Interpretação de texto na prática — Transcript
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- 0:00Olá, meus amigos, tudo bem? Tudo
- 0:01tranquilo? Vamos fazer então aqui a
- 0:04nossa correção do caderno cinco, né?
- 0:06Ficou aí para vocês o para casa, né?
- 0:08Então, na nossa transmissão eh anterior
- 0:11a gente falou que a gente deixaria o
- 0:13comentário desse nosso caderno cinco,
- 0:16caderno cinco da nossa aula um de
- 0:17segunda-feira, e a gente enviaria para
- 0:20vocês o link, beleza? Então, a gente vai
- 0:22aqui trabalhar essas questões, beleza?
- 0:25Então, venha comigo à tela. Temos então
- 0:27aqui o nosso caderno cinco. Deixe-me só
- 0:29ajustar tudo direitinho aqui pra gente e
- 0:31aí a gente começa a correção. Detalhe
- 0:35então é o seguinte, a gente vai fazer a
- 0:36leitura do texto, como a gente fez
- 0:38também nas aulas anteriores, e a gente
- 0:40vai na sequência fazer a observação,
- 0:43beleza? Olha só, emergentes à frente, as
- 0:48tecnologias de segurança digital, por
- 0:50meio da biometria estão evoluindo para
- 0:54coibir roubos e fraudes, seja nas contas
- 0:57bancárias, seja nas eleições. Isso
- 1:00acontece principalmente em países
- 1:02emergentes, que nesse quesito estão à
- 1:04frente de nações desenvolvidas.
- 1:07Grandes democracias, como o Brasil e a
- 1:09Índia estão utilizando a tecnologia para
- 1:12trazer mais segurança aos pleitos. Por
- 1:15aqui, 67% do eleitorado já cadastrou as
- 1:19impressões digitais para se identificar
- 1:21na hora do voto, segundo dados do
- 1:24Tribunal Superior Eleitoral. Não é por
- 1:27acaso, portanto, que uma pesquisa
- 1:28realizada pela empresa francesa Idemia,
- 1:31que ouviu 2800 pessoas em 11 países,
- 1:34apontou que 89% dos brasileiros
- 1:38utilizaram a biometria digital em algum
- 1:40momento da vida. Trata-se do maior
- 1:43índice do mundo. A proporção cai para
- 1:4548% nos Estados Unidos.
- 1:48No reconhecimento de Voz e íris, a Índia
- 1:51lidera.
- 1:52Os bancos também têm adotado a biometria
- 1:55como mais uma ferramenta de segurança.
- 1:58Isso faz com que as populações
- 1:59emergentes confiem mais nesse tipo de
- 2:02tecnologia. Então, julgo ser bem
- 2:05importante a gente avaliar aqui,
- 2:07principalmente o início do texto. Então,
- 2:09nós temos aqui, olha só o título,
- 2:11emergentes à frente. Emergentes à
- 2:14frente. As tecnologias de segurança
- 2:17digital por meio de biometria estão
- 2:19evoluindo para coibir roubos e fraudes,
- 2:23seja nas contas bancárias, seja nas
- 2:26eleições. Então, a biometria, essa
- 2:28tecnologia de segurança digital, né, tem
- 2:30evoluído bastante e ela tem como
- 2:32finalidade coibir roubos e fraudes, seja
- 2:36em contas bancárias, seja nas eleições.
- 2:38Isso acontece principalmente em países
- 2:41emergentes. Daí o título, emergentes à
- 2:44frente, tá legal? Estão à frente de
- 2:46nações desenvolvidas. Então, os países
- 2:48emergentes estão cuidando mais disso.
- 2:50Beleza? Aí ele continua, grandes
- 2:53democracias como o Brasil e a Índia
- 2:55estão utilizando a tecnologia para
- 2:57trazer mais segurança aos pleitos. E na
- 3:00sequência temos aqui um dado, né? 67% do
- 3:05eleitorado já cadastrou as impressões
- 3:07digitais para se identificar na hora do
- 3:09voto. Então são dados, né, colocados
- 3:11aqui pra gente. Ouviu 2800 pessoas em 11
- 3:15países, apontou 89%. Olha aí, então, o
- 3:19número, né, os dados comprovando eh
- 3:22informações, né? Então vamos lá, vamos
- 3:25observar aqui no texto ou na questão. De
- 3:28acordo com o texto, a biometria tem sido
- 3:31empregada para quê? A biometria ela é
- 3:34empregada para quê? Então você vai
- 3:35observar aqui no texto, né, que as
- 3:37tecnologias de segurança eh digital por
- 3:39meio da de biometria estão evoluindos,
- 3:42evoluindo para evoluindo para quê? Qual
- 3:44é a finalidade, né, da biometria? Estão
- 3:48evoluindo para coibir roubos e fraudes,
- 3:51seja em contas bancárias, seja nas
- 3:53eleições. Está vendo? Então, a biometria
- 3:57tem sido empregada para manter a
- 3:59supremacia dos países desenvolvidos. A
- 4:01supremacia não é dos países
- 4:03desenvolvidos. Lembra? Os emergentes
- 4:06estão à frente nesse ponto, não é? Gerar
- 4:09lucros para as empresas de tecnologia. O
- 4:11texto não fala diretamente isso, que é
- 4:13para simplesmente gerar lucro, não é?
- 4:16Realizar pesquisas em várias partes do
- 4:18planeta. Então é para isso. E aí você
- 4:20observa obter dinheiro e ganhar eleições
- 4:24desonestamente.
- 4:25Ganhar eleições desonestamente.
- 4:28Reprimir ações ilegais de várias
- 4:31naturezas. Então, a gente tem aqui que
- 4:33as tecnologias por meio da biometria
- 4:35estão evoluindo para coibir roubos e
- 4:38fraudes, as contas bancárias ou nas
- 4:41eleições. Por isso fica fácil você
- 4:43observar que a alternativa e com dados
- 4:46literais do texto, nós percebemos então
- 4:49aqui a alternativa é como a correta.
- 4:51Beleza? Eu sei que você acertou. Show de
- 4:54bola. Vamos à frente. Observando a
- 4:56questão dois.
- 4:57De acordo com as informações do texto,
- 5:00conclui-se que os dados do Tribunal
- 5:02Superior Eleitoral, esses dados do
- 5:05Superior Tribunal Eleitoral estão aqui,
- 5:08né, que eu marquei para você em cor
- 5:09azul. Então, para que o autor do texto
- 5:14ele emprega esses dados aqui para quê?
- 5:17Qual a intenção desses dados aqui? Então
- 5:19vamos ler o trecho inicial aqui. Olha,
- 5:23as tecnologias de segurança digital por
- 5:25meio de biometria estão evoluindo para
- 5:27coibir roubos e fraudes, seja nas contas
- 5:30bancárias, seja nas eleições. Isso
- 5:32acontece principalmente em países
- 5:34emergentes, que nesse quesito estão à
- 5:36frente de nações desenvolvidas. E aí
- 5:38vem, vamos lá, ó. Grandes democracias
- 5:41como o Brasil e a Índia estão utilizando
- 5:44a tecnologia para trazer mais segurança,
- 5:47mais segurança aos pleitos. as eleições.
- 5:50Por aqui no Brasil, 67% do eleitorado já
- 5:54cadastrou as impressões digitais para se
- 5:57identificar na hora do voto, segundo
- 5:59dados do superior do Tribunal Superior
- 6:01Eleitoral. Não é por acaso, portanto,
- 6:04que uma pesquisa realizada pela empresa
- 6:06francesa Idemia, que ouviu 2800 pessoas
- 6:09em 11 países, apontou que 89% dos
- 6:12brasileiros utilizam a biometria digital
- 6:15em algum momento da vida, tá? sido maior
- 6:17índice do mundo, aquela coisa toda.
- 6:19Beleza? Então, esses dados aqui
- 6:21colocados, né, do Tribunal Superior
- 6:24Eleitoral, ele traz pra gente que que
- 6:26ideia, né? Bom, então esses dados
- 6:30revelam a falta de preocupação com a
- 6:32segurança nos pleitos? Não. Revelam a
- 6:34preocupação com a segurança nos pleitos.
- 6:37Concorda comigo? Agrada tanto em países
- 6:39emergentes como em países desenvolvidos?
- 6:41Não, né? Ele mostrou pra gente em países
- 6:43emergentes, né? OK. Então, a questão de
- 6:45segurança nos pleitos. OK, belezinha.
- 6:49Letra B. Eh, então, conclui-se que os
- 6:52dados do Tribunal Superior Eleitoral
- 6:55confirmam a ideia de que os países
- 6:57emergentes estão usando tecnologia com
- 7:00intuito de garantir mais segurança aos
- 7:03pleitos. Aí a gente vai observar aqui,
- 7:05né, essa ideia no texto que é a
- 7:08seguinte.
- 7:09Ele coloca pra gente que as tecnologias
- 7:11eh por meio da biometria estão evoluindo
- 7:13para coibir roubos e fraudes, seja em
- 7:16contas bancárias, seja nas eleições.
- 7:18Isso acontece principalmente em países
- 7:21emergentes que nesse quesito estão à
- 7:23frente de nações desenvolvidas. Aí ele
- 7:25coloca esse dado para confirmar que
- 7:29justamente está acontecendo em países
- 7:31emergentes que nesse quesito, então
- 7:33nessa questão da segurança, biometria,
- 7:35né, que principalmente nas eleições,
- 7:37estão à frente de nações desenvolvidas.
- 7:40Grandes democracias, como o Brasil e a
- 7:42Índia estão utilizando a tecnologia para
- 7:43trazer mais segurança aos pleitos.
- 7:46Trazer mais segurança aos pleitos.
- 7:48Então, dá pra gente perceber aqui que
- 7:50eles confirmam a ideia de que os países
- 7:52emergentes estão realmente usando a
- 7:54tecnologia com o intuito de garantir
- 7:56mais segurança aos pleitos. Com dado
- 7:58literal, a gente consegue enxergar a
- 8:00alternativa B como correta.
- 8:03Vamos observar a letra C. Reiteram a
- 8:05desconfiança, então, reforçam a
- 8:08desconfiança de que a maioria da
- 8:10população de países emergentes e
- 8:11desenvolvidos têm em relação à
- 8:13tecnologia. Eles têm desconfiança com a
- 8:15tecnologia? Não, se mais pessoas estão
- 8:18usando porque confiam mais. Letra D.
- 8:21Reforça uma ideia de que países
- 8:22emergentes ficam vulneráveis a ações
- 8:25criminosas, sendo por isso melhor evitar
- 8:27a tecnologia? Não, não é melhor evitar a
- 8:30tecnologia. Eles não ficam vulneráveis,
- 8:32né? É justamente para trazer mais
- 8:33segurança. Colocado aí na alternativa B.
- 8:36mostram que os avanços tecnológicos são
- 8:38bem-vindos à sociedade, mas tem se
- 8:40disseminado pouco no cotidiano da
- 8:41população. Não, não tem que se
- 8:43disseminado pouco, né? Na realidade, o
- 8:46que nós estamos observando é um
- 8:47crescimento, né, disso. Por isso a gente
- 8:50nota que com base nesses dados, a
- 8:52alternativa B de bola é a correta. Tudo
- 8:55bem?
- 8:57Vamos à frente pegar mais uma aqui.
- 8:59Questão três. Na frase do texto, na
- 9:03última frase do texto, isso faz com que
- 9:05as populações emergentes confiem mais
- 9:07nesse tipo de tecnologia. O pronome
- 9:09destacado refere-se a. Essa é uma
- 9:11questão que eu acabei deixando pra gente
- 9:14trabalhar aqui na relação da
- 9:15interpretação. Ela fala, ela trabalha
- 9:18essencialmente a coesão, a retomada de
- 9:21expressão. E naturalmente pra gente
- 9:23resolver questões como essa, a gente tem
- 9:24que entender o texto, né? Então o que eu
- 9:27fiz aqui? Eu peguei essas expressões
- 9:30aqui e joguei ela no texto, né? Mostrei,
- 9:33identifiquei lá no texto, coloquei lá
- 9:35para você, tá? para chamar a atenção da
- 9:37gente. Então, vamos notar aqui o
- 9:40vocábulo isso, o pronome isso, ele
- 9:42retoma quem? Isto é, quem faz com que as
- 9:45populações emergentes confiem mais nesse
- 9:47tipo de tecnologia. Então, note, por
- 9:50exemplo, aqui, ó, as tecnologias aí, ó,
- 9:52tem tecnologias, eu coloquei para você
- 9:54em cor azul, evolução da tecnologia, eh,
- 9:57cadastro de impressões digitais, a
- 10:00proporção cai para tanto, reconhecimento
- 10:02de voz e íris, adotar a biometria.
- 10:05Então, tudo isso de certa forma está
- 10:07aqui, ó, tá? Então, fui pegando aqui
- 10:09essas expressões e fui colocando lá pra
- 10:10gente no texto. Então, isso retoma quem?
- 10:14quem faz com que as populações
- 10:15emergentes confiem mais nesse tipo de
- 10:18tecnologia. Então, você vai me ajudar
- 10:20aqui. Olha só. Eh, vou ler daqui, ó. A
- 10:25gente já leu o restante do texto, né?
- 10:27Então, vou ler daqui, ó. Trate-se do
- 10:29maior índice do mundo. A proporção cai
- 10:31para 48% nos Estados Unidos. Por isso,
- 10:34os emergentes estão à frente. No
- 10:36reconhecimento de voz e íris, a Índia
- 10:38lidera. Os bancos também têm adotado a
- 10:41biometria como mais uma ferramenta de
- 10:44segurança. Isso faz com que as
- 10:47populações emergentes confiem mais nesse
- 10:50tipo de tecnologia. Então isso isso
- 10:53significa o quê? Adotar a biometria faz
- 10:56com que as populações emergentes confiem
- 10:58mais nesse tipo de tecnologia, na
- 11:01tecnologia de segurança digital. Beleza?
- 11:03Por isso nós notamos que a alternativa B
- 11:05de bola é a correta, né? Os demais
- 11:09referentes estão bem distantes, a gente
- 11:11não consegue perceber coerência nisso,
- 11:13tá legal? Show de bola. Então, a gente
- 11:16observou aí a alternativa B de bola. A
- 11:18gente agora parte para um outro texto,
- 11:21beleza? Esse texto à distância, a gente
- 11:24vai ler esse texto, uma questão da banca
- 11:27Vunesp, beleza? Então, vamos lá, vamos
- 11:30ler o texto pra gente poder entender
- 11:32legal. Olha só, a distância sempre
- 11:36defendia a tese de que foi as a preguiça
- 11:39que trouxe a civilização. É muito
- 11:41importante esse título aqui, tá? Então a
- 11:44gente depois vai ler com calma e
- 11:45observar esse título aí. Sempre defendi
- 11:48a tese de que a preguiça foi a preguiça
- 11:51que trouxe a civilização. Ah, a preguiça
- 11:55sendo vista como algo positivo, né?
- 11:57Olha, sempre defendi que de que a tese
- 12:01de que foi a preguiça que trouxe a
- 12:03civilização. Caraca. Vamos lá. Vamos
- 12:06tentar entender isso aqui. O que foi a
- 12:09invenção da roda senão o prenúncio da
- 12:11charrete e o triunfo do comodismo?
- 12:15O que foi a invenção da roda senão o
- 12:18prenúncio da charrete e um triunfo do
- 12:21comodismo? Então, o autor parte do
- 12:23princípio de que eh para preservar a
- 12:26preguiça, então o homem acabou
- 12:29inventando a roda, que seria um
- 12:31prenúncio da charreto, ele teria mais
- 12:33comodidade, né, digamos assim, né, se
- 12:36isso teria mais cômodo para ele, em vez
- 12:38de ficar eh eh de repente empurrando
- 12:41coisas, né, tendo que andar muito
- 12:43também. Então, acabaram inventando a
- 12:45roda justamente para ter mais
- 12:47facilidade, para ter mais comodidade.
- 12:50Fomos a primeira espécie a criar um
- 12:53jeito de não ir, mas ser levado, ser
- 12:56levado. Então, em vez de nós irmos a em
- 12:59busca de alguma coisa, nós somos
- 13:01levados. Então essa essa relação aí da
- 13:04char que a gente pode também externar
- 13:07isso, né, aprofundar isso para o veículo
- 13:09que nós temos hoje em dia, o carro, o
- 13:11avião, o barco e assim por diante. Então
- 13:14veja bem, fomos a primeira espécie a
- 13:16criar um jeito de não ir, mas ser
- 13:19levada. Se você for observar bem, na
- 13:21realidade é o ser humano que faz as suas
- 13:23invenções e tem mais comodidade. Os
- 13:25animais não, né? Os demais animais não.
- 13:29A razão do hominídio para deflagrar o
- 13:32processo que resultou no controle remoto
- 13:34foi prática. Veja, a razão do homem para
- 13:38deagrar o processo que resultou no
- 13:40controle remoto foi prática. É muito
- 13:43mais prático ter um controle remoto. Em
- 13:45vez de a gente ter que levantar ir até
- 13:47lá o o a televisão e clicar, né, num
- 13:52canal diferente, mas eu tenho controle
- 13:54remoto. Beleza? Então, foi a questão da
- 13:57prática. O primeiro lance do longo de
- 14:00longo processo que terminou com implante
- 14:03no cérebro foi a pedra arremessada.
- 14:06Depois vieram a lança, o estiling, o
- 14:09arco, a flecha, a catapulta, as armas de
- 14:12fogo. Só um detalhe aqui também, né? A
- 14:15razão do minídio para deflagrar o
- 14:17processo que resultou no controle remoto
- 14:19foi prática, a de atingir uma presa sem
- 14:22arriscar a ser mordido ou almoçar sem
- 14:25ser almoçado. Então a gente foi foi
- 14:29empregando utensílios, peças, a gente
- 14:32foi utilizando elementos que nos
- 14:34facilitaram a vida e aí ele fala: "Poxa,
- 14:38procurando trazer mais praticidade pra
- 14:39nossa vida, procurando trazer mais
- 14:42comodismo pra nossa vida, né? E isso
- 14:45naturalmente foi sendo aperfeiçoado.
- 14:48Então o primeiro lance dos o primeiro
- 14:50lance do longo processo que terminou com
- 14:52o implante no cérebro foi a a pedra
- 14:56arremessada. Depois por quê? Para evitar
- 14:59que que o o próprio ser humano tivesse
- 15:01que brigar com o animal diretamente, né?
- 15:03Então ele utiliza uma peça, ele te usa,
- 15:06utiliza um elemento, ele arremessa a
- 15:08pedra, arremessa a lança e assim ele
- 15:12consegue a sua caça. O stiling, o arco,
- 15:14a flecha, a catapulta, as armas de fogo,
- 15:17o foguete intercontinental, o drone,
- 15:20todos os engenhos para evitar chegar
- 15:23perto. Então, nós começamos a fabricar
- 15:25elementos que nos fazem chegar perto,
- 15:29mas são não necessariamente a pessoa em
- 15:31si, beleza? Mas vários, várias peças,
- 15:35vários instrumentos para isso. A
- 15:37distância sempre foi o inimigo natural
- 15:40do homem. Daí nós observarmos o título,
- 15:43a distância.
- 15:44A distância sempre foi um inimigo
- 15:46natural do homem, ou pelo menos do homem
- 15:48preguiçoso. E homem preguiçoso aqui com
- 15:51iniciais maiúsculas, não é em tom
- 15:53pejorativo, não. Ele mostra o homem
- 15:56preguiçoso como uma vantagem, né? esse
- 15:59homem preguiçoso que começou a fazer as
- 16:01suas invenções para facilitar, para dar
- 16:03mais praticidade para sua vida. Beleza?
- 16:07Vencê-la foi o nosso grande desafio
- 16:09intelectual e agora se abre a
- 16:11possibilidade de subjulgá-la só com o
- 16:14intelecto, desprezando os instrumentos
- 16:17que dá pedra à internet nos ajudaram até
- 16:19aqui. Estamos simbolicamente de volta à
- 16:22savana primeva primitiva, pensando em
- 16:25como empurrar aquele mamute para dentro
- 16:28do fosso sem precisar ir lá. Mas agora o
- 16:31pensamento basta. A vontade se realizará
- 16:35sozinha. sem as mãos, sem mais nada. A
- 16:39preguiça cumpriu sua missão histórica. A
- 16:42ideia aqui, né, é de que estamos
- 16:44avançando tanto nisso que a própria a
- 16:47ideia é de que a própria mente possa
- 16:49resolver todos esses esses problemas.
- 16:52Então, os instrumentos praticamente a
- 16:54gente está já começando a evitar, né?
- 16:57Então, uma questão de implante no
- 16:59cérebro, né? ou de repente aqueles chips
- 17:02colocados e que a pessoa consegue fazer
- 17:04cont consegue controlar sem mesmo a
- 17:07peça, né? É uma evolução ainda maior. E
- 17:09aí ele coloca, isso é uma vantagem ainda
- 17:12maior, né? É a preguiça se concretizando
- 17:14efetivamente, né? A preguiça cumpriu sua
- 17:18missão histórica. Beleza? Então, nós
- 17:21temos aqui o texto que é o seguinte: de
- 17:22acordo com o ponto de vista do narrador,
- 17:25a preguiça, a preguiça pelo narrador aí,
- 17:28ela é ela tem algum, ela tem uma uma
- 17:32ideia pejorativa, negativa na visão do
- 17:35autor? Não, né? É ela que fez ah com que
- 17:40o ser humano fizesse as invenções, né?
- 17:43Inventasse instrumentos, correto?
- 17:45Beleza? para facilitar a vida do ser
- 17:47humano. Então, a preguiça, ela ampliou
- 17:50os horizontes humanos, já que inspirou o
- 17:53homem a buscar soluções para mantê-la.
- 17:56Terror. Aqui é um dado positivo, né? A
- 17:59preguiça ampliou os horizontes humanos.
- 18:01Então, antes ele tinha que caçar, ele
- 18:03diretamente tinha que pegar o animal,
- 18:05mas a preguiça ampliou os horizontes, já
- 18:08que inspirou o homem a buscar soluções
- 18:11para manter a preguiça,
- 18:14para manter a comodidade, para manter a
- 18:17praticidade, esse todas essas invenções,
- 18:20justamente para manter o homem
- 18:22preguiçoso, né, na visão do autor, algo
- 18:25positivo. Beleza? E isso acabou fazendo
- 18:28com que o homem eh eh inventasse mais
- 18:31coisas para trazer mais praticidade à
- 18:33nossa vida. OK, cara. Gostei da
- 18:35alternativa A, mas vamos verificar o
- 18:37restante. A preguiça foi intensamente
- 18:40combatida pelo ser humano que desde
- 18:42tempos longíncos gosta do perigo. Na
- 18:45realidade não. Foi justamente pra gente
- 18:47evitar o perigo. A gente começou a
- 18:49utilizar os instrumentos. Isso foi
- 18:51trazendo praticidade pra gente, correto?
- 18:53Então, não foi intensamente combatida na
- 18:55visão do autor. Colocou o ser humano em
- 18:58situações de perigo, em especial nos
- 19:01momentos de obter a comida. Pelo
- 19:03contrário, em vez de ele ir diretamente
- 19:06ao animal, né, e e caçá-lo e pegá-lo com
- 19:08a própria mão, ele com lanças, ele
- 19:10ficava mais à distância. Lembra disso?
- 19:13Então, a gente vai observar aqui que não
- 19:15colocou o ser humano em situações de
- 19:17perigo. Esteve sempre atelado ao
- 19:19intelecto do homem, marcado pelo medo e
- 19:22pelo desinteresse em agir. O ser humano
- 19:24tem desinteresse em agir? É isso que o
- 19:27texto aqui ele colocou pra gente.
- 19:30Resultou da vontade do ser humano de
- 19:32viver de forma mais civilizada, ainda
- 19:34sem comodismo. E o texto traz a ideia de
- 19:37que o homem quer preservar o comodismo,
- 19:40a praticidade, por isso as invenções,
- 19:42né? Então, com base nisso que a gente
- 19:45foi lendo, né, eh, sempre defendi a tese
- 19:48de que foi a preguiça que trouxe a
- 19:50civilização, o que foi a invenção da
- 19:53rosa senão o prenúncio da charretunfo
- 19:55do comodismo, né? Olha só, atingir uma
- 19:59presa sem arriscar ser mordido, como a
- 20:02gente percebe ali, ele ele pesa, preza
- 20:04pela segurança. Todos os engenhos para
- 20:07evitar chegar perto por ter mais
- 20:09segurança. A distância sempre foi um
- 20:12inimigo natural do homem, ou pelo menos
- 20:14o homem preguiçoso, né? A agora abre a
- 20:18possibilidade de subjá-la só com o
- 20:20intelecto. A preguiça cumpriu sua missão
- 20:22histórica. Então, mais ou menos a gente
- 20:25ao observar isso, a gente notou que
- 20:27realmente a preguiça ampliou os
- 20:30horizontes humanos. Sim, ele conquistou
- 20:32mais elementos, né? Ele foi conquistando
- 20:35praticidade, mais comodismo. OK? Já que
- 20:38inspirou o homem a buscar soluções para
- 20:40manter a preguiça. Sim. Então, letra B,
- 20:44foi intensamente combatida pelo ser
- 20:45humano? Não foi, né? A preguiça não foi
- 20:48combatida. Ela colocou o ser humano em
- 20:50situações de perigo. Não, ela tirou o
- 20:52ser humano de de situações de perigo.
- 20:54Lembra? Esteve sempre atelado ao
- 20:57intelecto do homem. Nem sempre. Foi algo
- 21:00que foi que foi que foi sendo
- 21:02conquistado aos poucos, beleza? E o
- 21:04homem tendo desinteresse em agir, não é
- 21:06esse o caso. Beleza? Resultou da vontade
- 21:09do ser humano de viver de mais de forma
- 21:11mais civilizada, ainda sem comodismo.
- 21:13Então, o homem ele lutou pelo comodismo,
- 21:17digamos assim. ele agiu pelo comodismo.
- 21:20Então, dizer que ele tem um desinteresse
- 21:22em agir não é o caso, né? Mas o
- 21:24resultado é chegar ao conforto, a ter
- 21:26comodidade. É essa a ideia. Por isso, a
- 21:29alternativa A é a correta.
- 21:33OK? Temos aqui um outro texto e esse
- 21:36texto ele tem o título Antigamente. Você
- 21:39vai procurar me ajudar aí nesse texto
- 21:40aí. Antigamente,
- 21:43antigamente as Antigamente as moças
- 21:46chamavam-se madmoes e eram todas mimosas
- 21:50e muito prendadas.
- 21:52Não faziam anos, completavam primaveras,
- 21:55em geral 18. Os janotas, mesmo não sendo
- 21:59rapagões, faziam lispé de alferes,
- 22:02arrastando a asa, mas ficavam longos
- 22:05meses debaixo do balaio, e se levantavam
- 22:08e se levavam tábua. O remédio era tirar
- 22:10o cavalo da chuva e pregar em outra
- 22:12freguesia. Você já começa a perceber
- 22:15vocabulário que não é de nossa rotina,
- 22:18não é? Então, o título do texto é
- 22:20antigamente. Então, você começa a
- 22:22perceber algumas expressões eh daquela
- 22:25época, de uma época antiga, e que a
- 22:27gente supõe o que seria isso, tá legal?
- 22:30Nos dias atuais, não é mesmo? Então,
- 22:32olha só. e se levavam tábua, o remédio
- 22:36era tirar o cavalo da chuva e ir pregar
- 22:38em outra freguesia, né?
- 22:42Eh, as pessoas quando corriam
- 22:44antigamente era para tirar o pai da
- 22:46porca, então tinham algum alguma
- 22:48situação mais eh urgente para resolver e
- 22:52não caíam de cavalo magro. Algumas
- 22:54jogavam verde para colher maduro e
- 22:57sabiam com quantos paus se faz uma
- 22:59canoa. O que não impedia que nesses
- 23:01entrementes esse ou aquele embarcasse em
- 23:04canoa furada, né? Eh, de repente eh,
- 23:08tomava alguma decisão equivocada,
- 23:10digamos assim, né? Encontravam alguém
- 23:13que lhes passasse a manta e azulava,
- 23:15dando as de Vila Diogo.
- 23:18Os mais idosos depois da janta faziam o
- 23:20quilo, saindo para tomar fresca. e
- 23:23também tomavam cautela de não apanhar
- 23:25sereno. Os mais jovens, esses iam ao
- 23:28animatógrafo e mais tarde ao
- 23:31cinematógrafo, chupando balas de alteia.
- 23:34Ou sonhavam em andar de aeroplano, os
- 23:37quais de pouco ciso, se metiam em camisa
- 23:40de 11 varas e até e até em calças pardas
- 23:45não admiram que descem com os burros na
- 23:47água. Então, texto de Carlos Rum de
- 23:50Andrade e a gente vai ter aqui a
- 23:52questão, a utilização de arcaísmos na
- 23:56construção do texto provocou que efeito?
- 23:59Então, o autor ele teve uma intenção
- 24:01comunicativa aí ele utilizou de
- 24:04arcaísmo, isto é, são expressões que a
- 24:06gente não utiliza hoje em dia, né? Não
- 24:08está no nosso vocabulário hoje em dia.
- 24:11Então, qual foi a intenção possível do
- 24:14autor? Então, vamos tentar entender
- 24:17aqui, né?
- 24:18Então, a utilização desses arcaísmos, de
- 24:20uma linguagem arcaica, de uma linguagem
- 24:23antiga, por isso nós temos aqui o título
- 24:26antigamente. Beleza? Qual a intenção
- 24:28então aqui do autor? A utilização do
- 24:31sarcaísmo provocou que efeito?
- 24:34Enriquecimento vocabular,
- 24:37generalização concreto, preservação
- 24:40linguística, caracterização de uma
- 24:42época, falácias, isto é, transmitir
- 24:46falsidade na comunicação. Então, vamos
- 24:49por eliminação, né? É dito, né? A gente
- 24:52sempre sabe que tudo aquilo, por
- 24:54exemplo, tudo aquilo que envolve a nossa
- 24:57linguagem. Então a gente muitas vezes a
- 25:00na nossa língua portuguesa, a gente
- 25:02acaba incrementando, né, implementando,
- 25:05trazendo, por exemplo, o estrangeirismo
- 25:07e colocando no nosso vocabulário da
- 25:10linguagem do marketing, da linguagem da
- 25:12internet, da linguagem da economia. A
- 25:15gente vai somando palavras de outras
- 25:18línguas para a nossa. é o que nós
- 25:20falamos, nós chamamos de enriquecimento
- 25:22linguístico, mas não só palavras
- 25:25estrangeiras, mas até mesmo palavras de
- 25:28cunho regional, por exemplo. Isso
- 25:30enriquece, é cultural, beleza? Mas o
- 25:33autor utilizou expressões antigas.
- 25:37Essas expressões antigas, muitas vezes,
- 25:39a gente não consegue nem entender o que
- 25:41ele efetivamente ele queria dizer.
- 25:43Talvez os nossos avós ao ler isso daqui
- 25:46poderiam lembrar, né, o que seria cada
- 25:49expressão dessa aqui, correto? Beleza?
- 25:51Mas a gente notou aqui que ele quis
- 25:53enriquecer o vocabulário. Será que é
- 25:55isso? Ele queria enriquecer o
- 25:57vocabulário do texto? Porque muitas
- 25:59vezes você, ao querer fazer isso, o
- 26:03texto acaba não tendo a devida
- 26:04compreensão, como aqui a gente percebeu.
- 26:06Alguns poderiam entender certas partes
- 26:08do texto, não é? Generalização concreta,
- 26:12ter. O que que é generalização concreta?
- 26:14Então, ele quis simplesmente generalizar
- 26:15alguma coisa, trazer concretude nisso,
- 26:18aplicabilidade nisso. Não dá paraa gente
- 26:20perceber assim também. Preservação
- 26:23linguística. Ah, então o autor quis
- 26:27mostrar como era a língua de antigamente
- 26:29e ela tem que ser preservada assim até
- 26:31nos dias atuais também não. Ele faz uma
- 26:33brincadeira, né? Ele faz uma brincadeira
- 26:36caracterizando uma época, tá legal?
- 26:39caracterizando essa época antiga, típica
- 26:42aqui, ó, com o título do texto. Por
- 26:45isso, nós notamos que esses arcaísmos
- 26:47foram utilizados para caracterizar uma
- 26:50época antiga. Olha o título,
- 26:52antigamente.
- 26:54Está vendo só? Venha comigo à tela.
- 26:57Vamos pegar aqui a próxima questão. A
- 26:59questão vai falar sobre o texto bola, a
- 27:02bola. Beleza? Então vamos aqui ler esse
- 27:05texto. A bola.
- 27:08O pai deu uma bola de presente ao filho,
- 27:10lembrando o prazer que sentir ao ganhar
- 27:13sua bola, sua primeira bola do pai. Uma
- 27:15número cinco oficial de couro. Agora não
- 27:18era mais de couro, era de plástico, mas
- 27:21era uma bola. O garoto agradeceu,
- 27:23desembrulhou a bola e disse: "Legal, ou
- 27:26que os garotos dizem hoje em dia quando
- 27:28gostam do presente ou não querem magoar
- 27:31o velho". Depois começou a girar a bola
- 27:34à procura de alguma coisa. Beleza, então
- 27:38vamos observar aqui. Deixame só voltar
- 27:40aqui. OK. Beleza. Como é que liga?
- 27:43Perguntou. Então imagina só o pai
- 27:45chegando com uma bola pro filho e o
- 27:47filho fala o seguinte: "Como é que
- 27:48liga?", perguntou.
- 27:51"Como? Como é que liga?" "Não se liga a
- 27:54bola. O garoto procurou dentro do papel
- 27:57de embrulho. Não tem manual de
- 27:58instrução?" O pai começou a desanimar e
- 28:01pensar que os tempos são outros, que os
- 28:03tempos são decididamente outros. Não
- 28:06precisa manual de instrução. O que a
- 28:09bola faz, né? O que que ela faz? Ela não
- 28:11faz nada. Você que faz com ela. O quê?
- 28:15Controla, chuta. Ah, então é uma bola,
- 28:18uma bola. Bola. Uma bola mesmo. Você
- 28:21pensou que fosse o quê? Nada não. Então
- 28:24o garoto esperava um pouco mais, né?
- 28:26Alguma, digamos assim, há uma bola, mas
- 28:29de repente essa bola tem algo a mais,
- 28:31né? Para esse garoto, tá?
- 28:33Eh, nada não. O garoto agradeceu, disse
- 28:36legal de novo e dali a pouco o pai eh o
- 28:39encontrou na frente da TV com a bola do
- 28:41seu lado, manejando os controles do
- 28:43videogame. Algo chamado Monster Ball, em
- 28:47que times de monstrinhos disputavam a
- 28:49posse de uma bola em forma de de blip
- 28:52eletrônico na tela, ao mesmo tempo que
- 28:55tentavam se destruir mutuamente.
- 28:58O garoto era bom no jogo, tinha
- 29:00coordenação e raciocínio, estava
- 29:02ganhando da máquina. O pai pegou a bola
- 29:05nova e ensinou algumas embaixadinhas.
- 29:08Conseguiu equilibrar a bola no peito do
- 29:10pé, como antigamente, e chamou o garoto.
- 29:13Filho, olha. O garoto disse legal. Mas
- 29:16não desviou os olhos da tela. O pai
- 29:19segurou a bola com as mãos e a cheirou.
- 29:21Opa.
- 29:22eh eh segurou a a bola com as mãos e a
- 29:26cheirou, tentando recapturar mentalmente
- 29:29o cheiro do couro. A bola cheirava nada.
- 29:32Talvez o manual de instrução fosse uma
- 29:35bola, uma boa ideia, pensou, mas em
- 29:37inglês pra garotada se interessar. Então
- 29:40aqui é uma crônica, né, do Luiz Fernando
- 29:43Veríssimo, comédia da vida privada. E
- 29:46aqui ele faz uma brincadeira, né, a
- 29:48respeito da do da bola e ele faz um
- 29:51choque de gerações, né, o pai, né, que
- 29:54ele quis mostrar pro filho que ele gosta
- 29:55de jogar bola e tal, fez embaixadinhas
- 29:58ali e tal, mas o filho ele não se
- 30:00interessou pela bola. Tem algo, ele ele
- 30:03sabia o que era a bola, mas quando o pai
- 30:05deu essa bola para ele, ele começou a
- 30:07fazer algumas perguntas, mas será que é
- 30:08só isso mesmo? Só essa bola mesmo? Será
- 30:09que tem alguma coisa que a mais sobre a
- 30:11bola e tal? Então a gente consegue
- 30:14perceber ali um choque de gerações, né?
- 30:17O filho ele até conhece bola e tal, que
- 30:19a bola estava até lá no no seu
- 30:21videogame, né, no seu jogo lá e tal, mas
- 30:25ele já tinha a ideia da bola como outro
- 30:28instrumento, como outro elemento dentro
- 30:30do jogo dele. Então aqui você percebe um
- 30:33choque de gerações do pai e do filho.
- 30:36Beleza? OK. A leitura do texto,
- 30:39tomando-o na sua totalidade, permite-nos
- 30:42concluir que apenas os brinquedos com
- 30:46manual de instrução em inglês são
- 30:47adequados para a garotada. O texto não
- 30:49quis trazer essa ideia, né? Ah, somente
- 30:52os brinquedos com manual de instrução em
- 30:54inglês é que são adequados para a
- 30:56garotada. Não, o garoto não se
- 30:59interessou pela bola, né? Simplesmente
- 31:01isso. O pai achando que estava indo
- 31:03muito bem, mas na realidade isso não
- 31:05chamou atenção do garoto. Letra B. A
- 31:08garotada só consegue brincar com jogos
- 31:10eletrônicos.
- 31:12Então, nesse caso aqui, eh, a leitura do
- 31:15texto tomando na sua totalidade
- 31:19nos permite concluir que a garotada,
- 31:22olha só a expressão eh categórica sobre
- 31:25a qual nós falamos na segunda-feira, a
- 31:27garotada só consegue brincar com jogos
- 31:30eletrônicos.
- 31:32Ele ele ele colocou ali um exemplo,
- 31:35concorda comigo? Com o filho dele. Isso
- 31:37significa que a garotada que a criançada
- 31:39de hoje em dia, ninguém gosta de
- 31:41futebol, ninguém gosta de bola, não. Mas
- 31:44o filho dele não gosta. Concorda comigo?
- 31:47O filho dele não se interessou pela
- 31:49bola, não é mesmo? Pelo jogo de futebol
- 31:51e tal. A gente sabe o nosso conhecimento
- 31:53de mundo, inclusive, né? Isso não quer
- 31:56dizer que outros garotos não gostem de
- 31:58bola, não é mesmo? Então veja, o texto
- 32:01deu um exemplo, a gente não pode ampliar
- 32:04demais. Aí a expressão categórica, a
- 32:07garotada só consegue brincar com os
- 32:09jogos eletrônicos. Não, de repente tem
- 32:12gente, tem garoto e não foi falado no
- 32:14texto que de repente ele gosta eh eh de
- 32:17brincar com a bola também, né? Não só
- 32:19com jogos eletrônicos, tá? Então aqui
- 32:21foi uma expressão categórica pra gente
- 32:23eliminar.
- 32:24Letra C. A coordenação e o raciocínio
- 32:26são desenvolvidos apenas em jogos
- 32:29digitais.
- 32:30O texto não tratou disso. Isso foi uma
- 32:32extrapolação da informação do texto. E
- 32:35essa extrapolação foi somada com uma
- 32:37expressão categóic apenas em jogos
- 32:39digitais. Então, outros não vão produzir
- 32:42raciocínio, nada disso, né? A próprio
- 32:45jogo com a bola, o equilíbrio com a bola
- 32:47também, né? Pode trazer isso. Então isso
- 32:50extrapolou a informação do texto e
- 32:52apenas reforça a expressão categórica.
- 32:56Cada geração se interessa por
- 32:58determinadas brincadeiras. Olha, a aqui
- 33:02o pai representa uma geração e o filho
- 33:04representa a outra geração. Então, de
- 33:07maneira geral, cada geração se interessa
- 33:09por determinadas brincadeiras. Por
- 33:11determinadas brincadeiras. Ele nem falou
- 33:13quais são. Concorda comigo? Então, é uma
- 33:16questão de interesse. O pai e sua
- 33:18geração gostava de jogar bola, né?
- 33:21Gostava de jogar bola. Essa geração
- 33:23gosta mais de jogar videogame, né? Isso
- 33:26é algo natural, mas isso não significa
- 33:28que hoje em dia nenhum garoto queira
- 33:30jogar futebol, não há nenhum problema. E
- 33:33isso está implícito aqui, ó. Cada
- 33:34geração se interessa por determinadas
- 33:37brincadeiras. É bem o olha o tom
- 33:40generalizante aqui. Alternativa D de
- 33:42dado, ela está de bom tamanho.
- 33:45A garotada hoje em dia faz de tudo para
- 33:48agradar aos mais velhos. Você percebeu
- 33:51que por exclusão esse garoto
- 33:53representando então aqui a garotada de
- 33:55hoje, né? Ele não pegou a bola para
- 33:58brincar com o pai dele, para agradar o
- 34:00pai, não. Na realidade, o que ele fez?
- 34:02Ah, legal, pode deixar aí do lado. E
- 34:04continuou o joguinho dele. Então, o
- 34:07exemplo dado no texto justamente eh eh
- 34:11ele contraargumenta essa afirmação aqui,
- 34:13né? Oposição. Por isso alternativa D de
- 34:16dado realmente é correta. Beleza?
- 34:20Vamos para mais um texto. Show de bola.
- 34:22Espero que você esteja entendendo numa
- 34:24boa, né? Eh, a gente vai lendo aqui com
- 34:26vocês. A gente não está fazendo aqui ao
- 34:28vivo para vocês e tal, para tirar dúvida
- 34:29e tal, mas acredito que essa gravação
- 34:31aqui auxilie você. Beleza? Vamos então à
- 34:34frente lendo o texto.
- 34:37A tecnologia, especialmente a internet,
- 34:40exerce grande influência em vários
- 34:42segmentos do nosso dia a dia. Você já
- 34:45reparou que hoje assistimos a filmes e
- 34:47ouvimos músicas via computadores e
- 34:49celulares com sistema operacional?
- 34:52Esses são esses exemplos são alguns que
- 34:54sofrem influências das novas tecnologias
- 34:56de informação e comunicação e que
- 34:59refletem no modo como consumimos
- 35:01entretenimento.
- 35:03A praticidade que as lojas virtuais
- 35:05oferecem para quem quer adquirir um
- 35:07produto é outro exemplo. Graças ao
- 35:09comércio eletrônico, bastam alguns
- 35:11cliques no mouse para você efetuar a sua
- 35:13compra.
- 35:15O trânsito também é influenciado
- 35:17diariamente pelas novas tecnologias.
- 35:19Então, veja só, o texto trata da
- 35:22tecnologia, primeiro parágrafo aqui, ó,
- 35:24mostra tecnologia, correto? A tecnologia
- 35:28exerce grande influência em vários
- 35:30segmentos do nosso dia a dia, tá? Aí ele
- 35:33fala: "Você já reparou que hoje
- 35:34assistimos a filmes e ouvimos músicas
- 35:36via computadores e celulares com sistema
- 35:38operacional? Não precisa ter uma TV para
- 35:40isso ou você ir ao cinema, você pode
- 35:43fazer do computador e do celular.
- 35:45Esses exemplos são só alguns que sofrem
- 35:48influência das novas tecnologias de
- 35:50informação e comunicação e que refletem
- 35:52no modo como consumimos entretenimento.
- 35:55Então, a gente não precisa sair de casa
- 35:57e ir ao cinema para assistir a um filme
- 35:59novo. A gente não precisa estar diante
- 36:02de uma TV para assistir uma novela, algo
- 36:03assim. Você do próprio celular consegue
- 36:06assistir, né? do seu próprio computador
- 36:08consegue fazer isso. A praticidade que
- 36:11as lojas virtuais oferecem para quem
- 36:13quer adquirir um produto é outro
- 36:15exemplo. Eu não preciso sair de casa, ir
- 36:18até um local, uma uma uma um comércio
- 36:22para poder adquirir determinado produto.
- 36:24Eu posso pedir isso de casa e o produto
- 36:27chega até mim, tá? OK. Então, graças ao
- 36:30comércio eletrônico, bastam alguns
- 36:32cliques no mouse para você para você
- 36:34efetuar a sua compra.
- 36:36Aí ele fala sobre esse benefício da
- 36:39internet, correto? Da tecnologia. E aí
- 36:41ele coloca agora, ó, o trânsito também é
- 36:42influenciado diariamente pelas novas
- 36:44tecnologias. O modo como trabalham as
- 36:47oficinas, como ensinam os centros de
- 36:49instrução de condutores e até como atua
- 36:52a legislação na fiscalização das
- 36:53infrações tem relação com os recursos
- 36:56proporcionados pelas ferramentas
- 36:57tecnológicas. Realmente, a tecnologia
- 37:00ela ajuda muito, né? Eh, a oficina dos
- 37:03veículos, se você for ver bem, o
- 37:06trabalho é muito mais técnico, mais
- 37:08específico hoje em dia do que era antes.
- 37:11Também a forma de lecionar paraas
- 37:12pessoas. Então, eh, tem um simulador,
- 37:15né? Tem um simulador, então, que ali
- 37:17evita que a pessoa saia com o carro no
- 37:19trânsito, de repente possa comprometer o
- 37:21trânsito logo no início, depois sim ele
- 37:23vai ter esse hábito. Tudo bem, né? Eh, e
- 37:27também, né, com esses centros de
- 37:29instrução e tal. E aí, como atua a
- 37:31legislação na fiscalização das
- 37:32infrações? A tecnologia também auxilia
- 37:34nisso. Graças a programas de computador
- 37:37avançados, a educação no trânsito passou
- 37:40por alguns avanços, como, por exemplo, a
- 37:42criação de um sistema de escola online,
- 37:45que traz controle na frequência, grade
- 37:47de conteúdo, disponibilidade de
- 37:48atividades e tarefas para alunos. Então,
- 37:50olha, ensino para dirigir, educação do
- 37:52trânsito. Há também simuladores que
- 37:54atuam para aperfeiçoar a prática dos
- 37:56alunos na direção de um veículo. Então,
- 37:59esse parágrafo ele serve para
- 38:01exemplificar, explicitar a informação
- 38:04colocada no segundo parágrafo.
- 38:07Quem reside nas grandes cidades
- 38:08brasileiras sabe que é possível perder
- 38:11horas preciosas do dia em
- 38:14engarrafamentos intermináveis.
- 38:16O fato é que quanto maior a cidade,
- 38:18melhor deve ser o planejamento urbano.
- 38:21Então já é um desafio aí, né? Então
- 38:24grandes cidades, engarrafamento, muita
- 38:26gente perde tempo precioso do seu
- 38:28trabalho, do seu dia a dia, né? E
- 38:31naturalmente quanto mais veículos,
- 38:33quanto maior a cidade, melhor tem que
- 38:35ser o planejamento urbano, né? Assim,
- 38:38algumas ferramentas de tecnologia podem
- 38:40dar uma mãozinha. Então, há uma
- 38:42necessidade dessas ferramentas de
- 38:44tecnologia, elas elas realmente podem
- 38:47melhorar, né, a vida das pessoas na
- 38:50cidade. controle de semáforos por meio
- 38:53de sensores que percebem a presença de
- 38:55veículos e regulam o funcionamento do
- 38:57semáforo conforme o fluxo do tráfego, de
- 39:00forma a evitar o acúmulo de carros,
- 39:02monitoramento remoto por câmeras de alta
- 39:04resolução, com capacidade de captar
- 39:07infrações à lei de trânsito, tais como
- 39:09não utilização de cinto de segurança,
- 39:11estacionamento em local indevido e
- 39:13excesso de velocidade. análise de
- 39:15tráfego, por exemplo, ruas onde passam
- 39:18mais veículos de carga, horários em que
- 39:20determinada via apresenta maior fluxo de
- 39:22veículos, etc. Então, a gente tem uma
- 39:24gama de ferramenta tecnológica que pode
- 39:26auxiliar nesse fluxo de de trânsito, né,
- 39:29nesse fluxo de veículos, beleza?
- 39:33Seja para a educação de pedestres e
- 39:35motoristas, seja para quem quer iniciar
- 39:38um investimento no ramo automotivo, as
- 39:41ferramentas tecnológicas atuais estão aí
- 39:44para trazer mais facilidade.
- 39:47Portanto, se você é ou pretende se
- 39:49tornar um profissional que atua nesse
- 39:51segmento, deve sempre estar atualizado
- 39:54com as novidades tecnológicas criadas
- 39:56para essa área. Então, o título, né,
- 39:58aqui que nós temos do do recorte do
- 40:01texto aí é como a tecnologia influencia
- 40:04o trânsito. Beleza? OK. Então, vamos lá,
- 40:07vamos observar aqui, né? Aliás, o título
- 40:10do texto, né? O título do texto, poderia
- 40:12entender assim, é como a tecnologia
- 40:14influencia o trânsito, tá legal? Beleza.
- 40:18O tema central do texto é qual é a ideia
- 40:23central do texto? ele falou da
- 40:25tecnologia, né, dos benefícios de
- 40:27tecnologia e tal. E ele fala, voltado
- 40:30bastante para a relação com o trânsito,
- 40:31até a gente vai notar aqui, né? Olha só,
- 40:34a como a tecnologia influencia o
- 40:36trânsito. Então, ele começa falando
- 40:39sobre a tecnologia de maneira geral e
- 40:41depois ele vai aprofundando sobre as
- 40:42escolas, sobre as pessoas que trabalham
- 40:46com os veículos, né? E também como se
- 40:48faz, como se faz, né? Qual o ideal para
- 40:51um planejamento urbano, então sistema
- 40:53tecnológico para isso. OK? Beleza?
- 40:56Então, vamos lá. O tema central do texto
- 40:58é criação de um novo segmento
- 41:01profissional. Ele quer criar um novo um
- 41:04novo segmento profissional. Será que é
- 41:07isso? Tem alguma coisa a ver com
- 41:09valorização da da tecnologia, não é? A
- 41:11possibilidade de educar PDS e motoristas
- 41:14para o trânsito. A, ó, realmente, ó, tem
- 41:17relação com PDS e motoristas para o
- 41:18trânsito. Tem a ver, tá? a influência
- 41:21das ferramentas tecnológicas em várias
- 41:23atividades humanas, inclusive no
- 41:25tráfego. Olha, a valorização da
- 41:27tecnologia. Alternativa B, a
- 41:30possibilidade de educar pedestres e
- 41:32motoristas para o trânsito. Se tivesse
- 41:34colocado lá que a tecnologia como
- 41:37ferramenta que possibilita educação de
- 41:39pedestre e motorista para o trânsito,
- 41:40poxa, ficaria massa. Mas ele falou só a
- 41:43possibilidade de educar pedestres e
- 41:45motoristas para o trânsito. Lembra? a a
- 41:48ideia da tecnologia, ela é muito forte,
- 41:51né? Aqui nesse texto. Aí vem a
- 41:53alternativa a C, a influência das
- 41:55ferramentas tecnológicas em várias
- 41:57atividades humanas, inclusive no
- 41:59tráfego. Ele começou falando, né, sobre
- 42:01a tecnologia, a a importância da
- 42:04tecnologia e tal. Depois ele foi levar
- 42:06para o trânsito, lembra? Gostei dessa
- 42:10alternativa C aqui. Alternativa D. A
- 42:13substituição dos meios de comunicação
- 42:15tradicionais pelas tecnologias da
- 42:17informação e comunicação. A substituição
- 42:19dos meios de comunicação anteriores
- 42:22pelos novos. O texto trabalha isso como
- 42:24era antigamente e essa substituição
- 42:27pelos novos. O texto não fala isso. A
- 42:30forma como se deve lidar com o trânsito
- 42:32nas grandes cidades brasileiras. Falou
- 42:34alguma coisa sobre tecnologia aí? Não,
- 42:37essa forma ela ela remete a tecnologia,
- 42:41não sei a forma como se deve lidar com o
- 42:43trânsito nas grandes cidades
- 42:45brasileiras. Poderia falar para você que
- 42:46o ideal para poder lidar com o trânsito
- 42:48é sair 5 horas da manhã e voltar para
- 42:51casa só às 10 horas da noite. É uma
- 42:52forma que eu posso lidar como eu posso
- 42:54lidar com o trânsito. Não tem relação
- 42:56com tecnologia, por exemplo. Beleza,
- 42:59cara? Então, vamos lá. Aí eu eu fiz aqui
- 43:01alguns apontamentos, eu coloquei em cor
- 43:03azul aí algumas coisas que eu já li, já
- 43:05marquei para você anteriormente, beleza?
- 43:07E aí eu gostaria que você percebesse aí,
- 43:10poxa, qual é, né? Qual é a ideia? Então
- 43:12aqui, olha só o título, como a
- 43:14tecnologia influencia o trânsito.
- 43:16Beleza? Assim fica mais prático você
- 43:19notar que a influência das ferramentas
- 43:22tecnológicas em várias atividades
- 43:24humanas, inclusive no tráfego, né?
- 43:27Alternativa C é a correta. Beleza?
- 43:30Então, note, a influência das
- 43:32ferramentas tecnológicas em várias
- 43:34atividades humanas. Ele começou aqui, ó,
- 43:36falando de maneira geral sobre a
- 43:38tecnologia em vários segmentos do nosso
- 43:40dia a dia, né? A grande influência da
- 43:43tecnologia, o trânsito também é
- 43:45influenciado diariamente pelas novas
- 43:47tecnologias e a partir dali ele começou
- 43:49falando de trânsito, tá? Foi
- 43:51explicitando e dando o seu devido valor.
- 43:53Beleza? Por isso alternativa C realmente
- 43:56é correta.
- 43:58A questão oito conclui-se do texto,
- 44:01desse texto que o habitante das grandes
- 44:04metrópoles não se preocupa com a perda
- 44:07de tempo cotidiano. Bom, a gente já sabe
- 44:10que o cidadão, né, nas grandes nas
- 44:12grandes cidades, eles realmente têm uma
- 44:15preocupação grande com a perda de tempo,
- 44:17né? Isso prejudica bastante coisa. No
- 44:19texto, né? A gente analisando no texto,
- 44:22a gente percebe isso. Olha, quem reside
- 44:24nas grandes cidades brasileiras sabe que
- 44:26é possível perder auroras preciosas do
- 44:28dia em engarrafamentos intermináveis.
- 44:31Todo mundo fica preocupado com isso.
- 44:33Beleza? Então ele falar que ele não se
- 44:36preocupa, não. Ele se preocupa sim.
- 44:39Letra B. O planejamento do tráfego
- 44:41urbano ganha com a utilização dos dados
- 44:44precisos gerados pelas novas
- 44:45tecnologias. Opa. O planejamento do
- 44:48tráfego urbano ganha com a utilização
- 44:52dos dados precisos gerados pelas novas
- 44:54tecnologias. Gostei disso, hein? Terror.
- 44:57Olha só.
- 44:59Quanto maior a cidade, melhor deve ser o
- 45:01planejamento urbano. Algumas ferramentas
- 45:04da tecnologia podem dar uma mãozinha,
- 45:06podem auxiliar. Controle de semáforos
- 45:09por meio de sensores que percebem a
- 45:12presença de veículos que regulam o
- 45:14funcionamento do semáforo conforme o
- 45:16fluxo de tráfego. Maior precisão aí de
- 45:19forma a evitar o acúmulo de carros.
- 45:22Monitoramento remoto por câmeras de alta
- 45:24resolução, mais precisão, com capacidade
- 45:27de captar infrações às leis de trânsito,
- 45:29tais como não utilização de cinto de
- 45:31segurança, estacionamento em local
- 45:34indevido e excesso de velocidade,
- 45:35análise de tráfego, tudo isso com maior
- 45:38precisão, transmite maior precisão.
- 45:40Concorda? Alternativa B de bola é a
- 45:42correta. O planejamento do tráfego
- 45:44urbano ganha realmente com a utilização
- 45:47desses dados precisos gerados pelas
- 45:50novas tecnologias. Lógico, não é? Letra
- 45:53C. O comércio eletrônico substituirá as
- 45:56formas tradicionais de compra e venda,
- 45:58eliminando as lojas físicas. Foi feita
- 46:00ali uma menção à loja online. Não
- 46:03significa que vai substituir a loja, a
- 46:05loja física. Não é essa a ideia. Fora o
- 46:08examinador já coloca isso daqui, ó, essa
- 46:10palavra que substituirá para você já
- 46:11eliminar. Alternativa D. O planejamento
- 46:15eficiente de tarefas cotidianas
- 46:17prescinde. O que é prescindir?
- 46:20dispensa,
- 46:22ele dispensa o uso das ferramentas, das
- 46:25tecnologias de informação e comunicação.
- 46:27O planejamento eficiente de tarefas
- 46:30cotidianas, ele dispensa? Não, não
- 46:33dispensa não. Ele precisa, ele não
- 46:36prescinde. Ele precisa do uso das
- 46:39ferramentas. Se você marcou alternativa
- 46:41D de dada, é porque em vez de você ler
- 46:43prescind, você lê o precisa. Então,
- 46:46prescindir significa dispensar. Ele não
- 46:48dispensa o uso das ferramentas
- 46:50tecnológicas, não. Ele precisa. É o
- 46:53contrário. Aqui alternativa é o acesso
- 46:57tecnológico a conteúdos sobre educação
- 46:59para o trânsito gera condutores e
- 47:01usuários pouco qualificados? Não. O
- 47:03texto mostra que eles passam a ser mais
- 47:06qualificados. Concorda comigo? Por isso
- 47:08não são pouco qualificados, são muito
- 47:10qualificados. Por isso a gente percebe
- 47:13aí que a alternativa C, a alternativa B
- 47:16é a correta. Belezinha? Show de bola.
- 47:18OK. Então a gente vai à frente.
- 47:21Infere-se do texto que a internet,
- 47:25a internet, de acordo com o que a gente
- 47:26viu no texto, alterou noções de tempo e
- 47:30distância.
- 47:32Terror. A internet ela alterou as noções
- 47:36de tempo e distância. Quando o autor
- 47:39fala a respeito de uma de você hoje
- 47:43conseguir assistir pelo pelo celular uma
- 47:47um filme, né? Em vez de você ir ao
- 47:50cinema, você pode assistir de casa. Isso
- 47:52economiza tempo e espaço. É realmente
- 47:55terror. Outra coisa, você conseguir
- 47:58comprar pela internet. Então o que
- 48:01acontece? você, em vez de você ter que
- 48:02se deslocar até uma loja, você consegue
- 48:05fazer essa compra e essa compra chega
- 48:08até você, economizando espaço. Então, a
- 48:10internet realmente a gente percebe que
- 48:13ela foi um instrumento que acabou
- 48:15modificando nossa relação de tempo e
- 48:17espaço. Concorda comigo? Esta relação
- 48:19aqui, ó, ter as nossas noções de tempo e
- 48:21espaço. Bom, tem relação com isso, tem,
- 48:25mas eu tenho certeza aqui ainda não, mas
- 48:27eu deixo aqui um asterisco para ela. A
- 48:29internet afastou os clientes dos
- 48:32fornecedores de serviços? Não, ela na
- 48:34realidade ampliou, aumentou, não afastou
- 48:37não. Olha as vendas online aí, né? OK.
- 48:41Substituiu as interações pessoais? Não,
- 48:44substituiu. As pessoas não deixam de se
- 48:46encontrar, né? As pessoas simplesmente
- 48:49têm as redes sociais, mas as pessoas não
- 48:51deixam de se de se encontrarem. E o
- 48:53texto não fala que eh substituiu a
- 48:56interação de maneira alguma. O texto não
- 48:58fala isso. Mecanizou o contato humano.
- 49:02Então olha só, mecanizar então tornou o
- 49:05o nosso o nosso contato mecânico, né? Na
- 49:09realidade ele substituiu essa interação
- 49:12pessoal pela máquina. Isto é, a gente só
- 49:14tem contato pela máquina? Não, mecanizar
- 49:18o contato humano seria só o contato por
- 49:20máquina, né? Seria contato por máquina,
- 49:22mas na realidade não é só isso. Não é
- 49:24isso que acontece, beleza? Não é assim
- 49:26que acontece.
- 49:28Incentivou relações breves entre as
- 49:29pessoas. O texto não fala isso.
- 49:32Incentivar uma relação breve. Tem gente
- 49:34que fala mal da internet, das redes
- 49:36sociais e tal e fala que o contato pelas
- 49:38redes sociais é um contato eh pouco
- 49:41profundo, digamos assim, né? e que nesse
- 49:44caso incentiva a relação breve. Tem
- 49:46gente que defende isso, mas o texto fala
- 49:48isso? Não. O texto ele mostra a
- 49:50relevância da internet, ele não coloca
- 49:53crítica à internet, beleza? Por tudo que
- 49:56a gente já foi marcando aqui, ó.
- 49:57tecnologia exerce grande influência em
- 49:59vários segmentos do nosso dia a dia. Ele
- 50:02está elogiando. Esses exemplos são só
- 50:04alguns que sofrem influência de novas
- 50:06tecnologias, de informação e comunicação
- 50:08e que refletem no modo como consumimos
- 50:11entretenimento, mais praticidade. Olha,
- 50:13a praticidade economiza tempo e
- 50:15distância, né? Graças ao comércio
- 50:18eletrônico bastam alguns cliques. Olha a
- 50:20facilidade, praticidade, né? No mouse
- 50:23para efetuar a a compra, né? E aí
- 50:27algumas ferramentas, tecnologias podem
- 50:29dar uma mãozinha, podem auxiliar na
- 50:31maior precisão. Concorda comigo? As
- 50:34ferramentas tecnológicas atuais estão aí
- 50:35para trazer mais facilidade, mais
- 50:38praticidade, economia de tempo, economia
- 50:41de espaço. Tranquilo? Com base nisso,
- 50:43nós notamos que a alternativa A
- 50:45realmente é a correta.
- 50:48Beleza, meus amigos? Com isso nós
- 50:50finalizamos aqui esse caderno cinco que
- 50:54eu estava devendo a vocês, beleza? Yeah.
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