 200 di por 3 dá ã dá 66. Fazendo
- 10:52:39aqui, né, delicadamente 100. Agora 100
- 10:52:41junto com 200 fica 100 x 200 di por 300.
- 10:52:44Aqui cortou, cortou, fica 200 di por 3
- 10:52:47fica 66 de rec. Esses 66 de recas três
- 10:52:50lâmpadas tem que ser batido com esses 50
- 10:52:51que tá em paralelo. Então é 66 x 50 div
- 10:52:54por 116, que é a soma deles dois,
- 10:52:56entendeu? Então primeiro eu fiz esses
- 10:52:57três aqui em paralelo. Ã, deve ter até
- 10:52:59uma forma matematicamente mais fácil de
- 10:53:01fazer, que é pegar duas aqui, ó, tem
- 10:53:02três lâmpadas ligadas. Vou pegar essas
- 10:53:04duas aqui, a recra entre elas é 100.
- 10:53:06Agora eu vou pegar, é, não vai ter jeito
- 10:53:07mais fácil não, pegar aqui. Ah, vai dar
- 10:53:09a mesma coisa. Vai ter que ficar 66 x 50
- 10:53:11di por 116. Lembrando, esse jeito aqui é
- 10:53:13o jeito realmente mais difícil, tá? 66
- 10:53:15com 116. Não tem muito o que fazer aqui.
- 10:53:17Vai ficar, é, não tem muito o que fazer.
- 10:53:19Vai ficar aqui mais ou menos 33 dividido
- 10:53:21aqui por 58. Vou
- 10:53:25complicado aqui na hora da prova eu
- 10:53:26teria que fazer a conta aqui mesmo.
- 10:53:27Então, voltando aqui, 66 x 50, eu vou
- 10:53:29colocar que isso aqui é
- 10:53:33660 x 5. E esse 660 eu tô vendo que ele
- 10:53:37é mais ou menos seis vezes esse cara
- 10:53:39aqui. É, não exatamente seis vezes, né?
- 10:53:41Seis vezes esse cara aqui daria 600, mas
- 10:53:44ã é, passaria muito, né? Então aqui eu
- 10:53:46poderia dividir por 116. Aqui não daria
- 10:53:48seis, daria mais ou menos uns 5 ví
- 10:53:49alguma coisa. Aí ficaria aqui mais ou
- 10:53:51menos uns 30. Pronto. Essas essas todas
- 10:53:53essas resistências aqui vão dar mais ou
- 10:53:54menos uns 30. Ó, já bati essas quatro
- 10:53:55aqui, dei uns 30. Com essa aqui vai dar
- 10:53:57uns 40. Agora que a RC total mais ou
- 10:53:58menos uns 40, eu tô fazendo só, a gente
- 10:54:00já saberia que a letra B dá para ver que
- 10:54:01com mais uma lâmpada vai pifar, mas eu
- 10:54:02só tô mostrando aqui o raciocínio.
- 10:54:03Ligando todas aqui, a recaton aqui, pelo
- 10:54:06que eu fiz, vai ficar mais ou menos uns
- 10:54:08uns 30. Com mais isso aqui vai ficar
- 10:54:10mais ou menos uns 10. Então 120 com essa
- 10:54:11rec total aqui agora que é uns 40 do
- 10:54:13circuito, né? Eu peguei aqui uns 30 mais
- 10:54:15esses 10 aqui ficam uns 40. Qual é a
- 10:54:16corrente total do circuito? A corrente
- 10:54:17total do circuito vai ser uns 3 mais de
- 10:54:193 amp. Inclusive quando 3 amp
- 10:54:21percorrerem esse componente aqui, quanto
- 10:54:22quantos voltos ele vai consumir? V é
- 10:54:24igual R? 10 x 3. Aqui ele já consome os
- 10:54:2630 V, mais de 30 V, né? Porque eu fiz
- 10:54:28aproximado, mas eu sei que tá mais
- 10:54:29ainda. E sobra menos do que 90
- 10:54:31televisão. Pronto. Esse é o primeiro
- 10:54:33jeito de resolver, que é absurdamente
- 10:54:36difícil. E aí eu mostrei ele para você
- 10:54:38saber agora o seguinte, o que que você
- 10:54:39deveria pensar mesmo numa situação dessa
- 10:54:40aqui? Você tem que olhar para esse
- 10:54:42circuito aqui e fazer o caminho reverso.
- 10:54:45Você já tem que começar afirmando a pior
- 10:54:47condição possível. Por exemplo, a
- 10:54:48televisão só funciona se ela tiver com
- 10:54:4990 V, né? Então vamos colocar essa
- 10:54:51televisão aqui funcionando mesmo com 90
- 10:54:53V. Vamos primeiro escolher isso. Se essa
- 10:54:55televisão tá funcionando com 90 V, já
- 10:54:57começa o seguinte, ó. Ela tá com 90 V. E
- 10:54:58essa lâmpada quando for ligada, 90. E
- 10:55:00essa quando for ligada, 90. E essa
- 10:55:02quando for ligada, 90, 90. Quem tá em
- 10:55:03paralelo tem sempre a mesma voltagem. E
- 10:55:05esse cara aqui, 30. Então, na pior
- 10:55:08condição, esse cara vai funcionar com 30
- 10:55:09V. na pior condição, que a televisão tá
- 10:55:11quase para pifar, para desligar. E essa
- 10:55:12televisão aqui funciona com 90 V. Com
- 10:55:14base nisso, você já consegue saber a
- 10:55:17corrente solicitada pra televisão
- 10:55:19funcionar bem. Por exemplo, a televisão
- 10:55:21vai funcionar com 90 V. Vamos agora
- 10:55:22fazer um cálculo só pra televisão de V =
- 10:55:24R para entender quanta corrente que ela
- 10:55:26solicita, tá? Então ela vai funcionar
- 10:55:28com 90 V no mínimo. A resistência dela é
- 10:55:3050. Quanta a corrente então que ela
- 10:55:32precisa sozinha para funcionar? Claro,
- 10:55:34ela tá em paralela, ela recebe a própria
- 10:55:35corrente. Aqui tu vai ver que 90/ 50
- 10:55:38simplifica que 9/ 5 dá 1,8. Então 1,8 é
- 10:55:41a corrente que a televisão precisa para
- 10:55:44funcionar. 1,8 aqui no ramo dela só para
- 10:55:46ela. Esse 1,8. Ao mesmo tempo, quanta
- 10:55:50corrente se esse resistor aqui tá tendo
- 10:55:5230 V para si, porque é a única
- 10:55:53explicação da televisão que está com 90,
- 10:55:55é porque alguém tá roubando os 30 e não
- 10:55:56pode ser as lâmpadas, porque em paralelo
- 10:55:57não dá para você tirar a voltagem do
- 10:55:58outro. só pode ser o único cara que tá
- 10:55:59em série, que tá roubando os 30 V dela.
- 10:56:01Se ele tá com 30 V e ele tem 10 de
- 10:56:03resistência, quanta corrente está
- 10:56:04passando por ele para que ele esteja
- 10:56:05roubando esses 30 V? Faz o cálculo aqui
- 10:56:07agora, ó. V = R, ele tá com 30, tem que
- 10:56:10tá, porque a única explicação pra
- 10:56:11televisão tá com 90 e aí a resistência
- 10:56:13dele é 10. Então, qual é a corrente que
- 10:56:14passa por ele? 30 di por 10, 3 amp.
- 10:56:17Então eu chego nessa conclusão aqui de
- 10:56:18que com certeza tá passando por ele 3
- 10:56:21amp e é por isso que ele está exigindo
- 10:56:2330 V para si para conseguir passar essa
- 10:56:25corrente por ele. Só que desses 3 amp
- 10:56:27dele que passa por ele, você concola que
- 10:56:29tudo vai ser distribuído por circuito,
- 10:56:30né? Passa por ele porque ele tá antes
- 10:56:32das associações. Depois de passar por
- 10:56:33ele, onde tiver ligação aqui, os 3 amp
- 10:56:35se ramificam e se dividem. E eu já sei,
- 10:56:37lembra? Nessa situação que eu tô
- 10:56:38desenhando aqui, é a situação em que a
- 10:56:39televisão tá presta a parar de
- 10:56:40funcionar. Nessa situação, esse ela
- 10:56:42estaria com 90 V, ele estaria com 30,
- 10:56:44então ele estaria puxando 3 A, eu sei
- 10:56:45que ela puxa 1.8, ou seja, galera,
- 10:56:46desses 3 amp que passam aqui logo no
- 10:56:48início do circuito, eu já sei que 1.8
- 10:56:50vão paraa televisão. Ou seja, quantos
- 10:56:52amperes sobram para ligar outras
- 10:56:54lâmpadas? 1,2 amp sobram para entrar
- 10:56:57aqui, para entrar aqui e por aí vai, na
- 10:56:59situação já mais extrema. Agora vamos
- 10:57:01entender quanta corrente que cada
- 10:57:02lâmpada puxa. Qualquer lâmpada que seja
- 10:57:04ligada aqui, na hora que eu ligar ela,
- 10:57:05ela vai começar a estar ligada em quê?
- 10:57:06Na mesma DDP que tá sobrando. Vai estar
- 10:57:08ligada em 90 V. Eu consigo agora saber
- 10:57:09qual é a corrente que ela precisa para
- 10:57:11funcionar. Vamos lá. V = R paraa
- 10:57:14lâmpada. A voltagem dela é 90, membro da
- 10:57:16televisão. A resistência dela é 200.
- 10:57:17Quanto é a corrente que ela vai puxar
- 10:57:18aqui? Então passo 200 para cá. 9/ 20. 9
- 10:57:22por 2 dá 4,5. Dividindo por mais um 10
- 10:57:24dá o quê? 0,45 amp que cada lâmpada pede
- 10:57:27para funcionar. E agora eu vou ver o
- 10:57:29seguinte, né? Essa aqui já é a situação
- 10:57:30mais extrema. Não tem, primeira coisa,
- 10:57:32não tem como eu passar de 3 aqui, porque
- 10:57:33se eu passar, esse cara vai começar a
- 10:57:35roubar mais do que 30 V e aí não vai
- 10:57:37sobrar 90 V pra televisão. Então já sei
- 10:57:39que, ó, não tem como ter mais de 3 A
- 10:57:40nesse circuito, só que eu também sei que
- 10:57:42não tem como a televisão tá consumindo
- 10:57:43menos do que 1.8, ou seja, só sobra 1.2
- 10:57:45para lâmpada. Uma lâmpada que eu ligue
- 10:57:46vai querer 0.45 amp, outra lâmpada que
- 10:57:48eu ligue vai querer 0.45 amp, só que só
- 10:57:50tem 1.2 para fornecer para elas, só dá
- 10:57:51para ligar duas. Numa terceira lâmpada
- 10:57:53você já vai estar com mais de 1.2, vai
- 10:57:54estar com 1.35 amp. Então só dá para
- 10:57:56ligar duas. Aí você chegando na letra B
- 10:57:57de uma maneira muito mais suave, de uma
- 10:57:58maneira muito mais eh, pô, muito mais
- 10:58:01intuitiva. É isso. Como é que ficou aí a
- 10:58:03resolução dessa questão? Eu sempre tive
- 10:58:04uma dificuldade tremenda de entender eh
- 10:58:06esse tipo de questão assim, porque a
- 10:58:08matemática é tão pesada, né, que todo
- 10:58:10mundo entendeu. Bacana. Ótimo. Acho que
- 10:58:12essa aqui também foi o ponto alto da
- 10:58:13aula, né? Foi a questão mais importante
- 10:58:15de hoje até agora, porque aquele
- 10:58:17primeiro raciocínio é é muito muito
- 10:58:19muito chato. Tá bom? Essa segunda você
- 10:58:21vai, né? Você já situa logo o pior
- 10:58:24cenário possível. A televisão só tem 90.
- 10:58:25Então é porque alguém tirou 30 dela, só
- 10:58:27pode ser o componente em sério. Todo
- 10:58:28mundo que tá em parela, tá com os 90.
- 10:58:29Agora vamos entender os requisitos de
- 10:58:30corrente, OK? Então é isso. Vamos mais
- 10:58:33agora. Você aí você vai ver que você vai
- 10:58:35ter outras oportunidades de aplicar o
- 10:58:36mesmo raciocínio. É sempre que a gente
- 10:58:37tem, você tem que entender isso. Por
- 10:58:38isso que é tão ruim você ter um
- 10:58:40componente que tá assim, ele tá em sério
- 10:58:41com todo mundo, porque cada um aqui que
- 10:58:43solicita corrente faz com que esse
- 10:58:45safado também pegue essa corrente e
- 10:58:46consuma voltagem para isso. Então um fio
- 10:58:48mal dimensionado gera esse prejuízo na
- 10:58:50sua casa. É isso, tá? Agora 30 pra gente
- 10:58:53fechar aqui essa sessão. O garoto
- 10:58:54precisa montar um circuito que acenda
- 10:58:55três lâmpadas de cores diferentes, uma
- 10:58:57de cada vez. Isso aí é também um
- 10:58:58contexto bem normal que eu vou colocar
- 10:59:00mais questões disso nessa lista pra
- 10:59:01gente trabalhar. E justamente disso que
- 10:59:02eu senti falta. Ã, ele dispõe das
- 10:59:04lâmpadas, fios, uma bateria, dois
- 10:59:06interruptores, como ilustrado, junto com
- 10:59:07o seu símbolo de três pontos. Quando o
- 10:59:08interruptor fecha a B, ele abre BC.
- 10:59:10Então aqui são as lâmpadas. Aqui é a
- 10:59:11fonte dele, né? E aqui ele tem um
- 10:59:12interruptor. E aí o interruptor de três
- 10:59:14pontos é o quê? Ele pode estar assim,
- 10:59:16fechou AB ou ele pode estar assim BC.
- 10:59:18Ele até colocou aqui um desenho para
- 10:59:19mostrar isso, né? Aqui ele tá BC fechado
- 10:59:21e abriu o BA. Ou ele poderia cair aqui e
- 10:59:23abrir o outro. Beleza? Aí o moleque fez
- 10:59:25cinco circuitos, mas só um deles
- 10:59:26funciona. Ou seja, o critério pro
- 10:59:28circuito funcionar é esse. Ele tem que
- 10:59:29conseguir acender as três lâmpadas de
- 10:59:30modo independente, sem uma mexer na
- 10:59:32outra. Ele tem que conseguir acender só
- 10:59:33a verde, só a vermelha e só a azul. Não,
- 10:59:35não pode assim, apertei, só acende a
- 10:59:37verde e a vermelha ao mesmo tempo, não
- 10:59:38pode. Então vamos lá. Tem que analisar
- 10:59:40circuito por circuito aqui. Esse é o
- 10:59:42jeito mais confiável de você fazer na
- 10:59:43prova, tá? E aí, só para você entender
- 10:59:45quais são as possibilidades aqui. Tá
- 10:59:46vendo? Isso aqui é um interruptor, então
- 10:59:47ele pode estar fechado aqui ou ele pode
- 10:59:50estar fechado aqui. E esse aqui ele pode
- 10:59:52estar fechado aqui ou aqui. Então você
- 10:59:54sempre vai ter quatro cenários, né?
- 10:59:56Porque você pode fechar aqui e aqui,
- 10:59:58isso é um cenário, ou aqui e aqui, isso
- 11:00:00é dois cenários. Ou você pode fechar
- 11:00:01aqui e aqui, isso é o terceiro cenário,
- 11:00:03ou aqui e aqui, entendeu? É só você ver,
- 11:00:04é uma análise combinatória, né? O
- 11:00:05primeiro tem duas possibilidades, o
- 11:00:06segundo tem duas possibilidades. Isso dá
- 11:00:07pelo princípio fundamental da contagem
- 11:00:09quatro possibilidades de funcionamento.
- 11:00:10Se fossem três interruptores, aí você
- 11:00:11teria o quê? oito possibilidades, oito
- 11:00:13configurações de circuitos. Isso é muito
- 11:00:14importante. Poderia cair uma questão
- 11:00:16avançadíssima assim, misturando as
- 11:00:17coisas, tá bem? OK. Ã, e agora, ã, ele
- 11:00:21poderia colocar uma questão com três
- 11:00:22interruptores e oito possibilidades, mas
- 11:00:23ele colocaria nas alternativas algumas
- 11:00:25absurdas para você poder descartar logo
- 11:00:26e ficar só entre duas duas alternativas.
- 11:00:27Vamos lá. Ã, não, primeira coisa, né? E
- 11:00:30lembrando, isso aqui não é um
- 11:00:31interruptor, isso aqui é uma coisa
- 11:00:32permanente do circuito. Esse fio vai
- 11:00:33estar sempre aqui. Cara, eu vou supor
- 11:00:35aqui duas configurações e vou analisar.
- 11:00:37Primeiro eu vou analisar assim, nessa
- 11:00:37configuração aqui o que que tá
- 11:00:38acontecendo, né? Então, a gente tem aqui
- 11:00:39o a verde não tá ligada em nada. Ela não
- 11:00:41tá ligada dos dois potenciais, tá
- 11:00:42apagada. A vermelha também ela tá
- 11:00:44aberta, né? Porque aqui, ó, a vermelha
- 11:00:46ela até tem esse potencial aqui nela,
- 11:00:47mas o outro não chega a lugar nenhum.
- 11:00:49Tem que tá ligado nos dois potenciais da
- 11:00:50bateria. E a azul também tá aberta, né?
- 11:00:53Porque isso aqui não termina lugar
- 11:00:54nenhum, ou seja, tá tudo apagado. E
- 11:00:55agora, se eu pegar aqui, fechar aqui e
- 11:00:56fechar aqui, eu preciso escolher, né,
- 11:00:57uma uma opção pr os interruptores. Ã,
- 11:01:01outra coisa, né, só para lembrar, essa
- 11:01:02análise que eu fiz agora, na verdade, da
- 11:01:03primeira aqui, tá errada, porque não
- 11:01:05existe essa possibilidade dos
- 11:01:06interruptores não estarem nada. Eu
- 11:01:08acabei de perceber isso. Você viu a
- 11:01:09análise que eu fiz ali, eu falei assim,
- 11:01:10como é que estaria o circuito desse
- 11:01:11jeito aqui? Mas pera aí, esse não é um
- 11:01:12jeito válido. Como é que o interruptor
- 11:01:14não tá nada? As quatro possibilidades
- 11:01:16elas já incluem que cada interruptor
- 11:01:17tenha tomado uma decisão aqui, ó. Não
- 11:01:19tem como o interruptor, ele tá aberto
- 11:01:20dos dois lados. Então, ó, cuidado com
- 11:01:21isso. Importante, né? Você pode ter mais
- 11:01:24dificuldade se você não se atentar isso.
- 11:01:25Então, vamos lá começar aqui a primeira
- 11:01:27análise. Vou fechar aqui e vou fechar
- 11:01:28aqui. O que que acontece nesse caso? A
- 11:01:30lâmpada verde acende. A lâmpada verde
- 11:01:31agora ela ficou no circuito fechado com
- 11:01:32a bateria e as outras, nenhuma das
- 11:01:33outras acende. Aqui, ó, a vermelha ela
- 11:01:35continua aberta e a azul aqui, ó, ela
- 11:01:37também continua, ó, pá, aqui
- 11:01:41aberta, tá bom? E a vermelha também
- 11:01:43continua aberta. Só a lâmpada verde tá
- 11:01:44fechada. Isso é bom, isso é
- 11:01:45interessante. Uma das opções me deu
- 11:01:46isso. Agora vamos testar a outra opção.
- 11:01:48E se eu fechasse aqui embaixo agora, o
- 11:01:50que que acontece aqui? Tá o problema. A
- 11:01:51lâmpada verde continua acesa. Esse
- 11:01:54circuito aqui, só de eu fechar essa
- 11:01:56primeira chave aqui, a lâmpada verde vai
- 11:01:58ficar acesa agora. Tanto quando a
- 11:01:59segunda tá assim quanto quando ela tá
- 11:02:01assim e as outras não vão acender. Ou
- 11:02:02seja, a lâmpada verde tá acesa e ela
- 11:02:04também tá acesa. Independente da posição
- 11:02:05disso aqui, já é uma coisa negativa, já
- 11:02:07é uma coisa que não vai funcionar,
- 11:02:08entendeu? Se eu fechase agora aqui BC,
- 11:02:10por exemplo, e AB, isso ia fazer com que
- 11:02:12qual lâmpada fosse acesa. Ó, a corrente
- 11:02:13tá fechando aqui, ó. Ela vem aqui do
- 11:02:14polo negativo para cá e a gente fecha
- 11:02:16aqui a vermelha e fecha a azul também.
- 11:02:18Nossa, terrível. Então aqui já tá um
- 11:02:20interruptor deixa verde aceso, o outro
- 11:02:22também e um acende a vermelha e azul.
- 11:02:23Isso aqui já tá descartado. Agora vamos
- 11:02:25ver aqui a alternativa B. Então vamos
- 11:02:26lá. Que que acontece se eu tiver aqui,
- 11:02:28vamos começar sempre com com esse
- 11:02:30critério, vamos fechar logo as duas
- 11:02:31chaves aqui de AB. Nesse caso aqui, eu
- 11:02:33vou ter a verde funcionando porque ela
- 11:02:34tá fechadinha e eu vou ter mais alguma
- 11:02:35funcionando. Não, não vou ter mais
- 11:02:37nenhuma funcionando porque esse
- 11:02:39potencial negativo aqui, ele nem chega
- 11:02:40nas outras lâmpadas.
- 11:02:42E é mesma coisa, né? Essa aqui é
- 11:02:44terrível também porque mantendo essa
- 11:02:46chave aqui agora e trocando para cá, eu
- 11:02:48continuo só com a verde funcionando.
- 11:02:51Então também não vai funcionar. Se eu
- 11:02:52colocar aqui agora a chave aqui para
- 11:02:53baixo e aqui
- 11:02:55continuo também sem funcionar. Ou seja,
- 11:02:57essa essa configuração aqui, ela é muito
- 11:02:58ruim pro circuito. Por quê? Porque a
- 11:03:00única forma de você fazer o potencial
- 11:03:02negativo chegar nessas lâmpadas aqui,
- 11:03:04ele você percebe, ele obrigatoriamente
- 11:03:05tem que passar aqui embaixo. Então você
- 11:03:06vai ter que deixar isso aqui fechado e
- 11:03:07tem também que deixar esse aqui fechado.
- 11:03:09E nesse caso, se tu fizer isso aqui,
- 11:03:10você consegue acender a azul. Se você
- 11:03:12agora fizer isso aqui, você não acende
- 11:03:13nenhuma mais. Você precisa est, para
- 11:03:15você conseguir ligar o potencial
- 11:03:16negativo, você vai ter que estar
- 11:03:17escravizado nessa posição que só acende
- 11:03:18a azul. E agora se tu alternar para cá,
- 11:03:20a vermelha continua apagada, porque o
- 11:03:21potencial negativo tá interrompido.
- 11:03:22Então também é um circuito péssimo que
- 11:03:24não vai funcionar. AC. Agora, que que
- 11:03:26acontece aqui nessa primeira
- 11:03:27configuração? Fechei assim, a verde
- 11:03:29funciona e a vermelha
- 11:03:32também funciona. Já é ruim. A lâmpada
- 11:03:34tem que acender de modo isolado. Se
- 11:03:35acenderam duas ao mesmo tempo, tá
- 11:03:36errado. Que que acontece aqui na D
- 11:03:37agora? Vamos lá. Fechei aqui essa
- 11:03:39configuração aqui e essa configuração
- 11:03:40aqui. Deixa eu apagar aqui. Pronto.
- 11:03:42Fechei aqui essa configuração aqui e
- 11:03:43essa configuração aqui. Que que vai
- 11:03:45pegar agora? A verde vai acender isso em
- 11:03:47uma das configurações, né? Que eu fechei
- 11:03:48desse jeito aqui. E as outras acendem.
- 11:03:50Confirmar isso não. A vermelha tá aberta
- 11:03:52aqui e a azul tá aberta também. Ótimo,
- 11:03:55só acendeu a verde. Perfeito. Vou testar
- 11:03:57outra configuração agora. Vou manter
- 11:03:58esse AB aqui e vou fechar esse aqui. Que
- 11:04:00que acontece? A verde, ela continua
- 11:04:02acesa nesse caso, se eu mantiver aqui
- 11:04:03esse AB e a vermelha agora tá apagada e
- 11:04:06a azul tá apagada, tá? Isso aqui mostra
- 11:04:08então que a verde fica acesa nessas duas
- 11:04:10configurações. É isso mesmo. Deixa eu
- 11:04:12confirmar aqui. A verde tá acesa? Sim.
- 11:04:13É, a verde continua acesa. Então tá, mas
- 11:04:15por enquanto a gente só conseguiu
- 11:04:16acender a verde já. Vamos ver se isso
- 11:04:17vai ser problemático ou não. Vou trocar
- 11:04:19essa configuração aqui agora e vou
- 11:04:20colocar no BC com a outra aqui também em
- 11:04:22BC. Então aqui, ó, fechei aqui a rota
- 11:04:25pro azul e as outras estão
- 11:04:27interrompidas. Beleza? E se eu trocar
- 11:04:28agora aqui essa segunda para o AB?
- 11:04:33Fechei a rota da vermelha, mas e as
- 11:04:34outras? A verde tá aberta e a azul
- 11:04:35também tá interrompida aqui. Ótimo. Esse
- 11:04:37circuito funciona. Esse circuito aqui
- 11:04:38ele me permite acender o critério esse,
- 11:04:40acender as três lâmpadas isoladamente.
- 11:04:42Ah, Pedro, mas eu vi que nesse circuito
- 11:04:43aqui tem um momento em que você
- 11:04:44conseguiu acender a lâmpada verde de
- 11:04:45duas formas, né? Você ligou aqui o
- 11:04:47interruptor AB e agora quando você
- 11:04:49ligava o outro AB a verde tá acesa. E
- 11:04:51quando você ligava o outro BC a verde tá
- 11:04:52acesa. Não tem problema. Eu tenho quatro
- 11:04:54cenários. Verde acesa, verde acesa,
- 11:04:55vermelha acesa e azul acesa. Sempre
- 11:04:57isoladamente. Ou seja, problema nenhum.
- 11:04:59Tá tudo certo com isso, entendeu? Não é
- 11:05:01uma coisa, não é uma coisa ruim, não é
- 11:05:03uma coisa problemática. Ele quer que, o
- 11:05:04critério é esse, as três lâmpadas possam
- 11:05:06ser acendidas isoladamente. Podem, de
- 11:05:07fato, eu consigo acender só a verde, só
- 11:05:09a vermelha e só a azul. Então, tá ótimo.
- 11:05:11Tá bom. Pronto. Letra D. Resposta. Letra
- 11:05:13E aqui. Vamos só confirmar, né? Eu passo
- 11:05:14aqui na primeira configuração. Fechei
- 11:05:16aqui. Fechei aqui. A verde tá acesa e
- 11:05:20a vermelha também tá acesa. Todas estão
- 11:05:22acesas já de cara. Tenebroso esse aqui,
- 11:05:24né? Tu acende todas de uma vez. E aqui,
- 11:05:26se você ligar o BC com o BC, você
- 11:05:32acende a azul sozinha, né? Deixa eu só
- 11:05:34confirmar aqui. Se você ligar o AB com
- 11:05:35AB, você realmente acende todas, né?
- 11:05:37Você tem aqui o potencial negativo que
- 11:05:38vai se ramificar para cá, para cá e para
- 11:05:40cá. E o positivo é, tu acende todos de
- 11:05:42uma vez. ão bizarro. O circuito e
- 11:05:43realmente não funciona. Ô Pedro, o que
- 11:05:44que você quer falar? Deixa eu, deixa eu
- 11:05:45ver aqui onde é que você tá. Pode falar.
- 11:05:48>> Ô Pedro, não é curto nesse caso aí B com
- 11:05:51a B.
- 11:05:51>> Circulito é, deixa eu ver aqui,
- 11:05:54>> ó. A corrente ela vai sair daqui do
- 11:05:56positivo. Ela vai para cá, o potencial
- 11:05:58vai para cá. Aqui ele vem para cá, a
- 11:06:02corrente pode vir para cá ou pode vir
- 11:06:04para cá. Mas se ela vier para cá, não.
- 11:06:06Ela não tem um caminho livre sem
- 11:06:07resistência. Não tem. Não daria curto
- 11:06:09não. Eh, porque pode parecer que esse
- 11:06:11caminho aqui ele é sem resistência, mas
- 11:06:12na verdade não. Ele tem aqui a lâmpada
- 11:06:13azul, entendeu? Ele não é sem
- 11:06:14resistência. Ela vai, quando ela tiver
- 11:06:15aqui, ó, só você pensar, a corrente
- 11:06:16chegou nessa bifocação. Ela pode vir por
- 11:06:18esse caminho que tem uma lâmpada verde
- 11:06:19ou por esse aqui que tem uma lâmpada
- 11:06:20vermelha e depois vai ter uma lâmpada
- 11:06:21azul. Não tá zero resistência, não.
- 11:06:23Beleza? Então, a letra D aqui é a
- 11:06:25resposta, galera. Opa, estamos aí de
- 11:06:27novo. Depois de três horinhas de sono.
- 11:06:28Vamos continuar agora. Questões da
- 11:06:29frente C, já exige um nível maior de
- 11:06:31abstração, tá bom? Vamos no pique. A
- 11:06:32gente vai chegar na frente D, vai chegar
- 11:06:33na frente E e vai ter coberto todas as
- 11:06:35possibilidades aí de eletrodinâmica, tá
- 11:06:36bom? inclusive as mais abstratas e
- 11:06:37desafiantes. Vamos nessa, Rafa.
- 11:06:39>> É, eu vou começar por essa questão. E
- 11:06:41ele pede a rec no circuito
- 11:06:44>> provocada por um toque
- 11:06:45>> que fecha o circuito no ponto A. Então
- 11:06:48aqui vai vai acontecer um toque e o
- 11:06:51circuito vai fechar aqui, ó.
- 11:06:52>> Tá tá aberto ali agora, né? E vai fechar
- 11:06:54ali.
- 11:06:54>> Aqui a rec.
- 11:06:55>> Beleza?
- 11:06:56>> Eh, para calcular essa rec com um pouco
- 11:06:57mais de facilidade, a gente primeiro vai
- 11:06:59perceber que aqui essa resistência não
- 11:07:01está sendo utilizada. Ela não não
- 11:07:04funciona. Pera aí, eu vou deixar aqui
- 11:07:06melhor só para eles poderem ver isso
- 11:07:07aqui. Como é que você analisa esse
- 11:07:08circuito aqui na prática, Rafa?
- 11:07:10>> Se car pensar.
- 11:07:11>> Pera aí, deixa eu deixa eu falar
- 11:07:12primeiro sobre o conceito de circuito
- 11:07:13aberto e fechado. Eh, porque isso vai
- 11:07:15facilitar a vida da gente na análise de
- 11:07:16algum perdão.
- 11:07:20Eu vou colocar um circuito simples aqui
- 11:07:22na tela. E nesse circuito simples, eu
- 11:07:23tenho a resistência ali em cima e o
- 11:07:24gerador e a corrente elétrica
- 11:07:26percorrendo esse circuito desse jeito.
- 11:07:27>> Sim.
- 11:07:28>> Eh, eu vou usar, eu queria usar aqui a
- 11:07:29cor preta, pera aí.
- 11:07:30>> Eu vou usar a cor vermelha. para definir
- 11:07:33o que é maior potencial e a cor azul
- 11:07:35para definir o que é menor potencial. E
- 11:07:36nesse contexto aqui está o maior
- 11:07:38potencial. Repara que ele sai do gerador
- 11:07:40ou da pilha, enfim, de qualquer gerador
- 11:07:42que eu coloque aqui e chega até a
- 11:07:43resistência. Em azul eu vou colocar
- 11:07:45menor resistência. Isso vai deixar as
- 11:07:46coisas bem visíveis. O que eu posso
- 11:07:47falar agora sobre essa resistência? Ela
- 11:07:50está conectada entre o maior e o menor
- 11:07:52potencial. E por isso ela tá recebendo a
- 11:07:53DDP, consequentemente passa a corrente
- 11:07:55elétrica por ela e esse equipamento é
- 11:07:57utilizado. O que acontece se eu abro o
- 11:07:59circuito aqui nessa posição? Por
- 11:08:01exemplo, se eu tenho um interruptor
- 11:08:02aqui, ele fica aberto.
- 11:08:04>> Uhum.
- 11:08:05>> Automaticamente o gerador continua
- 11:08:06gerando do maior pro menor potencial,
- 11:08:08mas o equipamento ele está conectado no
- 11:08:11maior potencial aqui pelo vermelho.
- 11:08:13>> Tem mais nada,
- 11:08:13>> mas ele se desconectou do menor
- 11:08:15potencial. Ele não está mais conectado a
- 11:08:17uma DDP. É como se fosse um passarinho.
- 11:08:19>> Aham.
- 11:08:19>> Com as suas duas patas bem próximas uma
- 11:08:22da outra, num fio de alta tensão. Está
- 11:08:24passando por baixo dele um potencial
- 11:08:26elevado, mas não tem sobre o corpo dele
- 11:08:28a atuação de uma DDP, uma diferença de
- 11:08:30potencial. Então ele não vai tomar
- 11:08:31choque, ele não vai, não vai sofrer o
- 11:08:33efeito da carga da da descarga elétrica.
- 11:08:35A mesma coisa que tá acontecendo com
- 11:08:36esse objeto aqui.
- 11:08:36>> Então não tem problema se eu chegar em
- 11:08:37você e encostar dois potenciais de
- 11:08:39100.000 V em você.
- 11:08:40>> Não, não tem nenhum problema.
- 11:08:41>> Agora, se eu pegar um de zero e um de
- 11:08:42100,
- 11:08:42>> aí tem todo o problema.
- 11:08:43>> Tem todo o problema. Eh, e dependendo da
- 11:08:45da região do corpo onde isso atua, a
- 11:08:46corrente elétrica vai passar entre os
- 11:08:48polos dessa DDP.
- 11:08:49>> Sabia que se você tiver que, tu deve
- 11:08:51saber, se tiver que testar um negócio se
- 11:08:52tá eletrocutado, se tá eletrizado ou
- 11:08:54não, tem uma forma certa, né, de tu
- 11:08:56fazer que tu não quer que a corrente
- 11:08:57passe aqui. Então, tu levanta o pé
- 11:08:59esquerdo e a mão esquerda e tu pegaria
- 11:09:01nele com a mão direita, porque em caso
- 11:09:02de choque, a corrente vem daqui pro teu
- 11:09:04pé, vai passar pelo
- 11:09:05>> ao invés dela ir lá pro outro pé. Aí não
- 11:09:07passa pelo por todo o sistema que lá,
- 11:09:09>> o que não deixa de ser perigoso. Não
- 11:09:10façam isso em casa, pelo amor de Deus.
- 11:09:12Aqui, repara que e eh esse equipamento
- 11:09:14aqui ele está conectado a um potencial
- 11:09:16aqui por esse ponto que fez o circuito,
- 11:09:18mas pelo outro lado ele não está
- 11:09:20conectado a nada. Então por ele não tem
- 11:09:22nenhuma nele não está atuando nenhuma
- 11:09:24ddp.
- 11:09:24>> Deixa eu só mostrar uma coisa aqui, pode
- 11:09:26facilitar. Tá vendo aqui? Esse aqui é
- 11:09:28ddp, né? Isso aqui é bateria. Vem aqui,
- 11:09:29ó, um potencial vermelho dela e, ó, toca
- 11:09:32aqui. Vem aqui outro potencial e toca
- 11:09:33aqui inalterado. Ele só vai ser alterado
- 11:09:35quando ele passar por um equipamento.
- 11:09:36Agora aqui embaixo vem o potencial azul
- 11:09:39e chega até aqui. E aqui não acontece
- 11:09:41nada porque tá aberto. Note o seguinte,
- 11:09:43esses dois caras aqui eles estão metidos
- 11:09:46a DDP,
- 11:09:46>> a DDP total, mas estão dividindo entre
- 11:09:47eles porque eles estão em série.
- 11:09:48>> Repara que enquanto o toque no A não
- 11:09:50acontece, esses dois aqui não estão
- 11:09:53subdítos a D. desligado.
- 11:09:55>> Exatamente. Estão desligado. Agora,
- 11:09:56quando eu faço o toque aqui no ponto A,
- 11:09:59é fechado o circuito aqui, ó.
- 11:10:00>> Sim.
- 11:10:01>> E no momento que esse circuito é fechado
- 11:10:02nessa posição, essa resistência fica
- 11:10:04submetida a uma DDP entre o vermelho e o
- 11:10:07preto. Essa outra resistência fica
- 11:10:09submetida a um ADP entre o vermelho e o
- 11:10:11preto. E essa outra resistência fica
- 11:10:13submetida também ao addpul.
- 11:10:16>> Esse novo potencial preto que ele
- 11:10:17colocou é o que tá aqui no meio, né? Vou
- 11:10:19ficar bem vendo ele de preto aqui. Aqui
- 11:10:20no meio.
- 11:10:20>> Tá aqui no meio. Já não é nem esse azul
- 11:10:22nem o vermelho porque já passou por
- 11:10:23equipamento. Teve queda de potencial.
- 11:10:24>> É, teve queda de potencial pensando por
- 11:10:25aqui. Teve queda de potencial pensando
- 11:10:27por aqui. Teve queda de potencial
- 11:10:28pensando por aqui.
- 11:10:29>> Então eu tenho três resistências ligadas
- 11:10:32e ele pede que eu que eu calcule a hack
- 11:10:34disso. Eu vou redesenhar esse circuito
- 11:10:35só para uma visão eh mais clássica,
- 11:10:39>> colocando ele. Ô, vê o que que você acha
- 11:10:41do que eu vou falar aqui,
- 11:10:42>> tá? Olha só como eu tô vendo, né, que
- 11:10:46esse esse cara aqui, por exemplo, esse
- 11:10:48primeiro aqui, ele tá ligado entre o
- 11:10:50vermelho e o potencial preto, que eu nem
- 11:10:51sei qual é o preto. Eu tô vendo que esse
- 11:10:53aqui também tá ligado do vermelho pro
- 11:10:53preto. Eu já diria que eles dois estão
- 11:10:55em paralelo, porque eles estão na mesma
- 11:10:56dele.
- 11:10:57>> Esse aqui, tá ligado? Do azul pro preto,
- 11:10:59ele não tá em paralelo. Então,
- 11:11:00>> então está em paralelo com
- 11:11:01>> com esses dois. Exatamente. Mas esses
- 11:11:02dois estão em paralelo.
- 11:11:02>> Aí a gente calcula desses dois.
- 11:11:04>> Diria o seguinte, ó. Eu tenho aqui o
- 11:11:05potencial. Ô lápis safado. Olha só, eu
- 11:11:08tenho aqui o potencial aqui vindo, tenho
- 11:11:11esses dois aqui em paralelo, porque todo
- 11:11:12vermelho pro preto, todo vermelho pro
- 11:11:13preto, estamos no mesmo potencial.
- 11:11:14Então, um deles tá aqui, tá aqui. Agora
- 11:11:17eu não sei o que acontece depois, mas o
- 11:11:18fato é, eu tenho um outro resistor que é
- 11:11:20esse aqui de baixo, que ele tá do preto
- 11:11:22para azul, não é o mesmo potencial,
- 11:11:23então vou colocar ele aqui simplesmente
- 11:11:25em série, tá? Do preto para o azul, ele
- 11:11:28tá aqui.
- 11:11:29>> É, esse é o desenho.
- 11:11:29>> Esse é o desenho. E aí agora eu posso
- 11:11:31até, se quiser, representar, ele tava do
- 11:11:33azul pro preto, né? Então, posso botar o
- 11:11:34azul aqui. Esses dois aqui, eles estavam
- 11:11:36tomando ali o vermelho. Bota o vermelho
- 11:11:37aqui. E aqui agora
- 11:11:39>> não faz esse, não faz o símbolo assim
- 11:11:40não.
- 11:11:40>> É, seria só para É,
- 11:11:41>> é, faz só a marcação [risadas] da cor
- 11:11:43aqui, ó. O vermelho tá aqui.
- 11:11:44>> Ótimo.
- 11:11:45>> O azul está aqui. E tudo isso está
- 11:11:48ligado do vermelho ao azul, mas esses
- 11:11:51dois aqui estão em paralelo
- 11:11:52>> entre si.
- 11:11:53>> Entre si. E depois que eu calcular a
- 11:11:55recalo, o resultado vai ficar em série
- 11:11:58com o que sobrou. Até porque a definição
- 11:12:00de inséria é que tá submetido à mesma
- 11:12:01corrente. Note, eu não posso falar que
- 11:12:03esse cara está em série com esse.
- 11:12:05>> Eles não estão sobre a mesma corrente.
- 11:12:06>> Aliás, essa é uma confusão bem
- 11:12:07plausível. O aluno pode achar que isso
- 11:12:09aqui é uma série, ó.
- 11:12:10>> Exatamente. Essa é a maior confusão.
- 11:12:12>> Quando o o A estava aberto, a verdade é
- 11:12:16que isso aqui era uma série.
- 11:12:17>> É sem porque aqui ninguém ninguém,
- 11:12:18>> não existia ninguém aqui. Então isso
- 11:12:19aqui era uma série. Mas a partir do
- 11:12:21momento que eu toco aqui e fecho o
- 11:12:23circuito nesse ponto, esses dois entram
- 11:12:25em paralelo porque eles estão submetidos
- 11:12:27à mesma DDP e esse aqui fica em série
- 11:12:29com essa organização.
- 11:12:30>> É, ele não tá mais em série com esse,
- 11:12:31ele tá em série com eles dois e ele já
- 11:12:33tá em paralelo entre si. E por que que a
- 11:12:34gente diz que tá em série quem tá na
- 11:12:35mesma corrente? A gente não pode dizer
- 11:12:36que esse cara tá em sério com esse,
- 11:12:37porque isso nem faz sentido, né? Se vem
- 11:12:39aqui uma certa corrente, supõe que seja
- 11:12:40de 2 amp, vem aqui uma corrente de 3,
- 11:12:42imagina 2 e 3, aqui agora vai ter uma
- 11:12:44corrente de 5 amp. Então eu tô em cinco,
- 11:12:45eu tô em dois, eu tô em três. Ninguém
- 11:12:47aqui tá em série, porque para est em
- 11:12:48sério você tem que estar na mesma
- 11:12:49corrente. Mas se você considerar os
- 11:12:50dois, tá passando cinco pelos dois, 5
- 11:12:51amp e aqui cinco também. Então agora sim
- 11:12:53vez essa parada tá em série, tá bom?
- 11:12:55Então esses dois aqui tem quatro e
- 11:12:56quatro. A gente faz produto pela soma,
- 11:12:57mas quando são duas resistências em
- 11:12:59paralelo iguais, tu sabe que vai dar
- 11:13:00metade, tá bom? São duas iguais, vai dar
- 11:13:02dois. é o valor da resistência dividido
- 11:13:04pela quantidade. Quando o elen quer
- 11:13:05trabalhar com mais resistências em
- 11:13:07paralelo, o pensamento é esse.
- 11:13:09>> Eh, ele vai colocar essas várias
- 11:13:10resistências em paralelo com a mesma
- 11:13:12resistência. Aí você repete o valor da
- 11:13:13resistência e dividir pela quantidade.
- 11:13:14>> Ótimo? Então ali eu troquei essas duas
- 11:13:16aqui por uma de dois e elas ficam em
- 11:13:18série agora com essa aqui de quatro. Em
- 11:13:20série agora R que é seis. Somou dois com
- 11:13:22quatro seis. Tá respondido aqui. Letra
- 11:13:25C. Próxima questão.
- 11:13:26>> Próxima questão. Calma aí. Ela tá aqui
- 11:13:28para baixo, ó. Essa aqui primeiro mais
- 11:13:30uma de amperímetro e voltímetro. Essa
- 11:13:32daí
- 11:13:32>> tá um multímetro. O multímetro ele tem
- 11:13:35dentro dele o voltímetro e o
- 11:13:36amperímetro, tá bom? Ao mesmo tempo. Mas
- 11:13:37para ele funcionar geralmente a gente,
- 11:13:39pessoal pens, ah, ele mede, mas ele na
- 11:13:40verdade dispara uma corrente. Quando ele
- 11:13:42dispara uma corrente, ele impõe uma
- 11:13:43voltagem, dispara uma corrente, ele
- 11:13:44consegue fazer medições até de
- 11:13:45resistência para virar um omímetro. Tá
- 11:13:46bom? Então, esses aparelhos com
- 11:13:47frequência, quando a gente tem um
- 11:13:48omímetro, que é um no multímetro, você
- 11:13:50tem além do do voltímetro e do
- 11:13:51amperímetro, tem um omímetro, você
- 11:13:53consegue medir a resistência. Mas para
- 11:13:53tu medir a resistência de água, você tem
- 11:13:55que disparar uma voltagem e também gerar
- 11:13:56uma corrente para você medir como que
- 11:13:57aquela coisa se comporta, tá bom? Muitos
- 11:13:59deles funcionam dessa forma.
- 11:14:01E aí ele pode atuar como voltímetro, ele
- 11:14:03pode ler em voltou como amperímetro, né?
- 11:14:05Leitura em ampere, dependendo da função.
- 11:14:06A forma de conectar o multímetro ao
- 11:14:07circuito, acho que ele nem nem explorou
- 11:14:09isso aqui do omímetro. Eu tenho a
- 11:14:10sensação de que em alguma questão ele já
- 11:14:11explorou. Pensei que fosse essa, tá? A
- 11:14:13forma de conectar o multímetro ao
- 11:14:14circuito depende da grandeza física a
- 11:14:15ser medida. Claro, né? Se você quer
- 11:14:17medir corrente, você vai fazer ele de
- 11:14:19amperímetro, vai conectar em sério com o
- 11:14:20trecho que tu quer medir corrente. Se tu
- 11:14:21quer medir voltagem, tu vai conectar em
- 11:14:23paralelo com o trecho que tu quer medir
- 11:14:24DDP naqueles dois terminais que tu
- 11:14:26ligou. Tem uma lâmpada de lanterna de
- 11:14:28resistência elétrica igual a 40 ohms.
- 11:14:29Ela brilha quando tá conectada a quatro
- 11:14:31pilhas em série, cada uma com 1.5 V de
- 11:14:33tensão. Quer falar da pilha em série,
- 11:14:35>> tá? Então são quatro pires em série,
- 11:14:36cada uma delas tem 1.5 V de tensão. O
- 11:14:38multímetro 2, se fosse resumir pira em
- 11:14:40série, você soma a tensão. Quando ela tá
- 11:14:42em série, você vai somar 1.5 V, mas ele
- 11:14:43vai explicar, vai desenhar aqui
- 11:14:44bonitinho para vocês não se confundirem,
- 11:14:45porque tem mais questões disso, tá? O
- 11:14:47multímetro 2 indica esse valor aqui,
- 11:14:48conforme a figura, o multímetro não tá
- 11:14:49conectado, tá bom? Que que você quer
- 11:14:50falar daqui?
- 11:14:51>> Não, eu eu quero só falar de fato sobre
- 11:14:53eh geradores.
- 11:14:55>> Eh, os geradores, que são nesse caso
- 11:14:57aqui, as pilhas,
- 11:15:00>> podem vir
- 11:15:02eh em uma só, em uma pilha só. E aí, por
- 11:15:05padrão ela tem 1,5 V. Ou elas podem vir
- 11:15:07associadas. Então existe a associação de
- 11:15:09geradores. Na associação de geradores,
- 11:15:11eu posso conectá-las em série
- 11:15:14ou em paralelo, mas é necessário ter um
- 11:15:16pouco de cuidado com isso
- 11:15:19para não se confundir. O que é conectar
- 11:15:21geradores em série? É você pegar. Ah,
- 11:15:23perfeito, tá em série aqui. Deixa eu
- 11:15:25mostrar para vocês
- 11:15:26>> aqui. Focou já.
- 11:15:26>> É, repara. Eu tenho aqui um polo
- 11:15:28positivo para essa pilha e aqui o polo
- 11:15:31negativo dessa pilha. Se eu conectar no
- 11:15:33mesmo fio uma outra pilha também com
- 11:15:35polo positivo, orientado pro mesmo lado
- 11:15:37que essa estava e o polo negativo
- 11:15:39consequentemente aqui no final, eu vou
- 11:15:40gerar entre esses dois terminais aqui
- 11:15:43uma DDP, que é a soma das duas. Então,
- 11:15:45por exemplo, se essa pilha tem 1,5 V,
- 11:15:46que é um padrão, essa daqui também tem
- 11:15:481,5 V, que é um padrão, eu tenho uma DDP
- 11:15:50total aqui de 3 V. Então, pilha ligada
- 11:15:52em série gera um aumento de DDP.
- 11:15:55>> Quando eu fiz isso, eu queimei uma
- 11:15:56lâmpada aqui. Ela funcionava com uma
- 11:15:57pilha. Aí eu botei as duas pilhas aqui,
- 11:15:59liguei uma lâmpada, ela queimou na mesma
- 11:16:00hora. É porque
- 11:16:01>> era preparado isso,
- 11:16:01>> não era preparado para aquele para
- 11:16:03aquele aumento de
- 11:16:03>> de corente gerou mais corrente e a
- 11:16:05resistência dela esquentou muito.
- 11:16:06>> A resistência tem aquele valor fixo
- 11:16:08conectada a uma DDP de 1,5 V, você vai
- 11:16:10ter uma corrente passando por ela.
- 11:16:11Quando você dobra ddp sem mudar a
- 11:16:13resistência, você vai dobrar a corrente
- 11:16:14elétrica porque a fórmula é proporcional
- 11:16:16e aí isso pode gerar o equipamento
- 11:16:18queimando.
- 11:16:18>> Perfeito.
- 11:16:18>> Eh eh pilhas assim, eh associações de
- 11:16:21geradores feitas assim, geralmente é
- 11:16:22para você usar equipamento que vai
- 11:16:24exigir um pouco mais de potência, exigir
- 11:16:26um pouco mais eh de corrente elétrica
- 11:16:28também. Eh, vocês vão perceber nos
- 11:16:30controles remotos. Nos controles
- 11:16:32remotos, esse daqui é interessante. A
- 11:16:34pilha aqui, ela está em série, mas ela
- 11:16:36está organizada uma do lado da outra. É
- 11:16:38porque aqui dentro eh as conexões
- 11:16:41metálicas elas conectam esses dois
- 11:16:43geradores como se eles estivessem um e
- 11:16:45em série com o outro, um atrás do outro.
- 11:16:47>> Eles estão de fato em série, né? Mas é
- 11:16:48como se tivesse um atrás do outro. E por
- 11:16:49que que a indústria faz isso? Porque
- 11:16:51senão ele tem que aumentar o comprimento
- 11:16:53desse controle. Eh, vocês vão perceber
- 11:16:54em casa que alguns controles remotos
- 11:16:56eles são eles são mais finos e mais
- 11:16:58compridos.
- 11:16:59>> Eh, e isso provavelmente é porque eh foi
- 11:17:01necessário colocar as duas pilhas, uma
- 11:17:03de frente para outra. E os controles
- 11:17:05motos mais modernos, eles exigem eh 3 V
- 11:17:08de DDP para funcionar, porque
- 11:17:09normalmente eles vêm eh vem com
- 11:17:11funcionamento em Bluetooth, que exige
- 11:17:12uma corrente elétrica um pouco mais
- 11:17:13elevada
- 11:17:13>> para disparar a onda eletromagnética,
- 11:17:15né? Exatamente. Então, se eu ligo eh os
- 11:17:17geradores em série, eu preciso somar
- 11:17:21as DDPs.
- 11:17:24Agora, se eu ligo esses eh esse esses
- 11:17:26geradores em eh em paralelo, eu não vou
- 11:17:28gerar uma mudança de DDP, eu vou gerar,
- 11:17:30na verdade, um aumento da carga total
- 11:17:32disponível pro circuito. Então, por
- 11:17:33exemplo, se eu preciso que aquele
- 11:17:34circuito continue funcionando por mais
- 11:17:36tempo e eu não quero ficar fazendo
- 11:17:38trocas de bateria constante, eu boto
- 11:17:41várias baterias ali ligadas em paralelo,
- 11:17:43eu não vou alterar ddp geral dessas
- 11:17:45baterias. Então, se for pilha, por
- 11:17:46exemplo, 1,5 V, liguei três pilhas de
- 11:17:481,5 V em paralelo, elas vão continuar
- 11:17:51dando ao circuito 1,5 V, mas eu aumentei
- 11:17:54o tempo de uso desse desse desse
- 11:17:56circuito. Eh, aí vocês vão lembrar da
- 11:17:58fórmula kit, né? Eh, se eu aumentei a
- 11:18:00carga, eu tripliquei a carga, exigindo
- 11:18:02uma mesma corrente elétrica para esse
- 11:18:03circuito, eu terei um três vezes mais
- 11:18:06tempo de uso. Então, na série, eu não
- 11:18:08mudo, não mudo não muda
- 11:18:12a DDP. Só que aqui eu vou eh fazer um
- 11:18:15alerta. O que é esse paralelo?
- 11:18:16>> Quando já sei, resolve essa questão e
- 11:18:18depois dessa a gente vai pra última
- 11:18:19página só para fazer aquela de pilha,
- 11:18:20porque lá tu já explica com os desenhos
- 11:18:22da própria questão como é que é na
- 11:18:23prática. Tá? Vai, pode ser, pode ser.
- 11:18:25>> Tem uma questão mais avançada ainda lá
- 11:18:26na frente, tem duas, na verdade, de
- 11:18:27associações, então a gente vai já pular
- 11:18:29para elas como acabar essa daqui,
- 11:18:30>> tá? Vamos lá. O circuito está assim,
- 11:18:32essa daqui é a lâmpada que é a nossa
- 11:18:34resistência.
- 11:18:34>> Tem quatro pilhas em sérias a parte
- 11:18:36pontuda de uma encostando na parte
- 11:18:37traseira da outra. As quas estão em
- 11:18:38série aqui.
- 11:18:39>> Então, aqui é a nossa resistência e esse
- 11:18:41aqui é o nosso gerador. Aqui tem uma
- 11:18:42certa voltagem. Essa voltagem é a soma
- 11:18:45dessas quatro pilhas
- 11:18:46>> 1.5 x 4, 6 V.
- 11:18:47>> São 6 V,
- 11:18:48>> tá? Isso aqui pode ser desenhado também
- 11:18:49dessa forma aqui, né?
- 11:18:51>> Ah, sim. Aqui, ó.
- 11:18:52>> Tá. Tá vendo? Lá. Isso aqui é uma
- 11:18:54>> claro que aqui tem uma DDP do menor
- 11:18:56maior potencial. Aqui também, aqui
- 11:18:57também, aqui também. Elas estão
- 11:18:59conectadas em série.
- 11:18:59>> A DDP entre esse ponto e esse é a soma
- 11:19:01delas. Tá bom? Sério?
- 11:19:02>> Perfeito. Então, se eu tenho voltagem e
- 11:19:04resistência aqui, eu tenho uma corrente
- 11:19:05elétrica passando. Esse circuito tá
- 11:19:07orientado para cá.
- 11:19:07>> Trajeto normal desse circuito é aqui é o
- 11:19:09polo positivo, né?
- 11:19:11>> O trajeto normal dele seria aqui, ó. A
- 11:19:12corrente sairia daqui, vou ignorar uns
- 11:19:14instrumentos, tá bom? Passaria por
- 11:19:15dentro da lâmpada. Agora ela não tem
- 11:19:18outro caminho, né? Ela vai ser obrigada
- 11:19:19a passar por dentro desse equipamento
- 11:19:20aqui. São 2 multímetros. E agora ela
- 11:19:22retorna para cá, fechando se só desse
- 11:19:24infeliz tá aqui no meio do caminho, ele
- 11:19:26com certeza já é o o amperímetro, porque
- 11:19:28ele tá tá pegando a corri com o
- 11:19:30circuito, ele é o amperímetro sério. E
- 11:19:32esse safado aqui, ele tá de fora, tá só
- 11:19:34plugando os os dois pés dele aqui. E ele
- 11:19:36tá plugando de um lado da lâmpada e do
- 11:19:38outro. Então ele tá pegando a ddp
- 11:19:39completa a qual a lâmpada está
- 11:19:40submetida. Mas a ddp completa a qual tá
- 11:19:42submetida é a ddp total desses 6 V.
- 11:19:44Então ele tá medindo 6 V. E a corrente
- 11:19:46agora para eu saber quanta corrente que
- 11:19:47esse amperímetro tá medindo, V = R,
- 11:19:49sendo que é 6 a voltagem total do
- 11:19:51circuito. R é o 40, que é a resistência
- 11:19:53disso aqui. Não tem mais nenhuma
- 11:19:54resistência que foi dita na questão, não
- 11:19:56tem. E aqui eu vou encontrar o I fazendo
- 11:19:586 dividido pelo 40. Para fazer 6
- 11:20:00dividido por 40 na hora da prova, eu vou
- 11:20:02dividir primeiro o seis só pelo 4. Aí eu
- 11:20:04divido por dois e por 2, vai dar 1,5. E
- 11:20:06depois eu vou dividir por esse 10 aqui,
- 11:20:07vai dar 0,15. vai tá medindo aqui 0,15
- 11:20:10de que que eu tô é de corrente.
- 11:20:12Exatamente. O ampímetro aqui vai medir
- 11:20:130,15 amp de corrente. Perfeito. E aí tem
- 11:20:15aqui, ó, ã o a grandeza física e o seu
- 11:20:19valor correspondentes indicados são ao
- 11:20:20ligar o multímetro um. Ah, tá. É que a
- 11:20:22gente nem leu a questão. Eu não
- 11:20:23precisava nem ter calculado isso aqui.
- 11:20:24Ele tá falando que ele vai ligar o
- 11:20:25multímetro um. A gente já sabe que esse
- 11:20:27multímetro ele tá funcionando como
- 11:20:28amperímetro por ele tá em série aqui. E
- 11:20:29ele vai medir essa corrente que eu
- 11:20:31descobri aqui, que é 6 di por 40, que dá
- 11:20:33ã 0,15. Foi isso que eu descobri, 0,15.
- 11:20:36amperes. Ele vai medir então corrente,
- 11:20:38corrente, corrente. E nossa, tem o 0,14
- 11:20:41e o 0,15. É 0,15. Dá exatamente 0,15. Tá
- 11:20:44bom.
- 11:20:44>> Tem uma falha no no nesse problema.
- 11:20:46>> Qual a falha? Eu esqueci de ler alguma
- 11:20:48coisa.
- 11:20:50>> Não é, na verdade, a gente a gente
- 11:20:52negligenciou uma informação do texto que
- 11:20:53está na imagem também.
- 11:20:55>> Aham.
- 11:20:55>> Olha pro multímetro do
- 11:20:58>> caraca,
- 11:20:58>> ele não está.
- 11:21:00>> Caraca.
- 11:21:00>> Tá, mas o que que isso significa?
- 11:21:01>> Significa que a própria pilha tá
- 11:21:03consumindo.
- 11:21:04>> Ou o circuito como um todo. Caraca. tá
- 11:21:06consumindo 0 vírgula alguma coisa.
- 11:21:07>> Ô, eu vou deixar isso no vídeo. Você viu
- 11:21:09que loucura?
- 11:21:10>> A gente admitiu que eu nem li isso aqui.
- 11:21:13Eu nem li isso aqui. Eu agi como se ele
- 11:21:14tivesse aqui com nada.
- 11:21:16Caraca, eu nem li isso aqui, mano. Olha
- 11:21:18só, tá escrito nele aqui já. Tá dizendo
- 11:21:20aqui que ele, é claro que ele mede ddp,
- 11:21:23mas ele ele deveria medir 6 V se fosse
- 11:21:25para medir isso aqui. Mas tá dizendo que
- 11:21:26ele só está medindo 5,62
- 11:21:29V aqui. Então, na verdade, isso aqui só
- 11:21:31está ligado a 5,66 V.
- 11:21:33>> 5,62 V. Agora, ó, a resistência elétrica
- 11:21:35disso é 40 ohms.
- 11:21:36>> A resistência é 40 ohms. Eu vou eu vou
- 11:21:38fazer.
- 11:21:38>> Então você consegue calcular com isso a
- 11:21:40corrente elétrica.
- 11:21:40>> V igual a ri a voltagem,
- 11:21:43>> é, agora eu vou usar essa voltagem 5,62,
- 11:21:46que é igual a a resistência dele, que é
- 11:21:4840.
- 11:21:49>> E isso é igual i. Dessa vez eu não tenho
- 11:21:51mais o 6 di 40, que dava 0,15. Eu tenho
- 11:21:54um número menor. Eu tenho só o 5,62
- 11:21:56dividido por 40.
- 11:21:57>> E aí o que que você pensa sobre o
- 11:21:58multímetro um? Ele tá medindo uma
- 11:22:00corrente elétrica que não pode ser mais
- 11:22:01o número redondo que você tinha enc.
- 11:22:03Exatamente. Tem que ser esse aqui agora,
- 11:22:04que é a letra A resposta. E aí eu também
- 11:22:06conseguiria fazer essa divisão aqui de
- 11:22:07modo exato, né? Se eu quisesse, porque
- 11:22:095,62 dividido por 4 vai dar primeiro
- 11:22:112,81, depois vai dar 1,40. 1,40 com esse
- 11:22:165 aqui e agora dá realmente 0,14.
- 11:22:18Galera,
- 11:22:19>> sensacional.
- 11:22:20>> Essencial deixar isso aqui. Seria
- 11:22:21covardia minha, seria uma coisa feia eu
- 11:22:22não mostrar isso aqui, tá bom? Olha,
- 11:22:24olha como esse número aqui ele tá oculto
- 11:22:25e discreto na questão.
- 11:22:26>> Não, não. E olha, e olha assim, o que me
- 11:22:28chamou muita atenção nessa questão e fez
- 11:22:29eu refletir sobre alguma coisa estar
- 11:22:31errado aqui na voltagem, eu tinha
- 11:22:32negligenciado aqui o texto, a gente
- 11:22:34entendeu, a gente tá expando aula de
- 11:22:35pilhas aí.
- 11:22:36>> Exatamente. Eh, e eu achei que eu não
- 11:22:38fosse pegar a questão como um todo para
- 11:22:40resolver, mas o que me chamou atenção
- 11:22:41foi a proximidade desses dois valores
- 11:22:43aqui. Isso não é uma coisa corriqueira
- 11:22:45pro colocar dois valores tão próximos
- 11:22:47assim. E repare, ele colocou um 0,29
- 11:22:49aqui e dois valores muito próximos. E aí
- 11:22:51quando você achou o 0,15, isso me chamou
- 11:22:53atenção.
- 11:22:53>> Aham.
- 11:22:54>> Caramba.
- 11:22:54>> É, na hora que eu achei, tu começou a
- 11:22:55olhar pra questão, né? Tu na hora tu eu
- 11:22:57vi que tua cabeça virou para cima.
- 11:22:58Comecei a falar: "Tô errando alguma
- 11:22:59coisa". Aí eu vi que não. Eu não tava
- 11:23:00errando nenhum cálculo, mas eu não li
- 11:23:02isso aqui. É, então essa foi a entre os
- 11:23:04terminais da lâmpada.
- 11:23:06>> Ninguém faria isso.
- 11:23:06>> A gente calculou aqui a corrente
- 11:23:08elétrica.
- 11:23:08>> A internet ela são só resoluções de
- 11:23:09pessoas que fizeram a resolução três
- 11:23:10vezes no papel antes e agora elas
- 11:23:11mostram. Galera, aqui é muito fácil, é
- 11:23:12só só não pode esquecer disso aqui,
- 11:23:14galera. Aqui você isso vai marcar muito
- 11:23:15mais a cabeça de vocês, tá bom? Tomem
- 11:23:16cuidado com isso na hora da Não é
- 11:23:17que a gente tá assim há muitas horas
- 11:23:18gravando vídeo e a gente já tá bem
- 11:23:20cansado, mas como estamos nós dois aqui,
- 11:23:22a gente acaba é se preocupando ali do
- 11:23:25que com o que tá acontecendo. Então essa
- 11:23:26energia é de muito alto nível. Isso está
- 11:23:28me deixando tranquilo aqui por estar
- 11:23:29muitas horas.
- 11:23:30>> Ótimo. Ótimo. Essa aqui é muito
- 11:23:31maravilhosa, tá? Cara, essa essa questão
- 11:23:33é muito boa.
- 11:23:33>> Muito boa. Quando a gente fala de brilho
- 11:23:35de lâmpada, a gente tá falando de
- 11:23:36potência, tá? A primeira coisa é isso,
- 11:23:37tá? O circuito com três lâmpadas
- 11:23:38incentes idênticas, todas a mesma
- 11:23:40resistência representada na figura
- 11:23:41consiste em uma associação mista de
- 11:23:42resistores. Cada lâmpada L1, L2, L3 é
- 11:23:44associada em paralelo a um resistor.
- 11:23:45Então, cada lâmpada está associada em
- 11:23:46paralelo com um resistor, beleza? De
- 11:23:48resistência R, formando um conjunto.
- 11:23:50Então, olha só, essa lâmpada tá em
- 11:23:51paralelo com esse cara, essa tá em
- 11:23:52paralelo com esse e essa tá em paralelo
- 11:23:53com esse. Quem tá em série, essa lâmpada
- 11:23:55tá em sério com essa? Não. Quem tá em
- 11:23:56sério é o seguinte, esse trambolho tá em
- 11:23:58sério com esse e tá em sério com esse.
- 11:23:59Tá bom? Eu tenho que pegar os conjuntos
- 11:24:00em paralelo. Eles é que estão em série,
- 11:24:01>> cara. Por isso que eu não gosto dessa
- 11:24:02nomenclatura de circuito misto.
- 11:24:04>> Esse aqui é um circuito em série.
- 11:24:05>> Um circuito é
- 11:24:05>> esse conjunto, esse conjunto e esse
- 11:24:07conjunto estão em série.
- 11:24:07>> Sim.
- 11:24:08>> Dentro dessas séries tem paralelos. É,
- 11:24:10são esses conjuntos são associados em
- 11:24:11série. Que até que ele falou, falou
- 11:24:12bonito, né? E e tendo todas as lâmpadas
- 11:24:14o mesmo brilho quando ligadas à fonte.
- 11:24:15Claro, né? Essas resistências são
- 11:24:16iguais, as lâmpadas também são iguais.
- 11:24:18Claro que elas vão ter a fonte de
- 11:24:19energia alia dá energia pro circuito
- 11:24:21inteiro.
- 11:24:21>> A DDP aqui só para você saber, tá bom?
- 11:24:23Supondo que aqui tenha 12 V, cara, com
- 11:24:25certeza absoluta. Esse cara tá pegando 4
- 11:24:26V, esse tá pegando 4 V, esse tá pegando
- 11:24:274 V, porque é tudo idêntico aqui, tá
- 11:24:29bom? Só dividir por isso a gente só não
- 11:24:30sabe quanto de corrente está indo para
- 11:24:32cada um desses dois, porque a gente não
- 11:24:33sabe o valor da resistência.
- 11:24:34>> Exatamente. Quando a corrente chegar
- 11:24:35aqui, a corrente vai dentro desse
- 11:24:37contexto aqui, né? Ela vai se dividir.
- 11:24:38Então, uma parte dela vem para cima, uma
- 11:24:39parte vem para baixo. Agora, ela vai vir
- 11:24:40pro local que tem menos resistência.
- 11:24:43Eu sou sou uma máquina de de
- 11:24:45aprendizado.
- 11:24:46>> Tudo que tem de bom em tu, eu tô aqui
- 11:24:48incorporando na didática, você sabe
- 11:24:50disso. Viceversa a gente tá assim, né? E
- 11:24:52aí em relação à situação em que todas
- 11:24:54elas funcionam e depois que queimar L2,
- 11:24:56ah, muito fácil, quando queimar L2 agora
- 11:24:58ela não tá mais aqui, então agora tá
- 11:25:00sobrando mais para outras. Tá sobrando
- 11:25:01mais o brilho aqui vai aumentar.
- 11:25:03>> Raciocínio errado,
- 11:25:03>> cara. Esse raciocínio é muito comum,
- 11:25:05>> muito errado e muito comum. Em alunos de
- 11:25:07alto desempenho também é comum. Só não é
- 11:25:08comum em alunos de altíssimo desempenho,
- 11:25:10tá? Após vários dias em uso, a lâmpada
- 11:25:12L2 queima. O que vai acontecer quando
- 11:25:14ela queimar? Primeira coisa, ai não sei
- 11:25:15para onde começar. Escreva V igual a R.
- 11:25:18Não tem como errar. Se você começar
- 11:25:19escrevendo isso, não tem como errar.
- 11:25:20>> Quiser escreve também P igual VI. É. Já
- 11:25:22escreve as duas equações e já agulha.
- 11:25:24>> A veí, mas beleza. Nesse circuito aqui,
- 11:25:26uma coisa é fato. No circuito inteiro,
- 11:25:28esse V permanecer constante. Isso
- 11:25:30circuito inteiro.
- 11:25:30>> É, é, é fazendo aquela análise global,
- 11:25:32como o Pedro explicou lá na hora da da
- 11:25:34da aula.
- 11:25:35>> Exatamente. É. E aí o que o que acontece
- 11:25:36aqui é o seguinte, vamos entender de
- 11:25:37fato o que que vai acontecer quando essa
- 11:25:38lâmpada queimar, tá? Quando essa lâmpada
- 11:25:40queimar, né? Vamos supor que eu
- 11:25:42removesse tudo isso aqui. Tirei tudo,
- 11:25:43tirei a lâmpada e o resistor. Cara, é
- 11:25:45fato que no momento, vamos supor que
- 11:25:47esse paralelo aqui tivesse uma rec dois
- 11:25:49homens. Se esse tivesse uma recens e
- 11:25:50esse tivesse uma recens, a recta total
- 11:25:52do circuito seria 6 ohms. Eu botaria
- 11:25:53aqui seis ohms e isso geraria uma certa
- 11:25:55corrente pro circuito. Mas se eu tirasse
- 11:25:56isso aqui tudo, se eu tirasse esses
- 11:25:58dois, a rec do circuito ia ficar menor e
- 11:26:00a corrente do circuito ia aumentar.
- 11:26:02>> Se eu removesse esses dois, a rec a rec
- 11:26:04do circuito todo diminui porque ele tá
- 11:26:05em sério. Eu tirei, eu subtraio ele e a
- 11:26:06corrente aumenta as lâmpadas e um
- 11:26:07brilhar mais. Se eu removesse os dois,
- 11:26:09se eu remover os dois, o problema é que
- 11:26:10eu não removo os dois.
- 11:26:11>> Ele propôs uma coisa inusitada. Ele
- 11:26:13propôs uma coisa que é
- 11:26:14>> só vai queimar a lâmpada. É,
- 11:26:16>> galera, olha só, quando a gente coloca
- 11:26:18uma coisa em paralelo, a gente sempre
- 11:26:20tem, tem aqui uma resistência de cinco.
- 11:26:22Botei outra resistência de cinco em
- 11:26:23paralelo com ela. Na hora a resistência
- 11:26:25deles dois junta cai para 2,5.
- 11:26:27>> É a recalo.
- 11:26:29Quando eu tirar isso aqui, sabe o que
- 11:26:30que vai acontecer com esse grupo aqui
- 11:26:31que já não tem mais a lâmpada? A
- 11:26:33resistência dele sobe. Supondo que a
- 11:26:34resistência desse cara aqui fosse seis e
- 11:26:36a dessa lâmpada também fosse seis.
- 11:26:37Quanto era a resistência de ângulos
- 11:26:39juntas? Três.
- 11:26:39>> Três.
- 11:26:40>> Era três.
- 11:26:41>> Era seis e seis e era três o total. E
- 11:26:43isso ia ser somado com os outros dois.
- 11:26:44Só que agora a lâmpada queimou. Então,
- 11:26:45qual é a resistência agora só desse
- 11:26:47resistor aqui sem a lâmpada? É o seis.
- 11:26:49>> Ou seja, seja, a resistência desse
- 11:26:50conjunto aqui aumenta com a queima da
- 11:26:53lâmpada.
- 11:26:53>> Aumenta. Exatamente. Então, olha só,
- 11:26:54vamos supor que todas as resistências da
- 11:26:56questão são seis. Só uma suposição. A
- 11:26:57lâmpada é seis e o resistor é seis.
- 11:26:58Então, aqui eu tenho seis, aqui eu tenho
- 11:27:00seis, aqui eu tenho seis, aqui eu tenho
- 11:27:01seis, aqui eu tenho seis, aqui eu tenho
- 11:27:03seis. Isso aqui no total, a rec aqui no
- 11:27:06total é três. E a desse aqui é três. Fiz
- 11:27:07a rec em paralelo todo mundo. A rec do
- 11:27:09circuito agora somando três com três com
- 11:27:10três é nove. Essa é a rec do circuito
- 11:27:12todo. Quando eu tiro agora essa lâmpada
- 11:27:13aqui, a rec mais três, ela é seis. Então
- 11:27:16eu continuo tendo três aqui, três aqui e
- 11:27:18mais se a rec do circuito agora foi para
- 11:27:1912. V igual a R. Eu tive um aumento na
- 11:27:23rec do circuito, mantendo a mesma
- 11:27:24voltagem total. Eu vou ter uma queda na
- 11:27:25corrente total que circula pelo
- 11:27:26circuito. Ou seja, com menos corrente
- 11:27:28agora entrou aqui, esse resistor
- 11:27:29sozinho, invés dele com a lâmpada, o
- 11:27:30brilho de todas elas fica menos intenso.
- 11:27:33>> Agora, pera aí. Não, não é válido a
- 11:27:35gente associar direto. O Pedro fez isso
- 11:27:37porque ele já tem um convívio muito
- 11:27:39grande com mat.
- 11:27:39>> Eu acho que você vai dizer que eu
- 11:27:40precisava indolhar a potência. Exato.
- 11:27:41Eh, eh, com o convívio grande com a
- 11:27:43matéria, ele fez direto uma relação de
- 11:27:44corrente a brilho. Ele falou: "A
- 11:27:47corrente diminuiu,
- 11:27:48>> o brilho vai ficar menos intenso." Mas
- 11:27:50quem ainda não tem essa sagacidade, esse
- 11:27:52domínio da da de eletricidade,ente,
- 11:27:54>> pode colocar aqui a equação P = V x I
- 11:27:56para enxergar isso. A corrente, a
- 11:27:58voltagem total do circuito não muda
- 11:27:59porque a fonte de energia não mudou, mas
- 11:28:01a corrente total do circuito caiu. Isso
- 11:28:03vai fazer com que o brilho total do
- 11:28:04circuito caia. Se o brilho total do
- 11:28:06circuito caiu e as lâmpadas são iguais,
- 11:28:07aí eles estão funcionando eh de uma
- 11:28:09forma equilibrada, eh natural então que
- 11:28:11a potência individual de cada lâmpada
- 11:28:13também cai.
- 11:28:13>> Note que ele aplicou o P ig AVI
- 11:28:15globalmente no circuito todo. Todas
- 11:28:17essas fórmulas elas podem ser aplicadas
- 11:28:18tanto globalmente quanto localmente.
- 11:28:20Mesma coisa lá em dinâmica. Lembra?
- 11:28:21Força resultante massa vez aceleração.
- 11:28:23Você pode aplicar ou em um único bloco
- 11:28:24ou no conjunto inteiro para quem
- 11:28:25assistiu alguma coisa nossa de dinâmica
- 11:28:27aí. Pró
- 11:28:28>> acho que agora a gente
- 11:28:29>> tá ficou bom. E esquecemos esquecemos de
- 11:28:31lá. Agora que aquecemos agora que
- 11:28:32começamos. Vamos agora lá para aquela de
- 11:28:33pilhas que eu tinha falado que você ia
- 11:28:35poder explicar, que a gente esqueceu de
- 11:28:36fazer isso, né? É aqui, ó. Olha só
- 11:28:37>> essa daqui, né?
- 11:28:39>> Essa daqui pode ser bacana. Já tem, já
- 11:28:41tem aqui. Não, essa daqui, ó. Vou
- 11:28:43começar. Essa daqui para tu poder
- 11:28:43explicar agora. Ah, tem as imagens,
- 11:28:45>> cara. Muito bom. Ó, eu vou fazer
- 11:28:47primeiro uma análise de cada uma dessas
- 11:28:48cinco imagens aqui pra gente definir
- 11:28:50como é que está a associação.
- 11:28:50>> Essa pergunta, né? Qual dos esquemas
- 11:28:52representa a ligação correta das
- 11:28:53utilizadas no controle remot?
- 11:28:54>> É, depois eu resolvo.
- 11:28:55>> Depois
- 11:28:55>> é porque eu quero analisar as
- 11:28:57associações primeiro.
- 11:28:58>> Mudar pra caneta.
- 11:29:00Repara uma coisa, eu tenho aqui o polo
- 11:29:02positivo
- 11:29:04saindo dessa pilha, polo positivo e
- 11:29:07também o polo positivo saindo dessa, ou
- 11:29:08seja, essa aqui em cima fica uma região
- 11:29:10de maior potencial e aqui embaixo eu
- 11:29:12tenho região de menor potencial.
- 11:29:14Que esse fio é diferente desse,
- 11:29:17>> ambos conectados a diferentes
- 11:29:19potenciais. Essa é uma conexão em
- 11:29:21paralelo.
- 11:29:24Paralelo. E na conexão de pilhas em
- 11:29:26paralelo, a voltagem se soma? Não, eu
- 11:29:29tenho aqui só as cargas.
- 11:29:30>> Eu vou supor que cada pilha tem voltagem
- 11:29:31de 1,5 V, tá? Sempre todas elas. Eu
- 11:29:34tenho aqui nessa conjuntura 3 V.
- 11:29:36Voltagem total.
- 11:29:37>> Eu tenho 1.5.
- 11:29:38>> Eu aumentei a carga total do c.
- 11:29:40>> Cada uma tem 2 amph agora tem 4 amp.
- 11:29:42>> Ele vai funcionar por mais tempo.
- 11:29:43>> Agora olha para essa formação. Parece
- 11:29:45que
- 11:29:45>> e a corrente que elas fornecem. Se se
- 11:29:46cada a corrente que elas estariam
- 11:29:47fornecendo se elas tivessem
- 11:29:48>> é a mesma. E olha só aqui, lado. Se eu
- 11:29:50jogar no kit,
- 11:29:52o circuito não mudou.
- 11:29:54>> Ah, o circuito exige a mesma corrente,
- 11:29:55né? O circuito tá exigindo a mesma
- 11:29:56corrente, V = R ou P = V. A voltagem do
- 11:30:00circuito não mudou, então, constante. A
- 11:30:02resistência do circuito não mudou. A
- 11:30:04potência exigida pelo circuito mudou.
- 11:30:05Logo, a corrente que ele exige também
- 11:30:07não não mudou.
- 11:30:08>> E se eu tenho agora mais carga, o
- 11:30:09circuito vai funcionar por mais tempo.
- 11:30:10>> Brutal. Tomo.
- 11:30:11>> Fechou?
- 11:30:12>> Agora muito cuidado nessa organização
- 11:30:14aqui, porque só para por elas estarem
- 11:30:16uma do lado da outra, alguns alunos
- 11:30:18acham que elas estão em paralelo.
- 11:30:19>> Mas olha o que que ele fez aqui. Eu vou
- 11:30:21pegar mais uma vez o azul pro menor
- 11:30:22potencial.
- 11:30:23>> Tá aqui.
- 11:30:24>> Aham. E agora eu vou pegar o vermelho
- 11:30:25pro maior potencial. Mas olha o detalhe
- 11:30:27do que vai acontecer aqui. Esse vermelho
- 11:30:29veio para cá.
- 11:30:30>> A cabecinha positiva de uma pilha tá na
- 11:30:31parte negativa da cor.
- 11:30:32>> Exatamente. Então eu vou até refazer a
- 11:30:34minha cor. Eu sei que a galera não pode
- 11:30:35usar cores diferentes no Enem e mas eu
- 11:30:37quero que aqui vocês ganhem a habilidade
- 11:30:39de enxergar com cores para vocês poderem
- 11:30:40imaginar na hora da prova. Eu vou
- 11:30:42desfazer o pensamento desse fio ser
- 11:30:43vermelho e vou colocar ele preto, porque
- 11:30:46na verdade o vermelho estará aqui, ó.
- 11:30:48>> Maior potencial aí, né? A maiorça entre
- 11:30:50as duas.
- 11:30:50>> Do azul ao vermelho, eu tenho uma DDP.
- 11:30:53E essas duas pilhas estão ligadas no
- 11:30:56mesmo fio. Isso gera uma ligação em
- 11:30:58série. E se a ligação é em série, eu
- 11:31:01tenho a voltagem total
- 11:31:04de 3 V para essa situação. É óbvio que
- 11:31:06eu tô considerando que cada pilha tem
- 11:31:071,5 V de DDP. Então, Rafael, ali tu
- 11:31:10analisou A e B, a A ela tá de fato em
- 11:31:12paralelo e a B tá de fato em sério. A
- 11:31:14outra CDE, eu tô vendo aqui, não parece
- 11:31:16que tá em nada, tá uma bagunça completa
- 11:31:17aqui. Ele inverteu os polos da pilha
- 11:31:19botou.
- 11:31:19>> É, aqui os polos estão invertidos.
- 11:31:21>> Está em paralelo, mas com polos
- 11:31:22invertidos. uma pilha vai anular outra.
- 11:31:24>> E aqui eu tenho uma série, mas repara
- 11:31:26que os sinais também estão trocados.
- 11:31:27Então essas organizações aqui elas não
- 11:31:29fazem sentido. Tá
- 11:31:30>> indo do negativo pro negativo. Não faz
- 11:31:31nenhum sentido. O que que ele pergunta
- 11:31:32na questão? Usar um controle. A gente
- 11:31:33quer que ele tenha uma DDP de 3 V, tem
- 11:31:35duas pilhas de 1.5 V. Sabe se a ligação
- 11:31:37em série das pilhas possibilita aumento
- 11:31:39da DDP? Claro, em série a gente soma do
- 11:31:40conjunto, tá? Quando ligados em
- 11:31:42paralelo, só ocorre aumento da energia.
- 11:31:43Explicou a matéria toda que anunciado.
- 11:31:45Então, qual dos esquemas é a ligação
- 11:31:46correta? Eu quero ligar em série. O que
- 11:31:47tá em série é a letra B. Questão
- 11:31:48resolvida. Ótimo, cara. Que maravilha.
- 11:31:50Muito direto. Muito bom. Assim. Agora a
- 11:31:53gente volta pra gente continuar matando
- 11:31:54as outras páginas de questão, né? A
- 11:31:55terceira página não, a terceira página a
- 11:31:57gente já matou. Deixa eu ver aqui, ó.
- 11:31:58Aquela era quinta e essa aqui é a
- 11:31:59terceira página. Ela a gente matou. Ó,
- 11:32:01próxima questão, já colocamos aqui, é
- 11:32:03uma que também é sobre brilho para você
- 11:32:04pegar bem o raciinho de brilho.
- 11:32:05>> Ah, quem conecta com aquela que acabou
- 11:32:06de resolver,
- 11:32:06>> tá? Comparando-se o brilho das lâmpadas,
- 11:32:08se a lâmpada A queimar de novo esse
- 11:32:10mesmo contexto, de modo que não possa
- 11:32:12conduzir corrente elétrica, cara, se ela
- 11:32:14queimar de além dela queimar, ela não
- 11:32:16pode passar corrente elétrica por ela,
- 11:32:17quer dizer que ela abriu o circuito na
- 11:32:18prática. quer dizer que ela deixou um
- 11:32:20buraco aqui no circuito e cara, se eu
- 11:32:22tenho aqui uma DDP, uma parte positiva
- 11:32:23que vem para cá e eu tinha aqui uma
- 11:32:25parte negativa que ela tava vindo para
- 11:32:27cá, tava vindo para cá, não, primeiro
- 11:32:28ela passava por aqui, né? Depois ela
- 11:32:29vinha para cá, essa lâmpada aqui agora,
- 11:32:31ela não tá mais com esse potencial maior
- 11:32:33pegando ela. Cores estão não tá mais
- 11:32:35funcionando. Então, na hora que a
- 11:32:36lâmpada A queimar, eu mato também a
- 11:32:38lâmpada B.
- 11:32:39>> Isso. Deixa, deixa eu fazer aqui as
- 11:32:41cores,
- 11:32:42>> tá?
- 11:32:42>> Para, pra galera visualizar bem. Ó, eu
- 11:32:44não mudo de cor enquanto eu não passar
- 11:32:46por um gerador ou por uma resistência.
- 11:32:48Então eu peguei do maior potencial e fui
- 11:32:50levando o vermelho até onde eu pude. A
- 11:32:52mesma coisa eu vou fazer aqui com esse
- 11:32:53outro fio, ó. Vim trazendo. Repara que
- 11:32:55eu não tenho mais para onde levar o
- 11:32:57vermelho. O vermelho já foi para onde
- 11:32:58ele podia. Agora eu vou levar o menor
- 11:33:00potencial até onde eu puder. Levei o
- 11:33:02menor potencial aqui, ó. Ele veio para
- 11:33:04cá. O menor potencial também veio para
- 11:33:06cá. O menor potencial também veio para
- 11:33:09cá. E consequentemente o menor potencial
- 11:33:11veio para cá.
- 11:33:12>> Putz, já começa que a D nunca esteve
- 11:33:13ligada.
- 11:33:13>> A D nunca esteve, cara. Eh, eh, treinem
- 11:33:16essa habilidade. Eu sei que vocês não
- 11:33:18podem usar cores no Enem, mas treina a
- 11:33:19habilidade de enxergar atéonde o
- 11:33:21potencial vai. E o potencial não muda
- 11:33:23enquanto não,
- 11:33:24>> ele não está falando da corrente, ele tá
- 11:33:25falando do potencial.
- 11:33:26>> Potencial. O azul e o vermelho que estão
- 11:33:28representados aqui são os potenciais do
- 11:33:30gerador. Então, eu fui levando o
- 11:33:32potencial até onde eu pude e eu teria
- 11:33:35que mudá-lo ao passar por um
- 11:33:37equipamento. Repara que eu não passei
- 11:33:38por nenhum equipamento aqui enquanto eu
- 11:33:39estive no azul. E isso mostra de forma
- 11:33:41muito clara que a D nunca esteve ligada.
- 11:33:43Perfeito.
- 11:33:43>> Isso mostra que A e B estavam ligadas,
- 11:33:46>> estavam,
- 11:33:47>> elas estavam ligadas do maior ao menor
- 11:33:48potencial, mas A abriu o circuito. E se
- 11:33:52A abre o circuito, esse menor potencial
- 11:33:53se desconecta do maior. E se ele se
- 11:33:56desconecta, a B para de funcionar
- 11:33:58instantaneamente. E aí,
- 11:34:00>> agora é engraçado que a C ela tava do
- 11:34:01maior pro menor e agora que queimou, ela
- 11:34:04continua do maior pro menor. Vada muda.
- 11:34:06>> Ela tá em paralelo com a com toda a DDP,
- 11:34:08ela puxa a corrente que ela precisa. Não
- 11:34:09vai mudar nada a partir de agora. Foi o
- 11:34:11que você falou naquela parada
- 11:34:12independência. entre os equipamentos.
- 11:34:13Agora, um cuidado, tá? A B desliga, ela
- 11:34:16não queima.
- 11:34:17>> Queima a B desliga.
- 11:34:20Exatamente.
- 11:34:21>> Foi. Agora cara, mas perceber que a D
- 11:34:24nunca esteve acesa é o que mata essa
- 11:34:26questão. Se porque a pessoa pode e esse
- 11:34:28é a dificuldade da questão, né? Perceber
- 11:34:29que o potencial ela tava em
- 11:34:31equipotencial, ela não tava da DDP, né?
- 11:34:33>> É o lago aquilo ali.
- 11:34:34>> É perfeito. Então, considerando o brilho
- 11:34:36das lâmpadas, se a lâmpada queimar de
- 11:34:37modo que não possa conduzir corrente, ó,
- 11:34:39A, B e D apagam, se é um erro. A D não
- 11:34:41apaga-se porque jamais esteve acesa. A B
- 11:34:43apaga-se sim. A B apaga- se essa aqui
- 11:34:45queima, essa daqui apaga. A C permanece
- 11:34:47acesa com o mesmo brilho. Perfeito. E a
- 11:34:49D permanece apagada porque não deve
- 11:34:51acesa. Essa questão é muito boa. E,
- 11:34:53cara, espero que com ela vocês aprendam
- 11:34:54esse conceito de levar o potencial até
- 11:34:56onde ele pode. Isso vai ajudar demais.
- 11:34:58>> Exente. Excelente. Excelente. Nossa,
- 11:34:59vamos fazer essa aqui agora que essas
- 11:35:01duas aqui elas são com muito muito muito
- 11:35:03importante. Tá
- 11:35:04>> legal,
- 11:35:05>> cara. Deixa eu puxar a resolução aqui,
- 11:35:06ver o que que você acha. Ó, eu tenho um
- 11:35:08cordão de 200 pequenas lâmpadas que ele
- 11:35:10utilizar em árvore de Natal. Uma pessoa
- 11:35:12verifica que ao retirar somente uma
- 11:35:13lâmpada, cara, se tu tivesse uma árvore
- 11:35:15de Natal, tem um pisca pisca que ele tem
- 11:35:17200 lâmpadas e todas elas estão em
- 11:35:18série, isso já é uma coisa muito
- 11:35:21estranha, porque todas eles vão vai est
- 11:35:23passando a mesma corrente por todos
- 11:35:24eles. Tudo bem, vai ter que ser ali uma
- 11:35:25uma uma boa corrente. A resistência
- 11:35:28deles vai se empilhar, os 100 vão estar
- 11:35:30em série, vai somando a resistência de
- 11:35:31cada um deles. E pior, se tu tirar um
- 11:35:32deles, tu apaga todos.
- 11:35:33>> Mas vou te contar uma coisa,
- 11:35:35>> talvez não seja da tua época. Circuito
- 11:35:36de época era assim, era assim. Aí era
- 11:35:38uma bosta se tu tirava um queimava tudo,
- 11:35:40tudo parava e para encontrar que queimou
- 11:35:42>> brutal. Eu lembro de na infância sentado
- 11:35:44olhando que lâmpada que
- 11:35:45>> agora se todos os pisca-pisca tiverem em
- 11:35:47paralelo, todos eles estão recebendo ali
- 11:35:49a DDP completa do circuito. Isso até
- 11:35:51funciona e eles ficam 100%
- 11:35:53independentes, né? Tem vários que são
- 11:35:54assim, mas existem opções mistas em que
- 11:35:56uma parte deles está em série e essas
- 11:35:58séries aí, vamos supor, tem 10 pisca
- 11:36:00pisca em série e aí eles vão estando ali
- 11:36:01em paralelo, tá? Deixa eu fazer uma
- 11:36:02representação aqui só paraa galera
- 11:36:03entender o que que seria esse capítulo
- 11:36:05com todas as lâmpadas em paralelo. Eh,
- 11:36:07>> todas em série, no caso.
- 11:36:08>> Vou fazer primeiro com todas em
- 11:36:09paralelo. Então, aqui está o o pino da
- 11:36:11tomada que vai se conectar ao maior
- 11:36:13potencial. Aqui está o pino que vai se
- 11:36:14conectar ao menor potencial, que são os
- 11:36:15dois buracos da tomada. Aqui vai vir o
- 11:36:18fio fazeme. Ops. Vai, filho. Vai, vai.
- 11:36:22Não me decepciona não. Isso
- 11:36:24>> aqui vai vir o fio fase e esse aqui
- 11:36:26consequentemente vai ser o fio neutro.
- 11:36:28>> Repara que eu vou conectar cada lampinha
- 11:36:29assim, ó. Uma lampinha aqui.
- 11:36:30>> Lampinha.
- 11:36:31>> Outra lampinha aqui. Outra lampinha
- 11:36:32aqui. 200 lampinhas. Todas elas em
- 11:36:35paralelo. Todas estão independentes. Se
- 11:36:37essa queimar, a vida das outras não muda
- 11:36:39em nada.
- 11:36:39>> Esse circuito que você fez é o mesmo
- 11:36:44que esse aqui, né? Pá, pá, pá, pá, pá.
- 11:36:46Uma lâmpada aqui, uma lâmpada aqui.
- 11:36:48Todas elas aqui com o potencial
- 11:36:49completo.
- 11:36:50>> Exatamente. Exatamente. Agora, e lembra
- 11:36:51que você fala muito sobre global,
- 11:36:53potência global em
- 11:36:55>> aqui. Quando uma lâmpada queima, o
- 11:36:56brilho global muda.
- 11:36:58>> Ah, sim. diminui
- 11:36:59>> o brilho global do conjunto inteiro. O
- 11:37:00individual
- 11:37:01>> não, não muda nada. O paralelo é muito
- 11:37:03independente. Ele tem a DDP toda para
- 11:37:05ele puxa a própria corrente. E outra
- 11:37:06coisa, se uma delas é que para de
- 11:37:07funcionar, a corrente que tem em cada
- 11:37:09uma não muda, porque cada uma em
- 11:37:10paralelo solicita a própria corrente,
- 11:37:11mas a corrente total que passa aqui pelo
- 11:37:12circuito muda. Diminui cada uma aqui,
- 11:37:14diminui. Cada uma tava solicitando 1
- 11:37:15amp, 1 amp, 1 amp. Aí tinha 10 lâmpadas,
- 11:37:17era 10 amp total, que ia uma um para cá,
- 11:37:19um para cá, um para cá, um para cá.
- 11:37:20Agora são nove, porque tem um trecho ali
- 11:37:21que não tá mais pedindo esse cor.
- 11:37:22>> Então agora olha que bonito essa essa
- 11:37:24consequência [risadas] que você percebeu
- 11:37:25agora. Percebeu? Percebeu? Destaquei.
- 11:37:28>> Destacou. É, pode ser mostrado por essa
- 11:37:30equação. Repara, a voltagem não mudou,
- 11:37:32mas a rec total cai.
- 11:37:34>> Perfeito. Nossa, brutal. A rec total do
- 11:37:36circuito não, ela aumenta, né? Porque
- 11:37:38acab tirar paralelo.
- 11:37:39>> É isso aí. Tu tirou um paralelo, tu
- 11:37:41tirou um paralelo, então a rec total
- 11:37:42desse circuito aumentou, ocasionando
- 11:37:44redução na corrente total. Na análise
- 11:37:46global. É isso aqui.
- 11:37:47>> Cada par. Perfeito. E e ao mesmo tempo
- 11:37:48tem a outra análise e tudo fecha aqui.
- 11:37:50Muito bem.
- 11:37:50>> Agora imagina que o circuito fosse
- 11:37:53assim, ó. Ó, ó. Repara que eu não
- 11:37:54encostei esses dois caras aqui. Aham.
- 11:37:56Mas e se eu encostar e colocar aqui as
- 11:37:58lampinhas?
- 11:37:59>> Todas estão em série agora.
- 11:38:00>> Todas agora estão em série. E aí o lance
- 11:38:03é que essa voltagem aqui vai ser
- 11:38:05distribuída entre essas lampinhas.
- 11:38:06>> Se essa voltagem é de 100 V, mas cada
- 11:38:09lampinha só aguenta funcionar com 5 V,
- 11:38:11eu preciso, se eu der mais de 5 V para
- 11:38:13ela queima, estoura.
- 11:38:14>> Preciso ter pelo menos 20 lâmpadas aqui.
- 11:38:15>> Preciso ter pelo menos 20 lâmpadas aqui
- 11:38:17para consumir toda essa DDP.
- 11:38:18>> E quanto mais lâmpada eu vou botando
- 11:38:19aqui, o brilho de todas vai diminuindo.
- 11:38:21>> Vai diminuindo.
- 11:38:21>> Por quê? Porque se eu pegar agora a
- 11:38:22análise global do V igual R, em série,
- 11:38:24cada lâmpada que eu boto sobe a rec
- 11:38:26total do circuito, mas a voltagem total
- 11:38:27permanece a mesma. Então diminui a
- 11:38:28corrente total do circuito. Só que a
- 11:38:30corrente total do circuito é uma só para
- 11:38:31todas elas. Por isso que o brilho de
- 11:38:32todas vai diminuir
- 11:38:32>> ex. Agora fazendo uma análise aqui
- 11:38:34global de P ig V Z. Se eu tô com uma
- 11:38:37voltagem constante, mas estou diminuindo
- 11:38:39a corrente por conta muito grande de
- 11:38:41corrente, a potência global diminui
- 11:38:42também.
- 11:38:43>> Por isso que todas elas brilham menos.
- 11:38:44>> Não. E olha só, a gente vai analisar
- 11:38:46assim, ó. A potência individual
- 11:38:48não tem uma sutileza aqui. Olha só. a
- 11:38:51potência individual delas está
- 11:38:52diminuindo.
- 11:38:52>> Mas beleza, tu tá adicionando lâmpada.
- 11:38:54>> Ah, sim.
- 11:38:54>> Será que mesmo com a redução da potência
- 11:38:57individual, ao adicionar a lâmpada, a
- 11:38:58potência global não vai subir um pouco?
- 11:39:00>> Não, não vai. Essa fórmula mostra que
- 11:39:01não vai.
- 11:39:02>> cara, isso é uma sutileza que o Enem
- 11:39:05Super pode analisar. Mas eu espero que
- 11:39:06eles tenham percebido o que é um
- 11:39:08circuito de lâmpadas de Natal em série
- 11:39:10versus o em paralelo. Hoje em dia é
- 11:39:11muito mais comum o em paralelo ou na
- 11:39:13verdade um misto
- 11:39:14>> que bota ali ramos de paralelo dentro
- 11:39:17deles várias lampinhas em série.
- 11:39:18>> Brutal demais. Muito bom. A gente tem
- 11:39:20aqui então 200 pequenas lâmpadas. Ele é
- 11:39:22árvore de Natal. A pessoa verifica que
- 11:39:24quando ela retira somente uma lâmpada de
- 11:39:25qualquer posição, outras nove não
- 11:39:27acendem mais. Cara, quando eu retiro
- 11:39:28uma, outras nove não acendem mais. Então
- 11:39:29são essas nove que estão em série com
- 11:39:31essa uma, acabou. Eu tenho 200 lâmpadas,
- 11:39:33tirei uma, só nove não acenderam mais.
- 11:39:34Ué, então porque eu tenho 10 lâmpadas em
- 11:39:35série. Quando eu tiro umas nove, apagam
- 11:39:37mais 10 em série, mais 10 em série, mais
- 11:39:3810 em série. Tudo isso em paralelo, tá?
- 11:39:40Essas séries estão em paralelo. Como se
- 11:39:41fosse algo assim, ó. Eu tenho aqui o
- 11:39:43circuito,
- 11:39:44não precisa dessa parte aqui. Essa parte
- 11:39:46aqui.
- 11:39:47>> Isso.
- 11:39:47>> Tá. Tenho aqui esses ramos que estão em
- 11:39:49paralelo, estão pegando a DDP completa,
- 11:39:50mas dentro de cada ramo em paralelo, eu
- 11:39:52tenho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 lâmpadas. Se
- 11:39:55eu tirar uma, as outras nove apagam e
- 11:39:57assim vai.
- 11:39:58>> Se aqui tem 100 V, tem 100 V aqui, não
- 11:40:00tem?
- 11:40:00>> Esses 100 V, eles estão aqui cada uma
- 11:40:02com 10 V. Esses 100 V estão aqui, cada
- 11:40:04uma com 10 V. E por os 100 V se repetem,
- 11:40:05>> ou seja, cada lâmpada dessas recebe 10
- 11:40:07V.
- 11:40:07>> Cada lâmpada recebe 10 V. E o R,
- 11:40:09>> isso, isso, isso, na verdade foi uma
- 11:40:10suposição que a gente fez. Ele ele não
- 11:40:12deu esse dado. A gente tá dando essa
- 11:40:14mesmo. É, eu falei se tivesse 100 V. Aí
- 11:40:15que eu falei se tivesse, né? Porém, as
- 11:40:17de mais 190 lâmpadas permanecem em
- 11:40:19pleno. O pleno é fundamental, em pleno
- 11:40:20funcionando, não muda nada para elas.
- 11:40:22Das outras.
- 11:40:23>> Com base nessa informação, ele tenta
- 11:40:24identificar a estrutura do circuito e a
- 11:40:25relação entre os valores das quantidades
- 11:40:26físicas, entre as quais a razão entre as
- 11:40:29intensidades da corrente elétrica em uma
- 11:40:31das lâmpadas e da corrente elétrica
- 11:40:33total no cordão com as 200 lâmpadas
- 11:40:36ligadas. O que acontece? É fato que a
- 11:40:38corrente elétrica aqui ela é a mesma
- 11:40:40aqui. É fato que a corrente elétrica
- 11:40:42aqui ela é a mesma para essas 10. As 10
- 11:40:43são banhadas aqui pela mesma corrente e
- 11:40:44por aí vai. Vamos supor, vamos supor que
- 11:40:47pode aqui você pode supor valores porque
- 11:40:48ele quer uma razão, tá bom? Ele quer a
- 11:40:49razão entre a corrente individual de uma
- 11:40:52única lâmpada desse circuito e a
- 11:40:54corrente total, não do trecho das 10,
- 11:40:56mas do circuito inteiro. Vamos supor que
- 11:40:58cada lâmpada dessas precisa de 1 amp de
- 11:41:01corrente para funcionar. Vamos supor
- 11:41:02isso que aí na hora que eu supor isso,
- 11:41:02eu já boto aqui. Cada uma precisa de um.
- 11:41:04Se cada uma precisa de um, essas 10
- 11:41:06aqui, só essas 10 estão tá precisando
- 11:41:07passar quanto por elas? Um. Cuidado. Eu
- 11:41:11faço para você perceber. Um.
- 11:41:12>> Cada uma precisa de um. tá passando um
- 11:41:14aqui. Esse ramo em paralelo chama um
- 11:41:16para alimentar as 10 dele. Esse ramo
- 11:41:18também chama um. Esse chama um. Cada um
- 11:41:20dos 20 ramos, porque são 200 lâ cada um
- 11:41:22dos 20 ramos chama 1 amp. Então aqui no
- 11:41:24total vai sair o quê? 20 amp. Vai entrar
- 11:41:26um aqui, um aqui, um aqui, um aqui nos
- 11:41:2720 ramos desse circuito, né? E é isso. A
- 11:41:29corrente total do circuito seria 20. 1
- 11:41:32sobre 20 é a letra C a resposta.
- 11:41:34>> Cara, muito boa essa questão.
- 11:41:35>> Muito boa, né? Caramba, prova. Agora a a
- 11:41:37de baixo eu acho até mais emocionante,
- 11:41:39acho mais gostosinho de resolver, mas o
- 11:41:41pensamento da de cima foi completamente
- 11:41:43utilizado aqui.
- 11:41:44>> Muito bom. Excelente. Numa produções de
- 11:41:46um E detalhe, se você quer estudar mais,
- 11:41:48teste peg igual R naquela outra questão
- 11:41:50e ficar aplicando em cada lâmpada, em
- 11:41:52cada trecho, no circuito inteiro,
- 11:41:53calcular a recuonha uma resistência para
- 11:41:56cada lâmpada que tu vai conseguir ter um
- 11:41:57um Isso, cara, isso é o que o aluno de
- 11:41:58alto desempenho faz. Ele fica ali
- 11:41:59sozinho rabiscando e
- 11:42:02>> e si e si. E e a potência de cada
- 11:42:04lâmpada individual e a potência então de
- 11:42:06todas aqui e a potência total do
- 11:42:07circuito vai nessa. Então no manual de
- 11:42:09instruções de um conjunto de 30 lâmpadas
- 11:42:11dente, ah, tá perfeito. Qual a potência
- 11:42:12nominal de cada lâmpada? Potência
- 11:42:14nominal é a potência que o fabricante
- 11:42:15designou para que ela funcionasse. É a
- 11:42:16potência ideal, tá bom? Deveria estar
- 11:42:18funcionando com essa potência, beleza?
- 11:42:19>> Porque às vezes ele designou uma, mas se
- 11:42:21você liga ali no no aumenta a voltagem,
- 11:42:23você acaba modificando a potência, né?
- 11:42:24Dobrou voltagem, dobra a potência.
- 11:42:25Mentira, errado. Tá bom? Cuidado com
- 11:42:27isso. Sempre pelas fórmulas, tá bom? P é
- 11:42:29igual a V²/ R. Eu tenho o mesmo
- 11:42:30equipamento, tem a mesma resistência. Se
- 11:42:32eu dobrar a voltagem, eu quadriplico a
- 11:42:33potência. Já caiu na prova, tá bom?
- 11:42:34>> E a voltagem está ao quadrado.
- 11:42:36>> Ele tá dizendo aqui que a lâmpada vai
- 11:42:38funcionar de acordo com o requisito.
- 11:42:39Então, se ele disser que a lâmpada tem
- 11:42:40que receber 120 V, ele estará recebendo
- 11:42:42de fato 120 V.
- 11:42:43>> Nossa, isso é bom. Ess análise é mais
- 11:42:45facilitar. É muito importante. Ele disse
- 11:42:46isso, então eu não preciso, eu tenho que
- 11:42:48me atentar os requisitos exatos e não ao
- 11:42:50que tá sendo dado. É o requisito. Qual o
- 11:42:51requisito dessa lâmpada? Então,
- 11:42:53>> tem 30 lâmpadas idênticas, tem a mesma
- 11:42:55resistência, beleza? Usadas para enfeit.
- 11:42:56tá especificado que ele deve ser ligado
- 11:42:57em uma rede elétrica de 120 V,
- 11:42:58resultando em uma corrente total de 4,5
- 11:43:01A, uma corrente total de 4,5 A no
- 11:43:04circuito inteiro, né? No entanto, o M
- 11:43:05não informa a potência nominal de cada
- 11:43:06lâmpada para que são as lâmpadas
- 11:43:07individuais de reposição. Em caso de
- 11:43:08quem? Depois de ligar o conjunto,
- 11:43:09percebe-se que ao retirar qualquer
- 11:43:10lâmpada, 1/3 das cara, é a mesma. Na
- 11:43:13outra, se ele tirava uma lâmpada, outras
- 11:43:15nove apagavam. Então, quer dizer, tinha
- 11:43:1610 ali que estavam em série. Aqui ele
- 11:43:18fala o seguinte, ó. Se eu tirar qualquer
- 11:43:19lâmpada, 1/3 das demais não acende. Mas
- 11:43:21pera aí, são 30 lâmpadas, né, galera? O
- 11:43:23único circuito possível aqui é esse. São
- 11:43:2630 lâmpadas. Se eu tirar uma delas, 1/3
- 11:43:29apaga, né? Inclusive ele disse que o
- 11:43:30quê? 1/3 das demais. Tá errado. Ele se
- 11:43:33expressou errado aqui. Porque eu tirei
- 11:43:35uma lâmpada, as demais são 29. 1/3 das
- 11:43:3729 nem faz nem um número exato.
- 11:43:39>> Não tem como ser. Deveria ser 1/3. Tá
- 11:43:41errado. Definitivamente 1/3 aqui, ó. Ao
- 11:43:43retirar qualquer lâmpada, 1/3 das demais
- 11:43:45das outras 29 não acende.
- 11:43:46>> 1/3 de 29 é 9,66.
- 11:43:49>> Sabe que eu não eu não olhar sutil, né?
- 11:43:52Mas direto pelo automáticão.
- 11:43:53>> É, o único arranjo possível é esse aqui,
- 11:43:55ó. Aqui eu tenho 1 2 3 4 5 10 lâmpadas.
- 11:43:571 2 10 lâmpadas. E aqui 1 2 10 lâmpadas.
- 11:43:59DDP completa para tu, completa para tu,
- 11:44:01completa para tu. Ótimo. Estamos aqui
- 11:44:03então junto, tá?
- 11:44:04>> E agora ele quer saber a potência
- 11:44:05nominal de cada lâmpada. É, tem aqui 120
- 11:44:07V. E o que que ele observou? O seguinte,
- 11:44:08a corrente total aqui
- 11:44:114,5 amp. Mas eu sei que esses 4,5 amp
- 11:44:13eles vão se dividir, vão indo mais pros
- 11:44:15caminhos de menor resistência. Mas o que
- 11:44:17eu tenho aqui são três caminhos de
- 11:44:18idêntica resistência, né? Tem 10
- 11:44:19lâmpadas aqui, 10 lâmpadas aqui, 10
- 11:44:20lâmpadas aqui. Ou seja, esse 4,5 entra
- 11:44:221,5 aqui. Ou seja, essas 10 lâmpadas
- 11:44:25precisam de 1,5 que vai ser utilizado
- 11:44:26por todas elas. Entra 1,5 aqui e entra
- 11:44:281,5 aqui. Como é que eu faço para saber
- 11:44:29a potência nominal de cada lâmpada? Eu
- 11:44:31vou aplicar alguma lei da potência
- 11:44:32especificada para uma única lâmpada. Por
- 11:44:34exemplo, deixa eu testar se eu consigo
- 11:44:35aplicar a mais simples de todas.
- 11:44:36Idealmente seria isso. P igual a VI. Ele
- 11:44:39não me deu a resistência de nenhuma
- 11:44:40lâmpada aqui. Então eu sempre daria para
- 11:44:41descobrir. Se eu tenho duas grandezas,
- 11:44:43eu já consigo descobrir todas. Mas eu
- 11:44:44quero pelo caminho mais rápido. Então
- 11:44:45para eu saber a potência de uma lâmpada,
- 11:44:46eu preciso saber a voltagem a cola tá
- 11:44:47submetida. Cuidado, eu tenho 120 V.
- 11:44:50Esses 120 V eles vão se dividir aqui 1/3
- 11:44:52para cá, 1/3 para cá, 1/ terço para cá.
- 11:44:54Claro que não. São uma violência contra
- 11:44:56a física. Todo mundo que tá em paralelo
- 11:44:57vai receber os 120. Então, ó, tá vendo?
- 11:44:59Essas 10 lâmpadas aqui recebem os 120,
- 11:45:01mas dentro de um mesmo fio, a voltagem
- 11:45:03vai se dividindo igualmente se todo
- 11:45:04mundo é igual. Então são 10 lâmpadas
- 11:45:06recebendo 120 naquele mesmo ram em
- 11:45:07série. Cada uma recebe 12. Então a
- 11:45:09voltagem de uma única lâmpada aqui é 12.
- 11:45:11Corrente. São 4,5. No total entra 1,5 em
- 11:45:14cada ramo. Mas esse 1,5 que entra no
- 11:45:15ramo, ele é também a corrente individual
- 11:45:17de cada uma. Porque 1,5 todo mundo pega.
- 11:45:18Então 12 x 1,5. 1,5 x 12 você aumenta de
- 11:45:2150%. Bota mais se aqui tu tem 18. 18 W é
- 11:45:24a potência nominal de cada lâmpada.
- 11:45:26>> Deixa eu fazer uma essa questão. O que
- 11:45:28acontece com a corrente total do
- 11:45:29circuito se uma lâmpada queima?
- 11:45:31>> Boa. Se uma lâmpada queima.
- 11:45:32>> Lâmpada queimou aleatória. Ó, qualquer
- 11:45:33lâmpada que desenhar aqui poder.
- 11:45:35>> Qualquer lâmpada queimou. Acontece do
- 11:45:38três.
- 11:45:39>> Se essa lâmpada aqui queimar que vai
- 11:45:40acontecer com a corrente tocando,
- 11:45:41>> tá? Ela quando essa lâmpada queimar
- 11:45:42aqui, ela vai, primeira pergunta, ela
- 11:45:43vai interromper esse fio aqui. Vai
- 11:45:45interromper. Tá bom? Então, porque às
- 11:45:46vezes ele pode dizer que ela queimou,
- 11:45:47mas ele tem um jeito. Vou lâmpada e
- 11:45:49queimou,
- 11:45:50>> ela interrompe mesmo.
- 11:45:50>> Ela interrompe, o circuito tá aberto.
- 11:45:52>> Tá. Então, olha só, ele matou tudo isso
- 11:45:54aqui. Matou tudo isso aqui. Tu perguntou
- 11:45:55o que da corrente total.
- 11:45:56>> Aquele 1,5 tinha 4,5 total. Aquele 1,5
- 11:45:58que era chamado por aqui, ele não é mais
- 11:46:00chamado. E agora tinha 4,5 de corrente
- 11:46:02total. O que que o 4,5 de corrente total
- 11:46:04vai fazer? Vai se tá errado.
- 11:46:05>> Vai se dividir
- 11:46:06>> agora. tá errado. Aquele trecho é
- 11:46:07justamente para te provocar, para você
- 11:46:08ficar com sua cabeça. Esse trecho deixou
- 11:46:10de solicitar os 1 e-mail dele. Esse
- 11:46:11trecho continua solicitando o e-mail
- 11:46:12dele, continua solicitando o e-mail
- 11:46:13dele. Nova corrente total é 3 ampito. Só
- 11:46:15isso, tá bom?
- 11:46:16>> Esse o pensamento.
- 11:46:17>> Tá resolvido aqui mais uma, tá? Então a
- 11:46:19gente terminou aqui agora a página
- 11:46:20quatro e na página cinco a gente já
- 11:46:22tinha inclusive resolvido aqui. Calma aí
- 11:46:24que vai passar agora, ó. Passou. A gente
- 11:46:26já resolveu essa daqui da página cinco,
- 11:46:27tá? Vamos pegar agora. Ã
- 11:46:29>> ah, pega o de capacitor.
- 11:46:31>> Ah, o de capacitor. Bacana. Não
- 11:46:33>> é essa daqui, ó. Essa aqui é muito boa
- 11:46:34de capacitor. O valor da carga
- 11:46:36armazenada por esse desfibrilador em
- 11:46:38coulumb, vamos lá, vamos lembrar o
- 11:46:40seguinte, tá? Quando a gente tinha
- 11:46:42capacitores, a gente tinha só duas
- 11:46:43fórmulas que o Rafael tinha mostrado, tá
- 11:46:44bom? A gente tem que a carga armazenada
- 11:46:46nele é C x V, capacitância vezes
- 11:46:48voltagem. Se a gente quiser saber a
- 11:46:50energia, deixa eu fazer com E aqui
- 11:46:52diferente, quer saber a energia elétrica
- 11:46:54de um capacitor, você repete aqui o C
- 11:46:55vezes V, bota ao quadrado aqui e bota o
- 11:46:57dois aqui embaixo. Certo?
- 11:46:58Só que o que ele quer, a pergunta do
- 11:47:00problema é sobre a carga, carmazenada,
- 11:47:01então nem vou me importar aquilo ali.
- 11:47:03Ele ele pode salvar a vida de uma
- 11:47:04pessoa, ataque cardíaco, tem um
- 11:47:05capacitor que pode ser carregado por uma
- 11:47:06fonte com alta tensão ou pode fornecer
- 11:47:07energia ao coração por meio de um choque
- 11:47:09elétrico para que ele volte a pulsar
- 11:47:10novamente. Expliquei isso inclusive lá
- 11:47:11em corrente elétrica, né? E um
- 11:47:12socorrista dispõe de um desfribilador
- 11:47:14>> que tem e de um desfribilador com
- 11:47:16capacitor de 70 microfarads. Eu acho que
- 11:47:19aquilo queria dizer capacitância,
- 11:47:21>> não é? Normal. É o capacitor desse
- 11:47:24significa exatamente isso.
- 11:47:25>> Todo capacitor e tem uma certa
- 11:47:28capacitância, mas ele ele não c ele diz
- 11:47:30d 70 microfaradas é que fad é medida de
- 11:47:32capacitância. Então isso
- 11:47:33>> vou falar assim ó, uma lâmpada de 70
- 11:47:34ohms, eu não precisei resistência 70.
- 11:47:37Muito bom, muito bom isso. Então eu já
- 11:47:38tenho aqui a capacitância dele, 70
- 11:47:40microfarad, tá bom? É a mesma coisa que
- 11:47:41Farad, porém vezes 10 a3.
- 11:47:43>> Aham.
- 11:47:44>> Que pode armazenar 220 J de energia.
- 11:47:46Opa, eu vou ter que usar a fórmula da
- 11:47:47energia aqui, certamente quando
- 11:47:48conectado a uma tensão de 2500 V. Mas
- 11:47:50ele quer a carga, cara. Para eu ter a
- 11:47:51carga, eu precisava disso aqui e disso
- 11:47:53aqui.
- 11:47:53>> Acabou.
- 11:47:53>> E eu tenho. Aí acabei de ver. Eu não vou
- 11:47:54precisar disso aqui não, porque eu tenho
- 11:47:55já os dois. Carga
- 11:47:58é igual a capacitância, que é 70. Só que
- 11:48:00como é microfarad eu boto xes 10 a men3,
- 11:48:03que aí vai pra farad convertir pra farad
- 11:48:04aqui. E ele tá. Esse aí tu foi pr mil.
- 11:48:06>> Nossa, eu viajei é vezes 10 a tr. Claro.
- 11:48:0810
- 11:48:08>> para virar para virar fadip. Pô, se eu
- 11:48:10tenho miligram e eu quero que ele vire
- 11:48:12grama, né? Eu tenho 1000 mg, eu
- 11:48:13multiplico por 10 por 10 a 3. Micro
- 11:48:16>> é 10 a men6.
- 11:48:16>> Ah, esse foi o erro. Exatamente. Aqui
- 11:48:18tem micro, galera. Mais uma coisa que
- 11:48:19tem que ficar no vídeo, tá? Eu tô lendo
- 11:48:21aqui muito rápido. Eu tô tentando fazer
- 11:48:22muito rápido que a gente tá com muito
- 11:48:23pouco tempo. A gente tem compromissos
- 11:48:24agora urgentes, mas isso é muito
- 11:48:26importante ficar no vídeo. Você viu
- 11:48:27tubando mil? O mil ele é meu. Miligrama
- 11:48:30é realmente 1000 vezes menor. Micro é 1
- 11:48:32milhão de vezes menor, tá bom? Isso é
- 11:48:33uma coisa óbvia, básica, mas se ler sem
- 11:48:34atenção, assim que nem eu tô lendo, você
- 11:48:36também pode esquecer, tá bom? Então é 70
- 11:48:37x 10 a - 6 vezes a voltagem que é de
- 11:48:402500 V, ó, 2000
- 11:48:43V. Esse, antes de executar as
- 11:48:45multiplicações aqui, tá? Eu vou observar
- 11:48:47que esse zero com esse zero, com esse
- 11:48:48zero, isso é um 10 elevado a 3, tá? Eu
- 11:48:50posso escrever como 10 elevado 3 e vou
- 11:48:51cortar com esse 10 a -3, de modo que
- 11:48:53aqui só sobre 10 elevado -3. Se você não
- 11:48:55entendeu, faz aí do seu jeito, tá bom?
- 11:48:56Sobrou aqui o 7, sobrou aqui o 25. 7 x
- 11:48:5925 vai me dar 100, 175. 175 x 10 a -3 de
- 11:49:05carga nele, tá? E aí agora a gente ã se
- 11:49:07multiplicar aqui, fizeros uma expressão,
- 11:49:08vírgula, vem para cá, para cá, 0,175.
- 11:49:11Ficou 0,175, que é a letra C.
- 11:49:14>> A nossa resposta, certo? Vamos mais.
- 11:49:16Olha só, pá. Essa aqui, essa aqui é bem
- 11:49:19bacana. Essas duas aqui agora para
- 11:49:21fechar, cara, vão ficar bem bacanas, bem
- 11:49:22bacanas, bem bacanas mesmo, tá?
- 11:49:24>> A preocupação com a sustentabilidade faz
- 11:49:26com que se procurem cada vez mais
- 11:49:27métodos eficientes para economia de
- 11:49:28energia elétrica. Um procedimento que se
- 11:49:29pode adotar é a substituição das
- 11:49:30lâmpadas incandescentes por lâmpadas de
- 11:49:32LED nas residências. Uma lâmpada
- 11:49:33incandescente que opera 8 horas por dia,
- 11:49:36foi substituída por uma LED. Tem uma
- 11:49:37incandescente, tem uma de LED na
- 11:49:38questão, né? Elas apresentam 60 W e 8 W
- 11:49:41de potência nominal de consumo, Pedro.
- 11:49:43Então, a incandescente é bem melhor
- 11:49:44porque ela tem mais potência. Não, isso
- 11:49:45aqui é o consumo. Provavelmente desses
- 11:49:4760 W totais aqui de uma incandescente, a
- 11:49:50potência útil, que é a potência que de
- 11:49:51fato é luminosa, é muitas vezes o quê?
- 11:49:53Qual potência esperada aqui, talvez 12 W
- 11:49:55vai pra potência luminosa, só 20%. É
- 11:49:57isso aí. A taxa é no máximo essa,
- 11:49:59>> no máximo essa, né? Então ela teria 20%
- 11:50:01de eficiência, então tá te mandando 12
- 11:50:02W. Agora essa de LED que só tem 8 W de
- 11:50:04consumo de potência na tomada, muitas
- 11:50:06vezes ela te entrega o quê? 7,5,
- 11:50:08uma eficiência altíssima de 90% ou mais.
- 11:50:11Tá bem?
- 11:50:12>> Eh, tirar isso aqui agora. Vamos lá. Ã,
- 11:50:15e respectivamente, a redução do consumo
- 11:50:17de energia elétrica em kilow hh obtida
- 11:50:19durante 30 dias. Olha só. Então, ele
- 11:50:20quer que eu compare, a gente sabe que
- 11:50:22potência é energia sobre tempo, mas aqui
- 11:50:25ele quer que eu compare as energias, tá
- 11:50:27bom? Então, ele quer comparar aqui, ó, o
- 11:50:28a redução do consumo de energia. Então,
- 11:50:29em vez de ver potência, energia sobre
- 11:50:30tempo, eu vou escrever energia é a
- 11:50:32potência vezes o tempo. Eu poderia
- 11:50:35descobrir quanta energia, né, vou eu
- 11:50:37quero isso aqui em kilow/h, tá bom?
- 11:50:38Então, vou calcular aqui em wathora, né?
- 11:50:40Eu posso pegar aqui a potência em wat
- 11:50:42que eu tenho dessa primeira lâmpada e
- 11:50:44posso pegar aqui o tempo que ela fica
- 11:50:45ligada em hora, né? Ele quer saber em 30
- 11:50:46dias, então 30 x 24. Vou descobrir a
- 11:50:47energia que essa lâmpada gasta. Depois
- 11:50:49eu comparo com a energia que a lâmpada
- 11:50:50de LED gasta e vejo qual foi a redução.
- 11:50:52Entretanto, nesse tipo de problema, eu
- 11:50:54posso fazer uma equação só, porque ele
- 11:50:55tá é assim que tu faria, então, né?
- 11:50:57Imagina.
- 11:50:57>> É, eu não gosto todo mundo faz separado.
- 11:50:59>> É porque ele quer o seguinte, olha só,
- 11:51:00qual foi a redução do consumo de
- 11:51:01energia, invés de eu fazer festa na sua
- 11:51:03casa, fazer separado, redução é o quê?
- 11:51:05Exatamente.
- 11:51:07Gastava 60 W de potência que que puxava
- 11:51:1060 W, eu tô usando uma de 8. Então eu tô
- 11:51:11economizando aqui 52 W, 52 J a cada
- 11:51:15segundo que eu utilizo essa daqui. Se eu
- 11:51:16utilizar aqui, ó, energia é igual a
- 11:51:18potência vezes tempo e eu colocar em vez
- 11:51:20da potência primeiro da lâmpada
- 11:51:21encandescente, depois a deslé de
- 11:51:22subtrair, eu já colocar a potência
- 11:51:24economizada, eu deixo de gastar 52 W.
- 11:51:26Ah, mas durante quantas horas? Aqui tá
- 11:51:28em wat, tem que multiplicar por hora
- 11:51:29para encontrar wat. Durante quantas
- 11:51:30horas? Eu te pergunto. Durante 30 dias,
- 11:51:32cada dia tendo 24 horas. Aqui eu já
- 11:51:34tenho a minha energia, não de uma nem de
- 11:51:35outra, a energia economizada.
- 11:51:36>> Não, não. 8 horas por dia de
- 11:51:38funcionamento.
- 11:51:38>> Ah, é 8 horas por dia. Eu botei que
- 11:51:39funciona o dia todo, tá bom? Tem que ler
- 11:51:40aqui com com atenção, tá bom? Então, não
- 11:51:42funciona o dia todo. Ele disse aqui
- 11:51:43justamente que são 8 horas por dia de
- 11:51:45funcionamento, tá bom? Então, são 8
- 11:51:46horas por dia de funcionamento. Para, eu
- 11:51:47vou primeiro dar uma olhada aqui agora
- 11:51:48nas alternativas. Olhei elas, já vi que
- 11:51:51eu vou ter que executar. Tem tem um D
- 11:51:52aqui estranho, 14,40 x D. Deve ser deve
- 11:51:55ser um erro de digitação aqui. É. E aí
- 11:51:57agora eu faço aqui o seguinte, eu vou
- 11:51:58resolver isso da seguinte forma, tá?
- 11:52:00Esse oito eu vou visualizar como sendo 2
- 11:52:02x 2 x 2. E aí eu pego esse 52, vou
- 11:52:05duplicar, duplicar, duplicar. Então ele
- 11:52:06vai virar 104, 208, 416. 416 x 30. Já
- 11:52:11puxo um zero para cá e agora triplico.
- 11:52:13Teria sido mais fácil primeiro triplicar
- 11:52:14o 52, tá bom? Ali vai dar vai dar eh
- 11:52:17aqui vai dar 12.480,
- 11:52:20que é a mesma coisa do que 12,
- 11:52:2348. Mas só para mostrar a multiplicação
- 11:52:25pelo melhor caminho possível aqui para
- 11:52:26vocês, seria melhor ter feito já aqui 3
- 11:52:28x 52. que dá 156.
- 11:52:32156 com esse zero aqui, 1560. Agora
- 11:52:36vezes 8 eu vou duplicar, duplicar e
- 11:52:37duplicar, tá? E aí duplica aqui, fica
- 11:52:393120, 6240, 12.480, 12.480
- 11:52:45WH economizado, mas ele quer em kWh,
- 11:52:47então eu divido por 1000. 12,48 WH
- 11:52:50economizado. Letra D é a resposta. Vamos
- 11:52:52nessa. Olha só, pera aí, deu aquela
- 11:52:55aquela travada, tá, cara? Olha isso
- 11:52:58aqui, questão aí bem bem básica. Me dá
- 11:53:00minha água, por gentileza, tô falando
- 11:53:02muito rápido, né? Quantas horas são
- 11:53:04necessárias para recarregar a energia
- 11:53:06utilizada nesse percurso? Então, quando
- 11:53:07a gente quer recarregar uma bateria, a
- 11:53:09gente faz IQ sobre T.
- 11:53:10>> Muita atenção nessa questão.
- 11:53:11>> Muita atenção, tá?
- 11:53:14Você podia boter muita atenção. Boa
- 11:53:15>> para você e e a galera, porque isso aí é
- 11:53:18um muito
- 11:53:18>> lá. Quantas horas são necessárias para
- 11:53:19recarregar a energia utilizada nesse
- 11:53:20processo? Já acredito que eu vou usar
- 11:53:21aqui
- 11:53:22>> potência energia sobre igual aí.
- 11:53:24>> Falou de energia e tempo. Tem, tem que
- 11:53:25escrever essa fórmula. e tô querendo
- 11:53:26encontrar o tempo aqui, tá bom? Carros
- 11:53:28elétricos cada vez mais baratos. Pá, pá.
- 11:53:30É muito lento carregar bateria. Os
- 11:53:31usuários de transporte precisam se
- 11:53:33conscientizar. Só informação aqui
- 11:53:34desnecessária, só para você entender.
- 11:53:36Após realizar um percurso de 110 km, o
- 11:53:38motorista pretende recarregar as
- 11:53:38baterias do seu carro elétrico, que tem
- 11:53:39um desempenho médio de 5 km a cada kWh
- 11:53:42de energia que eu tenha.
- 11:53:43>> Aham.
- 11:53:44>> Aqui eu já consigo saber quantos kilowh
- 11:53:46ele tem que ter para fazer esse trajeto
- 11:53:47aqui, tá? Que esse trajeto aqui, no
- 11:53:49caso, ele é 22 vezes maior, porque 110
- 11:53:51dividido por 5, dobro dividido por 10 é
- 11:53:5222. Então, já sei que ele tem que ter
- 11:53:5322h. Faz uma regra de três, ó. 5 km, eu
- 11:53:56preciso de 1 kw/h. 110 km eu preciso de
- 11:53:58quantos kWh? Eu fiz de cabeça, eu sei
- 11:53:59que eu preciso ter uma energia dentro do
- 11:54:01meu carro de 22 kwhh. Se eu quiser fazer
- 11:54:04esse mesmo trajeto, tá? Usando um
- 11:54:05carregador, há uma tensão é percorrido,
- 11:54:07tá? E após realizar, é, se ele disse que
- 11:54:09foi após realizar esse percurso, ele
- 11:54:10quer recarregar, ele quer devolver o que
- 11:54:12ele perdeu aqui. De fato, ele perdeu 22
- 11:54:14KWh, ele quer devolver isso usando um
- 11:54:15carregador ideal que opera numa tensão
- 11:54:17de 220 V e é percorrido por uma
- 11:54:18corrente, pá. Se eu tenho aqui a
- 11:54:20voltagem do carregador e tenho a
- 11:54:22corrente que percorre, eu tenho a
- 11:54:23potência do carregador. Já era, já tem o
- 11:54:24que eu preciso aqui, tá bom? potência
- 11:54:25não é igual a vi. Se quiser, se quiser
- 11:54:27uma pode ser um mecanismo bom de
- 11:54:28resolução, tá bom? Isola o tempo aqui,
- 11:54:30tá bom? Então você vai ficar com tempo é
- 11:54:32igual a energia necessária dividido pela
- 11:54:34potência. Pode fazer dessa forma aqui,
- 11:54:37tá? Agora a gente vai querer encontrar
- 11:54:38esse tempo. Ele quer o tempo em hora.
- 11:54:40Ótimo. Porque quando eu botar uma coisa
- 11:54:42aqui em wath kW/h e colocar uma potência
- 11:54:45em wat, eu vou encontrar em hora.
- 11:54:46>> Aham.
- 11:54:46>> Então eu vou colocar aqui a energia que
- 11:54:47eu preciso que é 22 kwh. Muito cuidado,
- 11:54:50tá bom? Eu já vou já vou fazer assim 22
- 11:54:51kwh. Vou escrever 22.000 Isso porque
- 11:54:55aqui embaixo eu vou ter potência em wat.
- 11:54:56A potência não é VII, eu já escrevo aqui
- 11:54:58o VI, é
- 11:54:59>> sem nem fazer o cálculo.
- 11:54:59>> Nas fórmulas de eletricidade, como a
- 11:55:01gente usa sempre o R, que é volt, o cara
- 11:55:04sempre estará em wat. Então essa
- 11:55:05estratégia aqui ela é muito importante.
- 11:55:06>> Muito bom. E aí agora foi foi importante
- 11:55:08também não ter resolvido a multiplicação
- 11:55:09separada para encontrar a potência do
- 11:55:10carregador, porque eu percebi que eu
- 11:55:12poderia escrever aqui, ó, 220 vezes
- 11:55:14aquele 20 ali, ó. Olha que lindo. Corta
- 11:55:16aqui, corta aqui. 220 di por 220 dá 1.
- 11:55:19Um. Com esse zero aqui eu vou levar 10.
- 11:55:21O quê? Isso aqui era uma potência em
- 11:55:22wat. Corta wat com wat. Eu levo 10 horas
- 11:55:25para carregar isso aqui. Não tem mais
- 11:55:26nenhum ponto aqui que eu deixei para
- 11:55:27trás. Então calma aí. Tem alguma coisa
- 11:55:29errado,
- 11:55:38>> mano. Não faz sentido.
- 11:55:39>> É, não achei o erro não.
- 11:55:42>> Não faz sentido.
- 11:55:42>> Deixa eu ver.
- 11:55:47Tá aqui o erro, Rafa.
- 11:55:49Eu esqueci desse dois aqui. Eu encontrei
- 11:55:5110 e não dividi para esse dois. Quando
- 11:55:52divide, dá cinco, que é a resposta.
- 11:55:55Olha que brutal.
- 11:55:56>> Que susto, cara.
- 11:55:57>> Eu tô muito feliz de estar gravando essa
- 11:55:59aula aqui em altíssimo desempenho
- 11:56:01>> depois de ter dormido às 3:15 da manhã e
- 11:56:03acordado às 6, porque eu tô com duas
- 11:56:04horas e pouco porque além de estar dando
- 11:56:06uma aula de física sensacional, eu tô
- 11:56:08mostrando todo tipo de erro de falta de
- 11:56:09atenção que pode acontecer na prova. Eu
- 11:56:10fiz a simplificação toda aqui, esqueci
- 11:56:12de dividir por esse dois
- 11:56:13>> e eu fui consultar para ver se tinha
- 11:56:15alguma se essas alternativas estavam
- 11:56:16erradas.
- 11:56:16>> Examente. E aí eu fiz a simplificação,
- 11:56:18esqueci de dividir pelo dois, deu 10. Se
- 11:56:19não dividir pelo dois, ia ficar na hora
- 11:56:20da prova procurando o meu erro, olhando
- 11:56:21aqui tudo de novo. Muita atenção quando
- 11:56:23for fazer as simplificações, tá bom?
- 11:56:24Aqui é muito complicado porque, né, na
- 11:56:25hora da prova você tá olhando aqui de
- 11:56:26maneira muito mais firme pro teu
- 11:56:28cálculo, tá bom? Aqui fica assim, mas
- 11:56:29isso é um ponto muito válido para tu, tá
- 11:56:30bom? Finalizamos isso aqui, tá bom?
- 11:56:33>> Por enquanto, finalizamos eletricidade.
- 11:56:34>> Caraca, finaliz. Ó, vamos gravar essa
- 11:56:36parte aqui agora só para ter um
- 11:56:37encerramento depois de inserir as
- 11:56:38questões. Tirando essa questão daqui, ó,
- 11:56:42chega aqui agora do meu lado.
- 11:56:45Pera aí, desculpa.
- 11:56:47Galera, finalizamos a revisão, a o
- 11:56:50aprendizado completo eletricidade, a
- 11:56:52insanidade que a gente fez aqui, cara.
- 11:56:53>> Cara, foi uma das coisas mais difíceis
- 11:56:54que eu já fiz na minha vida. Porque
- 11:56:55>> magnetismo eletricidade, cara. É porque
- 11:56:57ontem a gente bateu aí quase 8 horas
- 11:56:58líquidas de gravação, mas no total foi
- 11:57:0013, 14 horas de trabalho para preparar a
- 11:57:02gravação.
- 11:57:02>> Cara,
- 11:57:03>> dormimos só 2 horas e pouco essa noite e
- 11:57:05já agora finalizamos a eletricidade,
- 11:57:06>> cara.
- 11:57:07>> Muito obrigado, meu irmão.
- 11:57:08>> Muito bom, muito bom.
- 11:57:09>> Galera,
- 11:57:10>> espero que a galera goste, cara.
- 11:57:11>> Se tu chegou até aqui, não, se tu chegou
- 11:57:13até aqui, tu gostou muito, tu é nosso
- 11:57:14fã, tu tá de parabéns também. A gente
- 11:57:16também gosta muito de você, te valoriza
- 11:57:17muito.
- 11:57:18>> Sou teu fã também. Uma grande alegria da
- 11:57:19vida de um professor é ter alunos bons.
- 11:57:21E eu queria só dessa vez, eu poderia
- 11:57:22aqui no final desse vídeo agora falar
- 11:57:23sobre, pô, a Black Frid vai ser dia 3 de
- 11:57:26novembro, revelar a oferta, clica aqui
- 11:57:27no link, poderia dizer se ela já tá
- 11:57:28aberta, compra, isso tudo é verdade, mas
- 11:57:30dessa vez eu quero fazer diferente, tá
- 11:57:31bom? É óbvio, se tu chegou até aqui, tu
- 11:57:33já vai comprar a plataforma, eu sei
- 11:57:34disso, mas
- 11:57:34>> dessa vez eu quero fazer diferente. Eu
- 11:57:35quero dar os parabéns para você, tá bom,
- 11:57:37que acompanha aqui. Porque assim, ã, eu
- 11:57:39tava comentando isso com Rafa, né? A
- 11:57:40audiência que a gente construiu aqui é
- 11:57:42bizarra, as pessoas fazem comentários
- 11:57:43muito bem articulados, muito bem
- 11:57:44escritos.
- 11:57:45>> Cara, você sabe que é um tipo de aluno
- 11:57:47muito refinado que tem aqui, né? Muitas
- 11:57:48vezes tu com a experiência presencial,
- 11:57:49tu sabe que numa sala tem uma
- 11:57:51porcentagem que são desses alunos,
- 11:57:52>> mas acaba que aqui quem tá aqui já tá
- 11:57:54selecionado para ser esse aluno. Parece
- 11:57:56que só tem aqui gente muito boa que tá
- 11:57:57querendo muito aprender.
- 11:57:58>> Parabéns galera. Rafa Santana, meu
- 11:58:01amigo, meu mentor, meu professor de
- 11:58:02física, o cara que mais me ensinou
- 11:58:03física na minha vida. E cara, é um
- 11:58:04prazer estar aqui contigo, meu irmão.
- 11:58:06>> Galera, sempre
- 11:58:07>> fiquem todos aí com Deus. Vamos nessa.
- 11:58:09>> Fala galera, beleza? Professor Pedro
- 11:58:11Assade na área. Que alegria, que esforço
- 11:58:13absurdo. Como eu tô feliz de ter
- 11:58:14entregue isso aqui para vocês, tá bom?
- 11:58:15Quem assistiu o vídeo percebeu o nível
- 11:58:17da brutalidade, o quanto o vídeo foi
- 11:58:18absurdo. E talvez você tenha percebido a
- 11:58:20única coisa que teve que ficar de fora
- 11:58:21do vídeo, porque foi impossível. A gente
- 11:58:23regravou várias vezes, a gente não
- 11:58:24encontrou espaço de modo algum. Foi
- 11:58:26hidrostática, tá bom? Ã, foi questões
- 11:58:29específicas de trabalho, tá bom? A gente
- 11:58:31falou muito de energia, muito de
- 11:58:32potência, mas questões específicas de
- 11:58:33trabalho, força vezes distância, a gente
- 11:58:34não conseguiu. É alavanca, tá? A gente
- 11:58:36não conseguiu falar de alavanca e não
- 11:58:38conseguiu falar de gravitação, tá bom?
- 11:58:39Foram esses tópicos que acabaram ficando
- 11:58:40de fora. E por que que ficaram de fora,
- 11:58:42tá bom? A gente poderia ter comido
- 11:58:43exercícios de eletrodinâmica para
- 11:58:44colocar eles, mas não valeia a pena, tá
- 11:58:45bom? Porque esses tópicos são muito
- 11:58:47menos importantes. Esses tópicos
- 11:58:48praticamente não caem, tá bom? Tem muito
- 11:58:49tempo que não tá caindo. Claro que pode
- 11:58:51ser que caia, tá bom? E também também,
- 11:58:53claro, e teve não não é que ficou de
- 11:58:55fora, mas teve eletromagnetismo e e
- 11:58:57óptica que não ficou de fora, tá bom? É
- 11:58:59porque a gente não queria fazer
- 11:59:00eletromagnetismo e óptica de qualquer
- 11:59:02jeito, então a gente postou separado.
- 11:59:04Então tem outro vídeo aqui no meu
- 11:59:05YouTube que deve ter umas 2 horas meia,
- 11:59:063 horas só de eletromagnetismo, tá bom?
- 11:59:08muito caprichado. E tem outro vídeo aqui
- 11:59:10ainda no meu YouTube só de óptica e um
- 11:59:12só de lentes. Então, todo o conteúdo
- 11:59:13está aqui no meu YouTube, postado na
- 11:59:14mesma data desse vídeo aqui todo, tá
- 11:59:16bom? É, só que nesse vídeo ficou
- 11:59:17impossível. A gente teria que ter comido
- 11:59:18um monte de exercício importante de
- 11:59:19mecânica, de cinemática, de dinâmica, de
- 11:59:21eletrodinâmica, termologia, ondulatória
- 11:59:22que cai todo ano, cai com frequência
- 11:59:24para ficar colocando coisa só para
- 11:59:25enfeitar o vídeo. Então, a gente botou
- 11:59:26eletromagnetismo muito detalhado, a
- 11:59:28gente queria dar tudo de
- 11:59:29eletromagnetismo. Então, foram 3 horas
- 11:59:30de aula, não dá para colocar nesse vídeo
- 11:59:31aqui, tá bom cara? Espero que você tenha
- 11:59:32gostado. Plataforma s tá aqui, tá aqui
- 11:59:34embaixo também. Assina, cara, assina. Tu
- 11:59:36vai ver que lá na plataforma tem muito
- 11:59:37mais coisa. Cada matéria dessa aqui na
- 11:59:38plataforma Side, ela não é dada em 2
- 11:59:40horas, 3 horas, 4 horas. Só ondulatório
- 11:59:42na plataforma SID já são 12 horas, só
- 11:59:44eletrodinâmica são 20 e poucas horas, tá
- 11:59:45bom? Lá é inteligência de verdade. Você
- 11:59:47tem o professor Rafael lá nos
- 11:59:47vestibulares tradicionais junto comigo.
- 11:59:49E é isso, tá bom? Espero você. Curto o
- 11:59:50vídeo, comente, compartilhe com quem
- 11:59:52precisa e vamos nessa.
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