A ESTRANHA BIOLOGIA DO CRIADOR | JAN VAL ELLAM — Transcript
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- 0:02Então, iniciando a nossa palestra, eh,
- 0:06deixa André voltar. Quais são os
- 0:09pressupostos básicos que a gente tem que
- 0:12entender sobre a questão shamânic para
- 0:15poder
- 0:17compreender a sua antiga significação e
- 0:20ter ideia da ressignificação que ele
- 0:22precisa ter?
- 0:24Então, o primeiro pressuposto básico é a
- 0:27questão do ovo cósmico, que gerou dois
- 0:30universos.
- 0:32Isso sempre foi sabido na antiguidade.
- 0:36Isso aqui durou 30.000 1 anos de fofoca
- 0:39sobre o ovo cosmo, até que surgiu
- 0:44a religião impositiva advinda de do
- 0:47criador caído, quando surgiu o judaísmo,
- 0:51o bramanhismo, o cristianismo, o islã,
- 0:55essas religiões taxaram as mitologias de
- 0:58absurdas. E agora o criador caído é o
- 1:02Deus único que todos os humanos deveriam
- 1:05seguir. Então nós aqui
- 1:09somos ignorantes de pai e mãe em relação
- 1:12à notícia do ovo cósmo, que era a grande
- 1:15manchete que existia antes. André pode
- 1:17ligar, tá? Todo mundo pode ligar o
- 1:20primeiro slide.
- 1:22E então a notícia de que existiam dois
- 1:25universos casados, que era a criação do
- 1:28tal Deus, sumiu.
- 1:32Apareceu Javé como sendo criador dos
- 1:34céus e da terra. Ponto.
- 1:37Mas a notícia de que tinha o Ian,
- 1:42o Bramaloca e o Buloca, isso tudo sumiu.
- 1:45Então, o primeiro pressuposto básico a
- 1:47gente tem que ter
- 1:50aí
- 1:52>> só
- 1:53>> isso foi foi tomar oasc ali fora. Foi
- 1:55quantas
- 1:58o primeiro pressuposto básico para
- 2:00compreensão ancestral é a coexistência
- 2:02desses dois universos. Nós temos que
- 2:06compreender que isso é a coisa mais real
- 2:08que existe na vida da gente, ainda que a
- 2:10gente não perceba e ainda que a gente
- 2:13não saiba.
- 2:16Mas entendam, essa foi a notícia mais
- 2:19antiga que existiu na Terra e foi a que
- 2:22mais perdurou. Só que as religiões
- 2:26ferraram com essa percepção.
- 2:29Então esse pressuposto básico é
- 2:31importante.
- 2:33Qual outro
- 2:36pressuposto básico?
- 2:39Quando esse esse universo vizinho
- 2:41surgiu, o primeiro ser que lá surgiu foi
- 2:44um microbão, um microbio bem grande, ou
- 2:47seja, um super microbio chamado
- 2:52ou chamado Brama.
- 2:55Mas como é que esse ser era? Ele era um
- 2:59micrób-se
- 3:01aos outros micróbios para formar um
- 3:02corpo mais. Ah, e ele pensava o quê?
- 3:06Nada.
- 3:09Não, mas ele tinha um eu. Tinha.
- 3:12E esse eu se movimentava como? Do jeito
- 3:14que uma ameba se movimenta, do jeito que
- 3:17um germe se movimenta, levado por suas
- 3:21necessidades.
- 3:23Pode existir um germe aqui, um verbe no
- 3:26meu organismo,
- 3:29no de vocês,
- 3:30uma um bichinho
- 3:34formado por
- 3:3740 células.
- 3:40Já um ser completos, porque é mais de
- 3:42um.
- 3:43É uma certa meva que fica perto do meu
- 3:46certo verme que fica perto do meu
- 3:48pâncreas e o eu dele
- 3:51existe. Ele tá vivo.
- 3:54O eu dele só se preocupa em
- 4:00movimentar a consciência dele em torno
- 4:02de duas variáveis.
- 4:04Uma a temperatura do lugar onde ele tá
- 4:07para ele fazer com que o corpo de verme
- 4:10dele se adeque aquela temperatura.
- 4:13E segundo,
- 4:16o que é que ali ele pode comer para
- 4:18sobreviver e excretar do que comer.
- 4:21Então, como nessa parte aqui só tem
- 4:25ácidos,
- 4:26esse verme para sobreviver, ele aprende
- 4:30se alimentar de ácido
- 4:33e come o ácido e excreta.
- 4:38E esse ver já vé era isso. Do outro
- 4:41lado,
- 4:43uma coisa que existia
- 4:46querendo o quê?
- 4:48Se organizar, se adequar, sobreviver.
- 4:53Para isso tinha que se alimentar. Então,
- 4:56cadê alimento? Ih, não tem nada. foi se
- 5:01autoagelando
- 5:05energeticamente falando,
- 5:08sabe o mito da serpente mordendo a
- 5:10própria cauda para se
- 5:13enquanto vai já
- 5:18quando os clones foram se organizando e
- 5:21já vem esse C foi percebendo que ele
- 5:24tava ali,
- 5:27mas ali também tinha outra junta.
- 5:29de moléculas ali também, ali também. Ele
- 5:32se mexia aqui, mexia tudo lá, mexia pra
- 5:35direita. Ele começou a notar que o eu
- 5:38dele influenciava aquelas outras coisas.
- 5:41Ele passou a se achar que era um ser
- 5:45muito grandioso, múlto. E aqui surgiam
- 5:48os clones. O que é que os clones de Jahé
- 5:51pensavam? Nada.
- 5:53O eu deles
- 5:55existiu durante bilhões de anos, feito o
- 5:58eu de uma ameba, de um microbio, de um
- 6:01vírus,
- 6:03sempre se movimentando no sentido de
- 6:08sobreviver a qualquer custo. E para
- 6:11sobreviver a qualquer custo, ele tinha
- 6:12que praticar mutações nele mesmo.
- 6:17E assim foi.
- 6:20Quando não tinha o que comer, comia
- 6:22parte dele mesmo, falando
- 6:24metaforicamente e não tanto
- 6:26metaforicamente.
- 6:29Até que um desses bichos, bufo agrediu.
- 6:34Aí ele, uessa
- 6:37confusão aqui, ele reuniu força para
- 6:40devolver a gração. Pra surpresa dele,
- 6:42surgiu um ser
- 6:46que não era igual ao resto, mas que
- 6:48vivia também ali e ele não conseguia
- 6:51pegar.
- 6:53Esse ser hoje a gente chama de Shíber,
- 6:55primeiro deu.
- 6:58Aí pra surpresa dele, esse ser começou a
- 7:02fazer o que ele já vé tinha feito, ou
- 7:04seja, criar diversos clones. Esse ser
- 7:07começou a clonar diversos demos a partir
- 7:09dele mesmo.
- 7:12E esse universo se inundou da criação de
- 7:16China.
- 7:18Aí Brama queria criar mais e mais e mais
- 7:20para ficar com a mesma quantidade de e
- 7:23nunca conseguia. E aí surgiu um terceiro
- 7:27serio.
- 7:29Até aqui que tipo de conversa existia
- 7:32não tinha conversa, eles não pensavam.
- 7:34Era tudo se movimentando nessa
- 7:37estratégia de seres irracionais.
- 7:41Como é que um leão briga com rinocerte?
- 7:44Sendo leão. E como é que o rinocerante
- 7:46briga com o leão? Sendo
- 7:50acho que errei. Como é que o leão brinca
- 7:52com rinocerante sendo leão? Como é que o
- 7:54rinocerante brinca com leão sendo
- 7:55rinocerte?
- 7:57Mas o que é ser rinoceronte? É ser um
- 7:59rinoceronte. Não tem muitação. [risadas]
- 8:01O que é ser uma merba? É ser essa merda
- 8:04que tá, esse verme que tá aqui no meu
- 8:06crescer. Desses seres irracionais,
- 8:10eles se movimentam, têm noção de
- 8:13coletividade, disso e daquilo, mas não
- 8:16conversam. Vão existindo. E o pior, aqui
- 8:20no mundo biológico se mata. Nessa época,
- 8:23entre esses seres, ninguém matava
- 8:25ninguém, porque era tudo energia
- 8:28condensada antimaterial
- 8:31e nada morria e tudo era agressivamente
- 8:36disputado.
- 8:39Quando suja a figura chamada Vígno, e
- 8:43Vígno cria um avatar que sua energia fez
- 8:47com que todos, em vez de querer
- 8:52brigar, sentisse pela primeira vez
- 8:55vontade de ficar um pouco aqui junto, do
- 8:58jeito que os animais irracionais vivem
- 9:01também
- 9:03bandos para se proteger dos outros
- 9:05bandos.
- 9:07Essa sensação aqui foi quando a trimurte
- 9:10surgiu e começou sim a existir uma
- 9:14racionalidade,
- 9:15desculpem falar assim, a partir da
- 9:18racionalidade que Moros desenvolveu no
- 9:21cantinho dele sozão.
- 9:25Aí a turma importou de Moros. Moros era
- 9:29um agente de virgem
- 9:34por um agente de Eros. usando o livar
- 9:37grego. E assim foi surgindo uma, entre
- 9:40aspas, racionalidade
- 9:45demo
- 9:47nesses seres. E foi quando os preceitos
- 9:50de Moros tentando explicar para eles que
- 9:54todos estavam doentes, todos eram
- 9:56podres, todo tinham, todos tinham cota
- 9:59de podridão, todos tinham destino triste
- 10:03a cumprir.
- 10:05Todos estavam naquele universo e tinha
- 10:08uma coisa vizinha que era um outro
- 10:10universo, mas que lá não existia vida,
- 10:12só tinha vida onde eles estavam. Ah,
- 10:16isso aqui foi se desenvolvendo aos
- 10:18poucos.
- 10:23Essa turma conversava não,
- 10:26não no modo como a gente pensa. Eles
- 10:29tinham contatos porque aí a diversidade
- 10:33de tipos de espécie
- 10:37da vida demo já era grande, mas o modo
- 10:40deles existirem é um modo trôpego e é
- 10:43até hoje. É uma coisa sem
- 10:48sem graça. comparado com o tipo de vida
- 10:51que a gente leva. Uma meba adora a vida
- 10:53que ela leva. Entendam? Qualquer ser
- 10:57acha ótimo tipo de vida. Eles não têm
- 11:01autoconsciência.
- 11:04Eles têm, entre aspas, uma sensação de
- 11:07existência, mas não tem consciência.
- 11:12Qual é o grande barato de West Road?
- 11:17Porque
- 11:18os androides foram criados e vão
- 11:22tentando descobrir no labirinto da
- 11:24consciência deles o que a sede da
- 11:27autoconsciência, ou seja, eles
- 11:29compreenderem o que eles eram e
- 11:31definirem a partir disso que eles
- 11:33queriam ser pontos. Se ser eles nunca
- 11:35tiveram nada disso.
- 11:39E assim foi. Foram surgindo seres mais
- 11:42complexos.
- 11:44Quando surge o avor de Odim,
- 11:50quando os fenvães começam a ser criado
- 11:52já no âmbito do projeto tal para
- 11:55entender que merda de vida, o modo
- 11:58trôpego de vida daqueles seres lá.
- 12:02Então, entendam, esses seres
- 12:06quando se reuniram para estudar a
- 12:08situação deles, aí morrem s ou fães ou
- 12:12protonos. É o mesmo nome disso. Ó, tem o
- 12:15universo vizinho que é nosso,
- 12:19não tem ninguém lá.
- 12:21Surgiu junto com esse. Então faz parte
- 12:23da criação do é da Trimurte, de Brama
- 12:27que era o criador.
- 12:30Vamos jogar a vida para lá. Lá vai ter
- 12:34um tipo de vida diferente e daqui a
- 12:37gente domina. Mas assim, entendam,
- 12:41há 5, 6 bilhões de anos que essa coisa
- 12:45de jogar a vida de lá para cá começou e
- 12:49eles se sentem os donos disso, tá
- 12:51entendendo? desse universo que hoje a
- 12:53gente existe,
- 12:56sempre foi pensado como sendo o quintal
- 13:01ou ou a área de lazer desse outro
- 13:04universo.
- 13:07Por mais trôpago que seja o modo de
- 13:10pensar desses seres,
- 13:13eles acham isso até hoje. Eles não têm
- 13:16uma outra coisa para achar ou pensar.
- 13:19Eles sempre [risadas] pensaram assim.
- 13:22E pensam,
- 13:25por isso que eles não queriam ninguém
- 13:27como os humanos. Eles só querem aqui a
- 13:29turma que obedece,
- 13:32porque a intenção dele sempre foi de
- 13:34criar figuras aqui. E de lá eles, tipo
- 13:37Matrix,
- 13:39eles fora dessa Matrix, que seria, de
- 13:42lá, eles controlariam o jeito. Só que
- 13:46eles começaram a fazer testes e primeiro
- 13:48surgiram seres irracionais. Ali, na
- 13:51verdade surgiram os micrótos, bactérias
- 13:54irracionais, aí depois seres
- 13:56pluricelulares irracionais.
- 13:59Aí começou a surgir um tipo de ser com
- 14:01uma certa racionalidade, com uma certa
- 14:03sensação.
- 14:05Pá, mas ninguém com criticidade.
- 14:08Nós surgimos dois. Nós somos
- 14:13a última fase, a fase mais atual desse
- 14:16Brama.
- 14:19Quando a gente surgiu com essa
- 14:21sagacidade, ele disseram: "Estamos
- 14:22ferrados,
- 14:24por a gente não vai conseguir mais
- 14:25dominar os humanos e aquilo é nosso."
- 14:31Então vamos condicionar os humanos para
- 14:33que eles continuem nos servindo, porque
- 14:35eles são nossos.
- 14:38Essa mentalidade funciona, existe do
- 14:41jeitinho que eu tô dizendo a vocês hoje.
- 14:46Não mudou não.
- 14:51Eles querem invadir, alguns deles querem
- 14:53nos destruir para retomar o controle
- 14:56sobre esse universo. Eles não estão
- 14:58preocupados com as mais de 100.000 e o
- 15:00raças insetoides que tem aí
- 15:04com as não sei quantas não, eles estão
- 15:07preocupados com os humanos porque o tipo
- 15:10de ser su nem os anonques eles se
- 15:12preocupam.
- 15:14Agora os humanos com esse estranho modo
- 15:17de pensar,
- 15:19de ser independentes,
- 15:24se eles pudessem pegar ISB,
- 15:27voltar no tempo e tê-lo matado lá na
- 15:29época, porque sem querer Yalos começou
- 15:32isso tudo.
- 15:37Então, mesmo essa essa turma tendo um
- 15:40modo de ser absolutamente trôpego,
- 15:44horrível, eles pensam desse jeito até
- 15:48hoje,
- 15:49mas internam, eles foram evoluindo
- 15:54aos poucos.
- 15:56Quando você olha para cavalos correndo,
- 16:00você vê cavalos correndo.
- 16:03Mas quando você olha para vários cavalos
- 16:05e homens montados e mulheres montados
- 16:08nos cavalos, você olha e fazer uma
- 16:10corrida de cavalos.
- 16:15Os demos não têm essa diferença
- 16:17conceitual, não.
- 16:20Eles olham, vem cavalos correndo e
- 16:23cavalos correndo.
- 16:26Aí eles olham e vem joques em cima de
- 16:28cavalos. Na cabeça deles um surge, ah,
- 16:32isso são J. Eles não têm essa evolução.
- 16:37Eles são dementes, eles são pobres.
- 16:41Ele só consegue isso aqui se chegar
- 16:44pegar o DNA de Cilda,
- 16:48jogar neles. Aí um demo vai dizer: "Ah,
- 16:50mas a diferença isso aqui, isso aqui é
- 16:52porque isso aqui é uma convívio de
- 16:53cavalo. Aqui é um bando cavalo correndo.
- 16:57o sentido oculto, o mais complexo das
- 16:59coisas
- 17:01que tão facilmente no DNA humano a
- 17:03gente,
- 17:05cada família demo, cada loca demo
- 17:10tem que fazer um ajuste no seu genoma
- 17:13para perceber ou compreender qual coisa.
- 17:19Então essa turma foi evoluindo assim, ó.
- 17:23[suspirando] Ah! Ah! Chivra! É! Ah! V
- 17:28guerra! Guerra! Desordem! Ca confusão,
- 17:32sobrevivência, guerra. Pá, ali tem 10.
- 17:35Vi aqui tem cinco. Isso. Solução.
- 17:38Consegue mais cinco ou não? Está v
- 17:41destrói cinco de lá. Á. E os algoritmos
- 17:46foram produzindo nesses seres? Isso
- 17:50até que quando
- 17:52Virgno e suas expressões começaram a
- 17:55requintar, aí foram surgindo, ah, um
- 17:58grupo de demos reunidos. É um grupo de
- 18:01demos reunidos. Um grupo de clones
- 18:04reunidos é diferente. É um grupo de
- 18:06clones reunidos. Ah, os clones obedecem
- 18:11cegamente a Brama. Ah, nós os demos não
- 18:14obedecemos cegamente a Chiva ou a
- 18:16Virgem. A gente pode até desobedecer os
- 18:19clones, não. Ah, isso quer dizer, isso
- 18:23quer dizer que os clôes brilham de uma
- 18:26forma mais eh o e esse tipo de
- 18:30entendimento dos fatos relativos ao modo
- 18:35trôpego de vida que eles têm foi muito
- 18:38lento e é lento até hoje, entendam?
- 18:43Então a gente pergunta, mas como é que
- 18:44esses seres não conseguem compreender? A
- 18:47gente aplica a nossa lógica nas
- 18:49perguntas que a gente faz ou aplica a
- 18:52nossa lógica nas nossas angústias? Mas
- 18:54como é que esses seres não compreendem
- 18:57tal coisa? Entendam, eles não
- 18:59compreendem mesmo.
- 19:04Compreende se a gente explicar direito,
- 19:07compreende se você conviver com eles,
- 19:09entender
- 19:11o tipo de grau de demência, de retardo
- 19:14que eles têm, tiveram a habilidade de
- 19:17desenvolver símbolos conceituais
- 19:22que sejam muito bem usados para
- 19:25compensar essa falta que eles têm e usar
- 19:29a metáfora, uma comunicação que faça com
- 19:32que eles entendam.
- 19:36É a mesma coisa que falar com a criança.
- 19:40É a mesma coisa que você falar com
- 19:41alguém que tem algum tipo de retardo
- 19:44na lógica mental humana.
- 19:50E o chamanismo vai ser o único modo de
- 19:53contactar esses seres [risadas]
- 19:54e compreender e medir esse tipo de
- 19:57processo em algum momento da história.
- 20:01O chamanismo tem também que servir para
- 20:03esse tipo de compreensão, de
- 20:07estabelecer uma relação de troca de
- 20:10informação, de ponto de apoio.
- 20:14Mas qual é o aspecto dramático? é o modo
- 20:16estúpido como nós agimos conosco.
- 20:20Se eles têm um modo trôpego de existir,
- 20:23nós temos um modo ridículo de existir.
- 20:25Por quê? Porque a gente não precisa de
- 20:28nada e pensa que precisa de tudo.
- 20:31Aí nós somos pedintes profissionais.
- 20:35Aí a gente quer praticar o chamanismo
- 20:37para receber ajuda.
- 20:40Ajuda para quê? Eu eu preciso curar o
- 20:42câncer.
- 20:45Não, eu preciso porar não sei o quê.
- 20:49Nós não precisamos de nada.
- 20:52Eles [risadas] suficiente.
- 20:55Por quê? Porque em tese nós temos como
- 20:58superar as nossas dificuldades ou
- 21:00sozinhos ou ajudando uns aos outros.
- 21:03ou com a nossa imaginação e a nossa
- 21:06capacidade livre de poder evoluir, de
- 21:09evoluir. Eles não,
- 21:14eles não,
- 21:16eles não têm como.
- 21:20Você vai exigir de um cachorro que ele
- 21:22toque piada.
- 21:25É mais ou menos isso que em tese quando
- 21:29a gente essa turma não entende, a gente
- 21:32faz quando tem uma postura mental dessa.
- 21:36E eu tô falando aqui é dizer, eu tô
- 21:39falando de figuras que foram tidas como
- 21:43deuses.
- 21:51as etapas da abertura e do fechamento
- 21:54dos portais, tá? É um outro pressuposto
- 21:57que a gente tem que entender.
- 22:00Eu já falei, os dois universos surgiram
- 22:04durante bilhões de anos era um atritando
- 22:07no outro.
- 22:09Cerca de 5, 6 bilhões começaram a surgir
- 22:12portais, poucos. De lá para cá, as locas
- 22:16de lá começaram a disputar ser os donas
- 22:18desses portais. Nem toda loca tem portal
- 22:21aberto com esse universo. Os portais
- 22:24foram se abrindo, essa turma foi se
- 22:25especializando e aí
- 22:31maravilha. Projeto Talmo, quando iniciou
- 22:34nem portão aberto tinha.
- 22:36Depois de
- 22:38trabalharem na edificação de três formas
- 22:41de replicação de vida, depois de um
- 22:44monte de fervã se ferrar, os portais
- 22:47começaram a se abrir naturalmente. Aí os
- 22:49fervães começaram trabalhar através de
- 22:52porta.
- 22:54Mas qual é a principal característica
- 22:56aí? É o fechamento. É a entropia. Foi o
- 23:00que houve no ano 2012.
- 23:03O ano 2012 que foi apontado pelo
- 23:07calendário Maia, não foi não, mas as
- 23:10pessoas interpretaram assim que era o
- 23:12fim do mundo, era o fim do mundo para
- 23:14eles.
- 23:16O ano 2012 foi o último momento desse
- 23:19processo de fechamento de portais que
- 23:21começou há uns 40 e poucos mil anos
- 23:23atrás.
- 23:26Foi quando a coisa se lacrou de novo. Aí
- 23:31quando se lacrou de novo,
- 23:34isso nós estamos só em 2020, 8 anos após
- 23:38esse processo.
- 23:40E a coisa começou a a
- 23:44muitos deles começaram a ter o tempo
- 23:46existencial deles invertido.
- 23:49Não vou nem explicar porque é uma
- 23:50loucura grande, mas assim,
- 23:53esse é um outro pressuposto.
- 23:56Entendam, os cortais se fecharam, se
- 23:58fecharam e se abriram naturalmente
- 24:01devido ao jogo de entropia dos dois
- 24:03universos. Aliás, se abriram e fecharam
- 24:06naturalmente. Só que eles agora vão ser
- 24:09abertos por capacidade tecnológica
- 24:13deles.
- 24:16Eles estão trabalhando loucamente na
- 24:19abertura de portais.
- 24:22Parece que uma ou duas locas já tão a
- 24:26ponto de conseguir.
- 24:34Outras locas estão trabalhando de 1
- 24:37formas para estabelecer pontes
- 24:39quânticas. Não necessariamente esse tipo
- 24:41de portal que a gente tá falando,
- 24:44mas uma ponte quântica, por menor
- 24:46discreta que ela seja, é um tipo de
- 24:48portal. Só que é outro tipo de conversa
- 24:50que a gente precisa ter. Então assim,
- 24:53entendam o fechamento dos portais devido
- 24:56a questão da entropia
- 24:59do jogo dos dois universos. O fato do
- 25:01nosso universo está se expandindo,
- 25:06está acelerando a expansão.
- 25:09A energia escura prevalece afastando as
- 25:12galáxias umas das outras. Isso tudo
- 25:15provoca no universo vizinho essa
- 25:18loucura. E como o universo vizinho é
- 25:21muito menor que esse e o universo
- 25:23vizinho foi improvisado. Esse aqui foi
- 25:26idealizado antes da queda do criador.
- 25:29Então esse nosso universo vai prevalecer
- 25:31e esse outro aqui vai se pulverizar como
- 25:35já está sendo pulverizado. Um ou outra
- 25:38loca já não existe mais. Alguns locas já
- 25:40foram destruídas. Tem guerra lá de
- 25:43locas,
- 25:45porque
- 25:46eles não podem invadir esse universo,
- 25:48mas tem uma loca lá que tem energia para
- 25:50mais 100.000 anos no fuso horário da
- 25:53gente e outra loca lá já tá acabando.
- 25:55Então eles querem tá tendo de tudo lá.
- 26:03E assim, nós seres humanos, não temos a
- 26:05menor noção de como medir a nossa
- 26:08participação nesse tipo de coisa que
- 26:09tava vendo lá. Mas muitos de nós está
- 26:12invasidos. É esse corpinho aqui
- 26:14dormindo, o nosso espírito tendo mais
- 26:17folga, participa
- 26:21ao exo. Outros não conseguem devido a
- 26:24questões cármicas.
- 26:28participa de acordo com o passado
- 26:30ancestral comúns falou o casados.
- 26:34Então,
- 26:37esses últimos 70.000 antes
- 26:42foram diferentes de todos os bilhões de
- 26:45anos atrás na vivência desses seres,
- 26:49porque foi o tempo
- 26:52em que os primatas superiores
- 26:56começaram a surgir,
- 27:00ou seja, foi o tempo em que se cedeu que
- 27:02o neocórtex dos primatas superiores
- 27:06iria permitir uma expansão de
- 27:09consciência que nunca o projeto Talme
- 27:12havia conseguido medir o projetar. Esses
- 27:15últimos 70.000 anos, entendo, esses
- 27:17seres eles vivem de susto em susto, de
- 27:22espanto de espanto, de surpresa em
- 27:24surpresa, melhor dizendo, de decepção em
- 27:27decepção.
- 27:29Eles perceberam que não há futuro pro
- 27:32universo deles.
- 27:34Ao longo desses últimos 70.000 1 anos.
- 27:37Todos esses seres de Javé
- 27:40a Zeus
- 27:45foram percebendo que
- 27:49aqueles sonhos deles de mandar no
- 27:51universo, ou seja, nos dois universos,
- 27:54isso tudo acabou.
- 27:56Acabou, vírgula, acabou no sentido de
- 27:59que eles perceberam que um dos universos
- 28:02está se acabando, mas não se acabou o
- 28:05sonho deles, alguns deles quererem
- 28:06dominar este universo.
- 28:10Mas qual é o problema? Há 5, 6 bilhões
- 28:12de anos atrás, eles engendraram um cara
- 28:15para ser o suzerano desse universo. O
- 28:17nome desse cara chama-se Sofia.
- 28:21Aí, Sofia, os dois tem que administrar
- 28:25o fato dele ter sido engendrado para ser
- 28:28isso e o DNA dele traz essa ordem. Só
- 28:32que os descendentes de alguns dos que
- 28:35estabeleceram essa ordem, que surgiram
- 28:37depois, não estão referendando
- 28:41essa questão e estão disputando com
- 28:45Sofia
- 28:47o posto de Suzerano
- 28:50Cósmico e estão aproveitando o momento
- 28:53da vinda de Sofia Terra para
- 28:57a vinda de Sofia Terra.
- 28:59É como se Sofia saísse da caixa do
- 29:02buraco dele, se expusse
- 29:06perante todos.
- 29:08É um momento dele ser alvejado. É um
- 29:10momento que ele pode ser, esse é um dos
- 29:14aspectos do drama.
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This page contains the full transcript of A ESTRANHA BIOLOGIA DO CRIADOR | JAN VAL ELLAM by Reprogramação Cósmica , generated from the public captions YouTube serves with the video. The transcript has 3,301 words across 583 segments, with the original timestamps preserved so you can click any line to jump to that moment in the embedded player.
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