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Agregados para concreto: Conheça (e domine) a NBR 7211! — Transcript

by A Tecnologia do Concreto · 3,539 words · 523 segments · language en · Watch on YouTube

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  1. 0:00agregados para concretos. Nesse vídeo
  2. 0:01aqui eu vou apresentar a NBR7211 e fazer
  3. 0:05alguns comentários. Eu sou Rafael
  4. 0:07Holanda, especialista em tecnologia do
  5. 0:09concreto e vou passar no detalhe para
  6. 0:11você os requisitos desta norma.
  7. 0:15Bom, começando aqui sobre a NBR7211. É
  8. 0:18muito importante a gente sempre buscar,
  9. 0:19claro, a última versão da norma. No
  10. 0:21momento aqui que eu estou gravando esse
  11. 0:23vídeo é a versão 2022. trazendo aqui
  12. 0:25para vocês na tela. Vou colocar aqui, a
  13. 0:28gente vai dar uma percorrida pela norma,
  14. 0:29porém eh também vou mostrar algumas
  15. 0:32imagens aqui para vocês. É muito
  16. 0:34importante que essa essa norma é uma
  17. 0:35norma de especificação, ou seja, ela vai
  18. 0:37especificar os requisitos e dessa norma
  19. 0:40de requisitos, ela vai também se
  20. 0:42correlacionar com as normas de ensaio,
  21. 0:44tá? Então, assim, uma visão geral do que
  22. 0:47é a norma e também de como é o processo,
  23. 0:50eu vou passar aqui para vocês. Eh,
  24. 0:52quando a gente fala em então em
  25. 0:53agregados, né, eh, quando a gente já
  26. 0:55começa aqui por essa norma, o que já
  27. 0:57chama atenção já na na logo no início
  28. 1:00aqui da norma são os requisitos gerais,
  29. 1:03onde eu coloco aqui para vocês esse item
  30. 1:054.3, tá? Os agregados que apresentem
  31. 1:08variabilidade e suas características que
  32. 1:10ultrapassem os limites estabelecidos nas
  33. 1:12sessões cinco, que é de agregados
  34. 1:14miúdos, e nas sessões, na sessão seis,
  35. 1:16que é de agregado graúdo, apenas podem
  36. 1:19ser utilizados em concreto, se aprovados
  37. 1:22por profissional responsável
  38. 1:24e em comum acordo entre o proprietário
  39. 1:28da obra e o produtor de agregados. Ou
  40. 1:30seja, eu que sou tecnologista, estou
  41. 1:32fazendo um concreto, estou numa obra que
  42. 1:34tem dificuldade, não tô conseguindo
  43. 1:36outro material, só tem esse material,
  44. 1:38ele passou dos limites, eu consigo,
  45. 1:41desde que seja um documento formal entre
  46. 1:43eu, o tecnologista, validando o
  47. 1:45concreto, o produtor de de agregado
  48. 1:48também, eh, aceitando as condições e o
  49. 1:51proprietário da obra também, a gente
  50. 1:53pode sim utilizar materiais que fujam
  51. 1:56desses limites. Porém, claro que toda
  52. 1:59vez que a gente cede os limites
  53. 2:00normativos, a gente precisa estar
  54. 2:02embasado com estudos, com ensaios, com
  55. 2:03laudos, para que a gente justifique e
  56. 2:06esse tipo de decisão. Então, via de
  57. 2:09regra, a gente busca seguir todos os
  58. 2:11requisitos da norma, que é o que eu vou
  59. 2:12apresentar aqui para vocês. Mas esse
  60. 2:14item 4.3, ele geralmente é uma saída
  61. 2:17importante quando a gente tem limitações
  62. 2:19eh que não viabilizem técnica e
  63. 2:21economicamente trazer agregados de
  64. 2:23outros lugares. É, então seguindo aqui a
  65. 2:26norma, ela é dividida praticamente as
  66. 2:28sessões cinco e seis são as sessões mais
  67. 2:30importantes. Claro, as outras sessões,
  68. 2:32né, também devem ser consideradas, mas
  69. 2:34tecnicamente onde a gente vai aqui
  70. 2:36direto ao ponto é a sessão cinco
  71. 2:38agregado miúdo, ou seja, já fiz até um
  72. 2:40vídeo comentando sobre areia natural,
  73. 2:42areia de britagem, enfim, a gente já eh
  74. 2:46façando uma visão geral e aqui uma visão
  75. 2:48um pouco mais técnica, mais aprofundada.
  76. 2:50Então, eh eh o que é importante a gente
  77. 2:52já ver aqui, né, que essa amostra e eh
  78. 2:54essa norma ela fala aqui também de que a
  79. 2:57amostra tem que ser representativa e
  80. 2:59reduzida a ensaio, conforme a NBR 19
  81. 3:0316915,
  82. 3:04tá? Essa norma, então, é a norma que
  83. 3:07também vai orientar quanto essa parte da
  84. 3:09coleta, dos agregados e tudo mais. Eh,
  85. 3:12de cara, a norma já começa com a parte
  86. 3:14de distribuição granulométrica. Então,
  87. 3:16aqueles gráficos que a gente vê no
  88. 3:17ensaio para saber se a granulometria do
  89. 3:20material tá dentro da faixa, é daqui que
  90. 3:22vem a faixa. Essa faixa a norma coloca
  91. 3:25em dois limites, né? Ela ela estabelece
  92. 3:27as linhas eh utilizáveis, né? E as a
  93. 3:31zona ótima, que ela chama aqui, né?
  94. 3:32Então, tem a zona utilizável e a zona
  95. 3:35ótima. Eu vou mostrar um gráfico aqui
  96. 3:36para vocês como exemplo, porém é
  97. 3:38importante a gente entender que a zona
  98. 3:40ótima é a que a gente tem a melhor
  99. 3:42condição e a zona utilizável ela já é
  100. 3:44mais ampla. é aquela eh mais abrangente
  101. 3:47pra gente permitir o uso de agregados
  102. 3:50que não estão tão bons, mas também não
  103. 3:52estão tão ruins assim, né? Então aqui a
  104. 3:54gente tem já de cara essa questão do dos
  105. 3:56limites granométricos eh nas duas
  106. 3:59sessões, tá? Aqui no caso dos miúdos e
  107. 4:02também ela coloca aqui a a questão do
  108. 4:04módulo de finura, que também é um
  109. 4:06importante indicador pra gente eh da
  110. 4:09grossura do material, né? o chama módulo
  111. 4:11de finura, mas em tese é um módulo de
  112. 4:13grossura, porque quanto maior, mais
  113. 4:15grosso é o material, né? Então assim, é
  114. 4:18quando a gente fala aqui do módulo de
  115. 4:19finura, varia de 1,55 a 2,20. Tem gente
  116. 4:22que chama isso de fino, depois tem gente
  117. 4:24que coloca aqui de 2,20 a R 2,90 de
  118. 4:28médio e acima disso é seria grosso, por
  119. 4:31exemplo, né? Uma areia média, fina ou
  120. 4:32grossa, né? Então isso por norma não tem
  121. 4:36essa definição, tá? Mas a gente que eh
  122. 4:38trabalha com essa essa análise do da
  123. 4:41granometria e do modo finura, a gente já
  124. 4:42tem esse tipo de percepção. Depois a
  125. 4:45norma ela já entra aqui na sessão, né,
  126. 4:47ainda na sessão cinco, mas ela ela chama
  127. 4:49de substâncias nocivas. E aí o que que
  128. 4:52ela coloca aqui? Aqui tem a a
  129. 4:55classificação da areia natural e areia
  130. 4:57de britagem, sendo que ela coloca os
  131. 4:59limites máximos aceitáveis de
  132. 5:01substâncias nocivas em relação aos
  133. 5:03agregados miúdos relativos à massa do
  134. 5:06material. Tá? Então, ou seja, esses
  135. 5:08indicadores estão em porcentagem sobre a
  136. 5:11massa do material. Eh, torrões de argila
  137. 5:13e materiais friáveis. Então, a areia
  138. 5:15natural ela tá em no máximo três. A
  139. 5:18areia natural ela ela pode ter, né, eh
  140. 5:21eh esse essa presença de de argila e
  141. 5:24materiais friáveis, dependendo da da
  142. 5:25origem de formação dessa areia. E a
  143. 5:27areia de britagem tá colocado como não
  144. 5:29aplicável, o que para mim é um pouco
  145. 5:31contraditório, como eu até expliquei no
  146. 5:33outro vídeo, sobre a diferença entre
  147. 5:35areia natural, artificial e pó de pedra,
  148. 5:37né? Porque eh já tive casos onde a gente
  149. 5:40percebeu que tinha eh isso dentro da
  150. 5:42areia de britagem e era uma contaminação
  151. 5:45externa, ou seja, não era da rocha,
  152. 5:46obviamente, mas tinha uma contaminação
  153. 5:48externa e a gente precisou ensaiar para
  154. 5:51para comprovar, né? Depois ela coloca
  155. 5:54aqui partículas leves. Esse é um ensaio
  156. 5:56que pouca gente gosta de fazer, eh, até
  157. 5:59porque é um ensaio que é relativamente
  158. 6:01mais caro, não é muito comum. E a gente
  159. 6:03tem que olhar aqui que tem esse esse
  160. 6:05azinho aqui, né? E esse quando a gente
  161. 6:07fala desse a, nós vamos aqui na na nota.
  162. 6:10Quando for detectada visualmente a
  163. 6:12presença de partículas leves, tais como
  164. 6:15carvão, caes, folhas e sementes, deve
  165. 6:17ser realizado o ensaio de determinação
  166. 6:19do teor de partículas leves. Ou seja,
  167. 6:22isso aqui é só quando for detectado
  168. 6:24visualmente, tá? Então isso pode ser
  169. 6:26também uma contaminação externa, uma
  170. 6:28árvore que deixou cair as suas folhas e
  171. 6:30depois o vento levou e misturou em cima
  172. 6:33ali do material ou o estoque que começou
  173. 6:35a crescer uma grama, sementes ou coisas
  174. 6:38que puderam ter sido eh levadas com o
  175. 6:41vento e contaminado a pilha de estoque
  176. 6:43do material. Ou seja, se você tem a
  177. 6:45pilha eh de estoque muito bem eh
  178. 6:49armazenada, protegida, drenada e
  179. 6:52visualmente não tem eh nenhuma
  180. 6:54observação disso, não precisa fazer, né?
  181. 6:57É o que a norma diz. Porém, eh muitas
  182. 7:00vezes o pessoal precisa ter uma
  183. 7:02evidência de que o ensaio foi feito e é
  184. 7:04zer zer. Então, eh, aqui fica um ponto
  185. 7:07até de discussão, porque muitas vezes
  186. 7:09você pode ser cobrado de um ensaio que,
  187. 7:11na verdade, você não precisa fazer.
  188. 7:13Então, a partículas leves é um ensaio
  189. 7:15que eu diria que gera uma certa
  190. 7:17polêmica, mas tem essa ressalva aqui da
  191. 7:19da própria norma, eh, dizendo que, eh,
  192. 7:21para fazer só a partir da análise
  193. 7:23visual. Já no caso do material
  194. 7:25púlverolento, eh, seria aqui o material
  195. 7:27fino que passa na peneira 75, eh, a
  196. 7:31gente coloca aqui que o concreto
  197. 7:33submetido a desgaste superficial, ele é
  198. 7:36no máximo 3% e concreto protegido do
  199. 7:38desgaste superficial 5%. sendo que pro
  200. 7:42material artificial, né, seria areia de
  201. 7:44britagem, ele pode ser passado de 10 a
  202. 7:4612. Aí tem que sempre olhar as notas
  203. 7:49aqui de rodapé, né? Tem a aqui a a C, a
  204. 7:52presença de materiais expansivos fino
  205. 7:54que eh passa através da 75 por lavagem
  206. 7:58podem interferir nas propriedades do
  207. 8:00concreto, necessitando do estudo de
  208. 8:01dosagem específico. Ou seja, ele dá
  209. 8:04também uma ressalva de que se passar
  210. 8:05desses limites, a gente pode eh
  211. 8:08utilizar, porém vai necessitar de
  212. 8:10estudos mais específicos, tá? E quando a
  213. 8:13gente entra em impurezas orgânicas, ele
  214. 8:15também coloca aqui a a linha, né, a
  215. 8:18parte B que ele coloca. Quando a
  216. 8:20coloração da solução obtida no ensaio
  217. 8:22for mais escura do que a solução padrão,
  218. 8:24a utilização do agregado fica
  219. 8:26condicionada ao resultado do ensaio
  220. 8:28prévio da NBR7221,
  221. 8:31tá? Tá? Então isso aqui é, se não passar
  222. 8:34na impureza orgânica, tem que fazer esse
  223. 8:37ensaio da NBR7221, que é um ensaio
  224. 8:39comparativo entre uma areia padrão com
  225. 8:41essa areia utilizada. Eh, e a e função
  226. 8:45da diferença do desempenho, vai ter a
  227. 8:47aprovação ou a reprovação desse
  228. 8:49material. Mas de modo geral, o que que a
  229. 8:51gente tem que entender aqui? que as
  230. 8:52argilas, as partículas leves, eh o a o
  231. 8:55teor de pó, né, e em excesso e as
  232. 8:58impurezas orgânicas, eles vão acabar
  233. 9:00gerando problemas no nosso concreto.
  234. 9:02Eles vão dificultar o nosso traço, eles
  235. 9:04vão puxar consumo de água, vão
  236. 9:06prejudicar a ligação da pasta de cimento
  237. 9:09com o agregado. Então assim, esses
  238. 9:11materiais eles precisam ser controlados
  239. 9:13até certos níveis, porque acima disso
  240. 9:16ele pode estar prejudicando o nosso
  241. 9:18concreto. Então, basicamente, esses
  242. 9:19ensaios que eles chamam de substâncias
  243. 9:21nocivas, eles são feitos também
  244. 9:24rotineiramente pra gente mostrar que
  245. 9:26esse agregado tá atendendo. Então, eu
  246. 9:28diria que a granometria com esses
  247. 9:30ensaios são ensaios que devem ser feitos
  248. 9:32com mais frequência de acordo com a a
  249. 9:34amostragem da 16915. Seguindo aqui,
  250. 9:38ainda dentro de agregados miúdos, a
  251. 9:40norma coloca a os aspectos de
  252. 9:42durabilidade. Então, nesse ponto, a
  253. 9:44gente tem aqui, ó, teores de cloretos e
  254. 9:46sulfatos não podem exceder os limites da
  255. 9:48tabela quatro. Tabela quatro aqui já tem
  256. 9:51os teores de cloretos e sulfatos. Eh,
  257. 9:53evidentemente que para concreto simples,
  258. 9:55concreto armado e concreto protendido,
  259. 9:58como os cloretos eles vão atacar a parte
  260. 10:01da armadura, né, o aço, então, ou seja,
  261. 10:04o protendido e o armado, os limites são
  262. 10:05muito mais rigorosos do que um concreto
  263. 10:07síntese. E no caso do teor de sulfatos,
  264. 10:09é um limite geral, porque aí nesse caso,
  265. 10:11a gente já tá falando de um de uma
  266. 10:12agressão à pasta de concreto, né? Então
  267. 10:15a gente tem um limite e único aqui menor
  268. 10:18do que 01%. também são ensaios de fazer,
  269. 10:21mandar externamente e ter a evidência, o
  270. 10:23ensaio, amostra e o resultado, eh,
  271. 10:26dizendo se tá conforme ou não esse
  272. 10:28limite especificado aqui na norma. Eh,
  273. 10:31depois a norma coloca, né, por fim aqui
  274. 10:33uma caracterização complementar. Ela até
  275. 10:35coloca ensaios complementares de
  276. 10:37caracterização podem ser necessários eh
  277. 10:41eh para a utilização do agregado em
  278. 10:42concreto, sendo os mais usuais
  279. 10:45exemplificados na tabela cinco. Ou seja,
  280. 10:46ela tá dando um exemplo desses ensaios
  281. 10:49aqui. Ou seja, podem ter outros ensaios,
  282. 10:51podem, a gente tem laboratórios, tem
  283. 10:53bibliografia que podem até em
  284. 10:55determinados casos recomendarem outros
  285. 10:57ensaios. Então aqui ela colocou só o o
  286. 10:59que é mais corriqueiro, o que é mais
  287. 11:01usual. Eu diria até que eh apesar que
  288. 11:03ela coloca como podem, eu diria que tem
  289. 11:06alguns ensaios que devem ser feitos, né?
  290. 11:08Então, por exemplo, numa pedreira a
  291. 11:09massa unitária para você ter a cubagem
  292. 11:12ali do material solto, né? E você
  293. 11:14calcular também, né, os volumes de
  294. 11:16transporte dos estoques. Então, a massa
  295. 11:18unitária é um é um ensaio que eu eu
  296. 11:21entendo que uma pedreira deve fazer com
  297. 11:22mais frequência. densidade e absorção de
  298. 11:25água. Para mim também é um parâmetro de
  299. 11:27uniformidade a gente verificar se a
  300. 11:29densidade e absorção de água em
  301. 11:31diferentes pontos de exploração estão
  302. 11:33variando, porque isso vai variar também
  303. 11:35no nosso concreto. Então eu faria esse
  304. 11:37aqui junto com a caracterização semanal
  305. 11:39ou a cada 250 m³ de material recebido.
  306. 11:42Então colocaria isso como uma rotina. A
  307. 11:45umidade, né, o ensaio de umidade pode
  308. 11:47ser feito também, né, na no controle da
  309. 11:49operação da usina. E o coeficiente de
  310. 11:51inchamento, geralmente quando você vai
  311. 11:53utilizar o agregado miúdo por dosagens
  312. 11:56volumétricas, que eh em função da do
  313. 11:58teor de umidade, o a cubagem aquele
  314. 12:01volume vai sofrer variação. Então esse
  315. 12:04coeficiente de enchamento, ele não é
  316. 12:06muito corriqueiro, mas quando você
  317. 12:08precisar é o ensaio que tá aqui e tem a
  318. 12:10metodologia de ensaio aqui também.
  319. 12:12Então, em relação a agregado miúdo,
  320. 12:13basicamente é isso. E indo para agregado
  321. 12:16graúdo, nós temos aqui a amostra tem que
  322. 12:18ser representativa também, né, da 16915.
  323. 12:22Nós temos também a a granulometria, já
  324. 12:24começa pela granulometria. Então daqui
  325. 12:26nós temos essa zona granulométrica, onde
  326. 12:29a gente, se vocês observarem, né, a
  327. 12:32norma ela não coloca como o mercado
  328. 12:35trata, brita zer, brita 1, brita 2,
  329. 12:37brita 3. Isso varia de região, região
  330. 12:40para região. Então é tem região que a
  331. 12:44brita zero é de um jeito, a brita um é
  332. 12:45de outro. Então eh não tem esse padrão
  333. 12:48na norma. a norma coloca em relação à
  334. 12:51dimensão mínima e a dimensão máxima
  335. 12:53prevista ali, ou seja, desde a menor
  336. 12:56peneira a maior peneira, qual é o
  337. 12:58intervalo que eu vou trabalhar esse
  338. 13:00material, tá? Então, a gente tem essa
  339. 13:02essa zona 475 12,5
  340. 13:05que seria em muitos casos é o que a
  341. 13:07gente conhece como pedrisco ou como
  342. 13:08brita zero, tá? Mas eh como eu falei,
  343. 13:11isso não é unanimidade, não é padrão em
  344. 13:13todo o país, muda de região para região.
  345. 13:16Então a gente tem aqui e eh os limites
  346. 13:19para essa granometria. Da mesma forma,
  347. 13:21nós temos aqui ah entre 9,5 a 25 mm,
  348. 13:25depois 19 a 31,5,
  349. 13:27tá? Cabe mencionar que até 25 mm é o
  350. 13:30mais comum para paraa brita um, que a
  351. 13:33gente chama, né, do concreto bombeado. E
  352. 13:36a partir daqui já começa a entrar em
  353. 13:38concretos com com um agregado com uma
  354. 13:40dimensão muito eh mais elevada. Ou seja,
  355. 13:43a gente tá falando de de agregados mais
  356. 13:45graúdos ainda, onde a gente pode chegar
  357. 13:4731,5 mm, 50 mm e até 75 mm, tá? Isso
  358. 13:52aqui muito provavelmente a gente já tá
  359. 13:53falando de uma faixa de concretos que
  360. 13:55vão ser de lançamento convencional, não
  361. 13:57vão ser bombeados porque eles não passam
  362. 13:59numa tubulação que geralmente é de 100
  363. 14:01mm, certo? Então aqui ele também coloca
  364. 14:04algumas ressalvas a a questão da
  365. 14:05variação do módulo de finura em cada
  366. 14:07caso. Então lembra que eu falei que o
  367. 14:09módulo poderia ser chamado de módulo de
  368. 14:11grossura, porque quanto maior, mais
  369. 14:13grosso é o material, né? A gente tem
  370. 14:16aqui também no caso dos agregados
  371. 14:18graúdos, a parte da forma dos grãos.
  372. 14:21Então, muita gente me pergunta, o índice
  373. 14:23de forma é um ensaio obrigatório? Sim,
  374. 14:25porque ele coloca não pode ser superior
  375. 14:27a três. Então, se ele coloca como não
  376. 14:30pode ser superior a três, então a gente
  377. 14:32tem a obrigação de fazer para comprovar
  378. 14:34se tá superior a três ou não, porque o
  379. 14:37agregado muito lamelar, ele ele ele não
  380. 14:40vai conseguir proporcionar a
  381. 14:42resistência. E também vão haver outras
  382. 14:44dificuldades. Imagina um agregado muito
  383. 14:46lamelar, ele não passa na peneira assim,
  384. 14:48mas em comprimento ele passa. Então isso
  385. 14:51eh dá uma série de problemas e e também
  386. 14:53o agregado ele pode até romper por
  387. 14:55flexão, né? Ou seja, a gente tá falando
  388. 14:57de que o índice de forma ele é muito
  389. 14:58importante para que o agregado também
  390. 15:01desempenhe mecanicamente o seu
  391. 15:03potencial. Depois também tem a
  392. 15:05resistência abrasão. A abrasão eh também
  393. 15:08é um ensaio obrigatório, deve ser
  394. 15:09inferior a 50%. Então, ou seja, o ensaio
  395. 15:12de abrasão Los Angeles é um ensaio
  396. 15:14obrigatório, tem que ser feito na
  397. 15:16caracterização da rocha pra gente
  398. 15:18mostrar que ele tá abaixo dos 50%. Já
  399. 15:20teve caso de trabalhar com agregado
  400. 15:22acima de 50%? Já. Aí, lembra daquela
  401. 15:25ressalva lá do item 4.3, onde a gente
  402. 15:28teve que aceitar o material daqui
  403. 15:30daquele jeito, porque o impacto naquela
  404. 15:33estrutura eh não era significativo. Ou
  405. 15:35seja, a gente pode ter concretos com
  406. 15:37diferentes responsabilidades. Eu posso
  407. 15:38estar falando de uma canaleta para
  408. 15:40drenagem ou até mesmo um concreto que
  409. 15:42vai, um pilar que vai segurar uma
  410. 15:43estrutura eh de autodesempenho. Então, a
  411. 15:46gente tem que avaliar isso tudo em
  412. 15:48função e lembrar também que a abrasão do
  413. 15:51agregado, né, ela também pode impactar
  414. 15:54em outras características, né, desde
  415. 15:56você ter um material que vai eh, vamos
  416. 15:59falar assim, friável no bombeamento ou
  417. 16:01até mesmo e impactar na resistência à
  418. 16:04abrasão do concreto, tem uma relação,
  419. 16:06né? Então, por isso que tem um
  420. 16:08parâmetro, tem um limite, tem um
  421. 16:09controle, né? É isso que nós temos que
  422. 16:11estar sempre em mente no item de
  423. 16:13substâncias nocivas para agregados
  424. 16:16graúdos. Aí nesse caso, a norma já traz
  425. 16:17essa tabela sete que vem novamente
  426. 16:20torrões de argila e materiais friáveis.
  427. 16:22O que é interessante porque ela não
  428. 16:24exige isso lá pra areia de britagem, mas
  429. 16:26ela vem aqui eh exigir isso pros pros
  430. 16:29graúdos. Então, ou seja, geralmente
  431. 16:31dentro de uma central de britagem você
  432. 16:32tem o sistema todo ali dentro da da
  433. 16:35produção com a mesma rocha. Então, se a
  434. 16:38gente tem eh que fazer esse ensaio pro
  435. 16:40graúdo, por que não miúdos se a argila e
  436. 16:43materiais friáveis vão acabar indo
  437. 16:46parar, né, geralmente na fração mais
  438. 16:48fina? Então tem sim, porque dentro de
  439. 16:50uma exploração podem ter veios de rocha
  440. 16:53ou contaminações eh adjacentes que vão
  441. 16:56acabar vindo pro sistema de britagem.
  442. 16:58Então, ou seja, são ensais que t a a sua
  443. 17:01colocação e podem inclusive trazer
  444. 17:04problemas estéticos ao concreto, ou
  445. 17:05seja, em excesso também eles podem gerar
  446. 17:08um manchamento na superfície, né? Além
  447. 17:10de prejudicar aquela relação que eu
  448. 17:12falei de ligação da pasta com agregado.
  449. 17:15Partículas leves é a mesma coisa. Eh,
  450. 17:17então, ou seja, tem uma inspeção visual.
  451. 17:20Geralmente é um ensaio que que não
  452. 17:22reprova, tá? É um ensaio que geralmente
  453. 17:24se você tiver uma contaminação de
  454. 17:26partículas leves, é basicamente é
  455. 17:28trabalhar lá e lavar esse material que
  456. 17:30você consegue utilizá-lo novamente, tá?
  457. 17:32Mas eh enfim, o ensaio tá aí, é uma é
  458. 17:35uma solicitação normativa, então eu
  459. 17:38recomendo que se visualmente for
  460. 17:39detectado, mande fazer esse ensaio. O os
  461. 17:42materiais pulverulentos também, no caso
  462. 17:44do graúdo, a norma coloca e no máximo
  463. 17:471%. Tá? Então é esse aqui é o é o
  464. 17:49limite, sendo que ela coloca aqui também
  465. 17:52que para agregados produzidos a partir
  466. 17:55de rochas com absorção de água inferior
  467. 17:57a 1%, ou seja, aquele ensaio que ela não
  468. 18:00coloca como obrigatório, se eu fizer e a
  469. 18:02absorção der inferior a 1%, esse limite
  470. 18:06pode ser alterado de 1% para 2%. Então,
  471. 18:10eh, a gente tem também uma saída aqui
  472. 18:13caso o nosso resultado, eh, de
  473. 18:16pulverirulentos do graúdo incida acima
  474. 18:18do 1%, tá? Ou seja, no máximo 2% é o que
  475. 18:21a gente vai trabalhar aqui. E também ela
  476. 18:24coloca aqui na nessa nota C, tá? Para
  477. 18:28agregar do total definido em 3.6, o
  478. 18:31limite pode ser aceito em até 6,5%.
  479. 18:35Então, o que que significa isso? Às
  480. 18:37vezes eu tenho uma areia de britagem com
  481. 18:39teor pó mais elevado, mas eu tenho uma
  482. 18:41brita com teor de pulverirolentos mais
  483. 18:45baixo e também vou combinar com uma
  484. 18:47areia natural que não tem pulverolentos
  485. 18:49no na combinação disso tudo, né, é no
  486. 18:52máximo até 6,5%. Tá? Então isso é, vamos
  487. 18:56falar assim, é uma saída. Então, a gente
  488. 18:58analisa o material individualmente,
  489. 19:00depois a gente pode analisar o total de
  490. 19:03pó trazido para dentro da mistura de
  491. 19:05concreto e depois mesmo assim, se não
  492. 19:07atender esse 6,5%, aí cai naquela eh
  493. 19:11questão 4.3, onde a gente pode fazer um
  494. 19:13laudo e utilizar o material desde que a
  495. 19:15gente comprove e todo mundo assine a
  496. 19:17responsabilidade de utilizar esse
  497. 19:19material, tá? Então, para isso, estudos,
  498. 19:21né, relatórios, tudo é necessário para
  499. 19:25documentar durabilidade. Eh, quando a
  500. 19:27gente fala de durabilidade do agregado
  501. 19:29graúdo, ela coloca que são os mesmos
  502. 19:31requisitos estabelecidos pelos miúdos,
  503. 19:33tá? Então, é aqueles mesmos ensaios, ARA
  504. 19:36e vários outros ensaios ali que são
  505. 19:38obrigatórios para pra durabilidade.
  506. 19:41Aliás, tem o nosso vídeo sobre
  507. 19:43reatividade de alcalia agregado, é o
  508. 19:44vídeo a videoaula mais assistida aqui do
  509. 19:47canal e também vamos deixar o link aqui
  510. 19:49na descrição para vocês. Seguindo aqui
  511. 19:51pra caracterização complementar, no caso
  512. 19:53dos agregados graúdos, a norma coloca
  513. 19:55que podem ser necessários basicamente
  514. 19:57aqueles mesmos ensaios de propriedades
  515. 19:59físicas e mecânicas. Então aqui a gente
  516. 20:01tem basicamente aquele ensaio que eu
  517. 20:03falei, né, de densidade, absorção de
  518. 20:04água, a massa unitária, que inclusive
  519. 20:06não está aqui, mas no caso das rochas
  520. 20:08vem aqui essa essa questão da
  521. 20:10resistência à compressão, o o uniaxial
  522. 20:12no estado saturado, né, e a resistência
  523. 20:15ao esmagamento. Yeah.

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